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Cuidados básicos para aproveitar o verão sem preocupações

Para aproveitar as férias, os feriados e o verão com saúde, saiba quais são os cuidados que devem ser tomados.

Por mais que estejamos acostumados a lidar com altas temperaturas durante todo o ano, no verão, elas são cada vez maiores e os raios solares ainda mais intensos. Portanto, devemos tomar certas precauções a fim de evitar possíveis problemas de saúde.

Para isso, há alguns itens que podem ser utilizados, como chapéus — que diminuem as áreas do corpo que recebem o contato direto do sol — e produtos que amenizam o suor, que previnem o surgimento de brotoejas, dermatites e demais alergias.

E, além desses, há outros cuidados que devem ser tomados para que essa estação seja aproveitada como ela merece: com muita alegria e diversão, e sem nenhum tipo de acidente ou imprevisto.

Os 5 cuidados básicos que precisam ser tomados no verão

Listamos os 5 principais cuidados com a saúde que precisam ser tomados durante o verão.

1. Mantenha-se hidratado

Durante o verão, há maior perda de água corporal devido à maior quantidade de suor — que equilibra a temperatura do corpo por meio da liberação do calor. Além disso, outros nutrientes, como os sais minerais, também são perdidos e necessitam de reposição.

Por esse motivo, é fundamental ingerir, no mínimo, 2 litros de água por dia para manter-se hidratado, além de outras bebidas hidratantes, como água de coco, suco de frutas naturais e isotônicos.

2. Sempre aplique protetor solar

Os protetores solares protegem a pele dos raios ultravioleta (UV), que são extremamente nocivos à saúde e podem gerar até mesmo um câncer de pele.

Além disso, a exposição excessiva ao sol também causa envelhecimento precoce, modificações histológicas e químicas na epiderme, fotoconjutivite, catarata e cegueira progressiva.

Para evitar todos esses danos, inclua o filtro solar na sua rotina, independentemente da estação do ano. Quanto maior for o FPS (fator de proteção solar) escolhido, maior será o tempo de segurança, mas atente-se a sempre reaplicá-lo assim que a camada anterior já não estiver fazendo efeito.

3. Consuma alimentos saudáveis

Uma rotina alimentar saudável traz inúmeros benefícios e, durante o verão, é ainda mais importante fazer escolhas alimentares melhores, pois alimentos como frutas e saladas diminuem o calor e, consequentemente, previnem a desidratação.

Ademais, guloseimas como doces, frituras e bebidas como refrigerantes devem ser evitados ao máximo devido ao seu alto potencial de desidratação.

4. Lembre-se de cuidar dos cabelos

Proteger o cabelo vai além da parte estética, pois também envolve questões relacionadas à saúde. O cloro presente nas piscinas e as águas salgadas dos mares, além do vento e do próprio calor, danificam os fios.

As consequências desses danos podem envolver desde o ressecamento dos fios — já que os fatores citados eliminam as proteínas e a água das madeixas — até a queda do cabelo.

Alguns dos principais cuidados a serem tomados são:

  • Utilizar produtos com FPS;
  • Lavar os fios com água morna ou fria;
  • Evitar o uso de babyliss, chapinhas e secadores;
  • Enxaguar bem o cabelo ao sair das águas do mar ou da piscina;
  • Usar produtos de silicone nas pontas das madeixas,
  • Hidratar o cabelo com certa frequência.

5. Não exagere na ingestão de bebidas alcoólicas

Seja uma cerveja gelada, um chopp direto do barril ou uma caipirinha de limão com muito gelo, mesmo quem não bebe admite que essas bebidas têm tudo a ver com o sol e o calor do verão.

Entretanto, engana-se quem pensa que essas bebidas refrescam. Pelo contrário: o álcool é diurético, característica que eleva o risco de desidratação do organismo. Além disso, a ingestão excessiva — principalmente no calor — pode ocasionar desmaios, perda de consciência e até mesmo desenvolver quadros hipoglicêmicos.

Para não correr nenhum desses riscos, consuma as bebidas moderadamente, e, se possível, ingira água ou outros líquidos hidratantes em conjunto, como água de coco e suco de frutas. Ademais, jamais beba de estômago vazio, tenha sempre um petisco disponível para degustar.

 

Conteúdo Gear Seo

 

 

Médico paraibano alerta sobre cuidados para se prevenir do Coronavírus, que já pode ter chegado ao Brasil

Sem uma medicação específica para combater o coronavírus, o médico infectologista paraibano, Fernando Chagas, faz um alerta para evitar a contaminação pelo Coronavírus que pode ter chegado ao país.

Fernando Chagas relata que o melhor caminho para evitar a contaminação pelo vírus é lavar as mãos sempre. “O grande segredo é ensinar a população a se prevenir, para se a doença chegar aqui a gente possa reduzir ao máximo a quantidade de casos e mortes causados pelo coronavírus. E a lavagem das mãos tem um impacto muito grande na diminuição do risco de transmitir essa  doença”, disse.

O médico destaca que a transmissão se dá por vias aéreas, por meio de gotículas. “Como essas gotículas são pesadas, ao tossir ou espirrar elas podem atingir até um metro e meio de distância. Mesmo assim o vírus fica sobre as superfícies e pode gerar a contaminação de quem tocar nessas superfícies”, comentou.

Medidas do Governo – Na Paraíba, as medidas incluem divulgação de nota técnica para os profissionais de saúde indicando o fluxo de atendimento, unidade estadual de referência para tratamento, além de orientações de vigilância em saúde e medidas de prevenção para a população e profissionais de saúde. O monitoramento de Portos e Aeroportos são realizados pela Anvisa. A Nota Técnica será publicada nesta segunda-feira, 27 de janeiro, segundo as orientações da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde.

O secretário estadual de Saúde, Geraldo Medeiros, afirma que “nós temos, na rede estadual, uma estrutura hospitalar preparada para atender casos suspeitos de Coronavírus que é o Complexo de Doenças Infectocontagiosas Clementino Fraga, em João Pessoa. Então qualquer caso que se encaixe no perfil deve ser solicitado a transferência para este serviço”. Na eventualidade de ser identificado alguma vítima em outro serviço da rede, está previsto até o transporte aeromédico para garantir o melhor tratamento disponível para este paciente. “Nós estamos atentos ao que acontece no mundo e preparados”, garante o secretário.

O secretário também falou sobre a possibilidade de adquirir Equipamentos de Proteção Individual (EPI) em maior volume, caso seja necessário. além de aumentar a vigilância em portos, aeroportos e fronteiras, como sugere o protocolo do Ministério da Saúde. “Se for necessário, iremos aderir a uma ata para aquisição de EPI para proteger pacientes e profissionais”.

Sobre os sintomas, é recomendado a população que “se tiver febre, tosse ou dificuldade para respirar, dentro de um período de 14 dias após viagem para China ou contato direto com pessoa com caso confirmado de Coronavírus, deve buscar imediatamente um serviço de saúde”, alerta o secretário.

Sobre o Coronavírus – Coronavírus é um vírus que tem causado doença respiratória pelo agente coronavírus, recentemente identificado na China. Os Coronavírus são uma grande família viral, conhecidos desde meados de 1960, que causam infecções respiratórias em serem humanos e animais. Geralmente, infecções por Coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto importante na saúde pública como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARG), identificada em 2002 e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012.

 

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Médico alerta para cuidados contra a Hanseníase na Gravidez

A hanseníase é uma doença crônica e transmissível, causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que se multiplica lentamente, levando a sintomas que podem demorar até 20 anos para aparecer. Ela afeta principalmente os nervos periféricos e está associada a lesões cutâneas características. Sem tratamento, pode causar danos aos nervos, demonstrados por fraqueza nas mãos e pés e pela presença de deformidade visível. Embora a doença seja completamente curável, com uma terapia que é gratuita, a demora em iniciar o tratamento pode levar à incapacidade permanente.

O Brasil concentra mais de 90% dos casos de hanseníase da América Latina, sendo o segundo país no mundo com a maior incidência, ficando atrás apenas da índia. Janeiro é o mês escolhido para a conscientização sobre a doença.

O ginecologista e obstetra Dr. Alberto Guimarães explica sobre a Hanseníase durante a gravidez:

Que problemas a hanseníase durante a gestação pode trazer à mãe e ao bebê?

A hanseníase começa de uma forma aparentemente inocente, com uma alteração na pele, e o desfecho pode levar a grandes mutilações, por isso quando um infectado era identificado ele era isolado, porque as pessoas começam a perder partes do corpo devido ao processo de atrofiamento e deformação, o que acabava causando uma segregação, sem o convívio com a sociedade.

Como é o tratamento da doença quando a paciente está grávida?

Como é uma doença que avança de uma maneira lenta e gradual, muitas pessoas que nem sabem que tem hanseníase acabam engravidando. Caso o diagnóstico seja feito durante a gestação, a principal questão é o tratamento que envolve vários medicamentos e que podem ter alteração no bebê, mas isso depende da fase que foi feito esse diagnóstico e do momento e que se inicia o tratamento. O tratamento da hanseníase dentro e fora da gravidez é o mesmo, com polimendicação, ou seja, a utilização de vários medicamentos.

Como a gestante pode evitar a hanseníase?

A hanseníase é transmitida principalmente por meios respiratórios, então é importante para a mulher – e não só a gestante – evitar os grandes conglomerados, a convivência em espaços com pouca ventilação, ou lugares aonde as pessoas não tem muita higiene. Uma abordagem interessante seriam campanhas que pudessem lembrar as pessoas que a hanseníase continua existindo, mesmo que a gente viva em um momento onde o Zika Vírus exige muitos recursos para descobrir como lidar com esse vírus, no Brasil ainda existem mais de 30 mil casos de hanseníase novos por ano e que passam despercebidos. É necessário que as pessoas estejam atentas ao seu próprio corpo e principalmente lembrar que manchas na pele e diminuição de sensibilidade (térmica, dolorosa e tátil) são situações que precisam ser investigadas. Se for feito o diagnóstico, a pessoa tem que entender a importância de ser tratado, geralmente o tratamento é longo, dependendo da fase da doença, e não é algo que termina em uma semana ou um ano, é um acompanhamento. É interessante ficar claro essa importância do tratamento e ser indicado, caso a mulher saiba que contraiu essa doença, a esperar a cura para se engravidar.

O pré-natal de uma gestante com hanseníase deve ser diferenciado?

O pré-natal de uma mulher que tem hanseníase será sim diferenciado, já que dependendo da gravidade da doença podem existir sequelas na criança. Na hanseníase a questão começa pela pele, mas o bacilo causador da doença tem preferência por atacar os nervos periféricos e a partir disso começam as outras complicações, inclusive a doença pode comprometer a visão por conta da alteração do nervo ótico, atrofiar músculos, alteração da movimentação. Além da pessoa também perder a autoestima e acabar se isolando, devido à essas situações. Durante o pré-natal, são tomados cuidados gerais para diminuir estas complicações referentes ao ataque dos bacilos nos nervos periféricos da mãe.

O recomendado é que a mulher que tenha hanseníase espere estar curada para engravidar, porém, muitas mulheres engravidam nesse período, e o Brasil tem mais de 30 mil casos de hanseníase por ano, segundo a OMS. O que contribui para esse cenário, na sua opinião?

São vários os fatores que contribuem para que a hanseníase não seja erradicada no Brasil. A hanseníase é o que chamamos de “doença silenciosa”, então ela começa na pele, de forma pouco perceptível, e em embora seja uma patologia de fácil identificação médica, muitas vezes as mulheres que estão infectadas engravidam porque nem sabem que estão doentes.

Outro fator é que a doença tem um tratamento longo e muitas vezes as pessoas abandonam os remédios por não verem o resultado imediato. O que agrava ainda mais a situação é que no Brasil não há políticas públicas que incentivem o planejamento familiar, então se a mulher engravida por acidente as chances de o bebê ter como consequência doenças graves é ainda maior. A hanseníase é uma questão de saúde pública, ainda mais por se tratar de uma doença que se prolifera com mais incidência em classes sociais menos favorecidas, que vivem em espaços menores, com mais pessoas e com poucas condições de higienização.

Dr. Alberto Guimarães: ginecologista, obstetra e precursor do Parto sem Medo

Formado pela Faculdade de Medicina de Teresópolis (RJ) e mestre pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), o médico atualmente encabeça a difusão do “Parto Sem Medo”, novo modelo de assistência à parturiente que realça o parto natural como um evento de máxima feminilidade, onde a mulher e o bebê devem ser os protagonistas. Atuou no cargo de gerente médico para humanização do parto e nascimento do Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim, CEJAM, em maternidades municipais de São Paulo e na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Site: https://www.partosemmedo.com.br/

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8 cuidados com a pele de bebês e crianças no verão

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), 70% das radiações que irão causar câncer de pele foram recebidas na infância; por isso, recomenda-se que somente leve a criança à praia após os 12 meses de vida.

Pediatra Loretta Campos dá uma série de dicas aos pais sobre os riscos de exposição ao sol inadequada em bebês e crianças“As férias estão chegando e junto vem o verão, é necessário conhecer sobre as principais dúvidas do uso do protetor solar”.

1 – A partir de que idade posso usar protetor solar?

A partir dos 6 meses de idade. Antes a pele do bebê é muito sensível sendo o uso mais seguro após essa idade.

2 – Qual o fator do protetor solar que devo comprar?

Em média, o fator 30 é suficiente, mas nada impede que você use um fator de proteção mais forte. Importante avaliar se a pele da criança é seca ou oleosa, para a escolha adequada do protetor solar.

3 – Qual é a quantidade que deve ser aplicada nos pequenos?

Sempre o suficiente para cobrir uma camada por todo o corpo. Três colheres de chá cheias para um bebê de 6 meses são recomendadas.

4 – O protetor solar deve ser usado antes ou depois do repelente?

Sempre antes! O repelente é por último.

5 – De quanto em quanto tempo devo reaplicar o protetor?

Se a criança estiver em contato direto com o sol, o protetor deve ser reaplicado a cada 2hs. Lembrar de reaplicar todas as vezes que entrar em contato com a água.

6 – O protetor solar deve ser usado diariamente pelas crianças? Sim. Todas as vezes que a criança for sair de casa deve ser aplicado o protetor, de preferência 30 minutos antes do passeio. Isso evita o câncer de pele e o envelhecimento precoce. É importante lembrar que pouco tempo de exposição solar faz bem para a produção de vitamina D.

7 – Quais são os outros cuidados que protegem a criança do sol? Além do uso do protetor, usar roupas leves e de algodão que ajudam a filtrar o sol. Manter as crianças hidratadas e usar águas termais na praia e na piscina.

8 – Como saber se a criança é alérgica ao filtro solar? Fazer o teste por 3 dias na parte interna do antebraço para avaliar se terá alergia ou não.

Dra. Loretta Campos

Pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), Consultora Internacional em Aleitamento Materno (IBCLC), Consultora do sono, Educadora Parental pela Discipline Positive Association e membro das Sociedades Goiana e Brasileira de Pediatria. A médica aborda temas sobre aleitamento materno com ênfase na área comportamental da criança e parentalidade positiva.

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Sete cuidados que a mulher que passou dos 40 anos precisa ter com a pele

1) usar protetor solar. O sol é maravilhoso e benéfico (melhora o humor e é fundamental para a síntese de vitamina D), mas devemos ter prudência na exposição: antes das 10h e depois das 15h.

2) Nutrição. A pele é um reflexo da saúde do corpo todo, por isso, o ideal é consumir menos alimentos calóricos e mais fibras. O suco anti-inflamatório é ótimo! Basta tomar duas vezes por dia. É só bater no liquidificador 500 ml de água com 1/2 cenoura, 1 pedaço de gengibre, 1 folha de couve, 1/4 beterraba, 4 laranjas com bagaço (cortar a laranja em 4 e retirar a casca e sementes), 1 maçã (retirar as sementes), 2 limões espremidos, 1 morango, 2 ameixas secas e colocar uma colher de chá de quinua, psyllium, amaranto, chia ou linhaça.

3) Nutricosmética. São microcomponentes em capsulas ingeridos pela boca. A moderna cosmética passa necessariamente pela tecnologia e produz resultados clínicos práticos. Alguns dos princípios ativos:

Bio-arct – Biomassa marinha padronizada originária de uma alga vermelha encontrada no mar ártico, a Chondrus crispus. Nos mares gelados, especialmente no inverno, esta alga concentra o dipeptíteo citrulil-arginina para assegurar reservas energéticas para a Primavera. Melhora osmoregulação, detoxificação, metabolismo e síntese energética.

Exsynutriment – Silício orgânico reestruturador que se apresenta solúvel, de uso oral. Promove efeito lifting e alta hidratação cutânea; aumenta a síntese de colágeno e elastina; potencializa a fixação de cálcio no tecido ósseo; e estimula a reposição de cabelos mais resistentes e espessos. Ligado à queratina, promove dureza e estabilidade das unhas. Também age na manutenção da elasticidade da parede dos vasos sanguíneos e do miocárdio.

Fosfolipídeos Caviar Oral – Consiste em uma associação de fosfolipídeos de origem marinha (principalmente fosfatidilcolina) e lipídeos neutros extraídos das ovas de arenque. É particularmente rico em ácidos graxos poli-insaturados (PUFA); omega-3 (DHA e EPA) na proporção 20:10; e contem vitamina E e Astaxantina.

Glycoxil  Estrutura dipeptídica que mimetiza um peptídeo do organismo, tornando possível a biossíntese em larga escala e de forma sustentável. Constituída de carcinina, cujo nome químico é beta-alanil-histamina, apresenta propriedade antiglicante, antiglicoxidante e desglicante.

In.Cell – Ingrediente funcional preparado a partir da gema do ovo esterelizado que oferece os aminoácido essenciais de forma 100% disponível. Estes aminoácidos são essenciais para a formação de diversas proteínas, enzimas e ácido nucleico. Adquirido por meio de suplementação, é rico em ácido graxos monoinsaturados, ômega-9 e ômega-7. Fornece um perfil completo de ácidos graxos essenciais mono e poli-insaturados (ômegas 3, 7, 9) nas proporções adequadas para o consumo humano.

4) Uso de estimuladores da derme profunda sem machucar a epiderme (camada superficial). O dermaroller é um ótimo exemplo.

5) Dermocosméticos. Creme com princípios ativos que retardam o envelhecimento da pele. Alguns deles são:

Adipofill – Ajuda a reverter a lipodistrofia e reduz os sinais visíveis do envelhecimento estrutural, conferindo um efeito PLUMP. Promove uma pele mais firme.

Arct-Alg – Biomassa marinha padronizada originária de uma alga vermelha encontrada no mar ártico, a Chondrus crispus, que concentra o biopeptídeo citrulilarginina, aminoácido taurina e agentes osmorreguladores e triplica a produção de óxido nítrico.

Connect-cell – Neuropeptídeo envolvido na preservação da capacidade neurosensorial da pele. Combate a neurodegeneração e melhora a conexão e comunicação celular, aumentando a resistência da pele contra o estresse ambiental.

Densiskin D+ – Complexo biológico exclusivo. Ajuda a atenuar as linhas e marcas de expressão por efeito de bioadesão molecular. Estimula a biosíntese de colágeno e aumenta a densidade cutânea.

OTZ 10 – Protetor contra danos causados por IRA, UVA e UVB, que no processo de neutralização gera pró-taurina, um aminoácido protetor do DNA, osmorregulador e que diminui a expressão gênica de MMP1 (enzimas degradadoras de colágeno)

Sculptessence – Poliosídeo purificado da linhaça e rico em xilose que tem ação remodeladora do contorno facial. Restaura a substância fundamental da pele, estimula a síntese de GAGs e protege a degradação do colágeno.

Phloretin Lemma – Flavonóide antioxidante com potente efeito regenerador do foto dano e clareamento cutâneo. Reduz linhas finas de expressão e rugas e promove o clareamento e a uniformidade da pele.

Synovea HR – Antioxidante e clareador, quatro vezes mais potente e seguro que a hidroquinona, age regulando cinco diferentes etapas do processo de melanogênese. Também inibe a tirosinase, a peroxidase (H2O2) e estimula a produção de glutadiona, a conversão de glutadiona oxidada em glutadiona e protege proteína e o DNA. Promove rejuvenescimento, clareamento e a uniformidade da pele.

6) Ulthera. É um ultrassom microfocado que realiza um lifting facial sem cirurgia e pode ser feito uma vez por ano. O procedimento é bem desconfortável, mas os resultados são expressivos. Não é indicado para pacientes com muita flacidez ou face muito pesada (mais comum em homens). Neste caso há necessidade de lifting cirúrgico.

7) Não abusar do uso de toxina botulínica (botox). O corpo produz anticorpos contra a toxina botulínica que inativam a paralisia do músculo em pouco tempo e suspendem os resultados. Dependendo da marca usada, pode ser mais pura ou menos.

Também não abusar do uso de preenchedores para não ficar com a face estigmatizada (por exemplo, lábios muito grandes e artificiais).

Dr. Marco Cassol, cirurgião plástico. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS) e da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) com mais de 20 anos de experiência. É formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Especialista em plástica facial.

Site: www.marcocassol.com.br

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Baixa umidade do ar: Cuidados importantes durante a prática de atividades físicas

Estamos vivendo períodos críticos com maior baixa da umidade relativa do ar, o que é preocupante porque tal condição climática provoca dificuldade em respirar, devido ao ressecamento das vias aéreas, dor de cabeça, cansaço prematuro e taquicardia. A umidade do ar é mais baixa principalmente no final do inverno e início da primavera, no período da tarde, entre 12 e 16 horas.

A umidade ideal para se exercitar, segundo a OMS, deve estar fica entre 40% a 70%. Abaixo dessa faixa ocorre um desconforto por causa da perda de líquido pelas células mucosas das vias aéreas e compromete não só a performance, mas a saúde do praticante.

Entre os principais cuidados, é essencial que o praticante de esporte seja orientado por um profissional e que acima de tudo, respeite seus limites individuais. “Costuma ser preocupante quando baixa a umidade relativa do ar, porque ela provoca o maior ressecamento das vias aéreas, potencializando o risco de infecções, alergias e desidratação”, explica a preparadora física Vanessa Menache, sócia-diretora da AV Treinamento Inteligente.

A preparadora física listou alguns cuidados simples a serem tomados para você treinar em baixa umidade do ar com tranquilidade:

– Mantenha o corpo hidratado durante a atividade física. Para isso, beba água antes, durante e depois dos treinos;

– Use roupas com tecidos leves transpiráveis;

– Evite treinar em ambiente não climatizado ou ao ar livre entre 10:00 e 16:00.

Treinamento Inteligente – Localizado no bairro do Itaim Bibi, na capital paulista, o espaço conta com um time de profissionais altamente qualificados e especializados em treinamento funcional embasados no Sistema Core 360.  O estúdio oferece aos seus clientes um programa de treino customizado por meio do relacionamento interdisciplinar e interação com os diversos profissionais da área da saúde como Medicina Esportiva, Nutrição, Fisioterapia e Terapeutas. Site: http://treinamentointeligente.com.br

 

Ginecologista e Obstetra aponta cinco cuidados que toda mulher precisa ter

O corpo feminino é uma caixinha de surpresas. Apesar de muito se falar em “saúde da mulher”, há certos cuidados que podem passar despercebidos. O ginecologista e obstetra Dr. Alberto Guimarães, autor do livro “Parto Sem Medo”, aponta cinco importantes precauções:

1-      Autoexame – Durante o banho não deixe de tocar as mamas e atentar-se para qualquer nódulo;

2-      Menstruação – Sentir fortes dores e cólicas menstruais incontroláveis podem ser sinais de endometriose;

3-      Exame clínico – Cerca de 80% das doenças da mulher são detectadas pelo exame clínico. Assim, o médico precisa tocar na paciente. Apenas 30% das patologias são diagnosticadas com exames laboratoriais;

4-      Visita ao ginecologista – É essencial colher o exame Papanicolau logo após o início da vida sexual. Esse cuidado tem que ser anual, sem desculpas;

5-      Dor na hora do sexo é tratável – Mais comum do que muita gente imagina, o sexo para algumas mulheres pode ser uma tortura. E isso não tem a ver com libido. A mulher pode sentir desejo pelo parceiro, mas algo físico pode estar atrapalhando. O problema tem cura e muitas vezes pode sem bem simples.

Dr. Alberto Guimarães:  ginecologista, obstetra e precursor do Parto Medo

Formado pela Faculdade de Medicina de Teresópolis (RJ) e mestre pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), o médico atualmente encabeça a difusão do “Parto Sem Medo”, novo modelo de assistência à parturiente que realça o parto natural como um evento de máxima feminilidade, onde a mulher e o bebê devem ser os protagonistas. Atuou no cargo de gerente médico para humanização do parto e nascimento do Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim, CEJAM, em maternidades municipais de São Paulo e na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Site: https://www.partosemmedo.com.br/

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Mais frequentes no inverno, doenças respiratórias exigem cuidados especiais

O inverno é uma época do ano em que os cuidados com a saúde devem ser redobrados. As gripes, resfriados e outras doenças respiratórias crônicas, como a rinite, a sinusite, a asma e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), são mais frequentes nesta estação.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia da Regional de São Paulo, Pedro Bianchi, a asma é uma doença muito frequente entre os brasileiros e acomete cerca de 10% da população. O especialista revela ainda que ela, geralmente, vem acompanhada da rinite, que afeta 3 em cada 10 brasileiros.

“Agora, no inverno, essas doenças tendem a piorar, principalmente porque nesta época do ano há circulação de vírus que causam infecções respiratórias, causam resfriados, causam gripes. E os pacientes que têm asma e rinite, além de terem os sintomas da gripe, dos resfriados, vão ter também exacerbações da sua asma e da sua rinite. Além disso, nesta época do ano, em geral, o ar está mais poluído e seco, que também leva a um aumento da taxa de crises respiratórias”, revela.

O advogado Álvaro Augusto de Castro Diniz, de 35 anos, morador de Belo Horizonte, sabe bem o que é isso. Ele tem bronquite asmática desde criança, mas não é sempre que tem crises. O quadro piora ainda mais quando entra em contato com poeira, mofo, ambientes fechados, o que o obriga a usar bombinha para ajudar na respiração.

“A sensação antes de usar a bombinha é a seguinte: é como se o pulmão estivesse realmente fechado. Você puxa o ar e não oxigena. O ar parece que não vai para o pulmão e a sensação é como se tivesse afogando no seco. E após o uso do medicamento, a sensação que a gente tem é realmente de dilatação dos brônquios mesmo, e isso facilita, a respiração volta”, conta.

Já a estudante de Comunicação Social Luana Nova, de 29 anos, moradora do Distrito Federal, convive com rinite e sinusite, que também são mais comuns nesta época do ano.

“Os sintomas da rinite alérgica são geralmente os mesmos do resfriado. Você sente aquela coriza, aquele nariz meio entupido, os olhos lacrimejando, é bem ruim. E o da sinusite geralmente é muita dor de cabeça, muita dor nos ossos da face e principalmente no nariz. É como se tivesse uma pedra no nariz e ele incomoda bastante o ouvido também”, disse.

Para se proteger dessas doenças no inverno, é importante se agasalhar bem, principalmente ao sair na rua; em dias muito frios e secos, é bom evitar a prática de exercícios físicos ao ar livre; os banhos prolongados com água muito quente podem provocar ressecamento da pele, então é bom que eles sejam mais rápidos; é aconselhável também usar soro fisiológico para hidratar os olhos e as narinas; ao usar aquecedores, é importante manter uma fonte de umidificação do ambiente, como um recipiente com água, tolhas molhadas e até umidificadores; para facilitar a circulação do ar e diminuir a concentração de vírus e bactérias, é necessário manter pelo menos uma fonte de ventilação em locais fechados; e, além disso, é importante lavar e secar bem as mantas, cobertores e blusas guardadas por muito tempo em armários.

 

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SES faz alerta para cuidados com a saúde masculina

No Dia do Homem, celebrado no Brasil nesta segunda-feira, 15 de julho, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) orienta sobre os cuidados com a saúde masculina. A atenção e cuidado à saúde do homem devem andar em conjunto com as ações de Atenção Básica em Saúde, que, por sua vez, potencializa a busca ativa à população masculina e aproxima os homens das Unidades de Saúde da Família.

“Nesta data pontual nossa intenção é estimular que homens cuidem da saúde. Historicamente, culturalmente, o homem foi ensinado a acreditar que é muito forte e que não adoece e, claro, não é assim que funciona. Mas, é exatamente essa perspectiva que faz com que a população masculina não busque assistência médica. Aproveitamos esta data para reforçar que não é preciso ficar doente para cuidar da saúde, pelo contrário. Os exames periódicos e preventivos são essenciais para manter uma boa qualidade de vida”, alertou o coordenador da Área Técnica de Saúde do Homem na SES, Hélio Soares.

Agravos

As doenças que mais afetam a população masculina na Paraíba, de acordo com levantamento feito pela SES de 2014 a 2018, são: infarto agudo do miocárdio; fatores externos (acidentes, violência por arma de fogo ou arma branca); diabetes mellitus; pneumonia, acidente vascular cerebral hemorrágico; neoplasia maligna da próstata, neoplasia maligna dos brônquios e dos pulmões; neoplasia maligna do estômago; neoplasia maligna do fígado e vias biliares intra-hepáticas; neoplasia maligna da cavidade oral/traquéia, brônquio e pulmão.

No Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Sua taxa de incidência é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento. Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos, pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.

“Para diminuir a mortalidade por câncer de próstata, torna-se de extrema importância o incentivo à população masculina no que se refere à adoção de hábitos de vida saudáveis, bem como o autocuidado. A maioria dos cânceres de próstata cresce lentamente e não causa sintomas no início, mas tumores em estágio mais avançado podem causar dificuldades para urinar, sensação de não conseguir esvaziar completamente a bexiga, presença de sangue na urina e, em alguns casos, dor óssea na região das costas.

Por isso, o diagnóstico precoce da doença é essencial e este é realizado através do toque retal e da dosagem do PSA no sangue onde se pode avaliar a próstata. A população masculina deve procurar as Unidades de Saúde da Família para realização dos exames preventivos, se possível uma vez ao ano, após os 50 anos, ou conforme orientação médica”, informou Hélio.

Atendimento

A rede de Atenção básica é ordenadora e coordenadora do cuidado dos demais serviços de saúde, a exemplo dos serviços especializados.

“Os serviços especializados na rede hospitalar estadual entram de acordo com a necessidade individual. A Paraíba oferece diversos serviços, seja de reabilitação, urgência e emergência, saúde mental ou diagnóstico e laboratorial. Assim, é importante que o homem procure a Unidade de Saúde da Família mais próxima da sua residência pelo menos duas vezes por ano, ou sempre que apresentar necessidade, para fazer exames de rotina e acompanhamento”, pontuou Hélio Soares.

 

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Dicas e cuidados ajudam a evitar e tratar queimaduras

Marcado como o mês mais festivo da região Nordeste, Junho também é uma das épocas com maior incidência de acidentes e queimaduras com fogos de artifício, fogueiras e balões. Veja abaixo dicas e cuidados citados pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) para evitar esses acidentes.

Conforme a SBD, é preciso ter muito cuidado com a aproximação nas fogueiras, principalmente com crianças pequenas que não conseguem ter dimensão do perigo. Já o manuseio incorreto de fogos de artifício podem causar queimaduras, além de mutilações nos dedos, machucados nos olhos e até a surdez.

“A pele pode ser destruída parcialmente ou totalmente, atingindo desde pelos até músculos e ossos. Os tipos de queimaduras são: 1º grau – quando atinge a camada mais superficial da pele, lesão é vermelha, quente e dolorosa; 2º grau superficial – que gera bolhas e muita dor; 2º grau profunda – quando é menos dolorosa, a base da bolha é branca e seca; e 3º grau – que é indolor, acomete todas as camadas da pele e pode chegar até aos ossos e gerar sérias deformidades”, contou Samuel Mandelbaum, médico dermatologista da SBD.

Em caso de acidente, a SBD recomenda que a área queimada fique debaixo de água fria ou sejam aplicadas compressas limpas e frias sobre a queimadura até que a dor desapareça ou se busque um serviço médico.

“Para as queimaduras de 1º grau, é importante manter a área de queimadura hidratada, usando óleo mineral ou vaselina líquida. Já no caso de formação de bolhas, as mesmas não devem ser retiradas, pois elas servem de curativo biológico. Deve-se procurar um médico, e após a cicatrização, é necessário usar filtro solar para evitar o surgimento de manchas. A SBD também alerta que tratamentos caseiros de queimaduras podem causar infecções na ferida e alergias. Não é recomendado usar pasta de dente, clara de ovo, manteiga ou outras receitas indicadas por amigos ou buscadas na internet”, informou a SBD.

Busque atendimento médico imediato se:

– A queimadura for considerada de segundo ou terceiro graus.

– A área queimada for grande, mesmo que a queimadura não pareça grave, ou sempre que a queimadura parecer cobrir mais de 15 a 20% do corpo.

– A queimadura for provocada por fogo, corrente elétrica ou substância química.

– A queimadura for no rosto, couro cabeludo, articulações ou genitais.

– A queimadura parecer estar infectada (inchada, com pus, cada vez mais roxa ou com linhas roxas na pele que rodeia a ferida).

 

 

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