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Ex-prefeito é denunciado por construir academia em ferrovia tombada em Duas Estradas, PB

O ex-prefeito de Duas Estradas, Edson Gomes de Luna, foi denunciado em uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba suspeito de ter construído uma academia de saúde em uma estrutura tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Estado da Paraíba. A denúncia foi divulgada nesta terça-feira (14).

De acordo com o MPF, na época em que foi prefeito, Edson Gomes de Luna construiu a academia de saúde no pátio da estação ferroviária da cidade. O conjunto ferroviário teve seu valor cultural reconhecido nos termos da Lei 11.483/2007, estando inscrito na Lista de Patrimônio Cultural Ferroviário.

No caso de uma intervenção no local seria necessária autorização do Iphan, bem como da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e do respectivo órgão que detiver a guarda dos bens que o compõem. Na ação penal, o MPF pede contra o ex-gestor prisão de um a três anos, mais pagamento de multa.

O MPF pede também que a Prefeitura de Duas Estradas e o Iphan sejam condenados a ressarcirem os danos materiais e morais causados ao patrimônio histórico e cultural. É pedido o pagamento de R$ 100 mil que devem ser revertidos ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), além da demolição da obra inacabada, seguida da restauração do local.

A estação ferroviária de Duas Estradas foi inaugurada em 1904 pela companhia Great Western do Brasil, empresa inglesa que tinha a concessão da Estrada de Ferro Recife-Limoeiro. Foi erguida em terreno cedido pela família Costa. A ferrovia representou verdadeiro marco para a comunidade local, tendo impulsionado a economia agrícola e o desenvolvimento do comércio no início do século XX. O próprio nome do município decorreu do cruzamento entre a linha férrea e a rodovia que cortava a cidade.

G1

 

Mulher morta na frente da família já havia denunciado ex-marido e tinha medida protetiva, diz delegado

A mulher de 38 anos que foi morta na frente da família, na cidade de Malta, no Sertão paraibano, já havia denunciado o ex-marido por agressão e tinha uma medida protetiva para garantir que o ex-companheiro não se aproximasse dela. As informações são do delegado da Polícia Civil Edson Pedroza, que investiga o caso. O ex-marido é apontado como autor do crime e está foragido.

Segundo o delegado, os registros de agressão foram feitos em delegacias da cidade de João Pessoa, onde o casal morava quando estava junto. “A separação já havia ocorrido há 3 anos, mas quando eles moravam em João Pessoa, tinham um histórico de registros de ocorrências em delegacias e até de uma medida protetiva para a mulher”, explicou o delegado.

Ainda segundo a investigação, depois do início do processo de separação, o homem se mudou para a cidade de Malta, onde a mulher também tinha familiares – dois irmãos. O crime ocorreu no domingo (2) e, em meio à investigação, a Polícia Civil também suspeita que o crime foi premeditado pelo suspeito.

“A vítima viajou para Malta para visitar familiares e no domingo foi buscar uma caixa na casa do onde estava o ex-marido. Existe uma forte suspeita de que ele tenha premeditado o crime. Acreditamos que ele já estava com uma bolsa com roupas, pronto para fugir. Ele atendeu a vítima, comprimentou ela e quando ela deu as costas, ele atirou, sem chances para defesa”, disse o delegado.

O suspeito continua foragido. Desde o domingo, a Polícia Civil e a Polícia Militar tem feito buscas, mas até 16h30 desta terça-feira (4), o suspeito não havia sido preso.

O delegado Edson Pedroza não informou se já havia entrado com um pedido de prisão temporária do suspeito na justiça. “Estamos investigado. Alguns detalhes, eu não posso informar, para não atrapalhar”, frisou ele.

G1

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Temer diz que só afastará ministros se aliado for denunciado na Lava Jato

temerO presidente Michel Temer afirmou nesta segunda-feira que os ministros que eventualmente sejam denunciados pela Procuradoria-Geral da República no âmbito da Operação Lava Jato serão afastados provisoriamente do cargo.

Caso o STF (Supremo Tribunal Federal) aceite a denúncia, o que transformaria o ministro em réu, ele seria definitivamente desligado do governo, segundo afirmou o presidente, em declaração à imprensa no início da tarde desta segunda (13) no Planalto.

“Se houver denúncia, o que significa um conjunto de provas eventualmente que possam conduzir ao seu acolhimento [da denúncia], o ministro que estiver denunciado será afastado provisoriamente. Logo depois de acolhida a denúncia, e aí sim, a pessoa, no caso o ministro, se transforma em réu, isto eu estou mencionado os casos da Lava Jato, ele se transformando em réu o afastamento é definitivo”, afirmou Temer.

Com a homologação das 77 delações da Odebrecht, realizada em janeiro pelo Supremo, é esperado que novos inquéritos sejam abertos pela Procuradoria-Geral da República para investigar citados na colaboração da empreiteira.

Temer afirmou que a previsão vale apenas para os casos ligados à Lava Jato. O ministro do Turismo, Marx Beltrão, é réu por falsidade ideológica, mas em processo que não tem relação com a operação. Beltrão diz ser inocente e que acredita em sua absolvição.

Não vai blindar ninguém

O presidente iniciou o pronunciamento afirmando que seu governo não irá interferir na Operação Lava Jato. “Eu quero anunciar em caráter definitivo, e talvez pela enésima vez, que o governo jamais poderá interferir nessa matéria [a Lava Jato]”, disse.

“Faço essa declaração para dizer que governo não quer blindar ninguém e não vai blindar. Apenas não pode aceitar que a simples menção inauguradora de um inquérito, para depois inaugurar uma denúncia, para depois inaugurar um processo, já seja de molde a incriminá-lo em definitivo e em consequência afastar o eventual ministro”, disse Temer. “Não há nenhuma tentativa de blindagem”, reforçou o presidente.

No pronunciamento, Temer não citou o nome do ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), que teve a posse ameaçada por decisões judiciais e terá o caso julgado em definitivo pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Moreira ocupava no governo Temer o cargo de secretário-executivo do Programa de Parceria para Investimentos, e foi nomeado como ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência três dias depois de a presidente do STF, Cármen Lúcia, homologar as delações dos 77 executivos da Odebrecht que fizeram acordo de colaboração premiada com a Lava Jato.

Um dos principais líderes do PMDB e amigo de Temer, Moreira é citado na delação premiada de Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht. O novo ministro, apelidado de “Angorá” pelos executivos da empreiteira, teria pedido doações de recursos para o PMDB, segundo o relato de Melo Filho, que diz ter contribuído na expectativa de que a empreiteira fosse beneficiada por decisões do governo. Moreira Franco nega ter cometido irregularidades.

Além de Moreira Franco, o ministro Eliseu Padiha (Casa Civil) e o próprio Temer também foram citados nas delações premiadas da Odebrecht. Os três negam irregularidades. Por estar no cargo de presidente da República, Temer não pode ser investigado por fatos que não tenham relação com seu mandato.

Outros sete ministros do governo Temer também foram citados por delatores da empreiteira baiana ou têm o nome listado em planilhas sobre doações de recursos feitos pela Odebrecht a mais de 200 políticos de diferentes partidos. É o caso de José Serra (Relações Exteriores), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Mendonça Filho (Educação), Bruno Araújo (Cidades), Gilberto Kassab (Comunicações), Ricardo Barros (Saúde) e Raul Jungmann (Defesa).

Todos têm negado o envolvimento em irregularidades. Não há denúncia apresentada à Justiça pela Operação Lava Jato contra nenhum deles.

Num processo criminal, primeiro o Ministério Público oferece a denúncia, quando entende que há provas suficientes para condenar o suspeito. Em seguida, cabe à Justiça decidir se recebe a denúncia e abre o processo. É nesse momento que o investigado se torna réu.

Os próximos passos são as fases do julgamento em si, com apresentação de provas e depoimentos de testemunhas, culminando com a decisão sobre a condenação ou absolvição dos denunciados. Não há prazo para que a Justiça julgue se recebe a denúncia e transforma o investigado em réu.

Uol

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Arnaldo Monteiro é denunciado ao PSC Nacional por assédio sexual contra professora do município de Esperança

arnaldoApós ser denunciado à polícia e à Comissão da Mulher da OAB-PB por assédio moral e sexual contra uma professora da rede municipal de ensino do município de Esperança, Brejo da Paraíba, o deputado estadual Arnaldo Monteiro (PSC) terá agora que se explicar a executiva nacional do Partido Social Cristão.

Nesta quinta-feira (21) a namorada do empresário Ônio Emmanoel Lyra, a professora Arli Oliveira, alvo do suposto assédio, ingressou com uma representação contra o parlamentar paraibano no âmbito nacional da sigla para denunciar a conduta do parlamentar, que estaria adotando uma postura nada cristã na Paraíba.

Na representação, a professora pede, além da punição ao deputado, pela acusação de assédio moral e sexual, a punição também do prefeito Anderson Monteiro (PSC), pelas práticas de injúria, calúnia, constrangimento, entre outros, além da proibição do nome do gestor de ser indicado na convenção municipal para disputar a reeleição, com base no parágrafo 5º, artigo 14 do estatuto do PSC.

Em contato com a reportagem do PB Agora, o empresário Ônio Emannuel disse ainda que logo que os trabalhos parlamentares retornarem, a professora também fará a representação contra o deputado no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa da Paraíba, tanto por assédio moral, quanto por assédio sexual.

No início desse mês, a professora Arli Oliveira prestou depoimento à polícia sobre o caso e confirmou todas as acusações feitas pelo namorado contra o deputado esperancense. Ela apresentou conversas no bate papo do facebook com o parlamentar que, conforme o namorado da professora, beiravam a pornografia.

O delegado geral de Polícia Civil destinou uma delegada especialmente que acompanha os fatos e ainda deve chamar o deputado para depor.

Ônio também registrou um Boletim de Ocorrência pela agressão sofrida na sede do executivo municipal pelo irmão do parlamentar, que, segundo o empresário, teria incitado os funcionários a linchá-lo quando ele foi até o local para conversar sobre o assédio praticado pelo deputado Arnaldo Monteiro.

Já Arnaldo Monteiro, em nota encaminhada à imprensa, negou às acusações e deu entrada em uma ação penal de calunia, injúria, difamação contra o dono do Cartório de Registro Civil de Esperança Ônio Emmanuel Lyra.

Professora afastada

Após a denúncia, a professora se afastou das funções na Escola Municipal. Ela estaria sendo vítima de pressão psicológica por aliados do prefeito para retirar a denúncia. A docente passou por perícia médica e teve o auxílio doença, por problemas psicológicos, concedido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) concedido até o dia 31 de dezembro deste ano.

Segundo o empresário, a namorada está abalada. Chora e teme ser importunada a mando dos políticos da cidade.

CONFIRA A REPRESENTAÇÃO

AUXÍLIO DOENÇA CONCEDIDO PELO INSS


Márcia Dias

PB Agora

Ricardo Teixeira é o homem-bomba que a Globo não quer ver denunciado

ricardo teixeirEm texto publicado no Viomundo, o jornalista Luiz Carlos Azenha, afirma que o grande temor da Globo diz respeito a eventual indiciamento de Ricardo Teixeira no escândalo do futebol. Leia abaixo:

Escândalo no futebol: Ricardo Teixeira, o homem-bomba que a Globo não quer ver indiciado

Por Luiz Carlos Azenha, no Viomundo

Anos 2000. A International Sport and Leisure (ISL) corre o risco de falir. A empresa havia sido criada por Horst Dassler, o magnata alemão herdeiro da Adidas. Foi o homem que ajudou a inventar o marketing esportivo. Pegar um evento, empacotar e vender a emissoras de televisão já com os patrocinadores definidos.

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Hoje sabemos que a ISL dominou o mercado à custa de dezenas de milhões de dólares em propinas. O homem da mala de Dassler era Jean Marie Weber. O encarregado de molhar a mão da cartolagem e garantir os direitos de TV e de marketing que eram das federações.

Foi o esquema da ISL que enriqueceu João Havelange e Ricardo Teixeira. Na casa dos milhões e milhões de dólares. Mostramos no Brasil — modéstia à parte, pela primeira vez — a relação entre as datas de pagamento das propinas e o enriquecimento de Teixeira. Está tudo em O Lado Sujo do Futebol.

Voltemos à ISL. Fustigada por concorrentes, deu passo maior que as pernas, sem contar a drenagem do dinheiro que destinava à corrupção. No desespero, fez um pedido à Globo Overseas, dos irmãos Marinho. Queria um empréstimo. A Globo concordou em fazer um adiantamento de uma parcela devida, relativa a direitos de TV da Copa do Mundo, com 13% de desconto. Assim foi feito.

Mas, a FIFA chiou, já que não recebeu da ISL o repasse que lhe era devido. Foi à Justiça. O caso resultou numa ação contra seis executivos da ISL, inclusive o homem da mala. A Globo foi ouvida no caso. No dia 26 de agosto de 2001, o todo-poderoso do futebol global, Marcelo Campos Pinto, deu depoimento.

 

brasil247

Empresário da PB é denunciado por apropriação e extorsão

MPPBO Ministério Público da Paraíba denunciou o empresário André Augusto Castro do Amaral pelos crimes de apropriação indébita e extorsão contra a acionista da Usina Santa Maria S/A, Vera Lúcia Serpa de Menezes Lins. A denúncia foi aceita no dia 2 de dezembro.

Na ação, André Augusto está sendo acusado de se apropriar dos Livros de Produção Diária da Usina, oportunidade em que exercia o cargo de gerente entre os antes de 1997 e 1999. Os Livros eram indispensáveis à execução de sentença de uma ação que a Usina ofereceu contra a União, em tramitação na 6ª Vara Federal de Brasília.

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De acordo com a denúncia, o empresário teria condicionado a devolução dos Livros à cessão da metade dos direitos creditórios executados na ação, que chegaram a ser originariamente repassados pela Usina à Vera Lúcia. A acionista afirmou, inclusive, que André Augusto teria ameaçado jogar os documentos no Açude Velho, em Campina Grande, com o objetivo de prejudicar a execução da sentença.

Como não conseguiu entrar em acordo, a acionista então cedeu ao empresário a quantia de R$ 200 milhões, segundo consta na ação impetrada no Ministério Público, “tendo em vista que os livros seriam indispensáveis a liquidação da decisão prolatada pela 6ª Vara Federal, contra a União”. André Augusto foi acusado de abandonar a gerência da Usina sem prestar contas de bens e dinheiro da Santa Maria. Após a cessão, a acionista promoveu ação de nulidade.

Liminar

As denúncias contra André Augusto chegaram ao Ministério Público por meio do juiz da 15ª Vara de João Pessoa, que concedeu liminar suspendendo qualquer alienação dos direitos cedidos, entendendo que ocorrera a prática de crimes de ação pública. Os autos da ação foram encaminhados ao MPPB.

O empresário também foi acionado pela Usina sob a acusação de haver dilapidado bens da Santa Maria, ter se apropriado de todos os livros contábeis e ainda ter transferido a metade das ações nominativas da Usina para o seu nome, utilizando-se de assinaturas de acionistas, cuja ação tramita na 17ª Cível de João Pessoa.

A reportagem tentou contato com André Augusto, mas até o fechamento desta edição não havia obtido sucesso.

 

Jornal Correio da Paraíba

Adriano é denunciado por tráfico de drogas e associação ao tráfico

adrianoO atacante Adriano, que tenta retomar a carreira no futebol francês, foi denunciado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro nesta terça-feira. A acusação é grave: tráfico de drogas e associação ao tráfico de drogas. O primeiro crime prevê pena de até 15 anos de reclusão, e o segundo, dez. Além disso, também pode responder por falsificação de documento.

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O caso será avaliado pela 29ª Vara Criminal do Rio, que vai decidir se acata ou não a denúncia oferecida pelos promotores. A denúncia foi feita pela 1ª Central de Inquéritos do Ministério Público do Rio de Janeiro.

Na denúcia, o promotor não vê a necessidade de prisão de Adriano, mas pede que seu passaporte seja recolhido, pela “possibilidade de fuga do jogador, por ser “pessoa com elevados recuros financeiros”.

Para a denúncia, a promotoria se baseou em investigação da polícia que mostrou que Adriano comprou uma moto potente para um traficante da Vila Cruzeiro, comunidade onde o jogador cresceu e continuou indo mesmo depois da fama.

De acordo com a denúncia, Adriano, junto com um amigo (Marcos José de Oliveira), “consentiu que outrem utilizassem de bem de que tinham propriedade e posse, para o tráfico ilícito de drogas”.

A moto comprada por Adriano, de 600 cilindradas, em 2007, foi colocada em nome da mãe do traficante Paulo Rogério de Souza Paz, o “Mica”, que seria amigo de Adriano.

De acordo com o promotor do caso, na época da compra da moto a comunidade da Vila Cruzeiro era dominada pela facção Comando Vermelho, na qual Mica fazia parte. E era ele a “pessoa que autorizava ou não a entrada e saída de pessoas e a realização de eventos na região”.

Para isso, “os traficantes necessitavam de veículos velozes, em especial motocicletas, pela agilidade no trafego, que fossem legalizados e não levantassem suspeitas quando transitassem fora das comunidades dominadas pela organização criminosa.” Uma outra moto, do mesmo modelo e no nome de Adriano, também teria realizado essa missão.

Pelo raciocínio da promotoria, o ex-atacante do Flamengo e da seleção e seu amigo  “livre e conscientemente, ao colaborarem para a atividade do tráfico de entorpecentes, se associaram aos traficantes em atividade na Vila Cruzeiro, com a finalidade de facilitar o tráfico ilícito de drogas e as atividades afins,”

Uol

‘Lições de sexualidade’: Pastor é denunciado por estuprar adolescentes dentro de igreja

igreja-petencostalO Ministério Público do Estado do Maranhão (MP-MA) denunciou na quarta-feira um pastor da Igreja Pentecostal Jesus Cristo é o Senhor por abuso sexual de adolescentes em Estreito (MA), a 750 quilômetros de São Luís. Antonio Carvalho de Oliveira, conhecido como pastor Antonio, estuprou jovens frequentadores da igreja sob o pretexto de ensiná-los lições sobre sexualidade, de acordo com a denúncia.

Os abusos aconteceram em 2010, nas dependências da igreja. Segundo o MP, o pastor Antonio convidava os garotos para dormirem na igreja supostamente para estudar durante a noite.

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A denúncia afirma que o acusado convidava os adolescentes a tirarem a roupa e a assistir filmes pornográficos. Os abusos ocorriam sob o pretexto de que o pastor libertaria os garotos da “prática do homossexualismo, lesbianismo, pedofilia e bestialismo”.

Os pais dos adolescentes denunciaram a suspeita de abuso depois que as vítimas passaram a evitar participar de atividades da igreja. O MP realizou uma operação de busca e apreensão na igreja e encontrou um computador pessoal do pastor, que tinha imagens pornográficas.

Terra

BANANEIRAS-PB: Hospital municipal é denunciado por goteiras em quarto

Foto: Sebastião Pedro de LimaO senhor Sebastião Pedro de Lima, informou a equipe da TV Web Cidade, que levou seu pai de 83 anos, para o hospital Municipal de Bananeiras, Dr. Clóvis Bezerra, ficando assim internado por problemas de diabetes. No quarto ainda continham mais dois idosos internados.

Quando por volta das 22h, do sábado (20), o senhor falou que passou o maior vexame, pois ao iniciar uma forte chuva na cidade, começou a descer água por um buraco no teto, correndo também o risco de um curto-circuito, pois a água caia em cima de uma lâmpada fluorescente. O senhor nos informou ainda, que ao chamar uma enfermeira, a mesma falou que a única coisa que ela poderia fazer era ajudar os pacientes, a trocar de quarto.

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O senhor Sebastião para transferir seu pai de quarto, contou com a ajuda do seu irmão; os mesmos transferiram o pai em um colchão, pois o idoso está impossibilitado de andar por causa das diabetes. O outro paciente com 89 anos de idade foi removido com a ajuda de uma filha que acompanhava a sua recuperação, já o terceiro paciente, conseguiu sair sozinho para o outro quarto, por ser mais jovem.

Na entrevista o senhor Sebastião pede as autoridades do município, que olhem mais pelos pacientes de Bananeiras, pois quando estão em campanha eleitoral todos são bonzinhos, e depois que chegam a um posto maior, os políticos faz vista grossa para todos; assim afirmou o senhor Sebastião a nossa equipe.

“Isso aí é injusto, um paciente numa sala, sair debaixo de chuva; nós estamos em um hospital ou estamos em uma praia? então no hospital de bananeiras quando vir tem que trazer uma canoa, por que senão morre afogado”. Assim disse o senhor Sebastião a nossa equipe.

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TV Web Cidade

Genocídio indígena será denunciado ao Papa

ìndios“Um acampamento Terra Livre diferente. Muito debate e mobilizações marcantes, fizeram desse abril indígena um dos momentos fortes do  movimento indígena nessas últimas década. Poderíamos lembrar esses momentos fortes, que iniciou com a realização das Assembleias de chefes indígenas, em abril de 1974. Em dezembro 1978, após uma Assembleia em Goiás, os indígenas conseguiram uma audiência com o então ministro do Interior, general Rangel Reis. Ao entregar o documento, Aniceto Xavante disse ao ministro “enterre o projeto de emancipação”. Foi a primeira grande vitória de um movimento indígena emergente e que conquistou rapidamente uma solidariedade organizada na sociedade.

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Em outubro de 1988, é aprovada a nova Constituição do país com a inscrição dos direitos indígenas. Foi uma luta ferrenha, coroada de êxito. Pela primeira vez um movimento indígena se mobilizara para garantir seus direitos na carta magna

Em abril de 2000 o governo do Brasil e Portugal celebraram os 500 anos do incio da invasão. O movimento indígena realizou a maior mobilização de que se tem informação, reunindo em torno de tres mil e quinhentos indígenas de todo o Brasil, no local onde se iniciou a invasão, em Porto Seguro, na Bahia. Foram duramente reprimidos quando tentaram chegar em manifestação a Porto Seguro.

E agora em abril de 2013, o movimento indígena consegue barrar o andamento da PEC 215 e irrompe no plenário do Congresso, numa demonstração de conciência política e organização mobilizada”, escreve Egon Heck, CIMI-MS, ao enviar o artigo que publicamos a seguir.

Eis o artigo.

“Vamos solicitar uma audiência com o Papa Francisco para denunciar as violências e genocídio a que estão sendo submetidos povos e comunidades indígenas no Brasil”, afirmou o deputado Padre Ton, coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Povos Indígenas. Essa intenção foi reafirmada por outros parlamentares presentes ao ato de abertura da exposição “Olhares  Cruzados Guarani Kaiowá (Brasil) Pai Tavyterã (Paraguai)“, que está se realizando no espaço do servidor, na Câmara dos Deputados.

Para a ministra da Secretaria dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, é um absurdo o assassinato do adolescente Kaiowá, Denilson, quando ia pegar uns peixes. A decisão da juíza foi não apenas pela reintegração de posse da comunidade Pindo Roky, mas a remoção do corpo de Denilson, enterrado no local do assassinato.

No ato de abertura também estiveram presentes vários parlamentares, o representante da ONU no Brasil, representantes indígenas de Kurusu Ambá, Panambizinho e Te’Ykue (Caarapó).

Otoniel Ricardo, do Conselho da Aty Guasu que está no programa de proteção da Secretaria de Direitos humanos, em função das ameaças de morte, falou pelo Conselho da Aty Guasu, chamando atenção para a gravíssima situação em que se encontram as comunidades Kaiowá Guarani por causa da não demarcação das terras, os assassinatos de lideranças, a impunidade e criminalização “No Mato Grosso do Sul vivemos uma situação de extermínio do nosso povo, porque não querem reconhecer nossas terras tekohá, a terra sem males”.

Também participaram representantes de entidades solidárias à luta desse povo, como o Conselho Indigenista Missionário, Cimi.

Dirce Carrion, coordenadora do Projeto Olhares Cruzados que está em sua 10ª edição, destacou sua felicidade em poder estar dando visibilidade a um povo  tão sofrido e com tanta dignidade, sabedoria e profunda religiosidade e cultura.

Ao nos dirigirmos ao Congresso fomos alertados para as possíveis dificuldades dos índios entrarem naquela “casa do povo”, pois a segurança reforçada pela polícia federal, com ordem de não deixar os índios entrarem, em função dos acontecimentos do dia anterior, quando os povos indígenas de todo o país adentraram à plenária, ocasionando uma debandada e correria dos parlamentares.

Abriram-se portas

Portas foram abertas pelos povos indígenas do Brasil, sem muitas palavras, mas com a força das rezas e rituais, dos cantos e danças plurais,  a energia dos encantados, a sabedoria milenar e a determinação política de não admitir um centímetro de retrocesso em seus direitos conquistados.

As invioláveis portas do Congresso não resistiram à emergência súbita dos povos raiz desse país. Eram 18h10min, de terça feira, dia 16 de abril. Dia memorável, histórico, em que aquele sisudo plenário recebeu um banho de chão, de alegria, de energia secular, de cores vibrantes, corpos pintados, maracás afinados.

“Estamos com medo”, gritou ao microfone um dos parlamentares.

Bastou a ritual entrada nativa que as gravatas bem comportadas se colocaram em debandada. Porder-se-ia perguntar “mas de que fugiram, senhores parlamentares?  Será que pensamento de invasores seculares ainda povoam vossas mentes?. Ou será que algum mais afobado, foi se benzendo pensando em terríveis canibais? Deveriam ter corrido ao encontro deles, abraçando-os carinhosamente, pelo eloquente gesto de começar a libertar aquele espaço da prisão do poder econômico e político reinante.

Também foram abertas portas de diálogo, na Câmara dos deputados, com paridade de participantes entre parlamentares e indígenas. O grupo de Trabalho foi instalado.

As portas do Supremo Tribunal Federal se abriram para um frutuoso e sincero diálogo como o presidente daquela casa, Joaquim Barbosa.

Abriram-se corações e mentes, semearam-se novas sementes, conquistaram-se multidões de aliados no Brasil e no mundo.

A única porta que continua trancada para os povos indígenas é a da presidente Dilma. Até hoje ela não se dignou receber as lideranças do movimento indígena, num flagrante descaso ou desprezo do que de mais digno e belo esse país tem, que é a pluralidade de seus povos. Assim se expressaram as lideranças indígenas que na véspera do dia dos Povos Indígenas, passaram três horas diante da porta esperando um gesto de diálogo.

Recado dado

Os indígenas retornaram às suas aldeias, malocas, comunidades, com o coração cheio de alegria , esperança e a certeza de que  seus inimigos não passarão. “Lutaremos até o último índio”, foi repetido por diversas lideranças, que estão confiantes de que unidos e  mobilizados não permitirão nenhum retrocesso ou retirada dos direitos conquistados. Voltaram felizes  para seus territórios, com importantes avanços e redobrada vigilância e luta.

 

 

ihu.unisinos