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Mãe de bebê colocado em calçada é ouvida em delegacia

A mãe do bebê de 11 meses, deixado em uma calçada enquanto ela dava ré no carro, foi ouvida nesta quarta-feira (24), na Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Infância e a Juventude, em João Pessoa. De acordo com a delegada Joana D’arc, Beatriz Fernandes contou que acreditava que a criança estava dentro do carro no momento que entrou no veículo. Após o depoimento, a delegada informou que vai concluir o inquérito e, em seguida, enviar à Justiça.

Em reportagem do Fantástico, no último domingo (21), Beatriz Fernandes contou que a situação aconteceu em um momento de estresse extremo. O caso foi no dia 21 de julho. A mãe do bebê foi até a casa do pai para deixar a criança. Quando estacionou o carro, tirou a filha da cadeirinha e colocou no calçada.

“Eu não estava pensando, estava extremamente nervosa e lembrei das coisas da minha filha que estavam no carro e precisava pegar”. As imagens foram registradas por uma câmera de segurança. Beatriz entra no carro e começa a dar ré no veículo, perto da criança. Ela conta em entrevista que queria manobrar o carro para tirar de frente da garagem, mas havia um tambor de lixo na frente. “Mas no mesmo segundo eu vi que ela estava na calçada, pela câmera de ré”, conta.

Em depoimento, Beatriz Fernandes diz que foi um ato impensado e que entrou no carro para atender o telefone e, de tão contrariada que estava, esqueceu que a criança estava fora do carro.

A delegada perguntou porque ela engatou a ré e ainda andou um pouco com o carro. Beatriz repetiu a mesma versão da entrevista e disse que imediatamente viu a criança pela câmera de ré.

Beatriz Fernandes ainda contou que os momentos de desencontros de horários com o pai da criança nos dias de visita são constantes. O pai da bebê, o advogado Eduardo Aníbal, está com a guarda da criança há mais de 40 dias.

Ele disse que o juiz já havia esclarecido que o horário de visita não precisava ser exato. “Até porque eu trabalho e tem várias outras questões. Eu tinha contatado ela e disse que ia pegar a criança entre 12h e 12h30. Foi quando ela disse que tinha saído do local combinado e eu não ia ver minha filha”, contou. O advogado foi até uma delegacia, no mesmo dia, e prestou um boletim de ocorrência.

Beatriz, no entanto, diz que tentou falar com Eduardo desde 8h do sábado. As 12h30 ela disse que não precisava mais ele ir buscá-la, já que, segundo ela, ele ainda não havia saído de casa. “No domingo eu passei o dia tentando falar com ele”, revela.

Tanto Beatriz quanto Eduardo contam que não conseguem se organizar com os horários de visita combinado para a guarda compartilhada. Naquele fim de semana, o pai deveria ficar com a filha desde o sábado.

“Não teve um dia desde que isso aconteceu que eu não tenha me arrependido. Eu sei que eu jamais faria aquilo de novo. Não teve um dia que eu não pense onde ela está, com quem ela está, se ela dormiu, se ela está comendo direito. Eu estava nervosa, não foi pensado, quem foi que nunca errou?”, desabafa Beatriz.

No entanto, conforme a delegada Joana D’arca, embora o tempo em que a criança ficou sozinha seja muito curto, a imagem é clara e configura abandono de incapaz. Agora, Beatriz só pode ver a filha no berçário e nos fins de semana, na presença dos pais dela. O inquérito será concluído e entregue à Justiça.

G1

 

Delegado da PB que publicou texto ofensivo contra mulheres é afastado de delegacia, diz Seds

O delegado Francisco Azevedo foi afastado da titularidade da 9ª Delegacia de Polícia Civil, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, após uma publicação de um texto no perfil pessoal no Facebook, em que afirma que “mulher petista é mulher rapariga, safada, rodada, gostosa de transar e fácil de se apaixonar”. A informação foi confirmada pela assessoria da Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social (Seds) e publicada no Boletim Interno da Polícia Civil.

A Delegacia-Geral de Polícia Civil da Paraíba encaminhou nesta quarta-feira (3) para a Corregedoria uma denúncia contra o delegado. O texto foi compartilhado em caráter público no dia 15 de fevereiro deste ano pelo delegado, mas só ganhou destaque nesta quarta-feira (3).

O Partido dos Trabalhadores (PT) na Paraíba ao tomar conhecimento do texto emitiu uma nota de repúdio nesta quarta e informou que vai entrar com uma denúncia coletiva contra o delegado no Ministério Público, assim como com uma ação judicial. O secretário da Segurança e da Defesa Social, Jean Francisco Nunes, considerou uma “atitude reprovável que não tem, jamais, qualquer apoio da Polícia Civil ou da secretaria”.

Ainda nesta quarta-feira, o texto publicado pelo delegado foi criticado pelos vereadores Marcos Henriques (PT) e Sandra Marrocos (PSB) na tribuna da Câmara de Vereadores de João Pessoa. Após repercussão negativa do texto, o delegado Francisco Azevedo apagou a publicação do seu perfil pessoal.

Ao G1, a Delegacia-Geral de Polícia Civil informou, por meio da assessoria, que uma investigação preliminar vai ser aberta pela Corregedoria da Polícia Civil. O procedimento tem um prazo inicial de 20 dias, podendo ser ampliado caso os corregedores julguem necessário. A partir desta investigação, o procedimento pode ser convertido em sindicância, processo administrativo disciplinar ou ser arquivado, caso a Corregedoria não encontre irregularidades no comportamento do delegado.

“Tomei conhecimento e de imediato determinei que a Polícia Civil, que a delegacia geral de Polícia Civil encaminhasse o conteúdo para corregedoria para que seja apurado, todos os fatos e todas as circunstância”, explicou o secretário de Segurança da Paraíba.

No texto compartilhado pelo delegado, ele conta sua experiência na juventude, quando fez parte da militância do PT, a partir de 1996, e mantinha relações sexuais com mulheres que também integravam o partido. Francisco Azevedo, de acordo com o texto compartilhado por ele, ainda afirma que o único que crime que ele e os demais cometiam no partido era fumar maconha.

“Os integrantes do partido se apresentavam como líderes (e ou liderados). Você só era alguém no PT se liderasse alguma coisa”, relata. Em seguida, o delegado segue contando seu passado no partido. “Tinha até líder das bichas, mas surpreendentemente não havia líder das raparigas! Era estranho, pois nunca vi tanta rapariga junta num só lugar”, completa no texto.

Texto compartilhado por delegado da Paraíba afirma que 'mulher pestista é mulher rapariga' — Foto: Reprodução/Facebook

Texto compartilhado por delegado da Paraíba afirma que ‘mulher pestista é mulher rapariga’ — Foto: Reprodução/Facebook

Na parte final da publicação, delegado da Paraíba lamenta que o 'PT deixou de ser raiz' — Foto: Reprodução/Facebook

Na parte final da publicação, delegado da Paraíba lamenta que o ‘PT deixou de ser raiz’ — Foto: Reprodução/Facebook

No decorrer do texto publicado, Francisco Azevedo relata suas experiências sexuais com as mulheres do partido na época e conclui “enquanto a burguesia fazia sexo papai e mamãe e seus filhos cheiravam pó na orla, uma revolução se desenhava bem no centro, sob olhares dos edifícios que materializam o Poder do Estado. Pena que o PT deixou de ser raiz”.

No fim da publicação, o delegado explica que está lendo o livro de memórias de José Dirceu, integrante do partido preso no Mensalão, indicando indiretamente que a leitura motivou uma procura particular por uma memória sua do período em que integrou o partido. O G1 tentou contato com o delegado, mas não houve resposta.

G1

 

Adolescente é apreendido suspeito de arrombar delegacia para furtar armas, em Alagoa Nova, PB

Um adolescente de 17 anos foi apreendido em flagrante, na tarde deste domingo (17), suspeito de ter arrombado a Delegacia de Polícia Civil da cidade de Alagoa Nova e furtado armas do local. O prédio já havia sido alvo de arrombamento em janeiro deste ano, conforme informou a Polícia Civil.

Ainda de acordo com a PC, na manhã deste domingo os policiais foram comunicados do arrombamento na delegacia por pessoas que disseram ter passado pelo local e ter visto as portas abertas.

Os policiais iniciaram as diligências e localizaram o adolescente, suspeito de ter cometido o crime. Com ele foram apreendidas três espingardas, que t sido furtadas da delegacia, segundo o delegado Danilo Orengo.

O garoto apreendido está detido na Delegacia de Polícia Civil de Alagoa Nova, aguardando a realização da audiência de custódia.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

G1

 

Policiais civis se apresentam em delegacia para serem presos no RN

Pelo menos 300 policiais civis estão na Delegacia Geral da Polícia preparados para se entregar, nesta quarta-feira (3), em Natal (RN), de acordo com o Sinpol-RN (Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública). No entanto, até agora, nenhum agente foi preso.

Os agentes de segurança pretendem cumprir uma determinação da Justiça do Rio Grande do Norte, que determinou a detenção de policiais civis e militares e bombeiros que incitassem ou defendessem a greve da categoria.

Representantes dos agentes, escrivães, delegados e a delegada-geral da Polícia Civil do RN, Adriana Shirley, se reúnem para tentar solucionar o impasse.

O sindicato afirma que ainda não foi oficialmente notificado da decisão judicial. Segundo o presidente da entidade, Nilton César Arruda Ferreira, chegou-se a um impasse de difícil solução, já que o governo estadual alega não ter condições de saldar os salários atrasados dos servidores públicos e, com isso, a categoria sente-se impedida de retornar à normalidade.

“A categoria está impossibilitada de cumprir uma determinação judicial, que determina que sejamos presos se não retornarmos ao trabalho. A questão é que não temos como voltar com a maioria sem receber os salários de novembro e dezembro e o 13º salário. Não temos como honrar nossos compromissos ou como saldar nossas dívidas. Muitos não têm nem mesmo condições de se deslocar até o local de trabalho, que dirá tranquilidade para atuar tendo deixado a família em casa, sem dinheiro algum”, declarou Ferreira.

De acordo com o sindicalista, nem mesmo a determinação do desembargador Claudio Santos para que empresas de transporte público municipal e intermunicipal da região metropolitana de Natal e de Mossoró concedam passagem gratuita a policiais civis e militares, fardados ou não, foi efetivada. “Até o momento, não recebemos nenhuma orientação neste sentido e não sabemos como isso funcionaria na prática”, disse Ferreira, revelando que sua expectativa quanto ao resultado da conversa com a delegada-geral é “pessimista”, já que a decisão judicial manda que ela decrete a prisão dos profissionais que não retornarem ao trabalho.

Em greve desde o dia 19 de dezembro, a categoria, juntamente com o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar, solicita melhores condições de trabalho e pagamento de salários atrasados.

O presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais Militares e Bombeiros Militares de Natal, subtenente Eliabe Marques, afirmou em entrevista ao R7 que policiais militares também devem se entregar ao quartel para serem presos.

 

R7

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Acusado de homicídio se entrega na delegacia de Bananeiras

Após o crime a polícia conseguiu junto a justiça a decretação da prisão preventiva de Josinaldo Gomes Ferreira acusado pelo homicídio Wesley Ferreira da Silva (vulgo Bananinha) e atentado contra a vida de Severina Melo Fontes da Silva (Silvinha) o fato aconteceu na cidade de Bananeiras em 20 de Março desse Ano

Após várias diligências na casa de familiares e amigos para prender, o mesmo que havia se ausentado da cidade resolveu se entregar na manha desta terça-feira(16) ele foi encaminhado pra cadeia pública de Bananeiras

 

Redação TV Web Cidade

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MP denuncia omissão do Estado e pede interdição da delegacia de Sertãozinho

mppbA Promotoria de Justiça de Pirpirituba ajuizou uma ação civil pública com pedido de liminar requerendo a interdição da Delegacia de Polícia do município de Sertãozinho. A promotora Airles Kátia Borges Rameh de Souza destacou a omissão do Governo do Estado diante da falta de infraestrutura no local.

Segundo a promotora de Justiça Airles Kátia Borges Rameh de Souza, em substituição em Pirpirituba, no último dia 10 de janeiro, um agente de investigação procurou a Promotoria para informar sobre diversos problemas de segurança pessoal, estrutural, ausência de equipamentos básicos e de itens de prevenção de incêndio na citada repartição policial.

Ele relatou ainda, que em dezembro do ano de 2016, em razão de fortes chuvas ocorridas na região, as infiltrações no prédio aumentaram, vindo a alagar os cômodos, bem como houve desabamento do forro do teto, gerando muita lama, ficando o ambiente da Delegacia inadequado tanto para o atendimento da população, quanto para os policiais civis e militares que lá trabalham, em razão da insalubridade do local e dos danos causados nos documentos e equipamentos elétricos.

O agente informou também que o Governo do Estado tem conhecimento da situação e que, inclusive, foi encontrado um novo prédio para a mudança das instalações da Delegacia, no entanto, a parte burocrática não permitiu a celebração do contrato, e que já foram escolhidos quatro imóveis diversos, cujos contratos nunca são efetivados, em razão da demora do Governo Estadual.

“Em relação a todos os problemas acima elencados, verifica-se a completa omissão do Estado da Paraíba, que deixa de promover reformas na Delegacia do Município de Sertãozinho ou alugar um novo local, apesar de provocado para tanto”, conclui a promotora.

MaisPB com MPPB

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Filho agride a própria Mãe de 55 anos no Sertão e caso termina na Delegacia

sireneUm Filho de 28 anos agrediu a própria Mãe de 55 anos, na noite desta terça-feira (10), no Município de Catolé do Rocha, Sertão do estado. A agressão aconteceu na Travessa Hercílio Maia após um desentendimento entre os mesmos.

 

A Polícia Militar foi acionada pela Genitora e chegando ao local os Militares constataram a veracidade da denúncia. As partes envolvidas foram encaminhadas à Delegacia para as medidas necessárias que requer o caso.

ReporterPB

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Delegada diz ter sido agredida por advogado dentro de delegacia na Paraíba

Jornal Correio da Paraíba
Jornal Correio da Paraíba

A delegada Maria Rodrigues, 66 anos, da Polícia Civil da Paraíba, disse que foi agredida nessa quinta-feira (22), durante expediente na 14ª Delegacia Distrital em Santa Rita, na Grande João Pessoa. O suspeito da agressão seria um advogado, conforme informou a vítima.

Rodrigues explicou que duas mulheres são investigadas em um inquérito policial e, segundo a delegada, o advogado delas estariam obstruindo a investigação. As suspeitas teriam sido notificadas, mas como não compareceram à delegacia para prestar depoimento, a Justiça expediu um mandado de condução coercitiva.

Nessa quinta, as mulheres foram prestar depoimento, momento em que o advogado teria agredido a delegada. “Ele colocou o dedo no meu rosto e me empurrou. Eu sou uma pessoa idosa, assim como uma das investigadas. Sou uma delegada imparcial e faço meu trabalho com bastante lisura. O advogado estava super agressivo e alterado. Ele se aproveitou da situação porque na hora só estavam mulheres no local”, desabafou a delegada.

O delegado Everaldo Medeiros, seccional da 5ª Delegacia de Santa Rita, disse que o caso é investigado e testemunhas já foram ouvidas. “Estamos em fase de levantamento das informações. Entretanto, vamos tomar todas as medidas cabíveis necessárias contra o fato”, adiantou.

O advogado não foi encontrado para falar sobre o assunto, até a publicação dessa reportagem.

portalcorreio

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Menor depõe e delegacia começa apurar denúncia contra Célio Alves

celioA delegada Desirée Cristina Rodrigues Vasconcelos, revelou, nesta quinta-feira (27), que a ex-namorada do ex-secretário-executivo da Comunicação Institucional da Paraíba, Célio Alves, uma adolescente de 16 anos, prestou depoimento na Delegacia da Mulher Norte, localizada na avenida Pedro II, de João Pessoa (PB), nesta quarta-feira (26).

Em contato com a reportagem do Portal MaisPB, a delegada disse que não poderia dar detalhes do depoimento, pois o inquérito é sigiloso. “O que posso dizer é que a investigação começou e estamos tratando como qualquer outro. Estamos arregimentando provas e testemunhas para depois apresentá-las ao Ministério Público e à Justiça”, disse.

Secretário nega agressões e vê armação

Nas redes sociais, o radialista Célio Alves se pronunciou negando as acusações. Ele se disse vítima de uma “trama sórdida que se articulou para denegrir minha imagem e obter vantagens políticas e/ou financeiras”.

Célio informou ter sido agredido pela companheira e a responsabilizou pela destruição dos móveis de seu apartamento. O secretário postou imagens de hematomas pelo corpo e garantiu que em nenhum momento revidou as agressões.

Ele também publicou cópias de boletim de ocorrência, registrado seis dias depois do conflito, precisamente na última terça-feira (18).

Confira a postagem do secretário nas redes sociais

Uso este espaço para tratar de algo eminentemente pessoal, e só agora, pois não o fiz antes para preservar as pessoas envolvidas e por entender que questões de ordem pessoal não devem ser levadas a público. Mas, diante da trama sórdida que se articulou para denegrir minha imagem e obter vantagens políticas e/ou financeiras, não me resta outra opção que não seja a de trazer a verdade ao conhecimento de todos.

No último dia 12, no interior do meu apartamento, ao terminar um relacionamento amoroso de quase 10 meses de duração, fui surpreendido pela reação furiosa e descontrolada da jovem Kawanny Holmes, até então gente de expressão angelical.

Presenciei ela tentando destruir o interior do imóvel, atirando o que encontrava pela frente. Como se não bastasse, partiu para agredir-me fisicamente, como provam os hematomas que podem ser observados nas fotografias que consegui produzir.

Em nenhum momento, eu revidei qualquer das agressões, me limitando a pedir a ela que se acalmasse. Como não fui atendido, liguei pra sua avó (Mércia Holmes), que por estar em Itatuba, onde reside, orientou-me a chamar uma parente de nome Sandra para que esta acalmasse e levasse consigo a jovem furiosa. Assim eu procedi.

Ao chegar, Sandra ficou impossibilitada de entrar no apartamento, pois as chaves haviam sumido. A jovem Kawanny, de pronto, declarou ter jogado as chaves de cima do 4º andar. Eu, então, autorizei a Sandra que chamasse alguém pra arrombar a porta, bem como autorizei que acionasse a Polícia.

À essa altura dos fatos, a jovem descontrolada tentou se jogar do prédio. Foram cerca de 10 tentativas. Nenhuma delas se consumou graças à minha intervenção, que a segurei contra a sua vontade. Os vídeos que produzi (por estalo divino tive a ideia de gravar) provam isso. Em algumas das tentativas de suicídio, a moça já havia colocado parte do corpo do lado de fora da varanda do 4º andar.

Em meio à turbulência, eu consegui chamar, por telefone, Dona Raimunda, pessoa que trabalha como doméstica em meu apartamento, e um chaveiro. Ela possuía uma cópia da chave. Ele faria uma na hora ou arrombaria. Antes que chegassem, a Polícia Militar chegou.

As chaves já não funcionavam mais, devido ao fato de a fechadura ter sido danificada com as tentativas de arrombamento. Após isso, a jovem Kawanny, vendo que as chaves já não serviam, foi buscar duas que, ao contrário do que disse (jogado fora), escondeu num móvel.

Aos policiais, eu disse, por mais de uma vez, que arrobassem a porta. Eles preferiram aguardar uma furadeira que o chaveiro foi buscar. Com ela, finalmente, conseguiram entrar no imóvel.

Com a entrada de todos, à Polícia eu relatei os fatos. Às autoridades, então, colheram dados pessoais dos presentes. Na presença dos PMs, tanto Sandra (prima) quanto Kawanny nada disseram. Uma acusação sequer fizeram contra mim.

Depois disso, todos foram embora.

Na noite da mesma quarta-feira, eu recebi mensagem da jovem Kawanny, via whatsapp, fazendo juras de amor e pedindo perdão pelo comportamento e pelas agressões. O print dessa mensagem eu compartilhei com sua avó, sua mãe e seu pai. Ainda juntarei na apuração policial e em eventual processo judicial.

Na madrugada da mesma quarta, enviei os vídeos do ocorrido para avó da jovem, relatando os fatos. A reação dela foi favorável a mim. Eu sugeri, inclusive, que tratasse a jovem com um psiquiatra, pois claramente ela teve um surto, um acesso de fúria, coisa que nunca ocorrera.

Ao pai dela (Klinton Holmes) eu também enviei o conteúdo. Dele, recebi apoio, por compreender o ocorrido.

Para minha surpresa, fui informado por amigos que estavam recebendo informação de Kawanny e de sua avó, acusando-me de agressão, acompanhada de um recorte descontextualizado do vídeo que eu mesmo produzi.

Elas ainda teriam remetido o conteúdo e as acusações a adversários políticos meus, como Raniery Paulino e Zenóbio Toscano. Como se não bastasse, também mantiveram contato com a jornalista Pâmela Bório.

É de se perguntar:

Eu teria chamado uma prima da jovem, bem como sua avó, à minha residência, se estivesse a agredí-la?

Eu teria chamado a Polícia ao meu imóvel se estivesse a agredir a jovem?

Eu teria chamado minha funcionária pra abrir a porta se estivesse a agredir a jovem?

Eu teria chamado o chaveiro pra abrir a porta se estivesse agredindo a jovem?

Eu teria autorizado que arrombassem a porta se estivesse agredindo a jovem?

Por que, na presença da polícia, a jovem e sua prima não me acusaram?

Por que não foram a uma delegacia de polícia denunciar, diferentemente de mim, que registrei tudo na delegacia (conforme provo nesta postagem)?

Por que a jovem enviou-me longa mensagem pedindo-me perdão e confessando as agressões contra mim?

Por que a avó dela posicionou-se em meu favor?

Por que o pai dela também ficou do meu lado, o lado da verdade?

Está claro que alguém mudou de posição e busca obter vantagens políticas, pois preferiu juntar-se a adversários políticos meus ao invés de recorrer às autoridades competentes para apurar os fatos. Quem foi à polícia fui eu.

Sou pobre e venci na vida dizendo a verdade, mesmo tendo que enfrentar o ódio de alguns. Nunca os temi e não será agora que haverei de temer. Vou até o fim na elucidação de tudo, e, ao final, processarei meus caluniadores, sejam quantos forem. Não permitirei que achaquem contra a minha honra. Como também não cederei a chantagens. De mim não arrancarão um centavo, nem me verão de joelhos perante a mentira.

Confio em Deus, nas autoridades e no tempo.

Exoneração

Após denúncias de suposta agressão à ex-namorada, Célio Alves divulgou nota a imprensa, na manhã da última sexta-feira (21), comunicando o afastamento do cargo. Sua exoneração foi publicada ontem no Diário Oficial.

Na nota, Célio trata a denúncia como trama arquitetada para lhe prejudicar. “Em razão da escancarada exploração política da trama arquitetada contra mim, e para ter o tempo dedicado à cobrança da rigorosa apuração de tudo, comuniquei ao governador Ricardo Coutinho, na manhã desta sexta (21), minha irrevogável decisão de me afastar do cargo”, diz a nota.

Após a polêmica, Célio Alves entrou em contato com o Portal MaisPB, e disse que “em nenhum momento, nem a menor, nem os familiares dela, procuraram a polícia para denunciá-lo”. Ele acrescentou que a única queixa registrada até agora foi feita por ele, conforme boletim de ocorrência registrado última terça-feira (18).

O ex-secretário lembra que no dia do episódio solicitou pessoalmente a presença da Polícia Militar no seu apartamento.Ele também “estranha os familiares da adolescente não terem acionado à Polícia e terem buscado contato com a adversários políticos, dele e do governo”.

Confira a nota na integra abaixo:

NOTA

Em razão da escancarada exploração política da trama arquitetada contra mim, e para ter o tempo dedicado à cobrança da rigorosa apuração de tudo, a partir do próprio registro policial que fiz no último dia 18/10, comuniquei ao governador Ricardo Coutinho, na manhã desta sexta (21), minha irrevogável decisão de me afastar do cargo de secretário-executivo da Comunicação Institucional da Paraíba, que até então ocupei com afinco e probidade.

Agradeço ao governador Ricardo pela confiança que o fez nomear-me para o referido cargo, mas agora vou seguir a defender em outros espaços o projeto político que tem transformado a Paraíba para melhor.

É hora de lutar pelo prevalecimento da verdade, preservando meu nome e buscando reparação cível e criminal, na Justiça, contra os que a trama engendraram e os que a propagam.

“Viver é lutar.
A vida é combate
Que aos fracos abate
Que aos fortes, os bravos,
Só pode exaltar”

Célio Alves

MaisPB

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Bandos invadem cidades, atiram contra delegacia e explodem agências dos Correios na Paraíba

Reprodução/ Blog do Didi
Reprodução/ Blog do Didi

Duas agências dos Correios e Telégrafos foram alvo de ações criminosas na Paraíba, durante a madrugada desta terça-feira (6) nas cidades de Alcantil (Cariri) e Salgadinho (Seridó). Nas duas ações, os criminosos estavam em grupos de aproximadamente 15 homens. Os cofres das agências foram explodidos. As polícias investigam se as explosões foram praticadas pela mesma quadrilha.

De acordo com a Polícia Militar, em Alcantil, por volta das 3h20, cerca de 10 homens em veículos chegaram à cidade e deram início a ação criminosa. O grupo usou explosivos e destruiu os dois cofres da agência.

Dezenas de tiros foram disparados para assustar a população. Casas que ficam próximas a agência tiveram a fachada perfurada pelos disparos. Cápsulas de espingarda calibre 12 foram encontradas espalhadas pela cidade. O grupo fugiu jogando grampo na estrada. O prédio dos Correios ficou danificado. Não há informações sobre quantia levada.

Na cidade de Salgadinho, na região do Seridó, a 280 km de João Pessoa, aproximadamente 15 homens chegaram em três veículos e se dividiram para executar o crime. Uma parte ficou na frente da sede da delegacia onde também funciona o destacamento da Polícia Militar e os outros integrantes do bando foram para agência.

“Foram cerca de 300 tiros na cidade. O prédio da delegacia onde a gente estava foi alvo de vários tiros. A gente ficou encurralado e não tinha como reagir devido o armamento pesado que os bandidos usavam. O cofre da agência foi destruído. Ainda não sabemos a quantia levada porque só a Polícia Federal fará a perícia”, explicou o sargento Marcos Antônio, comandante do Destacamento da PM da cidade.

portalcorreio

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