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Déficit da Previdência atinge maior patamar em 22 anos; débito é de R$ 149,7 bilhões

INSSO déficit previdenciário atingiu o pior patamar em 22 anos, desde o início da série histórica, e fechou 2016 em R$ 149,7 bilhões. O número foi apresentado nesta quinta-feira pelo secretário de Previdência Social, Marcelo Caetano, e representa um aumento de 74,5% em relação ao apresentado em 2015, de R$ 85,8 bilhões. O rombo previdenciário representa 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB).

A deterioração das contas ocorre no momento em que se discute a proposta da reforma da Previdência, encaminhada pelo governo no fim do ano passado ao Congresso.

As despesas previdenciárias somaram R$ 507,8 bilhões em 2016, o equivalente a 8,2% do PIB. Já as receitas totalizaram R$ 358,1%, uma alta de 5,8%.O rombo real (descontada a inflação) da previdência foi de R$ 151,9 bilhões.

Mesmo a previdência urbana, que tem apresentado resultados positivos há sete anos consecutivos, teve um déficit de R$ 46,3 bilhões em 2016, ou 0,7% do PIB. O número já desconta a compensação da desoneração da folha, dada pelo Tesouro, à Previdência Social urbana.

– O resultado urbano teve um comportamento cíclico. Mas, estruturalmente, quando a gente faz uma análise, considerando que a população vai passar por um envelhecimento, esse aspecto cíclico vai ser dominado por um aspecto estrutural – explicou o secretário.

Caetano ponderou que, se não houvesse a renúncia fiscal pela desoneração da folha de pagamentos, o déficit seria de R$ 10,1 bilhões.

Já a previdência rural teve um saldo negativo de R$ R$ 103,4 bilhões, ou 1,7% do PIB. Esse número representou um aumento de 13,7% em relação a 2015, quando esse déficit foi de R$ 90,9 bilhões.

120 MIL FICARIAM FORA DA REFORMA

O secretário explicou o fato de que 120 mil servidores ficariam de fora da reforma da Previdência Social. Segundo ele, esse é o número de funcionários públicos que recebem, hoje, abono permanência (um bônus dado a servidores que têm condições de se aposentar mas não o fazem). Como essas pessoas já reuniram as condições de se aposentar, Caetano defende que não seria justo inclui-las na PEC da reforma.

– São pessoas que já completaram as condições de aposentadoria.

O secretário reiterou a importância da aprovação da reforma da Previdência para que haja garantia do pagamento de benefícios no futuro. Ele não quis dar previsão de quando o governo espera que a PEC seja aprovada e até onde pode abrir mão nas negociações com o Congresso.

– O Congresso tem soberania para indicar a velocidade da reforma e o que se altera ou deixa de se alterar.

O Globo

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Bancos têm dez dias para entregar recibo de quitação de débito

greve_bancariosA partir de desta quinta-feira (8), os bancos e demais instituições financeiras terão que emitir, no prazo de dez dias úteis, o recibo de quitação integral de débito, quando solicitado pelo interessado. A medida foi publicada em junho, no Diário Oficial da União.

A regra é valida quando o consumidor termina de pagar a dívida. Mas esse prazo de dez dias úteis não vale para os contratos de financiamento imobiliário. Nesse caso, o prazo é de 30 dias, a contar da data de liquidação da dívida.

A lei também diz que a nova regra não se aplica às situações em que a lei determinar procedimentos e prazos específicos. Nesses casos, a instituição financeira tem que esclarecer as situações excepcionais ao interessado.

Ao sancionar a lei, o presidente Michel Temer vetou parte do texto que definia a aplicação de penalidades previstas na Lei 4.595/1964 para as instituições financeiras que não cumprirem a determinação da lei. A regra de 1964 trata de questões relacionadas à organização e funcionamento do Sistema Financeiro.

Para o governo, a nova regra está coberta pelo Código de Defesa do Consumidor, que prevê punições para o descumprimento de normas. O Banco Central (BC) e o Ministério da Justiça já explicaram que os consumidores podem procurar os Procons para fazer reclamações contra instituições financeiras que não entregarem o recibo dentro do prazo.

A insatisfação com serviços e produtos oferecidos por instituições financeiras também pode ser registrada no BC e as reclamações ajudam na fiscalização e regulação do Sistema Financeiro Nacional. Entretanto, o BC recomenda que a reclamação seja registrada, primeiramente, nos locais onde o atendimento foi prestado ou no serviço de atendimento ao consumidor (SAC) da instituição financeira.

Se o problema não for resolvido, o cidadão pode ainda recorrer à ouvidoria da instituição financeira, que terá prazo máximo de 15 dias para apresentar resposta.

Agência Brasil

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Condenado em ação, ex-prefeito faz acordo para pagar débito em 139 anos

jose-alves-de-sousaO ex-prefeito da cidade de Aparecida, José Alves de Sousa, celebrou acordo extrajudicial com o Ministério Público Federal (MPF) para quitar débito proveniente da sentença condenatória que o obrigou ressarcir o erário em R$ 166.806,20.

Segundo o acordo celebrado entre as partes, o ex-gestor se comprometeu em pagar o débito com parcelas mensais de R$ 100, que segundo estimativa, importaria no transcurso de aproximadamente 139 anos para que a dívida fosse paga.

Durante o processo, foram esgotadas todas as tentativas de localização de bens do executado. Tal situação fez o MPF entender que o ressarcimento feito nessas condições seria melhor do que a inexistência da devolução de bem algum ao erário público.

José Alves de Sousa foi condenado em ação de improbidade administrativa com sentença transita em julgado e deve iniciar o pagamento das parcelas a partir deste mês.

MaisPB

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TCE reprova contas de 2013 da Câmara de Pilões e imputa débito ao Presidente

edilsonO Tribunal de Contas do Estado da Paraíba considerou irregular e reprovou a prestação de contas da Câmara Municipal de Pilões (2013), com imputação para o gestor no montante de R$ 7.212,38. Entre as faltas apontadas pelo órgão destacaram-se despesas sem licitação, contabilização indevida de despesas e descontrole nos gastos com combustível.

O Vereador Edilson Mendes foi o parlamentar que presidiu a Câmara no período. Ele foi reeleito e continua no comando dos trabalhos do Poder Legislativo pilonense.

Na mesma sessão foram consideradas regulares as contas das Câmaras Municipais Rio Tinto (2013), Amparo (2013) e Esperança (2013).

 

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manchetepb

TCE impõe débito de mais de R$ 830 mil ao ex-prefeito de Princesa Isabel

tceO Tribunal de Contas da Paraíba, reunido na sessão plenária desta quarta-feira (13), emitiu parecer contrário à aprovação das contas de 2011 do ex-prefeito de Princesa Isabel, Thiago Pereira de Sousa Soares, a quem impôs o débito de R$ 831.412,88 e multa pessoal de R$ 83 mil, em razão de irregularidades decorrentes, sobretudo, de saldo bancário não comprovado e da contabilização de gastos não documentalmente demonstrados com a folha de pagamento e o INSS. Ainda cabe recurso da decisão tomada com base em proposta do conselheiro substituto Renato Sérgio Santiago Melo, relator do processo.

Também houve reprovação às contas de 2012 do ex-prefeito de Carrapateira José Ardison Pereira que respondeu, notadamente, por aplicações insuficientes em ações de saúde pública e remuneração excessiva. A ele e, ainda, ao então vice-prefeito municipal José Luciano Ferreira o TCE imputou o débito de R$ 24 mil (no primeiro caso) e R$ 12 mil (no segundo). O processo teve a relatoria do conselheiro Arnóbio Viana e decisão da qual ainda cabe recurso.

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Em grau de recurso, o TCE manteve, por maioria, a desaprovação às contas de 2009 do ex-prefeito de Juarez Távora José Alves Feitosa, em razão, entre outras, de gastos excessivos com pessoal e despesas sem licitação.

Foram aprovadas, em fase também recursal, as contas de 2008 apresentadas pelo ex-prefeito do Conde Aluísio Vinagre Régis. O Tribunal ainda aprovou as contas de 2012 das Câmaras Municipais de Solânea e Curral Velho e do Instituto de Assistência à Saúde do Servidor (Ipep).

Os processos constantes da pauta indicaram movimentação de recursos da ordem de R$ 175.084.967,51. Participaram da sessão plenária, conduzida pelo presidente Fábio Nogueira, os conselheiros Arnóbio Viana, Umberto Porto, Nominando Diniz, Fernando Catão e André Carlo Torres Pontes. Também, os conselheiros substitutos Antonio Gomes Vieira Filho, Antonio Cláudio Silva Santos, Oscar Mamede e Renato Sérgio Santiago Melo. O Ministério Público de Contas esteve representado pela procuradora geral Elvira Samara Pereira de Oliveira.

Do TCE-PB

Ex-prefeito recorre ao TCE e tem débito reduzido em R$ 730 mil

tceO Tribunal de Contas da Paraíba, reunido nesta quarta-feira (23), manteve, em grau de recurso, a reprovação às contas de 2008 do ex-prefeito de Itatuba Renato Lacerda Martins, reduzindo, todavia, para R$ 206.847,66 o débito inicial de R$ 936.945,65 a ele imposto em novembro de 2011, quando do primeiro julgamento. A redução de débito superou os R$ 730 mil.

O ex-prefeito, que desta vez apresentou documentos comprobatórios da lisura de grande parte das despesas ordenadas no exercício de 2008, também teve a multa inicial de quase R$ 93,7 mil reduzida a R$ 20,6 mil, o equivalente a 10% do débito restante. A decisão desta quarta-feira deu-se conforme voto do conselheiro substituto Renato Sérgio Santiago Melo, relator do processo.

 

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Na mesma sessão, o TCE emitiu parecer contrário à aprovação das contas de 2012 da prefeita de Santana de Mangueira Tânia Mangueira Nitão Inácio, após voto de desempate proferido pelo conselheiro-presidente Fábio Nogueira. Pesou, notadamente, em sua decisão – da qual ainda cabe recurso – o recolhimento insuficiente de contribuições previdenciárias, no citado exercício.

O ex-prefeito de Casserengue Genival Bento da Silva obteve a aprovação das contas de 2012, mas a ele o TCE aplicou a multa de R$ 8.815,42, em decorrência de infrações a normas legais, como propôs o conselheiro substituto Oscar Mamede Santiago Melo, relator do processo. O prefeito de Dona Inês, Antonio Justino de Araújo Neto, teve aprovadas as contas de 2012.

Em fase recursal, o ex-dirigente da Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado (Suplan), Vicente de Paula Matos, teve as contas de 2007 aprovadas, também, na manhã desta quarta-feira.

Houve aprovações, ainda, às contas de 2012 das Câmaras de Vereadores de Boa Ventura, Serra Grande e Ibiara, de cujos processos foi relator o conselheiro Fernando Catão. Outra Câmara Municipal, a de Desterro, obteve a aprovação das contas de 2012 sob relatoria do conselheiro Umberto Porto. As da Câmara de Gurinhém, de igual exercício, foram aprovadas por maioria de votos.

Os processos constantes da pauta de julgamentos representavam movimentação de recursos da ordem de R$ 165.916870,92. Da sessão plenária presidida pelo conselheiro Fábio Nogueira participaram os também conselheiros Umberto Porto, Fernando Catão e André Carlo Torres Pontes. Ainda, os auditores substitutos de conselheiros, Marcos Costa, Oscar Mamede e Renato Sérgio Santiago Melo. O Ministério Público de Contas esteve representado pela procuradora Sheyla Barreto Braga de Queiroz.

Fonte: paraibaonline.com/ com Ascom

Irregularidades levam TCE a imputar débito superior a R$ 4 milhões a ex-gestor

TCEO Tribunal de Contas da Paraíba, reunido nesta quarta-feira (16), emitiu parecer contrário à aprovação das contas do exercício de 2012 da prefeitura municipal de Santa Inês. Uma série de irregularidades, cometidas na gestão do ex-prefeito Adjefferson Kleber vieira Diniz, levaram o Pleno do TCE-PB a posicionar-se unanimemente pelo entendimento do relator, conselheiro Fernando Rodrigues Catão, que resultou na imputação de R$ 4.286,892,32 e aplicação de multa no valor de R$ 7.182,00.

De acordo com o relatório, entre as 19 irregularidades cometidas na gestão, chama a atenção o montante do saldo a descoberto, no valor de R$ 2.493.680,96 e a despesa sem comprovação, no valor de R$ 1.793.212,36, além do descumprimento dos índices percentuais aplicados em saúde e educação.

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O relator do processo, conselheiro Fernando Catão, chamou a atenção para a ausência de defesa do ex-prefeito Adjefferson Kleber vieira Diniz, tanto na fase de instrução do processo, quanto na sessão de julgamento.

A PCA do exercício de 2012, da Câmara Municipal de Santa Inês também foi julgada irregular. Segundo o parecer do relator do processo, conselheiro Fernando Catão, também nesse caso se constatou inúmeras irregularidades, a exemplo da contratação de serviços sem licitação, da efetuação de despesas sem comprovação e do desaparecimento de bem público (um notebook). Houve a imputação de débito ao ex-presidente Gildivan Alves da Silva, no valor de R$ 47.638,96 e a aplicação de multa no valor de R$ 7.882,17.

O Tribunal Pleno também acompanhou relatório, pelo julgamento da irregularidade no exame da PCA do município de Baía da Traição, do exercício de 2011, gestão do ex-prefeito Adelson Deolindo da Silva. Foram constatadas, entre outras irregularidades, o não atendimento aos percentuais do Fudeb, MDE e Saúde, dentre outras. Houve, ainda, parecer contrário às contas de governo e aplicação de multa no valor de R$ 7.882,17.

No exame da prestação de contas da prefeitura de Riacho dos Cavalos, relativa ao exercício de 2011, o Tribunal Pleno decidiu emitir parecer contrário com a aplicação de multa no valor de R$ 7.882,17 pela constatação de irregularidades nas contas de gestão do ex-prefeito Sebastião Pereira Primo.

As contas de da prefeitura de Brejo do Cruz, exercício de 2012, obtiveram parecer favorável; houve julgamento pela regularidade das contas de gestão, com ressalvas e aplicação de multa no valor de R$ 7.882,17 ao ex-prefeito Francisco Dutra Sobrinho. A PCA de Barra de Santa Rosa, exercício de 2012, foram julgadas irregulares, com aplicação de multa no valor de R$ 5.000,00 ao ex-prefeito Evaldo Costa Gomes.

A prestação de contas da Câmaras Municipal de Itaporanga, exercício de 2011, obteve parecer pela regularidade com ressalvas, com a aplicação de multa no valor de R$ 3.941,08 ao ex-presidente José Honório de Souza.

Entre os processos do Poder Executivo que estavam em pauta na sessão desta quarta-feira, permaneceu apenas a PCA da Secretaria de Estado da Cidadania e da Administração Penitenciaria, exercício de 2011, do ex-gestores Harrison Alexandre Targino e José Alves Formiga. O pleno concluiu pela regularidade das contas, com ressalvas.

Outros processos previstos na pauta do TCE foram retirados ou adiados para julgamento posterior; outros tiveram pedido de vista, em razão de discordância com a relatoria. A sessão foi presidida pelo conselheiro Fábio Nogueira, com a participação dos conselheiros Arnóbio Viana, Umberto Porto, Fernando Catão, Arthur Cunha Lima e André Carlo Torres Pontes; dos auditores substitutos de conselheiro Antonio Cláudio Silva Santos, Renato Sérgio Santiago Melo, Oscar Mamede Santiago Melo e Antonio Gomes Vieira Filho. O Ministério Público de Contas esteve representado pela procuradora geral do TCE, Elvira Samara Pereira de Oliveira.

Fonte: Da Redação com Ascom

TCE reprova contas e impõe débito de R$ 253 mil à três prefeitos

TCE_PBO Tribunal de Contas da Paraíba, reunido nesta quarta-feira (18), emitiu pareceres contrários à aprovação das contas oriundas de três Prefeituras Municipais, impondo aos responsáveis débitos que, em conjunto, aproximam-se de R$ 253 mil.O ex-prefeito de Monte Horebe Erivan Dias Guarita, o ex-prefeito de Carrapateira José Hardison Pereira e a prefeita Lucrecia Adriana de Andrade Barbosa são os condenados que devem devolver dinheiro público. Foram desaprovadas as contas de 2011 do ex-prefeito de Monte Horebe Erivan Dias Guarita, a quem foi determinada a devolução de R$ 102.050,00 por despesas irregulares ordenadas durante o exercício. A decisão, da qual cabe recurso, deu-se conforme voto do conselheiro Arnóbio Viana, relator do processo.

Houve reprovação, ainda, às contas de 2011 do ex-prefeito de Carrapateira José Hardison Pereira que deve restituir ao município a importância de R$ 43.545,80, em razão de irregularidades que incluíram remuneração pessoal excessiva e saldo não comprovado.

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Ao ex-vice-prefeito José Luciano o TCE impôs o débito de R$ 12 mil, também, por remuneração excessiva. Ambos ainda podem recorrer dessa decisão tomada com base no voto do relator Arnóbio Viana. Inspeção especial realizada pelo Tribunal no município de Joca Claudino resultou na imputação do débito de R$ 138.013,73 à prefeita Lucrecia Adriana de Andrade Barbosa, por saldo de caixa não comprovado. Ela deixou de apresentar defesa, como observou o relator do processo Arnóbio Viana. Resta-lhe, todavia, a oportunidade de recurso. Aplicações em ações de saúde pública abaixo do limite mínimo constitucional ocasionaram a desaprovação das contas de 2011 do ex-prefeito de Matinhas José Costa Aragão Junior, conforme entendimento do relator Antonio Gomes Vieira Filho. Ainda cabe recurso. Tiveram as contas de 2011 aprovadas os ex-prefeitos de Poço de José de Moura (Manoel Alves Neto) e Mato Grosso (Katsonara Soares de Andrade Monteiro) e, ainda, a mesa diretora da Câmara de Vereadores de Solânea (por maioria), A Câmara Municipal de São Miguel de Taipu teve reprovadas as contas de 2011 apresentadas pelo então presidente José Carlos da Silva, de quem o Tribunal reclama a devolução aos cofres públicos de R$ 24.124,00 por despesas não comprovadas. Ele, que não encminhou defesa, ainda pode fazê-lo em fase recursal. Em grau de recurso, foi mantida a multa de R$ 3 mil aplicada quando do julgamento das contas de 2011 do governador Ricardo Coutinho, em decorrência de infrações a normas legais, entre elas repasses aos demais Poderes Públicos inferiores ao discriminado no cronograma de desembolsos do Executivo. Os processos constantes da pauta de julgamentos do TCE representaram movimentação de recursos financeiros da ordem de R$ 151.985.672,87.

 

MaisPB com Ascom TCE-PB

Mari: Ex-prefeito deixa mais um pepino para a gestão atual. O débito passa dos 300 mil reais; Prefeito atual vai acioná-lo na justiça

 

 

O ex-gestor da cidade de Mari Antônio Gomes deixou mais um pepino financeiro para a atual administração do prefeito Marcos Martins. Dessa vez é um débito de mais de 300 mil reais com o ministério do turismo, já que não conseguiu provar na prestação de contas o uso dos recursos enviados pelo ministério para a festa do João Pedro de 2010, conforme informa o ofício enviado a prefeitura de Mari com cópia ao ex-prefeito Antônio Gomes. No próprio ofício, que segue abaixo, o orgão técnico do ministério do turismo reprovou a prestação de contas enviada pelo ex-gestor e em face dessa reprovação pede o ressarcimento do valor enviado do convênio com reajuste, num prazo de 15 dias. “Infelizmente a irresponsabilidade desse ex-gestor coloca nossa gestão municipal numa situação complicada. Se já não bastasse uma folha de pagamento dos servidores de dezembro em atraso que estamos pagando, a frota de veículos sucateada, um débito de mais de um milhão com o MariPrev, que é o instituto de previdência municipal que ele próprio criou e faliu, mais de 200 mil reais de consiguinados atrasados que pagamos e uma educação e saúde caótica deixada por ele, ainda não fez de forma correta a prestação de contas de um convênio para o João Pedro de 2010, chegando agora esse débito para a prefeitura pagar. Não vamos deixar assim, já acionamos nossa assessoria jurídica para tomar as devidas providências legais contra esse ex-gestor Antônio Gomes para que ele possa buscar resolver mais esse pepino financeiro deixado por sua caótica administração”, resaltou o prefeito Marcos Martins, triste com essa realidade encontrada em Mari.

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Recentemente o vereador Edvaldo do Assentamento denuncio um caixa dois na ex-gestão de Antônio Gomes, que não respondeu as acusações do vereador, que chegou a chamá-lo de louco.

Da redação do blog do Professor Josa

Adeus de Love: em débito com atleta e CSKA, Fla abre mão do artilheiro

Foto: Fábio Castro/Agif/Gazeta Press

Ao recusarem conceder entrevista sobre a saída de Vagner Love do Flamengo, o presidente Eduardo Bandeira de Mello e o atacante deixaram a impressão de que o pronunciamento feito na Gávea na noite deste sábado foi uma manobra ensaiada. Sem responder perguntas, ambos mostraram desconforto ao falar sobre o rompimento. O jogador deu a entender que não gostaria de sair do clube. Disse estar de “coração na mão” por conta da decisão de aceitar a oferta para voltar ao CSKA. Segundo o mandatário e o atleta, ela foi tomada em conjunto.

Principal expoente do time na última temporada, Love deixa o Flamengo insatisfeito e sentindo-se de mãos atadas. O processo até a saída irritou profundamente o Artilheiro do Amor. Na noite de sexta-feira houve uma reunião tensa em um dos quartos do hotel Windsor, que serve de concentração para a delegação rubro-negra durante a pré-temporada no Rio de Janeiro. Trancados, o diretor executivo Paulo Pelaipe, Vagner Love e o empresário Evandro Ferreira discutiram os trâmites da rescisão.[bb]

Em janeiro de 2012, sob condução do ex-vice de finanças Michel Levy, o Flamengo aceitou pagar em quatro parcelas € 10 milhões (R$ 27 milhões na cotação atual) pelos direitos econômicos do atacante. Ao longo do ano passado, os russos receberam € 4 milhões (R$ 10,8 milhões).

Atolada em penhoras e com quase todas as receitas deste ano comprometidas, a nova diretoria não resistiu ao flerte do CSKA, que começou em agosto e se intensificou após o Réveillon. O ex-clube de Love acenou com uma proposta simples: “esquecer” os € 6 milhões (R$ 16,2 milhões) pendentes para a conclusão do negócio e ter o jogador de volta. Além disso, fez uma proposta salarial vantajosa ao artilheiro.

Atolada em penhoras e com quase todas as receitas deste ano comprometidas, a nova diretoria não resistiu ao flerte do CSKA, que começou em agosto e se intensificou após o Réveillon

O Flamengo disse a Love que não teria como arcar com a dívida com o CSKA. No acordo entre os clubes, o saldo deveria ser quitado até 2014. O Rubro-Negro também tinha uma dívida com Vagner. Ele recebia um salário de cerca de R$ 500 mil. Os pagamentos de luvas e de R$ 1,2 milhão de direitos de imagem estavam atrasados. Diante do quadro que via pela frente, a atual diretoria procurou o atacante e também deixou claro que não teria como pagá-lo. Love se viu com apenas uma opção: sair do clube. Ele abriu mão da maior parte do débito referente a direitos de imagem.[bb]

Segundo relatos de funcionários do Windsor, após a reunião, Love desceu ao saguão irritado e contou da iminente saída para outros jogadores. Ele decidiu deixar a concentração na mesma noite, mas foi convencido a dormir no hotel e treinar na manhã de sábado. Após a sessão de treino, um outro encontro sacramentou a rescisão e finalizou a segunda passagem do Artilheiro do Amor no Flamengo. Love foi ao CT na parte da tarde, mas não treinou. Apenas se despediu. Aos companheiros, disse que viajará a Moscou na próxima terça-feira.

A decisão de abrir mão do goleador surpreende porque, na última semana de 2012, Pelaipe se reuniu com ele e reiterou o desejo de mantê-lo. Na ocasião, houve até uma garantia de que os débitos seriam quitados. Vagner também ouviu do dirigente a promessa de que o Flamengo teria um time forte neste ano.

Um ano a mais de contrato

Vagner Love tinha mais três anos de contrato com o Flamengo e não dois como fora divulgado há um ano, na época de sua contratação. Em janeiro de 2012, o Rubro-Negro informou que o vínculo iria até o fim de 2014. Na hora da assinatura, no entanto, houve uma composição financeira, e o jogador fechou por quatro temporadas.

Na segunda passagem, Love disputou 52 jogos e marcou 24 gols. Somando os seis meses em que esteve no clube em 2010, Love disputou 81 partidas e marcou 47 vezes (média de 0,58 gol/jogo). Ele não conquistou título algum no clube de coração.[bb]

Globoesporte.com