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Campanha eleitoral na PB ainda não registrou nenhuma denúncia, mas discurso de ódio nas redes sociais preocupa, diz juiz

Distância do cidadão do processo político eleitoral na Paraíba está fazendo com que o início da campanha eleitoral no Estado da Paraíba tenha um gostinho de ‘paz e amor’.

É que mesmo após uma semana do início oficial da campanha, o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba não registrou, até agora, nenhuma denúncia sequer.

Para o juiz da propaganda eleitoral, Marcos Sales, esse ano as farpas do eleitorado estão mais direcionadas às redes sociais que ao corpo a corpo. Os conflitos que antes começavam nas ruas, agora começam nas redes sociais.

“O eleitor tem se mantido com um certo distancioamento crítico, inclusive com relação ao poder judiciário. Mas, diferentemente das ruas, as mídias sociais trazem em si um certo discurso do ódio, essa é a nossa maior preocupação, por isso fazemos um apelo par aque esse discurso não chegue às ruas, pois eleição passa”, disse.

O juiz ressalta que quem quiser fazer denúncia, deve estar munido de provas, para não ser processado pela denunciação caluniosa.

“O eleitor pode procurar a justiça eleitoral ou pode comunicar o fato via smarphone, porque todo denúncia deve ser efetivada por meio de provas. Se a denúncia for caluniosa, o responsável pagará as medidas cabíveis”, ressatou.

 

 

PB Agora

Denúncia do estupro coletivo de menina de 11 anos foi invenção, diz polícia

A menina de 11 anos que alegou ter sido estuprada por 14 homens em Praia Grande, litoral de SP, deu um novo depoimento na tarde desta segunda (23). De acordo com a Polícia Civil, ela inventou o caso para escapar de uma briga com uma colega da mesma idade. As informações são do G1 Santos & Região.

A ocorrência foi registrada no domingo (22), mas crime teria ocorrido na semana passada em um baile funk no bairro Vila Mirim. A criança chegou a receber atendimento no Pronto-Socorro Quietude na manhã desta segunda. De acordo com o delegado Carlos Henrique Fogolin , o IML atestou que não houve relação sexual recente. “Não aconteceu nada. Não existiu estupro coletivo. Em depoimento, ela admitiu que inventou a história para evitar que apanhasse de uma amiga”, disse ao G1.

Ainda de acordo com o portal, a investigação da polícia não descobriu qualquer baile funk ocorrido naquela região na última semana. Ações para coibir bailes funks e eventos semelhantes costumam ser realizadas pela Polícia Militar com o apoio da prefeitura, por meio da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Secretaria de Urbanismo (Seurb), disse a prefeitura do município.

Veja

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TJPB recebe denúncia contra prefeita de Serra da Raiz

O Pleno do Tribunal de Justiça Paraíba recebeu, por unanimidade, a denúncia contra a prefeita do Município de Serra da Raiz, Adailma Fernandes da Silva, e Francisco Almeida da Silva, sem o afastamento do cargo e sem decreto de prisão preventiva, por ausência dos requisitos. A denúncia foi oferecida pelo Ministério Público do Estado da Paraíba em desfavor dos noticiados, por violação do art. 1º, I, do Decreto Lei nº 201/67 (apropriar-se de bens ou rendas públicas, ou desviá-los em proveito próprio ou alheio), c/c o art.29 do CP.

O relator do processo 0001041-52.2016.815.0000 foi o desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos.

De acordo como relatório, a prefeita de Serra da Raiz, no exercício do cargo, agindo com dolo e em comunhão de desígnios com o segundo denunciado, operou um desvio, em proveito deste, de rendas públicas do município, da ordem de R$ 8.546,02 (oito mil, quinhentos e quarenta e seis reais e dois centavos).

Conforme o relatório, em uma auditoria técnica realizada pelo Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, ficou constatada irregularidades em obras e serviços executados pela Prefeitura do Município, durante o exercício financeiro de 2007, e através da Construtora Mavil Ltda, considerada “Fantasma” na conclusão do inquérito policial nº 32/2014, que deflagrou a operação denominada I- Licitação.

O Órgão Ministerial asseverou que as irregularidades consistiam no pagamento, pela noticiada, do valor excessivo de R$ 7.996,12 (sete mil, novecentos e noventa e seis reais e doze centavos) à empresa administrada pelo noticiado, relativo à execução de contrato de engenharia, para o fornecimento de material e mão de obra, com vistas a ampliação da Unidade Básica de Saúde Dr. José Weber Mello Lula, além do importe de R$ 749,90 (setecentos e quarenta e nove reais e noventa centavos), relativos a serviços não executados, que se relacionariam com contratos para recuperação de bueiros e esgotos de ruas e avenidas da cidade de Serra da Raiz.

A defesa da noticiada alegou que a denúncia é inepta, pois não especifica a conduta delituosa praticada, nem a data em que o suposto crime se consumou, deixando uma lacuna na veracidade dos fatos. Aduziu que a conduta imputada na denúncia é atípica, na medida em que não houve enriquecimento ilícito da denunciada. Assegurou, ainda, que, dos fatos narrados, não deriva a prática, pela noticiada, de fato doloso em desfavor do erário, circunstância que, nos termos da jurisprudência consolidada no STJ, não pode refletir em ilegalidade dos atos perpetrados, sendo necessária a comprovação de dolo específico de lesão ao patrimônio público. Por fim, pediu a improcedência da denúncia.

Já em relação a Francisco Almeida Silva, a Defensoria Pública pediu a rejeição da peça acusatória, alegando ser inepta, por não atender aos requisitos do artigo 395, I, do CPP, porquanto, descreve os fatos ‘genericamente’, não descendo à exposição do fato criminoso em todas as suas nuances. Afirmou, também, que os valores recebidos pela empresa de propriedade do denunciado estavam acobertados por lei, não havendo que se falar em irregularidades. Ressaltou, ainda, que a conduta imputada na denúncia é atípica, inexistindo o dolo específico de causar dano ao erário municipal.

O desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, ao proferir o seu voto, ressaltou que a denúncia só é inepta quando não se presta aos fins aos quais se destina, mostrando-se incompreensível, contraditória, dificultando ou impossibilitando o exercício do contraditório e da ampla defesa.

O relator afirmou que, no caso em análise, os pressupostos e as condições para o exercício da Ação Penal encontram-se presentes, sendo o Ministério Público parte legítima para deflagrar a persecução criminal. “Estando a denúncia ministerial perfeitamente ajustada aos pressupostos do artigo 41 do Código de Processo Penal, descrevendo a prática de delito, em tese, praticado por prefeita municipal, em concurso com o segundo noticiado, e considerando, ainda, que, em sua defesa, os noticiados não conseguiram provar a improcedência da acusação, o seu recebimento é medida que se impõe”, ressaltou.

Finalizando, o desembargador Márcio Murilo destacou que, em se tratando de ato de recebimento da denúncia, quanto a prática de conduta delituosa prevista no Decreto-lei nº 201/67 (crimes de responsabilidade de prefeitos), dispensa-se a prova de dolo específico.

PB Agora

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Pai encontra drogas e denuncia filho à Polícia

Um jovem foi encaminhado à Delegacia na noite de quinta-feira (8) na cidade de Cajazeiras após seu próprio pai denunciá-lo à Polícia ao encontrar drogas nos pertences do filho. A todo, a Polícia Militar (PM) apreendeu cerca de 8kg de materiais ilícitos.

De acordo com informações do delegado Glauber Fontes, assim que a denúncia foi feita, a PM foi até o local e encontrou os produtos. Na casa, havia cocaína e maconha.

Apesar das drogas terem sido encontradas com o jovem, ele afirma que pertence a um amigo e que ele estaria apenas armazenando. O material foi apreendido e o homem encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil, para que sejam tomadas as medidas necessárias.

MaisPB

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Arquivada denúncia contra vereador que postou vídeo se masturbando

A Câmara Municipal de Montadas, no Agreste da Paraíba, a 170 km de João Pessoa, decidiu nesta terça-feira (26), por 5 votos a 3, arquivar denúncia contra o vereador Sebastião da Costa (PSB), que na semana passada postou em uma rede social pessoal um vídeo em que aparece se masturbando dentro de uma escola estadual.

Em contato com o Portal Correio, o parlamentar assumiu o erro ao postar o vídeo na internet e disse que opositores aproveitaram a situação para persegui-lo politicamente.

“Quiseram me perseguir porque eu denunciei prática de nepotismo na gestão atual do município”, contou, afirmando ainda que recebeu apoio da população da cidade. Sebastião da Costa está no segundo mandato como vereador, tendo sido reeleito em 2016 com 180 votos.

A redação do Portal Correio tentou falar com representantes da Prefeitura Municipal de Montadas para tratar sobre a denúncia do suposto nepotismo, mas não foi possível se estabelecer contato até o fechamento desta matéria.

Portal Correio

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PGR aguarda homologação da delação de Funaro para nova denúncia contra Temer

O Procuradoria Geral da República (PGR) aguarda somente a homologação da delação do doleiro Lúcio Funaro, pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apresentar uma nova denúncia contra o presidente Michel Temer.

A expectativa é que a homologação ocorra na próxima semana, antes ou depois do feriado de 7 de setembro, na quinta-feira. A acusação, por suposta prática de obstrução de Justiça e organização criminosa, já está praticamente pronta para ser enviada em seguida.

No Palácio do Planalto, auxiliares próximos de Temer trabalham com a possibilidade de o procurador-geral Rodrigo Janot apresentar a segunda denúncia terça ou quarta. A ideia é que o presidente esteja em Brasília para contestar as suspeitas que devem ser levantadas.

A nova acusação deverá conter trechos do que foi narrado e entregue pelo doleiro, que, segundo as investigações, operava propina para o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e um grupo de políticos do PMDB que incluiria Temer entre seus membros.

Janot deve apresentar nova denúncia contra Temer nos próximos dias

Janot deve apresentar nova denúncia contra Temer nos próximos dias

A rigor, a apresentação da denúncia, encaminhada primeiramente ao STF, não depende da homologação da delação, que valida o acordo de colaboração e permite a abertura de novas investigações.

Mas, com o uso das informações de Funaro, é remota a chance de a PGR enviar a denúncia sem a segurança dada pela homologação.

Uma grande dúvida que ainda existe é quando será retirado o sigilo da delação. Pela lei, o segredo cai somente numa fase mais adiante, quando a denúncia é aceita pela Justiça, ato que leva à abertura de ação penal e torna o acusado réu.

Na Lava Jato, no entanto, isso costuma ocorrer bem antes, quando a PGR avalia que já não há necessidade de manter o sigilo, mesmo antes da apresentação de denúncia.

A questão, porém, divide ministros do STF e poderá ser levada por Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, para apreciação do plenário, composto por 11 ministros. Isso deve ocorrer na própria delação de Funaro, já que envolve o presidente da República.

O caso de Temer também tem peculiaridades porque, diferentemente de outras pessoas ou autoridades, é a Câmara dos Deputados que primeiro analisa a denúncia para depois autorizar (ou não) o STF a examiná-la.

Assim, se for mantido o sigilo da delação, é possível que inicialmente a denúncia contra Temer também fique em segredo, pelo menos enquanto não for remetida pelo STF para análise da Câmara, onde precisa receber autorização de ao menos 342 deputados para poder ser examinada pelos 11 ministros do STF.

PGR reenvia ao STF a delação de Lúcio Funaro

PGR reenvia ao STF a delação de Lúcio Funaro

Temer

Para estar presente no momento da denúncia, Temer manifestou a interlocutores a chance de antecipar o retorno da viagem à China.

Ele passou por Pequim, onde se encontrou com o presidente da China, Xi Jinping, e ainda tem a previsão de participar da cúpula do Brics, bloco de países emergentes composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Realizado na cidade de Xiamen, o encontro se encerra na terça (5).

O governo já ensaia o discurso para tentar esfriar o impacto político da nova acusação. Segundo apurou o G1, fala-se no Planalto que a acusação feita por Janot terá apenas “ilações”.

Nesta sexta-feira (1º), o Planalto divulgou nota com críticas à delação de Lúcio Funaro. Para auxiliares do presidente, a delação não teria elementos capazes de indicar o envolvimento direto de Temer em algum crime.

A ordem também é manter discurso de otimismo, além de repetir a versão de que Janot “persegue” Temer e quer “parar o Brasil”. Na última segunda-feira (28), o chefe Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que o governo vai “enfrentar” a denúncia.

“Se vier uma nova denúncia, por certo nós estaremos preparados para politicamente enfrentá-la, no que diz respeito ao campo político, e juridicamente enfrentá-la no campo jurídico”, disse o ministro.

A área política do governo já recebeu alertas de parlamentares da base aliada sobre o clima adverso na Câmara para barrar a segunda denúncia.

Deputados que votaram a favor de Temer em agosto têm receio de encarar um novo desgaste em seus redutos eleitorais. Eles também cobram a fatura da votação anterior, por meio de cargos na máquina federal.

Uma dos pontos que preocupa o Planalto é a insatisfação de parlamentares do bloco partidário chamado de “centrão”, que cobram parte do espaço ocupado pelo PSDB no governo.

Os tucanos ocupam quatro ministérios (Cidades, Relações Exteriores, Secretaria de Governo e Direitos Humanos) e se dividiram na votação da primeira denúncia.

G1

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Em nova denúncia, Janot apontará Temer como chefe de organização criminosa

O resultado da votação da Câmara que barrou a denúncia contra o presidente Michel Temer não mudou os planos do Ministério Público Federal. A equipe do procurador-geral, Rodrigo Janot, está aprofundando as investigações que deverão dar base a mais uma denúncia, desta vez por obstrução de Justiça no caso JBS. Além disso, segundo um investigador, em outro processo o presidente também deverá ser apontado como chefe de organização criminosa. Essa segunda acusação será feita em um dos quatro inquéritos do chamado quadrilhão, abertos a partir do desmembramento do inquérito-mãe da Lava-Jato.

Janot afirmou que a decisão da Câmara não afeta as demais investigações em curso contra Temer. Para o procurador-geral, a deliberação dos deputados é de natureza política e não determina o curso de um inquérito ou processo criminal, que deve se pautar por critérios objetivos, definidos em lei.

— O julgamento (da Câmara) é político e não contamina o trabalho técnico-jurídico (do Ministério Público) — disse Janot ao GLOBO.

Temer deverá ser apontado como comandante do grupo integrado por ele, pelos ex-deputados Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, entre outros políticos do PMDB na Câmara. Apesar da citação sobre o envolvimento de Temer, ele não será denunciado imediatamente pelos crimes imputados ao grupo. Pela lei, um presidente não pode ser responsabilizado por crimes anteriores ao mandato. Neste caso, a denúncia seria reformulada quando ele deixar o cargo.

Investigadores entendem que os indícios recolhidos ao longo de várias frentes da Lava-Jato colocam Temer e Cunha no topo de uma estrutura de corrupção que se mantém no poder ao longo dos últimos governos da história recente do país.

— PSDB e PT entraram e saíram do poder nos últimos anos. Este grupo não. Está aí há muito tempo — disse um investigador.

PGR PREPARA TAMBÉM OUTRAS DENÚNCIAS

Além da denúncia contra integrantes do PMDB, o Ministério Público Federal prepara outras acusações contra senadores do PMDB, outra contra parlamentares do PT e uma quarta contra políticos do PP.

Nesta quarta, Janot já pediu para incluir Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) na lista de investigados no inquérito aberto no STF para apurar o crime de organização criminosa supostamente cometido por deputados e ex-deputados do PMDB. Na avaliação de Janot, há relação entre o presidente e os ministros e o grupo de deputados do partido, e tudo deve ser reunido no mesmo inquérito.

“Não se trata aqui de uma nova investigação contra o presidente da República, mas de uma readequação daquela já autorizada no que concerne ao crime de organização criminosa”, escreveu Janot. A decisão de deslocar a investigação de Temer e incluir os dois ministros na lista de investigados dependerá do relator responsável pelos processos da Lava-Jato no STF, Edson Fachin.

Já as investigações sobre obstrução de Justiça estão em fase adiantada e podem resultar na segunda denúncia contra Temer até o início do próximo mês. Mesmo com a derrota na votação de ontem na Câmara, investigadores aguardam desdobramentos significativos na apuração do caso. Não está claro se este salto estaria ou não vinculado a eventuais revelações de Eduardo Cunha, até recentemente um dos principais aliados de Temer, ou do operador financeiro Lúcio Bolonha Funaro. Os dois estão negociando acordo de delação premiada e, nas tratativas iniciais, prometeram falar sobre casos relacionados ao presidente.

A investigação sobre obstrução de Justiça tem como ponto de partida a delação de Joesley Batista, um dos donos da JBS. O empresário diz que fez pagamentos a intermediários de Cunha e Funaro para que os dois, um preso em Curitiba e o outro em Brasília, se mantivessem em silêncio.

Uma fonte com acesso a Cunha disse ao GLOBO que na delação do ex-deputado há até um anexo batizado de “Temer”.

O Globo

Deputados votarão denúncia contra Temer ao microfone, assim como no impeachment

A Secretaria-Geral da Mesa Diretora da Câmara definiu, nesta terça-feira, 18, o rito da votação em plenário da denúncia contra o presidente Michel Temer. Como na sessão do dia 17 de abril de 2016, dia em que a Câmara autorizou a abertura do processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff, os parlamentares serão chamados nominalmente ao microfone.

Como os deputados entraram em recesso, a leitura do parecer ficou para 1º de agosto, quando voltam para Brasília. A previsão de votação da denúncia é 2 de agosto. No fim de junho, deputados da oposição se encontraram com o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para pedir que rito fosse igual ao do impeachment.

Pelas regras da SGM, os deputados serão chamados em ordem alfabética, por Estado, alternadamente do Norte para o Sul e vice-versa. Os parlamentares terão de responder “Sim”, “Não” ou “Abstenção” ao parecer. Ao final, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chamará novamente os ausentes.

Se não for atingindo o número de 342 votantes, outra sessão será convocada para a votação da denúncia. Marcada para o dia 2 de agosto, a sessão deliberativa extraordinária começará às 9h, desde que haja o quórum mínimo de 51 parlamentares presentes.

Pelo rito divulgado nesta terça, será exigido a presença de 52 parlamentares para o início da Ordem do Dia (momento em que começam os trâmites de votação). O primeiro a discursar na abertura da Ordem do Dia será o relator do parecer aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG).

O tucano terá a palavra por até 25 minutos, mesmo tempo que será concedido à defesa do presidente Michel Temer. O tempo da defesa poderá ser dividido entre o advogado e o próprio presidente da República, se ele quiser fazer pessoalmente sua defesa no plenário da Casa.

Após relator e defesa se manifestarem, cada orador poderá falar na sessão por até 5 minutos, alternando entre votos contra e favor ao parecer. Ao final de quatro discursos, poderá ser apresentado um requerimento de encerramento de discussão, desde que neste momento haja pelo menos 257 parlamentares na sessão.

Logo que for encerrada a fase de discussão, o presidente da Câmara poderá iniciar a votação da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), desde que haja 342 parlamentares presentes. Para aprovar a denúncia, são necessários 342 votos a favor. A orientação de voto será feita por quatro parlamentares, dois à favor e dois contra a denúncia.

Serão concedidos cinco minutos de discurso para cada um. Líderes de bancada poderão falar por até um minuto na fase de orientação dos votos da bancada. Essa fase será a última antes da chamada nominal de parlamentares. Se mais de 342 deputados votarem na sessão, o presidente da Câmara poderá proclamar o resultado final.

Estadão Conteúdo

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Temer estuda ação contra Janot se PGR apresentar nova denúncia

O presidente Michel Temer estuda mover uma ação contra o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se a PGR apresentar uma nova denúncia contra ele com base nas delações dos executivos do grupo J&F, que controla a JBS.

No mês passado, Temer foi denunciado ao Supremo Tribunal Federal pelo crime de corrupção passiva e a Procuradoria Geral da República já trabalha na fundamentação de uma segunda denúncia, por obstrução de Justiça.

Em razão disso, o governo decidiu abrir uma artilharia política contra a estratégia de Janot de dividir a denúncia.

A estratégia do Palácio do Planalto é esperar a apresentação da segunda denúncia para tentar levar o caso para o plenário do Supremo Tribunal Federal.

“O procurador-geral teria que ter apresentado uma única denúncia baseado na gravação [de Joesley Batista, dono da JBS]. Isso será questionado”, disse  um auxiliar de Temer.

 

G1 

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Manoel Júnior é citado como suspeito de integrar organização criminosa em denúncia contra Temer

O vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior (PMDB), ex-deputado federal, foi citado na denúncia do procurador-geral da República Rodrigo Janot acusado de integrar de uma organização criminosa em cabeçada pelo presidente Michel Temer (PMDB). A denúncia foi encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo as acusações de Janot, existe dentro do PMDB, partido de Temer e Manoel Júnior, uma divisão interna para realização de articulações tanto no Senado Federal como na Câmara Federal, em que o PMDB atuava como indicações de nomes para ocupar cargos de setores estratégicos de liberação dos recursos.

De acordo com a denúncia, Manoel Júnior e 14 deputados federais eram responsáveis pela “venda” de emendas e verbas de obras que beneficiavam empresas e políticos envolvidos nos processos. “Verificou-se a atuação de organização criminosa complexa, estruturada basicamente em quatro núcleos: a) O núcleo político, formado por partidos e por seus integrantes; b) o núcleo econômico, formado por empresas que eram contratadas pela Administração Pública e que pagavam vantagens indevidas a funcionários de alto escalão e aos componentes do núcleo político; c) o núcleo administrativo, formado pelos funcionários de alto escalão da Administração Pública; e, finalmente; d) o núcleo financeiro, formado pelos operadores que concretizavam o repasse de propinas, relatou Janot.

Também foram citados na denúncia os deputados federais Aníbal Gomes (PMDB-CE), Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Henrique Eduardo Lyra Alves (PMDB-RN), Fernando Antônio Falcão Soares (lobista), João Magalhães (PMDB-MG), Altineu Cortes (PMDB-RJ), Andre Moura (PSC-SE), André Esteves (banqueiro), Nelson Bournier (PMDB-RJ), Solange Almeida (PMDB-RS), Carlos Willian (PTC-MG), Lúcio Bolonha Funaro (doleiro) e Arnaldo Farias de Sá (PTB).

blogdogordinho

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