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Após passar por audiência de custódia, RC continua preso e será encaminhado para a Penitenciária Média

Após passar por audiência de custódia na manhã desta sexta-feira, 20, na Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, o ex-governador Ricardo Coutinho seguirá preso e será encaminhado para o Presídio de Segurança Média Juiz Hitler Cantalice, localizado no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, onde também estão detidos os demais alvos da Operação Calvário.

Durante a audiência a defesa requereu que Ricardo fosse encaminhado para o 5º Batalhão da Polícia Militar e não para a penitenciária onde estão os outros detidos, tendo em vista que se trata de um ex-governador, que encerrou os mandatos com um alto índice de aprovação.

O motivo seria a preservação da integridade física e psicológica do ex-governador, mas o magistrado entendeu como tratamento diferenciado e indeferiu o pedido.

“Não posso eu, juiz de primeira instancia botar a abaixo a portaria de outro juiz. Onde ele está apontado para se recolher, quem está lá são pessoas do convívio dele então não vejo que a presença dos demais iria prejudicar ou incidir insegurança física ou psicológica dele” declarou.

PB Agora

 

 

Vereadores presos suspeitos de usar verba pública em viagem são liberados após audiência de custódia, na PB

Os onze vereadores e o contador da Câmara de Santa Rita, detidos na terça-feira (5) suspeitos de desviar dinheiro público para custear despesas de uma viagem feita para a cidade de Gramado, vão responder o processo liberdade, após decisão da juíza Maria dos Remédios, durante audiência de custódia que aconteceu na noite desta quarta-feira (6).

De acordo com a decisão, a juíza “reconheceu a legalidade da prisão em flagrante, mas não entendeu os presentes requisitos para pedir a prisão preventiva”, decidindo então que os parlamentares vão responder em liberdade durante o andamento do processo. Cada sessão teve duração de 20 a 40 minutos.

Ainda conforme a decisão, foi decretada a busca e apreensão dos computadores e documentos da Câmara de Santa Rita, como parte de uma medida cautelar. Segundo o decreto, após feita a cópia do material, os documentos serão devolvidos. Além disso, a medida também impede que os vereadores viajem e também recebam diárias.

Os parlamentares foram detidos durante a operação ‘Natal Luz’ do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba (MPPB).

De acordo com o delegado Allan Terruel, a operação teve início após o MP suspeitar da viagem dos vereadores, que usaram um seminário como justificativa para a ida a Gramado. A empresa organizadora da viagem seria do estado de Sergipe, o que fez a investigação ser iniciada.

A operação contou com a participação da Gaeco da PB e do Rio Grande do Sul, além da Polícia Civil de Sergipe. De acordo com a operação, só em diárias foram gastos R$69 mil.

G1

 

Suspeito de agredir companheira, enteada e filha é liberado após audiência de custódia, na PB

O homem preso na noite desta quinta-feira (19), suspeito de agredir, ofender e ameaçar a companheira, a enteada e a filha, foi solto e será monitorado eletronicamente, conforme estabelecido em audiência de custódia realizada no Fórum Criminal de João Pessoa, nesta sexta-feira (20).

De acordo com a Diretoria do Fórum, a decisão de conceder o alvará de soltura ao homem de 40 anos, mediante o uso de tornozeleira eletrônica, foi da juíza Isa Mônia.

A denúncia contra o homem foi feita pela enteada dele, uma adolescente de 16 anos, que gravou um vídeo das agressões contra a mãe e publicou em um aplicativo particular de apoio às mulheres, segundo a Polícia Civil.

Quando a Delegacia da Mulher recebeu o vídeo, enviou uma equipe até a casa e prendeu o suspeito em flagrante. A delegada Cláudia Germano informou que a mãe era agredida fisicamente pelo suspeito há 11 anos e que a enteada era vítima desde os cinco anos de idade. Uma criança, filha do casal, também era vítima das agressões.

Foto: TV Cabo Branco/Reprodução

G1

 

Suspeito de agredir e queimar mulher com cigarro é liberado após audiência de custódia, na PB

O homem preso nesta terça-feira (13) suspeito de agredir a ex-companheiro e provocar uma queimadura no pescoço dela com cigarro, foi solto após a audiência de custódia, em João Pessoa. O suspeito vai responder pelos crimes em liberdade.

A prisão, na terça-feira, aconteceu depois que a mulher pediu socorro e os vizinhos chamaram a polícia. O caso aconteceu no bairro da Torre.

A vítima e o suspeito tinha um relacionamento de oito anos, mas haviam se separado recentemente. No entanto, nesta terça, o homem foi até a casa da mulher, a agrediu, ameaçou e queimou parte do seu pescoço com cigarro.

Segundo a delegada da mulher, Josenice de Andrade, a mulher nunca havia solicitado medida protetiva. No entanto, após a prisão, a medida foi solicitada pela delegada e agora, após a audiência de custódia e liberação do suspeito, ele vai precisar cumprir a medidas protetiva imposta pela Justiça.

De acordo com a delegada, os vizinhos relataram que as agressões são constantes. Em outros episódios, o homem teria sufocado a mulher e, quando ela já estava perto de desmaiar, ele parava e mandava ela respirar de novo.

Nesta terça-feira, além da queimadura, o homem puxou os cabelos da mulher, apertou o pescoço dela e ameaçou tocar fogo no colchão da cama dela. A mulher pediu socorro e os vizinhos chamaram a polícia.

G1

 

Em Audiência de Custódia, justiça mantém a prisão de Livânia Farias

Em Audiência de Custódia, o juiz Adilson Fabrício manteve a prisão da ex-secretária de Administração da Paraíba, Livânia Farias. Ela deve permanecer detida no 6ª Companhia da Polícia Militar, em Cabedelo, na Grande João Pessoa.

Seguindo a decisão do juiz, Livânia deve receber visitas apenas de advogados e familiares. A Audiência ocorreu na Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).

Prisão

A ex-secretária foi presa na tarde do último  sábado (16). A prisão da secretária foi requerida pelo Ministério Público, que denunciou Livânia Farias por lavagem de dinheiro, por meio da aquisição de um imóvel no valor de R$ 400 mil no município de Sousa, no ano de 2016, e de corrupção, por ter supostamente participado do recebimento de R$ 840 mil como propina, no ano de 2018, da organização criminosa que infiltrou-se na Cruz Vermelha brasileira.

Por Redação / Portal WSCOM