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Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz será cidadão honorário de Campina Grande

 

big_8b87688b200345cac86eDom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz receberá brevemente o Título de Cidadão de Campina Grande. A propositura apresentada na Câmara Municipal de Campina Grande é de autoria dos vereadores Nelson Gomes Filho e Antonio Pimentel Filho.

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O projeto visa conceder Cidadania Campinense a Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, Bispo de Campina Grande. Ele é o sétimo Bispo Diocesano de Campina Grande. Nasceu em 10 de julho de 1954, em Biritinga. Biritinga é um município do Estado da Bahia, localizado na Mesorregião do Nordeste Baiano e na Microrregião de Serrinha.

 

Dom Delson estudou Filosofia e o início da Teologia no Seminário São Francisco de Assis em Nova Veneza e concluiu os estudos teológicos no Instituto de Teologia da Universidade Católica de Salvador, na Bahia. É mestre em Ciência da Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Salesiana de Roma e graduado em Letras pela Universidade Católica de Salvador. Foi ordenado sacerdote no dia 5 de julho de 1980 na Arquidiocese de Feira de Santana e, na mesma arquidiocese, em 24 de setembro de 2006, recebeu sua ordenação episcopal. Foi acolhido na Diocese de Caicó no dia 8 de outubro daquele ano.

 

No dia 9 de maio de 2011 foi eleito durante a 49ª Assembléia do Episcopado Brasileiro em Aparecida entre os bispos dos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, vice-presidente do Regional Nordeste dois da CNBB, mandato que terá o seu término em 2014.

 

No dia 8 de Agosto de 2012, sua santidade, o Papa Bento XVI, nomeou Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap como 7º Bispo Diocesano de Campina Grande, transferindo-o da Diocese de Caicó (RN). Dom Delson tomou posse em concelebração na Catedral Diocesana de Campina Grande no dia 29 de Setembro de 2012. A solenidade ocorreu na Catedral Diocesana de Nossa Senhora da Conceição com a presença de vários bispos e de todo o clero diocesano.

 

Atividades anteriores ao episcopado: (1981) Foi formador dos aspirantes, Vigário Paroquial e Vice Guardião em Feira de Santana; (1984) Formador do Pós-noviciado; Guardião e Vigário Provincial em Salvador; (1986-1992) Ministro Provincial; (1993) Diretor da Rádio Sociedade e Vice Pároco da Paróquia de Santo Antônio em Feira de Santana; (1995) Em Roma obteve o Mestrado em Comunicação Social, pela Pontifícia Universidade Salesiana; (1998 – 2001) Ministro Provincial de Salvador; (2002-2006) Em Roma exerceu o cargo de Definidor Geral para a América Latina junto à Cúria Geral dos Capuchinhos.

 

A Diocese de Campina Grande foi erigida a 14 de Maio de 1949, pelo Papa Pio XII, desmembrada da Arquidiocese da Paraíba, através de um documento Papal chamado Bula, com o título “Supremum Universi” do Papa Pio XII, desmembrada da Arquidiocese da

Paraíba, pertencendo ao Regional Nordeste 2 da CNBB. Está entre as cinco Dioceses da Província Eclesiástica da Paraíba: A Arquidiocese da Paraíba com sede em João Pessoa – criada em 1892; a Diocese de Cajazeiras, criada em 1914; a Diocese de Patos, criada em 1959 e a Diocese de Guarabira criada em 1980.

 

O 1º Bispo da Diocese foi Dom Frei Anselmo Pietrulla OFM, vindo da Prelazia de Santarém (PA). Ele tomou posse no dia 13 de Novembro de 1949, um dia após a instalação da Diocese e ficou até 1955, quando foi transferido para a diocese de Tubarão (SC), onde faleceu como Bispo Emérito em 25 de Maio de 1992.

 

A 19 de maio de 1956, o Papa Pio XII nomeou para a Diocese de Campina Grande seu 2º Bispo, Dom Otávio Barbosa Aguiar, antes Bispo Auxiliar de São Luís (MA), tendo ele governado até ser transferido, em 8 de Julho de 1962, para a Diocese de Palmeira dos Índios (AL), onde governou até renunciar em 29 de Março de 1978, tornando-se Bispo Emérito e residindo em Maceió (AL) até o seu falecimento ocorrido em 8 de Dezembro de 2004.

 

O Papa João XXIII nomeou Dom Manuel Pereira da Costa, antes Bispo de Nazaré da Mata (PE), que tomou posse como 3º Bispo de Campina Grande a 30 de Setembro de 1962, ficando no pastoreio até 1981, quando renunciou por motivos de saúde. Primeiro Bispo Emérito de Campina Grande viveu os últimos anos de vida no Lar da Providência em João Pessoa (PB) após um longo período de enfermidade e faleceu no dia 26 de Julho de 2006, sendo sepultado no cemitério do Senhor da Boa Sentença – João Pessoa (PB).

 

O Papa João Paulo II, aos 12 de Setembro de 1981, nomeou Dom Luís Gonzaga Fernandes, antes Bispo Auxiliar de Vitória (ES), como 4º Bispo diocesano de Campina Grande o qual tomou posse a 17 de Outubro de 1981. No dia 29 de Agosto de 2001 o Papa João Paulo II aceitou a renúncia de Dom Luís Fernandes. Após passar dois anos enfermo Dom Luís Fernandes morreu em João Pessoa (PB) no dia 4 de Abril de 2003. Seu corpo foi sepultado à frente do altar de Santa Terezinha do Menino Jesus na Igreja Catedral de Nossa Senhora da Conceição em Campina Grande (PB).

 

Em 12 de Julho de 2000, João Paulo II, nomeou como Bispo Coadjutor de nossa Diocese, Dom Matias Patrício de Macêdo que assumiu sua missão em 22 de Setembro de 2000, transferindo-o da Diocese de Cajazeiras (PB). No dia 29 de Agosto de 2001 Dom Matias foi nomeado como 5º Bispo diocesano de Campina Grande e governou a Diocese até 26 de Novembro de 2003 quando foi promovido a Arcebispo e transferido para a Arquidiocese de Natal (RN).

 

No dia 16 de Fevereiro de 2005, o Papa João Paulo II, nomeou Dom Jaime Vieira Rocha como 6º Bispo Diocesano de Campina Grande, transferindo-o da Diocese de Caicó (RN). Dom Jaime passou a exercer o seu ministério episcopal à frente do nosso governo diocesano no dia 23 de Abril de 2005.

 

No dia 21 de Dezembro de 2011, o Papa Bento XVI, o nomeou como 6º Arcebispo Metropolitano de Natal (RN) transferindo-o da Diocese de Campina Grande, Estado da Paraíba, no Brasil.

 

Assessoria

Para Dom Delson, quem compra voto não tem compromisso com o povo

Foto: Paraibaonline

“A Igreja teve um papel muito importante na aprovação da Ficha Limpa, mas é preciso conscientizar a população porque a prática da compra de votos persiste”.

A declaração foi dada pelo bispo de Campina Grande, Dom Manoel Delson ao falar sobre a prática da compra de votos.

Ainda de acordo com o religioso, “isso é um crime da parte de quem vende e compra os votos”.

– Aceitar dinheiro para dar o voto a um determinado candidato é crime e você (eleitor) estará abrindo mão da sua cidadania de escolher livremente o melhor candidato que vai trabalhar pelo bem do povo. Quem compra voto não tem compromisso com o povo e sim por seus interesses pessoais. O voto deve ser livre e o voto vendido não é livre. Você estará vendendo sua consciência e estará assinando um cheque em branco – disse Dom Delson, em entrevista à Rádio Caturité AM.

paraibaonline

Dom Delson destaca importância do voto consciente

Foto: Paraibaonline

“Devemos exigir dos candidatos que tenham a ficha limpa. É um crime vender e comprar voto e no ponto de vista moral vai contra os princípios de Deus”.

A afirmação é do novo bispo de Campina Grande, dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, ao comentar sobre as eleições municipais.

Para o religioso, “quem vende voto está se deixando corromper e está corrompendo também. O eleitor deve buscar os melhores candidatos que vão transformar a sociedade”.

– O trabalho da Igreja é sempre no sentido de conscientizar o cidadão para o seu papel na democracia. E o voto deve ser livre, consciente e determinado para que realmente tenha consequência para a nossa sociedade – frisou ele.

As declarações repercutiram na Rádio Campina FM.

paraibaonline

Luiz Couto parabeniza população de Campina pela nomeação de dom Delson

 

O deputado Luiz Couto (PT-PB) foi até a tribuna da Câmara Federal, na quarta-feira (8), para parabenizar a população de Campina Grande pela nomeação de dom frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, que era bispo diocesano de Caicó (RN) e foi transferido para a Diocese de Campina.

Luiz Couto, que é padre, ressaltou que dom Manoel tem uma grande experiência e “com certeza o povo de Campina Grande vai recebê-lo com muita alegria”. “A ele e aos campinenses, a minha fraternal saudação”, acrescentou.

Histórico

Dom Delson é natural da cidade de Biritinga, na Bahia, e nasceu no dia 10 de julho de 1954. Estudou Filosofia e o início da Teologia no Seminário São Francisco de Assis em Nova Veneza/SP. Concluiu os estudos teológicos no Instituto de Teologia da Universidade Católica de Salvador, na Bahia. É Mestre em Ciência da Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Salesiana de Roma e graduado em Letras pela Universidade Católica de Salvador.

Foi ordenado sacerdote no dia 5 de julho de 1980 na Arquidiocese de Feira de Santana (BA) e na mesma arquidiocese, em 24 de setembro de 2006, recebeu sua ordenação episcopal. A sua escolha para a Diocese de Caicó ocorreu em 8 de outubro daquele ano. Até o dia de sua posse em Campina Grande, Dom Delson permanece em Caicó como administrador diocesano.

Atualmente, no Regional Nordeste 2 da CNBB (AL, PE, PB e RN), dom Delson atua como vice-presidente e bispo referencial para a Comunicação. Seu lema episcopal é “Ide aos meus irmãos” (Jo 20,).

 

Ascom dep. Luiz Couto

Dom Delson dirige suas primeiras palavras ao povo da Diocese de Campina Grande

Aos Irmãos e irmãos da Diocese de Campina Grande,

Ao Reverendíssimo Pe. Márcio Henrique Mendes Fernandes (Administrador Diocesano) e aos membros do Colégio de Consultores,

A todos os presbíteros, diáconos, religiosos, religiosas, ministros, missionários e agentes de pastoral,

Às autoridades civis e militares,

A todo Povo de Deus de Campina Grande,

Caríssimos irmãos: Paz e Bem!

Quero saudar com paternal afeto aos irmãos presbíteros, diáconos, religiosos, religiosas, ministros, missionários, agentes de pastoral, membros de movimentos e pastorais, catequistas, funcionários da Diocese, paróquias e instituições da Igreja, evangelizadores, famílias cristãs, crianças, jovens, idosos, homens e mulheres de fé.

Saúdo com grande respeito às autoridades civis e militares, com sua responsabilidade de promover o bem da Sociedade,

Saúdo com todo carinho o Povo de Deus de Campina Grande e as pessoas de boa vontade.

O Santo Padre Bento XVI acaba de me nomear Bispo da Diocese de Campina Grande. A minha resposta ao Papa é sim, que significa minha adesão à vontade de Deus, manifestada na pessoa do Pontífice. Estou dizendo sim ao Papa e, através da sua pessoa, estou dizendo sim à Igreja de Jesus Cristo que está em Campina Grande.

O meu lema episcopal é: “Ide aos meus irmãos!” Estou indo aos irmãos e irmãs que estão nessa querida Diocese de Nossa Senhora da Conceição de Campina Grande. Levo no coração uma certeza: vou como irmão encontrar muitos irmãos e com vocês caminhar na fé, procurando viver o Evangelho de Jesus Cristo, como Igreja, nestes tempos tão desafiadores.

Ainda emocionado, tento expressar os primeiros sentimentos. Neste momento, paira sobre mim certa perplexidade. E julgo isso como sendo muito natural. Tenho dois olhares e sentimentos correspondentes: um olhar sobre Caicó e outro sobre Campina Grande. Olho para a Diocese de Caicó e o coração se aperta de saudades: deixar padres, diáconos, religiosos (as), pessoas próximas, colaboradores fieis e amigos; deixar este clima bom que a Igreja do Seridó vive; deixar trabalhos iniciados; partir para outras searas, depois de quase seis anos. Este sentimento humano é sempre vivido por todo missionário, que deixa tudo e vai em nome de Deus! Isso faz parte da missão do Bispo. Sei que tudo pertence a Deus e Ele cuida de todos. As sementes lançadas neste chão fértil de homens e mulheres de fé do Seridó potiguar vão fecundar e produzir muitos frutos. É o Senhor que vai providenciar os meios e pessoas para continuar sua obra. Acredito profundamente nisso. E isso me faz aceitar com paz e grande esperança a mudança que a Igreja me pede.

Também olho e contemplo com interesse todo particular a Diocese de Campina Grande e brotam no meu coração outros sentimentos: novas e grandes possibilidades de partilhar a vida e a missão; desejo de ir ao encontro dos irmãos e irmãs que Deus está me dando; alegria de acolher infinitas possibilidades de realização; construir amizades e agir como pastor que Deus envia para esta grande diocese. Com vocês, meus irmãos, vou fazer um caminho de fé e fraternidade. Sei que irei crescer com vocês, aprender muito e descobrir novos horizontes e possibilidades de concretizar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Agora, depois de expressar os primeiros sentimentos que me envolvem, penso nas minhas atitudes iniciais diante do mandato de ser bispo da Diocese de Campina Grande.

No início de uma nova missão as palavras mais importantes são: acolhimento, conhecimento, diálogo, caminhar juntos, na fé e no amor. Quero, movido pelo Espírito Santo, acolher a todos; conhecê-los como meus irmãos e irmãs; dialogar sobre os assuntos pertinentes à vida da Igreja; e a partir daí fortalecer os vínculos da fé, na força divina do amor.

Estou consciente da grandeza e importância da Diocese de Campina Grande no cenário da Igreja Católica e, em especial, da Igreja do Brasil. A responsabilidade do seu Bispo Diocesano é grande. Para corresponder à grandeza dessa missão e à confiança que o Papa depositou em mim, vou contar com o apoio do clero, ministros, agentes de pastoral, funcionários da diocese, membros das pastorais e movimentos, autoridades e instituições de promoção do bem comum. Vamos nos dar as mãos e trabalhar por uma Igreja viva, movida pelo Espírito Santo, no cumprimento da Palavra de Deus. São muitas as iniciativas da Igreja Diocesana de Campina Grande e vamos juntos trabalhar incrementando-as e nos empenhando em realizá-las. Na unidade, teremos forças para enfrentar os desafios que o Evangelho nos pede para os dias de hoje.

Nestes tempos complexos e de profundas mudanças, temos como Igreja muitas preocupações, entre elas: realizar uma “Nova Evangelização”. A Igreja nos pede um enfrentamento consciente e vigoroso diante dos novos desafios. Estamos inseridos num mundo em transformações, em processo de mudanças. A Igreja, depositária do dom mais precioso que Deus deu à humanidade, tem a missão de partilhá-lo com todos os homens e mulheres: a Boa Nova de Nosso Senhor Jesus Cristo. É decisivo o modo como apresentamos o Evangelho neste tempo tão marcado pela cultura midiática.

O conteúdo é a mensagem cristã, mas ele pode não ser acolhido se não for bem apresentado, na forma e na linguagem que as pessoas possam receber com entusiasmo. No tempo da comunicação a forma tem grande peso e termina influenciando a recepção da mensagem divina. É por isso que falamos em nova evangelização. Novos tempos, novas culturas, novas visões de mundo e, por tanto, faz-se necessário um novo jeito de anunciar Jesus Cristo.

A Conferência Nacional da Igreja no Brasil (CNBB), na Assembléia de 2011, aprovou as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (2011-2015), indicando as cinco urgências: “Igreja em estado permanente de missão; Igreja: casa da iniciação à vida cristã; Igreja: lugar de animação bíblica da vida e da pastoral; Igreja: comunidade de comunidades; Igreja a serviço da vida plena para todos”.

As dioceses já estão trabalhando nessa perspectiva de “reconhecer-se em estado permanente de missão” a fim de cumprir o mandato do Senhor de anunciar o Evangelho a todas as pessoas, centrando o foco da sua ação evangelizadora, na iniciação para a vida cristã, na animação bíblica, na vida comunitária e nos compromissos da defesa da vida plena para todos.

Está muito claro que toda ação da Igreja deve partir de Jesus Cristo como ficou expresso no objetivo geral das diretrizes: “Evangelizar, a partir de Jesus Cristo, na força do Espírito Santo”. Com este fundamento, podemos articular um bonito projeto de vida eclesial, visando formar comunidades cristãs, centradas no Evangelho e no testemunho feliz dos que optam por Cristo.

Como religioso capuchinho, acompanha-me o espírito missionário, o sonho de construir fraternidade e de viver com simplicidade. Quero colocar-me a serviço da Diocese de Campina Grande com todo o meu ser, experiência de vida e conhecimentos adquiridos ao logo da minha existência. Tenho certeza de que é Deus que está me enviando a Campina Grande e que Ele me dará forças e inspiração para realizar o meu ministério episcopal.

Confio na generosidade dos padres, religiosos, religiosas, seminaristas e agentes de pastoral. Estes irmãos e irmãs formam um exército qualificado de operários a serviço da Igreja. Vou contar com a amizade e disponibilidade de cada um deles.

A Igreja diocesana é uma rede de comunidades paroquiais, movimentos, pastorais, comunidades novas e instituições. Sei que viver concretamente a fé numa comunidade é uma bênção única. Na comunidade nos identificamos como filhos e filhas de Deus e somos reconhecidos com tais. Estas comunidades serão acompanhadas com meu olhar de pastor.

As pessoas de boa vontade, independente da crença que possuem, encontrarão em minha pessoa acolhimento e as mãos estendidas para trabalhar em prol da vida e da dignidade do ser humano.

Irmãos, com estas breves palavras quero apenas apresentar-me, mostrando meus primeiros sentimentos com essa nomeação.

Com as bênçãos de Deus, a intercessão de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da Diocese de Campina Grande, e a oração de todos, trabalharemos para edificar a obra de Deus, que é crer em Jesus Cristo e fazer a sua santa vontade.

Abraço fraternalmente todo o Povo de Campina Grande e peço ao Senhor, pela intercessão da Imaculada Conceição, que faça descer sobre todos as bênçãos de Deus todo poderoso: Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!

Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap.

Bispo nomeado para Campina Grande

blog.diocesedecampinagrande

Nomeado o novo bispo de Campina Grande, dom frei Manoel Delson Pedreira da Cruz

O Santo Padre, o papa Bento XVI, transferiu na manhã de desta quarta, 8 de agosto, o bispo de Caicó (RN), dom frei Manoel Delson Pedreira da Cruz (foto), para a diocese vacante de Campina Grande (PB).

Dom Manoel nasceu Biritinga (BA) em 1954. Estudou Filosofia e Teologia no Seminário São Francisco de Assis, em Nova Veneza (SP). Tem mestrado em Ciência da Comunicação, na Pontifícia Universidade Salesiana, em Roma, e licenciatura em letras pela Universidade Católica de Salvador (BA).

O novo bispo de Campina Grande foi ministro provincial em Salvador (1998 e 2001) e exerceu o cargo de Definidor Geral para a América Latina junto à cúria geral dos Capuchinhos (2002 a 2006).

Seu lema episcopal é “Ide aos meus irmãos” (Jo 20,17).

Redação com Ascom