Arquivo da tag: Deputados

Em nota, Assembleia se solidariza com deputados e condena vazamentos e ataques

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) vem a público se solidarizar com todos os deputados estaduais que tem sido vítimas de vazamentos e ataques nos últimos dias, numa clara tentativa de diminuir o trabalho que tem sido feito por todos os parlamentares e pela Casa Epitácio Pessoa, neste tempo de pandemia. A Mesa Diretora da ALPB já determinou que todos os episódios sejam apurados e vai disponibilizar toda estrutura para evitar que essa prática se repita.

O trabalho desenvolvido pela Assembleia Legislativa da Paraíba desde a decretação, no dia 11 de março de 2020, pela Organização Mundial de Saúde da pandemia do coronavírus tem se destacado dentro do Estado e até nacionalmente. Foram centenas de matérias legislativas aprovadas e seis leis já foram sancionadas pelo governador do Estado, leis estas que repercutem diretamente na vida dos paraibanos e paraibanas, principalmente os mais vulneráveis.

Graças ao trabalho dos deputados e da Assembleia, as famílias carentes que não conseguirem pagar suas contas de água e energia, não terão o fornecimento suspenso durante a calamidade pública (Lei 11.676); os estudantes da rede estadual de ensino terão alimentação garantida enquanto as escolas estiverem fechadas (Lei 1.577). Os hospitais públicos e privados estão proibidos de recusar pacientes acometidos por coronavírus e estão obrigados a fornecer informações aos familiares de pacientes internados com diagnósticos de Covid-19 (Lei 11.686 e Lei 11.685) e quem espalhar fake news (notícias falsas) sobre a pandemia pode ser punido (Lei 11.676).

Além dessas leis, várias outras ações estão sendo discutidas e colocadas em prática pelos deputados e pela Assembleia, como a doação de mais 100 mil máscaras para hospitais e entidades em todo estado e a destinação de R$ 2 milhões para ações de combate aos efeitos do coronavírus na Paraíba.

É fato que o desempenho da Assembleia em prol da maioria pode desagradar alguns grupos ou pessoas, mas isso não vai impedir que o trabalho do Poder Legislativo Estadual seja mantido, ampliado e alcance cada vez mais paraibanos e paraibanas. Todo esse esforço e esse trabalho não podem e não vão ser encobertos por ondas de fake news, vazamentos e ataques aos parlamentares.

Assessoria

 

 

Deputados do G11 analisam pedido de impeachment contra governador e vice-governadora e pedem ao presidente da ALPB arquivamento

Como é de conhecimento de todos os paraibanos, está tramitando na Assembleia Legislativa da Paraíba o pedido de impeachment contra o governador João Azevêdo e a vice-governadora Lígia Feliciano, protocolado pelos 12 deputados de oposição.

O grupo G11, que tem como princípio zelar pela boa política e dar governabilidade a João Azevêdo, analisou e concluiu que não há fundamento nesse pedido para afastar o governador do cargo.

Além disso, o grupo acredita que não se deve tirar a competência da Justiça Eleitoral para analisar as denúncias expostas através da Operação Calvário.

Em face disso, o G11, com o exceção do deputado Bôsco Carneiro, pede ao presidente da Assembleia, o deputado Adriano Galdino, o arquivamento do pedido de impeachment.

Com relação a vice-governadora, o G11 entende que não há sentido na cassação do mandato da mesma já que ela não é ordenadora de despesa.

Para o bem dos paraibanos, o grupo pede que o presidente Adriano Galdino analise e arquive esse processo de impeachment de João Azevêdo e Lígia Feliciano.

Assessoria

 

 

Senadores e deputados reagem à ofensa de Bolsonaro a repórter

As ofensas proferidas nesta terça-feira (18) pelo presidente Jair Bolsonaro contra a repórter Patrícia Campos Mello, do jornal “Folha de S. Paulo”, provocaram reações de deputados e senadores.

Pela manhã, em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente questionou, com insinuação de caráter sexual, a atuação de Patrícia Campos Mello em reportagens sobre o disparo massivo de mensagens durante a campanha eleitoral.

“Ela queria um furo. Ela queria dar um furo [pausa, pessoas riem] a qualquer preço contra mim”, disse Bolsonaro.

Antes de Bolsonaro, Hans River do Nascimento, ex-funcionário da empresa de marketing digital Yacows, afirmou à CPI mista que apura a divulgação de notícias falsas que a jornalista se “insinuou” para obter informações. O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, também atacou a jornalista.

Senado

Durante sessão no Senado, três senadores subiram à tribuna para prestar solidariedade à jornalista e também para repudiar a fala de Bolsonaro. Nenhum senador defendeu o presidente Jair Bolsonaro.

Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) disse que o presidente “ultrapassou em muito o limite do aceitável” e que suas falas merecem “desaprovação”.

“A provocação, as insinuações sexistas apresentadas pelo presidente devem merecer a nossa desaprovação. Isso está se tornando uma rotina”, protestou Vital do Rêgo.

Para Eliziane Gama (Cidadania-MA), Bolsonaro “agrediu de forma frontal todas as mulheres brasileiras” e demonstrou falta de compostura. A parlamentar leu trecho de nota divulgada pelo partido que representa.

“As declarações do presidente confrontam ‘a luta histórica e a conquista de direitos pelas mulheres, afirmando posturas sexistas e misóginas, não mais toleráveis em nossa democracia’”, disse Eliziane.

Kátia Abreu (PDT-TO) disse que, como não é possível atacar a competência das mulheres, as pessoas tentam atacar a dignidade.

“Por que não pode falar que mulher é bandida, que mulher é ladra, que mulher é incompetente? Porque normalmente não são. E o que anda sobrando para falar das mulheres? É da sua vida sexual, é da sua vida amorosa, é da sua dignidade, da sua honra. Isso é coisa de país sub, sub, subdesenvolvido”, afirmou a pedetista. “Eu não conheço a jornalista Patrícia Campos Mello. Eu conheço a fama da sua competência. Mas, mesmo que ela não fosse competente, ela não merecia passar pelo que está passando”, acrescentou Kátia Abreu.

Nas redes sociais, outros senadores fizeram publicações a respeito do assunto. “Qual o limite do absurdo? Em que democracia sã um presidente da república se sente à vontade agredindo, assediando mulheres? O Brasil nunca esteve diante de tanta covardia! As instituições não podem se calar! Toda minha solidariedade à Patrícia Campos Mello”, publicou Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

“No exercício do cargo de presidente da República, um machista que agride covardemente uma mulher, repórter e, tentando desqualificá-la, ataca brutalmente a liberdade de imprensa. São tantos crimes de responsabilidade que é inacreditável como Bolsonaro não tenha perdido o cargo”, postou Humberto Costa (PT-PE).

“Toda a nossa solidariedade à jornalista Patrícia Campos Mello, da ‘Folha’, covardemente agredida pelo presidente Jair Bolsonaro. A Presidência da República deveria semear o respeito entre as instituições e trabalhar para fortalecê-las. Lamentável que o presidente siga na direção oposta”, afirmou Weverton Rocha (PDT-MA).

Câmara

Pelo menos 23 parlamentares mulheres tinham assinado, até as 21h desta quarta-feira, uma nota de repúdio à fala do presidente.

O texto afirma que a declaração é “absolutamente desrespeitosa e incompatível com a postura de um Presidente da República” e diz que “esse tipo de discurso não ataca só a jornalista Patrícia, mas todas as mulheres que cotidianamente são vítimas de violência, seja dentro de casa, no transporte público e no próprio ambiente de trabalho.”

As deputadas leram a nota na sessão plenária da noite desta terça-feira, em ato de desagravo.

“Todo o repúdio a essa atitude repugnante do presidente Bolsonaro”, afirmou a deputada Natália Bonavides (PT-RN), que começou a coletar as assinaturas para a nota.

A bancada do PSOL na Câmara entrou com representação na Comissão de Ética Pública com pedido de apuração de violação da conduta da alta administração federal pelo presidente.

Para os deputados do partido, “os ataques aos jornalistas empreendidos pelo Presidente são incompatíveis com os princípios da democracia, cuja saúde depende da livre circulação de informações e da fiscalização das autoridades pelos cidadãos. As agressões cotidianas aos repórteres que buscam esclarecer os fatos em nome da sociedade são incompatíveis com o equilíbrio esperado de um presidente”.

A presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR) afirmou que a situação é “lamentável” e que ela desconhece algum presidente que tenha feito uma “agressão tão grande” a uma mulher como fez Bolsonaro.

“Essa manifestação em relação à Patrícia passa de todos os limites. Muito vexatório para um presidente da República. Muita desconsideração é muito desrespeito com a mulher”, declarou.

Em uma rede social, a deputada Tabata Amaral (PDT-SP) disse ser “inconcebível” que o direito das mulheres de não serem “sexualizadas e assediadas” tenha que ser “reforçado e relembrado diariamente”.

Tabata afirmou ainda que a fala de Bolsonaro não ataca somente a jornalista da “Folha”, mas, sim, “todas as mulheres que cotidianamente são vítimas de violência, seja dentro de casa, no transporte público e no próprio ambiente de trabalho”.

Também crítica à fala de Bolsonaro, a deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ) disse que o presidente quebrou o decoro ao falar sobre a jornalista.

“Temos um presidente machista. Querer desqualificar uma profissional, com insinuações sexuais é uma forma clássica da misoginia. E as mulheres sabem disso. Isso é quebra de decoro. Repugnante! Nojento”, publicou a deputada em uma rede social.

Aliados defendem Bolsonaro

Durante a sessão da Câmara, nesta terça, ao menos dois deputados e um dos filhos do presidente, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), acompanhado de cinco deputadas, saíram em defesa do presidente.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) subiu ao púlpito acompanhado de cinco deputadas mulheres da ala governista para dizer que o grupo que critica a declaração de seu pai não fala em nome das mulheres.

“A deputada diz que fala em nome de todas as mulheres. Calma aí. Será que não tem mulher aqui comigo não? Uma banana em nome de todas as mulheres, tá?”, afirmou, fazendo um gesto ofensivo. “Isso aqui é a imposição do politicamente correto para tentar calar a boca do presidente Jair Bolsonaro.”

Otoni de Paula (PSC-RJ) disse que “a esquerda e a imprensa extremista” acusaram o presidente “atacar mulheres”. Mas, na opinião dele, Bolsonaro se referiu à jornalista “sem esboçar nenhum deboche e nenhuma falta de respeito”

Bibo Nunes (PSL-RS) disse que quem entendeu que Bolsonaro atacou a jornalista “está com certa maldade nos seus pensamentos” .

“O presidente Bolsonaro não falou nada demais. Simplesmente, todo jornalista quer um furo, ou seja, uma notícia em primeiríssima mão. Então, não há nada de errado. Quando se fala em Bolsonaro, só vêm críticas, críticas em cima de críticas”, afirmou.

No início da tarde, ao deixar o Palácio da Alvorada após uma reunião com ministros, Bolsonaro voltou a tocar no assunto, mas ressalvou que não queria “conversa”.

“Alguém da ‘Folha de S.Paulo’ aí? Eu agredi sexualmente uma repórter hoje? Parabéns à mídia, aí. Não quero conversa. Parabéns à mídia. Eu agredi, cometi uma violência sexual contra uma repórter hoje?”

G1

 

G11 afirma que secretário de Comunicação do Estado patrocina ataques contra deputados

Os deputados estaduais que integram o G11 emitiram nota nesta quarta-feira (12), lamentando o uso de verba da Comunicação estadual para patrocinar ataques aos deputados estaduais que são contrários as determinações do Governo. Os recursos que deveriam ser utilizados para divulgar as ações do executivo estão sendo usados para desqualificar o legislativo.

Os parlamentares afirmam que o secretário de Comunicação, Nonato Bandeira, determinou à mídia paraibana que possui contratos com o Governo do Estado que massificasse ataques aos deputados estaduais e ainda criou factoides para denegrir a imagem dos parlamentares que ainda são da base aliada do governador João Azevêdo.

Nota:
“É peculiar desse cidadão da comunicação atacar aliados para mostrar poder, sempre causando constrangimento por onde passa. A comunicação do Governo Estadual usa o seu staff para criar fake News, distorcendo a fala de alguns companheiros para causar discórdia. Lamentamos essa postura despreparada do secretário que não aceita o contraditório e usa deste tipo de expediente tentando nos intimidar. Não vamos nos curvar, permaneceremos coesos e unidos para melhorar a qualidade de vida dos paraibanos, com iniciativas do grupo sem interferências externas e em consonância com os pensamentos do nosso líder, Felipe Leitão. Não se pode estancar uma crise, criando outra”.

Assinam:

Felipe Leitão (DEM) – líder
Taciano Diniz (Avante) – Vice-líder
Nabor Wanderley (Republicanos)
Dr. Érico (Cidadania)
Genival Matias (Avante)
Tião Gomes (Avante)
João Bosco Carneiro (Cidadania)
Caio Roberto (Partido Liberal)
Pollyanna Dutra (PSB)
Trocólli Júnior (Podemos)

 

Assessoria

 

 

Galdino minimiza delação de Livânia: “Acredito na inocência dos deputados

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (PSB), comentou a delação premiada realizada pela ex-secretária de Estado, Livânia Farias, no âmbito da Operação Calvário. Lívânia Farias declarou que cerca de R$ 1,6 milhão teriam sido repassados a seis parlamentares estaduais com o aval do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB). Galdino disse acreditar na inocência dos deputados.

Segundo Livânia, o valor deveria ser rateado entre os deputados Branco Mendes, Edmilson Soares, Genival Matias, Lindolfo Pires, Tião Gomes e o então deputado Arthur Cunha Lima Filho.

O presidente da Casa de Epitácio Pessoa disse acreditar na Justiça Paraibana.

– A delação, por si só, não é prova. Eu acredito na Justiça paraibana e acredito também na inocência dos deputados que foram citados na delação.

 

PB Agora

 

 

Quatro deputados citados em delação por Livânia negam envolvimento

Quatro dos oito deputados citados em trecho da delação premiada feita por Livânia Farias ao Poder Judiciário, dentro da Operação Calvário, que veio à tona neste fim de semana, se posicionaram até a tarde deste domingo (5) e negaram ter cometido qualquer crime, irregularidade ou malfeito. Leia abaixo as notas divulgadas.

No Termo de Transcrição de 11 páginas, Livânia relata que seis deputados estaduais teriam sido beneficiados pela suposta organização criminosa investigada pela Calvário, por meio do repasse de R$ 1,6 milhão, que teriam sido entregues a Edmilson Soares para serem divididos entre ele, Branco Mendes, Lindolfo Pires, Tião Gomes e Genival Matias.

Outro contemplado seria o então deputado Arthur Cunha Lima Filho, suplente de deputado estadual e filho do conselheiro Arthur Cunha Lima, este último afastado durante a 7ª fase da Operação Calvário, a Juízo Final, que também afastou outro conselheiro, Nominando Diniz, e investiga um terceiro, André Carlo Torres.

Outros dois deputados federais também foram citados. São eles: Efraim Filho (DEM) e Hugo Motta (PRB).

Notas

• Genival Matias

Em primeiro lugar, quero deixar claro que confio e apoio as investigações da Operação Calvário em todas as suas fases, porém, me causou surpresa a citação sem provas do meu nome em depoimento, sobre uma suposta entrega de recursos.

Afirmo que não tenho qualquer participação nesses fatos e tenho a tranquilidade de não ter recebido absolutamente nada além do que foi declarado oficialmente no período eleitoral.

Estou à disposição da Justiça para esclarecer quaisquer fatos e desde já disponibilizo meu sigilo bancário e fiscal.

Sigo confiando na justiça e respeitando às instituições.

• Tião Gomes

Rechaço com veemência toda e qualquer citação inverídica que aponta recebimento de recursos ilegais por minha pessoa. Estou indignado, mas absolutamente tranquilo que a verdade será restabelecida. Em 40 anos de atuação na vida pública, tendo oito mandatos de deputado, nunca me envolvi em nenhum ato ilícito e meu patrimônio é condizente com minha realidade. Neste momento, coloco-me inteiramente à disposição da Justiça, mesmo sabendo que meu nome não está inserido entre os investigados.

Nunca tratei qualquer assunto sobre recursos com o deputado Edmilson Soares e tampouco autorizei que alguém tratasse ou recebesse valores em meu nome.

Coloco meu sigilo bancário, telefônico e fiscal à inteira disposição, reafirmando que nossas campanhas foram realizadas dentro da lei e feitas com dinheiro limpo tendo todas as contas aprovadas pela justiça eleitoral. Portanto, nada devemos e nada tememos. Confiamos na Justiça.

• Branco Mendes

Durante toda a minha vida sempre procurei me nortear pelos princípios da ética, moralidade, verdade e transparência. Tanto é verdade que nesses quase 30 anos de vida pública não tenho uma mancha, processo ou conta rejeitada. Posso andar de cabeça erguida em qualquer lugar, pois prezo por valores sagrados, pelos ensinamentos dos meus saudosos pais e, principalmente, pela admiração das minhas três filhas.

Não abaixarei a minha cabeça um minuto, pois não serão acusações irresponsáveis e mal interpretadas que macularão o maior patrimônio que conquistei na vida, que são a minha honra, seriedade e a vontade de fazer o BEM pelos paraibanos. Digo tudo isso sem hipocrisia e sem medo algum. Seguirei firme nos meus propósitos e crenças, tendo a certeza de que o tempo há de restabelecer toda a verdade.

• Efraim Filho

Tomei ciência pela imprensa da citação do meu nome, nas investigações em curso, como que no ano de 2014 tivesse recebido ajuda de campanha para apoiar a chapa do então governador. Absolutamente nego essa ilação feita contra mim, sem apresentar uma prova ou sequer uma data. As contas da minha eleição 2014 foram analisadas, julgadas e aprovadas pela justiça eleitoral.

Ao rechaçar totalmente essa inverídica acusação, e mesmo sem estar no rol de investigados pela operação, coloco meu sigilo bancário, telefônico e fiscal a disposição da justiça. Quem não deve não teme.

 

 

portalcorreio

 

 

Em união com deputados, Tião Gomes destina emenda de R$ 1,5 milhão para recuperação do acesso ao Memorial Frei Damião, em Guarabira

Desde 2004, a cidade de Guarabira, no Brejo paraibano, recebe milhares de turistas e fiéis que buscam conhecer o Memorial de Frei Damião. Ao longo dos anos o local tem se destacado por sua importância econômica e pelo turismo religioso. Mas, devido a grande movimentação de veículos, o acesso ao santuário tem se desgastado e quem visita o espaço tem sofrido com a estrada.

Entretanto, uma emenda conjunta de R$ 1,5 milhão dos deputados Tião Gomes, Camila Toscano, Adriano Galdino e Raniery Paulino, vai possibilitar a recuperação do acesso ao monumento religioso.

“O acesso está horrível. Milhares de fiéis visitam o santuário anualmente e a estrada péssima dificulta as pessoas a chegarem até o parque religioso. Essa emenda que destinamos vai possibilitar a recuperação dessa via e melhorar o acesso ao local”, explicou Tião Gomes, relator da LOA 2020.

Tião aproveitou a ocasião para parabenizar os deputados pela emenda. “Somos do Brejo e temos um olhar para a nossa região. Essa emenda mostra que o Brejo está bem representando na Assembleia e eu só tenho a agradecer ao presidente Adriano, a Camila e Raniery por unir forças, independente da posição política, e assim pudemos destinar R$ 1,5 milhão para Guarabira”, agradeceu.

Memorial Frei Damião

O Santuário Memorial Frei Damião, situado na cidade de Guarabira (Paraíba), é um projeto arquitetônico composto de um museu e uma estátua, em homenagem ao frade capuchinho Frei Damião de Bozzano, um missionário do Nordeste brasileiro. Atualmente é considerada a terceira maior estátua do Brasil.

A inauguração, em dezembro de 2004, contou com a presença de mais de 50 mil fiéis. Foram realizadas parcerias entre a Diocese de Guarabira, a prefeitura de Guarabira e o governo do estado da Paraíba em sua edificação.

 

portaldolitoralpb

 

 

Autora paraibana lança livro de crônicas na Câmara dos Deputados, convidada pela comissão representante do Dia da Consciência Negra

Em seu livro de estreia, Waleska Barbosa, 43, autora paraibana radicada em Brasília há 19 anos, faz um convite já no título: Que o nosso olhar não se acostume às ausências.

A obra será lançada nesta quarta-feira, (11/12), às 16h, no Espaço do Servidor da Câmara dos Deputados, em Brasília/DF, a convite da Comissão Representante do Dia da Consciência Negra, coordenada pelo deputado Damião Feliciano (PDT-PB).

“É uma proposta para que maiorias ou grupos fora dos padrões normativos, que terminam tomados como minorias, sejam enxergados em seu direito de existir e na sua diversidade. Muitos dos textos têm esse tema”, explica.

O livro teve pré-lançamento no início de outubro, em Brasília, pouco antes da participação da autora na Feira de Livro de Frankfurt, onde fez parte da programação, a convite do projeto Sara e Sua Turma com o apoio institucional da Secretaria de Cultura do DF, da Fundação Cultural Palmares e Câmara Brasileira do Livro.

Na Feira de Livro, ela falou no International Stage ao lado de escritores brasileiros sobre o tema A Literatura que vem da periferia. Em novembro, lançou a obra na Feira Literária de Campina Grande, sua cidade natal, onde também ministrou uma oficina de escrita.

Fruto de edição independente, a obra foi viabilizada por uma campanha de pré-venda conduzida pela autora, que bancou a tiragem de 200 exemplares. As demais etapas foram presentes de amigos: o projeto gráfico é do Coletivo 105 e a ilustração da capa, do artista plástico Sérgio Abajur, paraibano que há onze anos mora na Alemanha, realizando trabalhos para o teatro.

Com 234 páginas, ‘Que o nosso olhar’ tem apresentação da escritora Leila de Souza Teixeira, a quem Waleska conheceu em São Paulo, em cursos de literatura promovidos pelo Sesc, e prefácio de Laura Castro, escritora baiana, editora de livros artesanais e professora universitária.

Nos 74 textos – crônicas e prosas poéticas – selecionados no acervo do blog  www.umpordiaw.com.br, ela (se) expõe sobre questões como violência, amor, desamor, maternidade solo, genocídio do povo negro, racismo, feminicídio. Expõe aspectos que permeiam a vida de mulheres da segunda idade, como se define, e questiona padrões e jugos.

Como cronista nata, Waleska também capta momentos pueris, do dia a dia, com uma forma poética e muito peculiar de se colocar diante dos fatos, expressa pelo ritmo de sua escrita e pela maneira de pontuar as frases. Também consegue ser dura e contundente ao apontar o que chama de ‘involução’ do ser humano.

Falando por si ou (re)contando histórias, ela descobriu que escrever era um caminho para o fim do silenciamento e da (auto)censura impostos a ela e, historicamente às mulheres, entre elas, às mulheres negras. A prática da escrita fez com que percebesse que sua forma de interagir com o mundo estava mudando e que conseguia, finalmente, falar com a boca.

O fio condutor da obra parte da identidade da autora como mulher negra, entendida e/ou reforçada, em função da escrita diária no blog. “O livro tem gênero. É feminino. É feminista. É mulher”, diz a orelha.

 

Serviço:

Lançamento do Livro “Que o nosso olhar não se acostume às ausências”

Dia: 11/12/2019

Hora: 16h

Onde: Espaço do Servidor – Anexo II – Câmara dos Deputados

 

Contatos: Waleska Barbosa (61) 9-9948.1398 www.umpordiawb.com.br barbosawal@gmail.com   @carnawaleska

 

 

 

‘Parlametria’: 90% dos deputados federais eleitos em 2018 receberam doações de empresários

Um levantamento feito pela plataforma “Parlametria” apontou que apesar do financiamento privado nas campanhas eleitorais ter sido vedado, aproximadamente 90% dos deputados federais eleitos – 461 dos 513 parlamentares – contaram com doações feitas por empresários, que somaram R$ 115,9 milhões. Os dados do estudo estão disponíveis para o público no site da ferramenta, que é gratuita e foi desenvolvida no laboratório Analytics, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

Acompanhar posicionamentos de deputados e senadores do Brasil, os vínculos e afinidades políticas e econômicas deles dentro e fora do ambiente legislativo são os objetivos da plataforma, que foi lançada no último dia 27 de novembro.

O projeto foi criado em parceria com pesquisadores da Open Knowledge Brasil e da instituição Dado Capital. A finalidade da plataforma é simplificar as informações que tramitam no Congresso Nacional.

Na Câmara, as doações somam R$ 90,3 milhões, o equivalente a 16% do total recebido pelos parlamentares eleitos. No Senado, a participação das doações de empresários foi cerca de 27%, que correspondem a R$ 25,6 milhões, do total gasto em campanha pelos senadores eleitos veio de pessoas físicas com participação societária em empresas.

Para os criadores da ferramenta, a análise demonstra que os laços entre os empresários e políticos continuam fortes e mudam apenas a forma com que as doações são feitas.

Com a ferramenta, também é possível verificar como votou cada parlamentar em temas sobre meio ambiente, direitos humanos, integridade e transparência, agenda nacional e educação. Além de acompanhar, em termos percentuais, quais votos favoráveis à agenda do Governo Federal.

Para o professor da UFCG Nazareno Andrade, coordenador do Laboratório Analytics, a intenção da plataforma é disponibilizar informações e análises para que a sociedade possa se engajar e influenciar o trabalho do parlamento brasileiro de acordo com os seus temas de interesse.

“O que pretendemos com o estudo é mostrar como esses grupos econômicos seguiram atuando, mesmo depois da proibição do financiamento privado. Importante é o cidadão acompanhar o deputado que elegeu com base nessas informações”, ressalta.

G1

 

Ataque de hackers a celulares de deputados da Paraíba faz mais uma vítima

A onda de clonagem a celulares de deputados estaduais na Paraíba tem nova vítima. Dessa vez, o deputado estadual Ricardo Barbosa teve seu número clonado e os hackers estão usando para aplicar golpes. A denúncia foi feita pela assessoria do parlamentar nesta segunda-feira (2) por meio das redes sociais.

Semana passada outros seis deputados, Wallber Virgulino, Jane Panta, Trócolli Junior, Branco Mendes e Lindholfo Pires sofreram o mesmo golpe.

As vítimas prestaram um Boletim de Ocorrência e foram nas operadas dos respectivos números clonados para resgatar um novo número.

A clonagem de telefones é um dos crimes mais recorrentes nos últimos anos e tipificada no Código Penal como Adulteração do IMEI – número de Identificação Internacional do equipamento, que tem punição de reclusão, de um a três anos, e multa não só para quem adulterar o número do aparelho, mas também para quem comercializar aparelhos alterados.

 

clickpb