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Fla é derrotado, decepciona torcida e adia classificação

Em noite de público recorde no Maracanã no ano, o Flamengo decepcionou. O time comandado por Abel Braga foi derrotado por 1 a 0 pelo Peñarol, na noite desta quarta-feira, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores. O gol do jogo foi marcado pelo atacante Viatri, que entrou no segundo tempo. Gabigol foi expulso aos 29 da segunda etapa por entrada dura em Rojo.

Com o resultado o Penãrol assume a liderança do Grupo D, com seis pontos, mesmo número do Fla, que perde no saldo de gols. A LDU é terceira com 4 e o San Jose, o lanterna com apenas 1. O próximo compromisso do time rubro-negro pelo torneio é no dia 11, contra os bolivianos, também no Maracanã.

Poucas chances

Com o Maracanã lotado, o Flamengo bem que tentou sair para o jogo nos primeiros minutos de jogo, mas o que se viu em campo foram dois times comedidos e mais preocupados em em defender. O Peñarol arriscou algumas jogadas pelas pontas. As melhores chances do Fla saíam das articulações de Diego, que deixou Gabigol duas vezes em boas condições. Em uma delas, aos 12 minutos, o chute do camisa 9 passou ao lado do gol de Dawson e empolgou a torcida. O Penãrol respondeu aos 22 Canobbio aproveitando cruzamento da direita de cabeça, afastado por Pará.

Faltou pontaria

O time rubro-negro passou a pressionar a saída de bola dos uruguaios. A estratégia deu certo e nos erros do adversário o Fla colocou pressão. Faltou, no entanto, combinar com Gabigol, que teve pelo menos duas chances mas não acertou o pé.

Milagre de Diego Alves

No final do primeiro tempo, Gabigol sofreu falta na entrada da área e Diego cobrou em cima da barreira. O Peñarol avançou em um contra-ataque veloz na sequência, com os jovens do elenco. Brian, de 18 anos, avançou pela esquerda e tocou para Canobbio, de 20 anos finalizar de primeira, de canhota, dentro da área. Diego Alves operou um verdadeiro milagre no Maracanã e conseguiu defender no contrapé, evitando o primeiro gol aurinegro. Melhor chance do jogo.

Só deu Fla

Na volta do intervalo, o Flamengo veio com tudo para cima do Peñarol. Os primeiros 15 minutos foram um verdadeiro massacre rubro-negro que teve oportunidades de abrir o placar com Bruno Henrique, Rodrigo Caio e Everton Ribeiro. Aos 10, Gabigol teve um gol corretamente anulado por impedimento, após completar cruzamento de Pará. Os uruguaios buscavam espaços para contra-atacar, mas erravam muito e não conseguiam jogar.

Gabigol perde a cabeça

Aos 29 minutos Gabigol exagerou ao voltar para ajudar na marcação e deu um carrinho duro por trás em Rojo, quando o Peñarol rodava a bola no ataque sem levar perigo. O árbitro argentino Patricio Loustau deu vermelho direto para o atacante. Com um a homem a mais, o técnico Diego López ousou e sacou o volante González para a entrada do atacante Viatri. A mudança funcionou e no primeiro lance de perigo o jogador que acabara de entrar fez de cabeça o gol da vitória, após cruzamento de Hernandez. Decepção e frustração no Maraca, com a classificação do Flamengo adiada.

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO 0 X 1 PEÑAROL

Data/Hora: 03/04/2019, às 21h30 (de Brasília)

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)

Gramado: Bom

Público/Renda: Pagantes 61.576, presentes: 66.716/ R$ 2.662.773,50

Árbitro: Patricio Loustau (ARG)

Assistentes: Juan P. Belatti (ARG) e Diego Bonfa (ARG)

Cartões amarelos: Cuéllar, Diego (FLA); Giovanni González, Rojo, Guzmán Pereira, Formiliano, Lema (PEN)

Cartão vermelho: Gabigol, 29’/2ºT

Gol: Viatri (0-1, 42’/2ºT)

FLAMENGO: Diego Alves; Pará, Léo Duarte, Rodrigo Caio e Renê; Cuéllar, Willian Arão (Vitinho, 22’/2ºT) e Diego; Everton Ribeiro, Gabigol e Bruno Henrique (Uribe, 41’/2ºT). Técnico: Abel Braga.

PEÑAROL: Dawson; Giovanni González; Formiliano, Lema e Lucas Hernández; Guzmán Pereira (Viatri, 35’/2ºT), Gargano, Brian Rodríguez (Rojo, 28’/2ºT) e Cristian Rodríguez; Darwin Núñez (Gastón Rodríguez, 19’/2ºT) e Canobbio. Técnico: Diego López.

 

Lance

 

 

Chuva decepciona e conta de luz pode ter bandeira vermelha no 2° semestre

energiaUm período de chuvas bastante abaixo da média no Brasil em 2016 e 2017 tem impulsionado apostas do mercado de eletricidade em um segundo semestre de contas de luz com bandeira vermelha (taxa extra) em alguns meses, o que elevaria custos para os consumidores.

Especialistas ouvidos pela agência de notícias Reuters avaliam que a hidrologia vista desde novembro não permitirá uma boa recuperação dos reservatórios das hidrelétricas até abril, fim da época de chuvas, o que pode exigir o acionamento de termelétricas mais caras, que resulta na mudança da bandeira.

A bandeira começou 2017 verde, o que não gera cobranças adicionais, mas passou para amarela neste mês, diante de expectativas de chuvas em torno de 70% da média histórica. A bandeira vermelha, com custo maior, não é acionada desde fevereiro de 2016.

“Provavelmente, teremos aí no segundo semestre um ou mais meses de bandeira vermelha”, disse o sócio da comercializadora FDR Energia, Erik Azevedo.

Além das questões relacionadas ao clima, uma eventual recuperação da economia mais ao final do ano pode elevar a carga, outro fator de alta para o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), que define o acionamento das bandeiras tarifárias.

Uma mudança já aprovada nos cálculos do PLD, ou preço spot da eletricidade, a partir de maio, também é fator que deverá elevar significativamente essas cotações.

Azevedo, da FDR Energia, avalia que a bandeira pode ser verde em abril, mas a tendência para o resto do ano é bem mais pessimista, devido à mudança no PLD.

“A tendência é que tenhamos bandeira amarela até o final do período seco, em novembro. Essa é nossa expectativa hoje, mas tecnicamente essa bandeira pode virar vermelha”, disse o sócio da consultoria Esfera Energia, Braz Justi.

“Se chover onde precisa, e chover bem, recupera rápido, mas nessa altura do campeonato é contar com a sorte, porque já passaram quatro meses [do período úmido] e não choveu [o suficiente]”, completou.

Em novembro e dezembro, as chuvas na região das hidrelétricas do Brasil ficaram em 77% e 75% da média, enquanto em janeiro e fevereiro recuaram para 67% e 70%, segundo a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).

“A gente vem em um período úmido bem abaixo da média… falar de bandeira vermelha ainda acho um pouco prematuro, mas pode acontecer sim, se as chuvas ficarem abaixo da média, principalmente a partir da entrada de maio”, disse o gerente de risco da comercializadora Ecom Energia, Carlos Caminada.

A bandeira amarela eleva o custo da eletricidade em R$ 2 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos, enquanto a bandeira vermelha gera um adicional de R$ 3 a cada 100 kWh.

Fator Consumo

Um dos principais fatores que podem influenciar uma possível mudança para bandeira para vermelha é, além das chuvas, o ritmo da economia.

As projeções de carga atualmente utilizadas no cálculo do PLD, que aciona as bandeiras, consideram um crescimento econômico de 0,5% neste ano e de em média 2% ao ano no período 2017-2021.

Essa projeção de carga deverá ser atualizada no final de abril e depois novamente no final de agosto.

Para abril, a expectativa é que os dados tenham pouca ou nenhuma mudança, mas um início de recuperação econômica esperado para os dois últimos trimestres do ano poderia levar a uma revisão com maior impacto mais adiante.

“A gente não está vendo nenhuma diferença significativa em relação ao cenário atual… mas se no segundo semestre você tiver uma recuperação da economia mais forte que o esperado, e principalmente da indústria, esse aumento de carga pode refletir muito nos preços”, disse Caminada, da Ecom.

Os especialistas ressaltaram que é o terceiro ano consecutivo em que o período de chuvas do Brasil tem chuvas consideradas ruins na região das hidrelétricas, o que impede a recuperação dos reservatórios e gera pressão sobre as tarifas de energia mesmo em um cenário de sobrecapacidade estrutural de geração.

“Tem que chegar no final de maio com reservatório no maior nível possível… com os reservatórios como estão, o que está salvando o sistema é esse consumo [baixa]. Se não fosse isso, a gente já estaria em bandeira vermelha”, disse Azevedo, da FDR.

Uol

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Obama bate na Globo e decepciona golpistas

obamaA cena mais importante da visita de Dilma Rousseff aos Estados Unidos ocorreu na entrevista coletiva na Casa Branca. Você sabe do que se trata. Sorteada para fazer uma pergunta, a repórter Sandra Coutinho, da Globo News, colocou uma questão que iria deixar Dilma e o governo brasileiro em posição delicada. Depois de dizer, como se fosse um fato objetivo sabido de todos, que o governo brasileiro se vê como um líder mundial, enquanto Washington encara o país de forma menor, como uma liderança regional, Sandra Coutinho perguntou: “Como conciliar essas duas visões?”

Dilma não teve tempo de responder. Melhor pessoa entre os presentes para esclarecer como Washington “encara o país”, Barack Obama saiu na frente e corrigiu a pergunta: “Nós vemos o Brasil não como uma potência regional, mas como uma potência global. Se você pensar (…) no G-20, o Brasil é uma voz importante ali. As negociações que vão acontecer em Paris, sobre as mudanças climáticas, só podem ter sucesso com o Brasil como líder-chave. Os anúncios feitos hoje sobre energia renovável são indicativos da liderança do Brasil”, disse.

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Obama ainda acrescentou: “O Brasil é um grande ator global e eu disse para a presidente Dilma na noite passada que os Estados Unidos, por mais poderosos que nós sejamos, e por mais interessados que estejamos em resolver uma série de problemas internacionais, reconhecemos que não podemos fazer isso sozinhos”.

A reação de Obama tem importância pelo conteúdo e pela forma. Indo além do jornalismo, no qual todo repórter tem o direito de colocar a questão que achar pertinente para toda autoridade que lhe dá essa chance, é possível discutir ideias.

No complicado contexto atravessado pelo país, a pergunta ajudava a rebaixar o governo brasileiro aos olhos do governo norte-americano, constrangendo Dilma perante seu anfitrião e perante a audiência da emissora no Brasil.

Apresentada como um simples dado objetivo, um elemento da paisagem assim como as colunas da Casa Branca, a teoria de que o governo brasileiro tem uma visão errada sobre si mesmo — e sobre o lugar do país no mundo, portanto — embute uma crítica política conhecida à atual política externa brasileira, alimentada por analistas e formuladores ligados ao PSDB e a círculos conservadores da capital americana. Mas está longe de ser uma unanimidade em Washington, onde, ao contrário do que se pensa no Brasil, não vigora o Pensamento Único.

Ao dizer que o governo se acha mais do que realmente é na visão dos EUA, a pergunta sugere que nossa diplomacia precisa reconhecer seu lugar, vamos dizer assim. Precisa achar um caminho para “conciliar” a visão de brasileiros e norte-americanos sobre nosso papel no mundo, pois do jeito que está não pode ficar. Você entendeu o que está por trás disso, certo?

Mas não só. Quando um repórter da Folha — exercendo o sagrado direito de perguntar — colocou uma questão que remetia à Lava Jato, o que também iria atingir a presidente brasileira, Obama respondeu de forma exemplar que não iria se manifestar sobre um assunto que aguarda decisão judicial. Uma reação adequada, num país que inspirou Alexis de Tocqueville a definir a separação de poderes como a base da democracia moderna, não é mesmo?

A reação de Obama tem outro elemento importante — a luz dos antecedentes. Em 1962, quando João Goulart se recusou a participar do bloqueio a Cuba, a CIA e a Casa Branca passaram a considerar o Brasil como “o mais urgente problema da América Latina”, recorda o historiador Muniz Bandeira.

Poucas pessoas sabiam, naquela época, mas John Kennedy havia acertado, nos bastidores, apoio ao movimento militar que derrubou Goulart em março de 1964. Mesmo em publico, Kennedy não deixava de manifestar sua hostilidade em relação ao governo brasileiro, fazendo declarações que não tinham “precedente na história das relações internacionais,” como recorda Muniz Bandeira num livro indispensável, “O governo João Goulart.”

Referindo-se a um presidente em pleno exercício de um mandato legítimo, Kennedy dizia — em entrevistas — que considerava a situação do Brasil das “mais penosas” por causa da inflação de 5% ao mês, o que anulava a “ajuda americana e aumentava a instabilidade política.” Kennedy cobrava e reclamava, sem rodeios: “o Brasil deve tomar providências. Não há nada que os Estados Unidos possam fazer em benefício do povo brasileiro enquanto a situação monetária e fiscal for tão instável.”

Com sua atitude, 63 anos depois, Obama decepcionou os adversários do governo — que aguardavam um sinal, com graus possíveis de sutileza, de desagrado com Dilma e seu governo.

O sinal não veio e essa é a notícia da visita.

E é curioso notar que há algo semelhante entre a reação de Obama na coletiva da Casa Branca e a resposta firme, educada, mas muito pertinente, de Marieta Severo a um comentário de Faustão no programa de domingo.

Ouvindo uma versão tropical do discurso típico de um país “que não conhece o seu lugar”, Marieta reagiu: “Estamos numa crise mas vamos sair dela.” Sem nenhuma agressividade, mas com a firmeza de quem não tem disposição para servir de escada para discursos apocalípticos sobre o Brasil, a atriz prosseguiu: “eu sou sempre otimista”. O país caminhou muito. Pra mim, tem uma coisa muito importante: a inclusão social, a luta contra a desigualdade. A gente teve muito isso nos últimos anos.”

Pode-se dizer, assim, que nos últimos dias ocorreu uma situação fantástica e inesperada. De pontos tão distantes do planeta e do universo das ideias políticas de nosso tempo, personalidades tão diferentes e mesmo opostas pela visão de futuro, Barack Obama e Marieta Severo mandaram dizer que discordam do discurso de fim de mundo que se tornou a melodia base da Globo, alimentando tanto programas de entretenimento como o jornalismo.

Engraçado, não?

 

brasil247

Campinense decepciona e perde para o lanterna do grupo na Série D do Brasileirão

Série-DCom uma exibição convincente, o Baraúnas, enfim, conquistou a primeira vitória na Série D do Campeonato Brasileiro. O Leão do Oeste bateu o Campinense por 3 a 0 na tarde deste domingo e mantém a esperança de brigar por uma vaga para a segunda fase. O jogo foi realizado no Estádio Nogueirão, em Mossoró, com a presença de apenas 410 torcedores. A derrota atrapalha os planos da Raposa, que queria encostar no líder Jacuipense e acabou saindo da zona de classificação.

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A partida começou com atraso devido à falta de ambulância. O árbitro cearense Francisco de Assis Almeida Filho esperou cerca de 30 minutos para poder iniciar o jogo. Com o resultado, o Baraúnas chegou aos cinco pontos, na quarta posição do Grupo 3 – o lanterna da agora é o Coruripe, com três. Já o Campinense caiu para o terceiro lugar, com seis pontos. Com esta mesma pontuação, mas com melhor saldo de gols, o Central, que empatou fora de casa com o Coruripe neste domingo, assumiu a segunda colocação.

O jogo

Os donos da casa abriram o placar aos 26 minutos. Luiz Henrique foi derrubado por Gustavo na área e o pênalti foi marcado. Adhan cobrou bem, sem chances para Rodrigão. Ainda no primeiro tempo, aos 35 minutos, Paulo Geovane recebeu boa bola na esquerda e chutou forte para ampliar.

 

O Baru fechou a goleada aos 13 minutos da segunda etapa. Binha fez jogada individual e serviu Anderson Sobral, que, livre, só tocou para as redes. O Campinense teve a chance de diminuir aos 24 minutos, em cobrança de pênalti, mas o goleiro Érico defendeu o chute de Bismarck.

globoesporte

Botafogo decepciona, perde para o Nacional e fica na laterna do Paraibano

Reprodução/Internet
Reprodução/Internet

Depois de uma sequência de derrotas, o Nacional de Patos saiu da laterna vencendo em casa o Botafogo. O time o Sertão paraibano venceu por 1 a 0. Com a vitória, o Nacional chegou aos seis pontos. O Belo ficou com quatro e termina a rodada na laterna.

O Botafogo desperdiçou várias oportunidades durante a partida, disputada neste domingo, às 17h, no estádio José Cavalcanti, em Patos, em jogo válido pela quinta rodada do segundo turno do Campeonato Paraibano.

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O gol do Nacional de Patos foi marcado por Dimba, no primeiro tempo, aos 16 minutos.

Sem poder contar com cinco jogadores, Marcelo teve trabalho para armar a equipe para o confronto deste domingo. Ficaram de fora da partida o lateral Ferreira, o zagueiro André Lima e os atacantes Wanderley e Warley, todos entregues ao departamento médico, além do meia Doda, que cumpriu suspensão automática.

Diante dos desfalques, o Botafogo entrou em campo com Genivaldo; Diego Pitbull, Thuran, Éverton e Celico; Hércules, Izaías, Wendes e Fábio Neves; Edgard e Maxuell.

O Nacional de Patos vinha de duas derrotas seguidas. Para o Campinense, na última quarta feira (28) e para o CSP na segunda-feira (25).

O técnico do Botafogo, Marcelo Vilar, saiu de campo irritado. Disse aos jornalistas que “cabeças vão rolar”, sem citar nomes dos jogadores que, na sua avaliação, tiveram culpa pela derrota.

Botafogo e Campinense fazem, na próxima rodada, o jogo dos desesperados no segundo turno do Campeonato Paraibano. O jogo será no Amigão, em Campina Grande. Apesar do fraco desempenho nesta fase, o Bota foi o campeão do primeiro turno do campeonato e o Campinense foi o grande campeão da Copa Nordeste.

 

 

portalcorreio