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Idoso e três crianças são presos em banheiro durante assalto em Solânea

sireneUm comerciante de 73 anos e três crianças viveram momentos de terror nessa quinta-feira (16), em Solânea. Eles foram presos em um banheiro por três bandidos armados, que assaltaram a casa do idoso.

De acordo com a vítima, que é um comerciante conhecido na cidade, dois homens e uma mulher chegaram em sua residência interessados em adquirir terrenos à venda. Após alguns instantes de conversa os indivíduos anunciaram o roubo, apresentaram as armas e os detiveram trancados em um banheiro. Logo em seguida, após revirarem todos os cômodos da residência, fugiram com destino ignorado tranquilamente levando dois aparelhos celulares, um notebook, algumas escrituras de imóveis e terrenos e a quantia de R$ 5.000,00.

A vítima relatou ainda que uma semana atrás havia sido furtado da sua casa um revólver de sua propriedade, o qual não tem suspeita de quem poderia ter sido.

Compareceu ao local a guarnição da viatura 6932, que orientou a vítima a procurar a delegacia local para prestar melhores esclarecimentos no intuito de ajudar a elucidar o ocorrido.

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Exames podem detectar autismo em crianças antes de sintoma aparecer

autismoExames cerebrais de ressonância magnética podem detectar autismo antes que qualquer sintoma comece a surgir, afirmam pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

Atualmente, as crianças podem ser diagnosticadas a partir dos dois anos de idade, mas, em geral, isso costuma ocorrer mais tarde. O estudo, publicado na revista “Nature” , entretanto, mostra que as origens do autismo estão bem antes disso –no primeiro de ano de vida. As descobertas do estudo podem levar a um diagnóstico precoce e até mesmo a terapias imediatas.

De acordo com o levantamento, uma em cada cem pessoas tem autismo, condição que afeta o comportamento e interação social. A pesquisa analisou 148 crianças, incluindo aquelas com alto risco de autismo porque tinham irmãos mais velhos com o distúrbio. Todos foram submetidos a exames de ressonância magnética aos seis, 12 e 24 meses de vida.

“Muito cedo, no primeiro ano de vida, vemos diferenças de área de superfície do cérebro que precedem os sintomas que as pessoas associam tradicionalmente com autismo”, disse à BBC o médico Heather Hazlett, um dos pesquisadores da Universidade da Carolina Norte.O estudo revelou diferenças iniciais no córtex cerebral, a parte do cérebro responsável por funções de alto nível –como linguagem por exemplo– em crianças que depois viriam a ser diagnosticadas com autismo.

“Os exames indicam que essas diferenças do cérebro podem ocorrer em crianças com alto risco de autismo”, afirma Hazlett. O estudo abre possibilidades para avanços na forma que a doença é tratado e diagnosticada.

Escaneamentos do cérebro de bebês, particularmente em famílias de alto risco, podem levar a um diagnóstico precoce. Acredita-se que, a longo prazo, possam surgir exames de DNA, aplicáveis a todas as crianças, capazes de identificar aquelas em que o risco de ter autismo é alto.

Com a doença diagnosticada cedo, é possível implantar antes terapias comportamentais –como treinar pais a interagir com o filho autista– em busca de resultados mais eficientes.

INTERVENÇÃO PRECOCE

Outro pesquisador do projeto, Joseph Piven, diz que agora pode ser possível identificar crianças propensas a ter autismo. “Isso nos permite intervir antes que apareçam os comportamentos da doença. Há amplo consenso de que há mais impacto antes que os sintomas tenham se consolidado. O resultado dessa pesquisa é muito promissor”, afirmou.

Com a descoberta, os pesquisadores afirmam ser possível prever quais crianças desenvolverão autismo com 80% de precisão.

“É possível que a varredura feita através de ressonância magnética (MRI, sigla em inglês) possa ajudar as famílias que já têm uma criança autista para acessar o diagnóstico anterior de crianças subsequentes. Isso significaria que essas crianças poderiam receber o apoio certo tão cedo quanto possível”, diz Carol Povey, diretora da Sociedade Nacional de Autistas da Grã-Bretanha.

A especialista afirma, no entanto, que o autismo pode se manifestar de diferentes maneiras e “nenhum teste único poderia ser capaz de identificar o potencial de autismo em todas as crianças”.

Com informações da Folha de SP.

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Crianças que dormem mais cedo sofrem menos com obesidade na adolescência

Crianca-dormindoNovo estudo indica que crianças em idade pré-escolar que são colocadas na cama até as 20h tem menos chance de desenvolverem obesidade do que aquelas colocadas na cama após esse horário. A análise foi feita pela Universidade Estadual de Ohio e publicada pelo The Journal of Pediatrics.

De acordo com os pesquisadores, o hábito de dormir após as 21h foi mais frequente naqueles que, nos anos seguintes, acabaram sofrendo com a obesidade . Os benefícios de dormir cedo poderiam incluir também o desenvolvimento social, emocional e cognitivo.

Das crianças que dormiam mais cedo, apenas uma em cada dez se tornou um adolescente obeso. Já em relação aqueles que dormiam entre 20h e 21h, 16% apresentaram estar acima do peso quando mais velhos. O problema foi mais recorrente entre os que dormiam mais tarde quando pequenos: 23%.

Por que isso acontece?

Apesar do resultado deste estudo, não é exatamente colocando a criança para dormir mais cedo que diminuirá as chances dela ficar obesa. De acordo com Dra. Maria Edna de Melo, doutora em Endocrinologia pela USP e presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, dormir cedo está associado com bons hábitos de vida e uma série de ‘consequências’.

“Quando a gente adormece, é liberada a melatonina, hormônio que regula o organismo. Ela faz com que o corpo ‘desligue’ e tenha um descanso profundo. Já quando não dormimos há maior produção de cortisol, hormônio que facilita a formação de gordura.”

A especialista explica que pessoas que não dormem direito podem ficar mais irritadas e ansiosas, favorecendo um consumo maior de alimentos, principalmente os mais ricos em gordura e açúcares e que engordam mais. Outro ponto é que quem dorme mais tarde pode acordar mais tarde também e querer pular o café da manhã, alterando o ciclo biológico.

“Não conhecemos muito bem os hormônios que participam desse ritmo corporal, mas o que se sabe é que é extremamente importante termos um ritmo”, afirmou Dra. Maria Edna de Melo. A partir do momento que o ciclo é quebrado, algumas reações físicas, como a obesidade,  são apresentadas.

Dr. Bruno Halpern, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, explica que, mudando o nosso relógio biológico, o nosso organismo fica confuso. Outro problema é que, dormindo mais tarde, a pessoa acaba comendo em um horário que não deveria estar consumindo muitas calorias.

 

iG

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Papa pede que se reze pelas crianças ameaçadas pelo aborto

papaO papa Francisco fez, neste domingo (5), um apelo à defesa da “cultura da vida”, e pediu que se reze pelas crianças “ameaçadas pela interrupção da gravidez”.

“Todas as vidas são sagradas, façamos avançar a cultura da vida como resposta à lógica do desperdício e ao declínio demográfico”, disse o papa durante a chamada Jornada Mundial da Vida.

“Rezemos juntos pelas crianças ameaçadas pela interrupção da gravidez e pelas pessoas que se aproximam do final de suas vidas”, acrescentou Francisco durante a tradicional oração do Angelus de domingo na praça de São Pedro, no Vaticano.

Desde sua chegada ao Vaticano, o papa expressou em várias ocasiões preocupação com a queda da taxa de natalidade na Europa, particularmente na Itália.

Em sua encíclica “Laudato si”, de junho de 2015, afirmou que “o crescimento demográfico é plenamente compatível com o desenvolvimento integral e solidário”.

Como seus antecessores, o papa Francisco, fiel à doutrina da Igreja Católica, é um feroz opositor ao aborto.

No ano passado, porém, durante o chamado Jubileu da Misericórdia, o pontífice fez um gesto em direção às mulheres que abortaram e se arrependeram, permitindo que os padres as absolvam, algo que até então só os bispos podiam fazer.

G1

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Crianças são mais apegadas aos animais do que aos irmãos

criançaCrianças e animais costumam formar uma combinação muito saudável e divertida. Recentemente, inclusive, um estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido mostrou que os bichinhos de estimação ajudam no desenvolvimento das habilidades sociais e emocionais da criança, mais até do que os irmãos.

Para a conclusão, os pesquisadores acompanharam 77 famílias que tinham um ou mais animais de estimação e mais de um filho pequeno. O que eles notaram é que os pequenos tinham relações mais fortes com os animais do que com os irmãos, além de relatarem pouquíssimos conflitos.

Na pesquisa, também foi descoberto que os cachorros são responsáveis pelo maior nível de satisfação. “O fato dos animais não entenderem completamente o que dizemos ou responderem verbalmente pode ser um benefício, porque significa que eles não têm julgamentos”, explica Matt Cassells, do Departamento de Psiquiatria da Universidade, que conduziu o estudo.

Meninos e meninas demonstraram satisfação no convívio com seus animais de forma equilibrada, porém, elas apresentam mais confidência e companheirismo, indicando algumas nuances mais intensas de suas interações com os pets. ?O suporte que adolescentes recebem de seus animais podem significar resultados positivos em seu futuro, mas ainda temos muito o que descobrir sobre os impactos de longo prazo no desenvolvimento infantil?, diz Cassells.

minhavida

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Como controlar o “colesterol alto” de crianças e adolescentes

Mas crianças e adolescentes podem ter “colesterol alto”?

meninoSim, crianças e adolescentes podem ter colesterol alto. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, cerca de 20% das crianças brasileiras já apresentam colesterol elevado. Os números vêm aumentando nos últimos anos, sendo considerado epidêmico em todo o mundo.

Hoje sabemos que o problema sempre existiu e que os adultos apresentaram doença coronariana, infarto agudo do miocárdio, ou Acidente Vascular Cerebral (AVC) entre os 30 e 50 anos de idade, provavelmente, já apresentavam taxas de colesterol elevadas desde a infância.

Por ser uma doença assintomática nessa faixa etária, e com o intuito de prevenir as doenças cardiovasculares do adulto, a dosagem de colesterol e dos triglicérides passaram a fazer parte da rotina dos pediatras.

O que é colesterol e quais os seus tipos?

Colesterol é um tipo de gordura produzida no corpo humano que, em quantidades adequadas, é necessário para a manutenção da saúde. Chama-se aterosclerose as placas de gordura depositadas nos vasos sanguíneos quando o colesterol está acima do desejado.

Quando dosamos os níveis de colesterol avaliamos:

  • LDL (low-density lipoprotein), conhecido como “colesterol ruim”
  • HDL (high-density lipoprotein), conhecido como “colesterol bom”
  • VLDL& (very low density lipoprotein), também é ruim e está relacionado aos níveis de triglicérides
  • Colesterol total, que é a soma dos três anteriores
  • Triglicérides, que não é um colesterol, mas é também uma gordura e tem seu metabolismo associado ao VLDL. Seus níveis elevados também trazem malefícios ao corpo humano

O que leva crianças e adolescentes a terem níveis altos de colesterol?

Existem quatro diferentes motivos para o aumento do colesterol nessa faixa etária:

  • Maus hábitos alimentares e sedentarismo – o colesterol é responsivo aos hábitos alimentares e aos exercícios físicos. Alimentos ricos em gorduras aumentam o LDL, enquanto aqueles ricos em fibras aumentam o HDL. A prática de esportes aeróbicos também colabora na elevação do HDL.
  • Herança genética – conhecida como hipercolesterolemia familiar, que é uma doença transmitida de pais para filhos por herança genética. É caracterizada por níveis elevados de LDL, independente dos hábitos da criança.
  • Secundária a outras doenças ou medicamentos – algumas doenças, tais como diabetes, obesidade e Síndrome Nefrótica, entre outras, podem elevar o colesterol, assim como o uso de alguns medicamentos, como o Roacutan.
  • Idiopática (sem causa definida) – quando não há histórico familiar de colesterol elevado, erros alimentares nem sedentarismo, considera-se a hipercolesterolemia como idiopática.

Quando iniciar o controle de colesterol?

O médico indicará o momento certo baseado em parâmetros clínicos e do histórico da criança e da sua família. A primeira dosagem deve ser feita em torno dos dez anos de idade. Crianças e adolescentes com um ou mais fatores de risco para aterosclerose devem realizar exames de controle em idade mais precoce. São considerados fatores de risco:

  • Sobrepeso ou obesidade
  • Hipertensão arterial
  • Diabetes tipo 1 ou diabetes tipo 2
  • Outras doenças associadas a aumento de risco cardiovascular, assim como uso de alguns medicamentos
  • Pai com doença cardiovascular ou AVC antes dos 55 anos ou mãe antes dos 65 anos
  • Exposição à cigarro, seja fumante ativo ou passivo

Como controlar?

Hábitos saudáveis são a melhor forma de controlar o colesterol. Dieta pobre em gorduras saturadas e ricas em fibras e ômega 3 é a ideal. As gorduras saturadas são encontradas em carnes vermelhas, leites integrais, óleos, bolachas recheadas, sorvetes e salgadinhos industrializados, por exemplo. Já as fibras estão presentes em frutas, verduras e grãos. O ômega 3 é adquirido através dos peixes – mas não dos frutos do mar, que são muito ricos em colesterol -, sementes e cereais, como a aveia, farelo de trigo e castanhas.

Toda criança deve praticar atividades físicas regulares, de preferência aeróbicas. Atenção: só as aulas de educação física não são suficientes, recomenda-se exercícios com uma hora de duração pelo menos três vezes por semana, além daquelas oferecidas diariamente nas escolas.

O tratamento medicamentoso é indicado, sob orientação médica, para adolescentes acima de dez anos com níveis de colesterol considerados de risco e que não responderam adequadamente à dieta e atividade física recomendada.

minhavida

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5 coisas que você precisa saber antes de levar crianças à praia

praiaVai dar praia no fim de semana? Antes de fazer as malas e cair na estrada com os filhos, é melhor se preparar com um pouco mais de cuidado. Não dá para usar qualquer tipo de protetor solar e os horários de passeios vão precisar ser reavaliados. Confira abaixo algumas sugestões para não esquecer na hora de se preparar e aproveite os dias quentes com mais tranquilidade.

  • A partir de que idade?

    Não existe um consenso sobre quando os bebês podem começar a frequentar a praia, mas os especialistas costumam recomendar esperar pelo menos até os seis meses de vida para fazer a primeira visita ao litoral. O que não muda são as recomendações de cuidado com a exposição solar –os horários adequados são antes das 10h e depois das 16h. A partir do quarto mês de vida, o bebê já pode entrar na piscina. Para nadar no mar, porém, é melhor esperar até ele completar um ano.

  • A questão do protetor solar

    Protetores solares são indicados somente para crianças a partir de seis meses. Antes disso, não devem usar o produto nem ser expostas de maneira intensa ao Sol. As crianças mais velhas podem usar produtos específicos, preferencialmente sem compostos químicos, como ácido paraminobenzóico (PABA) ou Benzofenona-3. Leia mais

  • Na bagagem

    A mala de viagem deve incluir itens como camisetas leves e claras, bonés ou chapéus, fraldas próprias para a água, toalhas e brinquedos para a praia. Para crianças com mais de um ano, leve também um repelente (lembrando sempre de consultar antes o pediatra, para evitar problemas com eventuais alergias).

  • Alimentação

    Assim como os adultos, hidratação é fundamental para as crianças: água, sucos e água de coco são sempre bem-vindos, consumidos a cada 30 minutos. No entanto, os alimentos costumeiramente vendidos à beira-mar, como espetinhos ou sanduíches com maionese, não são boa escolha para os pequenos. E, mesmo de férias, deve-se procurar manter a rotina da criança, com seus horários de alimentação.

  • Para evitar problemas

    Criança perdida na praia é um clássico das férias de verão. Para que não aconteça com você, fique sempre de olho e, se possível, coloque uma pulseira de identificação com os dados básicos dos pequenos. Para crianças mais velhas, ensine para quem elas podem procurar ajuda caso se percam (como os salva-vidas ou policiais) e combine um ponto de encontro seguro para que eles possam se dirigir em caso de desencontro com os pais.

Uol

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CG deverá ser a 1ª cidade brasileira a ter centro de referência para crianças com microcefalia

microcefaliaReportagem da Revista Época, de circulação nacional, indicou que Campina Grande deve ser a primeira cidade brasileira a ter um centro de referência para crianças com microcefalia. Segundo a repórter Bárbara Lobato, o assunto foi discutido em reunião sobre o Programa Criança Feliz, com a presença do ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra.

Leia a reportagem na íntegra:

O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, conduziu, nesta quarta-feira (4), reunião sobre o Programa Criança Feliz com foco no atendimento às crianças com microcefalia. Inaugurações de centros integrados de referência para vítimas de microcefalia estão nos planos. O mais provável é que a primeira unidade seja criada em Campina Grande, na Paraíba, local em que vários bebês foram afetados pelo vírus da zika. O centro deverá prestar atendimento continuado para a estimulação precoce das crianças com lesão neurológica grave.

Assessoria

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Pesquisadores de SP e Texas estudam causas do estresse crônico em crianças

Um grupo de pesquisadores do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com colegas da Texas Tech University (TTU), dos Estados Unidos, desenvolve um estudo que pretende identificar, nos dois países, causas comuns do estresse crônico, principalmente em crianças.

Abuso infantil

Abuso infantil é uma das principais causas do estresse em criançasMarcello Jr/Arquivo da Agência Brasil

O estresse crônico normalmente está relacionado à pobreza, abusos, conflitos familiares e uso de drogas. “Já detectamos que é comum, nas duas regiões, a alta prevalência de abuso infantil”, destacou a pesquisadora Andrea Parolin Jackowski, professora da Unifesp e coordenadora do projeto do lado brasileiro.

Informações preliminares do estudo indicam que, apesar das diferenças culturais, há semelhanças significantes nas reações das crianças dos dois países ao estresse tóxico: crianças que vivem em extrema pobreza em East Lubbock, no Texas, ou no centro-sul de Los Angeles, por exemplo, apresentam efeitos cognitivos e comportamentais semelhantes aos das que moram em favelas no Brasil.

“O que a gente percebe é que, independentemente do país que você resida, seja em um país como os Estados Unidos, que é um país desenvolvido, ou um país como o Brasil, que é um país em desenvolvimento, o estresse afeta da mesma forma o desenvolvimento da criança. Claro que existem diferenças culturais, que têm um papel importante, mas é uma forma de a gente poder fazer uma comparação entre as populações”, disse Parolin.

Em outubro, os pesquisadores do Texas vieram a São Paulo para conhecer os lugares pesquisados – como a região da cracolândia, no centro da capital paulista – e verificar in loco a realidade em que vivem as crianças que estão sendo estudadas pela coordenadora do projeto brasileiro. Em 2017, será a vez de os pesquisadores brasileiros irem aos EUA.

“A gente quer entender qual é o papel da cultura, das questões culturais no próprio desenvolvimento da criança, se são fatores protetores, aquilo que pode deixar o ambiente mais saudável e impedir que essa criança tenha uma doença no futuro. E entender também um pouco mais quais são os fatores de risco, porque existem questões que são muito peculiares de cada cultura”, ressaltou.

A pesquisa brasileira está sendo financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O intercâmbio entre os pesquisadores recebe apoio do programa São Paulo Researchers in International Collaboration (Sprint – em português, Pesquisadores de São Paulo em Colaboração Internacional).

Agência Brasil

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Preso em flagrante suspeito de praticar crimes sexuais contra crianças em Pilões

sireneNa tarde desta quinta-feira (15) policiais civis da delegacia de Pilões, no Brejo da Paraíba, a 117 km de João Pessoa, prenderam em flagrante um jovem de 18 anos suspeito de praticar crimes de natureza sexual contra crianças do município. A polícia chegou até ele depois de investigar denúncias feitas por mães e pais de crianças que moram próximas ao suspeito.

O jovem foi preso na casa dele, no sítio Rio do Braz, na Zona Rural de Pilões. Ele foi ouvido na delegacia e reconhecido pelos pais de algumas vítimas de atos que teriam sido praticados por ele. As mães que procuraram a autoridade policial informaram que o suspeito praticava atos obscenos na frente dos filhos e tentava aliciá-los oferecendo dinheiro. O detido vai ficar na delegacia de Pilões aguardando determinações da Justiça.

Outra prisão

A Polícia Civil da 8ª Delegacia Seccional de Guarabira, também no Brejo da Paraíba, a 98 km da Capital, em uma ação coordenada pela equipe da delegacia de Pilões, deu cumprimento, na tarde desta quinta, a um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça contra um homem de 36 anos, suspeito de praticar vários assaltos na cidade.

A polícia começou a investigar o suspeito depois que várias vítimas procuraram a delegacia denunciando que foram abordadas por um grupo de assaltantes. Algumas o descreveram como um dos integrantes do grupo criminoso. A partir das informações repassadas, os policiais iniciaram as buscas.

Foi montada uma campana no bairro apontado pelas vítimas como o local de atuação dos criminosos e, depois de uma diligência, foi descoberta a residência do suspeito. Ele foi preso na casa onde mora, no sítio Tabocal, localizado na Zona Rural de Pilões. Durante a abordagem ele disse que era o responsável por apontar para os outros integrantes do grupo as vítimas e as residências que seriam assaltadas.

O preso foi ouvido na delegacia e está recolhido na carceragem aguardando decisão da Justiça. Agora a polícia continua as investigações para identificar e prender os outros suspeitos de praticar os crimes patrimoniais.

portalcorreio

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