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Adriano Galdino defende Bolsonaro de críticas, mas reconhece que presidente “Não ajuda. Diz muitas besteiras”

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (PSB), que recentemente se posicionou contrário ao voto de repúdio ao presidente Bolsonaro (PSL), proposto pela deputada estadual Estela Bezerra (PSB), criticou na última quarta-feira (30), a postura de certos setores da imprensa em relação ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). “A imprensa tem que acabar com essa coisa de, se pagar fala bem; se não pagar, fala mal”, disse.

Galdino lembrou a frase do humorista Juca Chaves dando conta de que “a imprensa brasileira é tão séria que, quando a gente paga, ela diz a verdade. Isso precisa acabar. A imprensa precisa respeitar a imagem do presidente porque a imagem do presidente é a imagem do Brasil, da instituição Brasil”.

Porém o presidente da ALPB reconheceu as gafes do atual chefe do executivo nacional: “ É claro que ele (Bolsonaro) também não ajuda. Diz muitas besteiras e, nesse caso, precisa igualmente se policiar e agir com mais trato com as pessoas”, pontoou.

 

pbagora

 

 

Reitora da UFPB prevê para 2020 mais cortes e rebate críticas sobre funcionalidade das universidades

Em entrevista à imprensa paraibana a reitora da Universidade Federal da paraíba, Margareth Diniz, foi enfática ao prever quedas orçamentárias oriundas do Governo do presidente Jair Bolsonaro para com a universidade para o orçamento do próximo ano. Questionada sobre as recentes declarações do presidente sobre algazarras dentro do espaço universitário contra a gestão federal, ela nega e discorda de Bolsonaro.

“Nós fizemos um planejamento orçamentário e encaminhamos para a PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual); em sequência, a LOA foi aprovada. Uma vez aprovada, começamos a trabalhar com aquele orçamento aprovado na LOA, embora sabendo que o orçamento, dependendo de arrecadação, ele pode haver contingenciamento. Bom, ao longo do tempo, já no começo do ano, recebemos a informação de que nós teríamos 30% do nosso orçamento contingenciado. Ou seja, você se planeja para uma coisa e, de repente, você recebe a informação de que 30%, no nosso caso, um quantitativo de R$ 44 milhões para o ano de 2019, serão contingenciados. Sem estes 30% nós não fecharíamos o ano”, disse a reitora, lamentando a postura atual do Governo Federal.

Questionada sobre como observa a política educacional do novo governo? Tendo em vista as declarações críticas do presidente sobre o ensino público superior no Brasil, a exemplo da famosa ‘balburdia’, ela disse: “A questão da balbúrdia, a gente discorda, porque se você olhar os indicadores das universidades, você vai ver que as universidades federais são as melhores do país. Que mais de 70% de pesquisa deste país são feitas pelas universidades federais. Nós fazemos inovação tecnológica. A UFPB, por exemplo, é quinto lugar de governança dado pelo TCU. É a quarta universidade do país em depósito de patente. Nós estamos entre as melhores universidades do país, em qualquer indicador que você possa observar. Então não concordo nada, nem do governo, nem de qualquer outra autoridade que diga que as universidades não funcionam muito bem”, lembra Margareth.

Veja os resultados do levantamento do TCU:

https://portal.tcu.gov.br/governanca/governancapublica/organizacional/levantamento-2018/resultados.htm

 

pbagora

 

 

“Vivem me esculhambando”, diz Bolsonaro sobre críticas a governadores nordestinos

O Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PSL), falou sobre a polêmica frase dita no fim de semana ao se referir aos governadores do Nordeste.

Em reunião com jornalistas, Bolsonaro teria dito: “Daqueles governadores ‘paraíbas’, o pior é o do Maranhão”.

A declaração repercutiu de forma negativa pelo teor de preconceito usado no termo ‘paraíba’ ao referir-se à região Nordeste, mas, segundo o presidente, a crítica não foi aos nordestinos e sim a gestores específicos.

Em entrevista nesta segunda-feira (22), Jair se defendeu dizendo que criticou os governadores João Azevedo (PSB), da Paraíba, e Flávio Dino (PCdoB),do Maranhão.

Em sua defesa, Bolsonaro disse que os gestores estão sempre criticando o governo federal e culpou a mídia pela proporção que tomou a sua fala.

– Eu fiz uma crítica aos governadores do Maranhão e da Paraíba. Vivem me esculhambando. Obras do governo federal dizem que são deles, não são deles, são do povo. A crítica foi a esses dois governadores, nada mais, nada menos. Uma crítica em três segundos. Três segundos e vocês da mídia fazem uma festa. O parlamento não é tão raso como vocês estão pensando – apontou.

Ainda de acordo com o presidente, a mídia faz esse tipo de manobra porque tem saudades de um antigo gestor nacional.

– Eles acham que o Nordeste é massa de manobra. A imprensa brasileira está com saudades do PT – pontuou.

As declarações repercutiram na Rádio Correio FM.

 

paraibaonline

 

 

Lula se despede da esposa com lágrimas e duras críticas a seus acusadores; assista discurso

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se despediu neste  sábado de sua esposa e companheira de luta Marisa Leticia, após um velório cheio e comovente que terminou com um duro discurso contra as acusações de corrupção que rondaram o casal no último ano.

“Marisa morreu triste porque a canalhice que fizeram com ela e a imbecilidade e a maldade que fizeram com ela, eu vou dedicar…”, desabafou Lula sem terminar a frase, em frente ao caixão da ex-primeira-dama, coberto pela bandeira do Brasil e outra do Partido de los Trabalhadores (PT). “Eu tenho 71 anos, não sei quando Deus me levará, acho que vou viver muito, porque eu quero provar que os facínoras que levantaram leviandade com a Marisa tenham, um dia, a humildade de pedir desculpas a ela” disse Lula, comovido e aplaudido pela multidão de admiradores que se reuniram na sede do Sindicato dos Metalúrgicos.

Marisa Letícia Rocco – com quem Lula se casou em 1974 e teve três filhos, depois de ambos ficarem viúvos de seus primeiros cônjuges – faleceu aos 66 anos no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após sofrer um AVC em 24 de janeiro. O hospital anunciou a morte da ex-primeira-dama nesta sexta-feira (3), após ela ter sido diagnosticada com ausência de fluxo cerebral na quinta-feira.

Vestido totalmente de preto, o líder petista recebeu os pêsames e abraçou centenas de desconhecidos e figuras destacadas do PT, como a ex-presidente Dilma Rousseff, o presidente do partido, Rui Falcão, vários membros do Congresso e ex-ministros.

“Mataram dona Marisa”

Vários aliados políticos de Lula vincularam a morte de Marisa Letícia ao ano de turbulências e sobressaltos judiciais do ex-presidente, que enfrenta cinco acusações ligadas ao escândalo de corrupção na Petrobras, algumas delas envolvendo sua esposa. “Não é exagero dizer que mataram a dona Marisa, ela foi vítima de uma perseguição gigantesca e não aguentou”, disse a jornalistas o senador do PT Lindbergh Farias.

Essa teoria da perseguição judicial que, segundo o próprio Lula, buscaria impedir que ele seja candidato presidencial em 2018, foi esboçada também por Dilma e defendida por vários membros do PT. “Há um ano dona Marisa não tinha nenhuma alegria, vivia sob ameaças de prisão, de prisão dos filhos. Tenho convicção de que sua partida prematura está muito ligada a esse clima de ódio”, disse Gilberto Carvalho, ex-chefe de gabinete de Lula e ex-ministro de Dilma. Neste sábado, a Corregedoria do Ministério Público de Minas Gerais informou que investigará o procurador Romulo Paiva Filho, que a foto da ex-primeira-dama em uma rede social e escreveu a frase, “Morre logo, peste! Quero abrir logo o meu champagne!”.

Conversa com Temer

Na quinta-feira, o presidente Michel Temer e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foram ao Hospital Sírio-Libanês para dar os pêsames a Lula. O líder petista recebeu Temer cordialmente, e inclusive aproveitou a ocasião para fazer algumas observações políticas. Segundo vários meios, Lula criticou a proposta do atual presidente de reforma da Previdência em meio à grave recessão nacional, e lhe recomendou estimular o consumo interno em vez de promover medidas de austeridade.

“Neste momento de desavenças tão profundas, a morte de Marisa possibilitou esses encontros e a vontade de que se converse mais sobre o Brasil”, afirmou no velório o ex-senador e cofundador do PT Eduardo Suplicy. O corpo da ex-primeira-dama será cremado na tarde deste sábado, ao final do velório, em uma cerimônia reservada para a família.

Jornal do Comércio

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Diminuindo o SUS: Governo vai ampliar discussão sobre plano de saúde ‘popular’ após críticas

plano-de-saudeDepois de receber novas críticas de entidades de saúde e defesa do consumidor em relação à proposta de um “plano de saúde popular”, com menos serviços do que o ofertado pelos planos atuais, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, anunciou nesta segunda-feira (8) que irá ampliar o grupo de trabalho criado para discutir a projeto dentro do governo.

A mudança ocorre após críticas de entidades como a Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), para quem a composição do grupo apenas por representantes do governo e de empresas de planos de saúde trazia riscos de “retrocesso” aos direitos dos usuários desses serviços.

Inicialmente anunciado como plano de saúde “popular”, o projeto, rebatizado agora de plano “acessível”, prevê mudança nas regras da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para que sejam ofertados no mercado planos com cobertura menor de procedimentos do que o rol mínimo obrigatório definido pela agência.

Jorge Hely/Brazil Photo Press/Folhapress
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, no lançamento do Centro de Operações Conjuntas da Saúde para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos
O ministro da Saúde, Ricardo Barros

Em contrapartida, Ricardo Barros tem defendido que os preços também sejam menores, como forma de aumentar os atendimentos no setor privado e, assim, “aliviar a demanda no SUS”.

Além da Proteste, o governo também deve convidar para fazer parte do grupo de trabalho representantes de Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) e de entidades médicas como o CFM (Conselho Federal de Medicina) e a AMB (Associação Médica Brasileira). A Abramge, associação que representa planos de saúde, também deve entrar no grupo, segundo o ministério.

Na sexta-feira (5), o CFM divulgou nota em que afirma que a oferta de planos populares “apenas beneficiará os empresários da saúde suplementar e não trará solução para os problemas do SUS”.

PLANOS INDIVIDUAIS

Diante da polêmica, o ministro da Saúde voltou a rebater as críticas nesta segunda-feira (8) e disse esperar que a medida traga economia de R$ 20 bilhões por ano.

Ainda segundo a pasta, a ideia é “ampliar a oferta de planos individuais” –hoje, 70% das operadoras ofertam planos coletivos, ligados a empresas e instituições, por exemplo.

A previsão é que o projeto que prevê planos menores e mais baratos seja finalizado em até 60 dias. Após esse período, a possível oferta no mercado deve ser avaliada pela ANS, responsável por regular o setor.

Folha de São Paulo

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Marília Mendonça fala sobre críticas: ‘A minha verdade ainda assusta’

 (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)
(Foto: Maurício Antônio/Divulgação)

Marília Mendonça já era destaque em composições sertanejas anos antes de fazer seu primeiro show como cantora. A estreia nos palcos aconteceu em 2015, pouco depois de ela gravar seu primeiro DVD. Menos de um ano após a primeira apresentação oficial, Marília entrou forte para o hall de mulheres em destaque no cenário sertanejo.

Há algumas semanas, inclusive, tornou-se a artista mais vista no Brasil segundo números do Youtube, superando até artistas internacionais como Shakira, Taylor Swift e Adele.

Sobre o fato, aliás, Marília comemora, mas prefere não ser comparada a nenhuma outra estrela. “É uma felicidade muito grande até por nunca ter tido essa pretensão. Tudo aconteceu naturalmente. Não gosto de comparações… Fizeram comparação, falando que fiquei na frente da Adele. Mas sempre digo, não tenho nada a ver com isso, foi o povo que escolheu. Obrigada a todos os fãs”, afirmou ela, ressaltando que não foi uma conquista planejada.

Marília conversou com o EGO dias após ser internada com princípio de estafa. “Já voltei (ao trabalho). Foi só um sustinho”, afirmou ela, que vem tentando se acostumar com a mudança radical entre a vida de compositora e a de cantora.

“É uma mudança da água para o vinho. Compositor tem a vida mais tranquila, dorme na hora certa, acorda na hora certa, tem como preservar a imagem. Cantava desde nova na igreja, mas não pensava em tudo o que está acontecendo. Algumas coisas assustam a gente, como o que aconteceu agora (a internação). Mas a felicidade é muito grande ao ouvir as pessoas cantarem minha música”, afirmou ela.

Sinceridade
A sinceridade de Marília não aparece apenas para falar sobre esse assunto, mas é um de seus pontos fortes. Sua postura firme e direta é comum em sua fala e decisões. Como por exemplo, a de não seguir os conselhos para emagrecer. “Presenciei muita gente que fez isso por pressão. Eu não acho que isso seja legal. Tenho que mostrar no palco o que eu sou. A gente já sofre tanto por ai, se não puder comer o que gosta, não dá, né? (risos). Vou fazer sempre o que me sinto bem”, disparou ela, que por muitas vezes também já foi julgada por beber nos palcos.

Sobre esse fato, aliás, Marília faz um desabafo envolvendo as críticas que recebeu após o show cancelado por estar passando mal. “Muitas pessoas falaram que eu estava bêbada, que bebi o dia todo no hotel. E eu já cheguei doente no hotel de noite. As pessoas acham estranha mulheres botando a cara desse jeito. Acho que estou sofrendo um pouco disso. Uma pratica que não é comum ainda. E as pessoas acabam colocando foco naquilo. Se fosse um cantor sertanejo tomando uma dose no palco, como faço, é normal. Mas se é mulher, é alcoólatra. A minha verdade ainda assusta as pessoas”, desabafou.

Marília contou ainda que não esconde nada de sua vida e, inclusive, coloca algumas de suas histórias em suas canções. “Sentimento louco”, música que conta a história de uma mulher que se envolve com um homem comprometido, é uma delas.

DVD
Ainda colhendo os frutos de seu primeiro DVD, Marília se prepara para gravar o segundo trabalho. A filmagem será no dia 8 de outubro no Sambódromo de Manaus. As participações especiais no palco ainda são surpresa. Mas a cantora entrega que, no repertório, trará novamente histórias falando de amor. “Vem a cara da Marília Mendonça de novo. Com novos assuntos, mas as ‘polêmicas’ ainda vão existir. As pessoas gostam de chamar de polêmica, mas gosto de falar sobre a verdade. Serão músicas românticas, mas com o toque mais dançante”, contou.

Em suas faixas, Marília costuma falar sobre uma mulher mais independente, que não sofre tanto por amor quando é largada e que, muitas vezes, também é a responsável por “dar o pé” no boy. Mas essa independência nos relacionamentos ela admite que é mais para os palcos mesmo. “Eu sofro de amor, sim. Hoje estou com o coração tranquilo, estou namorando um rapaz aí… Eu não sou tão forte como eu canto. Mas acho que aquilo é uma forma de incentivar as mulheres”, afirma.

Marília Mendonça (Foto: Flaney Gonzalez/Divulgação)Marília Mendonça (Foto: Flaney Gonzalez/Divulgação)

 

Marília Mendonça  (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)Marília Mendonça (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)
Marília Mendonça  (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)Marília Mendonça (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)
Marília Mendonça  (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)Marília Mendonça (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)

 

EGO

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Após críticas, governo decide engavetar volta da CPMF

Lula Marques/ agência PT
Lula Marques/ agência PT

O governo decidiu que não vai propor a criação de um novo imposto nos moldes da extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

A decisão foi tomada pela presidenta Dilma Rousseff, que se reuniu com os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e do Planejamento, Nelson Barbosa, nesse sábado (29), para discutir o projeto de lei do Orçamento Geral da União para 2016.

Na semana passada, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse que o governo articulava no Congresso Nacional a instituição de um novo imposto específico para a saúde, que poderia injetar anualmente cerca de R$ 80 bilhões no setor. Com a decisão de não propor o novo imposto, o governo pretende discutir com a sociedade novas formas de financiamento da saúde.

Ao falar do novo imposto sobre transações financeiras, na última quinta-feira (27), Chioro defendeu uma alíquota de 0,38%, a mesma da extinta CPMF. A destinação seria exclusiva para a saúde, com distribuição entre a União, os estados e municípios.

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Representantes do setor industrial e parlamentares, como os presidentes da Câmara e do Senado reagiram à proposta que representaria a volta da CPMF.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que a medida seria um “tiro no pé” e que poderia agravar a crise econômica. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que uma proposta para recriar a CPMF teria pouco apoio no Congresso, mesmo com o aval dos governadores, devido ao cenário econômico.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nota na quinta-feira (27), em que manifesta posição contrária ao novo imposto e a qualquer tipo de elevação da carga tributária.

Conhecida como “imposto do cheque”, a CPMF foi criada em substituição ao Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira, em 1996, com uma alíquota de 0,20% sobre todas as operações bancárias em lançamentos a débito.

Em 2000, a taxa foi elevada para 0,38%. Os recursos arrecadados eram divididos entre a saúde, a previdência e o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. Em 2007, a proposta de prorrogação do tributo foi derrubada pelo Congresso Nacional.

Fonte: Agência Brasil

Em meio a críticas, secretário de Segurança da PB se defende e lamenta “cunho político”

claudio cunhaAlvo de algumas críticas desde que assumiu o comando da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Governo da Paraíba, o delegado Cláudio Lima, lamentou, em entrevista nesta quinta-feira (02), o cunho político de algumas declarações para criticar o seu trabalho a frente da pasta.

Lima disse que respeita toda crítica que é feita de forma respeitosa, mas lastima as que são feitas de forma pejorativa. “As críticas quando elas são justas nós as respeitamos, mas quando elas são feitas de forma leviana, apenas com objetivos políticos, para desviar outras atenções, essas sim nos entristece”, desabafou.

Avesso a polêmicas, em vez de rebater os críticos, Lima prefere destacar o trabalho das Polícias Civil e Militar em todo o Estado e ressaltar como resposta às ofensas – a ação.

“A polícia vem dando respostas, para você ter uma ideia só a Polícia Civil, sem contar a Polícia Militar, já realizou, de forma qualificada, quase 40 operações esse ano. Ontem mesmo no Sertão da Paraíba foi realizada uma operação onde dez pessoas foram presas e 14 armas foram apreendidas. Já a Polícia Militar tem realizado de forma continua a operação impacto, além de outras, que dão a resposta imediata à sociedade”, ressaltou.

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O enfrentamento da violência, conforme o secretário, é um desafio não só na Paraíba, mas em todo o país.

“A Paraíba tem demostrado de todas as formas que a polícia tem dado resposta e tem realizado um grande trabalho durante essa gestão”, destacou.

FICA NO CARGO

Cláudio Lima disse ainda que vai permanecer à frente da Secretaria de Segurança até quando o governador Ricardo Coutinho (PSB). Ele destacou o compromisso com a gestão, mas ressaltou que caso venha a ser substituído, colaborará e acatará a decisão do executivo estadual.

“Eu tenho um compromisso com o governador, que eu declarei um voto de fidelidade, é um gestor que assumiu um projeto para essa Paraíba, eu tenho compromisso com ele e com a sociedade, e tenho o compromisso comigo mesmo, que é uma questão de honra. A partir do momento, se esse gestor tiver algo melhor, é lógico que eu vou colaborar, mas estarei sempre fiel a Ricardo Coutinho independente de qualquer situação. Eu não sou homem de arredar com qualquer grito não”

Márcia Dias

PB Agora

Deputado da oposição não aguenta críticas e estuda possibilidade de desistir da vida pública

RANIERYConsiderado pelos jornalistas que cobrem a Assembleia Legislativa da Paraíba como um dos parlamentares mais atuantes, o deputado estadual Raniery Paulino (PMDB) vive um momento político bastante delicado: está envolto a um verdadeiro dilema familiar e sofre um sério processo de desgaste junto à imprensa em Guarabira, sua principal base política.

Tido como um nome certo para migrar da bancada oposicionista para os braços do governador Ricardo Coutinho (PSB), Paulino que decidiu permanecer na oposição, encontra fortes resistências dentro de casa por conta do posicionamento político dos seus pais, Roberto e Fátima, que abraçaram o projeto socialista e esperavam uma sinalização de apoio do filho à bancada governista. É válido destacar que hoje, o líder do Clã Paulino, o ex-governador Roberto Paulino tem dado declarações de insatisfações com o tratamento dispensado por Ricardo Coutinho, situação que pode ser revertida com uma boa conversa, assim como aconteceu no segundo turno das últimas eleições.

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Se não bastassem os problemas partidários, pois é figura isolada do PMDB na Casa de Epitácio Pessoa, Raniery que é tido como uma pessoa transparente e de caráter enfrenta um inimigo silencioso: o secretário executivo da Comunicação Célio Alves que tem pretensões políticas na Rainha do Brejo paraibano.

Informações de bastidores obtidas pelo PB Agora, dão conta que Raniery não tem aguentado as críticas diárias desferidas pelos radialistas ligados ao esquema
governistas e já estuda a possibilidade de abandonar a política ao término do mandato.

O PB Agora também tomou conhecimento que o deputado, que exerce o seu terceiro mandato na Casa de Epitácio Pessoa, não aguentou as calúnias e a boataria lançada no seu principal reduto político, fazendo com que estude a possibilidade de lançar um parente nas próximas disputas representando o grupo Paulino.

“São diminutas as chances dele disputar a Prefeitura de Guarabira”, contou uma pessoa próxima ao parlamentar pedindo anonimato.

“Raniery anda muito triste, tudo por conta da baixaria na política!”, desabafou o interlocutor. O PB Agora entrou em contato com o deputado Raniery Paulino e o seu celular estava desligado,

Henrique Lima

PB Agora

Lula faz críticas a Dilma e defende ajuste em ato para reanimar petistas

lulaNo primeiro discurso aberto à imprensa desde os multitudinários atos contra o Governo em março, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o ajuste fiscal de Dilma Rousseff, sua afilhada política e sucessora, mas também a criticou e mandou recados diretos. Falando para um público formado por centenas de militantes partidários, membros de movimentos sociais e de confederações de trabalhadores, o líder petista pediu prudência aos sindicalistas nas reclamações contra o Governo e ressaltou que, se a presidência fosse de um “tucano”, não haveria negociações com a classe trabalhadora. “Nem em Brasília chegariam”, argumentou.

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Em um discurso de quase 50 minutos no sindicato dos bancários de São Paulo, Lula sintetizou a crise econômica e a insatisfação popular com o Governo usando uma frase que costumava dizer na época em que era sindicalista no ABC paulista, nos anos 1970 e 80. “O peão que come filé não quer voltar a comer acém. O povo está mais exigente”. Segundo ele, os protestos sociais e as reclamações até dos apoiadores de Rousseff ocorrem porque as pessoas progrediram social e economicamente e não querem abrir mão do que conquistaram nos últimos 12 anos, o período que o PT governa o Brasil.

As últimas pesquisas que avaliaram a gestão Rousseff mostram que ela perdeu apoio até de seus eleitores. O Datafolha de março concluiu que 62% dos brasileiros consideram a administração federal ruim ou péssima. É o maior índice de reprovação desde o impeachment de Fernando Collor, em 1992.

Em outro momento da plenária, Lula disse que a gestão petista cometeu equívocos. Usando a primeira pessoa do plural, o ex-presidente tentou ser equilibrista ao criticar sua sucessora. Entre os erros apresentados por ele estão o não aumento da gasolina por dois anos seguidos para segurar a inflação e a redução da conta de energia elétrica para estimular a produção industrial. “Tivemos conjunturas desfavoráveis que não dependeram só da Dilma”, disse pouco antes de defender as mudanças na economia que a presidenta tenta aprovar no Congresso Nacional e de dizer que a inflação é a “desgraça do pobre”. “Fiz um ajuste mais forte do que esse em 2003”, disse Lula. O ex-presidente chegou a fazer uma promessa aos ouvintes em nome da herdeira: “Quando melhorar [a situação econômica], a Dilma começa a reajustar em favor do povo”.

Mobilização

Apesar das críticas, Lula conclamou os movimentos sociais a defender a democracia e a não aceitar “golpismos” promovidos pelos opositores que, segundo ele, não se conformam com a quarta derrota eleitoral seguida. Antes de ser eleito presidente, em 2002, Lula perdeu três eleições presidenciais consecutivas, em 1989, em 1994 e em 1998. Mas, nem assim, diz ele, quis dar um golpe. “É a primeira vez que vão às ruas contra nós. Eles também estão no direito de reclamar”, ponderou o ex-presidente, que pediu calma e respeito aos manifestantes que ficam no “andar de cima”.

Lula afirmou também que há uma onda de intolerância no país no qual não se pode nem debater ideias ou usar uma roupa vermelha sem ser chamado de ladrão, numa referência ao que os petistas consideram ser a “criminalização” do partido após o envolvimento em escândalos de corrupção_no evento, estava Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, estatal alvo da operação Lava Jato. Vestindo uma camisa vermelha, o ex-presidente disse aos militantes que, usavam em sua maioria roupas da mesma cor: “Vim de vermelho porque não preciso vestir verde e amarelo para dizer que sou brasileiro”. A camiseta da seleção brasileira é um dos uniformes informais dos grupos que pedem o impeachment da presidenta.

Olhando para uma câmera e dirigindo a palavra diretamente à “Dilminha”, Lula enviou dois recado: “Quem está aqui é o seu parceiro nos bons e maus momentos” e “a gente não quer ser chamado só para festa, mas para discutir”. Foi mais um ingrediente para as fartos debates na imprensa e fora dela sobre o estado das relações pessoais e políticas entre Dilma e Lula e as queixas mais ou menos veladas do mentor de que ela não segue seus conselhos. É o mesmo tipo de reclamação que aliados, como o PMDB, têm feito desde o início do segundo mandato de Rousseff.

A cada vez que emitia uma de suas frases de efeito que, Lula era ovacionado. No início e no final do evento os militantes puxaram a velha canção de suas campanhas  (Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula), mas nem todos aceitaram os pedidos de apoio à Dilma: “Uma coisa é ser contra o golpe. Mas do jeito que a Dilma está metendo a mão no nosso bolso, fica difícil apoiar. Mas é o que no resta. O duro é que a Dilma não é o Lula. Se fosse, seria mais fácil até entender o que ela fala”, disse o metalúrgico aposentado Francisco Neves, 69 anos, enquanto caminhava para o metrô Sé enrolado em uma bandeira do PT e vestindo um boné da CUT.

El País