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Polícia e MPPB deflagram operação para investigar lavagem de dinheiro na Paraíba

Ordens judiciais foram cumpridas nas primeiras horas desta quarta-feira em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Uma operação comandada pelo Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil foi desencadeada na manhã desta quarta-feira (26) em João Pessoa para combater a lavagem de dinheiro na Paraíba. De acordo com o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba (MPPB), o alvo da operação é uma ex-secretária da prefeitura do Conde, no Litoral Sul que teria ocultado cerca de R$ 3 milhões em patrimônio.

A Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão em João Pessoa. Por volta das 7h desta quarta, a polícia informou que um homem foi detido durante a operação no bairro dos Bancários, em João Pessoa e conduzido pela Polícia Civil. A princípio, a ex-secretária do Conde administrou a pasta de finanças do município. Até as 7h30 a operação ainda estava em curso, segundo informações da Polícia Civil.

A operação foi coordenada pelos delegados Allan Murilo Terruél e Karina Torres, do GOE, e contou com a participação de investigadores e escrivães, incluindo operadores táticos, e ainda integrantes do Gaeco. Os detalhes da operação devem ser repassados em uma entrevista coletiva às 9h30 desta quarta na sede do GOE, em João Pessoa.

Operação tem como alvo ocultação de patrimônio de cerca de R$ 3 milhões (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Operação tem como alvo ocultação de patrimônio de cerca de R$ 3 milhões (Foto: Walter Paparazzo/G1)

G1

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MPPB, Polícia Federal e CGU deflagram operação “Pão e Circo”

Esquema criminoso de contratações superfaturadas para eventos festivos ocorreu em várias cidades paraibanas; mais R$ 50 milhões foram desviados, nos últimos seis meses

O Ministério Público da Paraíba (MPPB), a Polícia Federal (PF) e a Controladoria Geral da União (CGU) deflagram, na manhã desta quinta-feira (28), a operação “Pão e circo”. Vinte e oito mandados de prisão temporária; 65 mandados de busca e apreensão; sete mandados de condução coercitiva e ordens de sequestro de bens móveis e imóveis expedidos pelo Tribunal de Justiça da Paraíba e pelo Tribunal Regional Federal da 5a Região estão sendo cumpridos em várias cidades paraibanas e no Estado de Alagoas.

A operação tem como objetivo desarticular um esquema criminoso destinado a fraudar licitações e desviar recursos públicos federais, estaduais e municipais. Durante um ano, as investigações feitas pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do MPPB constataram a participação direta de prefeitos, seus familiares e servidores públicos, além de empresas “fantasmas” que foram constituídas com a finalidade de desviar dinheiro público e fraudar procedimentos de contratação de serviços para a realização de eventos festivos (Ano Novo, São João e São Pedro, Carnaval e Carnaval fora de época, aniversários das cidades, etc).

As fraudes eram feitas em licitações, dispensas e inexigibilidades de licitação, contratos com bandas musicais, montagem de palcos, som, iluminação, comercialização de fogos de artifício, shows pirotécnicos, aluguéis de banheiros químicos e serviços de segurança.

Mais de 40 mil gravações com autorização judicial foram feitas. As investigações apontaram também o superfaturamento dos objetos contratados, a inexecução dos serviços contratados e documentos forjados atestando a falsa exclusividade de artistas e bandas para justificar irregularmente o procedimento de inexigibilidade de licitação.

De acordo com o procurador-geral de Justiça, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, o esquema era comandado por empresários dentro das próprias prefeituras. Estima-se que, nos últimos seis meses, foram desviados mais de R$ 50 milhões dos cofres públicos.

Mandados

Os mandados de prisão temporária compreendem os prefeitos de Sapé, Solânea e Alhandra; as primeiras-damas de Alhandra e Solânea, além de secretários municipais de Sapé, Santa Rita e Solânea; servidores públicos do Instituto de Previdência e Assistência Social de João Pessoa (Ipam) e da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope); empresários que atuam no ramo de eventos festivos e outros servidores públicos. Um dos mandados está sendo cumprido em Alagoas, contra o empresário Carlos Abílio Ferreira da Silva.

Eles são acusados de falsificar documentos públicos e privados, falsidade ideológica, crimes contra a ordem tributária (sonegação), corrupção ativa e passiva, fraude em licitação, desvio de verba pública, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Já os mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nas sedes das prefeituras de Alhandra, Boa Ventura, Cabedelo, Capim, Conde, Cuité de Mamanguape, Itapororoca, Jacaraú, Mamanguape, Mulungu, Sapé, Santa Rita, Solânea e na Funjope, na Capital, além de sedes de diversas empresas que atuam no ramo de eventos festivos, localizadas em Alhandra, Bayeux, Conde, João Pessoa, Mari, Pirpirituba, Rio Tinto e Santa Rita, bem como nas residências dos respectivos sócios.

Coletiva

Cerca de 300 policiais federais, 30 policiais militares e 20 auditores da CGU participam da operação, além de 12 promotores de Justiça. Às 10h, será realizada uma coletiva de imprensa com representantes do MPPB, PF e CGU, no auditório da sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em João Pessoa.

Ministério Público da Paraíba

Professores da UFCG deflagram greve por tempo indeterminado; UFPB ainda faz assembleia

Os professores da UFCG aprovaram hoje (14/05) pela manhã, por unanimidade, em assembleia geral, greve por tempo indeterminado a partir de quinta-feira (17/05). A categoria reivindica a reestruturação da sua carreira, com a valorização do piso, melhoria das condições de trabalho docente das IFES e incorporação das gratificações ao salário. A assembleia aconteceu no Auditório da Unidade Acadêmica de Arte e Mídia.

A decisão da assembleia considerou que a edição da Medida Provisória que foi editada pelo Governo para substituir o Projeto de Lei 2203/11 que está tramitando no Congresso e que atenderia os objetivos do acordo emergencial firmado em 2011, e não cumprido pelo Governo, é insuficiente para atender as reivindicações da categoria, porque a principal demanda dos professores é a reestruturação da carreira docente, que hoje possui inúmeras distorções e defasagens.

A negociação da reestruturação vem se arrastando deste o ano passado, sempre com o governo não oferecendo contrapropostas aos docentes, apesar de avaliar que a proposta de carreira apresentada pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior – ANDES-SN é bem fundamentada e resolveria muitos dos problemas existentes na atual carreira. Ao mesmo tempo, o Governo tem sempre se negado a avançar nas negociações alegando é preciso antes avaliar o impacto financeiro da reestruturação.

Os professores avaliaram que o Governo Federal só editou a Medida Provisória para substituir o PL 2203/11 porque a categoria mobilizou-se e ameaçava entrar em greve. Por outro lado, vários os docentes durante a assembleia também ressaltaram a intenção do Governo de desmobilizar a categoria ao editar a Medida Provisória sobre o acordo nas vésperas do início da greve, quando o acordo emergencial deveria ter entrado em vigor até o final de março.

A aprovação de greve aconteceu por unanimidade dos 78 professores presentes na assembleia. Assim que a decisão foi tomada, a assembleia iniciou a formação do Comando Local de greve e a escolha de um representante da ADUFCG no Comando Nacional de Greve, que funcionará em Brasília. Os Comandos serão instalados na quinta-feira pela manhã. Dezoito professores, além dos integrantes da diretoria, já integram o Comando Local.

Também na quinta-feira acontecerá uma paralisação que está sendo convocada pelo Fórum das Entidades representantes dos Servidores Públicos Federais. Um café da manhã está sendo programado para acontecer em frente ao portão principal da UFCG, em Campina Grande, como parte da mobilização.

ADUFCG

PF e PM deflagram operação, prendem traficantes e apreendem crack em Campina Grande

Uma operação conjunta entre as policias Militar e Federal denominada ‘Olhos de Águia’ resultou na prisão de dois traficantes e apreensão de 5kg de crack e 800g de uma substância possivelmente de cocaína. A ação policial ocorreu na tarde desta terça-feira (17), em Campina Grande.

Drogas e traficantes presos

Drogas e traficantes presos ( foto: @SouzaNetoTC)

De acordo com o coronel Souza Neto, comandante do 2º BPM, os policiais federais e militares receberam a informação sobre a droga e montaram uma operação no bairro das Malvinas.

Ruas foram cercadas e os policiais prenderam Francisco Josenildo Nogueira de Lima, 30 anos, natural de Alexandria-RN e José wilker Lins da Silva, 25 anos, natural de Campina Grande.

Ainda de acordo com o coronel, o entorpecente seria transportado para cidade de Alexandria no Estado Rio Grande do Norte por Franscisco Josenildo. Os traficantes não informaram a origem da droga.

A dupla foi autuada na Delegacia da Polícia Federal em Campina Grande.

Hyldo Pereira

Portalcorreio