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Smartphones usados em excesso prejudicam crianças, revela pesquisa

Uma pesquisa realizada pela Agência de Esportes do Japão descobriu que a força física e a capacidade atlética das crianças sofreram queda. A agência disse que isso se deve em parte ao uso de smartphones.

O estudo, realizado anualmente no Japão, verifica as atividades físicas, tais como corridas e lançamentos de bolas, assim como o estilo de vida das crianças. A pesquisa deste ano cobriu mais de 2,1 milhões de estudantes do quinto ano do curso primário e do segundo ano do curso ginasial.

A média nacional da capacidade física teve queda em comparação ao ano passado, tanto no caso dos meninos como das meninas. A média dos meninos do quinto ano caiu para o nível mais baixo desde que a pesquisa começou a ser realizada em 2008.

O estudo descobriu que as crianças, especialmente os meninos do curso primário, passam mais tempo assistindo à televisão ou utilizando smartphones.

O tempo médio que os estudantes do curso ginasial passam praticando atividades atléticas caiu em mais de 90 minutos por semana.

 

Agência Brasil

 

 

Relatório: 233 crianças e adolescentes são agredidos por dia no Brasil

Por dia, ao menos 233 crianças e adolescentes são agredidos, sofrem violência psicológica ou são vítimas de tortura no País. Mas esses dados se referem apenas aos casos notificados, de modo que o número de pessoas de 0 a 19 anos que são alvo de violência pode ser muito maior. A avaliação é da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que pela primeira vez fez um levantamento sobre o tema a fim de alertar a sociedade e iniciar uma campanha de orientação para os pediatras.

O relatório tem como base dados coletados pelo Sistema Nacional de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, de 2009 a 2017, último ano com informações disponíveis e que contabilizou 85.293 registros. Em todo o período, foram 471.178 notificações.

“Precisamos ter mais conceitos desse conjunto e ir além dos números. A violência é uma doença crônica, epidêmica e contagiosa. Ela tem uma história, tem exames que comprovam, tem tratamento, tem orientação a se fazer. É uma condição que tem de ser tratada de forma multiprofissional. Outra característica é que ela acontece em todas as classes sociais e não tem relação com escolaridade”, explica Marco Antônio Chaves Gama, presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SBP.

Segundo ele, a maioria dos casos ocorre em casa e é praticada pelos pais. “O nível de repetição é de 40%. A família da criança que é agredida tem de ser muito bem avaliada por multiprofissionais que tiveram treinamento sobre isso. Baseado nesse diagnóstico, é possível determinar se a família tem condição de se recuperar ou se a criança precisa ser abrigada.”

Presidente da sociedade, Luciana Rodrigues Silva afirma que, apesar da possível subnotificação, o número de casos tem crescido ano a ano. “Não só porque (as ocorrências) têm aumentado, mas porque as denúncias vêm crescendo. Há uma preocupação muito grande, porque temos, de forma incansável, de proteger cada criança e adolescente”, analisa.

A partir de janeiro, a SBP vai iniciar uma campanha com os pediatras para ajudá-los a reconhecer sinais de violência física e psicológica, além de orientações para notificação dos casos.

“É preciso que a população saiba que o pediatra cuida desde antes do nascimento até os 19 anos. O Brasil está aquém dessas questões de acompanhamento psicológico e familiar. Os pais devem ser orientados desde a primeira infância e é preciso que os gestores se voltem para essa questão. Vamos fazer a campanha com os profissionais e ampliar o levantamento. Precisamos aumentar a nossa percepção de que os problemas existem e não podemos nos omitir”, explica.

A entidade também quer evitar os casos de óbito por agressão. Um recorte de 2009 a 2014 feito pela SBP mostrou que ocorreram 35.855 encaminhamentos para hospitalização e 3.296 mortes no período. De acordo com a entidade, um grupo de trabalho formado por membros da SBP, do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos tem se reunido para desenvolver estratégias que possam reverter essa situação.

Estadão

 

 

8 cuidados com a pele de bebês e crianças no verão

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), 70% das radiações que irão causar câncer de pele foram recebidas na infância; por isso, recomenda-se que somente leve a criança à praia após os 12 meses de vida.

Pediatra Loretta Campos dá uma série de dicas aos pais sobre os riscos de exposição ao sol inadequada em bebês e crianças“As férias estão chegando e junto vem o verão, é necessário conhecer sobre as principais dúvidas do uso do protetor solar”.

1 – A partir de que idade posso usar protetor solar?

A partir dos 6 meses de idade. Antes a pele do bebê é muito sensível sendo o uso mais seguro após essa idade.

2 – Qual o fator do protetor solar que devo comprar?

Em média, o fator 30 é suficiente, mas nada impede que você use um fator de proteção mais forte. Importante avaliar se a pele da criança é seca ou oleosa, para a escolha adequada do protetor solar.

3 – Qual é a quantidade que deve ser aplicada nos pequenos?

Sempre o suficiente para cobrir uma camada por todo o corpo. Três colheres de chá cheias para um bebê de 6 meses são recomendadas.

4 – O protetor solar deve ser usado antes ou depois do repelente?

Sempre antes! O repelente é por último.

5 – De quanto em quanto tempo devo reaplicar o protetor?

Se a criança estiver em contato direto com o sol, o protetor deve ser reaplicado a cada 2hs. Lembrar de reaplicar todas as vezes que entrar em contato com a água.

6 – O protetor solar deve ser usado diariamente pelas crianças? Sim. Todas as vezes que a criança for sair de casa deve ser aplicado o protetor, de preferência 30 minutos antes do passeio. Isso evita o câncer de pele e o envelhecimento precoce. É importante lembrar que pouco tempo de exposição solar faz bem para a produção de vitamina D.

7 – Quais são os outros cuidados que protegem a criança do sol? Além do uso do protetor, usar roupas leves e de algodão que ajudam a filtrar o sol. Manter as crianças hidratadas e usar águas termais na praia e na piscina.

8 – Como saber se a criança é alérgica ao filtro solar? Fazer o teste por 3 dias na parte interna do antebraço para avaliar se terá alergia ou não.

Dra. Loretta Campos

Pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), Consultora Internacional em Aleitamento Materno (IBCLC), Consultora do sono, Educadora Parental pela Discipline Positive Association e membro das Sociedades Goiana e Brasileira de Pediatria. A médica aborda temas sobre aleitamento materno com ênfase na área comportamental da criança e parentalidade positiva.

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Temperatura da água podem ajudar as crianças a dormirem mais rápido e melhor

Dra. Loretta Campos dá 10 dicas para identificar a temperatura ideal ou a melhor forma de dar banho no bebê

Pesquisadores americanos estudaram como o corpo se aquece na banheira ou no chuveiro. Eles afirmam que algumas mudanças no horário do banho e na temperatura da água podem ajudar as crianças a dormirem mais rápido e melhor. Os resultados, publicados na Revista Sleep Medicine Reviwes, relataram que o tempo ideal para o banho — se você quer ter a melhor noite de sono — é entre uma e duas horas antes de ir para a cama.

Saber identificar a temperatura ideal ou a melhor forma de dar banho no bebê, a pediatra Dra. Loretta Campos separou 10 dicas importantes que poderão ajudar as mamães e os papais:

1.      Prepare tudo com antecedência: toalhas, produtos de higiene, fralda limpa, roupas limpas.

2.      Nunca coloque o bebê na banheira quando ela ainda estiver enchendo, com a torneira ou chuveirinho abertos. A temperatura da água pode mudar ou você se enganar com a profundidade.

3.      Não é preciso ferver a água e nem ser água filtrada.

4.      Se você tiver torneira de água fria e quente, encha primeiro a banheira com a água fria e depois misture a quente, para não correr o risco de queimar o bebê. Misture bem as duas águas!

5.      Cuidado com a temperatura da água. Ela deve ficar morna e não quente. Teste sempre antes de colocar o bebê com o dorso da mão ou cotovelo.

6.      Não abuse de sabonetes e xampus para a pele do bebê não ficar ressecada.

7.      Para recém-nascidos e bebês até 6 meses coloque cerca de 13 cm de água (mais ou menos 8 dedos) ou o suficiente para acomodar o bebê com água até os ombros.

8.      Escolha ambientes que não tenham corrente de ar para o banho do bebê. Quando muito pequenos pode dar o banho até no quarto do bebê.

9.      Seque todas as dobrinhas, de preferência com fralda de pano ou uma toalha fralda. Não passe perfume no bebê! Pode predispor alergia.

10.  NUNCA deixe seu bebê sozinho no banho, nem por um segundo. Um bebê pode ser afogar em 2 cm de água e em menos de 60 segundos.

Dra. Loretta Campos

Pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), Consultora Internacional em Aleitamento Materno (IBCLC), Consultora do sono, Educadora Parental pela Discipline Positive Association e membro das Sociedades Goiana e Brasileira de Pediatria. A médica aborda temas sobre aleitamento materno com ênfase na área comportamental da criança e parentalidade positiva.

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Salto alto em crianças? Conheça os riscos físicos e psicológicos

Eles são indicados para meninas acima dos 12 anos. Entenda agora, por quê.

Quem nunca viu uma garotinha querendo usar as roupas e sair por aí igual a sua mamãe? Sentem aquela vontade de pintar as unhas, de colorir os cabelos e sair desfilando de salto alto. Mas será que o uso de salto alto nas pequenas é saudável?

Durante o  crescimento,  as crianças passam por fases importantes em seu desenvolvimento, principalmente no que tange à estrutura corporal e óssea.

Um estudo publicado em 2011 no  US National Library of Medicine National, constatou que os usuários de salto alto apresentaram aumento de curvatura na coluna vertebral e inclinação pélvica.

Essa mudança sutil da parte inferior do corpo pode causar dores no joelho . O salto alto também pode impedir que os tendões e músculos das pernas impulsionem o corpo para a frente, de modo que os joelhos, coxas, quadris e até as nádegas precisam trabalhar mais para compensar essa perda.

Por que salto alto não é indicado para as pequenas

São muitas as negativas em torno do uso do sapato de salto em crianças. Um dos riscos mais comuns que uma criança pode correr é o risco de lesões.

Uma vez que eles diminuem a base de sustentação do corpo, é mais fácil para uma criança perder o equilíbrio e acabar se machucando.

Outro motivo é que esse tipo de calçado, eleva o calcanhar forçando uma posição que não é natural mantendo as pernas dobradas, encurtando os músculos da panturrilha, desalinhando o quadril e a coluna.

O ideal é que até os 12 anos de idade a criança use calçados de acordo com a anatomia do pé. Além disso, é importante que esses calçados tenham alguma resistência a fim de evitar escorregões e possíveis quedas.

Quais os melhores modelos?

Ao comprar um sapato para uma criança deve ser observados os seguintes fatores:

  • O bico deve ser arredondado, para evitar que a criança enrosque os pés ou tropece

  • O solado deve ser apropriado, para que não derrape com facilidade

  • O material deve ser  flexível e deve permitir que os pés se dobrem, garantindo que a criança possa brincar livremente sem ter que ficar se equilibrando para andar.

Posso comprar um sapato com pé maior para meu filho?

Muitas mães, pensam que comprar um sapato de número maior vai garantir que a criança não “perca” o sapato muito rápido. Vale observar que essa atitude pode comprometer a segurança dos pequenos. Quando escolher um tamanho, garanta que ele seja adequado ao pé da criança, não sendo de número maior, nem menor,  para que não aperte os dedos e nem saia facilmente.

Uma questão de moda

Para as   mamães que  não abrem mão de tendências e gostam de seguir a moda até nas suas pequenas,  é importante saber que no mercado existem empresas especializadas em desenvolver calçados ideias para todas as fases de crescimento das  crianças.

Existem empresas com foco no universo infantil que produzem roupas, calçados e acessórios com foco na necessidade dos pequenos… e claro, sem deixar de lado a moda. Assim, mãe e filha podem desfilar lindas e na tendência da moda!

Salto alto é coisa de adulto

Além de manter a segurança e garantir o crescimento saudável das crianças, é de responsabilidade dos adultos ensinar que cada coisa tem seu tempo. Na hora certa, ela poderá escolher os sapatos que mais a agradam e desfilar de salto alto.

A comunicação com a família é importante para que a criança entenda, que por enquanto elas podem explorar o mundo de outras formas: brincando. Além disso, existe uma infinidade de produtos para moda infantil feminina que se adaptam às necessidades de desenvolvimento das pequenas.

 

ALINE MATOS

 

 

Vai pegar a estrada? Veja dicas para viajar de carro com as crianças

Com a aproximação do final do ano, começa o planejamento para as férias e o merecido descanso em família. É hora de pegar a estrada e desbravar destinos de puro lazer não só para os adultos, mas também para os pequenos e pequenas de todas as idades.

Para garantir o conforto, a diversão e, principalmente, a segurança do começo ao fim da viagem, vale atentar-se a algumas dicas muito importantes. Confira!

Antes de pegar a estrada

Planejou a viagem e já sabe quando a família irá embarcar nessa deliciosa aventura? Verifique a documentação e a situação do seguro do carro. Se o seu veículo não possui seguro, é indispensável buscar o serviço de uma seguradora, que fará a avaliação com base na tabela FIPE, que também é utilizada para determinar indenizações em caso de incidentes.

A garantia de uma viagem com segurança começa antes mesmo de entrar nas rodovias. A revisão do carro precisa ser feita com uma antecedência adequada – nem muito tempo antes, nem tão em cima da hora. Dessa forma, possíveis problemas podem ser corrigidos a tempo, sem que os reparos sejam realizados com pressa.

Verifique o mais próximo possível da viagem – lembrando de reservar tempo hábil para o caso de reparos ou trocas – as condições em que se encontram componentes como pneus, estepe, luzes, limpador do para-brisa, nível do óleo, freio e também o sistema elétrico. Mesmo com a revisão em dia, precaução nunca é demais.

Tenha no carro, com fácil acesso, um kit para emergências com lanterna, chave de fenda, fusíveis, fita isolante, alicate, e outros acessórios que podem ser essenciais para pequenos reparos.

Pegando a estrada

Lugar de criança é no banco de trás. O uso da cadeirinha é indispensável para a segurança dos pequenos em caso de incidentes ou acidentes. Até os 7 anos e meio de idade é recomendado o uso dos chamados sistemas de retenção, que são as cadeirinhas e os assentos elevados. A partir daí, a criança pode ir sentada normalmente no banco de trás com o uso do cinto de segurança. Cada faixa de desenvolvimento da criança requer um tipo de equipamento, portanto esteja atento.

Cumpra uma programação de paradas durante a viagem. Isso ajuda a relaxar a criança, que em percursos mais longos pode ficar entediada. As paradas são indispensáveis para que os pequenos e também os adultos se alimentem, utilizem os sanitários, alonguem o corpo e descansem antes de voltar à rodovia.

Assim como o kit de reparos emergenciais, um kit de primeiros socorros também deve ser levado e ter acesso fácil – deixá-lo embaixo do banco é uma boa opção. Converse com o pediatra antes e verifique quais medicamentos são indicados para o caso de dores de cabeça, febres, tosse, náuseas, alergias, picadas de inseto, cortes e outros incidentes comuns. Leve também no kit um protetor solar infantil, soro fisiológico, esparadrapo, termômetro, curativos adesivos e demais itens que possam auxiliar rapidamente na estrada.

Prepare-se para eventuais viradas de tempo durante o percurso. Se ao sair de casa o clima estava quente e as crianças estão com trajes fresquinhos, separe uma troca de roupas com meias, tênis, calça e blusa de frio. Bebês tendem a se sujar mais durante o caminho, e para eles vale também uma troca extra de roupa, tanto de frio quanto de calor.

Faça uma pequena mala à parte da bagagem principal, com o intuito de carregar todos estes itens na parte da frente do carro. Fraldas, lenços umedecidos, paninhos, sacos plásticos para depositar peças que se sujem no trajeto e para colocar fraldas e outros resíduos, e uma troca extra de roupa também para os pais também devem fazer parte.

Brinquedos, jogos, livros… Leve os itens de entretenimento que seus filhos mais gostam para que possam se divertir no trajeto. Se os animais de estimação acompanharem a viagem, eles precisam ser acomodados em caixas ou bolsas de transporte adequadas. Não é recomendado levá-los no colo, principalmente no colo da criança, pois os bichos podem se assustar com algum movimento mais brusco. A caixa ou bolsa deve ser colocada ou no banco de trás fixada com cinto de segurança, ou no chão do veículo.

Seguindo essas dicas fica mais fácil curtir a dica final: basta aproveitar da melhor forma a viagem de final de ano com toda a família!

 

Governo de Solânea realiza “Festa das Crianças” com surpresas e diversão para criançada

Com o tema “Super Heróis em Ação” uma equipe entrou em ação para fazer a festa

Alegria, diversão, brincadeiras e surpresas marcaram a “Festa das Crianças – Super Heróis em Ação”, realizada ontem (13) no Ginásio Adauto Silva pelo Governo de Solânea, através da Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania. Centenas de crianças participaram e aproveitaram a tarde de brincadeiras.

As crianças foram recepcionadas pelo Prefeito Kayser Rocha, Vice-prefeito Edvanildo Júnior e Secretária de Desenvolvimento Social e Cidadania, Márcia Belisio com muita animação, surpresas, entregas de brinquedos,  e distribuição de lancheirinhas. “Foram momentos especiais de alegria e agradecimento a Deus por nos proporcionar uma tarde tão feliz junto as nossas crianças”, contou Kayser. Quatro crianças foram premiadas com o sorteio de quatro bicicletas.

Diversão garantida

Para a manicure, Tatiana Queiroz, foi um dia muito divertido com as suas filhas de 05 e 06 anos. “Estava tudo muito organizado e elas aproveitaram cada segundo”, contou. Com o tema “Super Heróis em Ação”, a festa estimulou a imaginação e envolveu as crianças que participaram da entrega de presentes, distribuição de prêmios, apresentações, brincadeiras e aproveitaram as camas elásticas, piscinas de bolinhas e escorregos gigantes instalados no Ginásio. “Fizemos tudo com muito amor e cuidado. Para elas, que precisam de toda nossa dedicação, voltamos a sermos crianças e aproveitamos juntos”, disse a Secretária Márcia.

 Assessoria de Comunicação

 

DIA DAS CRIANÇAS: Pesquisa revela que 73% dos consumidores planejam ir às compras neste ano

Uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito, o SPC Brasil, aponta que 73% dos consumidores planejam ir às compras no Dia das Crianças. Com isto, a expectativa é de que o varejo movimente cerca de R$ 10,3 bilhões.

Segundo o levantamento, os produtos mais procurados serão bonecas e bonecos (45%), roupas e calçados (33%), jogos de tabuleiro (26%), além dos carrinhos e aviões de brinquedo (18%).

O estudo aponta ainda que quase oito em cada dez consumidores (77%) pretendem pesquisar os preços antes de comprar. De acordo com o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, entre esses, a grande maioria vai usar a internet para obter informações dos produtos.

“Com o crescimento que nós estamos tendo da internet, 71% das pessoas vão obter informações sobre os produtos e 49% vão percorrer as lojas do shopping. 46% falaram em loja de rua e 19% até falaram em supermercados, que hoje já tem aí a sua seção, muitas vezes, de brinquedos. Os shopping centers acabam sendo um lugar aonde as pessoas aproveitam para fazer diversas atividades, então ele acaba sendo aí o preferido para as compras”, revela.

Quando indagados se costumam gastar mais do que podem para presentear no Dia das Crianças, a maioria das pessoas (77%) respondeu que não. Por outro lado, um em cada dez (20%) entrevistados reconhece assumir despesas acima de suas possibilidades financeiras e 10% pretendem deixar de pagar alguma conta. De acordo com o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, a consequência de gastar além do orçamento, muitas vezes, é a inadimplência.

“No ano passado, por exemplo, pelos entrevistados, 11% admitiram ter ficado com o nome negativado por conta de compras feitas no dia das crianças e 5% permanecem nesta situação. Para tudo há limite e o excesso de parcelamentos pode atrapalhar. Na pesquisa foi declarado que farão de 3 a 4 parcelamentos, já estaremos aí avançando em 2020, e passando pela época de Natal e festas de final de ano, que sempre consomem mais. Então é muito importante que as pessoas consumam com consciência agora no Dia das Crianças”, enfatiza.

O grande problema é que, divididos entre a vontade de agradar e os limites do próprio orçamento, muitos pais se veem em uma situação um tanto quanto complicada. De acordo com o levantamento, 33% dizem que foram ou irão acompanhados da criança, ao passo em que 55% não foram ou não pretendem ir acompanhados. No entanto, mais de um terço, ou seja 36% das pessoas, admite que há pressão da criança para adquirir o presente que ela quer, sendo que 19% afirmam não ceder e 17% acabam comprando o produto.

A pesquisa foi feita com 826 pessoas em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de compras no Dia das Crianças. Para avaliar o perfil de compra, em si, foram considerados 614 casos da amostra inicial, gerando uma margem de erro no geral de 3,4 p.p e 3,9 p.p, respectivamente, para um intervalo de confiança de 95%.

 

agenciadoradio

 

 

Vacinação contra sarampo inicia segunda-feira para crianças menores de 5 anos

Após os casos de sarampo recentemente registrados, o Ministério da Saúde (MS) inicia neste mês de outubro uma Campanha Nacional de Vacinação, a fim de atualizar as carteiras de vacinação e prevenir contra a doença. A Secretaria de Estado da Saúde chama atenção para o calendário da campanha que será realizada de 7 a 25 de Outubro com dia D no sábado, dia 19. A campanha é exclusiva para crianças de seis 6 a meses a menores de 5 anos que não estão com esquema vacinal completo.

O Estado da Paraíba, até o momento, está com 89,51% de cobertura vacinal. Em 2018, atingiu 95,77% de cobertura vacinal contra o sarampo. As crianças desenvolvem a forma mais agravada da doença, que pode levar a óbito. Apesar da campanha nacional não ter uma meta para ser atingida, a “SES tem o objetivo de ampliar a homogeneidade e, assim, acabar com os bolsões de suscetibilidade”, explicou Isiane Queiroga, chefe do Núcleo de Imunizações da Paraíba.

A campanha este ano é apenas para as crianças que não foram vacinadas com as doses previstas no calendário nacional de vacinação. “Esta campanha é toda seletiva, então, se a criança estiver em dia, não será vacinada”, reforça Isiane. A vacina é a única forma de prevenção da doença e garante aproximadamente 95% de imunidade duradoura por toda a vida, se tomada corretamente, de acordo com o previsto no calendário de vacinação. Portanto, é importante que os pais levem o cartão de vacinação para ser avaliado.

A Paraíba conta com um total de 166 notificações suspeitas para sarampo, das quais oito foram confirmadas, de acordo com o último boletim emitido pela SES. Por enquanto, a campanha foi pensada de forma seletiva, para ampliar a cobertura vacinal nos estados e vacinar as faixas mais vulneráveis ao sarampo.

Para a gerente executiva de Vigilância em Saúde, Talita Tavares, é preciso um esforço coletivo dos gestores municipais e consciência da população para que a circulação do vírus diminua na Paraíba. “O objetivo é manter um alto nível de imunidade na população reduzindo a possibilidade da ocorrência da doença”, frisa a gerente. Entre os meses de julho e setembro, 183.895 doses de vacina contra o sarampo foram distribuídas para os 223 municípios, cerca de 600% a mais do que a média histórica para este mesmo período.

Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo:
1ª fase: Crianças de 6 meses a menores de 5 anos – 7 a 25 de outubro, com dia D no sábado, 19 de outubro.
2ª fase: Adultos jovens de 20 a 29 anos, não vacinados – de 18 a 30 de novembro. Dia D, 30 de novembro.

 

Secom-PB

 

 

Crianças e idosos da LBV levam o tema Natureza para o Desfile Cívico e Militar em JP

Vestidos de verde e com mensagens fraternas bradaram os cuidados com o planeta  

No último sábado, 7, em homenagem ao Dia da Independência do Brasil, a Legião da Boa Vontade (LBV), com seu pelotão formado por crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e voluntários, participaram do Desfile Cívico e Militar de João Pessoa que percorreram pelas avenidas Getúlio Vargas e Duarte da Silveira.

Em dezenas de cidades brasileiras, ao lado do povo, a Instituição expressou o sentimento de patriotismo, com o engajamento em atos cívicos e a realização de várias ações.

A Instituição levou para a Avenida o tema a Natureza. Crianças e adolescentes vestidos de verde e com mensagens fraternas sobre os cuidados em que a sociedade precisa ter com o planeta. Idosos que integram o serviço de convivência e fortalecimento de vínculos mantido pela entidade, o Vida Plena da LBV, bastante aplaudido pelos presentes.

Tradicionalmente, a LBV, leva à frente de seu pelotão a Majestosa Estampa de Jesus, como referência de Amor Fraterno e Solidariedade.

A sra. Ana Maria, 80 anos, marca presença todos os anos para representar a instituição nas avenidas Getúlio Vargas e Duarte da Silveira, em João Pessoa. “Tenho muita alegria em participar todos os anos, representando a nossa LBV, é muita emoção e felicidade”, declara a idosa.

Durante a semana da Pátria, os Centros Comunitários de Assistência Social e as escolas da LBV promoveram diversas atividades pedagógicas, culturais, lúdicas, esportivas e de lazer, para reforçar a importância da data com os atendidos.

Em João Pessoa/PB, a Instituição desenvolve ações socioeducativas por meio do seu Centro Comunitário de Assistência Social, localizado a Rua das Trincheiras, 703 – Jaguaribe, área central da capital paraibana. Colabore pelo site www.lbv.org