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‘Onde iremos parar?’, questiona João Azevêdo após demissão de Teich

O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), usou o Twitter para lamentar as instabilidades do governo de Jair Bolsonaro (sem partido). Os problemas se tornaram ainda mais evidentes com a rotatividade na chefia do Ministério da Saúde, no curso da pandemia do novo coronavírus, que já matou quase 14 mil pessoas em todo o Brasil, até a tarde desta sexta-feira (15), e é a maior crise de saúde pública do mundo no século.

João Azevêdo

@joaoazevedolins

Infelizmente um mês sem avançarmos e agora mais um vácuo que será criado na Gestão da Saúde do país, no pior momento da Crise Sanitária vivida pelo Brasil. Onde iremos parar?

O ministro da Saúde, Nelson Teich, informou por meio de nota que pediu exoneração nesta sexta-feira (15). Ele assumiu há menos de um mês, em 17 de abril, após a demissão de Luiz Henrique Mandetta da Pasta.

O ministro esteve no Palácio do Planalto para conversar com Jair Bolsonaro às 11h. De acordo com fontes, o secretário executivo da pasta, general Eduardo Pazuello, foi convidado para substituir Teich. Ele assume interinamente.

O Brasil teve 844 novos registros de mortes na quinta-feira (14) e total chegou a 13.993. O resultado representou um aumento de 6,4% em relação a quarta-feira (13), quando foram contabilizados 13.149 mil falecimentos pela Covid-19. A Paraíba contabilizava até a tarde desta sexta-feira (15) 3.361 casos confirmados de coronavírus, em 125 cidades do estado, com 160 mortes.

 

portalcorreio

 

 

Assessoria do Ministério da Justiça nega pedido de demissão de Sérgio Moro

A assessoria do Ministério da Justiça negou na tarde desta quinta-feira (23) que o titular da pasta, Sérgio Moro, tenha se demitido do cargo

De acordo com o jornal “Folha de São Paulo”, o ministro pediu demissão do cargo após o presidente Jair Bolsonaro comunicar que irá trocar nos próximos dias o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo.

 

pbagora

 

 

Após fazer deboche da demissão de Mandetta, deputado paraibano é alvo de críticas nas suas redes sociais

Ontem (16), após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmar a demissão do agora ex-ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), o deputado estadual Cabo Gilberto Silva (PSL), fez uso das suas redes sociais para debochar da imagem do ex-ministro num post nas suas redes sociais. O ato acarretou uma onda de críticas dos internautas ao parlamentar por seu post.

No post, Cabo Gilberto faz uma associação do ex-ministro a forma a uma critica a ex-presidente Dilma Roussseff (PT), debochando do país ainda não ter chegado no pico de casos que do novo coronavírus ou (Cvid19). “Agora, eu entendi, com o novo ministro da saúde”, diz trecho da postagem.

Veja o posts do deputado e alguns das centenas de comentários negativos a sua publicação:

https://www.instagram.com/p/B_DCPcOp0sg/?igshid=86tsrvut0678

pbagora

 

 

Direção do Correio da Paraíba formaliza fim de circulação, atribui à crise e anuncia demissão coletiva

Em comunicado, a direção do Jornal Correio da Paraíba formalizou o encerramento da circulação do periódico após 66 anos de atuação. A razão apontada é o estado de calamidade do país e a suspensão do funcionamento de estabelecimentos comerciais, o que inviabilizou o funcionamento do jornal.

A empresa confirmou o encerramento de suas atividades neste sábado (4). Todos os funcionários serão demitidos.

Os colaboradores irão formalizar a rescisão do contrato no próximo dia 13, e acertar o recebimento das suas verbas rescisórias.

O Correio da Paraíba foi fundado por Teotônio Neto, em 1953. O impresso era líder no segmento na Paraíba desde os anos 90 e completou, no último ano, 66 anos de história. Atualmente, estava sob comando do empresário Roberto Cavalcanti, proprietário do Sistema Correio de Comunicação.

Confira o comunicado:

 

Portal WSCOM

 

 

Governo anuncia demissão do presidente do INSS; substituto é atual secretário de Previdência

O Ministério da Economia anunciou nesta terça-feira (28) a demissão do presidente do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), Renato Rodrigues Vieira.

O anúncio foi feito pelo secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, durante entrevista coletiva sobre as providências do governo para reduzir a fila de pedidos de benefício represados no INSS. Segundo Marinho, Renato Vieira pediu demissão.

Vieira foi nomeado no início do governo Jair Bolsonaro e ficou pouco mais de um ano no cargo. Desde o fim do ano passado, o INSS enfrenta do ano passado, uma crise na análise de benefícios.

Atualmente, há quase 2 milhões de pedidos de pensões e aposentadorias represados na fila. O prazo para regularizar essa situação, segundo o próprio governo, é de seis meses.

Renato Vieira, presidente do INSS, em imagem de arquivo — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Renato Vieira, presidente do INSS, em imagem de arquivo — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

“Ele [Renato Vieira] consolidou sua disposição de sair do INSS a pedido. Foi uma conversa amadurecida ao longo dos últimos 15 dias”, afirmou Rogério Marinho. “O Renato acha que precisa se dedicar a seus projetos, e nós aceitamos sua demissão”, declarou.

Segundo Marinho, o substituto de Vieira será o atual secretário de Previdência, Leonardo Rolim. Ainda não há definição de quem substituirá Rolim no ministério.

“O substituto do Rolim, nós vamos com um pouco mais de cuidado buscar esse nome. Existe todo um corpo técnico na Secretaria de Previdência, capaz, para aguardar esse substituto. A prioridade é o INSS, e não podemos deixar ter descontinuidade. (…) A escolha do Rolim se deu por esses aspectos.”

Leonardo Rolim, secretário de Previdência e novo presidente do INSS — Foto: Marcello Casal Jr./ABr

Leonardo Rolim, secretário de Previdência e novo presidente do INSS — Foto: Marcello Casal Jr./ABr

Reforço nas agências

Nesta terça, representantes do governo se reuniram com o ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU), para tentar destravar uma das medidas anunciadas para agilizar o processamento dos pedidos: o chamamento de militares da reserva para reforçar o atendimento nas agências.

Depois que a medida foi anunciada, o Ministério Público junto ao TCU apontou que o governo não poderia excluir os servidores civis desse processo seletivo, sob pena de estar limitando a concorrência e criando uma “reserva de mercado”.

“A discussão que tivemos com o TCU foi profilática e importante. Nós tivemos cuidado de consultar os órgãos de controle pra que, no futuro, as ações não gerassem desconforto jurídico. Nós agradecemos a pronta ação e disposição do TCU de nos ajudar a buscar solução que, ao mesmo tempo que resolve o problema, nos dá conforto jurídico”, diz Rogério Marinho.

Segundo o secretário, nessa reunião ficou acertado que servidores aposentados civis também devem ser incluídos no chamamento público. Para isso, no entanto, será necessário editar uma Medida Provisória.

“No caso da área civil, você está criando de fato uma nova forma de contratação temporária, onde há necessidade de uma autorização legislativa. É uma MP em razão da necessidade, da urgência dessa ação”, disse Marinho.

O chamamento dos militares está previsto em uma lei do ano passado, que foi regulamentada em um decreto publicado na última quinta (23). Quando o edital for publicado, os ministérios da Defesa e da Economia ainda terão de avalizar as contratações.

No caso dos trabalhadores civis, o governo vai buscar servidores aposentados do próprio INSS. Aqueles que já faziam a análise de benefícios podem reforçar essa área, e os aposentados que cumpriam outras funções devem ser direcionados para o atendimento nas agências.

A previsão dada pelo governo é de que, se os contratos forem formalizados até abril, a regularização da fila do INSS ocorrerá somente em outubro.

Pedidos represados

Hoje, quase 2 milhões de pedidos de brasileiros aguardam uma resposta do INSS para aposentadorias e outros benefícios, como salário-maternidade e auxílio-doença. Desses, 500 mil estão a espera de documentos que dependem do segurado, mas quase 1,5 milhão estão parados por falha no sistema.

A lista de medidas apresentadas inclui:

  • a contratação de militares da reserva para reforçar o atendimento nas agências – e que, agora, também deve envolver aposentados civis;
  • a liberação de analistas do INSS, que hoje estão no atendimento, para reforçar a análise dos documentos;
  • uma força-tarefa para periciar os 1.514 casos de servidores do INSS que estão afastados;
  • medidas de desburocratização do atendimento do INSS, como o fim da obrigação em autenticar documentos e atualizar certidões ao longo da tramitação.

 

G1

 

 

Cuca explica pedido de demissão: “Meu estilo não casou com o do São Paulo”

Cuca concedeu entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira para explicar os motivos que o levaram a pedir demissão do São Paulo. O treinador ficou apenas cinco meses no cargo, saindo com aproveitamento de 47,4% de aproveitamento, em 26 jogos: nove vitórias, dez empates e sete derrotas. O mais provável agora é que o coordenador Vagner Mancini assuma a equipe – já é certo que ele comandará o São Paulo neste sábado, contra o Flamengo, no Maracanã.

– Não sei te dizer ao certo qual o problema. Se eu soubesse qual o problema, eu falava. Vocês bateram muito no padrão de jogo. Eu queria explicar que todo ser humano tem sua característica, eu tenho a minha. Qual é a característica do Cuca? Eu gosto de marcação na frente, rápido. Não gosto de time que tem morosidade. Às vezes, ser mais objetivo. Infelizmente o meu estilo não casou com o estilo do São Paulo. Não combinou. Não é por isso que eles não são bons, eles são ótimos. Mas não encaixou. Eu falei para o Raí e Pássaro (dirigentes do São Paulo), por isso que saí. Teve uma ideia de falarmos com você e foi entendido. Você acha que eles estão contente e eu também? Como falei com os jogadores eles vão vingar e vão dar uma arrancada – disse Cuca, que relatou ter sido ofendido pela primeira vez na carreira.

– Lógico que estou muito triste, esperei 15 anos para estar aqui de novo. Como vou estar feliz? É a primeira vez em todos os clubes no futebol que eu fui xingado. É a pior coisa que existe, dói demais. Até dei risada de uma cara que me chamou de cabelo de boneca. Dói. Passei duas vezes em Flamengo, Fluminense, Galo, Santos e isso dói demais. A ideia de ir embora lógico que não é só minha. Se perguntar para maior parte da torcida, eles também queriam. Às vezes não é ser bom ou ruim. A minha vida vai continuar a amanhã ou depois estarei em outro clube – disse Cuca.

Cuca explica saída do São Paulo: "Não estou pensando em mim, e sim no São Paulo"

Cuca explica saída do São Paulo: “Não estou pensando em mim, e sim no São Paulo”

Mancini interino

Raí, executivo de futebol do São Paulo, confirmou que Vagner Mancini, gerente de futebol, comandará o time no sábado, contra o Flamengo, no Maracanã, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro.

– Mancini é quem vai comandar a equipe contra o Flamengo e vamos ter mais tempo para falar quem será o treinador e avisar a todos – disse Raí.

Coletiva de Cuca e Raí no CT do São Paulo nesta quinta-feira — Foto: Marcelo Hazan

Coletiva de Cuca e Raí no CT do São Paulo nesta quinta-feira — Foto: Marcelo Hazan

– Não dá para definir em poucas palavras. Não é o ideal, lógico que assumimos a culpa em parte disso. Em um clube grande, que passa muito tempo sem vencer, para sair existe uma cultura desse clube vencedor. Passa boa parte sem vencer e passa por isso – completou o dirigente, sobre as constantes trocas de treinador (Cuca foi o quinto em um ano e nove meses).

Os bastidores da saída de Cuca

A decisão foi do treinador. A diretoria do São Paulo ainda tentou reverter a situação e convencer Cuca que era melhor a permanência neste momento. O técnico, no entanto, estava convicto de que não conseguia fazer uma evolução na equipe e pediu demissão. Raí foi à sala de imprensa, ao lado de Cuca, para dar a posição da diretoria do São Paulo, citando que, após a derrota para o Goiás, na quarta-feira, já havia falado com o treinador.

– Reforçamos a nossa confiança e hoje, na chegada ao CT, o Cuca nos comunicou algo que ele que vai transmitir a vocês. Vocês já têm a repercussão. Um momento que não é agradável, triste – disse Raí.

GE

 

Presidente do BNDES pede demissão após ameaça de Bolsonaro

O presidente do BNDES, Joaquim Levy, pediu demissão do cargo. “Solicitei ao ministro da Economia, Paulo Guedes, meu desligamento do BNDES. Minha expectativa é que ele ceda”.

“Agradeço ao ministro o convite para servir ao País e desejo sucesso nas reformas. Agradeço também, por oportuno, a lealdade, dedicação e determinação da minha diretoria”.

Em nota, Levy agradeceu especialmente aos inúmeros funcionários do BNDES, “que têm colaborado com energia e seriedade para transformar o banco, possibilitando que ele responda plenamente aos novos desafios do financiamento do desenvolvimento, atendendo às muitas necessidades da nossa população e confirmando sua vocação e longa tradição de excelência e responsabilidade”.

Na tarde de sábado, o  presidente Jair Bolsonaro criticou e ameaçou demitir Levy. Bolsonaro disse estar “por aqui” com o chefe do banco, que estaria “com a cabeça a prêmio”.

Desde o início do governo, a relação entre os dois foi marcada por divergências. O episódio mais recente foi a escolha de Marcos Barbosa Pinto para a diretoria da área de Mercado de Capitais, do BNDES, responsável pelos investimentos do BNDESPar, braço de participações acionárias do banco de fomento, que administra carteira superior a R$ 100 bilhões. O presidente exigiu que Levy demitisse o diretor.

Na noite de sábado, Barbosa Pinto entregou uma carta de renúncia ao cargo. Ele foi chefe de gabinete de Demian Fiocca, na presidência do BNDES, durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista ao “G1”, Guedes destacou ainda que é natural Bolsonaro se sentir “agredido”.

O próprio Levy também participou de governos petistas. Foi secretário do Tesouro no governo Lula e ministro da Fazenda na gestão de Dilma Rousseff.

 

O Globo

 

 

Janaína Paschoal pede demissão de ministro do Turismo

A deputada estadual Janaína Paschoal (PSL/SP) pediu neste sábado (13), em sua conta no Twitter, a demissão do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. O pedido ocorre após a deputada federal Alê Silva (PSL-MG) ter solicitado proteção policial alegando ter recebido ameaças do ministro, segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo.

“Todo meu apoio à Deputada Federal Alê Silva. E agora, Presidente? O Ministro do Turismo fica? A Deputada Federal eleita também estaria mentindo? Exijo a demissão do Ministro! Não tem que esperar conclusão de inquérito nenhum!”, disse.

A ameaça de morte à deputada Alê Silva teria ocorrido em uma reunião do ministro com correligionários em março, em Belo Horizonte. A parlamentar prestou depoimento espontâneo na última quarta-feira à Polícia Federal relatando esquema de candidaturas de laranjas no PSL, comandado por Álvaro Antônio. Ela deve prestar depoimento nas próximas semanas.

Segundo Janaína, o afastamento do ministro não implicaria atribuição de culpa, “apenas um sinal de que o presidente se importa com as mulheres de seu partido”.

 

pbagora

 

 

Quase 25% dos brasileiros pedem demissão de forma espontânea

Embora o mercado de trabalho esteja muito distante do seu melhor momento, a retomada da criação de vagas formais, ainda que em ritmo lento, já tem desencadeado uma movimentação entre os trabalhadores: neste ano há mais brasileiros trocando de emprego por vontade própria.

Entre janeiro e agosto, 2,253 milhões de brasileiros pediram demissão de forma espontânea das empresas. O número equivale a 23% do total de desligamentos registrados no país no período, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

Neste ano, há uma ligeira aceleração quando se observa o retrato de 2017. Entre janeiro e agosto do ano passado, 2,105 milhões – ou 21% – dos trabalhadores pediram demissão por vontade própria.

Até agosto deste ano, o Brasil criou 568.551 empregos com carteira assinada em todo o país. A expectativa é que o país encerre o ano com saldo positivo, apesar de as expectativas estarem sendo revisadas para baixo diante do crescimento mais fraco. Se os números positivos forem confirmados, será a primeira vez que a economia brasileira vai criar vagas formais de trabalho desde 2014.

“Com a retomada do mercado de trabalho, ainda que mais fraco do que o esperado, a quantidade de pessoas que muda de emprego tende a subir”, afirma o professor do Insper Sergio Firpo.

A demissão espontânea costuma acompanhar os movimentos de melhora e piora do mercado de trabalho. Nos períodos em que o Brasil gerava muitos postos de trabalho, a demissão espontânea chegou a responder por 30% dos desligamentos registrados. Com a crise, a fatia dos trabalhadores que se desligava por vontade própria chegou a cair para 20%.

No ano passado, com a menor destruição de vagas – o país fechou 20 mil postos -, os desligamentos por decisão do trabalhador já apresentaram um ligeiro crescimento em relação ao total das demissões.

“Inicialmente, quem costuma se beneficiar com esse tipo de movimento é aquele trabalhador mais qualificado”, afirma Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). “Não é necessariamente aquele trabalhador com mais qualificação formal, mas aquele que entende muito do trabalho que faz.”

Os dados do Caged apuram o comportamento do emprego formal no país e, por isso, são diferentes da taxa de desemprego divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que também apura o comportamento do emprego informal.

Rede de contatos ajuda na troca

A psicóloga Mariana Amaral demorou um ano para conseguir mudar de emprego. Na antiga empresa, onde trabalhou por quatro anos, ela conta que não tinha qualidade de vida. Chegou a fazer duas entrevistas antes de conseguir o emprego atual, mas as possibilidades que apareceram “não mudariam a sua rotina estressante de trabalho”.

“Consegui o novo emprego pela minha rede de contatos. Isso foi extremamente importante. Em plataformas online, tive pouco retorno”, diz Mariana. “Emocionalmente falando estou menos cansada no meu novo emprego. Meu trabalho está apenas a meia hora de casa e posso me dedicar mais ao meu consultório.”

Formada em relações internacionais, Patricia Nogueira Proglhof trocou de emprego em abril. A vontade de deixar a antiga empresa surgiu no fim do ano passado quando se tornou mãe. Antes de a licença-maternidade acabar, já começou a conversar com amigos em busca de indicações.

“Consegui emprego em um mês. Foi mais rápido do que eu imaginava”, diz Patricia. “O meu problema com o antigo emprego era basicamente com a questão de carga horária. Não tinha horário para entrar e sair. Agora estou com uma carga horário mais acertada.”

Novas regras do auxílio-desemprego

O endurecimento das regras do auxílio-desemprego também pode ter ajudado a aumentar os pedidos de demissões espontâneas. Até 2015, bastava o trabalhador ter ficado seis meses no emprego que ele poderia receber o benefício. Com as alterações, o primeiro pedido só pode ser realizado após 18 meses de trabalho com a obrigatoriedade de ter recebido 12 meses de salário.

As mudanças ajudaram a evitar, por exemplo, que patrão e empregado fizessem acordo por uma demissão sem justa causa mesmo quando trabalhador já tinha assegurado outro emprego.

“No período de crescimento do mercado de trabalho, aumentava o número de demissões e não de pedidos de demissões. O que se observa nas outras economias é o contrário”, diz Firpo, do Insper. “Essas mudanças dificultaram e fizeram com que as pessoas tivessem mais consciência.”

G1

Foto: Fernando Madeira/Divulgação

Cristóvão descarta demissão após eliminação do Vasco na Copa do Brasil

 (Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br)
(Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br)

A derrota para o Vitória que resultou na eliminação do Vasco na Copa do Brasil aumentou a pressão sobre o técnico Cristóvão Borges. Apesar de estar em baixa com a torcida, o treinador negou qualquer conversa com a diretoria sobre a possibilidade de deixar o clube e disse que a pressão é normal.

“Não tive conversa com ninguém da diretoria sobre isso (demissão). No vestiário estava o nosso diretor, nosso vice de futebol. Conversamos normalmente. Essa coisa de pressão é normal. Uma equipe como o Vasco vem dessa pressão não é de hoje. A pressão vem de algum tempo, porque sabemos que o clube precisa ter campanhas e resultados mais sólidos. Sabemos disso. O trabalho segue. Vou continuar trabalhando normalmente”, disse o técnico em entrevista coletiva.

Sobre a eliminação desta quinta-feira, Cristóvão disse que o resultado do primeiro jogo foi determinante, quando o Vasco ficou apenas no 1 a 1 em São Januário e jogou grande parte do confronto com um jogador a mais.

“O resultado do primeiro jogo leva uma grande parte do resultado final. Jogando em casa tinha que fazer o resultado, e aconteceu daquela maneira. Tínhamos um jogador a mais, sabíamos disso. A Copa é jogada dessa maneira. No jogo em casa tem que aproveitar. Não aproveitamos, e ficou mais difícil”, destacou.

O Vasco agora se concentra apenas na disputa do Campeonato Carioca. Neste domingo, o clube tem clássico contra o Botafogo, no estádio Nilton Santos, pela segunda rodada da Taça Rio.

Band

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