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Gilmar Mendes critica Eduardo Bolsonaro por ‘exaltar trevas’ da ditadura

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), criticou as declarações do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) defendendo um novo AI-5 caso a esquerda se radicalize.

“O AI-5 impôs a perda de mandatos de congressistas, a suspensão dos direitos civis e políticos e o esvaziamento do Habeas Corpus. É o símbolo maior da tortura institucionalizada. Exaltar o período de trevas da ditadura é desmerecer a estatura constitucional da nossa democracia”, escreveu o magistrado em sua conta do Twitter.

Líder do PSL na Câmara, Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, deu a declaração em entrevista à jornalista Leda Nagle realizada na segunda (28) e publicada nesta quinta (31) no canal dela no YouTube.

“Se a esquerda radicalizar a esse ponto, a gente vai precisar ter uma resposta. E uma resposta pode ser via um novo AI-5, pode ser via uma legislação aprovada através de um plebiscito como ocorreu na Itália. Alguma resposta vai ter que ser dada”, afirmou o parlamentar na entrevista.

 

MÔNICA BERGAMO/FOLHAPRESS

 

 

Julian critica falas de Eduardo Bolsonaro: “Só atrapalham o Governo”

Após ter sido alvo de severas criticas por parte do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal paraibano e presidente do PSL no Estado, Julian Lemos, revidou com vídeo nas suas redes sociais, onde critica as falas de Eduardo alusivas a uma possível volta do período militar caso a esquerda decida radicalizar no país.

Para Julian, apesar de reconhecer a importância de Eduardo Bolsonaro na sua eleição para a Câmara, ele revela no post que não concorda com o que disse o parlamentar paulista. “Eu sim, fui eleito pela vontande e Deus, do povo da Paraíba e pelo grande apoio que tive do então Deputado Federal Jair Bolsonaro, hoje Presidente da República, alguém que tem de mim, respeito e gratidão. Mas acima de tudo isso, está minha consciência e meu equilíbrio onde posso fazer meu juízo de valor e tomar posições”, disse.

Noutro trecho diz: “Como sempre fui, deixo claro o que penso, e sobre a fala e a possibilidade de uma ruptura institucional, venho nesse momento me posicionar, sou contra, não precisamos disso para vencer, e assim venceremos quantas vezes for necessário, o AI-5 foi, e não será mais, faz parte do nosso passado, para nos ensinar que a esquerda jamais deve nos governar, e nos direcionar para um futuro melhor. Mais uma vez, quero deixar meu registro que esses posicionamentos só atrapalham o Governo do Presidente Jair Bolsonaro, isso sim, estimulam uma esquerda estúpida e desmoralizada, a ter um discurso cada vez mais de ódio”, finalizou.

Assista o vídeo:

https://www.instagram.com/p/B4Sy-0wlYv7/

 

pbagora

 

 

Em Bananeiras, global Mirian Leitão esbanja elogios a PB em crítica a Bolsonaro

O governo de Jair Bolsonaro (PSL) tem sido alvo de críticas dos participantes do Primeiro Festival Literário de Bananeiras, organizado pela prefeitura da cidade. Neste sábado, a jornalista Mirian Leitão, da TV Globo, criticou posturas do presidente em relação à região Nordeste e elogiou os voluntários que estão participando da retirada do óleo que contamina as praias da região.

Leitão foi convidada para participar da mesa redonda sobre ‘Análise e perspectiva do Brasil contemporâneo’, ao lado de Sérgio Abranches. A discussão foi mediada pelo jornalista Laerte Cerqueira, da TV Cabo Branco, afiliada à Rede Globo em João Pessoa. “Eu nunca achei que Paraíba fosse um nome feio, Paraíba é nome bonito, Paraíba é elogio. Eu precisava dizer claramente que eu senti na hora que foi uma reação tão forte que eu tive. Engraçado que, no mesmo dia ele fez um ataque a mim e um ataque ao Nordeste. Eu disse, bom, eu e o Nordeste, está escrito nas estrelas”, declarou a jornalista, sob aplausos.

Mirian Leitão disse que as universidades, no atual contexto político, “estão sendo um pólo de resistência”. A jornalista citou um relato que ouviu de uma professora sobre ‘o que está acontecendo na UFPB’. Ela ainda discorreu sobre meio ambiente e se emocionou ao falar sobre o trabalho de voluntários para a retirada do óleo nas praias do litoral nordestino. “Na dificuldade, o povo vai à frente, o povo vai fazendo, o povo vai ensinando. Eu estou entendo a lição que está sendo dada, estou preocupada com a saúde de todo mundo que está em contato com produtos tóxicos, mas ao mesmo tempo emocionada com isso”, resumiu.

O evento

O Primeiro Festival Literário de Bananeiras, organizado pela Prefeitura de Bananeiras, tem como objetivo estimular literatura local e prestigiar nomes estaduais e nacionais, promovendo também a cultura e o turismo da região. Na programação, constam nomes como a jornalista Míriam Leitão, a cientista política Mônica Sodré e o escritor Laurentino Gomes, entre outros. A programação do evento é gratuita e conta com oficinas, lançamento de livros,  contação de histórias, saraus, mesas redondas e outras atividades.

 

Polêmica Paraíba

 

 

Padre Fábio de Melo critica saída de Alexandre Nardoni da prisão para o Dia dos Pais

O padre Fábio de Melo criticou a liberação de Alexandre Nardoni, 41, da prisão por conta do benefício da saída temporária do Dia dos Pais. Condenado pela morte da filha, em 2008, o preso deixou a Penitenciária 2 de Tremembé (147 km de SP), na manhã desta quinta-feira (8).

Em seu Twitter, o padre ironizou, afirmando que a liberação só deveria acontecer no feriado de Finados. “Não entendo de leis, mas a ‘saidinha’ deveria ser permitida somente no dia de Finados. Para que visitassem os túmulos dos que eles mataram.”

Nardoni deve voltar para a cadeia até a próxima quarta-feira (14).

Ele e Anna Carolina Jatobá, 35, foram condenados pelo homicídio triplamente qualificado de Isabella Nardoni, 5. Na ocasião, o júri entendeu que a criança foi asfixiada e jogada do sexto andar do prédio onde o casal morava, na zona norte da capital paulista. Jatobá foi condenada a 26 anos, em regime fechado, pelo crime.

Desde o fim de abril, Nardoni começou a cumprir sua pena de 31 anos em regime semiaberto.

 

 

FOLHAPRESS

 

 

Secretário diz que chuvas se concentraram no Litoral e situação da Paraíba ainda é crítica

As fortes chuvas que têm caído no Litoral paraibano não adentraram o estado e de acordo com o secretário de Estado de Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia, João Azevedo, a situação de muitos municípios ainda é crítica.

Azevedo destacou em entrevista ao programa Rádio Verdade da Arapuan FM, nesta quinta-feira (06) que com as chuvas no litoral o sistema Gramame-Mamuaba, Marés, Araçagi acumula água e há uma tranquilidade grande. “Em toda questão de abastecimento do estado, o litoral é o que menos preocupa porque chove com frequência e as barragens se mantém”, disse, destacando que o que é necessário é o investimento na distribuição das águas.

Porém, o secretário lembrou que nas regiões onde normalmente não chove continuam com problemas seríssimos como a parte mais noroeste do estado onde a adutora de Capivara que abastece cidades como Uiraúna, Poço de Zé de Moura e Triunfo, está com 4% ou 5% da capacidade.

“O Curimataú graças a Transposição hoje nos dá uma tranquilidade e já entrou em operação a captação no rio para levar água a cidades do Cariri. Já chegou a Monteiro, Caraúbas e o sistema está pegando água para levar até Sumé e de lá para Ouro Velho, Serra Branca, Gurjão e outras”, disse lembrando que a transposição deixa o governo mais tranquilo mesmo que Campina Grande ainda esteja enfrentando racionamento. “A partir de agora não teremos racionamentos mais sérios em Campina Grande.

Marília Domingues

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Três mananciais enchem com chuvas acima da média, mas maioria ainda tem situação crítica no Estado

As chuvas de março, abril e junho foram mais intensas esse ano em relação a anos anteriores, portanto, estamos tendo um inverno um pouco melhor que o período chuvoso dos últimos cinco anos. No Litoral e Agreste, regiões polarizadas por João Pessoa e Campina Grande, as chuvas têm sido acima da média história.

Mas, como se vê no mapa da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), dos principais reservatórios do Estado, os mais volumosos, apenas três estão cheios . O mapa da Aesa  mostra que nos demais mananciais o volume de água ainda é crítico, sobretudo no  Cariri, Curimataú e Sertão, apesar de registros de chuvas nessas regiões.

Os 123 açudes monitorados pela Aesa têm capacidade de acumular 3,7 bilhões de metros cúbicos d’água mas a Paraíba hoje dispõe apenas de algo em torno de 600 milhões de metros cúbicos d’água. Com a seca prolongada de cinco anos vai ser preciso alguns bons invernos para que os mananciais recuperem seus volumes e a Paraíba possa ter de novo segurança hídrica.

De acordo com o presidente da Aesa, João Fernandes, o percentual atual do volume total nos 123 açudes é de apenas 14% dos 3,7 bilhões de metros cúbicos. No Conde, a barragem Gramame-Mamuaba, com capacidade de 56,9 milhões de metros cúbicos, está com 100% de sua capacidade. Está chovendo apenas no Agreste, Brejo e Litoral. Parou de chover no Sertão,  Cariri e Curimataú. A situação continua crítica na maioria dos açudes,  disse essa semana o presidente da Aesa.

O fato novo é que as águas da transposição do Rio São Francisco começam a garantir reforço no abastecimento de algumas regiões e num futuro próximo, o canal Acauã-Araçagi, em construção pelos governos estadual e federal vai distribuir  melhor essas águas do velho Chico a partir da barragem Acauã numa extensão de 112,4 quilômetros desaguando no Brejo paraibano. Água não só para beber mas para irrigar 16 mil de hectares. Essa obra histórica, a maior obra hídrica da Paraíba e uma das maiores do Nordeste, transformará diretamente a economia de 38 municípios com benefícios para 590 mil paraibanos. Estão sendo investidos R$ 1,1 bilhão.

Agenda Paraíba 

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Frei Anastácio critica pressa de Cássio em colocar reforma da previdência em votação

O deputado estadual Frei Anastácio (PT) criticou a pressa do senador Cássio Cunha Lima, presidente interino do Senado, em colocar em votação a reforma da Previdência. “Eles estão acuados com a pressão popular e querem apressar essa votação com ausência do presidente do Senado, Renan Calheiros, que é contra a reforma. É mais um golpe contra o povo”, disse o deputado.

Frei Anastácio afirma que essa pressa em aprovar essa reforma, não é para beneficiar o Brasil. “Eles estão querendo acabar com a previdência pública para beneficiar a iniciativa privada. Se botar fogo no Congresso, terá muito gabiru correndo. Ainda existem as exceções, mas esse Congresso atual está infestado de ratos a serviço da ganância dos poderosos desse país”, disse o deputado.

De acordo com Frei Anastácio, o Brasil está passando por crise, não é por causa da previdência. “É em consequência da roubalheira de políticos safados de muitos partidos, inclusive do PT. Também em consequência de políticos que estão no poder, a exemplo do próprio presidente Golpista, a maioria dos seus ministros, deputados e senadores, que posam de bons moços”, disse.

O deputado afirma que essas reformas vêm de uma ‘corja de ladrões’ que querem justificar seu roubo, sua ineficiência de administrar, com reformas que tiram proveito do suor da classe trabalhadora. “Mas, a greve geral deu o recado do povo brasileiro a essa corja que está no poder e quer continuar mamando nas tetas da safadeza. O povo vai tirar todos eles do poder, através da lava jato do voto. Eles apostam no esquecimento do povo, até chegar às eleições de 2018. Mas, eu serei um dos que irão levar os nomes dos traidores dos trabalhadores aos quatro cantos do estado”, prometeu.

O petista disse que andará com a lista dos nomes dos que votaram e vão votar contra os trabalhadores.Estarei sempre refrescando a memória dos trabalhadores, sobre esses traidores do povo Brasileiro. “Esses políticos que querem se reeleger para continuar no poder matando os pobres, têm que ser expulsos pelo voto”, disse.

pbagora

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Ricardo critica greve de professores e diz que Cagepa precisa passar por ‘ajustes’

ricardoO governador Ricardo Coutinho (PSB) afirmou que a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) precisa passar por um redimensionamento para que continue sendo pública e afirmou que a companhia precisa passar por ajustes. O gestor também fez críticas à greve dos professores da rede estadual.

Na entrevista, concedida ao Diário do Sertão, o governador contou que vem estudando o momento atual da Cagepa e afirmou que a empresa possui funcionários que ganham mais do que ele.

“Acho que a Cagepa tem que passar por ajustes caso ela queira continuar estatal. Não é possível que quase todo mundo ganhe mais do que o governador. Estou estudando isso [privatização] para ver o que é melhor para a Paraíba. Ou a gente redimensiona para tornar a empresa realmente pública ou então ela não pode ser simplesmente estatal”, disse o governador.

Ainda segundo Ricardo Coutinho, o governo vai convocar representantes de sindicatos da Cagepa para uma conversa sobre o futuro da empresa.

A possibilidade de uma privatização da Cagepa tem sido levantada na Paraíba, até mesmo por políticos. Mesmo sem nenhuma confirmação do que pode estar em andamento, o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado estadual Hervázio Bezerra (PSB), por exemplo, admitiu que o Executivo envolver a Cagepa em negociações para conseguir ajuda do governo federal.

Na mesma entrevista, o governador criticou a greve dos professores da rede estadual e afirmou que concedeu reajuste maior do que o piso nacional estabelecido.

“É preciso considerar o seguinte: o piso nacional do magistério foi de 7%, eu dei 10%. Efetivamente não há razão para qualquer paralisação. Eu sei que eu elevo o salário mais do que o piso”, falou Ricardo Coutinho.

Os profissionais da rede estadual de ensino entraram em greve no dia 15 de março. Entre os principais pontos reivindicados estão piso salarial nacional, o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração do Magistério e a Reforma da Previdência. Em todo o estado, 735 escolas com 350 mil alunos e 16 mil professores são afetados com a medida.

portalcorreio

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Mais da metade dos açudes da PB estão em situação crítica, diz Aesa

boqueiraoMais da metade dos açudes públicos da Paraíba estão em situação crítica. Um levantamento da Agência Executiva de Gestão das Águas do estado (Aesa), divulgado nesta quarta-feira (22), mostra que 53,9% dos reservatórios monitorados pelo órgão estão com um volume menor que 5% da capacidade total. São 68 com um nível de água considerado muito baixo. Desses, 18 estão cm volume totalmente zerados.

Ao todo, 126 açudes são monitorados pela agência e apenas 24 apresentam um volume superior a 20% nesta quarta-feira. Ainda de acordo com o relatório, os municípios mais afetados pela escassez de água ficam no Sertão, no Cariri e no norte do estado.

Um dos que se encontram em situação crítica é o reservatório de Boqueirão, que abastece outras 17 cidades, incluindo Campina Grande. Nele, o volume corresponde a 3,8% da capacidade. O presidente da Aesa, João Fernandes, destaca que, por causa do baixo nível dos açudes, os racionamenos se tornaram necessários.

“A população já está sendo abastecida com poços e carros-pipa. A gente está acompanhando, conferindo passo a passo. Quero chegar em abril com 10 milhões de metros cúbicos. Se não tivesse essas restrições, o sistema entraria em colapso”, afirma.

Ainda de acordo com ele, a transposição do Rio São Francisco deve chegar a Monteiro, no Cariri, no mês que vem, o que deve trazer um alívio para a região. “A promessa é que deve chega no dia 6 de março. Se a gente já tiver as águas do São Francisco, a gente melhora o abastecimento”, acredita.

Veja os 18 açudes da Paraíba que estão zerados:
– Algodão (Algodão de Jandaíra)
– Bastiana (Teixeira)
– Sabonete (Teixeira)
– Novo II (Tavares)
– Bichinho (Barra de São Miguel)
– Campos (Caraúbas)
– Cordeiro (Congo)
– Ouro Velho (Ouro Velho)
– Prata II (Prata)
– Jenipapeiro (São José da Lagoa Tapada)
– Milhã (Puxinanã)
– Riacho de Santo Antônio (Riacho de Santo Antônio)
– Riacho dos Cavalos (Riacho dos Cavalos)
– Caraibeiras (Picuí)
– São José IV (São José do Sabugi)
– São Mamede (São Mamede)
– Gurjão (Gurjão)
– Serra Branca I (Serra Branca)

G1 PB

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Reajuste da conta d’água pode parar na Justiça; oposição critica governo por penalizar paraibano

aguaO reajuste de 12,38% na conta da água anunciado pelo governo tem causado reação da sociedade paraibana. Não só apenas por esse reajuste, mas por outros  que tem corroído a cada vez mais a saúde financeira dos cidadãos desse estado.

Além desse aumento, vale lembrar que o governo estadual já aumentou ICMS, ITCD, IPVA, Funcep e taxas do Detran.

O novo aumento,  está sendo combatido pela oposição que promete ir a Justiça contra mais um ônus a ser pago pelo cidadão.

Para Ruy Carneiro, presidente estadual do PSDB, diferente de outras unidades da federação onde os governos buscam medidas para conter os problemas financeiros, na Paraíba o governador Ricardo Coutinho tem penalizado os paraibanos com o aumento de tributos.

A crise econômica não justificaria ao aumento de tributos na Paraíba.

Segundo levantamento feito pela jornalista Lena Guimarães e publicado no Correio da Paraíba, desde que Ricardo Coutinho tomou posse até novembro de 2016, a receita do Estado subiu 80%, muito acima da inflação, que foi de 49,98%.

Entretanto, os dados demonstram  que faltam  medidas para contenção de gastos, principalmente com pessoal, que continua ultrapassando o estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, que é de 60%.

MaisPB

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