Arquivo da tag: defende

‘Fim do Fundeb será desastre total para os municípios’, diz João e defende alternativa

O governador João Azevêdo (PSB), comentou em entrevista nesta segunda-feira (20) a respeito do fim do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), previsto para acabar em 2020. Ele alertou que o fim dos recursos seria desastroso, principalmente para os municípios e defendeu a alternativa apresentada pelos governadores do Nordeste que aumenta o repasse do governo em 2% ao ano, até chegar a 40%.
“O Fundeb é fundamental para a manutenção do ensino básico, principalmente nos municípios. Foi criado por um tempo que termina no próximo ano e geraria um impacto nos municípios que não teriam condições de manter o ensino”, disse.
João explicou que nos moldes atuais, o Governo Federal só entra com 10% do Fundeb, o restante é estado e municípios. “Para o estado o impacto é menor, daria para sobreviver, mas o prejuízo é muito grande e para os municípios seria um desastre total”, afirmou, lembrando que a proposta apresentada no Fórum de Governadores e aceita pelo Senado, foi a de um Projeto de Lei que passasse de 10 para 20% o repasse do governo federal e acrescentasse a isso 2% ao ano até chegar a 40%.
Este projeto está tramitando no Congresso e João afirmou que espera que ele seja aprovado dessa forma. “Afinal, Educação é o único caminho para desenvolver o país. 15 dias atrás entregamos diretamente ao presidente uma carta que pedimos a retomada das obras paralisadas e tratasse do débito do antigo Fundef; do final do Fundeb e corte das universidades. Não concordamos com os cortes feitos, isso gera paralisação da maioria das universidades já em setembro, é um desastre, uma perda irreparável, não se consegue resgatar isso, vai demorar muito tempo para o país entender o prejuízo”, finalizou.

Marília Domingues

 

 

 

Secretário de Segurança da PB defende mais rigor na emissão de CNHs

Presente ao lançamento do Movimento ‘Maio Amarelo’, aberto na Paraíba, na manhã desta quinta-feira (02), pelo governador João Azevêdo e pelo superintendente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB), o secretário da Segurança e da Defesa Social Jean Nunes classificou como uma epidemia os acidentes no trânsito, envolvendo, principalmente, motocicletas e defendeu um maior rigor na emissão das Carteiras de Habilitação.

“O país todo enfrenta uma verdadeira epidemia de acidentes de trânsito, em especial de motocicletas, e isso deve ser combatido com mais rigor”, defendeu.

Para o secretário, é necessário o envolvimento sistemático de todos em busca de um trânsito mais seguro.

“Temos que ter Estado, municípios e cidadãos envolvidos, ações educativas que têm que iniciar desde o período da formação escolar, além de rigidez na emissão de carteiras nacionais de habilitação (CNH), reorganização da mobilidade urbana, enfim uma série de ações que podem e devem ser desencadeadas”, disse.

Para ele, uma maior fiscalização poderia ser uma das alternativas a serem colocadas em prática.

“Deve-se disciplinar melhor esse enfrentamento a essa epidemia”, arrematou.

 

PB Agora

 

 

Deputado Chió (REDE) defende medidas para conclusão de Biblioteca em Picuí

No Dia Internacional do Livro, celebrado neste 23 de Abril, o deputado Estadual Chió (REDE) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa defendendo medidas para a conclusão da Biblioteca de Picuí, no Curimataú do estado.

“Coloco o nosso mandato como ponte de diálogo entre a Prefeitura e o Governo do Estado, para que burocracia nenhuma impeça os estudantes e o povo de Picuí de receberem conhecimento. Todo o Curimataú anseia pela inauguração dessa obra”, reivindicou Chió.

Na oportunidade, o parlamentar antecipou a realização de um Sessão Especial sobre Educação, já na próxima terça-feira (30), na Assembleia Legislativa, por iniciativa do seu gabinete. Além de vice-presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desportos da Casa, a educação é uma das bandeiras de luta do mandato parlamentar de Chió.

“Próximo domingo, dia 28, é o Dia Internacional da Educação. Reitero a necessidade de incluirmos a pauta da educação como prioridade de nação, de Estado. Estou propondo uma Sessão Especial na Casa para discutir novas alternativas para a educação paraibana. São várias as cidades que tem apostado na educação como prioridade, essas experiências precisam ser compartilhadas”, antecipou Chió.

O parlamentar defendeu a implantação da Educação Emocional nas Escolas Estaduais, além do fortalecimento de atividades que beneficiem diretamente a Primeira Infância, com ações mais enérgicas voltadas ao desenvolvimento de crianças.

Fonte: Ascom Deputado Estadual Chió (REDE)

 

 

 

Presidente dos Correios defende fechamento de agências para modernizar empresa

(Foto: Divulgação/Core-RS)

O presidente interino dos Correios, Carlos Fortner, disse à Coluna que a decisão de fechar agências próximas umas das outras está mantida, mas que ainda analisa quais terão as atividades encerradas. No sábado, a Coluna revelou que a diretoria da empresa aprovou em fevereiro, em reunião sigilosa, proposta de fechamento de 513 agências e demissão de servidores. Fortner nega que o número esteja fechado. Diz que pode aumentar ou diminuir a depender do estudo que ele mandou fazer e que pode ficar pronto nesta semana. Ele quer analisar uma a uma as agências que estão na lista da degola.

“Não é cabível numa empresa que quer ser modernizada, que quer se atualizar, que quer estar saudável, ter uma agência a 50 metros uma da outra, gastando com dois imóveis e assim por diante…Copacabana (RJ) tem agências a um quarteirão da outra. Não faz o menor sentido isso”, diz. Sobre demissões, ele afirma: “Evidentemente que o fechamento da agência, no limite, vai implicar sim em liberação de excedente de mão de obra.” Filiado ao PSD, mesmo partido do ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, Fortner diz não saber quando será efetivado no cargo.

A diretoria dos Correios e o conselho de administração aprovaram proposta de fechamento de agências e demissões dos servidores no início do ano. O senhor era um dos vice-presidentes que aprovou a proposta. Quando as agências começam a ser fechadas? O documento fala a partir de maio.

Vou avaliar uma por uma ainda. Estarei recebendo nesta semana as fichas de cada uma dessas agências. Nós vamos avaliar todas elas. Ao final, tudo isso será repassado para o Ministério das Comunicações e para o Ministério do Planejamento também. Terá uma apresentação ao TCU. Esse prazo de maio que está indicado é um cronograma tentativo. Para mim, é algo que ficará só a partir do segundo semestre.

Quantas agências serão fechadas? O documento fala em 513.

Quando foi apresentado a primeira tabela  aprovou-se um número de 513. Originalmente eram 752. Depois abaixou. Eu pedi um aprofundamento para a área responsável. Quero que me convençam de uma a uma. Hoje estamos revisando todo o estudo para se chegar a uma planilha conclusiva. Ainda não temos essa planilha. É algo que não deveria ter sido vazado. Vamos abrir uma sindicância interna para apurar o vazamento [a Coluna divulgou cópia da proposta aprovada].

O senhor pediu o reestudo para quem?

Para a área técnica. É um ato discricionário meu e foi informado aos vice-presidentes. As agências que tivermos dúvidas quanto à rentabilidade ou o impacto que o fechamento pode causar na região sairão da lista.

O senhor vai revogar a decisão que foi tomada?

Não. O que eu vou fazer é analisar agência por agência. Não houve naquele momento apresentação da lista [de agências].

Houve sim. O documento aprovado indica as agências num anexo, define cronograma a partir de maio para iniciar o fechamento delas e fala em demissões.

Sem dúvida. A diretoria da área fechou o estudo das 513 agências. Nós validamos o estudo (na reunião de diretoria e depois pelo conselho de administração) e, a partir dali, eu entendi que era necessário conhecer agência por agência.

Qual o critério para fechar as agências?

Eu tenho agência que está espalhada a 50 metros uma da outra. Não é cabível numa empresa que quer ser modernizada, que quer se atualizar, que quer estar saudável, ter uma agência a 50 metros uma da outra, gastando com dois imóveis e assim por diante. Eu pedi que, a partir da lista, que ainda está sendo validada, nem sei se serão 500, talvez termine com 400 agências, não sei, vou avaliar uma por uma ainda.

Haverá etapas?

Pedi para separar em fases. A primeira é agência própria que sombreia [está próxima de] agência própria que funciona em imóvel alugado. Eu não vou manter com dinheiro público uma agência que sombreia a outra em cima de um imóvel alugado. Eu devolvo o imóvel e ainda corto custo. Não tem demissão nenhuma nessa etapa. Absorvo essas pessoas em outra agência. Nos lugares em que eu tenho agências com pouco movimento e tenha outra próxima que possa permitir o deslocamento aceitável das pessoas não tem porque manter a agência aberta.

No documento aprovado, inclusive pelo senhor, fala-se em demissão sem a qual não teria rentabilidade para os Correios.

De fato não consegue. Evidentemente que o fechamento da agência, no limite, vai implicar sim em liberação de excedente de mão de obra. É inevitável. Quanto é o excedente hoje? Esse número de 5 mil pessoas é para todo o universo de 752 agências, o primeiro número [proposto pela consultoria]. Tudo isso ainda tem tanto a amadurecer. Eu mesmo pedi para separar por Estado, quero saber os dados do município, qual a agência mais próxima.  Quero saber quantos quilômetros leva para a pessoa se deslocar de uma agência que será fechada para outra.

O senhor vai revogar a decisão da diretoria de fechar as agências?

No momento em que eu assumi a presidência [ele ocupa o cargo interinamente desde abril] eu solicitei o reestudo do trabalho todo. Não é uma questão de revogar o trabalho. O fechamento de agências sombreadas é uma decisão que vai ser tomada, sim. Se é agora, no segundo semestre ou daqui a um ano faz parte de um projeto para que se possa ter uma empresa saudável. Não adianta eu ter uma agência perto da outra. Copacabana (RJ) tem agências a um quarteirão da outra. Não faz o menor sentido isso.

Em Minas está incluído na lista de fechamento a agência central de Belo Horizonte.

Eu não tenho essa definição. Esse cronograma que está definido a partir de maio é um erro da área técnica que fez isso.  Tá errado. Vou dividir isso em fases. Vamos fazer por Estado, por fases. A primeira fase é agência própria sombreada por agência própria em imóvel alugado. Num segundo momento é agência própria sombreada por agência própria num imóvel próprio. Num terceiro momento são agências próprias sombreadas por agência franqueada.

Quando sai a lista definitiva das agências que serão fechadas?

Dei prazo para finalizarem esse trabalho que já venceu duas vezes. Paciência. Tá dando prejuízo? Tá dando. Mas eu vou tomar a decisão ciente, tranquilo de que a tomada (sobre quais fechar) foi correta.

O senhor tem um limitador da lei eleitoral e não pode fazer demissões depois de junho.

Se eu não conseguir fazer agora eu vou respeitar a lei eleitoral. O que eu posso fazer? Não é uma empresa privada. O vazamento estraga o projeto. É um trabalho que estava sendo feito com todo cuidado.

Por que não foi feito audiência pública para ouvir a sociedade?

Não tem isso. É um ato discricionário do gestor.  Imagina se cada decisão que eu for fazer eu tenho que chamar audiência publica. Isso não existe. Vai ser conversado com os prefeitos onde vai haver fechamento. Uma coisa é eu ver o mapa do Google. É diferente do município me dizer. Há necessidade de uma sensibilidade maior na definição das agências. Existe um projeto de redesenho da rede de atendimento aonde esse projeto vai ser implementado sim. Agora vamos ver agência por agência, entender o impacto qualitativo em cada uma delas.

A medida vai favorecer os franqueados?

Não há favorecimento aos franqueados. Em alguns casos pode até ser que a agência seja absorvida por uma dessas. As franqueadas prestam um bom serviço ao parceiro. Fazem parte da rede de atendimento.

O senhor diz que a decisão do fechamento das agências está tomada, foi o que publicamos. O que vocês estão avaliando é quais são as agencias que serão fechadas a partir de uma nova lista. É isso?

Não. Ela está baseada na lista [aprovada em fevereiro pela diretoria], sim. Pode ser que dessa lista saiam agências ou entrem agências. Por que está baseada nessa lista? Porque ela foi levantada a partir dos estudos da consultoria. No projeto de reestruturação da empresa já estava previsto a remodelagem. Não é novidade.

A novidade é que vocês aprovaram o fechamento a partir de maio.

Nós estamos fazendo isso com cuidado. Não é uma decisão simplesmente de caráter econômico. Vamos revisar agência por agência. Teremos dia 8 uma reunião na Secretaria de Planejamento onde esse tema tem sido recorrente. Estou sendo cobrado. Mas fazer o que? Não ficou maduro para maio. Não vou fechar agência a torto e direito.

Pela reavaliação que o senhor diz estar fazendo. Quantas agências serão fechadas?

Não sei ainda. Se eu falo cria uma expectativa. A gente está identificando que cabem outras agências que não estão na lista [de 513]. Podem ser mais, podem ser menos.

O senhor disse que numa primeira etapa não haverá demissões.

Tem uma série de etapas antes de chegar na demissão motivada, onde se oferece ao atendente a oportunidade de ele trabalhar em outra áreas. Na primeira etapa (fechar agência sombreada que funcionada em prédio alugado próxima de outra) não tem demissão. Pelo estudo ainda preliminar são umas 60.

O documento que vocês aprovaram não fala de etapas. Diz que sem demissão não tem rentabilidade.

No limite é exatamente isso. Mas se o pessoal se dispuser em trabalhar em outra área a gente aproveita.

Por Andreza Matais do Estadão

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Cássio diz que PSDB apoia Romero para Governo e defende candidatura de Lula

O senador Cássio Cunha Lima revelou em entrevista ao Programa “Bastidores”, com Padre Albeny, nesta terça-feira, que o PSDB está fechado em torno do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, caso ele resolva ser candidato ao Governo. Noutro momento, ele defendeu que Lula possa ser candidato a Presidente da República.

– É importante que Lula possa ser candidato e possa ser derrotado pelas urnas e respeitar o resultado – declarou.

Cássio revelou que em recente reunião na cidade de Guarabira o PSDB fechou questão de apoio total ao prefeito Romero Rodrigues caso ele decida ser candidato ao Governo.

– Vai depender exclusivamente dele, que tem nosso apoio incondicional – frisou.

Ele admitiu que, se acaso Romero.não assuma candidatura, o prefeito de João Pessoa,Luciano Cartaxo, é ótima opção.

Walter Santos

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

RC defende eleições diretas e dispara: ‘O cargo de presidente está doente por falta de legitimidade’

O governador Ricardo Coutinho (PSB) voltou a defender esta semana a realização de eleições diretas para a Presidência da República. O socialista disse que esta é a única forma de reaproximar o povo da política, além de dar a legitimidade que o cargo precisa para operar as mudanças necessárias ao país.

“Minha luta é pela preservação da democracia. O cargo de presidente está doente por falta de legitimidade. Defendo as eleições diretas como uma forma de reaproximação do povo com a política e uma forma de devolver ao mandato de presidente a necessária legitimidade”, disse o governador em entrevista a uma estação de rádio na última sexta-feira (9).

Ricardo criticou as “promessas” de quem defendeu o que ele chamou de “aventura golpista” e disse que o povo já percebeu que foi enganado.

“O governo do PT deixou de profundar reformas e distribuído o poder com o povo. Isso era fundamental porque quando veio a aventura golpista, o povo teria resistido, mas o povo foi manipulado, aceitou isso sem perceber, mas hoje está percebendo. Falava-se do déficit público que era de R$ 90 bilhões na época de Dilma e hoje é de R$ 170 bilhões, mas ninguém fala mais disso; o desemprego que era de 11 milhões passou para 14 milhões e eles diziam que acabariam com o desemprego; que a corrupção, imagine, usando um discurso fascista e manipulador, acabaria”, comparou.

blogdogordinho

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Luiz Couto defende manutenção da aliança com o PSB em 2018

Luiz-CoutoO deputado federal Luiz Couto (PT) disse, nesta sexta-feira (7), que defende a manutenção da aliança do PT com o PSB no estado da Paraíba para as eleições de 2018. Para o parlamentar, o governador Ricardo Coutinho tem feito um bom trabalho no estado, além de manter-se fiel ao projeto político do PT e da ex-presidente Dilma Rousseff.

Fidelidade – “Nesse aspecto, o companheiro Ricardo Coutinho é referência”, destacou Luiz Couto, referindo-se ao reconhecimento do governador paraibano ao trabalho do PT para a execução e conclusão das obras da Transposição das águas do Rio São Francisco; bem como o apoio de Coutinho durante a visita dos ex-presidentes petistas Dilma e Luiz Inácio Lula da Silva ao eixo leste da transposição, na cidade de Monteiro, no Cariri paraibano.

No entanto, Luiz Couto fez questão de ressaltar que a manutenção da aliança do PT com o PSB não depende de sua vontade.  “Quem vai definir é o Diretório Estadual do Partido e o Encontro Estadual”, justificou o deputado federal, reforçando que, individualmente, vai defender o apoio a Ricardo Coutinho no processo eleitoral de 2018. Para ele é importante “para o bem da Paraíba e para o bem do povo paraibano” manter a vinculação do PT com o PSB.

ClickPB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Adepdel defende decisão do STF de proibir greve das polícias

 (Foto: Blog do Ricardo Pereira)
(Foto: Blog do Ricardo Pereira)

O vice-presidente da Adepdel (Associação de Defesa das Prerrogativas dos Delegados de Polícia Civil da Paraíba) se manifestou favorável a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de declarar nesta quarta-feira (5) inconstitucional o direito de greve de servidores públicos de órgãos de segurança e decidiram proibir qualquer forma de paralisação nas carreiras policiais.

“Não cabe mais a decretação de greve nos dias de hoje, pois só prejudica a sociedade”, declarou Steferson Gomes, que defende, entretanto, a paralisações pontuais dos policiais civis em defesa de seus direitos e reivindicações.

Para o representante da Adepdel, a greve de policiais sempre tem a repulsa da sociedade, então, eu apoio a decisão do Supremo.

Para o presidente do Clube dos Oficiais da Polícia Militar da Paraíba, a decisão do STF não afeta os policiais militares. Coronel Francisco de Assis lembra que a a Constituição já proíbe greve dos militares.

Ele lamenta, no entanto, que os deveres da PM são muitos, mas os direitos não são respeitados. “Estamos na vala dos comuns. Somos abandonados”, desabafa.

Apesar de proibir  as greves de policiais, a Suprema Corte também decidiu, por maioria, que o poder público terá, a partir de agora, a obrigação de participar de mediações criadas por entidades que representam servidores das carreiras de segurança pública para negociar interesses da categoria.

A inconstitucionalidade das greves de policiais foi declarada no julgamento de um recurso apresentado pelo governo de Goiás contra uma decisão do Tribunal de Justiça do estado que havia considerado legal uma paralisação feita, em 2012, por policiais civis goianos.

clickpb

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Cássio defende unidade dos partidos de oposição para as eleições estaduais

cassioO senador Cássio Cunha Lima (PSDB)  defendeu, nesta segunda-feira (3), esforço para manter a  unidade dos partidos de oposição na Paraíba para as eleições 2018.

Em entrevista ao programa Correio Debate, da 98 FM, Cássio considerou normal a movimentação dentro dos partidos em relação ao pleito, mas, segundo o tucano, ainda não é o momento ainda não é o momento de escolha de nomes.

Para Cássio, assim como os outros partidos tem nomes a disputa eleitoral, no PSDB não é diferente. Entretanto, no sentido de manter as legendas unidas  ele disse que prefere não opinar por nomes.

“Respeitando o projeto de cada partido para que a frente  das oposições na Paraíba possam marchar unida  em 2018 e  nem discutindo ou fulanizando. Essa é  minha opinião”, afirmou.

Roberto Targino – MaisPB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Ministro Barroso, do STF, defende voto em lista fechada de candidatos

luis-roberto-barrosoO ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nessa quinta-feira (23) a proposta de que nas próximas eleições, em 2018, o voto se dê em lista fechada, na qual o eleitor vota na legenda e não em um candidato específico.

A proposta voltou a ser discutida abertamente nesta semana no Congresso Nacional, sendo defendida pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do Senado, Eunício Oliveira(PMDB-CE). Pelo sistema, o partido define uma ordem de preferência de candidatos ao Legislativo e o eleitor vota na legenda.

Barroso criticou o sistema atual, em que os deputados federais são eleitos de modo proporcional, mas o voto é nominal. Por esse modelo, o eleitor escolhe um candidato A, mas seu voto é contabilizado para a legenda e com isso, pode garantir indiretamente a eleição de outro candidato B, que recebeu poucos votos diretos.

“A vida demonstra que mais de 90% dos candidatos não são eleitos com votação própria. Portanto, o eleitor pensa que está elegendo quem ele quer, no entanto ele está elegendo quem ele não tem a menor ideia”, afirmou Barroso nesta quarta-feira, durante um seminário sobre reforma política e financiamento de campanha no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Barroso defedeu que, pelo sistema de lista pré-ordenada, o eleitor pode analisar o “pacote completo”.  “Aberto parece bacana e fechado parece ruim. No entanto, no sistema de lista pré-ordenada, você olha o pacote completo. Embora não possa eleger nominalmente, você sabe quem está mandando [ao Congresso]”, acrescentou o ministro.

Lava Jato

Uma das principais críticas à proposta é a de que ela estaria sendo defendida neste momento com o objetivo de garantir a reeleição, e portanto o foro privilegiado, para parlamentares que são hoje alvo da Operação Lava Jato. Isso porque caberia aos partidos montar a lista e os deputados e senadores que já possuem mandato teriam mais condições políticas de garantir uma vaga no topo.

“Pessoas que nunca defenderam esse ponto de vista [lista fechada] subitamente o estão defendendo, porque as circunstâncias mudaram, os interesses mudaram, e há algumas conveniências. Mas se as pessoas estiverem fazendo o que é certo, não importa a sua motivação”, disse.

O ministro defendeu que deve-se aproveitar o momento para criar sistema “possível e ideal”, ainda que cause algum efeito colateral.  “É muito importante nós pensarmos que a vida não é feita para a próxima eleição, a vida é feita para a próxima geraçã”, afirmou Barroso.

Agência Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br