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Mulher vítima de estupro coletivo conta à polícia como o crime aconteceu, na Paraíba

A mulher vítima de estupro coletivo na madrugada deste domingo (13), em Santa Rita, prestou depoimento à Delegacia da Mulher ainda na noite do mesmo dia, em João Pessoa. Conforme a delegada Amindonzele Carneiro, que começou a investigar o caso, a vítima confirmou as informações que foram repassaram anteriormente à Polícia Militar.

A mulher, de 21 anos, contou à Polícia Civil que estava em casa quando o marido dela chegou. Assim que entrou na residência, o homem foi puxado para fora pelos suspeitos e foi espancado até desmaiar. Em seguida, o grupo invadiu a casa, tirou a mulher do local e levou ela em um carro até um local conhecido como “matadouro”. No local, a mulher contou que foi estuprada por cinco homens.

De acordo com a delegada, os suspeitos estavam muito alterados e drogados, conforme o relato da vítima à polícia. “Estamos nesse processo de reconhecimento [dos suspeitos] para tentar prendê-los, com um esforço conjunto das delegacias da mulher”, revelou a delegada. Uma das linhas de investigação apontam para uma possível vingança, mas a motivação do crime ainda é incerta e será investigada.

A mulher, logo após o crime, foi encaminhada para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, onde recebeu os primeiros atendimento e teve alta ainda no domingo. Nesta segunda-feira (14), ela foi encaminhada para a Maternidade Cândida Vargas, onde passa por uma profilaxia e seguia em observação médica. Em seguida, ela deve ser encaminhada para um abrigo.

O marido dela, que foi espancado, permanece internado no Hospital de Trauma da capital. Ele passou pelos procedimentos médicos de emergência e segue internado, em quadro clínico considerado estável.

G1

 

Suspeita de matar e cortar pênis de companheiro na PB amolou faca antes do crime, diz polícia

A mulher suspeita de matar o companheiro a facadas e, em seguida, arrancar o pênis da vítima, na noite da quinta-feira (15), em Areial, no Agreste da Paraíba, premeditou o crime, de acordo com o delegado Kelsen Vasconcelos, responsável pelo caso. As primeiras investigações da polícia revelaram que a suspeita, de 42 anos, teria dito a uma vizinha que mandou amolar a faca utilizada para matar o homem.

Conforme relatou o delegado ao G1 na manhã desta sexta-feira (16), antes de cometer o crime, a suspeita também escreveu uma carta e entregou para o filho mais velho, de 18 anos. “Na carta ela pede para que o filho mais velho, fruto de um outro relacionamento, deixe os dois irmãos mais novos com parentes da família. Ela já havia premeditado todo o crime”.

Após matar o companheiro a facadas e cortar o pênis dele, a mulher ainda teria jogado ácido muriático em cima. Depois, a suspeita teria colocado o órgão genital da vítima dentro de um copo e levado até a casa da outra mulher com quem o homem estaria envolvido.

“Ela sabia que o companheiro estava em um relacionamento com outra mulher do mesmo bairro e descobriu que ele planejava deixá-la por essa outra mulher, mas ela não aceitava isso e foi então que planejou matar o homem”, explicou o delegado.

Depois de matar o homem e levar o órgão genital da vítima até a outra mulher, a suspeita do crime teria tentado se matar envenenada, mas ela foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e levada para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

O corpo do homem foi encaminhado para o Núcleo de Medicina e Odontologia (Numol) de Campina Grande. Até as 9h30 desta sexta-feira, as informações do delegado eram de que a mulher permanecia internada no hospital em estado regular de saúde e deve ser levada para a Central de Polícia Civil após alta médica.

Mulher teria discutido com homem antes do crime

Segundo relatos de familiares à polícia, o caso aconteceu após uma discussão entre a suspeita e o companheiro dela. A vítima, Luiz de Almeida, um agricultor de 31 anos, foi encontrado morto na frente da casa do casal, na rua Balbino do Carmo, no Centro da cidade.

De acordo com relatos dos vizinhos, na noite da quinta-feira (15), antes do crime, o homem e a suspeita teriam brigado por ciúmes. A mulher é mãe de três crianças, uma delas de apenas 11 meses.

Casa onde o crime aconteceu, em Areial, na Paraíba — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Casa onde o crime aconteceu, em Areial, na Paraíba — Foto: Reprodução/TV Paraíba

 

G1

 

 

Cerca de 65% da população adulta já foi vítima de crime cibernético

Professor do curso de Investigação Profissional da Uninter dá dicas para manter a privacidade e segurança na internet

Os crimes cibernéticos se tornaram uma epidemia global e já atingem 65% da população adulta, como aponta o Relatório de Crimes Cibernéticos NORTON: O Impacto Humano, divulgado no ano passado. O estudo expõe a extensão desses acontecimentos, registrados em maior quantidade na China, Brasil, Índia e Estados Unidos.

Vírus de computador e ataques de malware são os tipos mais comuns; ataques de phishing, roubo de perfis de redes sociais e fraude de cartão de crédito também estão na lista dos problemas detectados no relatório. Na Nova Zelândia, Brasil e China, 6 entre 10 computadores estão infectados (61%, 62% e 65% das máquinas, respectivamente).

“Poder postar algo na internet é tentador, como compartilhar os momentos que são merecedores de destaque, desde uma foto até uma opinião. Está muito difícil mantermos a privacidade em meio a tanta tecnologia. Mas isso é bom? Não estamos nos colocando em perigo e expondo nossas vidas?”, questiona Armando Kolbe Júnior, professor do curso de Investigação Profissional do Centro Universitário Internacional Uninter.

O especialista listou algumas dicas simples para auxiliar na preservação da intimidade e evitar assédios com o uso da internet e principalmente das redes sociais.

  1. Atenção redobrada ao divulgar por meio de fotos e check-ins o endereço de residência ou lugares que frequenta. Uma dica útil é postar nas redes após sair do local.
  2. Evitar divulgar fotos de crianças, principalmente com uniformes escolares. Colocar apenas a imagem sem a localização pode ser uma alternativa para quem quer fazer postagens.
  3. Evitar publicações que exponham placa de veículo.
  4. Alterar a senha das redes sociais e e-mail periodicamente; o ideal seria fazer isso a cada três meses.
  5. Analisar bem a pessoa que solicita amizade ou faz qualquer tipo de contato antes de adicioná-la nas redes sociais.
  6. Ficar atento a e-mails, links e SMS falsos: fenômeno chamado de phishing, em que criminosos “pescam” os dados pessoais logo após o clique.
  7. Utilizar o modo de navegação anônima para garantir mais privacidade. Disponível em navegadores como Firefox e Chrome. Neles, basta usar o comando Ctrl+Shift+N.
  8. Manter softwares e antivírus sempre atualizados, pois os fabricantes costumam lançar atualizações que corrigem algumas falhas, inclusive contra vírus.

 

Sobre o Grupo Uninter

O Grupo Uninter é o maior centro universitário do país, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), e a única instituição de ensino a distância do Brasil recredenciada com nota máxima pelo Ministério da Educação (MEC).  Sediado em Curitiba (PR), já formou mais de 500 mil alunos e, hoje, tem mais de 210 mil alunos ativos nos mais de 200 cursos ofertados entre graduação, pós-graduação, mestrado e extensão, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância. Com polos de apoio presencial espalhados pelo Brasil, estrategicamente localizados em todo o território, mantém cinco campi no coração de Curitiba. São 2 mil funcionários trabalhando todos os dias para transformar a educação brasileira em realidade. Para saber mais, acesse uninter.com.

 

 

Assessoria de imprensa da Uninter

 

 

Suspeito de matar esposa a facadas é preso em Mangabeira pouco depois do crime

O suspeito de assassinar a própria esposa a facadas foi preso na manhã desta sexta-feira (19) da Paixão no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. A prisão foi resultado de uma ação da Polícia Civil com apoio de policiais militares.

Segundo informações da polícia, familiares e pessoas que moram nas proximidades informaram a localização do suspeito, que havia fugido logo após o crime.

Cleonildo Poncio Leon de Oliveira, de 39 anos, é o principal suspeito de ter assassinado sua esposa, Ana Priscilla do Rego Viana.

No fim da madrugada de hoje, através da Delegacia da Mulher, a Polícia Civil teria sido acionada devido a uma denúncia de que uma mulher estaria sendo espancada pelo companheiro. No entanto, quando os policiais chegaram ao local, já encontraram a mulher morta.

O principal acusado do crime, o companheiro da vítima, já havia fugido do local. A mulher foi assassinada nas proximidades de um terreno baldio, dentro de um prédio onde funcionaria um pequeno comércio.

A própria mulher já havia procurado a Delegacia da Mulher para denunciar seu companheiro por agressões físicas. Além disso, a família dela já havia feito denúncias à polícia sobre o caso.

 

(Foto: Reprodução/PM)

clickpb

 

 

Homem que matou esposa em motel na PB contatou irmão após o crime: ‘Matei Dayse’

O homem que matou a esposa na noite desta segunda-feira (15) em um motel na BR-104, entre a saída de Campina Grande e a cidade de Queimadas, no Agreste paraibano, mandou mensagens no WhatsApp para o irmão dele informando que matou a mulher e que iria se matar em seguida com um revólver.

A conversa foi divulgada à TV Paraíba pelo irmão de Aderlon Bezerra de Souza, de 42 anos, na manhã desta terça-feira (16). As capturas de tela mostram que às 21h02 o homem mandou “Ei, matei Dayse, estou me suicidando agora”. Em seguida ele liga duas vezes para o irmão e continua “Estou no parque motel, suíte 24, agora não tem mais jeito. ‘Xau mano’”. O irmão ainda tenta perguntar “com quem?” e Aderlon responde: “revólver”.

Para a polícia, Aderlon planejou a morte da esposa. Ainda segundo o irmão dele, no dia do crime o homem deu um abraço nele e na mãe, como estivesse se despedindo. O casal deixa duas filhas, uma de 8 anos e outra de 17.

A delegada de homicídios responsável pelo caso, Nercília Dantas, contou que os corpos de Aderlon e de Dayse Ariceia da Silva Alves, de 40 anos, foram encontrados vestidos, um ao lado do outro na cama da suíte 24 do motel.

Segundo a delegada, o homem teria utilizado um revólver calibre 38 para atirar na boca da mulher e, em seguida, deitou ao lado dela e atirou na própria boca. “A perícia cadavérica é que vai afirmar quantos tiros foram exatamente em cada corpo”, disse.

Casal estava separado

De acordo com a polícia, o casal estava separado há 9 dias. Mas, segundo a família, Dayse e Aderlon já não viviam na mesma casa há cerca de um ano, quando o homem decidiu ir morar na casa da mãe dele.

Também em depoimento à TV Paraíba nesta segunda, o irmão de Aderlon contou que o casal se conheceu quando Dayse tinha apenas 15 anos. “Eles foram casados há 21 anos, mas fazia um ano que estavam separados”.

“Desde que ela deixou ele, ele estava em depressão e não aceitava o fim do relacionamento, acompanhava tudo o que ela publicava nas redes sociais. Na sexta-feira (12), foi o aniversário dela e eu fiquei monitorando ele o dia todo, já imaginando que ele poderia fazer algo contra ela”, disse o irmão de Aderlon.

Aderlon e Dayse foram casados durante 21 anos — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Aderlon e Dayse foram casados durante 21 anos — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Mulher fez aniversário na sexta

Dayse Ariceia da Silva Alves completou 40 anos na sexta-feira (12). Amigos e familiares fizeram um aniversário surpresa para ela na manhã desta segunda (15), na Secretaria de Educação do município de Boa Vista, no Cariri paraibano.

A mulher era gerente administrativa da Secretaria de Educação de Boa Vista desde 2015. Segundo o prefeito da cidade, na prática, ela atuava como secretária de educação do município.

Já Aderlon era motorista da prefeitura. O prefeito informou que nesta terça-feira (16) será ponto facultativo para os servidores do município e que decretou luto por três dias.

Dayse completou 40 anos na sexta-feira (12) e ganhou festa supresa de amigos na manhã desta segunda (15), na PB — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Dayse completou 40 anos na sexta-feira (12) e ganhou festa supresa de amigos na manhã desta segunda (15), na PB — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Investigações da polícia

À princípio, a polícia acredita que Aderlon teria convidado a esposa para comemorar o aniversário dela no motel onde o crime aconteceu. Na manhã desta terça-feira (16), a delegada Nercília Dantas informou ao G1que, pelas circunstâncias do crime, o casal teria entrado no local em comum acordo.

“A gente não tem informações de como ele planejou tudo porque não conseguimos desbloquear o celular dele ainda. Eles foram juntos para o motel no carro dela. No local não havia nenhum sinal de que ela teria entrado forçada”, explicou a delegada.

Ainda conforme Nercília Dantas, na cena do crime tudo estava organizado. “A malinha do trabalho dela estava na cadeira, a bolsa na mesa, os celulares arrumados em outro ponto, então pela forma que o local estava, não tem indícios de que ela entrou lá forçada, entraram em conjunto, mas isso de fato só será comprovado após as investigações serem concluídas”, disse.

Funcionários do motel ouviram disparos

Ainda de acordo com a polícia, o casal deu entrada no motel às 17h30 desta segunda (15). Por volta das 20h, alguns funcionários do local escutaram um barulho como de um tiro. Cerca de uma hora depois, às 21h, quando Aderlon mandou mensagem para o irmão dele, os funcionário ouviram outro disparo.

Crime aconteceu dentro de suíte em motel entre as cidades de Campina Grande e Queimadas, na PB — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Crime aconteceu dentro de suíte em motel entre as cidades de Campina Grande e Queimadas, na PB — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Velório e sepultamento

De acordo com o IML, os corpos de Aderlon e Dayse foram liberados na manhã desta terça-feira (16). As famílias informaram que os velórios estão previstos para às 16h no Campo Santo da Paz, em Campina Grande. Já o sepultamento está previsto para esta quarta-feira (17), no mesmo horário.

O que diz o motel

A direção do Parque Motel Campina informou que, para preservar a privacidade dos clientes, solicita apenas documento de identificação na entrada do estabelecimento e não faz revistas nos hóspedes. Por isso, tragédias como essa fogem do controle da administração, segundo a nota.

“O Parque Motel tomou todas as medidas necessárias e salienta que está à disposição dos órgãos responsáveis para sanar quaisquer dúvidas”, diz a nota. “Lamentamos profundamente o ocorrido e nos solidarizamos com os familiares pelas suas perdas”.

G1

 

Sancionada lei que pune e torna crime a importunação sexual

Foi sancionada e publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (25) a lei que aumenta pena para o estupro coletivo, além de tornar crime a importunação sexual, a chamada vingança pornográfica e a divulgação de cenas de estupro. A Lei 13.718, de 2018 já entrou em vigor nesta terça-feira.

A nova lei tem origem no ao projeto do Senado que aumentava a pena para o estupro coletivo e que se aprovado na forma de um substitutivo pela Câmara dos Deputados. O PLS 618/2015, da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), tramitou na Câmara em conjunto com outras iniciativas. O substitutivo (SCD 2/2018), da deputada Laura Carneiro (DEM-RJ), incorporou trechos de projetos do senador Humberto Costa (PT-PE) e da senadora Marta Suplicy (MDB-SP).

Para o chamado “estupro coletivo”, cometido por vários criminosos, o texto altera o aumento de pena previsto em lei, que atualmente é de um quarto, para até dois terços da pena. Igual aumento é estipulado para o chamado “estupro corretivo”, caracterizado como tendo um intuito “punitivo”, feito para controlar o comportamento social ou sexual da vítima.

A pena será aumentada em um terço se o crime for cometido em local público, aberto ao público ou com grande aglomeração de pessoas ou em meio de transporte público, durante a noite em lugar ermo, com o emprego de arma, ou por qualquer meio que dificulte a possibilidade de defesa da vítima.

Todos os crimes contra a liberdade sexual e crimes sexuais contra vulneráveis terão a ação movida pelo Ministério Público mesmo quando a vítima for maior de 18 anos. Esse tipo de ação (incondicionada) não depende do desejo da vítima de entrar com o processo contra o agressor.

Outros aumentos determinados pelo texto para os crimes listados contra a dignidade sexual são para o caso de gravidez e para a transmissão à vítima de doença sexualmente transmissível, quando o agressor sabe ou deveria saber ser portador. Em ambos os casos, o aumento pode chegar a dois terços da pena. Igual aumento de pena valerá se a vítima for idosa ou pessoa com deficiência.

Importunação sexual

Já para a importunação sexual, o texto estabelece um tipo penal de gravidade média, para os casos em que o agressor não comete tecnicamente um crime de estupro, mas não deve ser enquadrado em uma mera contravenção. Os senadores Humberto Costa e Marta Suplicy, autores dos projetos que tinham esse objetivo, citaram como exemplo os casos de assédio a mulheres do transporte coletivo.

Esse crime é caracterizado como a prática, na presença de alguém e sem sua anuência, de ato libidinoso com o objetivo de satisfazer lascívia própria ou de outro. A pena é de reclusão de 1 a 5 anos se o ato não constitui crime mais grave.

Vingança pornográfica

Ainda segundo o texto, poderá ser punido com reclusão de 1 a 5 anos quem oferecer, vender ou divulgar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outro tipo de registro audiovisual que contenha cena de estupro ou de estupro de vulnerável. Incorre no mesmo crime quem, sem consentimento, divulgar vídeo com cena de sexo, nudez ou pornografia ou ainda com apologia à prática de estupro.

Se o crime for praticado por alguém que mantém ou tenha mantido relação íntima de afeto com a vítima ou tiver como finalidade a vingança ou humilhação, o aumento será de um terço a dois terços da pena.

Não há crime quando o agente realiza a divulgação em publicação de natureza jornalística, científica, cultural ou acadêmica de forma que impossibilite a identificação da vítima. Se a vítima for maior de 18 anos, a divulgação dependerá de sua prévia autorização. No caso dos menores de idade, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) proíbe esse tipo de divulgação.

Vulnerável

No caso do estupro de vulnerável (menores de 14 anos ou pessoas sem discernimento por enfermidade ou deficiência mental), a pena será de reclusão de 8 a 15 anos mesmo que a vítima dê consentimento ou tenha mantido relações sexuais anteriormente ao crime.

É criado, ainda, o crime de induzir ou instigar alguém a praticar crime contra a dignidade sexual, com pena de detenção de 1 a 3 anos. Sujeita-se à mesma pena aquele que, publicamente, incita ou faz apologia de crime contra a dignidade sexual ou de seu autor. A intenção da deputada Laura Carneiro foi de coibir, por exemplo, sites que ensinam como estuprar e indicam melhores locais para encontrar as vítimas.

 

Agência Brasil
Foto: 
Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

Sistema Pardal recebe primeiras denúncias de crime eleitoral e propaganda irregular na Paraíba

Em pouco menos de 24 horas disponível nas plataformas IOS e Android, além da versão Web, o Sistema Pardal, desenvolvido pela Justiça Eleitoral que possibilita aos eleitores denunciarem infrações durante as campanhas eleitorais, já recebeu duas denúncias na Paraíba.

Uma é referente à suposta prática de crime eleitoral. A outra diz respeito à suposta propaganda eleitoral irregular.

De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), as denúncias ocorreram nos municípios de João Pessoa e Santa Rita.

O Pardal também pode ser utilizado para denunciar compra de votos, uso da máquina pública, crimes eleitorais e doações e gastos eleitorais.

Supostas irregularidades na propaganda eleitoral veiculada nas emissoras de TV ou rádio e na internet, bem como notícias de infrações relacionadas a candidatos aos cargos de presidente e vice-presidente da República, não serão processadas pelo sistema. Nesses casos, o eleitor deverá encaminhar as eventuais denúncias pelos meios tradicionais.

Nas denúncias feitas por meio do Pardal, deverão constar, obrigatoriamente, o nome e o CPF do cidadão que as encaminhou, além de elementos que indiquem a existência do fato, como vídeos, fotos ou áudios. A autoridade responsável por apurar a notícia de infração poderá manter em sigilo as informações do denunciante, a fim de garantir sua segurança.

Blog do Gordinho

Suspeito de roubar moto morre em acidente logo após o crime

(Foto: Divulgação)

Um assalto terminou com dois suspeitos presos e um morto, na manhã desta quinta-feira (5), no município de Cruz do Espírito Santo, que fica na Região Metropolitana de João Pessoa.

De acordo com informações do Sargento Nunes, do 7º Batalhão de Polícia Militar, os três suspeitos abordaram um homem na Zona Rural do município e roubaram uma moto, dois relógios, um celular e um notebook. Após ação, os acusados fugiram no veículo roubado.

Na fuga, os homens foram perseguidos e baleados por pessoas ainda não identificadas na BR-230, de acordo com a polícia. Um dos suspeitos foi baleado nas nádegas, outro morreu na queda da moto e o último não teve ferimentos. Os acusados que ficaram vivos ainda tentaram fugir, mas foram capturados pela Polícia Militar.

A vítima reconheceu todos os homens suspeitos do crime e foi até a 6ª Delegacia Distrital, assim como o acusado que não sofreu ferimentos. O homem que foi baleado nas nádegas foi encaminhado ao Hospital de Trauma de João Pessoa.

portalcorreio

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TSE alerta para a influência do crime organizado nas eleições

O Tribunal Superior Eleitoral acionou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a Polícia Federal para que investiguem a influência de facções criminosas e milícias no processo eleitoral, destaca neste domingo o jornal O Globo.

No Estado do Rio de Janeiro, a ação do crime organizado foi identificada em 18 zonas eleitorais de sete cidades, que abrangem 9% do eleitorado fluminense, em 2016.

Criminosos tentam influir em resultados também em outros estados, e o relatório do TSE cita São Paulo, Amazonas e Maranhão.

O presidente do tribunal, ministro Gilmar Mendes, avalia que o fundo eleitoral, criado pela reforma política recém aprovada no Congresso Nacional, é insuficiente para financiar as eleições, o que poderá abrir brecha para um “laranjal” nas campanhas.

Para Gilmar, o domínio de territórios por facções, como ocorre no Rio, não permite campanhas e votos livres, ainda conforme o jornal.

paraibaonline

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Mulher inventa roubo e é presa por falsa comunicação de crime em Guarabira

Uma mulher de 47 anos de idade, que reside na zona rural de Mulungu, foi presa por policiais militares e civis nesta quinta-feira (6), na cidade de Guarabira, depois de inventar que teria sido roubada depois de realizar um saque em uma agência bancária. Os documentos pessoais que ela disse terem sido levados pelo assaltante foram jogados por ela mesma em uma lixeira e encontrados posteriormente pelos policiais.

Os policiais do Núcleo de Inteligência e guarnição do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) foram informados, através do Copom, de que teria havido um roubo a uma pessoa no centro da cidade e da vítima tinham sido levados R$ 2.437,00, além do cartão do banco e documentos pessoais que estavam dentro de uma sacola. A Rádio Patrulha foi até o local, fez rondas e não localizou os acusados, então levou a vítima até a Delegacia de Polícia Civil.

No Boletim de Ocorrência, a mulher relatou que um homem teria puxado a sua bolsa e em seguida fugido, com a ajuda de outro, que estava em uma moto Bros – ou modelo similar – de cor preta. Os militares, junto os policiais do GTE (Grupo Tático Especial) da Polícia Civil, tentaram buscar mais informações com a vítima, que disse ter realizado um saque de R$ 1.500 no terminal de autoatendimento do banco.

Os policiais mantiveram contato com o gerente do banco para que pudessem visualizar as imagens internas da agência e identificar o assaltante e, ao realizar a consulta da movimentação bancária, ele constatou que não tinha havido nenhum saque daquele valor durante a manhã.

Na delegacia, a mulher acabou confessando que não tinha sido roubada e que inventou a história porque estava passando por dificuldades financeiras. Os documentos que ela disse terem sido roubados foram encontrados em uma lixeira nas proximidades, local que foi indicado por ela mesma aos policiais.

Na delegacia foi lavrado um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) por falsa comunicação de crime.

Assessoria 4º BPM

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