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Etapa da campanha de vacinação contra sarampo para crianças e jovens termina nesta sexta, na PB

Termina nesta sexta-feira (13) a etapa da campanha de vacinação contra o sarampo na Paraíba para crianças a partir de cinco anos a jovens de até 19 anos. No Dia D da mobilização pela imunização, cerca de mil salas de vacinação em todo o estado foram abertas.

Em 2019, a Secretaria de Estado da Saúde, foram notificados 326 casos suspeitos de sarampo, em 79 dos 223 municípios. Do total de notificações, 52 casos foram confirmados, 257 descartados, 17 em investigação. Até o momento não foi registrada nenhuma morte por sarampo na Paraíba.

O objetivo desta etapa é atingir o público que não foi contemplado nas anteriores, mas que está na faixa etária de receber a vacina. De acordo com a chefe do Núcleo de Imunização da SES, Isiane Queiroga, a proposta do Ministério é finalizar as campanhas com todas as faixas etárias com direito de vacina protegidas.

O sarampo é uma doença viral aguda parecida com uma infecção do trato respiratório. É uma doença grave que pode ser fatal, principalmente em crianças menores de cinco anos, desnutridas e imunodeprimidos.

De acordo com a Prefeitura de João Pessoa, uma segunda etapa da vacinação na capital paraibana está prevista após 13 de março, destinada a vacina adultos de 30 a 59 anos, entre os dias 3 e 31 de agosto.

Em João Pessoa, houve casos de sarampo nos anos de 2010, 2013 e 2019. Em 2010, foram 50 casos confirmados e em 2013, seis casos da doença. Já em 2019, foram notificados 97 casos suspeitos, com 18 confirmados, 55 descartados com amostras positivas no Laboratório Central de Saúde Pública da Paraíba e Laboratório de referência nacional (Fiocruz).

G1

 

Pediatra afirma que  diagnostico  de Dengue em crianças é mais difícil

Por mais que campanhas e alertas sejam feitos anualmente, a dengue é difícil de ser diagnosticada e quando a picada do Aedes Aegypt afeta uma criança, a identificação da doença torna-se ainda mais complicada.

Os sintomas da doença são: dores de cabeça, falta de apetite, vômitos, febre, diarreia e em alguns casos, sangramento na gengiva ou nariz. Vale ressaltar que nem todos os sintomas aparecem nos primeiros dias, podendo ser confundido com uma gripe forte.

Por isso, é preciso muita atenção quando há manifestações de doenças nos pequenos. A pediatra Dra. Loretta Campos explica: “a dengue pode ser assintomática ou com poucos sintomas, ou seja, qualquer quadro febril pode caracterizar dengue” e complementa “é sempre necessário observar a ausência de apetite, muita sonolência ou apresentar quadro de vômitos ou diarreia”. Outras manifestações da doença são as manchas vermelhas na pele, vale lembrar que, pode aparecer de três a sete dias do início da doença.

Para o tratamento, a pediatra adverte: “ao apresentar esses sintomas, é necessário procurar atendimento médico. Nesse período, é importante seguir à risca as prescrições médicas, como atentar-se para a hidratação do paciente, sempre monitorando os sintomas para evitar complicações graves da doença”.

Dra. Loretta Campos: Pediatra e Consultora de Aleitamento Materno – Pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), Consultora Internacional em Aleitamento Materno (IBCLC), Consultora do sono, Educadora Parental pela Discipline Positive Association e membro das Sociedades Goiana e Brasileira de Pediatria. A médica aborda temas sobre aleitamento materno com ênfase na área comportamental da criança e parentalidade positiva.

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 Agência Contato Comunicação

 

Crianças e adolescentes devem se vacinar contra HPV para evitar câncer

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) divulgou um alerta a pais e responsáveis sobre a importância da vacinação de crianças e adolescentes contra o papiloma vírus humano (HPV). O grupo de vírus infecta a pele e as mucosas do trato ano-genital e pode ocasionar o câncer de colo de útero, o terceiro tumor mais frequente na população feminina – atrás do câncer de mama e do colorretal – e a quarta principal causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.

A infecção pelo HPV é muito frequente, mas transitória, regredindo espontaneamente na maioria das vezes. Nos casos em que a infecção persiste, a causa é um tipo viral oncogênico, ou seja, com potencial para causar câncer. O vírus pode ocasionar lesões precursoras que, se não forem identificadas e tratadas, podem progredir para o câncer, principalmente no colo do útero, mas também na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca.

O HPV é transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. A vacina confere proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal.

“A vacinação é uma forma de proteger a criança e o adolescente dos riscos causados pelo vírus, antes mesmo do início da vida sexual, ou seja, antes do contato com o vírus. Para isso, precisamos do apoio dos pais e responsáveis para que levem seus filhos até as salas de vacinação e, dessa forma, contribuam para fechar o ciclo de circulação do vírus e reduzir a incidência do HPV”, explica o chefe da seção de imunização da SMS, Fernando Virgolino.

De olho no calendário vacinal, a adolescente Ana Luiza, de 14 anos, foi com a tia tomar a vacina do HPV. “Assim como todas as outras vacinas do calendário, essas doses da vacina que previnem contra o HPV é importante, pois podem reduzir consideravelmente o risco de lesões precursoras do câncer do colo de útero no futuro. Os pais ou responsáveis por esses adolescentes devem imunizar seus filhos e falar sobre sexualidade também. A vacina é tão importante quanto orientar sobre o uso do preservativo, quando iniciar a vida sexual”, disse Lílian da Silva, tia de Ana Luíza.

O uso do preservativo (camisinha) masculino ou feminino nas relações sexuais é outra importante forma de prevenção do HPV. Contudo, seu uso, apesar de prevenir a maioria das infecções sexualmente transmissíveis, não impede totalmente a infecção pelo HPV, pois, frequentemente as lesões estão presentes em áreas não protegidas pela camisinha (vulva, região pubiana, perineal ou bolsa escrotal). A camisinha feminina, que cobre também a vulva, evita mais eficazmente o contágio se utilizada desde o início da relação sexual.

Imunização

Para evitar a infecção por alguns tipos de HPV mais cancerígenos, o Sistema Único de Saúde oferta a vacina a meninas de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias e meninos de 11 a 14 anos, 11 meses e 29 dias. O esquema vacinal é de duas doses, sendo a segunda dose seis meses após a primeira.

De acordo com o chefe da Seção de Imunização da SMS, Fernando Virgolino, a vacina é administrada nesta faixa etária por ser a que apresenta maior benefício pela grande produção de anticorpos e por ter sido menos exposta ao vírus por meio de relações sexuais.

A vacina também é ofertada aos que vivem com HIV. Para esse grupo, a faixa etária para tomar a vacina é mais ampla, de 9 a 26 anos, e o esquema vacinal é de três doses com o intervalo de zero, dois e seis meses. Os usuários com HIV precisam apresentar prescrição médica.

Existem dois tipos de vacina contra o HPV, a quadrivalente e a bivalente. Na rede pública de saúde, é ofertada a vacina quadrivalente, que confere proteção contra HPV 6, 11, 16 e 18, prevenindo lesões genitais pré-cancerosas de colo do útero, vulva e vagina e câncer do colo do útero em mulheres e verrugas genitais em mulheres e homens.

Além da imunização, é possível a prevenção do câncer de colo de útero por meio da realização periódica do exame de citológico, disponível em todas as Unidades de Saúde da Família. Por meio desse exame, é possível identificar precocemente as lesões intra-epiteliais que refletem a presença do vírus e o potencial de progressão para o câncer de colo de útero.

Na Capital, a vacina está disponível em todas as salas de vacinação localizadas nas Unidades de Saúde da Família (USF) e Centro Municipal de Imunização. Para ser vacinado, basta ir a um dos locais de vacinação com a caderneta de vacinação, documento de identidade e cartão SUS. A SMS também oferta os exames preventivos, o Papanicolau ou citopatológico, que detecta as lesões precursoras do câncer.

 

portalcorreio

 

 

Crianças e adolescentes da PB recebem kits de material escolar da LBV

A campanha mobilizou a sociedade apoiar a iniciativa em prol da educação

Nesta sexta-feira (6 de março), em dois horários às 9h30 e às 15h30, a entrega dos kits de material escolar para 158 alunos na faixa etária de 06 a 15 anos, oriundas de famílias em vulnerabilidade social atendidos pela Legião da Boa Vontade em João Pessoa/PB, em sua Unidade no Bairro de Jaguaribe.

A ação faz parte da campanha Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro, promovida pela LBV em todo o Brasil, com o objetivo de apoiar as famílias que não tem recursos para a compra do material escolar e incentivar os estudantes a frequentar a escola e a continuar os estudos.

Em todo o país, a campanha entrega mais de 15 mil kits em 67 municípios brasileiros.

Os kits são compostos de estojo, lápis preto e de cor, canetas, apontador, borrachas, tesoura, tubos de cola, tinta guache, cadernos, mochila, régua, dicionário de português.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a evasão escolar abrange, sobretudo, jovens que têm entre 15 e 17 anos de idade. Os dados indicam que, em 2018, 11,8% dos jovens nessa faixa etária estavam fora da escola, número equivalente a 1,1 milhão de pessoas.

A LBV

A Legião da Boa Vontade acredita que a educação iluminada por valores éticos, ecumênicos e espirituais transforma o ser humano para melhor, por isso, há 70 anos, ela atua ao lado das populações em situação de vulnerabilidade social. Em suas unidades que atendem crianças e adolescentes, a LBV oferece o apoio necessário às famílias para que os filhos tenham acesso à Educação e a garantia e proteção de seus direitos, além de outros benefícios como atividades socioeducativas, esportivas, culturais, artísticas, lúdicas e recreativas e projetos permanentes de incentivo à leitura.

 

Assessoria

 

 

52% das mortes de crianças de 1 a 9 anos acontecem em piscina, segundo a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático

No Brasil, o afogamento é a segunda maior causa de morte acidental infantil (de 0 a 14 anos), a cada dois dias, uma criança morre afogada (SOBRASA, 2019), a maioria dos casos acontecem nas piscinas, e se tornam ainda mais comuns em feriados prolongados. A pediatra e educadora parental, Dra. Loretta Campos, comenta sobre o assunto: “é muito comum em feriados de carnaval acidentes de afogamento, em piscinas, lagos, praia. É importante ter um olhar muito atento na criança pois aumenta o risco de afogamentos, mesmo com muitas pessoas no ambiente, 70% dos afogamentos acontecem do lado do adulto, por isso é extremamente importante ter um responsável com um olhar mais atento”.

Parece um simples feriado, mas com tanta folia, torna-se mais complicado para os pais que querem aproveitar o carnaval com seus pequeninos. Dra. Loretta orienta: “evitar multidões seria o ideal, pois não é um ambiente muito adequado, o melhor  são os bloquinhos próprios para crianças, mas caso estejam nessa situação, é preciso redobrar a atenção para não perde-los. Sempre bom conversar com a criança, combinar um ponto de encontro caso aconteça desencontros”, e complementa, “colocar uma identificação na criança com telefone e nome dos pais, é imprescindível”.

Outro ponto, são as viagens, por ser carnaval, as famílias escolhem sair da cidade, ir à hotéis, resorts, parques… e acabam esquecendo a rotina dos pequenos. A falta de sono, a alimentação desregrada, pode deixá-los irritados, “é importante manter a rotina dessa criança, respeitando os horários das sonecas, alimentação e brincadeiras”.

Para os pais de pré-adolescentes ou já adolescentes, a Dra. Loretta dá dicas específicas: “converse sobre bebidas, drogas, pessoas mal-intencionadas, roubos… por mais que seja uma orientação óbvia, é necessário que seja reforçado toda vez que estejam expostos a esses perigos”.

Dra. Loretta Campos: Pediatra e Consultora de Aleitamento Materno – Pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), Consultora Internacional em Aleitamento Materno (IBCLC), Consultora do sono, Educadora Parental pela Discipline Positive Association e membro das Sociedades Goiana e Brasileira de Pediatria. A médica aborda temas sobre aleitamento materno com ênfase na área comportamental da criança e parentalidade positiva.

 

 

 

Pediatra responde quando suspeitar do Sarampo nas crianças  

O sarampo é uma doença viral aguda, caracterizada por febre, tosse, coriza e conjuntivite seguidas, após três a cinco dias de exantema cutâneo (lesão na pele) que se inicia na cabeça e se estende para os pés. Segundo a pediatra Loretta Campo, a lesão na pele começa atrás das orelhas e, na linha do cabelo, e em seguida, se espalha para o resto do corpo, braços e pernas, de distribuição centrípeta, que não poupa região da planta dos pés e mãos.

“A temperatura diminui três a quatro dias após o surgimento da lesão na pele, sendo que esta desaparece após 5 a 6 dias do seu surgimento. Um a dois dias antes do aparecimento da lesão na pele, pode-se ter a presença das manchas de Koplik (pequenas manchas esbranquiçadas internamente nas bochechas, mais comum na região oposta aos dentes molares) ”, acrescenta a médica.

Caso a mãe suspeite de sarampo independentemente da idade e da situação vacinal, é importante ficar alerta caso a criança apresente febre e exantema maculopapular (área vermelha e plana na pele), acompanhados de um ou mais dos seguintes sintomas: tosse, coriza ou conjuntivite.

Dra. Loretta Campos: Pediatra e Consultora de Aleitamento Materno  – Pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), Consultora Internacional em Aleitamento Materno (IBCLC), Consultora do sono, Educadora Parental pela Discipline Positive Association e membro das Sociedades Goiana e Brasileira de Pediatria. A médica aborda temas sobre aleitamento materno com ênfase na área comportamental da criança e parentalidade positiva.

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Smartphones usados em excesso prejudicam crianças, revela pesquisa

Uma pesquisa realizada pela Agência de Esportes do Japão descobriu que a força física e a capacidade atlética das crianças sofreram queda. A agência disse que isso se deve em parte ao uso de smartphones.

O estudo, realizado anualmente no Japão, verifica as atividades físicas, tais como corridas e lançamentos de bolas, assim como o estilo de vida das crianças. A pesquisa deste ano cobriu mais de 2,1 milhões de estudantes do quinto ano do curso primário e do segundo ano do curso ginasial.

A média nacional da capacidade física teve queda em comparação ao ano passado, tanto no caso dos meninos como das meninas. A média dos meninos do quinto ano caiu para o nível mais baixo desde que a pesquisa começou a ser realizada em 2008.

O estudo descobriu que as crianças, especialmente os meninos do curso primário, passam mais tempo assistindo à televisão ou utilizando smartphones.

O tempo médio que os estudantes do curso ginasial passam praticando atividades atléticas caiu em mais de 90 minutos por semana.

 

Agência Brasil

 

 

Relatório: 233 crianças e adolescentes são agredidos por dia no Brasil

Por dia, ao menos 233 crianças e adolescentes são agredidos, sofrem violência psicológica ou são vítimas de tortura no País. Mas esses dados se referem apenas aos casos notificados, de modo que o número de pessoas de 0 a 19 anos que são alvo de violência pode ser muito maior. A avaliação é da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que pela primeira vez fez um levantamento sobre o tema a fim de alertar a sociedade e iniciar uma campanha de orientação para os pediatras.

O relatório tem como base dados coletados pelo Sistema Nacional de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, de 2009 a 2017, último ano com informações disponíveis e que contabilizou 85.293 registros. Em todo o período, foram 471.178 notificações.

“Precisamos ter mais conceitos desse conjunto e ir além dos números. A violência é uma doença crônica, epidêmica e contagiosa. Ela tem uma história, tem exames que comprovam, tem tratamento, tem orientação a se fazer. É uma condição que tem de ser tratada de forma multiprofissional. Outra característica é que ela acontece em todas as classes sociais e não tem relação com escolaridade”, explica Marco Antônio Chaves Gama, presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SBP.

Segundo ele, a maioria dos casos ocorre em casa e é praticada pelos pais. “O nível de repetição é de 40%. A família da criança que é agredida tem de ser muito bem avaliada por multiprofissionais que tiveram treinamento sobre isso. Baseado nesse diagnóstico, é possível determinar se a família tem condição de se recuperar ou se a criança precisa ser abrigada.”

Presidente da sociedade, Luciana Rodrigues Silva afirma que, apesar da possível subnotificação, o número de casos tem crescido ano a ano. “Não só porque (as ocorrências) têm aumentado, mas porque as denúncias vêm crescendo. Há uma preocupação muito grande, porque temos, de forma incansável, de proteger cada criança e adolescente”, analisa.

A partir de janeiro, a SBP vai iniciar uma campanha com os pediatras para ajudá-los a reconhecer sinais de violência física e psicológica, além de orientações para notificação dos casos.

“É preciso que a população saiba que o pediatra cuida desde antes do nascimento até os 19 anos. O Brasil está aquém dessas questões de acompanhamento psicológico e familiar. Os pais devem ser orientados desde a primeira infância e é preciso que os gestores se voltem para essa questão. Vamos fazer a campanha com os profissionais e ampliar o levantamento. Precisamos aumentar a nossa percepção de que os problemas existem e não podemos nos omitir”, explica.

A entidade também quer evitar os casos de óbito por agressão. Um recorte de 2009 a 2014 feito pela SBP mostrou que ocorreram 35.855 encaminhamentos para hospitalização e 3.296 mortes no período. De acordo com a entidade, um grupo de trabalho formado por membros da SBP, do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos tem se reunido para desenvolver estratégias que possam reverter essa situação.

Estadão

 

 

8 cuidados com a pele de bebês e crianças no verão

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), 70% das radiações que irão causar câncer de pele foram recebidas na infância; por isso, recomenda-se que somente leve a criança à praia após os 12 meses de vida.

Pediatra Loretta Campos dá uma série de dicas aos pais sobre os riscos de exposição ao sol inadequada em bebês e crianças“As férias estão chegando e junto vem o verão, é necessário conhecer sobre as principais dúvidas do uso do protetor solar”.

1 – A partir de que idade posso usar protetor solar?

A partir dos 6 meses de idade. Antes a pele do bebê é muito sensível sendo o uso mais seguro após essa idade.

2 – Qual o fator do protetor solar que devo comprar?

Em média, o fator 30 é suficiente, mas nada impede que você use um fator de proteção mais forte. Importante avaliar se a pele da criança é seca ou oleosa, para a escolha adequada do protetor solar.

3 – Qual é a quantidade que deve ser aplicada nos pequenos?

Sempre o suficiente para cobrir uma camada por todo o corpo. Três colheres de chá cheias para um bebê de 6 meses são recomendadas.

4 – O protetor solar deve ser usado antes ou depois do repelente?

Sempre antes! O repelente é por último.

5 – De quanto em quanto tempo devo reaplicar o protetor?

Se a criança estiver em contato direto com o sol, o protetor deve ser reaplicado a cada 2hs. Lembrar de reaplicar todas as vezes que entrar em contato com a água.

6 – O protetor solar deve ser usado diariamente pelas crianças? Sim. Todas as vezes que a criança for sair de casa deve ser aplicado o protetor, de preferência 30 minutos antes do passeio. Isso evita o câncer de pele e o envelhecimento precoce. É importante lembrar que pouco tempo de exposição solar faz bem para a produção de vitamina D.

7 – Quais são os outros cuidados que protegem a criança do sol? Além do uso do protetor, usar roupas leves e de algodão que ajudam a filtrar o sol. Manter as crianças hidratadas e usar águas termais na praia e na piscina.

8 – Como saber se a criança é alérgica ao filtro solar? Fazer o teste por 3 dias na parte interna do antebraço para avaliar se terá alergia ou não.

Dra. Loretta Campos

Pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), Consultora Internacional em Aleitamento Materno (IBCLC), Consultora do sono, Educadora Parental pela Discipline Positive Association e membro das Sociedades Goiana e Brasileira de Pediatria. A médica aborda temas sobre aleitamento materno com ênfase na área comportamental da criança e parentalidade positiva.

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Temperatura da água podem ajudar as crianças a dormirem mais rápido e melhor

Dra. Loretta Campos dá 10 dicas para identificar a temperatura ideal ou a melhor forma de dar banho no bebê

Pesquisadores americanos estudaram como o corpo se aquece na banheira ou no chuveiro. Eles afirmam que algumas mudanças no horário do banho e na temperatura da água podem ajudar as crianças a dormirem mais rápido e melhor. Os resultados, publicados na Revista Sleep Medicine Reviwes, relataram que o tempo ideal para o banho — se você quer ter a melhor noite de sono — é entre uma e duas horas antes de ir para a cama.

Saber identificar a temperatura ideal ou a melhor forma de dar banho no bebê, a pediatra Dra. Loretta Campos separou 10 dicas importantes que poderão ajudar as mamães e os papais:

1.      Prepare tudo com antecedência: toalhas, produtos de higiene, fralda limpa, roupas limpas.

2.      Nunca coloque o bebê na banheira quando ela ainda estiver enchendo, com a torneira ou chuveirinho abertos. A temperatura da água pode mudar ou você se enganar com a profundidade.

3.      Não é preciso ferver a água e nem ser água filtrada.

4.      Se você tiver torneira de água fria e quente, encha primeiro a banheira com a água fria e depois misture a quente, para não correr o risco de queimar o bebê. Misture bem as duas águas!

5.      Cuidado com a temperatura da água. Ela deve ficar morna e não quente. Teste sempre antes de colocar o bebê com o dorso da mão ou cotovelo.

6.      Não abuse de sabonetes e xampus para a pele do bebê não ficar ressecada.

7.      Para recém-nascidos e bebês até 6 meses coloque cerca de 13 cm de água (mais ou menos 8 dedos) ou o suficiente para acomodar o bebê com água até os ombros.

8.      Escolha ambientes que não tenham corrente de ar para o banho do bebê. Quando muito pequenos pode dar o banho até no quarto do bebê.

9.      Seque todas as dobrinhas, de preferência com fralda de pano ou uma toalha fralda. Não passe perfume no bebê! Pode predispor alergia.

10.  NUNCA deixe seu bebê sozinho no banho, nem por um segundo. Um bebê pode ser afogar em 2 cm de água e em menos de 60 segundos.

Dra. Loretta Campos

Pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), Consultora Internacional em Aleitamento Materno (IBCLC), Consultora do sono, Educadora Parental pela Discipline Positive Association e membro das Sociedades Goiana e Brasileira de Pediatria. A médica aborda temas sobre aleitamento materno com ênfase na área comportamental da criança e parentalidade positiva.

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