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Empregos na crise oferecem renda menor e sem proteção

empregoPara conseguir um emprego hoje no Brasil, em geral é preciso ter menos de 24 anos de idade, aceitar ganhar menos e se conformar com um regime de trabalho frágil, sem a proteção oferecida por vagas que têm carteira assinada.

Análise feita pela Folha em estatísticas do Ministério do Trabalho mostra que os contratados com carteira assinada estão recebendo, em média, 21% menos do que os demitidos da mesma ocupação.

Essa desvantagem também foi observada em anos anteriores, mas a diferença atual é o dobro da verificada nos anos dourados do mercado de trabalho no início da década, quando a taxa de desemprego despencou e a economia brasileira gerava milhões de empregos por ano.

As novas vagas, segundo as estatísticas do IBGE, estão predominantemente no mercado informal, sem carteira de trabalho assinada. No mercado formal, conforme os registros do Ministério do Trabalho, as contratações só superam as demissões entre trabalhadores com até 24 anos.

A retração da atividade, que abateu a economia em meados de 2014, começou a pesar no mercado de trabalho em 2015, quando 1,5 milhão de vagas com carteira assinada foram destruídas. O prolongamento da recessão, no ano passado, abateu mais 1,3 milhão de empregos.

Isso afetou a remuneração oferecida aos que conseguem trabalho. “Quando o mercado está bombando, aumenta a disputa pelos melhores trabalhadores, e as pessoas saem de seus empregos para ganhar mais. Hoje, se uma pessoa é demitida ganhando R$ 1.000, fica feliz da vida em conseguir uma vaga por R$ 800”, afirma Hélio Zylberztajn, professor da USP e coordenador do Salariômetro, da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica).

Em 2013, antes de o país mergulhar na atual recessão, quase metade das 2.465 ocupações monitoradas pelo Ministério do Trabalho geraram postos de trabalho. No ano passado, foi verificada criação de vagas em um quinto das 2.497 ocupações analisadas.

SOBRANDO GENTE

Mas o achatamento salarial atingiu até as que geraram empregos. Entre as 30 ocupações que mais criaram vagas em 2016, quem foi contratado recebeu em média 4,5% menos do que os trabalhadores demitidos. Para operadores de telemarketing, por exemplo, a diferença chegou a 12%.

“Estamos vivendo o oposto do que aconteceu lá atrás, quando as empresas tinham que contratar até pessoas que não tinham qualificação adequada. Agora está sobrando gente”, afirma Zylberztajn.

O cenário revelado pelos números foi encontrado pela analista de recursos humanos Ceciliana Gomes de Andrade, 29, na sua busca por trabalho. Mesmo com formação superior, ela não conseguiu mais do que bicos de garçonete desde que ficou desempregada, há oito meses.

“O piso de um assistente de recursos humanos é R$ 1.200, mas estou fazendo entrevistas para operadora de telemarketing, que paga de R$ 880 a R$ 917”, diz. “Nem isso estou conseguindo”.

Andrade conta que, à medida que as vagas se escassearam, os empregadores aumentaram as exigências. “Querem contratar o melhor dos melhores candidatos pagando menos”, explica. “No meu caso, exigem experiência, e não trabalho com telemarketing desde 2009, quando entrei na faculdade e consegui um emprego melhor.”

O marido dela também perdeu o emprego que tinha registrado na carteira. Trabalhava como chapeiro numa padaria e agora faz bico para um restaurante popular, tentando atrair clientes nas ruas.

Folha de São Paulo

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Em meio a crise penitenciária, ônibus é incendiado e carro do governo leva tiros em Natal

onibus-incendiadoUm ônibus e um carro do governo do Rio Grande do Norte foram alvos de ataques no início da tarde desta quarta-feira (18) na Zona Leste de Natal.

Segundo o major Eduardo Franco, da assessoria de comunicação da PM, a Secretaria de Segurança investiga se os ataques têm relação com a crise no sistema penitenciário do estado.

Os ataques acontecem no mesmo momento em que a PM faz a remoção de presos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz. No local, 26 detentos morreram durante uma rebelião no final de semana. Destes, segundo o governo, 15 foram decapitados. Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal.

A remoção dos presos é uma nova tentativa de o Estado retomar o controle da unidade. Para a retirada dos detentos o governo está usando ônibus de turismo locados.

Ataques
Comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar, o major Soares disse ao G1 que o carro do governo estava estacionado na frente da casa de um servidor que mora no bairro de Mãe Luíza. Seis pessoas teriam se aproximado a pé e atirado contra o veículo, que em seguida pegou fogo.

Ônibus foi destruído pelas chamas, ninguém se feriu (Foto: PM/Divulgação)Ônibus foi destruído pelas chamas, ninguém se feriu (Foto: PM/Divulgação)

Já na comunidade de Brasília Teimosa, que fica perto de Mãe Luíza, um ônibus da empresa Santa Maria foi incendiado.

Após ser baleado, carro do governo pegou fogo (Foto: PM/Divulgação)Após ser baleado, carro do governo pegou fogo (Foto: PM/Divulgação)

G1

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Temer convoca governadores para discutir crise nos presídios e assinar acordos de cooperação

ricardo-coutinho-temerO presidente Michel Temer convidou os governadores das 27 unidades da federação para um evento na próxima quarta-feira (18), quando pretende que eles assinem acordos de cooperação se comprometendo com o cumprimento do Plano Nacional de Segurança Pública. A intenção do presidente é receber uma espécie de compromisso político dos governos estaduais para que se empenhem em uma solução para os problemas do sistema prisional brasileiro.

Nesta terça-feira (17), o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, vai se reunir com os secretários de segurança pública estaduais para receber sugestões e finalizar os detalhes dos acordos que serão anunciados. A solenidade de quarta-feira deve reunir também representantes dos órgãos de segurança pública estaduais que auxiliaram na elaboração do plano, além de representantes de organizações da sociedade civil ligadas à área.

Lançado no início do ano após a deflagração de uma crise no sistema prisional que já deixou mais de 100 mortos, o Plano Nacional de Segurança Pública tem como objetivo a reduzir o número de homicídios, combater o tráfico transnacional de drogas e melhorar a gestão do sistema penitenciário.

Dentre as ações previstas no plano que precisam de adesão dos estados e do Distrito Federal para serem implementadas está o chamado núcleo de inteligência integrada. O governo federal necessita que os entes federados concordem com o compartilhamento de informações com os órgãos de inteligência da União sobre questões referentes, por exemplo, ao tráfico nas fronteiras.

O mapeamento dos locais de homicídios dolosos e violência contra a mulher, inicialmente a ser aplicado nas capitais e depois expandido para demais municípios das regiões metropolitanas, deve ser objeto de outro acordo a ser assinado. Outro ponto que deve ser ratificado posteriormente é a interligação dos diversos sistemas de videomonitoramento em centros integrados de controle regionais e nacional.

Meta para construção de presídios

Nas conversas que tem feito sobre o sistema prisional, Michel Temer sinalizou que estabelecerá uma meta para a construção dos cinco presídios federais anunciados por ele em sua primeira fala pública após o massacre no Complexo Prisional Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, onde 56 presos morreram. O objetivo é determinar que as penitenciárias sejam construídas no prazo máximo de um ano.

O investimento para a construção dos presídios vai contar, ao todo, com R$ 200 milhões. O plano é construir uma unidade em cada região brasileira. Na semana passada, o presidente anunciou que uma das penitenciárias será construída no Rio Grande do Sul.

Além de Moraes, Temer esteve reunido nesta segunda-feira com o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Sergio Etchegoyen, para discutir o assunto. Neste domingo (15), ele recebeu, no Palácio do Jaburu, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ayres Britto, durante um longo almoço.

EBC

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Após crise de ciúmes, homem é esfaqueado em Guarabira/PB

sireneUma confusão, por causa de ciúmes, por pouco não terminou em morte na manhã desta segunda-feira (16), no bairro São José, na cidade de Guarabira, Rainha do Brejo paraibano. É que a companheira de um dos envolvidos já teria se relacionado com o outro e desde então a situação vem ficando delicada entre eles.

De acordo com as informações chegadas à nossa redação, através de vizinhos, era por volta das 11:45h quando a vítima identificada como Josivan se desentendeu com o acusado conhecido como Erivan, que reside em frente à sua residência, na rua São Severino, no referido bairro. A discussão aumentou e os dois entraram em vias de fato. Erivan sacou uma faca e desferiu dois golpes, atingindo Josivan no braço direito e nas costas.

A vítima foi socorrida e levada para o Hospital Regional de Guarabira, mas sem correr risco de morte,enquanto que o acusado fugiu tomando destino ignorado.

A Polícia Militar foi chamada e faz diligências para tentar localizar e prender Erivan.

portalmidia

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Crise econômica obriga brasileiro a bater recorde na frente da TV

TV AddictionNunca se viu tanta televisão no Brasil como agora. O telespectador brasileiro passou 6 horas e 17 minutos na frente do televisor em cada dia do ano passado, 16 minutos a mais do que em 2015, segundo dados inéditos da Kantar Ibope Media. É uma marca recorde no consumo de TV no país. Seis anos atrás, em 2010, o brasileiro via uma hora a menos de TV por dia.

Os dados da Kantar Ibope consideram todo o tempo em que os televisores permanecem ligados nos domicílios, sejam conectados a emissoras abertas, em canais pago ou plataformas de vídeo online, como Netflix e YouTube.

A crise econômica que abateu o país nos últimos anos é a principal responsável pelo disparo no crescimento do consumo de televisão. Com menos dinheiro para se gastar na rua e com maior oferta de mídia, os televisores estão tendo que “trabalhar” mais.

“Por conta do momento econômico, muitos brasileiros têm dado preferência aos momentos de lazer em casa. Desde 2015, percebemos um aumento de atividades realizadas nos domicílios, incluindo o consumo de mídia em geral (TV, internet, video on demand etc.)”, diz Fábia Juliasz, diretora de medição de audiência de TV da Kantar Ibope.

Foi o que aconteceu com a professora de inglês Claudia Gomes, de 39 anos. “Eu adoro ir ao teatro, ao cinema. Mas, no segundo semestre de 2016, que foi um dos piores para mim, parei. Você tem que escolher: Ou gasta com lazer ou paga suas contas”, diz ela.

Claudia, então, passou a ficar mais tempo na frente da TV. Acompanha assiduamente os telejornais da Globo, o Roda Viva, da Cultura, e as séries e filmes da Netflix. “Meus fins de semana são sagrados. Chego em casa do trabalho na sexta, me jogo na cama, ligo a TV e fico lá. Já passei mais de dez horas em esquema de maratona”, conta.

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Adriana Esteves em Justiça: minissérie foi um dos programas mais vistos na TV em 2016

Quem manda no controle remoto?
O consumo de mídia vem crescendo igualmente entre ambos os sexos, mas as mulheres passam 37 minutos a mais na frente do televisor _por dia. Em 2016, segundo a Kantar Ibope, as mulheres consumiram 6 horas e 34 minutos de TV, contra 5 horas e 57 minutos dos homens. São elas, de fato, que mandam no controle remoto.

Além da grande oferta de novelas, um gênero com público mais feminino, a companhia dos filhos também justifica a maior intimidade das mulheres com o televisor.

Na casa de Anne Fonseca, 32 anos, em Barueri (Grande São Paulo), a TV também está substituindo outras formas de lazer. “Cada ida ao cinema é uma facada de R$ 100. Não tenho condições. Com R$ 100 eu pago a TV a cabo”, diz ela, que assiste aos canais Nickelodeon, Cartoon Network e Gloob com os filhos, de 5 e 2 anos. “Eles ficam numa boa com a TV”.

A família de Anne não tem carro. “A primeira coisa com que nos comprometemos quando nos mudamos para esta casa foi internet e TV de qualidade. Porque não temos como sair de fim de semana, não temos carro, os parques [infantis dentro] de shopping e o cinema são caríssimos”, complementa.

Jovem também vê TV
O consumo de TV vem crescendo inclusive entre as faixas de público mais jovens, invertendo uma tendência que se verificava até 2013, quando a economia brasileira ainda ia bem. No ano passado, a faixa etária com maior crescimento de consumo de mídia foi a de 18 a 24 anos, com aumento de 6,7%. Crianças (4 a 11) e adolescentes (12 a 17) ampliaram o tempo na frente da TV em 3%.

Os dados da Kantar Ibope incluem todas as mídias, mas a TV aberta ainda é, disparadamente, a mais consumida no televisor _até porque a TV por assinatura está em crise desde 2014.

“É possível dizer que a televisão mantém seu papel de destaque devido ao seu alto poder de alcance: está presente em praticamente todos os lares brasileiros, impactando um número considerável de pessoas. De 2012 para cá, vemos crescimento tanto no percentual de aparelhos ligados quanto no tempo médio diário dedicado à atividade de ver televisão. Mesmo com consumo de mídia sendo diversificado em outras telas e plataformas, a TV mantém o crescimento”, afirma Fabia Juliasz.
noticiasdatv

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Em ano de crise, repasse do FPM às prefeituras da Paraíba cresce 7,3%

dinheiroEm um período de crise econômica, os repasses federais por meio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) às cidades da Paraíba cresceram 7,3% em 2016, conforme levantamento do Ministério da Fazenda. De acordo com o portal do Tesouro Nacional, no ano passado foi repassado um total de R$ 2.371.984.578,74. Em 2015, o repasse foi de R$ 2.208.956.676,58, um acréscimo de aproximadamente R$ 169 milhões no orçamento das prefeituras.

A cidade de João Pessoa foi a que mais recebeu verbas provenientes do FPM. Em 2016, a capital paraibana recebeu R$ 311 milhões de FPM, 7,7% a mais que do que havia recebido em 2015, com R$ 288 milhões.Campina Grande (R$ 76 milhões), Santa Rita (R$ 37 milhões), Patos (R$ 33 milhões) e Bayeux (R$ 31 milhões) completam a lista dos cinco municípios que mais receberam dinheiro do FPM.

Em contrapartida, 137 cidades paraibanas, ou cerca de 61% dos municípios paraibanos, receberam a cota mais baixa liberada pelo Ministério da Fazenda em 2016, no valor de R$ 6,3 milhões. Em 2015, o valor mínimo era de R$ 5,9 milhões.

O presidente da Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), Tota Guedes, destaca que o custo de manutenção de um município, por menor que ele seja, cresce acima do aumento percentual do FPM.

Tota Guedes diz que a maioria das cidades paraibanas têm o FPM como a principal verba para manter os gastos. “O problema é que a maior parte dos custos que os municípios têm aumentou acima dos 7%. Tem salário mínimo, piso dos professores, gasolina para os carros da prefeitura, outras enfrentam gastos com a seca. A nossa preocupação é justamente que o custo para se manter uma prefeitura não é coberto pela principal fonte de recurso”, avaliou.

Os outros repasses, como o Fundo de Desenvolvimento da Educação (Fundeb), passam a ser de fundamental importância na manutenção dos principais serviços sob a responsabilidade do executivo municipal. Visando ao aumento da verba do Fundeb, proporcional ao número de alunos matriculados, algumas cidades paraibanas anunciaram sorteio de prêmios entre os estudantes matriculados na rede municipal. Pirpirituba anunciou o sorteio de uma moto e Guarabira, bicicletas.

Apesar das outras “fontes de renda”, Tota Guedes acredita que as cidades necessitam de um FPM maior para que os gestores possam investir com mais qualidade em áreas essenciais dos municípios. “Ao inaugurar um hospital, por exemplo, você precisa contratar e tem que manter. Se o repasse do Ministério da Saúde não for suficiente, é preciso usar o FPM para custear. O dinheiro não vem suficiente desses outros repasses e o município tem que tirar do FPM”, completou.

G1 PB

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Com salários atrasados e crise na empresa, funcionários da Rádio Rural paralisam atividades

radio-ruralSem receber salários desde novembro, os funcionários do departamento de jornalismo da Rádio Rural de Guarabira paralisam suas atividades durante toda esta quarta-feira (28) e a programação jornalística da emissora não deverá ir ao ar.

A informação foi confirmada na noite desta terça-feira (27) ao CartaPB por uma pessoa ligada à Rádio que informou que a decisão da paralisação foi tomada pois, além dos vencimentos atrasados, os profissionais não receberam o 13º salário e sofrem constantes “humilhações” por parte da direção da emissora.

Entretanto, a fonte – que pediu para não ser identificada – não quis revelar que tipos de “humilhações” são submetidos os profissionais, mas destacou, segundo ela, “incompetência” da atual gestora. “De nada sabe de nada entende”, disse apontando-a como “sem traquejo” para gerenciar a emissora.

Além disso, a fonte destacou que a Rádio Rural enfrenta uma crise administrativa e financeira, exemplificando pela falta de equipamentos e manutenção no prédio sede da emissora.

blogdoleoferreira

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Devido à crise nacional, Secretário descarta realização de concurso para as polícias em 2017

claudio-limaO secretário da Segurança Pública, Cláudio Lima descartou, durante entrevista ao Programa Rádio Verdade do Sistema Arapuan de Comunicação desta quarta-feira (28), a realização de concurso público para as polícias Civil e Militar em 2017. Ele justificou dizendo que ainda não foram chamados todos os aprovados do último concurso e que por isso a lei não permite a realização de outro processo semelhante e,  somando-se a isso, tem ainda a crise econômica e financeira que o País vem enfrentando.

Sobre os ataques a bancos, Cláudio Lima afirmou que a preservação da vida humana é mais importante do que as explosões a caixas eletrônicos que vêm acontecendo quase todos os dias na Paraíba. “Ninguém devolve a vida daquela empresária que foi assassinada durante um assalto em Campina Grande, por exemplo,”, destacou.

Com relação o combate às explosões de caixas eletrônicos, o secretário garantiu que a polícia vem fazendo a sua parte com a realização de investigações e a prisão de quadrilhas, o que, segundo ele, vem acontecendo com freqüência. “A gente prende bandido quase todos os dias”, garantiu Cláudio Lima ao destacar que o grande problema é que as quadrilhas estão migrando de um estado para outro.

Mais uma vez Cláudio Lima afirmou que os banqueiros têm uma parcela de culpa com relação às explosões dos caixas eletrônicos porque não implantam nenhum sistema de segurança ou tecnologia para impedir esse tipo de crime. “Já existem tecnologias em que no momento em que o caixa eletrônico é violado, um dispositivo é acionado e queima o numerário, mas que ainda não foi implantado pelos donos dos bancos, mesmo isso sendo lei”, disse o secretário.

Sobre o helicóptero, o secretário garantiu que a manutenção da aeronave já foi concluída e que esta esperando apenas que sejam feitos os últimos testes que serão realizados pela empresa responsável pela manutenção o que deverá acontecer no início de janeiro.

paraiba.com.br

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Com crise, parcela do 13° salário destinada a pagar dívidas tende a crescer

salarioTerminou na terça-feira (20) o prazo para que as empresas paguem aos trabalhadores a segunda parcela do 13º salário. A estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) é que o pagamento integral do salário extra tem potencial para injetar R$ 197 bilhões na economia este ano. Com a crise econômica, no entanto, a parcela desse montante destinada ao consumo tende a ser menor que em anos anteriores, avaliam especialistas.

“Tradicionalmente, sim, pelo menos uma parte [deve ser destinada ao consumo]. Tradicionalmente, também, grande parte tende a ser para quitar dívida. [A renda extra] sempre é um estímulo para o comércio, mas não tão grande assim. E este ano deve ser inferior aos outros anos”, acredita o economista Júlio Miragaya, presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon).

Miragaya afirmou que quitar os pagamentos em atraso é a opção mais acertada. “Consumir com débito no banco não tem jeito”, comenta. O economista Gilberto Braga, do Ibmec-RJ lembra, ainda, que quanto mais o consumidor demorar a pagar a dívida, maiores serão os juros.

“A prioridade é botar a vida financeira em dia, até porque as pessoas que estão endividadas estão pagando juros, mais caros do que qualquer aplicação do dinheiro do 13° possa render. Eu imagino que essa vai ser a opção da maioria das pessoas, mas existe uma parte que coloca a vida em dia de maneira que possa fazer novos endividamentos”, disse.

O economista ressaltou que o Natal é uma época de consumo “emocional” e que, por isso, os recursos do 13° devem também dar fôlego à atividade econômica. “As pessoas têm necessidade de fazer ceia, presentear familiares. Não é da índole do trabalhador não festejar”, afirma.

Agência Brasil

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Buba Germano diz que prefeitura não podem usar crise como desculpa para não pagar 13º: ‘é obrigação’

buba-germanoNesta terça-feira (20), o deputado estadual Buba Germano (PSB) afirmou que os prefeitos não devem utilizar a crise financeira nacional como justificativa para não realizar o pagamento dos funcionários municipais. De acordo com ele, a verba advinda da repatriação causou alívio nos cofres das gestões.

“Esse dinheiro assegurou o pagamento dos servidores, inclusive, o 13º salário. A maioria já está pagando, isso não é um mérito do gesto, mas uma obrigação. Não há desculpas para atraso”, disse.

Para o socialista, a ação do Tribunal de Contas do Estado de bloquear as contas bancárias das prefeituras foi inconsistente, pois “não é obrigação do tribunal bloquear contas”. Buba, que já foi presidente da Federação dos Municípios da Paraíba, acredita que haverá uma enxurrada de  liminares para suspender o bloqueio.

“Eles vão recorrer à Justiça para poder concluir a transição. “Todos os prefeitos sabem que podem ser penalizados por deixar resto a pagar”, prevê.

2017-  “A economia  não decolou apesar do impeachment da presidente Dilma Rousseff, por isso  os futuros gestores vão encontrar dificuldades no ano que vem”, avaliou Buba sobre o próximo ano.
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