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Vereador destaca obras esportivas e lamenta críticas da oposição em Bananeiras

Utilizando as redes sociais, o vereador Ramom Moreira, de Bananeiras, PB, lamentou as críticas divulgadas pela oposição local, referente a abertura de créditos suplementares para investimentos no município.

Segundo o Vereador Ramom, “a oposição tenta obstruir investimentos importantes para a população, como melhorias no estádio municipal e obras de infra-estrutura turística, como a Casa do Turista”, destacou.

O parlamentar ainda afirmou que “a gestão do prefeito Douglas investiu fortemente no esporte, construindo dois ginásios, um na Cidade Alta e outro no Distrito de Roma, duas quadras abertas, sendo uma no bairro Chã do Lindolfo e outra no sítio Gamelas. Além de estar reformando o Bezerrão e construindo a praça do Skate”, afirmou Ramom Moreira.

O vereador ainda ressaltou a reforma do ginásio do distrito do Tabuleiro e a construção do Campo “José Marinho”, no distrito de Vila Maia. “Temos que reconhecer essas conquistas efetuadas pela gestão municipal”, afirmou.

Para Ramom, “o momento é de união e de pensar no bem comum. Vivenciamos um período atípico e o apoio de todos é importante. Deixemos a eleição para o tempo oportuno. É hora de estarmos unidos e pensarmos no futuro de Bananeiras”, pontuou o vereador.

Ramom Moreira está em seu segundo mandato legislativo e é um dos possíveis nomes para suceder o prefeito Douglas Lucena.

Assessoria

 

 

Após fazer deboche da demissão de Mandetta, deputado paraibano é alvo de críticas nas suas redes sociais

Ontem (16), após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmar a demissão do agora ex-ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), o deputado estadual Cabo Gilberto Silva (PSL), fez uso das suas redes sociais para debochar da imagem do ex-ministro num post nas suas redes sociais. O ato acarretou uma onda de críticas dos internautas ao parlamentar por seu post.

No post, Cabo Gilberto faz uma associação do ex-ministro a forma a uma critica a ex-presidente Dilma Roussseff (PT), debochando do país ainda não ter chegado no pico de casos que do novo coronavírus ou (Cvid19). “Agora, eu entendi, com o novo ministro da saúde”, diz trecho da postagem.

Veja o posts do deputado e alguns das centenas de comentários negativos a sua publicação:

https://www.instagram.com/p/B_DCPcOp0sg/?igshid=86tsrvut0678

pbagora

 

 

Após críticas de Bolsonaro, Mandetta diz que seguirá trabalhando: ‘Foco na doença’

O ministro da Saúde, Henrique Mandetta, disse ao blog nesta sexta-feira (3) que seu foco é o combate ao coronavírus, ao ser questionado a respeito das novas críticas do presidente Jair Bolsonaro ao seu trabalho.

Perguntado pelo blog se ele pretendia se demitir após Bolsonaro ter dito ontem que eles não “andam se bicando” e que Mandetta precisa “ter mais humildade”, o ministro respondeu: “Foco na doença, vida que segue. Foco, lavoro, lavoro, lavoro”.

Nos bastidores, aliados do ministro acreditam que o presidente tem forçado repetidamente Mandetta a pedir demissão, para evitar o desgaste de dispensar um ministro com apoio popular em meio a pandemia. Mandetta, no entanto, diz que só sai demitido.

Além disso, ele tem apoio de outros colegas da Esplanada dos Ministérios, como o ministro da Justiça, Sergio Moro — o assessor mais popular do governo Bolsonaro.

Ministros têm procurado Mandetta para dizer que vão seguir as suas orientações técnicas na crise — e não as do presidente Bolsonaro, o que tem irritado o chefe do Executivo, que gostaria de uma discussão antecipada sobre o fim do isolamento social para combater o coronavírus, o que Mandetta e autoridades de saúde mundial não orientam.

O ministro Mandetta ainda tem feito constante trabalho de manter sua equipe, de respeitados profissionais da área da saúde, para resistir as constantes ameaças do presidente e permanecer na missão.

Mandetta tem enfatizado o discurso de que seguirão juntos ate o fim da pandemia: só sairão juntos.

A atuação do ex- ministro Osmar Terra, junto a Bolsonaro e nas redes sociais, negando a necessidade do isolamento social, na linha do que pensa o presidente, é motivo de queixa permanente da equipe da saúde.

Nos bastidores do próprio Planalto, Terra é chamado por ministros de ala militar de “desleal”. Na conversa do presidente com Mandetta no último sábado, no Alvorada, o ministro disse que Bolsonaro poderia trocá-lo por Terra, mas não “duraria” dois minutos pois o ex-ministro, assim como o presidente da Anvisa, não tem “vínculo de confiança” com a sociedade em meio à pandemia.

Terra, inclusive, esteve na reunião de médicos com Bolsonaro, da qual Mandetta não participou porque não foi convidado, como o blog revelou nesta semana. Os médicos, no entanto, repetiram o que o Ministério da Saúde tem dito sobre as recomendações- inclusive sobre os efeitos colaterais da cloroquina.

Foto: Reprodução/TV Brasil

G1

 

Rachel Sheherazade parabeniza emissora concorrente que repudiou críticas do governo a cobertura jornalística sobre o coronavírus

A jornalista paraibana, âncora do telejornal SBT Brasil, Rachel Sheherazade parabenizou a concorrente, jornalista do Bom Dia Brasil, Ana Paula Araújo, que na noite deste sábado (28), durante apresentação do Jornal Nacional leu uma nota da Globo se posicionando contra as declarações do ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta.

Rachel, se solidarizou com a colega de profissão e fez uma postagem no seu twitter neste domingo (29) @RachelSherazade. “Parabéns à emissora pela postura altiva e corajosa em defesa dos profissionais da imprensa e do trabalho essencial que desempenham os jornalistas neste período de extrema crise humanitária global.”

A nota da Globo, foi uma reação a uma declaração polêmica do ministro feita horas antes na entrevista coletiva sobre o combate à covid-19. “Desliguem um pouco a televisão. Às vezes ela é tóxica demais. Há quantidade de informações e, às vezes, os meios de comunicação são sórdidos porque eles só vendem se a matéria for ruim. Publicam o óbito, nunca vai ter que as pessoas estão sorrindo na rua. Senão, ninguém compra o jornal”, disse Mandetta. Ele sugeriu que a cobertura da pandemia seja mais proativa, ou seja, com menos notícias negativas. “Se não for assim, vai trazer mais estresse à população.”

Confira a nota na íntegra da emissora:

“O ministro da saúde encontrou uma outra maneira de agradar o presidente. Criticou o trabalho da imprensa, afirmando que os meios de comunicação são sórdidos, porque na visão dele só vendem se a matéria for ruim. Na pandemia de um vírus letal contra o qual não há medicamento ou vacina é estarrecedor que ele não reconheça que o nosso trabalho, o trabalho de todos os colegas jornalistas, daqui da Globo, mas também de todos os veículos, é um remédio poderoso: dar informação para que o povo possa se proteger. Há muitos trabalhos essenciais, dos médicos e enfermeiros em primeiro lugar, mas nós jornalistas estamos nas redações e nas ruas arriscando nossa saúde para cumprir nossa missão. E fazemos isso com orgulho”, comunicou a âncora. 

 

clickpb

 

 

Sheherazade diz sofrer ameaças de morte após críticas a Bolsonaro

A âncora do principal telejornal do SBT, o SBT Brasil, Rachel Sheherazade afirmou por meio do Twitter na madrugada desta quinta-feira (27) que vem sofrendo ameaças de morte e contra a família dela desde que “ousou” criticar o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro em 2018.

E seu perfil oficial na rede, Rachel se solidarizou com as colegas de profissão Vera Magalhães, Míriam Leitão, Eliane Cantanhêde e Patricia Campos Mello que, para a âncora do SBT, têm sido alvos de ataques da mesma natureza “vil, covarde, decrépita e misógina”.

Rachel também ressaltou, em uma sequência de posts, que todos os ataques “partem do mesmo escritório virtual do crime, já denunciado na CPI das Fake News”. Para a jornalista do SBT, tais denúncias foram ignoradas pelo Procurador-Geral da República, Augusto Aras, e pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

“A violência que minhas colegas sofrem eu sofri e tenho sofrido também. Campanhas difamatórias, ataques em massa, ameaças de morte, ameaças contra meus filhos têm sido uma rotina desde que ousei criticar o então candidato Jair Bolsonaro, ainda no episódio da greve dos caminhoneiros em 2018”, afirmou Rachel.

A jornalista ressaltou que não há como afirmar que o comando dos ataques a jornalistas seja do presidente, mas disse que “não há como negar que ele tira proveito do ódio que semeia”.

De acordo com Rachel, esse ódio põe em “cheque a própria liberdade de imprensa”. “Na luta insana contra a democracia, o primeiro ataque é contra a verdade. A última vítima do autoritarismo é a liberdade”, concluiu a jornalista.

Isto É

 

 

Adriano Galdino defende Bolsonaro de críticas, mas reconhece que presidente “Não ajuda. Diz muitas besteiras”

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (PSB), que recentemente se posicionou contrário ao voto de repúdio ao presidente Bolsonaro (PSL), proposto pela deputada estadual Estela Bezerra (PSB), criticou na última quarta-feira (30), a postura de certos setores da imprensa em relação ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). “A imprensa tem que acabar com essa coisa de, se pagar fala bem; se não pagar, fala mal”, disse.

Galdino lembrou a frase do humorista Juca Chaves dando conta de que “a imprensa brasileira é tão séria que, quando a gente paga, ela diz a verdade. Isso precisa acabar. A imprensa precisa respeitar a imagem do presidente porque a imagem do presidente é a imagem do Brasil, da instituição Brasil”.

Porém o presidente da ALPB reconheceu as gafes do atual chefe do executivo nacional: “ É claro que ele (Bolsonaro) também não ajuda. Diz muitas besteiras e, nesse caso, precisa igualmente se policiar e agir com mais trato com as pessoas”, pontoou.

 

pbagora

 

 

Reitora da UFPB prevê para 2020 mais cortes e rebate críticas sobre funcionalidade das universidades

Em entrevista à imprensa paraibana a reitora da Universidade Federal da paraíba, Margareth Diniz, foi enfática ao prever quedas orçamentárias oriundas do Governo do presidente Jair Bolsonaro para com a universidade para o orçamento do próximo ano. Questionada sobre as recentes declarações do presidente sobre algazarras dentro do espaço universitário contra a gestão federal, ela nega e discorda de Bolsonaro.

“Nós fizemos um planejamento orçamentário e encaminhamos para a PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual); em sequência, a LOA foi aprovada. Uma vez aprovada, começamos a trabalhar com aquele orçamento aprovado na LOA, embora sabendo que o orçamento, dependendo de arrecadação, ele pode haver contingenciamento. Bom, ao longo do tempo, já no começo do ano, recebemos a informação de que nós teríamos 30% do nosso orçamento contingenciado. Ou seja, você se planeja para uma coisa e, de repente, você recebe a informação de que 30%, no nosso caso, um quantitativo de R$ 44 milhões para o ano de 2019, serão contingenciados. Sem estes 30% nós não fecharíamos o ano”, disse a reitora, lamentando a postura atual do Governo Federal.

Questionada sobre como observa a política educacional do novo governo? Tendo em vista as declarações críticas do presidente sobre o ensino público superior no Brasil, a exemplo da famosa ‘balburdia’, ela disse: “A questão da balbúrdia, a gente discorda, porque se você olhar os indicadores das universidades, você vai ver que as universidades federais são as melhores do país. Que mais de 70% de pesquisa deste país são feitas pelas universidades federais. Nós fazemos inovação tecnológica. A UFPB, por exemplo, é quinto lugar de governança dado pelo TCU. É a quarta universidade do país em depósito de patente. Nós estamos entre as melhores universidades do país, em qualquer indicador que você possa observar. Então não concordo nada, nem do governo, nem de qualquer outra autoridade que diga que as universidades não funcionam muito bem”, lembra Margareth.

Veja os resultados do levantamento do TCU:

https://portal.tcu.gov.br/governanca/governancapublica/organizacional/levantamento-2018/resultados.htm

 

pbagora

 

 

“Vivem me esculhambando”, diz Bolsonaro sobre críticas a governadores nordestinos

O Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PSL), falou sobre a polêmica frase dita no fim de semana ao se referir aos governadores do Nordeste.

Em reunião com jornalistas, Bolsonaro teria dito: “Daqueles governadores ‘paraíbas’, o pior é o do Maranhão”.

A declaração repercutiu de forma negativa pelo teor de preconceito usado no termo ‘paraíba’ ao referir-se à região Nordeste, mas, segundo o presidente, a crítica não foi aos nordestinos e sim a gestores específicos.

Em entrevista nesta segunda-feira (22), Jair se defendeu dizendo que criticou os governadores João Azevedo (PSB), da Paraíba, e Flávio Dino (PCdoB),do Maranhão.

Em sua defesa, Bolsonaro disse que os gestores estão sempre criticando o governo federal e culpou a mídia pela proporção que tomou a sua fala.

– Eu fiz uma crítica aos governadores do Maranhão e da Paraíba. Vivem me esculhambando. Obras do governo federal dizem que são deles, não são deles, são do povo. A crítica foi a esses dois governadores, nada mais, nada menos. Uma crítica em três segundos. Três segundos e vocês da mídia fazem uma festa. O parlamento não é tão raso como vocês estão pensando – apontou.

Ainda de acordo com o presidente, a mídia faz esse tipo de manobra porque tem saudades de um antigo gestor nacional.

– Eles acham que o Nordeste é massa de manobra. A imprensa brasileira está com saudades do PT – pontuou.

As declarações repercutiram na Rádio Correio FM.

 

paraibaonline

 

 

Lula se despede da esposa com lágrimas e duras críticas a seus acusadores; assista discurso

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se despediu neste  sábado de sua esposa e companheira de luta Marisa Leticia, após um velório cheio e comovente que terminou com um duro discurso contra as acusações de corrupção que rondaram o casal no último ano.

“Marisa morreu triste porque a canalhice que fizeram com ela e a imbecilidade e a maldade que fizeram com ela, eu vou dedicar…”, desabafou Lula sem terminar a frase, em frente ao caixão da ex-primeira-dama, coberto pela bandeira do Brasil e outra do Partido de los Trabalhadores (PT). “Eu tenho 71 anos, não sei quando Deus me levará, acho que vou viver muito, porque eu quero provar que os facínoras que levantaram leviandade com a Marisa tenham, um dia, a humildade de pedir desculpas a ela” disse Lula, comovido e aplaudido pela multidão de admiradores que se reuniram na sede do Sindicato dos Metalúrgicos.

Marisa Letícia Rocco – com quem Lula se casou em 1974 e teve três filhos, depois de ambos ficarem viúvos de seus primeiros cônjuges – faleceu aos 66 anos no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após sofrer um AVC em 24 de janeiro. O hospital anunciou a morte da ex-primeira-dama nesta sexta-feira (3), após ela ter sido diagnosticada com ausência de fluxo cerebral na quinta-feira.

Vestido totalmente de preto, o líder petista recebeu os pêsames e abraçou centenas de desconhecidos e figuras destacadas do PT, como a ex-presidente Dilma Rousseff, o presidente do partido, Rui Falcão, vários membros do Congresso e ex-ministros.

“Mataram dona Marisa”

Vários aliados políticos de Lula vincularam a morte de Marisa Letícia ao ano de turbulências e sobressaltos judiciais do ex-presidente, que enfrenta cinco acusações ligadas ao escândalo de corrupção na Petrobras, algumas delas envolvendo sua esposa. “Não é exagero dizer que mataram a dona Marisa, ela foi vítima de uma perseguição gigantesca e não aguentou”, disse a jornalistas o senador do PT Lindbergh Farias.

Essa teoria da perseguição judicial que, segundo o próprio Lula, buscaria impedir que ele seja candidato presidencial em 2018, foi esboçada também por Dilma e defendida por vários membros do PT. “Há um ano dona Marisa não tinha nenhuma alegria, vivia sob ameaças de prisão, de prisão dos filhos. Tenho convicção de que sua partida prematura está muito ligada a esse clima de ódio”, disse Gilberto Carvalho, ex-chefe de gabinete de Lula e ex-ministro de Dilma. Neste sábado, a Corregedoria do Ministério Público de Minas Gerais informou que investigará o procurador Romulo Paiva Filho, que a foto da ex-primeira-dama em uma rede social e escreveu a frase, “Morre logo, peste! Quero abrir logo o meu champagne!”.

Conversa com Temer

Na quinta-feira, o presidente Michel Temer e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foram ao Hospital Sírio-Libanês para dar os pêsames a Lula. O líder petista recebeu Temer cordialmente, e inclusive aproveitou a ocasião para fazer algumas observações políticas. Segundo vários meios, Lula criticou a proposta do atual presidente de reforma da Previdência em meio à grave recessão nacional, e lhe recomendou estimular o consumo interno em vez de promover medidas de austeridade.

“Neste momento de desavenças tão profundas, a morte de Marisa possibilitou esses encontros e a vontade de que se converse mais sobre o Brasil”, afirmou no velório o ex-senador e cofundador do PT Eduardo Suplicy. O corpo da ex-primeira-dama será cremado na tarde deste sábado, ao final do velório, em uma cerimônia reservada para a família.

Jornal do Comércio

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Diminuindo o SUS: Governo vai ampliar discussão sobre plano de saúde ‘popular’ após críticas

plano-de-saudeDepois de receber novas críticas de entidades de saúde e defesa do consumidor em relação à proposta de um “plano de saúde popular”, com menos serviços do que o ofertado pelos planos atuais, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, anunciou nesta segunda-feira (8) que irá ampliar o grupo de trabalho criado para discutir a projeto dentro do governo.

A mudança ocorre após críticas de entidades como a Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), para quem a composição do grupo apenas por representantes do governo e de empresas de planos de saúde trazia riscos de “retrocesso” aos direitos dos usuários desses serviços.

Inicialmente anunciado como plano de saúde “popular”, o projeto, rebatizado agora de plano “acessível”, prevê mudança nas regras da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para que sejam ofertados no mercado planos com cobertura menor de procedimentos do que o rol mínimo obrigatório definido pela agência.

Jorge Hely/Brazil Photo Press/Folhapress
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, no lançamento do Centro de Operações Conjuntas da Saúde para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos
O ministro da Saúde, Ricardo Barros

Em contrapartida, Ricardo Barros tem defendido que os preços também sejam menores, como forma de aumentar os atendimentos no setor privado e, assim, “aliviar a demanda no SUS”.

Além da Proteste, o governo também deve convidar para fazer parte do grupo de trabalho representantes de Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) e de entidades médicas como o CFM (Conselho Federal de Medicina) e a AMB (Associação Médica Brasileira). A Abramge, associação que representa planos de saúde, também deve entrar no grupo, segundo o ministério.

Na sexta-feira (5), o CFM divulgou nota em que afirma que a oferta de planos populares “apenas beneficiará os empresários da saúde suplementar e não trará solução para os problemas do SUS”.

PLANOS INDIVIDUAIS

Diante da polêmica, o ministro da Saúde voltou a rebater as críticas nesta segunda-feira (8) e disse esperar que a medida traga economia de R$ 20 bilhões por ano.

Ainda segundo a pasta, a ideia é “ampliar a oferta de planos individuais” –hoje, 70% das operadoras ofertam planos coletivos, ligados a empresas e instituições, por exemplo.

A previsão é que o projeto que prevê planos menores e mais baratos seja finalizado em até 60 dias. Após esse período, a possível oferta no mercado deve ser avaliada pela ANS, responsável por regular o setor.

Folha de São Paulo

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