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Incêndio atinge depósito de fábrica de material reciclável, em Queimadas, no Agreste da PB

Um incêndio atingiu um depósito de uma fábrica de material reciclável por volta das 20h desta segunda-feira (7), no bairro do Ligeiro, em Queimadas, no Agreste da Paraíba. Três equipes do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba foram enviadas para controlar o fogo.

O incêndio atingiu o local e o fogo se alastrou rapidamente tomando grande proporção. Foram necessários mais de 26 mil litros de água para controlar o fogo. O expediente da fábrica foi encerrado às 17h e no momento do incêndio não havia ninguém no local.

O fogo atingiu parte da fábrica onde o material reciclável era separado e, por se tratar de produtos inflamáveis, tudo foi queimado. Outras duas empresas que ficam ao lado da fábrica estavam com chamas ao entorno quando os bombeiros chegaram, mas não foram atingidas.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, apesar da situação estar controlada, o clarão do fogo e a fumaça duraram a madrugada inteira. As equipes do Bombeiros trabalharam por cerca de 10 horas ininterruptas em um trabalho de resfriamento e revirada dos entulhos para o cessar do fogo.

O trabalho dos bombeiros terminou por volta das 6h30 desta terça-feira (8). As causas do incêndio estão sendo investigas. Uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba deve fazer uma perícia no local atingido pelo fogo quando não houver mais fumaça.

Corpo de Bombeiros trabalhou no combate das chamas na fábrica de material reciclável até às 6h30 desta terça-feira (8) — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Corpo de Bombeiros trabalhou no combate das chamas na fábrica de material reciclável até às 6h30 desta terça-feira (8) — Foto: Reprodução/TV Paraíba

 

G1

 

 

Polícia encontra 65 kg de maconha e cocaína, armas e explosivos em depósito de Campina Grande

Um depósito que servia para guardar drogas foi descoberto pela Polícia Civil nesta segunda-feira (19), em Campina Grande. No local foram apreendidos 65 quilos de maconha e cocaína, além de armas e explosivos. A apreensão foi feita pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes de Campina Grande.

A Polícia Civil chegou ao local depois de receber uma denúncia anônima, através da linha 197. O depósito fica no bairro Malvinas. Lá estavam 60 quilos de maconha, 5 quilos de cocaína, uma arma longa e 47 artefatos explosivos. Não foi confirmada a prisão de nenhum suspeito no local.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, o local servia como depósito para as drogas que já estavam preparadas para serem fracionadas e consumidas. Ainda segundo a Polícia Civil, a suspeita é de que o local pertence a um presidiário suspeito de roubo de veículos e tráfico de drogas.

 Foto: Ramirez São Pedro/DRE

G1

 

Em plena luz do dia, bandidos assaltam depósito de bebidas em Guarabira

Mais um estabelecimento comercial foi alvo da ação criminosa de bandidos na cidade de Guarabira. Na tarde deste sábado (13), dois elementos numa motocicleta assaltaram um depósito de bebidas, localizado no entorno do mercado público da cidade.

Imagens de monitoramento do estabelecimento mostram que os assaltantes chegam numa motocicleta, um deles desce da moto usando capacete, e de arama em punho rende o proprietário do depósito e comete o crime.

Os marginais agem rápido e não se intimidam com a movimentação na rua. Transeuntes circulam pela rua e até um cliente chega no momento em que o bandido sai levando dinheiro.

De acordo com o que a reportagem conseguiu apurar, o assalto rendeu aos marginais pouco mais de R$ 300 em espécie. As imagens vão ser utilizadas pelos investigadores para ajudar na tentativa de identificar os criminosos.

A polícia fez diligências, mas até o momento não obteve êxito.

 

portal25horas

 

 

Homem é preso suspeito de aplicar golpe do falso depósito, em Guarabira, PB

Um homem foi preso suspeito de estelionato nesta sexta-feira (22), em Guarabira, no Brejo paraibano. Ele comprou um veículo realizando um falso depósito na compra de um veículo, segundo a Polícia Militar.

A vítima só percebeu o golpe após a entrega do veículo ao suspeito. Ela tentou entrar em contato com o suspeito, pedindo a devolução do carro, mas lhe foi exigido dinheiro para receber o carro de volta, o que a fez procurar a polícia.

Uma testemunha do caso identificou o veículo trafegando pelo centro da cidade de Guarabira e contactou a Polícia Militar.

Os policiais localizaram o veículo, mas ao perceber a aproximação da viatura o suspeito tentou fugir e acabou batendo em outros veículos.

O suspeito foi detido e conduzido para a Delegacia de Polícia Civil de Guarabira.

G1

 

Saque da poupança é o maior desde 1995 e supera depósito em R$ 41 bilhões

caixa_eletronicoEm meio à crise econômica, os saques de recursos da caderneta de poupança somaram R$ 1,98 trilhão em 2016, o maior montante desde 1995, início da série histórica, informou nesta quinta-feira (5) o Banco Central.

Como os depósitos totalizaram R$ 1,94 trilhão, a captação líquida da caderneta foi negativa em R$ 40,7 bilhões no ano passado, mostram os dados do BC.

É a segunda vez desde 2005 que esse movimento acontece —no ano passado, o montante sacado da caderneta foi R$ 53,6 bilhões maior do que o depositado.

O ocorrido pode ser explicado pela elevação no número de desempregados e pelo aumento da inadimplência, além da baixa rentabilidade da poupança em relação a outros investimentos.

Em dezembro de 2016, a captação foi positiva em R$ 10,6 bilhões. Somente em 1999 e 2002 houve captação negativa no último mês do ano, que é sazonalmente positivo para a poupança, de acordo com as estatísticas do BC.

O volume total aplicado, ou seja, o estoque da caderneta, recuou ao final de dezembro para R$ 664,9 bilhões. No fim do ano passado, estava em R$ 662,7 bilhões.

Folha de S. Paulo

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Depósito de materiais recicláveis pega fogo no Distrito Industrial de Guarabira

incendioUm incêndio numa fábrica de materiais recicláveis no Distrito Industrial da cidade de Guarabira, Agreste paraibano, na tarde deste sábado (8) gerou preocupação e mobilização do corpo de bombeiros. Segundo informações do proprietário, ao voltar do almoço para a empresa se deparou com a fumaça e o fogo em um galpão.

Imediatamente ao perceber que não seria possível controlar as chamas resolveu entrar em contato com o corpo de bombeiros, temendo que o fogo se alastrasse para o resto da empresa. Ele não soube dizer quais seriam as causas do incêndio.

A fumaça preta e tóxica era vista de longe. Moradores do conjunto Clóvis Bezerra, temendo as com consequências ligaram para o corpo de bombeiros solicitado intervenção.

portalmidia

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Câmeras flagram golpe do ‘falso depósito’ nas cidades de Bananeiras, Belém e Solânea

cameraCâmeras de vigilância de uma agência bancária mostram estelionatários praticando o golpe do ‘falso depósito’ na Paraíba. O vídeo é do circuito interno de segurança de um banco na cidade de Bananeiras, no Brejo do estado. Segundo a polícia, uma dupla estaria praticando o mesmo crime também nos municípios de Belém e Solânea.

De acordo com informações do delegado Wallber Virgolino, o crime é praticado por suspeitos que abordam os comerciantes de veículos destas cidades, fecham o negócio de compra do bem e fazem um depósito utilizando envelopes bancários vazios.

Nas imagens, dois homens aplicam o golpe. Um de camisa laranja aguarda enquanto o outro utiliza o caixa eletrônico para depositar o envelope, depois os dois saem da agência juntos. Confome a polícia, depois disso eles vão até o comerciante levando o comprovante de depósito do valor combinado.

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Pelo menos três pessoas já foram vítimas dos mesmos estelionatários. “Os compradores solicitavam a conta bancária do vendedor. Minutos depois, voltavam com o depósito ‘efetuado’ e com o comprovante nas mãos. O vendedor entregava o veículo, porém o depósito havia sido feito com um envelope sem nenhuma quantia em seu interior”, explicou o delegado Wallber Virgolino.

A Polícia Civil pede que a população possa denúncia anonimamente que auxilie nas investigações, ligando para o telefone do Disque Denúncia 197.

 

Do G1 PB

Livros didáticos estão abandonados em depósito em Conceição na Paraíba

LIVROSMais de 10 mil livros didáticos estão abandonados no pátio e em um depósito da Secretaria de Educação de Conceição, no Alto Sertão da Paraíba. O material que devia ter sido entregue aos alunos está guardado, dividindo espaço com restos de móveis e pneus velhos. Alguns exemplares estão velhos e desgastados, mas outros ainda estão novos e embalados. O problema foi mostrado no Bom Dia Paraíba desta sexta-feira (26).

O prefeito do município, Nilson Lacerda, explicou que o material se acumula há mais de 12 anos e que a situação já era essa quando ele recebeu a Prefeitura. “Não foi possível distribuir esses livros, tendo em vista que eles estavam altamente ultrapassados. Dentro da nossa gestão, ou seja, 2013 – 2014, o que recebemos foi distribuído. Em relação a esses livros encontrados no depósito, desde o ano passado foi dada ciência ao Ministério Público de toda essa situação”. Contatado pela TV Paraíba, o procurador do Ministério Púlico informou que não tinha conhecimento do assunto.

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O secretário de Educação, Fidelis Mangueira, afirmou que procurou o Ministério da Educação (MEC) para saber qual destino deveria dar aos livros. “Recebemos uma circular do MEC, do FNDE [Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação], informando que nós poderíamos fazer doação para a comunidade, para o outras instituições, para presídios, ou também poderíamos encaminhar esses livros para a reciclagem. Nós não fizemos isso tendo em vista que nós encontramos livros ainda lacrados em ótimo estado de conservação e a gente acha um desperdício encaminhar um livro desse para uma reciclagem. Temos divulgado que nós temos esses livros à disposição, mas a procura é muito pouca”, disse.

Os livros também chegam em excesso às salas de aula do município. Teve aluno que ganhou 12 exemplares este ano, duas vezes mais que a média. Em uma das escolas de Conceição, a quantidade de livros disponíveis é tão grande que os professores aproveitam para usá-los na decoração e até a árvore de Natal é feita de livros.

“Nós implantamos um projeto de leitura, o qual incentiva os alunos a levarem os livros para casa. Nós fazemos doações de livros a eles, eles levam de 2 a 3 livros por semana”, explicou a diretora Mara de Lourdes Ferreira.

A assessoria do FNDE explicou que não existe nenhuma orientação para que os livros sejam queimados. O descarte dos livros usados deve ser feito após três anos, mas deve obedecer a legislação vigente do município em relação a política de resíduos sólidos. Os livros também podem ser doados para bibliotecas ou ainda usados como mateiral de apoio nas aulas. Além disso, a orientação é de que quando uma escola receber livros novos a mais, a Secretaria de Educação comunique ao MEC para que esse material seja remanejado para outras escolas.

Ainda segundo informações do FNDE, este ano foram distribuídos na Paraíba mais de 2,7 milhões de livros didáticos. Isso representa um investimento de quase R$ 24 milhões. O cálculo da quantidade de livros para cada cidade é baseado em projeção do número de alunos no Censo Escolar.

 

G1

 

 

 

Comerciante na PB é vítima de falso depósito bancário ao vender carro

Golpe-falso-depositoUm comerciante foi vítima de um golpe do “falso depósito bancário” ao tentar vender seu automóvel, em Campina Grande. De acordo com a reportagem da TV Paraíba exibida neste sábado (6), os falsos compradores negociaram a compra do veículo com o comerciante, que fechou a venda do carro por R$ 15 mil.

Os suspeitos então foram ao banco e depositaram cinco envelopes vazios no valor de R$ 3 mil, cada. Depois, eles foram até a vítima e mostraram os comprovantes dos valores inexistentes, mas que aparecem no papel do extrato de depósito.

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O homem entregou o carro, mas ao conferir depois com o banco a veracidade do depósito, descobriu ter sido vítima de um golpe. Ele registrou boletim de ocorrência da Polícia Civil. O inquérito será encaminhado para a Delegacia de Roubos e Furtos. Os suspeitos ainda não foram identificados.

 

G1

Juiz diz que PF apreendeu com doleiro recibos de depósito em favor de Collor

CollorO juiz Sergio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, informou nesta quinta-feira (22) ao ministro Teori Zavascki, do STF (Supremo Tribunal Federal), que a Polícia Federal encontrou comprovantes de depósitos bancários em espécie em favor do senador Fernando Collor (PTB-AL). Segundo o juiz, os comprovantes estavam no escritório do doleiro Alberto Youssef, durante o cumprimento dos pedidos de busca e apreensão da Operação Lava Jato.

De acordo com relatório enviado pela Polícia Federal ao juiz, ocorreram oito depósitos fracionados em espécie de R$ 1.500; R$ 9.000; R$ 1.500; R$ 9.000; R$ 8.000; R$ 9.000; R$ 8.000 e R$ 4.000 em favor do senador. Segundo a PF, os depósitos ocorreram em fevereiro, março e maio do ano passado. Apesar dos achados da polícia, Moro afirma que o senador não é investigado na operação.

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“Relativamente ao material apreendido, juntado ontem nos autos eletrônicos, foi este juízo alertado pela autoridade policial que nele constam oito comprovantes de depósitos bancários em espécie que teriam sido encontrados no escritório de Alberto Youssef e que teriam por beneficiário o senador da República Fernando Affonso Collor de Mello. Apesar disso, observo que não há qualquer indício do envolvimento do referido parlamentar nos crimes que já foram objeto das aludidas oito ações penais propostas”, informou o juiz.

O juiz ressalta no documento que não seria possível prever a apreensão de achados relacionados a um senador. “Tal prova e eventual relação entre o suposto doleiro e o referido senador era absolutamente desconhecida deste juízo, tendo sido encontrada fortuitamente durante a busca e apreensão. Inviável antes da busca, concluir pela presença de indícios de crimes praticados por parlamentar e pela competência do Supremo Tribunal Federal, já que surgiram somente após a diligência”, declarou.

No ofício enviado ao ministro, Sergio Moro ainda afirma que não autorizou a Polícia Federal a fazer a diligência que encontrou conversas entre o deputado federal André Vargas (sem partido – PR) e Youssef, na qual teria sido marcada uma reunião na casa do deputado Cândido Vacarezza (PT-SP).

“Muito embora o relatório preparado pela Polícia Federal para a remessa do material do deputado federal André Vargas mencione o deputado federal Cândido Vaccarezza, observo que a menção diz respeito a suposta reunião dele com Alberto Youssef, sem que, em princípio, se possa inferir caráter criminoso do evento em questão. Apesar do agente policial sugerir, no relatório, a este juízo, que obtivesse confirmação de que determinado aparelho de Blackberry pertenceria ao referido deputado, observo que este juízo não autorizou essa diligência e a recomendação consta em relatório solicitado por este Juízo com o propósito específico de remessa do material ao Supremo Tribunal Federal”, disse Moro.

Sérgio Moro também afirmou que o deputado Luiz Argôlo (SDD-BA) não é investigado na Lava Jato, assim como o deputado André Vargas. Durante as investigações, a PF captou conversas entre os parlamentares e o doleiro que sugerem favorecimentos entre eles. “Apesar da remessa, observo que não há qualquer indício do envolvimento do parlamentar nos crimes que já foram objeto das aludidas oito ações penais propostas”, garantiu o juiz.

As informações foram produzidas pelo juiz ao enviar ao Supremo todas as ações penais oriundas das investigações da Operação Lava Jato, conforme decisão do ministro Teori Zavascki. O magistrado entendeu que as investigações deve ser suspensas devido à presença de parlamentares nos autos.

Procurada pela Agência Brasil, a assessoria do senador Fernando Collor disse que não tinha conhecimento do assunto.

uol