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TRE-PB alega decadência de ação e rejeita pedido de cassação de Berg Lima

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) julgou improcedente uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (Aime) que pedia a cassação e a inelegibilidade do prefeito afastado de Bayeux, Berg Lima, e do prefeito interino, Luiz Antônio (PSDB).

Os magistrados votaram, por unanimidade, por extinguir a ação sem resolução do mérito sob a alegação de decadência do processo.

O relator do processo, juiz Antônio Carneiro de Paiva Júnior, seguiu o entendimento do juiz da 61ª Zona Eleitoral.

A ação havia sido proposta pelo PSL, que tinha acusado Berg Lima de ter cometido caixa dois e já havia sido rejeitado de maneira monocrática pelo juiz relator do processo.

Com a derrota no TRE, o PSL já anunciou que vai levar o caso para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

ClickPB

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Pesquisa mostra ascensão do Whatsapp e decadência de Twitter e Google Plus no Brasil

whatsappNoventa milhões em ação… na rede. Esse é o atual número de internautas brasileiros, cerca de 57% da população com 12 anos de idade ou mais. Apesar de o topo da pirâmide etária estar cada vez mais largo, ainda são os mais jovens que dominam a internet: 73% dos que a acessam têm menos de 35 anos. E um dado confirma uma tendência que já vinha sendo verificada: a expansão da web, num país que carece de infraestrutura de cabeamento por fibras óticas, se dá pelo ar. Mais da metade (ou 65%) dos internautas tem como método de acesso primordial uma rede móvel — por meio de um smartphone ou tablet. Os dados são de um levantamento, ainda não publicado, feito pela agência de publicidade F/Nazca com o instituto de pesquisas Datafolha.

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— Não é novidade que são os mais jovens que estão mais conectados. O importante é ver como eles ditam o que vai ser usado ou não. Vemos que os mais velhos refletem, com um certo atraso, o comportamento que seus filhos e netos demonstram — afirma Renan Castro, mestre em Sociologia da Comunicação pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

WHATSAPP E INSTRAGRAM CRESCEM

O uso das redes sociais é o grande indicador disso. O Facebook continua como o preferido entre as redes, usado por 88% dos entrevistados. A maior novidade está exatamente em uma aposta posterior do criador da rede social, Mark Zuckerberg: o WhatsApp. Comprado em fevereiro deste ano por cerca de US$ 16 bilhões (equivalentes a R$ 42 bilhões), o aplicativo cresceu bastante entre os brasileiros no último ano. Em 2013, 7% tinham o hábito de trocar mensagens por lá. Este ano, o número disparou para 37%, fazendo dele o segundo app social mais usado no país. Fenômeno semelhante ocorreu com o Instagram. No ano passado, 9% afirmavam utilizar o aplicativo de fotos; em 2014, foram 17%, mesmo percentual do Twitter (que teve, porém, uma queda de cinco pontos percentuais).

— Esse movimento nas redes sociais pode significar muito mais uma mudança nas plataformas do que nos aplicativos. O Whatsapp e o Instagram são aplicativos estritamente ligados ao uso dos celulares e tablets. É como se um nicho tivesse se consolidado, e ele é pautado na mobilidade — afirma Castro.

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De fato, em apenas um ano, 19 milhões de brasileiros passaram a acessar a internet por meio do celular ou do tablet. Em dois anos, esse aumento foi exponencial: de 37%, em 2012, para os 65% deste ano. Mesmo em casa, o celular é usado como porta de entrada prioritária (52%) para a internet. O uso de computador de mesa ficou em segundo lugar (42%), o notebook ou o laptop vieram em terceiro (40%), e o tablet apareceu com 12%. Apesar da colocação, os tablets tiveram um crescimento expressivo. Em dois anos, saíram de 5 milhões para 13 milhões de usuários.

— Essa mobilidade, que gerou diversas trocas de mensagens e informações cada vez mais rápidas, fez com que ações e manifestações presenciais pudessem ocorrer — diz Castro.

 

Segundo a pesquisa, 54% dos internautas ficaram sabendo pela internet de alguma mobilização de rua. Apesar da predominância da classe C na web, são os mais ricos que afirmaram se sentir mais impactados com informações sobre ações ou manifestações. As redes sociais exerceram uma contribuição para a mudança de opinião em diferentes temas e momentos de 2014 para 51% dos brasileiros. A comparação entre o Rio e São Paulo também foi levantada, e os cariocas afirmaram que se sentiram mais impactados com o ativismo on-line: 59% deles, contra 50% dos paulistanos.

— Falamos muito de ativismo on-line e de como as manifestações de junho do ano passado foram impactadas pelas redes sociais. Ainda tentamos entender de que forma o processo se deu, mas já conseguimos identificar a plataforma — diz o professor. — O WhatsApp foi a forma de comunicação. Já a propagação das versões e das imagens ocorreu muito pelo Facebook. Não é a toa que são as duas redes que mostraram predominância durante o ano.

A pesquisa contou com 2.600 entrevistas em 144 cidades do país.

O Globo

Jogar videogame pode retardar e reverter ‘decadência mental’

velhinhos-jogandoJogar videogame pode prevenir e até retardar a deterioração de funções cerebrais, como memória, raciocínio e processamento visual. É o que indica um estudo publicado nesta quarta-feira no periódico PLoS ONE. De acordo com o levantamento, realizado pela Universidade de Iowa com centenas de voluntários com 50 anos ou mais, pessoas que jogam videogame são capazes de melhorar uma variedade de habilidades cognitivas e reverter até sete anos a decadência mental relacionada com a idade.
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CONHEÇA A PESQUISA

Título original: A Randomized Controlled Trial of Cognitive Training Using a Visual Speed of Processing Intervention in Middle Aged and Older Adults

Onde foi divulgada: periódico PLoS ONE

Quem fez: Fredric D. Wolinsky, Mark W. Vander Weg, M. Bryant Howren, Michael P. Jones e Megan M. Dotson

Instituição: Universidade de Iowa, EUA

Dados de amostragem: 681 pacientes saudáveis com 50 anos ou mais

Resultado: O treinamento de idosos com videogame ajudou a melhorar a capacidade cognitiva, em funções como concentração, agilidade com mudança de tarefas mentais e velocidade em que uma nova informação é processada. A melhora variou de 1,5 ano a quase sete anos em melhor desempenho da atividade cognitiva.

“Sabemos que podemos parar esta decadência e verdadeiramente restaurar a velocidade do processamento cognitivo das pessoas”, diz Fredric Wolinsky, professor de saúde pública da Universidade de Iowa e principal autor do artigo. “Então, se sabemos disso, não deveríamos estar ajudando as pessoas? É bem fácil e o pessoal de mais idade pode aprender a jogar videogame.”

O estudo é o último de uma série de projetos de pesquisa que examina por que as pessoas, à medida que envelhecem, perdem a função executiva no cérebro, necessária para memória, atenção, percepção e resolução de problemas.

Levantamento — Frederic Wolinsky e seus colegas dividiram 681 pacientes saudáveis em quatro grupos. Cada um destes grupos foi, então, dividido novamente em segmentos com pessoas de 50 a 64 anos e aqueles acima dos 65 anos. Um grupo recebeu palavras-cruzadas computadorizadas, enquanto os outros três grupos jogaram um videogame chamado Road Tour, que consiste em identificar um tipo de veículo exibido rapidamente em uma placa veicular.

Solicitou-se aos participantes que identificassem novamente o tipo do veículo e o relacionassem com uma placa de trânsito exibida em uma ordenação circular de possibilidades. O jogador precisa acertar pelo menos três em quatro tentativas para passar de nível, o que acelera a identificação do veículo e adiciona mais distrações. “O jogo começa com uma avaliação para determinar sua atual velocidade de processamento. Seja qual for, o treinamento pode ajudá-lo a ficar uns 70% mais rápido”, diz Wolinsky.

Resultados — Os grupos que jogaram por pelo menos 10 horas (sessões semanais de duas horas), tanto em casa como em um laboratório na universidade, obtiveram, no geral, pelo menos três anos de melhoramento cognitivo quando testados depois de um ano. Um grupo que passou por um treinamento adicional de mais quatro horas com o jogo se saiu ainda melhor, melhorando suas habilidades cognitivas em quatro anos, segundo o estudo. “Não só evitamos o declínio das habilidades cognitivas, como realmente aceleramos essas habilidades”, afirmou Wolinsky.

Os cientistas descobriram ainda que aqueles que jogaram Road Tour tiveram uma pontuação muito melhor, quando comparados ao grupo que fez palavras cruzadas, em funções como concentração, agilidade com mudança de uma tarefa mental para outra e velocidade em que a nova informação é processada.

A melhora variou de 1,5 ano a quase sete anos em ganho no desempenho de determinadas atividades cognitivas — no Symbol Digit Modalities Test, um teste muito usado para detectar a perda cognitiva em adultos e crianças, o ganho foi de 6,6 anos. “Trata-se do fenômeno ‘use ou perca'”, diz Fredric Wolinsky. “O declínio cognitivo relacionado com a idade é real, acontece e começa mais cedo e permanece de forma constante. A boa notícia é que nós podemos fazer algo sobre isto.”

Veja

Decadência: Orkut tem apenas 3% dos acessos às redes sociais no Brasil

orkutA rede social da Google que se transformou no primeiro grande sucesso do gênero no país realmente perdeu seu reinado. Os números dos anos anteriores já mostravam o declínio, mas por conta dos esforços para continuar ativo, acreditava-se que o Orkut poderia durar mais algum tempo como uma das grandes redes sociais no país. Entretanto, de acordo com a Serasa Experian, o serviço representa apenas 3% dos acessos às redes sociais no Brasil.

Os responsáveis pela queda são Facebook e YouTube, que representam juntos 83% dos acessos desses produtos na internet brasileira. Assim, o Orkut fica em terceiro lugar. Em maio do ano passado, a rede social foi ultrapassada pelo YouTube e, em janeiro do mesmo ano, o Facebook se tornava o serviço mais acessado do gênero no país.

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De acordo com o relatório da Serasa Experian, de 2012 para 2013 o Facebook cresceu 27% no Brasil. Fora isso, o tempo médio das visitas no site está em 28 minutos, enquanto no YouTube as pessoas costuma passar quase 23 minutos vendo vídeos.

Confira a lista das redes sociais mais acessadas:

  1. Facebook 65%
  2. YouTube 18%
  3. Orkut 3%
  4. Ask.fm 2,52%
  5. Twitter 1,91%
  6. Yahoo! Respostas 1,64%
  7. Badoo 1,09%
  8. Bate-papo UOL 0,89%
  9. Google+ 0,85%
  10. Windows Live Home 0,7%

Tecmundo