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Na Paraíba, 75% das crianças de até 4 anos não vão a creche ou escola

crecheCerca de 174 mil crianças de até 4 anos não frequentavam creche ou escola na Paraíba, em 2015. Esse número representa 75,9% do total de crianças que estão na fase inicial da Primeira Infância e residem no estado. Os dados são do Suplemento “Cuidado das crianças de até 4 anos de idade”, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2015 (PNAD 2015), divulgado nesta quarta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dentro desse total, em 107 mil casos, ou 61,71%, os responsáveis pela criança tinham interesse em matriculá-la em alguma creche ou escola, mas apenas 23 mil tomaram alguma iniciativa para que a criança fosse efetivamente matriculada.

Na Paraíba, 24,1% (54 mil) das crianças de até 4 anos de idade eram matriculadas em creche ou escola em 2015, de um total de 229 mil crianças nessa faixa etária.

No Nordeste, a Paraíba é o estado com a terceira maior quantidade de crianças fora da creche, com 75,9%, ficando atrás apenas do Ceará (72,1%) e do Rio Grande do Norte (74,4%). No Brasil, esse percentual foi de 74,3% e no Nordeste foi de 80,7%.

Onde as crianças ficam durante a semana
Das 229 mil crianças paraibanas com até 4 anos de idade, 79,4% (182 mil) permaneciam, de segunda a sexta-feira, durante todo o dia, no mesmo local e com a mesma pessoa. Esta é a terceira menor proporção dentre os estados da região Nordeste.

Quanto mais nova a criança, maior era o percentual de permanência no mesmo lugar e com a mesma pessoa ao longo do dia. No Brasil, para aquelas de menos de 1 ano de idade, esse valor alcançava 95,1%, enquanto entre as de 3 anos a proporção baixava para 70,1%.

Esse padrão ocorreu em todas as regiões, sendo que, no Nordeste, verificou-se a maior diferença entre as idades, 96,3% das crianças de menos de 1 ano de idade permaneciam no mesmo local e com a mesma pessoa enquanto que, entre crianças de 3 anos de idade, a proporção chegava a 61,6%.

Domicílios com crianças de até 4 anos
A presença de crianças com até 4 anos de idade foi registrada em 13,7% dos domicílios do país. Na Paraíba, existem 205 mil domicílios com moradores nessa faixa etária, representando 16,3% do total de domicílios do estado (1,2 mil). Esse percentual é o segundo maior da Região Nordeste, atrás apenas do Maranhão, que possui 20,8% de domicílios com moradores com menos de 4 anos de idade.

G1 PB

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Apenas 25% das crianças com menos de 4 anos frequentam creche ou escola

educacaoEm 2015, das 10,3 milhões de crianças brasileiras com menos de 4 anos, 25,6% (2,6 milhões) estavam matriculadas em creche ou escola. Entretanto, 74,4% (7,7 milhões) não frequentavam esse tipo de estabelecimento nem de manhã, nem à tarde.

Desse contingente de 7,7 milhões de crianças que ficavam em casa, 61,8% de seus responsáveis demonstravam interesse em matricular na creche, o que representa 4,7 milhões dos casos. O interesse do responsável em matricular a criança crescia com o aumento da idade, passando de 49,1% em crianças com menos de 1 ano e atingindo 78,6% entre as crianças de 3 anos.

As informações constam do suplemento Aspectos dos cuidados das crianças de menos de 4 anos de idade, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2015, divulgado hoje (29) no Rio de Janeiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a pesquisa, o percentual de crianças de menos de 4 anos cujos responsáveis tinham interesse em matriculá-las em creche ou escola diminuía nas classes de renda média domiciliar per capita mais altas.

“Nas classes sem rendimento a menos de ¼ do salário mínimo, essa proporção era de 61,5%, crescendo até a classe de ½ a menos de 1 salário mínimo (63,9%). A partir da classe de 1 a menos de 2 salários mínimos, verificava-se redução da proporção, com estimativa de 60,1%, chegando a 54,4% na classe de rendimento domiciliar per capita de 3 ou mais salários mínimos”, informa o documento.

Das 4,7 milhões de crianças de menos de 4 anos não matriculadas em creche ou escola, mas cujos responsáveis tinham interesse em fazê-lo, em 43,2% (2,1 milhões) dos casos os responsáveis tomaram alguma ação para conseguir uma vaga. Dentre as medidas adotadas, as mais recorrentes foram o contato com a creche, a prefeitura ou secretaria para informações sobre existência de vagas (58,7%) e a inscrição em fila de espera para vagas (37,3%).

A assistente administrativa Dayse Fernandes Bezerra Arruda, de 39 anos, busca uma vaga em creche municipal para seu filho de 6 meses desde o ano passado para poder voltar a trabalhar. Ela recorreu à Justiça para que a prefeitura do Rio de Janeiro matricule seu filho em uma creche.

“Estou com processo em andamento e até agora nada. Fiz a inscrição em cinco creches em bairros próximos de casa, mas ele não foi sorteado. Eu não tenho com quem deixá-lo. Meu marido trabalha. Uma creche particular é inviável, a mais barata está na faixa de R$ 1,5 mil. Vivemos de aluguel, é complicado pagar uma creche”, disse Dayse.

Plano Nacional de Educação

O Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado em 2014, estabelece na sua primeira meta a universalização da educação infantil na pré-escola para crianças de 4 a 5 anos até 2016 e a ampliação da oferta de educação em creches de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até 3 anos até 2024.

Segundo o IBGE, os dados de 2015 da Pnad mostram que a taxa de frequência de crianças de 4 a 5 anos na pré-escola está em 84,3%. No caso das crianças com menos de 4 anos, apenas 25,6% estavam em creches.

O PNE estabelece metas e estratégias para melhorar a qualidade da educação até 2024. As metas vão desde a educação infantil até a pós-graduação e incluem valorização dos professores e melhorias em infraestrutura.

Perfil das famílias

A Pnad 2015 estimou que os 10,3 milhões de crianças com menos de 4 anos no país correspondem a 5,1% da população brasileira. A presença de crianças desse grupo etário foi registrada em 13,7% dos domicílios.

Segundo a pesquisadora do IBGE Adriana Araújo Beringuy, o aspecto mais distintivo entre os domicílios foi o rendimento domiciliar per capita: a presença de crianças de menos de 4 anos é maior nas classes menos elevadas. “Quase 74% dos domicílios com crianças até 3 anos estavam nas faixas de rendimento domiciliar per capita até um salário mínimo. É perceptível que as crianças desse grupo etário estão em domicílios de renda mais baixa”, disse.

Agência Brasil

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Andador pode limitar a exploração motora e a visão das crianças

andadorDepois de três meses de idade, um bebê mediano começa a rolar deliberadamente (e não acidentalmente como anteriormente fazia). Primeiramente, o movimento de rolar será de frente para trás, depois de trás para a frente. Com seis meses de idade, o bebê irá conseguir sentar-se sem apoio. Entre os seis meses e os dez meses, a maioria dos bebês começam a se deslocar por conta própria: arrastando-se e engatinhando.

Bebês que engatinham tornam-se mais sensíveis ao lugar onde os objetos estão, começam a perceber mais o que mundo que o cerca. Se os objetos que o rodeiam podem se deslocar e como eles se parecem. É uma fase de muitas descobertas.

O ato de engatinhar auxilia para que o bebê comece a desenvolver noções de distância e profundidade. A partir do momento que ele começa a ter autonomia para se movimentar mais, o bebê começa a ouvir advertências do tipo “Volte aqui”. Quando os adultos pegam o bebê e os vira em outra direção mais segura, o bebê irá começar a se lembrar dessas instruções quando ele seguir para uma direção de um objeto proibido. Com isso, o condiciona a olhar para os cuidadores para saber se uma situação é segura ou perigosa, surgindo, assim, uma habilidade já conhecida como referencial social.

Ao segurar nas mãos de alguém ou se apoiar em algum móvel, o bebê consegue ficar de pé pouco depois dos sete meses de idade. Em pouco tempo, o bebê irá largar o apoio e ficará de pé sozinho. Um bebê mediano conseguir ficar em pé normalmente uma ou duas semanas antes do primeiro aniversário (ou seja antes de 1 ano de idade). Logos após o primeiro aniversário, uma criança mediana consegue andar razoavelmente bem.

Muitos pais colocam os bebês em andadores acreditando que com essa atitude seus filhos irão começar a andar mais cedo. O andador restringe a exploração motora do bebê, além de limitar a visão que o bebê tem acerca dos seus próprios movimentos, com isso, os andadores podem retardar o desenvolvimento da habilidade motora de seu bebê, afetando assim na psicomotricidade do mesmo.

Com dois anos de idade, a criança começa a subir degraus, um de cada vez, colocando um pés após o outro no mesmo degrau, mais tarde ela alternará os pés. Somente depois é que ela irá passar a descer degraus. Aos 3 anos de idade, a criança já consegue correr, pular, equilibra-se brevemente em um pé só e a partir daí ela começa a saltar.

Marcos do Desenvolvimento Motor:

Habilidade 50% 90%
Rolar 3 meses 5 meses
Pegar um chocalho 3 meses 4 meses
Sentar sem apoio 5 meses 7 meses
Ficar em pé apoiando em algo 7 meses 9 meses
Pegar com o polegar e o indicador 8 meses 10 meses
Ficar em pé sozinho e com firmeza 11 meses 13 meses
Andar bem 12 meses 14 meses
Montar uma torre com 2 cubos 14 meses 20 meses
Subir escadas 16 meses 21 meses
Pular no mesmo lugar 23 meses 24 meses
Copiar um círculo 3 anos 4 anos

A relação entre o corpo e os objetos situados no espaço ao seu redor contribui para a consciência de si próprio e contribui para o seu desempenho no espaço. Com a percepção ampla do corpo, vem uma seguinte etapa, a de consciência de cada segmento corporal, qual realiza de forma interna (sentindo uma parte de seu próprio corpo) e externa (a percepção em relação ao corpo alheio como se fosse um “espelho).

Ajuriaguerra (1972) defende a ideia de que a por meio do corpo a criança elabora todas as suas experiências vitais e contribui para a organização de sua personalidade. A construção da imagem corporal está associada as estruturas mentais, devido a maturação cognitiva os movimentos se tornam mais elaborados, coordenados e complexos.

Devido a imagem corporal, a criança começa a delinear as primeiras noções espaciais, devido a distância percebida entre ela e o objeto, e a partir de seu próprio corpo a criança esboça as primeiras noções de profundidade, quando ela flexiona o tronco de seu corpo.

A evolução da imagem corporal e a aprendizagem dependem de um equilíbrio entre a quantidade e a qualidade das relações integradas: objeto, corpo e meio social. A imagem corporal contribui também para a organização das emoções, que naturalmente depende da relação e interação com o outro, aliás, também fatores como tempo e momento.

Na criança sua imagem corporal depende, compreende e completa-se na imagem do corpo do outro e os outros que a rodeiam a envolvem, até porque o outro para criança é o centro de suas atenções e motivações, com isso a criança canaliza toda a sua afetividade nessa interação com o outro.

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Idoso e três crianças são presos em banheiro durante assalto em Solânea

sireneUm comerciante de 73 anos e três crianças viveram momentos de terror nessa quinta-feira (16), em Solânea. Eles foram presos em um banheiro por três bandidos armados, que assaltaram a casa do idoso.

De acordo com a vítima, que é um comerciante conhecido na cidade, dois homens e uma mulher chegaram em sua residência interessados em adquirir terrenos à venda. Após alguns instantes de conversa os indivíduos anunciaram o roubo, apresentaram as armas e os detiveram trancados em um banheiro. Logo em seguida, após revirarem todos os cômodos da residência, fugiram com destino ignorado tranquilamente levando dois aparelhos celulares, um notebook, algumas escrituras de imóveis e terrenos e a quantia de R$ 5.000,00.

A vítima relatou ainda que uma semana atrás havia sido furtado da sua casa um revólver de sua propriedade, o qual não tem suspeita de quem poderia ter sido.

Compareceu ao local a guarnição da viatura 6932, que orientou a vítima a procurar a delegacia local para prestar melhores esclarecimentos no intuito de ajudar a elucidar o ocorrido.

Focando a Notícia

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Exames podem detectar autismo em crianças antes de sintoma aparecer

autismoExames cerebrais de ressonância magnética podem detectar autismo antes que qualquer sintoma comece a surgir, afirmam pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

Atualmente, as crianças podem ser diagnosticadas a partir dos dois anos de idade, mas, em geral, isso costuma ocorrer mais tarde. O estudo, publicado na revista “Nature” , entretanto, mostra que as origens do autismo estão bem antes disso –no primeiro de ano de vida. As descobertas do estudo podem levar a um diagnóstico precoce e até mesmo a terapias imediatas.

De acordo com o levantamento, uma em cada cem pessoas tem autismo, condição que afeta o comportamento e interação social. A pesquisa analisou 148 crianças, incluindo aquelas com alto risco de autismo porque tinham irmãos mais velhos com o distúrbio. Todos foram submetidos a exames de ressonância magnética aos seis, 12 e 24 meses de vida.

“Muito cedo, no primeiro ano de vida, vemos diferenças de área de superfície do cérebro que precedem os sintomas que as pessoas associam tradicionalmente com autismo”, disse à BBC o médico Heather Hazlett, um dos pesquisadores da Universidade da Carolina Norte.O estudo revelou diferenças iniciais no córtex cerebral, a parte do cérebro responsável por funções de alto nível –como linguagem por exemplo– em crianças que depois viriam a ser diagnosticadas com autismo.

“Os exames indicam que essas diferenças do cérebro podem ocorrer em crianças com alto risco de autismo”, afirma Hazlett. O estudo abre possibilidades para avanços na forma que a doença é tratado e diagnosticada.

Escaneamentos do cérebro de bebês, particularmente em famílias de alto risco, podem levar a um diagnóstico precoce. Acredita-se que, a longo prazo, possam surgir exames de DNA, aplicáveis a todas as crianças, capazes de identificar aquelas em que o risco de ter autismo é alto.

Com a doença diagnosticada cedo, é possível implantar antes terapias comportamentais –como treinar pais a interagir com o filho autista– em busca de resultados mais eficientes.

INTERVENÇÃO PRECOCE

Outro pesquisador do projeto, Joseph Piven, diz que agora pode ser possível identificar crianças propensas a ter autismo. “Isso nos permite intervir antes que apareçam os comportamentos da doença. Há amplo consenso de que há mais impacto antes que os sintomas tenham se consolidado. O resultado dessa pesquisa é muito promissor”, afirmou.

Com a descoberta, os pesquisadores afirmam ser possível prever quais crianças desenvolverão autismo com 80% de precisão.

“É possível que a varredura feita através de ressonância magnética (MRI, sigla em inglês) possa ajudar as famílias que já têm uma criança autista para acessar o diagnóstico anterior de crianças subsequentes. Isso significaria que essas crianças poderiam receber o apoio certo tão cedo quanto possível”, diz Carol Povey, diretora da Sociedade Nacional de Autistas da Grã-Bretanha.

A especialista afirma, no entanto, que o autismo pode se manifestar de diferentes maneiras e “nenhum teste único poderia ser capaz de identificar o potencial de autismo em todas as crianças”.

Com informações da Folha de SP.

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Crianças que dormem mais cedo sofrem menos com obesidade na adolescência

Crianca-dormindoNovo estudo indica que crianças em idade pré-escolar que são colocadas na cama até as 20h tem menos chance de desenvolverem obesidade do que aquelas colocadas na cama após esse horário. A análise foi feita pela Universidade Estadual de Ohio e publicada pelo The Journal of Pediatrics.

De acordo com os pesquisadores, o hábito de dormir após as 21h foi mais frequente naqueles que, nos anos seguintes, acabaram sofrendo com a obesidade . Os benefícios de dormir cedo poderiam incluir também o desenvolvimento social, emocional e cognitivo.

Das crianças que dormiam mais cedo, apenas uma em cada dez se tornou um adolescente obeso. Já em relação aqueles que dormiam entre 20h e 21h, 16% apresentaram estar acima do peso quando mais velhos. O problema foi mais recorrente entre os que dormiam mais tarde quando pequenos: 23%.

Por que isso acontece?

Apesar do resultado deste estudo, não é exatamente colocando a criança para dormir mais cedo que diminuirá as chances dela ficar obesa. De acordo com Dra. Maria Edna de Melo, doutora em Endocrinologia pela USP e presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, dormir cedo está associado com bons hábitos de vida e uma série de ‘consequências’.

“Quando a gente adormece, é liberada a melatonina, hormônio que regula o organismo. Ela faz com que o corpo ‘desligue’ e tenha um descanso profundo. Já quando não dormimos há maior produção de cortisol, hormônio que facilita a formação de gordura.”

A especialista explica que pessoas que não dormem direito podem ficar mais irritadas e ansiosas, favorecendo um consumo maior de alimentos, principalmente os mais ricos em gordura e açúcares e que engordam mais. Outro ponto é que quem dorme mais tarde pode acordar mais tarde também e querer pular o café da manhã, alterando o ciclo biológico.

“Não conhecemos muito bem os hormônios que participam desse ritmo corporal, mas o que se sabe é que é extremamente importante termos um ritmo”, afirmou Dra. Maria Edna de Melo. A partir do momento que o ciclo é quebrado, algumas reações físicas, como a obesidade,  são apresentadas.

Dr. Bruno Halpern, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, explica que, mudando o nosso relógio biológico, o nosso organismo fica confuso. Outro problema é que, dormindo mais tarde, a pessoa acaba comendo em um horário que não deveria estar consumindo muitas calorias.

 

iG

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Papa pede que se reze pelas crianças ameaçadas pelo aborto

papaO papa Francisco fez, neste domingo (5), um apelo à defesa da “cultura da vida”, e pediu que se reze pelas crianças “ameaçadas pela interrupção da gravidez”.

“Todas as vidas são sagradas, façamos avançar a cultura da vida como resposta à lógica do desperdício e ao declínio demográfico”, disse o papa durante a chamada Jornada Mundial da Vida.

“Rezemos juntos pelas crianças ameaçadas pela interrupção da gravidez e pelas pessoas que se aproximam do final de suas vidas”, acrescentou Francisco durante a tradicional oração do Angelus de domingo na praça de São Pedro, no Vaticano.

Desde sua chegada ao Vaticano, o papa expressou em várias ocasiões preocupação com a queda da taxa de natalidade na Europa, particularmente na Itália.

Em sua encíclica “Laudato si”, de junho de 2015, afirmou que “o crescimento demográfico é plenamente compatível com o desenvolvimento integral e solidário”.

Como seus antecessores, o papa Francisco, fiel à doutrina da Igreja Católica, é um feroz opositor ao aborto.

No ano passado, porém, durante o chamado Jubileu da Misericórdia, o pontífice fez um gesto em direção às mulheres que abortaram e se arrependeram, permitindo que os padres as absolvam, algo que até então só os bispos podiam fazer.

G1

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Crianças são mais apegadas aos animais do que aos irmãos

criançaCrianças e animais costumam formar uma combinação muito saudável e divertida. Recentemente, inclusive, um estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido mostrou que os bichinhos de estimação ajudam no desenvolvimento das habilidades sociais e emocionais da criança, mais até do que os irmãos.

Para a conclusão, os pesquisadores acompanharam 77 famílias que tinham um ou mais animais de estimação e mais de um filho pequeno. O que eles notaram é que os pequenos tinham relações mais fortes com os animais do que com os irmãos, além de relatarem pouquíssimos conflitos.

Na pesquisa, também foi descoberto que os cachorros são responsáveis pelo maior nível de satisfação. “O fato dos animais não entenderem completamente o que dizemos ou responderem verbalmente pode ser um benefício, porque significa que eles não têm julgamentos”, explica Matt Cassells, do Departamento de Psiquiatria da Universidade, que conduziu o estudo.

Meninos e meninas demonstraram satisfação no convívio com seus animais de forma equilibrada, porém, elas apresentam mais confidência e companheirismo, indicando algumas nuances mais intensas de suas interações com os pets. ?O suporte que adolescentes recebem de seus animais podem significar resultados positivos em seu futuro, mas ainda temos muito o que descobrir sobre os impactos de longo prazo no desenvolvimento infantil?, diz Cassells.

minhavida

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Como controlar o “colesterol alto” de crianças e adolescentes

Mas crianças e adolescentes podem ter “colesterol alto”?

meninoSim, crianças e adolescentes podem ter colesterol alto. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, cerca de 20% das crianças brasileiras já apresentam colesterol elevado. Os números vêm aumentando nos últimos anos, sendo considerado epidêmico em todo o mundo.

Hoje sabemos que o problema sempre existiu e que os adultos apresentaram doença coronariana, infarto agudo do miocárdio, ou Acidente Vascular Cerebral (AVC) entre os 30 e 50 anos de idade, provavelmente, já apresentavam taxas de colesterol elevadas desde a infância.

Por ser uma doença assintomática nessa faixa etária, e com o intuito de prevenir as doenças cardiovasculares do adulto, a dosagem de colesterol e dos triglicérides passaram a fazer parte da rotina dos pediatras.

O que é colesterol e quais os seus tipos?

Colesterol é um tipo de gordura produzida no corpo humano que, em quantidades adequadas, é necessário para a manutenção da saúde. Chama-se aterosclerose as placas de gordura depositadas nos vasos sanguíneos quando o colesterol está acima do desejado.

Quando dosamos os níveis de colesterol avaliamos:

  • LDL (low-density lipoprotein), conhecido como “colesterol ruim”
  • HDL (high-density lipoprotein), conhecido como “colesterol bom”
  • VLDL& (very low density lipoprotein), também é ruim e está relacionado aos níveis de triglicérides
  • Colesterol total, que é a soma dos três anteriores
  • Triglicérides, que não é um colesterol, mas é também uma gordura e tem seu metabolismo associado ao VLDL. Seus níveis elevados também trazem malefícios ao corpo humano

O que leva crianças e adolescentes a terem níveis altos de colesterol?

Existem quatro diferentes motivos para o aumento do colesterol nessa faixa etária:

  • Maus hábitos alimentares e sedentarismo – o colesterol é responsivo aos hábitos alimentares e aos exercícios físicos. Alimentos ricos em gorduras aumentam o LDL, enquanto aqueles ricos em fibras aumentam o HDL. A prática de esportes aeróbicos também colabora na elevação do HDL.
  • Herança genética – conhecida como hipercolesterolemia familiar, que é uma doença transmitida de pais para filhos por herança genética. É caracterizada por níveis elevados de LDL, independente dos hábitos da criança.
  • Secundária a outras doenças ou medicamentos – algumas doenças, tais como diabetes, obesidade e Síndrome Nefrótica, entre outras, podem elevar o colesterol, assim como o uso de alguns medicamentos, como o Roacutan.
  • Idiopática (sem causa definida) – quando não há histórico familiar de colesterol elevado, erros alimentares nem sedentarismo, considera-se a hipercolesterolemia como idiopática.

Quando iniciar o controle de colesterol?

O médico indicará o momento certo baseado em parâmetros clínicos e do histórico da criança e da sua família. A primeira dosagem deve ser feita em torno dos dez anos de idade. Crianças e adolescentes com um ou mais fatores de risco para aterosclerose devem realizar exames de controle em idade mais precoce. São considerados fatores de risco:

  • Sobrepeso ou obesidade
  • Hipertensão arterial
  • Diabetes tipo 1 ou diabetes tipo 2
  • Outras doenças associadas a aumento de risco cardiovascular, assim como uso de alguns medicamentos
  • Pai com doença cardiovascular ou AVC antes dos 55 anos ou mãe antes dos 65 anos
  • Exposição à cigarro, seja fumante ativo ou passivo

Como controlar?

Hábitos saudáveis são a melhor forma de controlar o colesterol. Dieta pobre em gorduras saturadas e ricas em fibras e ômega 3 é a ideal. As gorduras saturadas são encontradas em carnes vermelhas, leites integrais, óleos, bolachas recheadas, sorvetes e salgadinhos industrializados, por exemplo. Já as fibras estão presentes em frutas, verduras e grãos. O ômega 3 é adquirido através dos peixes – mas não dos frutos do mar, que são muito ricos em colesterol -, sementes e cereais, como a aveia, farelo de trigo e castanhas.

Toda criança deve praticar atividades físicas regulares, de preferência aeróbicas. Atenção: só as aulas de educação física não são suficientes, recomenda-se exercícios com uma hora de duração pelo menos três vezes por semana, além daquelas oferecidas diariamente nas escolas.

O tratamento medicamentoso é indicado, sob orientação médica, para adolescentes acima de dez anos com níveis de colesterol considerados de risco e que não responderam adequadamente à dieta e atividade física recomendada.

minhavida

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5 coisas que você precisa saber antes de levar crianças à praia

praiaVai dar praia no fim de semana? Antes de fazer as malas e cair na estrada com os filhos, é melhor se preparar com um pouco mais de cuidado. Não dá para usar qualquer tipo de protetor solar e os horários de passeios vão precisar ser reavaliados. Confira abaixo algumas sugestões para não esquecer na hora de se preparar e aproveite os dias quentes com mais tranquilidade.

  • A partir de que idade?

    Não existe um consenso sobre quando os bebês podem começar a frequentar a praia, mas os especialistas costumam recomendar esperar pelo menos até os seis meses de vida para fazer a primeira visita ao litoral. O que não muda são as recomendações de cuidado com a exposição solar –os horários adequados são antes das 10h e depois das 16h. A partir do quarto mês de vida, o bebê já pode entrar na piscina. Para nadar no mar, porém, é melhor esperar até ele completar um ano.

  • A questão do protetor solar

    Protetores solares são indicados somente para crianças a partir de seis meses. Antes disso, não devem usar o produto nem ser expostas de maneira intensa ao Sol. As crianças mais velhas podem usar produtos específicos, preferencialmente sem compostos químicos, como ácido paraminobenzóico (PABA) ou Benzofenona-3. Leia mais

  • Na bagagem

    A mala de viagem deve incluir itens como camisetas leves e claras, bonés ou chapéus, fraldas próprias para a água, toalhas e brinquedos para a praia. Para crianças com mais de um ano, leve também um repelente (lembrando sempre de consultar antes o pediatra, para evitar problemas com eventuais alergias).

  • Alimentação

    Assim como os adultos, hidratação é fundamental para as crianças: água, sucos e água de coco são sempre bem-vindos, consumidos a cada 30 minutos. No entanto, os alimentos costumeiramente vendidos à beira-mar, como espetinhos ou sanduíches com maionese, não são boa escolha para os pequenos. E, mesmo de férias, deve-se procurar manter a rotina da criança, com seus horários de alimentação.

  • Para evitar problemas

    Criança perdida na praia é um clássico das férias de verão. Para que não aconteça com você, fique sempre de olho e, se possível, coloque uma pulseira de identificação com os dados básicos dos pequenos. Para crianças mais velhas, ensine para quem elas podem procurar ajuda caso se percam (como os salva-vidas ou policiais) e combine um ponto de encontro seguro para que eles possam se dirigir em caso de desencontro com os pais.

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