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Delegado e esposa são feitos reféns e têm carro roubado em Riacho de Santo Antônio, na PB

O delegado de Polícia Civil Josinaldo Félix Ribeiro e a esposa dele tiveram o carro roubado e foram feitos reféns por dois homens armados nesta sexta-feira (10), em Riacho de Santo Antônio, no Cariri paraibano. Segundo informações da Polícia Militar, os suspeitos estavam armados com um revólver e uma pistola.

As vítimas foram levadas e abandonadas na divisa entre os estados da Paraíba e Pernambuco, no trecho que dá acesso ao sítio Logradouro. O delegado e a mulher não ficaram feridos. A Delegacia Seccional de Polícia Civil de Queimadas, no Agreste da Paraíba, investigará o crime.

Além do veículo, foram roubados um revólver calibre .38, dois celulares, dinheiro e documentos pessoais. Até as 16h45 desta sexta-feira, o carro e os suspeitos não haviam sido localizados.

G1

 

Tiro que matou mulher no bairro de Jaguaribe pode ter sido acidental, diz delegado

O delegado Ademir Fernandes, responsável pela investigação da morte da garçonete Luana Estefany, de 29 anos disse no início da tarde desta quinta-feira (9), que o tiro disparo pode ter sido acidental. Luana morreu na noite desta quarta-feira (8), após ser atingida por um tiro no peito, no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa.

De acordo com o delegado, Luana estava na Rua Primeiro de Maio, nas imediações do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), com um casal de amigos. O homem é um ex-presidiário identificado como Iago Araújo Albuquerque Torres, de 27 anos estava armado e de acordo com o delegado a arma deve ter disparado acidentalmente.

Ainda de acordo com as investigações Iago e a namorada pegaram carona com um outro casal para socorrer Luana até o Hospital de Trauma de João Pessoa. O motorista do veículo informou a polícia que eles permaneceram no hospital por cerca de 20 minutos no hospital até chegar a notícia da morte de Luana.

O motorista informou ainda que Iago pediu para que ele pudesse deixar ele e a namorada na Lagoa e em seguida o motorista seguiu para contar a família sobre a morte de Luana.

Iago teria no carro lamentado o ocorrido e se mostrou bastante preocupado com o tiro em Luana que era sua amiga de infância.

O delegado afirmou que Iago não possui porte legal de arma e deve responder por homicídio culposo. Iago já responde em liberdade por um crime de homicídio no ano de 2018 na praia do Seixas.

O caso segue sendo investigado.

 

clickpb

 

 

Delegado Seccional de Solânea revela detalhes da morte do cabo Edmo Tavares

O delegado Seccional de Solânea (PB) Diógenes Fernandes, afirmou durante entrevista à Rádio Campina FM que o processo de investigação da morte do policial militar Edmo de Lima Tavares, está bastante avançado e que o inquérito segue o fluxo normal. O policial foi morto em Tacima, na Paraíba.

Segundo Diógenes, pelo menos 12 testemunhas foram ouvidas, além dos policiais militares do Rio Grande do Norte, acusados do crime. O laudo da necropsia já foi finalizado e as armas usadas foram encaminhadas para a perícia.

“O perito descreveu quatro lesões por arma de fogo. Os tiros não foram efetuados próximo à vítima. Os projéteis coletados no corpo serão encaminhados à análise balística, as armas já estão apreendidas e várias outras providências já foram tomadas pela Polícia Civil”, disse.
Cabo da Polícia Militar, Edmo Tavares – Foto: Arquivo Pessoa/Redes Sociais

 

O delegado ainda ressaltou que o policial paraibano Edmo, inicialmente visualiza os policiais do Rio Grande do Norte, saca a arma e é alvejado na perna. Ele disse que ainda não há clareza se Edmo teria entrado no carro ferido ou foi alvejado ao sair dele. O que é claro é que o policial teria conseguido pular um muro e se escondido em alguma residência no local e, neste momento, já estava ferido.

“Quando ele retorna ao encontro da polícia é alvejado novamente. Os acusados dizem que, diante daquela gritaria, não se escutou ninguém dizer que a vítima era PM e para eles, Edmo e o suspeito [alvo da suposta operação] estariam juntos. Por uma triste coincidência, o foragido estava ao lado do veículo de Edmo e, inclusive, estava escorado no carro do policial”, contou.

Diógenes disse que diante dos depoimentos e pela lógica investigativa, foi uma coincidência o policial Edmo estar próximo ao foragido no momento do fato. Este estava escondido há pelo menos dois meses na cidade.

Redação: Blog do Pedro Júnior

Fonte: Rádio Campina FM / Paraíba Online

 

 

Professor suspeito de assediar e estuprar alunas na PB alega que foi assediado, diz delegado

O professor de 36 anos preso suspeito de assediar e estuprar alunas de uma escola particular em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, foi ouvido pela Polícia Civil nesta quarta-feira (23). Em depoimento, ele alegou que era vítima constante de assédio das alunas.

O delegado seccional de Cajazeiras, Glauber Fontes, informou que o suspeito não negou que mantinha relações sexuais com as garotas, mas justificou que pensou que elas eram mais velhas. Ele argumentou também que tudo aconteceu com o consentimento das alunas.

“Ele não nega os fatos. Falou que era constantemente assediado por alunas de um modo geral, mas não explicou de qual forma. Disse também que tudo aconteceu com o consentimento delas”, pontuou o delegado.

Glauber acrescentou que o professor vai responder pelo crime de estupro de vulnerável porque uma das alunas que manteve relações sexuais com ele tinha menos de 14 anos quando o crime aconteceu. O suspeito foi encaminhado para o Presídio Regional de Cajazeiras.

Professor é preso suspeito de assediar e estuprar alunas em Cajazeiras

Um professor de 36 anos que dava aulas em uma escola particular de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, foi preso na manhã desta terça-feira (22), suspeito de assediar e estuprar quatro alunas. De acordo com o delegado Glauber Fontes, o homem se aproveitava do cargo que ocupava para cometer os crimes.

Ainda segundo informações do delegado, quatro estudantes com idades entre 13 e 15 anos teriam sido vítimas do suspeito. Elas eram levadas para o apartamento dele, onde consumiam bebidas alcoólicas, eram assedias e algumas delas mantinham relações sexuais com ele. As denúncias foram feitas por familiares das garotas.

Os crimes teriam acontecido a partir de 2018. O professor foi autuado por estupro de vulnerável, corrupção de menores e por oferecer bebidas alcoólicas para as garotas.

 

 

G1

 

 

Adolescente é apreendido suspeito de estuprar prima de 6 anos, na PB, diz delegado

Um adolescente foi apreendido suspeito de estuprar a prima dele, uma criança de 6 anos, no município de Aroeiras, no Agreste da Paraíba, de acordo com a Polícia Civil. A ação policial, que ocorreu nesta terça-feira (1º), cumpriu um mandado de busca e apreensão expedido pela Comarca de Aroeiras.

O delegado titular de Aroeiras, Everaldo Miranda, explicou que o caso aconteceu quando dois rapazes foram à casa de uma vizinha, buscar um bolo, à pedido da mãe do adolescente.

Como a vizinha não estava em casa, os primos decidiram esperá-la no local, por trás de uma pedra, onde, conforme o delegado, o estupro ocorreu. Quando parentes da vítima perceberam que ela estava machucada, a levaram para um hospital. Everaldo Miranda informou que a criança passou quatro dias internada.

O delegado afirmou ainda que o caso foi denunciado pela mãe da criança e exames foram feitos pelo Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol). O mandado foi solicitado pela Polícia Civil, após a conclusão do inquérito. O adolescente, que conforme o delegado não tem passagem pela polícia, foi encaminhado para o Lar do Garoto.

G1

 

Mulher é morta a facadas na PB e ex-companheiro é suspeito; ‘cena macabra’, diz delegado

Uma mulher foi morta e a filha dela, de 13 anos, foi esfaqueada na madrugada desta quarta-feira (28), em Condado, no Sertão da Paraíba. De acordo com o delegado da Seccional de Patos, Manoel Martins, responsável pelo caso, o principal suspeito do crime é o ex-companheiro da mulher, um homem de 39 anos, que teria arrombado a casa da vítima com uma alavanca e, em seguida, atacado a ex-companheira.

“O que a gente viu foi uma cena macabra. Não dá pra dizer de quem é exatamente o sangue espalhado pela casa, porque a mulher foi esfaqueada, a filha dela, de 13 anos, também e, pelo que vimos, houve luta corporal e ele também deve ter ficado bastante ferido”, contou o delegado Manoel Martins.

O caso aconteceu por volta da 0h30, na rua Sebastião Barbosa dos Santos. Conforme o delegado, a Polícia Militar foi acionada ao local por volta da 1h. Ao chegar na casa, a polícia encontrou a mulher morta, a filha dela gravemente ferida e um menino de 5 anos, que também estava no local e, segundo o delegado, estava transtornado.

“O suspeito arrombou a casa pela porta da sala com uma alavanca. Lá dentro estava a mulher morta cheia de perfurações, a filha de 13 anos esfaqueada e um menino de 5 anos, que a gente ainda não sabe se é filho da vítima ou do suspeito”, relatou o delegado.

Na casa, além da mulher morta, identificada como Juberlúcia Oliveira da Silva, de 30 anos, a polícia encontrou a alavanca utilizada pelo suspeito para entrar na casa e uma faca. De acordo com o delegado, ainda não se sabe se a faca seria do suspeito ou se a vítima teria pego o objeto para se defender.

Polícia encontrou celular e documentos do suspeito

Segundo o delegado, a polícia acredita que o suspeito do crime também ficou ferido. “A polícia encontrou um grande rastro de sangue saindo da casa até um matagal próximo do local. O suspeito fugiu pra dentro dessa mata e lá nós encontramos o celular e todos os documentos dele”, contou.

Conforme o delegado, testemunhas relataram que o suspeito já havia premeditado o crime. “As primeira investigações revelaram que ele estava morando em São Paulo há algum tempo e que vivia ameaçando a ex-companheira de morte e aí ele teria vindo pra cidade só para matar a mulher”, frisou.

Menina de 13 anos em estado grave

Ainda de acordo com o delegado Manoel Martins, a filha da Juberlúcia de Oliveira, uma menina de 13 anos, foi encontrada ferida com diversos golpes de faca. A menina foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada para o Hospital Regional de Patos.

“A menina está internada em estado grave na UTI do Hospital Regional de Patos. Só ela vai poder nos relatar o que de fato aconteceu dentro dessa casa. E isso só será possível após a recuperação dela, porque não podemos ouvir o menino de 5 anos, que também estava na casa. A criança também foi encontrada transtornada”, disse o delegado.

Até as 11h desta quarta-feira (28), as informações do delegado eram de que o suspeito do crime continuava foragido. “A gente acredita que ele não vai conseguir ficar muito tempo escondido, porque pela cena do crime, ele ficou muito ferido também. Então logo logo ele vai ter que procurar ajuda médica”, salientou Manoel Martins.

G1

 

Dois PMs são presos suspeitos de integrarem grupo que planejava matar delegado e oficiais, na PB

Dois policiais militares e mais outras 23 pessoas foram presas na manhã desta quinta-feira (22) durante a Operação Conexão, que acontece em cidades do Cariri e Sertão paraibano. De acordo com os delegados Cristiano Santana e Cristiano Jacques, responsáveis pela operação, os suspeitos fazem parte de uma organização criminosa envolvida com crimes de pistolagem, assalto a bancos e tráfico de drogas.

Conforme os delegados, entre as 25 pessoas presas estão o cabo Cláudio Chaves Correia, conhecido por “Chapinha”, lotado no município de Manaíra, e o sargento Cícero Roserval Rodrigues Leite, lotado em São Bento. Eles são suspeitos de, junto com o grupo criminoso, planejar matar um delegado da Polícia Civil e dois oficiais da Polícia Militar que trabalhavam nas investigações.

“A organização criminosa é suspeita de praticar os roubos às agências do Bradesco e Correios de Água Branca e dos Posto de Atendimento do Bradesco de Imaculada. O grupo planejava a morte de dois oficiais da Polícia Militar e um delegado da Polícia Civil, tendo em vista estarem trabalhando nas investigações”, revelou o delegado Cristiano Jacques.

Segundo Cristiano Jacques, a grupo criminoso, que tinha como “quartel general” o sítio Gavião, no município de Jurú, praticava homicídios por pistolagem ou por disputa de área de tráfico de drogas. Os presos são suspeitos de estarem envolvidos nas mortes de Antônio Burgo de Campos, executado no município de Tavares, Dimas da Silva Ramos, morto em Jurú, e Josué Bernardo de Oliveira, assassinado em Água Branca.

A Operação Conexão acontece nos municípios de Imaculada, Jurú, Água Branca, Tavares, Catolé do Rocha, Patos e Sumé. De acordo com o delegado Cristiano Jacques, além dos mandados a serem cumpridos na Paraíba, há também uma ordem judicial a ser cumprida em São Paulo.

Até as 10h desta quinta-feira (22), as informações da polícia eram de que, além dos 25 presos, durante a operação haviam sido apreendidas armas de fogo, cocaína e dinheiro. Conforme o delegado Cristiano Jacques, a droga comercializada pela associação criminosa saía do município de Sumé.

Na Paraíba, participam da ação cerca de 240 policiais das Regiões Integradas de Segurança Pública (Reisp) de Campina Grande e Patos, com reforço de cães farejadores e de viaturas de resgate e busca e salvamento do Corpo de Bombeiros. As equipes continuam nas ruas e novas prisões poderão acontecer no decorrer do dia.

Mandados de busca e apreensão, prisão preventiva e prisão temporária, no Sertão e Cariri da Paraíba — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Mandados de busca e apreensão, prisão preventiva e prisão temporária, no Sertão e Cariri da Paraíba — Foto: Polícia Civil/Divulgação

 

G1

 

 

Delegado pede exame de corpo de delito e convoca parentes de criança agredida em Mamanguape

A criança de dois anos de idade que sofreu agressões e espancamento do próprio padrasto será levada para a realização de exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML) em João Pessoa. O delegado de Rio Tinto, Deusdete Leitão, que acompanha o caso, confirmou em entrevista ao ClickPB que enviará um agente até o Hospital de Trauma, onde a criança está internada, para avaliar a sua situação e decidir quando será feito o exame.

“A partir do momento que tiver condições de fazer o exame. Quando tiver uma melhora aí vou solicitar”, ressaltou o delegado.

Ele comentou ainda que recebeu a documentação repassada pelo delegado plantonista e instaurou o inquérito para prosseguir com as investigações. Os parentes da criança serão convocados para prestar depoimento. O delegado Deusdete Leitão detalhou que pretende ouvir a mãe da criança, o padrasto e os avós maternos.

Os depoimentos deverão ser tomados logo após a realização do exame de corpo de delito. O delegado declarou ainda que se for necessário, irá colher os depoimentos nas residências dos envolvidos. O Conselho Tutelar da região deverá elaborar um relatório sobre o caso para enviar o documento ao delegado.

Até o momento ninguém foi ouvido pela polícia nem nenhuma prisão foi solicitada. Desdete Leitão antecipou ao ClickPB que, quando os agressores forem identificados, poderão ser autuados pela prática de maus tratos e lesão corporal. A mãe da criança, que tem 17 anos de idade, chegou a ser detida pela polícia, mas foi liberada pouco depois. Já o padrasto segue foragido.

De acordo com as primeiras informações, a criança, que tem dois anos de idade, teria sido agredida pelo próprio padrasto. O menino foi socorrido pelo avô materno, que o levou até o Hospital Infantil no bairro Valentina Figueiredo, em João Pessoa. De lá, precisou ser encaminhado até o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, também em João Pessoa.

De acordo com informações da assessoria do hospital, a criança segue internada na enfermaria infantil com quadro de saúde considerado regular. O menino não teve fraturas, mas apresenta vários hematomas pelo corpo e pelo rosto.

 

clickpb

 

 

‘Pai era muito controlador e não aceitava relacionamento’, conta delegado que investiga assassinato de ator

O delegado responsável pelo caso do homem que matou o ator Rafael Henrique Miguel, de 22 anos, e os pais dele em frente à casa da namorada do jovem ontem, na Zona Sul de São Paulo, diz que ele era contra o relacionamento dos dois: “O pai era muito controlador e não aceitava o relacionamento da filha com o Rafael”.

Fernando Bessa, da 6ª seccional, afirma que os três foram até a casa de Paulo Matias para conversar com ele sobre o namoro: “Eles conversavam no portão com Isabela e a mãe dela quando o Paulo chegou sem falar nada e atirou”.

As duas, por enquanto as únicas testemunhas chamadas pela polícia, não puderam prestar depoimento por questões de saúde: “Elas passaram mal depois do fato e foram para o hospital”.

A polícia acredita que a arma de Paulo Cupertino Matias era ilegal, já que ele tinha passagens pela polícia por roubo, furto, ameaça e lesão corporal nos anos 1990 e chegou a cumprir pena. O comerciante continua foragido.

Band News

 

 

Delegado diz que ‘tudo indica’ que Exército fuzilou carro de família por engano no Rio

O delegado Leonardo Salgado, da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, disse neste domingo (7) que “tudo indica” que os militares do Exército que mataram Evaldo dos Santos Rosa em uma ação durante a tarde em Guadalupe, Zona Oeste do Rio, atiraram ao confundirem o carro com o de assaltantes.

O automóvel de uma família foi atingido por mais de 80 disparos, segundo perícia realizada pela Polícia Civil. As cinco pessoas que estavam no carro iam para um chá de bebê: Evaldo, a esposa, o filho de 7 anos, o sogro de Evaldo (padastro da esposa) e outra mulher.

Evaldo dos Santos Rosa, de 51 anos, morreu na hora. O sogro dele, Sérgio, foi baleado nos glúteos. Seu quadro era estável. A esposa, o filho de 7 anos e a amiga não se feriram. Um pedestre que passava no local também ficou ferido ao tentar ajudar. Ainda não há informações sobre seu estado de saúde.

A Polícia Civil realizou a perícia no local porque os militares tiveram dificuldade em realizá-la, segundo o delegado, devido à revolta dos moradores que testemunharam o crime. Os envolvidos foram ouvidos em uma delegacia militar.

“Foram diversos, diversos disparos de arma de fogo efetuados, e tudo indica que os militares realmente confundiram o veículo com um veículo de bandidos. Mas neste veículo estava uma família. Não foi encontrada nenhuma arma [no carro]. Tudo que foi apurado era que realmente era uma família normal, de bem, que acabou sendo vítima dos militares”, afirmou o delegado em entrevista à TV Globo.

A família estava em um carro branco que, segundo testemunhas, foi confundido com um veículo da mesma cor que passou momentos antes.

Investigação militar

Os militares envolvidos no caso foram ouvidos, segundo a Polícia Civil, pelo próprio Exército – que entendeu que a investigação deveria ser militar. A Polícia Civil, no entanto, vê indícios para prisão em flagrante.

“Fica muito difícil tomar uma decisão diferente desta [prender], não vejo uma legítima defesa pela quantidade de tiros que foi. Os indícios apontam para uma prisão em flagrante”, afirmou o Salgado.

Comando militar fala em ‘injusta agressão’ de ‘assaltantes’

Logo após a morte de Evaldo dos Santos Rosa, o Comando Militar do Leste (CML) negou que tenha atirado contra uma família e disse que respondeu a uma “injusta agressão” de “assaltantes”. À noite, em outra nota, informou que o caso estava sendo investigado pela Polícia Judiciária Militar com a supervisão do Ministério Público Militar.

‘Continuaram atirando’

Uma amiga da família, que estava dentro do carro, contestou a versão do Exército e disse que os militares não fizeram nenhuma sinalização antes de abrir fogo contra o veículo.

“Eu não vi onde foi o tiro, mas eu acho que foi nas costas. Só que a gente pensou que ele tinha desmaiado no volante […] A gente saiu do carro, eu corri com a criança e ela também. A gente saiu do carro e mesmo assim eles continuaram atirando “, afirmou por telefone à TV Globo a amiga da família.

O que diz o Comando Militar do Leste

“A fim de realizar uma apuração preliminar da dinâmica dos fatos ocorridos, foi determinado pelo Comandante Militar do Leste que sejam coletados os depoimentos de todos os militares envolvidos, bem como ouvidas todas as testemunhas civis, o que está em andamento, nesse momento, na Delegacia de Polícia Judiciária Militar ativada na Vila Militar. O Ministério Público Militar já foi informado e está supervisionando a condução dessas oitivas”.

G1