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6 filmes para educar crianças sobre raça e representatividade

Pensar no desenvolvimento completo do seu filho é pensar também numa educação que contemple questões sociais, como os temas raciais. Isso tudo para que seu pequeno saiba desde cedo a importância desses assuntos para um convívio social respeitoso e consciente.

Uma forma acessível de introduzir esses assuntos na educação dos pequenos é através de filmes e animações. Pensando nisso, separamos uma lista de 6 filmes e animações infantis que abordam questões desde representatividade, ancestralidade até racismo. Confira abaixo:

1. Hair Love

A animação “Hair love” levou o Oscar de Melhor Curta Animado na premiação do início deste ano. O curta-metragem, dirigido por Matthew A. Cherry e produzido por Karen Rupert Toliver, retrata a história de um pai aprendendo a arrumar o cabelo de sua filha, que é crespo.

Confira mais sobre a animação Hair Love.

2. Super choque

A animação da DC dos anos 2000 se tornou muito popular no Brasil, pois inspirou muitas crianças negras que se viam representadas pelo Virgil. O personagem é um super herói negro que, apesar dos inimigos, tem uma vida comum de adolescente.

O episódio “Filho dos Pais” viralizou na internet por retratar uma situação de racismo ocasionado pai de seu amigo Richie, que fez diversos comentários ofensivos sobre afro-americanos.

Além disso, no episódio 29, Virgil viaja com sua família para Gana, na África, e conhece várias curiosidades históricas como a independência do país nas mãos dos ingleses em 1957.

Confira mais sobre Super Choque

3. A princesa e o sapo

A Disney também não fica de fora na representatividade. A história de A princesa e o sapo conta com uma protagonista negra, Tiana, que vive Nova Orleans, nos EUA e passa por diversas aventuras para conquistar seu restaurante dos sonhos.

Confira mais sobre A princesa e o sapo

4. Iemanjá Yemojá: A criação das ondas

A animação da produtora audiovisual Célia Harumi Seki explora o aspecto mitológico da cultura afro-brasileira. A história de Iemanjá mostra uma visão da vida e da evolução da humanidade originadas na África, fonte de uma cultura rica e enraizada no Brasil.

Confira a animação

5. Bino e Fino

O desenho nigeriano criado por Adamu Waziri conta a história de dois irmãos gêmeos que vivem na África subsaariana. A cada dia, eles descobrem aspectos diferentes sobre o mundo, vida e a história do continente.

A animação possui diversos episódios dublados em português no YouTube.

6. Nella, uma princesa corajosa

A animação da Nickelodeon conta a história de Nella, filha de pai negro e mãe branca. A princesa corajosa salva os cidadãos do reino de seus pais transformando-se em uma princesa-cavaleira. Ela faz isso com a ajuda de seus amigos, Trinket, Sir Garrett e Clod, que, juntos, resolvem mistérios e aprendem lições valiosas.

 

minhavida

 

 

Unicef aponta que 4,8 milhões de crianças e adolescentes não tem internet

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) constatou, em recente pesquisa, que 4,8 milhões de crianças e adolescentes, no Brasil, ainda não te acesso a internet. Os números correspondem a 17% de todos os brasileiros, na faixa de 9 a 17 anos.

Os números são da pesquisa TIC Kids Online 2019, que será lançada na íntegra em junho. Já o levantamento desses dados foram feitos pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

A Unicef foi quem requisitou a pesquisa para saber, em razão da pandemia do novo coronavírus, que causa a doença da Covid-19, a quantidade de crianças e adolescentes que estão sem acesso a aulas online e a outros conteúdos da internet que possam dar continuidade ao aprendizado.

O chefe da Educação da Unicef, Ítalo Dutra, disse que esse momento de crise, aguda, em função da pandemia, vai ter um impacto na vida das crianças e adolescentes. Sobre a educação, ele ressaltou que o setor enfrenta uma questão séria: “o que é preciso fazer para que essas crianças e adolescentes tenham acesso a algum tipo de aprendizagem”.

paraiba.com.br

 

 

Prefeitura de Belém, PB, prorroga decretos, suspensão de aulas e distribuirá kits nutricionais às crianças das creches

A Prefeitura de Belém publicou, nesta segunda-feira (20), o decreto nº 28/2020 prorrogando a vigência dos decretos municipais 13, 14, 15 e 26 de 2020 por mais duas semanas, em virtude da evolução do contágio do Novo Coronavírus no Estado da Paraíba e recomendações das autoridades de saúde no país.

Com o novo decreto, permanecem suspensas as aulas em todas as escolas nas redes municipal, estadual e particular de Belém até o dia 4 de maio, além de Espaços e áreas de lazer e esportivas, Atividades coletivas ou aglomerações em academias, Cerimônias religiosas (missas e cultos), e quaisquer eventos de massa de natureza cultural, esportiva, comercial, religiosa, social ou política.

A  Secretaria Municipal de Educação também realizará um conjunto de estratégias para a Rede Municipal de Ensino, no período de 20 a 30 de abril, a fim de diminuir os impactos da suspensão das aulas devido à pandemia do coronavírus. Serão adotadas as seguintes medidas:

* Distribuição de kit nutricional para as crianças matriculadas nas creches em Belém e no distrito de Rua Nova;

* Organização de atividades didáticas pelas equipes docentes das escolas da Rede Municipal de Ensino, de acordo com os conteúdos trabalhados, para serem disponibilizadas aos alunos no período de 20 a 24 de abril;

* Devolução das atividades nas respectivas escolas, no período de 27 a 30 de abril, e entrega das atividades da semana;

* Aplicação da vacina contra a gripe Influenza e H1N1 em todas as equipes escolares;

* Distribuição de máscaras para todas as equipes escolares.

GESTÃO INTENSIFICA AÇÕES DE COMBATE AO CORONAVÍRUS

A gestão municipal já adquiriu 12 termômetros digitais infravermelhos para os profissionais de saúde utilizarem na medição da temperatura corporal das pessoas atendidas, além de 600 máscaras profissionais e tecido para fabricação de máscaras caseiras.

Também foram intensificadas ações de combate e controle ao Covid-19, com vacinação, orientação e aferição de temperatura dos motoristas, taxistas na Rodoviária Municipal e dos comerciantes da área central; desinfecção de locais públicos e de maior circulação na cidade de Belém e no distrito de Rua Nova; orientações nos estabelecimentos comerciais; orientações aos garis sobre uso dos EPI´s e higienização das mãos; treinamento dos motoristas dos transportes da Prefeitura sobre a higienização dos veículos; e vacinação pelo sistema “drive-thru”.

Assessoria

 

 

Etapa da campanha de vacinação contra sarampo para crianças e jovens termina nesta sexta, na PB

Termina nesta sexta-feira (13) a etapa da campanha de vacinação contra o sarampo na Paraíba para crianças a partir de cinco anos a jovens de até 19 anos. No Dia D da mobilização pela imunização, cerca de mil salas de vacinação em todo o estado foram abertas.

Em 2019, a Secretaria de Estado da Saúde, foram notificados 326 casos suspeitos de sarampo, em 79 dos 223 municípios. Do total de notificações, 52 casos foram confirmados, 257 descartados, 17 em investigação. Até o momento não foi registrada nenhuma morte por sarampo na Paraíba.

O objetivo desta etapa é atingir o público que não foi contemplado nas anteriores, mas que está na faixa etária de receber a vacina. De acordo com a chefe do Núcleo de Imunização da SES, Isiane Queiroga, a proposta do Ministério é finalizar as campanhas com todas as faixas etárias com direito de vacina protegidas.

O sarampo é uma doença viral aguda parecida com uma infecção do trato respiratório. É uma doença grave que pode ser fatal, principalmente em crianças menores de cinco anos, desnutridas e imunodeprimidos.

De acordo com a Prefeitura de João Pessoa, uma segunda etapa da vacinação na capital paraibana está prevista após 13 de março, destinada a vacina adultos de 30 a 59 anos, entre os dias 3 e 31 de agosto.

Em João Pessoa, houve casos de sarampo nos anos de 2010, 2013 e 2019. Em 2010, foram 50 casos confirmados e em 2013, seis casos da doença. Já em 2019, foram notificados 97 casos suspeitos, com 18 confirmados, 55 descartados com amostras positivas no Laboratório Central de Saúde Pública da Paraíba e Laboratório de referência nacional (Fiocruz).

G1

 

Pediatra afirma que  diagnostico  de Dengue em crianças é mais difícil

Por mais que campanhas e alertas sejam feitos anualmente, a dengue é difícil de ser diagnosticada e quando a picada do Aedes Aegypt afeta uma criança, a identificação da doença torna-se ainda mais complicada.

Os sintomas da doença são: dores de cabeça, falta de apetite, vômitos, febre, diarreia e em alguns casos, sangramento na gengiva ou nariz. Vale ressaltar que nem todos os sintomas aparecem nos primeiros dias, podendo ser confundido com uma gripe forte.

Por isso, é preciso muita atenção quando há manifestações de doenças nos pequenos. A pediatra Dra. Loretta Campos explica: “a dengue pode ser assintomática ou com poucos sintomas, ou seja, qualquer quadro febril pode caracterizar dengue” e complementa “é sempre necessário observar a ausência de apetite, muita sonolência ou apresentar quadro de vômitos ou diarreia”. Outras manifestações da doença são as manchas vermelhas na pele, vale lembrar que, pode aparecer de três a sete dias do início da doença.

Para o tratamento, a pediatra adverte: “ao apresentar esses sintomas, é necessário procurar atendimento médico. Nesse período, é importante seguir à risca as prescrições médicas, como atentar-se para a hidratação do paciente, sempre monitorando os sintomas para evitar complicações graves da doença”.

Dra. Loretta Campos: Pediatra e Consultora de Aleitamento Materno – Pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), Consultora Internacional em Aleitamento Materno (IBCLC), Consultora do sono, Educadora Parental pela Discipline Positive Association e membro das Sociedades Goiana e Brasileira de Pediatria. A médica aborda temas sobre aleitamento materno com ênfase na área comportamental da criança e parentalidade positiva.

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 Agência Contato Comunicação

 

Crianças e adolescentes devem se vacinar contra HPV para evitar câncer

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) divulgou um alerta a pais e responsáveis sobre a importância da vacinação de crianças e adolescentes contra o papiloma vírus humano (HPV). O grupo de vírus infecta a pele e as mucosas do trato ano-genital e pode ocasionar o câncer de colo de útero, o terceiro tumor mais frequente na população feminina – atrás do câncer de mama e do colorretal – e a quarta principal causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.

A infecção pelo HPV é muito frequente, mas transitória, regredindo espontaneamente na maioria das vezes. Nos casos em que a infecção persiste, a causa é um tipo viral oncogênico, ou seja, com potencial para causar câncer. O vírus pode ocasionar lesões precursoras que, se não forem identificadas e tratadas, podem progredir para o câncer, principalmente no colo do útero, mas também na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca.

O HPV é transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. A vacina confere proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal.

“A vacinação é uma forma de proteger a criança e o adolescente dos riscos causados pelo vírus, antes mesmo do início da vida sexual, ou seja, antes do contato com o vírus. Para isso, precisamos do apoio dos pais e responsáveis para que levem seus filhos até as salas de vacinação e, dessa forma, contribuam para fechar o ciclo de circulação do vírus e reduzir a incidência do HPV”, explica o chefe da seção de imunização da SMS, Fernando Virgolino.

De olho no calendário vacinal, a adolescente Ana Luiza, de 14 anos, foi com a tia tomar a vacina do HPV. “Assim como todas as outras vacinas do calendário, essas doses da vacina que previnem contra o HPV é importante, pois podem reduzir consideravelmente o risco de lesões precursoras do câncer do colo de útero no futuro. Os pais ou responsáveis por esses adolescentes devem imunizar seus filhos e falar sobre sexualidade também. A vacina é tão importante quanto orientar sobre o uso do preservativo, quando iniciar a vida sexual”, disse Lílian da Silva, tia de Ana Luíza.

O uso do preservativo (camisinha) masculino ou feminino nas relações sexuais é outra importante forma de prevenção do HPV. Contudo, seu uso, apesar de prevenir a maioria das infecções sexualmente transmissíveis, não impede totalmente a infecção pelo HPV, pois, frequentemente as lesões estão presentes em áreas não protegidas pela camisinha (vulva, região pubiana, perineal ou bolsa escrotal). A camisinha feminina, que cobre também a vulva, evita mais eficazmente o contágio se utilizada desde o início da relação sexual.

Imunização

Para evitar a infecção por alguns tipos de HPV mais cancerígenos, o Sistema Único de Saúde oferta a vacina a meninas de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias e meninos de 11 a 14 anos, 11 meses e 29 dias. O esquema vacinal é de duas doses, sendo a segunda dose seis meses após a primeira.

De acordo com o chefe da Seção de Imunização da SMS, Fernando Virgolino, a vacina é administrada nesta faixa etária por ser a que apresenta maior benefício pela grande produção de anticorpos e por ter sido menos exposta ao vírus por meio de relações sexuais.

A vacina também é ofertada aos que vivem com HIV. Para esse grupo, a faixa etária para tomar a vacina é mais ampla, de 9 a 26 anos, e o esquema vacinal é de três doses com o intervalo de zero, dois e seis meses. Os usuários com HIV precisam apresentar prescrição médica.

Existem dois tipos de vacina contra o HPV, a quadrivalente e a bivalente. Na rede pública de saúde, é ofertada a vacina quadrivalente, que confere proteção contra HPV 6, 11, 16 e 18, prevenindo lesões genitais pré-cancerosas de colo do útero, vulva e vagina e câncer do colo do útero em mulheres e verrugas genitais em mulheres e homens.

Além da imunização, é possível a prevenção do câncer de colo de útero por meio da realização periódica do exame de citológico, disponível em todas as Unidades de Saúde da Família. Por meio desse exame, é possível identificar precocemente as lesões intra-epiteliais que refletem a presença do vírus e o potencial de progressão para o câncer de colo de útero.

Na Capital, a vacina está disponível em todas as salas de vacinação localizadas nas Unidades de Saúde da Família (USF) e Centro Municipal de Imunização. Para ser vacinado, basta ir a um dos locais de vacinação com a caderneta de vacinação, documento de identidade e cartão SUS. A SMS também oferta os exames preventivos, o Papanicolau ou citopatológico, que detecta as lesões precursoras do câncer.

 

portalcorreio

 

 

Crianças e adolescentes da PB recebem kits de material escolar da LBV

A campanha mobilizou a sociedade apoiar a iniciativa em prol da educação

Nesta sexta-feira (6 de março), em dois horários às 9h30 e às 15h30, a entrega dos kits de material escolar para 158 alunos na faixa etária de 06 a 15 anos, oriundas de famílias em vulnerabilidade social atendidos pela Legião da Boa Vontade em João Pessoa/PB, em sua Unidade no Bairro de Jaguaribe.

A ação faz parte da campanha Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro, promovida pela LBV em todo o Brasil, com o objetivo de apoiar as famílias que não tem recursos para a compra do material escolar e incentivar os estudantes a frequentar a escola e a continuar os estudos.

Em todo o país, a campanha entrega mais de 15 mil kits em 67 municípios brasileiros.

Os kits são compostos de estojo, lápis preto e de cor, canetas, apontador, borrachas, tesoura, tubos de cola, tinta guache, cadernos, mochila, régua, dicionário de português.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a evasão escolar abrange, sobretudo, jovens que têm entre 15 e 17 anos de idade. Os dados indicam que, em 2018, 11,8% dos jovens nessa faixa etária estavam fora da escola, número equivalente a 1,1 milhão de pessoas.

A LBV

A Legião da Boa Vontade acredita que a educação iluminada por valores éticos, ecumênicos e espirituais transforma o ser humano para melhor, por isso, há 70 anos, ela atua ao lado das populações em situação de vulnerabilidade social. Em suas unidades que atendem crianças e adolescentes, a LBV oferece o apoio necessário às famílias para que os filhos tenham acesso à Educação e a garantia e proteção de seus direitos, além de outros benefícios como atividades socioeducativas, esportivas, culturais, artísticas, lúdicas e recreativas e projetos permanentes de incentivo à leitura.

 

Assessoria

 

 

52% das mortes de crianças de 1 a 9 anos acontecem em piscina, segundo a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático

No Brasil, o afogamento é a segunda maior causa de morte acidental infantil (de 0 a 14 anos), a cada dois dias, uma criança morre afogada (SOBRASA, 2019), a maioria dos casos acontecem nas piscinas, e se tornam ainda mais comuns em feriados prolongados. A pediatra e educadora parental, Dra. Loretta Campos, comenta sobre o assunto: “é muito comum em feriados de carnaval acidentes de afogamento, em piscinas, lagos, praia. É importante ter um olhar muito atento na criança pois aumenta o risco de afogamentos, mesmo com muitas pessoas no ambiente, 70% dos afogamentos acontecem do lado do adulto, por isso é extremamente importante ter um responsável com um olhar mais atento”.

Parece um simples feriado, mas com tanta folia, torna-se mais complicado para os pais que querem aproveitar o carnaval com seus pequeninos. Dra. Loretta orienta: “evitar multidões seria o ideal, pois não é um ambiente muito adequado, o melhor  são os bloquinhos próprios para crianças, mas caso estejam nessa situação, é preciso redobrar a atenção para não perde-los. Sempre bom conversar com a criança, combinar um ponto de encontro caso aconteça desencontros”, e complementa, “colocar uma identificação na criança com telefone e nome dos pais, é imprescindível”.

Outro ponto, são as viagens, por ser carnaval, as famílias escolhem sair da cidade, ir à hotéis, resorts, parques… e acabam esquecendo a rotina dos pequenos. A falta de sono, a alimentação desregrada, pode deixá-los irritados, “é importante manter a rotina dessa criança, respeitando os horários das sonecas, alimentação e brincadeiras”.

Para os pais de pré-adolescentes ou já adolescentes, a Dra. Loretta dá dicas específicas: “converse sobre bebidas, drogas, pessoas mal-intencionadas, roubos… por mais que seja uma orientação óbvia, é necessário que seja reforçado toda vez que estejam expostos a esses perigos”.

Dra. Loretta Campos: Pediatra e Consultora de Aleitamento Materno – Pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), Consultora Internacional em Aleitamento Materno (IBCLC), Consultora do sono, Educadora Parental pela Discipline Positive Association e membro das Sociedades Goiana e Brasileira de Pediatria. A médica aborda temas sobre aleitamento materno com ênfase na área comportamental da criança e parentalidade positiva.

 

 

 

Pediatra responde quando suspeitar do Sarampo nas crianças  

O sarampo é uma doença viral aguda, caracterizada por febre, tosse, coriza e conjuntivite seguidas, após três a cinco dias de exantema cutâneo (lesão na pele) que se inicia na cabeça e se estende para os pés. Segundo a pediatra Loretta Campo, a lesão na pele começa atrás das orelhas e, na linha do cabelo, e em seguida, se espalha para o resto do corpo, braços e pernas, de distribuição centrípeta, que não poupa região da planta dos pés e mãos.

“A temperatura diminui três a quatro dias após o surgimento da lesão na pele, sendo que esta desaparece após 5 a 6 dias do seu surgimento. Um a dois dias antes do aparecimento da lesão na pele, pode-se ter a presença das manchas de Koplik (pequenas manchas esbranquiçadas internamente nas bochechas, mais comum na região oposta aos dentes molares) ”, acrescenta a médica.

Caso a mãe suspeite de sarampo independentemente da idade e da situação vacinal, é importante ficar alerta caso a criança apresente febre e exantema maculopapular (área vermelha e plana na pele), acompanhados de um ou mais dos seguintes sintomas: tosse, coriza ou conjuntivite.

Dra. Loretta Campos: Pediatra e Consultora de Aleitamento Materno  – Pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), Consultora Internacional em Aleitamento Materno (IBCLC), Consultora do sono, Educadora Parental pela Discipline Positive Association e membro das Sociedades Goiana e Brasileira de Pediatria. A médica aborda temas sobre aleitamento materno com ênfase na área comportamental da criança e parentalidade positiva.

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Smartphones usados em excesso prejudicam crianças, revela pesquisa

Uma pesquisa realizada pela Agência de Esportes do Japão descobriu que a força física e a capacidade atlética das crianças sofreram queda. A agência disse que isso se deve em parte ao uso de smartphones.

O estudo, realizado anualmente no Japão, verifica as atividades físicas, tais como corridas e lançamentos de bolas, assim como o estilo de vida das crianças. A pesquisa deste ano cobriu mais de 2,1 milhões de estudantes do quinto ano do curso primário e do segundo ano do curso ginasial.

A média nacional da capacidade física teve queda em comparação ao ano passado, tanto no caso dos meninos como das meninas. A média dos meninos do quinto ano caiu para o nível mais baixo desde que a pesquisa começou a ser realizada em 2008.

O estudo descobriu que as crianças, especialmente os meninos do curso primário, passam mais tempo assistindo à televisão ou utilizando smartphones.

O tempo médio que os estudantes do curso ginasial passam praticando atividades atléticas caiu em mais de 90 minutos por semana.

 

Agência Brasil