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Grupo do banqueiro Daniel Dantas tem 25 mil hectares de terras griladas, diz estudo

daniel-dantasO departamento jurídico da Comissão Pastoral da Terra – CPT da Diocese de Marabá, acaba de concluir um estudo, realizado em 4 das mais de 50 fazendas pertencentes ao Grupo Santa Bárbara, do banqueiro Daniel Dantas, o qual aponta que 71,81 % da área que compõe os quatro imóveis é composta por terras públicas federais e estaduais.

O estudo foi feito nas fazendas: Cedro e Itacaiúnas (localizadas no município de Marabá), Castanhais e Ceita Corê (localizadas nos municípios de Sapucaia e Xinguara). Os quatro imóveis juntos, possuem uma área total de 35.512 hectares e de acordo com o levantamento feito, desse total, 25.504 hectares não há qualquer comprovação documental de que tenha havido o regular destaque do patrimônio público para o particular, ou seja, mais de 2/3 da área é constituída de terras públicas federais e estaduais.

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Em relação à Fazenda Cedro, se apurou que o imóvel de 8.300ha é formado por seis áreas distintas: área 01 com 1.014,82 ha; área 02 com 4.430,42ha; área 03 com 1.15,25ha; área 04 com 791,40ha; área 05 com 520,40ha e área 06 com 528ha. Das seis áreas que compõe o complexo, há documentação legítima apenas das área 3 e 4, totalizando 1.543,25 hectares ou seja 22,8% do imóvel. O restante, 78,02% trata-se de terras públicas do Estado do Pará. O ITERPA e a Ouvidoria Agrária Nacional já foram informados da situação e um processo foi instaurado para apurar o caso.

Sobre a Fazenda Itacaiúnas a situação não é diferente. O imóvel de 9.995ha é composto por 05 (cinco) áreas distintas: área 01 com 3.612ha; área 02 com 2.169ha; área 03 com 2.084ha; área 04 com 1.585ha e área 05 com 489ha. Das cinco áreas que compõe o complexo, há documentação legítima apenas das áreas 2 e 3, totalizando 4.253 ha ou seja 42,55% do imóvel. O restante, 58,45% trata-se de terras públicas federais. Essa parte do estudo já foi encaminhada ao Juiz da Vara Agrária onde tramita o processo da Fazenda Itacaiunas.

Já em relação às Fazendas Castanhais e Ceita Corê que juntas totalizam 17.224 hectares, a fraude para se apropriar da terra pública foi ainda mais escandalosa. Utilizando apenas um título com área de 4.356 ha, expedido pelo Estado do Pará em 1962, se forjou matrículas de outros 12.868 ha que formaram a maior parte das duas fazendas citadas. Ou seja, 74,71% do total da área das duas fazendas é composta de terras públicas federais, ilegalmente ocupadas pelo Grupo Santa Bárbara. O Ministério Público Federal será acionado para adotar as medidas legais que o caso requer.

O Grupo Santa Bárbara, do banqueiro Daniel Dantas, nos últimos anos comprou mais de 50 fazendas na região com área superior a 500 mil hectares. Grande parte dessas áreas são constituídas de terras públicas federais e estaduais. Contudo, nem o INCRA e nem o ITERPA tem adotado qualquer medida legal para arrecadar as terras e destiná-las ao assentamento de famílias de trabalhadores rurais sem terra, conforme determina o artigo 188 da Constituição Federal, pois seus supostos [e falsos] proprietários são apenas meros detentores dos imóveis, haja vista a proibição constitucional de posse de particulares sobre bens públicos. Há seis anos que cerca de 650 famílias ligadas ao MST e a FETAGRI estão acampadas em quatro fazendas do grupo Santa Bárbara (Cedro, Itacaiúnas, Maria Bonita e Castanhais), esperando serem assentadas. Os 25.504 hectares de terras públicas ocupados ilegalmente pelo Grupo dariam para assentar cerca de 600 famílias.

Nos últimos 5 anos, seguranças e pistoleiros do Grupo Santa Bárbara, já assassinaram um trabalhador sem terra e feriram à bala outros 33, nas ocupações em suas fazendas. O Grupo tem sido também, frequentemente, denunciado por despejo ilegal, uso de veneno pulverizado por avião, contratação de pistoleiros e uso ilegal de armas de fogo, com o objetivo de expulsar as famílias que ocupam 5 de suas mais de 50 fazendas na região.

 

 

da CPT

Sob muita tristeza, falece em Solânea, o popular Jair de seu Daniel

Diante de muita tristeza, faleceu, por volta das 19 horas, da última segunda-feira, dia 01 de outubro, o popular Jair de seu Daniel, na sua própria residência, localizada na Rua Amazonas, em Solânea, deixando um vazio irreparável, em face do significativo papel que sempre exerceu  no meio social, como um todo.

Como o mesmo era Maçon, o seu corpo, foi velado no Clube das Samaritanas, de onde sairá para ser sepultado, às 4 da tarde, no Cemitério Publico Local, em túmulo da própria maçonaria.

Pessoa que tinha o dom da fraternidade incutido na alma e a sensibilidade humana sempre presente em tudo que fazia e planejava, Jair marcou história com sua arte serena de viver, deixando significativos exemplos de dignidade e decência em todos os seus princípios de vida.

Tanto maçons quanto não maçons, oriundos dos mais diversos e longínquos recantos da região, da Paraíba e de outras áreas, fizeram questão de fazerem-se presentes ao velório, externando seus votos de pesares à grande família enlutada e também a toda loja maçônica da qual orgulhosamente o mesmo fazia parte já há diversos anos.

   

Por: Geraldo Belo

Neymar e Daniel Alves criticam torcida por clubes: ‘É a Seleção’

Ao lado de Hulk, que marcou o gol da vitória brasileira, as vaias da torcida paulista no Morumbi foram as grandes protagonistas do triunfo por 1 a 0 da Seleção sobre a África do Sul. Nem mesmo Neymar, a principal estrela do grupo, foi poupado.

Após a partida, o atacante do Santos reconheceu que o time de Mano Menezes não teve uma boa atuação, apesar da vitória. No entanto, ele acredita que a pressão tenha sido maior por conta da presença de torcedores de equipes rivais e fez um apelo para que todos se unam pelo Brasil.

– Sabemos que não fizemos uma ótima partida, mas vencemos. Esse era o nosso objetivo. As vaias acontecem. Tinha muito palmeirense, são-paulino e corintiano na torcida. Eles têm que apoiar a Seleção – pediu o camisa 11.

Neymar Brasil x África do Sul (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Neymar em ação pela seleção brasileira (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Daniel Alves tem a mesma visão de Neymar e cobrou o apoio do torcedor brasileiro.

– Tem que avisar para essa galera que o jogo é da Seleção. Não adianta cada um torcer pelo seu clube, pelo Lucas do São Paulo, pelo Damião do Inter, pelo Neymar do Santos. O jogo é da Seleção.

A Seleção volta a campo na próxima segunda, no Recife, contra a China. A partida começa às 22h (de Brasília) no Arruda.

GLOBOESPORTE.COM.