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Mãe do goleiro Danilo, da Chapecoense, publica montagem do filho lhe ‘confortando’

goleiro-daniloDona Laide Celine tem sido uma guerreira. Mãe do goleiro Danilo Padilha, que morreu na tragédia com o avião da Chapecoense há uma semana, a paranaense não se cansa de confortar famílias, amigos e fãs do jogador e de outros atletas e jornalistas, que também se foram no acidente aéreo, na Colômbia. Na sua página do Facebook, ela publicou uma montagem em que o arqueiro aparece como se estivesse lhe protegendo e confortando, na foto em que ela aparece debruçada no caixão.

Com belas palavras, Laide agradeceu o carinho que tem recebido, explicou que não tem tido tempo de responder e deixou um alento para quem sofre pela perda dos entes queridos. Ainda afirmou que espera que a Chapecoense contrate um goleiro tão bom ou melhor que Danilo.

“A todos os meus filhos que abracei na arena Conda, em Cianorte, no Paraná, no Brasil e no mundo!! Quero dizer que não estou ainda em condições de responder a todas as mensagens que recebo, pois agora, graças a Deus, são muitos e não tô dando conta. Olha para essa imagem, mães que estão com seus filhos desesperados, digam a eles que eu e o Danilo estamos cuidado deles. Estou implorando a Deus consolo e conforto para os corações de todos. Imploro a Deus também que o novo guerreiro que a Associação Chapecoense contratar seja igual ou melhor que o Danilo. Fiquem com Deus”, escreveu no Facebook.

Danilo com a mãe, Laide Celine
Danilo com a mãe, Laide Celine Foto: R

Extra

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Alex Sandro e Danilo ajudam o Campinense a vencer o Globo FC de virada

daniloCom gols salvador de Alex Sandro e Danilo nos acréscimos, o Campinense venceu o Globo (RN), de virada e agora tem a vantagem para jogar pelo empate na partida de volta para chegar as oitavas de final da Série D do Brasileiro.  O jogador entrou no lugar de Felipe Ramon no intervalo, quando o Campinense perdia por 1 a 0. Aos 14 minutos minutos, ele já tinha mandado a bola para o fundo das redes, mas o árbitro havia marcado impedimento.

Foi a quarta vitória seguida da Raposa no certame foi conquistada com sofrimento.  Depois de um primeiro tempo ruim, com o time mostrando certa desorganização e sem conseguir tramar jogadas, os visitantes foram eficientes e conseguiram a vitória parcial.

O jogo começou morno, com o Campinense pressionando mais, porém sem muito sucesso. E foi exatamente quando o time da casa estava melhor, que o Globo abriu o placar com Romarinho, aos 26 minutos. Ele  conseguiu ganhar da defesa rubro-negra no setor esquerdo do ataque, puxou para o meio e acertou um belo chute, no ângulo de Glédson.

No segundo tempo, o técnico Paulo Moroni sacou Filipe Ramon e optou pelo atacante Alex Sandro, que mudaria o roteiro da peleja.

Com mais volume, porém mais no abafa do que na organização tática, a Raposa até esboçava reação. O problema é que a fase do camisa 9 Júnior Chicão é ruim.

Aos quatro minutos, Everaldo bateu escanteio, o atacante cabeceou com estilo, mas a bola caprichosamente bateu no travessão e na trave, e não entrou.

O Globo-RN se resumia ao famoso “ferrolho”, com duas linhas de quatro homens, dificultando as ações do raçudo, contudo desorganizado Campinense.

Reginaldo Júnior tentou após lançamento de Magno, só que a bola saiu fraca e a zaga afastou. Antes, Chicão, em girada da meia-lua, colocou a bola para a linha de fundo em arremate de esquerda.

A coisa começou a mudar aos 32. Alex Sandro recebeu dentro da área, evitou a saída da bola e driblou Jamerson. Quando se preparava pra dar sequência ao lance, o camisa 19 foi tocado e o árbitro Elmo Resende assinalou pênalti.

Aos 47, Alex Sandro descolou laçamento para área. Como um flecha, de surpresa, o Danilo apareceu na esquerda e tocou com o pé canhoto para as redes: 2 a 1.

Agora o Campinense vai até Ceará-Mirim precisando de um empate para avançar na Série D. A partida está marcada para as 19h do próximo domingo (31), no estádio Barretão. Vitória do Globo-RN por 1 a 0 dá a classificação aos potiguares por conta do gol qualificado em Campina Grande.

A repetição do placar de 2 a 1 para os mandantes leva a decisão para os pênaltis.

Qualquer vitória por apenas um gol de diferença de 3 a 2 em diante deixa a vaga na terceir a fase com a Raposa.

pbagora

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Danilo relembra Libertadores; Timão bate Náutico e deixa zona da degola

Meia hora antes do início do duelo entre Corinthians e Náutico, o sistema de som do Pacaembu tocava um dos grandes sucessos do samba nacional: “O show tem que continuar”. É por isso que mais de 23 mil pagantes foram ao estádio para fazer o Timão reagir no Campeonato Brasileiro. Neste sábado, o Timão fez 2 a 1 no Timbu, dois gols de Danilo, venceu pela primeira vez desde a conquista da Taça Libertadores e saiu da zona de rebaixamento, pelo menos até este domingo. O “show” continua, agora pela competição nacional.

Nome fundamental na Libertadores, Danilo voltou a mostrar caráter decisivo. Os dois belos gols do meia fizeram o Pacaembu explodir e reviver o clima de dez dias atrás, nos 2 a 0 sobre o Boca Juniors. O resultado fez o Timão “começar” o Brasileiro. Depois de nove rodadas, são oito pontos somados, mesmo número de Figueirense, Santos e Bahia – todos perdem no saldo de gols. Os corintianos têm de torcer contra os dois últimos, além do Coritiba, para não voltar à zona da degola ao fim da rodada.

O Náutico, por outro lado, permanece com 10 pontos, na zona intermediária da tabela. A equipe treinada por Alexandre Gallo até saiu na frente, gol de Elicarlos, mas sofreu o empate no minuto seguinte e se perdeu. O Timbu deixou de ser o algoz corintiano: nos cinco confrontos diretos antes deste sábado, eram cinco vitórias pernambucanas.

Na próxima rodada, o Timão visita o Flamengo na quarta-feira, às 21h50m (horário de Brasília), no Engenhão. No mesmo dia, o Náutico recebe a Ponte Preta, nos Aflitos, às 20h30m.

Danilo, Corinthians x Náutico (Foto: Rodrigo Coca / Agência Estado)Danilo tem nove gols na temporada: todos marcados no Pacaembu (Foto: Rodrigo Coca / Agência Estado)

Timbu assusta, Timão se impõe

A volta de Emerson Sheik incendiou o Corinthians e fez o time voltar a apresentar aquele clima da Taça Libertadores. Um time compacto, com sete, oito jogadores atacando e levando perigo ao Náutico. Não à toa, o nome do atacante foi, de longe, o mais festejado pela torcida quando a escalação foi anunciada. Ele logo caiu pelo lado esquerdo e travou boa disputa com a defesa adversária.

Os corintianos entenderam que era hora de voltar à realidade, tanto que fizeram enormes filas por ingressos para o jogo. A festa e o futebol exibido pela equipe de Tite deixavam claro que o gol seria questão de tempo: Danilo exigiu grande defesa de Felipe em um chute dentro da área, Romarinho abriu a defesa com jogadas em diagonal, tentou um arremate e Felipe, aquele goleiro ex-Santos, quase soltou a bola no meio da área.

O problema é que o Náutico tem um histórico de complicar a vida do Timão, tanto que havia vencido todos os últimos cinco confrontos antes deste sábado. Aos 20 minutos, um mortal contra-ataque confirmou essa sina. Elicarlos, livre de marcação, pôde tabelar com Araújo e finalizar em curva, sem chances para Cassio. O bom volante do Náutico tinha espaço no meio-campo, já que Ralf e Paulinho estavam muito avançados.

A resposta foi imediata, nem deu tempo de o Corinthians sentir o gol. Assim como na Libertadores, o torcedor não precisou sofrer tanto. Aos 22, Paulinho justificou o esforço do Corinthians em mantê-lo no elenco: lançamento preciso, perfeito, no peito de Danilo. O meia só precisou colocar sua categoria em prática para tirar a bola do alcance de Felipe: 1 a 1, explosão no Pacaembu.

O Náutico sentiu demais e parou de atacar. O Timão abria espaços ao trocar passes com paciência, de um lado a outro, e ficou muito tempo dentro da congestionada área dos pernambucanos. Pela direita, Romarinho e Welder mostraram entrosamento surpreendente – o lateral quase fez um golaço ao tentar encobrir Felipe. Apenas Alex destoou. Próximo de deixar o Corinthians – tem proposta do Qatar -, o meia se enrolou em alguns lances e parecia “travado” em campo.

O rei do Pacaembu

Parecia repetição daquela semifinal da Libertadores contra o Santos. O Corinthians martelando, precisando de um gol, e Danilo salvando logo no início do segundo tempo. Logo aos quatro minutos, um endiabrado Emerson iniciou a jogada e lançou na área. A bola bateu na trave duas vezes, num corte contra a própria meta do zagueiro e em conclusão de Paulinho no rebote, antes de sobrar para o predestinado Danilo, do lado direito da área. O camisa 20 se ajeitou num salto de lado e bateu de primeira, com categoria, cruzado, como fez contra o Peixe, sem chances para Felipe: 2 a 1 Timão.

O Pacaembu ficou ainda mais festivo com um dos jogadores mais importantes do time. São nove gols para Danilo na temporada, todos marcados dentro do caldeirão alvinegro. Merecidamente, teve seu nome gritado por mais de um minuto pelos torcedores corintianos.

Os comandados de Tite deram uma relaxada em campo, e o Náutico criou perigo. Araújo, principalmente. Com cinco gols no Brasileirão, o artilheiro do Timbu deixou o lado esquerdo do campo e ficou mais centralizado na área. Em um cruzamento de Kim, faltaram poucos centímetros para o atacante alcançar a bola. Depois, teve um chute travado por Welder. E ainda viu um gol de calcanhar anulado por impedimento.

O Corinthians se posicionou para os contra-ataques. Sem a bola, Emerson ficou na linha do meio-campo esperando uma oportunidade para arrancar em direção ao gol. Na metade do jogo, Tite sacou Romarinho e promoveu a volta de Edenílson, fora do time há mais de dois meses por causa de uma lesão. O Timão se fechou ainda mais, “espremendo” os atacantes do Náutico entre os zagueiros e volantes.

Sob o comando de Araújo, o Náutico se abriu, mas centralizou demais o jogo e facilitou a atuação dos zagueiros. Breitner, ex-Santos, entrou para dar mais dinâmica ao meio-campo. O time da casa manteve a postura, e Emerson quase fez o terceiro no único contra-ataque que teve. O Timbu chegou a acertar o travessão já nos acréscimos, mas ficou nisso. O Timão conseguiu “esquecer” a conquista da América para se concentrar no Brasileiro. O Timbu deixou de ser algoz, e agora precisa de atenção para não correr riscos na competição.

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