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Delegado pede exame de corpo de delito e convoca parentes de criança agredida em Mamanguape

A criança de dois anos de idade que sofreu agressões e espancamento do próprio padrasto será levada para a realização de exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML) em João Pessoa. O delegado de Rio Tinto, Deusdete Leitão, que acompanha o caso, confirmou em entrevista ao ClickPB que enviará um agente até o Hospital de Trauma, onde a criança está internada, para avaliar a sua situação e decidir quando será feito o exame.

“A partir do momento que tiver condições de fazer o exame. Quando tiver uma melhora aí vou solicitar”, ressaltou o delegado.

Ele comentou ainda que recebeu a documentação repassada pelo delegado plantonista e instaurou o inquérito para prosseguir com as investigações. Os parentes da criança serão convocados para prestar depoimento. O delegado Deusdete Leitão detalhou que pretende ouvir a mãe da criança, o padrasto e os avós maternos.

Os depoimentos deverão ser tomados logo após a realização do exame de corpo de delito. O delegado declarou ainda que se for necessário, irá colher os depoimentos nas residências dos envolvidos. O Conselho Tutelar da região deverá elaborar um relatório sobre o caso para enviar o documento ao delegado.

Até o momento ninguém foi ouvido pela polícia nem nenhuma prisão foi solicitada. Desdete Leitão antecipou ao ClickPB que, quando os agressores forem identificados, poderão ser autuados pela prática de maus tratos e lesão corporal. A mãe da criança, que tem 17 anos de idade, chegou a ser detida pela polícia, mas foi liberada pouco depois. Já o padrasto segue foragido.

De acordo com as primeiras informações, a criança, que tem dois anos de idade, teria sido agredida pelo próprio padrasto. O menino foi socorrido pelo avô materno, que o levou até o Hospital Infantil no bairro Valentina Figueiredo, em João Pessoa. De lá, precisou ser encaminhado até o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, também em João Pessoa.

De acordo com informações da assessoria do hospital, a criança segue internada na enfermaria infantil com quadro de saúde considerado regular. O menino não teve fraturas, mas apresenta vários hematomas pelo corpo e pelo rosto.

 

clickpb

 

 

Polícia procura suspeito de espancar criança de 2 anos; mãe, menor de idade, assumiu a culpa

A Polícia Militar está à procura do suspeito de espancar uma criança de dois anos nesta terça-feira (20), em Mamanguape, a 52 km de João Pessoa.

De acordo com o Major Alberto Filho, da Polícia Militar, em entrevista ao vivo ao programa Show da Arapuan, da Arapuan FM,nesta quarta-feira (21), a mãe de 17 anos assumiu a culpa da agressão, foi ouvida e liberada, porém o avô que levou acionou o Samu afirmou que o padrasto da criança, de 28 anos, que espancou o menino.

Esta foi a segunda vez em 15 dias que o menino dá entrada no Trauma por espancamento. Fontes médicas do hospital informaram que o garoto provavelmente levou um chute forte nos testículos ou teve os órgãos apertados com uma liga devido ao estado em que ele ficou.

O major afirmou também que a polícia não foi informada pelo Conselho Tutelar a respeito da primeira agressão quinze dias atrás. Porém que ontem, durante o atendimento, procurou o Conselho Tutelar e só então soube que a criança teria sido encaminhada a uma das avós que acabou devolvendo o menino para a mãe e padrasto que voltaram a agredi-lo.

“A mãe quis tirar a culpa do marido que é maior de idade e ela menor. Disse que quem bateu foi ela, que estava com raiva porque ele não obedeceu”, disse.

A mãe foi ouvida na delegacia e liberada em seguida. Enquanto isso a polícia continua à procura do padrasto.

paraiba.com.br

 

 

Criança torturada na cidade de Boqueirão recebe alta médica e fica na guarda de tia na PB

O menino de 7 anos de idade que foi torturado na cidade de Boqueirão, no Cariri paraibano, está sob a guarda de uma tia. A guarda provisória foi concedida pela Justiça da Paraíba durante uma audiência realizada nesta segunda-feira (12). O menino que chegou a ser acorrentado e queimado com pingos de vela recebeu alta médica no último sábado (10), após passar um mês internado. A mãe e o padrasto dele foram presos como suspeitos.

A guarda provisória foi concedida de maneira emergencial após o menino sair do Hospital de Trauma de Campina Grande. Ele ficou internado após apresentar um quadro avançado de desnutrição e ainda vários ferimentos pelo corpo. A tia que ficou com a guarda foi quem se apresentou para buscar ele no Hospital, após a alta.

Ainda segundo o Ministério Público da Paraíba (MPPB), já foi aberto um processo de guarda definitiva. O caso também foi acompanhado pelo Conselho Tutelar de Boqueirão, que confirmou que a guarda definitiva está sendo direcionada para a tia que já está com o menino, na cidade de Boqueirão

A criança de 7 anos deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande no dia 10 de julho. De acordo com a Polícia Civil, a criança estaria sofrendo maus-tratos praticados pela mãe e pelo padrasto. O menino precisou passar por uma cirurgia plástica por causa das torturas.

Torturas

O laudo finalizado pelo Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) confirmou que a criança sofria agressões físicas prolongadas e contínuas, o que se configura como tortura. Em entrevista, o delegado Iasley Almeida, disse que a criança ficava acorrentada, apanhava e tinha as mãos queimadas com pingos de vela.

Conforme explica Márcio Leandro, chefe do Numol, no momento do exame o menino estava muito debilitado, desnutrido e com um quadro de anemia profunda. “Tinha lesões por todo corpo, nas costas e lesões nos glúteos, o que indica que ele passou bastante tempo imóvel, imobilizado, por estar acorrentado. As agressões foram tão prolongadas que se tornou tortura”, explica o chefe do Numol.

Prisão

A mãe do menino, Maria Aparecida Sousa Silva, e o padrasto dele, Edilson Cosme Albuquerque, foram presos por força de mandados de prisão preventiva expedidos a pedido da Polícia Civil. Durante audiência de custódia, a justiça decidiu por manter a prisão dos dois. Eles continuam presos.

G1

 

Jovem é apreendido suspeito de violentar criança de seis anos, no brejo da PB

Agentes do 4º Batalhão da Polícia Militar (PMPB), apreenderam um jovem de 14 anos suspeito de violentar uma menina de apenas seis anos, o foi apreendido pela polícia na cidade de Mulungu, no brejo Paraibano.

A ação foi registrada na noite de ontem (03). O ato é considerado atentado violento ao pudor. À polícia, o pai da vítima informou que as partes íntimas da criança haviam sido violadas resultando em sangramento.

O jovem foi detido com acompanhamento do Conselho Tutelar. Ele a vítima e o pai dela foram encaminhados a Delegacia de Polícia Civil da cidade.

 

pbagora

 

 

Criança de 5 anos leva tiro no rosto; suspeito é uma outra criança de 10 anos

Uma criança de 5 anos foi atingida por um tiro de espingarda nesta quinta-feira (1°), no município de Carrapateira, Sertão do Estado. Segundo a Polícia Militar, a menina estava brincando com outras crianças no quintal da sua residência quando ocorreu o fato.

Ainda de acordo com a PM, familiares disseram que uma criança de 10 anos encontrou uma arma artesanal que estava escondida e começou a mexer na mesma. Um barulho de tiro foi ouvido e, ao chegarem no local, familiares se depararam com a criança de 5 anos atingida com um disparo no queixo.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi chamado e socorreu a criança para o Hospital Regional de Cajazeiras, mas devido a gravidade dos ferimentos, ela teve que ser transferida para o Hospital de Trauma de Campina Grande. A vítima passou por um procedimentos cirúrgico e o estado de saúde não foi divulgado pela unidade hospitalar.

 


Portal WSCOM

 

 

Adolescente e criança de 10 anos são baleados, em João Pessoa

Um adolescente e uma criança foram baleados na manhã desta terça-feira (30), no bairro do Valentina, em João Pessoa. De acordo com a Polícia Militar, a criança, de 10 anos, não teve ferimentos graves.

De acordo com a Polícia Militar, a criança contou que estava com o adolescente, quando um homem chegou dizendo que eles tinham assaltado um apartamento no bairro e, em seguida, atirou. No entanto, o menino nega participação no crime.

A criança foi socorrida em um carro particular, com um tiro no ombro, para o Complexo Hospitalar de Mangabeira Tarcísio Miranda Burity, o Trauminha.

O adolescente, de 14 anos, foi atingido por tiros no pescoço, cabeça e costas. Ele socorrido pelo Samu e encaminhado ao Hospital de Emergência e Trauma da capital, onde chegou já entubado e passa pelos primeiros atendimentos médicos. As informações do posto da PM da unidade de saúde são de que nenhum familiar foi localizado.

Segundo a Polícia Militar, ainda não há informações sobre quem teria efetuados os disparos e a real motivação. O caso está sendo investigado.

Foto: Walter Paparazzo/G1

G1

 

Justiça mantém prisão de casal suspeito de torturar criança em Boqueirão

O casal preso pela Polícia Civil e suspeito de torturar uma criança de sete anos, na cidade de Boqueirão, interior da Paraíba, vai aguardar julgamento recolhido em dois  presídios de Campina Grande.

A decisão foi tomada pela  Justiça, durante audiência de  custódia realizada na manhã desta terça-feira (23).

Maria Aparecida Souza Silva, mãe da criança, será transferida para o Presídio Feminino de Campina Grande. O companheiro dela, Edilson Cosme Albuquerque, padrasto da vítima, será conduzido à Penitenciária Padrão de Campina Grande.

As informações foram repassadas pelo delegado da Policia Civil, Yasley Almeida, que conduziu as investigações.

A justiça acatou pedido feito pela Polícia para decretar a prisão preventiva dos dois suspeitos, após investigações apontarem que eles praticavam maus tratos e até torturas conta um menino de sete anos de idade.

“A criança apanhava com fios, tinha as mãos queimadas com gotas de velas e era acorrentado ao guarda-roupa, para não sair e nem se alimentar”, afirmou o delegado.

O caso gerou comoção social, principalmente porque a principal acusada dos crimes é mãe da criança.

De acordo com informações da Polícia Civil, Maria Aparecida Sousa Silva praticou os crimes com ajuda do seu companheiro Edilson Cosme Albuquerque.

Os dois foram presos na manhã da última quinta-feira (18) pela Polícia Civil.

No dia da prisão, o delegado explicou que os mais tratos foram denunciados pela tia do menor, no dia 10 de julho deste ano. Após acionar a Polícia, a mulher foi até a casa onde estava a criança, junto com conselheiros tutelares para resgatar o menino.

“Eles encontraram o menino muito debilitado, desnutrido, com muitas lesões na cabeça, tórax e outras partes do corpo. Foi levado ao hospital e ainda permanece em tratamento”, declarou o delegado.

Ao tomar conhecimento do caso, a Polícia Civil instaurou inquérito policial e começou a ouvir pessoas próximas. “Ouvimos conselheiros tutelares, assistentes sociais da escola onde o menino estuda  e ouvimos  a criança, que  nos relatou a rotina de sofrimento que vivia”, afirma Almeida.

Para o delegado, o menino  foi vítima  de tentativa de  homicídio triplamente qualificado. “Ao praticar as agressões, o casal pretendia causar a morte do menino, por motivo fútil, sem possibilidade de defesa e com uso de requintes de tortura”, declara.

A mãe e o padrasto da criança negaram a prática do crime, mas as provas coletadas pela Polícia levaram a Justiça a decretar a prisão preventiva contra eles.

A criança continua sob cuidados médicos.

 

clickpb

 

 

Laudo confirma que criança socorrida com desnutrição e lesões foi torturada, na PB

O laudo finalizado pelo Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) confirmou que o menino de 7 anos, vítima de maus tratos na cidade de Boqueirão, na Paraíba, foi torturado. De acordo com o chefe do Numol, Márcio Leandro, o prolongamento das agressões caracteriza a tortura.

A criança deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, em estado de desnutrição e com ferimentos no dia 10 de julho, à noite. De acordo com a Polícia Civil, a criança estaria sofrendo maus-tratos praticados pela mãe, em Boqueirão, Cariri da Paraíba. O padrasto da criança também está sendo investigado

Conforme o laudo do Numol, já entregue à Polícia Civil, existem lesões abertas e cicatrizadas, comprovando que a criança foi agredida por um longo período de tempo. Conforme explica Márcio Leandro, no momento do exame o menino estava muito debilitado, desnutrido e com um quadro de anemia profunda.

“Tinha lesões por todo corpo, nas costas e lesões nos glúteos, o que indica que ele passou bastante tempo imóvel, imobilizado, por estar acorrentado. As agressões foram tão prolongadas que se tornou tortura”, explica o chefe do Numol.

A criança deve passar por cirurgias plásticas após tratamento dos ferimentos no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Segundo informações repassadas pela unidade de saúde, o menino tem um ferimento tão grave na cabeça que vai precisar passar por uma cirurgia plástica para reconstituir o tecido lesionado. O diretor-técnico do hospital Gilney Porto, explicou que é preciso primeiro esperar a cicatrização dos ferimentos.

De acordo com Márcio Leandro, uma reavaliação precisa ser feita na criança para que sejam identificados os graus das lesões que devem permanecer no menino. No entanto, isso só vai acontecer após a cirurgia.

O menino de 7 anos permanece internado no Hospital de Trauma de Campina Grande, com estado de saúde considerado estável. Ainda não há previsão de receber alta médica.

Suspeitos ouvidos

A mãe e o padrasto da criança foram ouvidos pelo delegado Iasley Almeida, responsável pelo caso, e após depoimento, foram liberados. De acordo com o delegado, não havia situação de flagrante e por isso os suspeitos foram liberados. A polícia segue colhendo provas materiais e testemunhais sobre o caso.

O Conselho Tutelar informou à polícia ter recebido denúncias de que havia uma criança em estado de desnutrição e com ferimentos, devido a maus-tratos praticados pela própria mãe, como queimaduras com vela e acorrentada pelos pés. O problema foi percebido por professores e pela diretora da escola onde a criança estuda, depois que o menino chegou muito magro e sem forças para se manter em pé.

Iasley Almeida explicou que os indícios apontam que a mãe do menino estava tentando matá-lo mediante tortura. “A criança que veio morar com a mãe nos últimos dois meses estava sendo acorrentada pelos pés, sofrendo queimaduras, agredida com fios. Mostrando que estava sendo torturada psicologicamente. Não sendo alimentada. Tudo isso nos mostra que a mãe tinha a intenção de matar a criança mediante tortura”, contou Iasley Almeida.

G1

 

Duas mulheres e uma criança são vítimas de sequestro ao saírem de igreja, em João Pessoa

Momentos de tensão foram vividos por uma família na noite desse domingo (14), na saída de uma igreja localizada no bairro da Torre, em João Pessoa.

Três pessoas, sendo duas mulheres e uma criança de três anos foram abordados ao saírem da igreja e feitas reféns.

Os bandidos entraram no carro com as vítimas e o marido de uma das mulheres ao perceber a ação criminosa seguiu o carro pelas ruas do bairro.

Ao notarem que estavam sendo seguidos os homens desistiram da ação e abandonaram o veículo.

A Polícia Militar fez diligências na área e conseguiu encontrar um dos suspeitos, os outros dois continuam foragidos.

PB Agora

 

 

MPT tem 131 investigações na Paraíba envolvendo exploração do trabalho da criança e do adolescente

O Ministério Público do Trabalho possui 3,3 mil procedimentos ativos ou investigações envolvendo exploração do trabalho da criança e do adolescente, em todas as suas 24 Procuradorias Regionais espalhadas pelo País. Os dados (computados em 9 de janeiro de 2019) são do sistema informatizado de procedimentos do MPT. Desse total, 131 procedimentos estão sendo acompanhados na Paraíba, o 13º Estado do País com maior número de investigações.

Nesse período de verão e férias escolares, é comum o aumento de casos de meninos e meninas nas ruas, praias e semáforos de capitais e cidades litorâneas onde há atividades turísticas. Essas crianças ficam expostas à criminalidade, à exploração sexual, ao tráfico de drogas, além de estarem mais vulneráveis a acidentes de trabalho, muitas vezes em atividades insalubres e perigosas. Por isso, o MPT faz o alerta e lança uma campanha nas redes sociais para pedir o apoio da população.

A campanha “Rejeite produtos vendidos por crianças e adolescentes e Denuncie a exploração sexual ou outras formas de trabalho infantil” orienta turistas e a sociedade em geral a não consumir produtos ou serviços oferecidos por crianças e adolescentes em praias, festas, pontos turísticos, estacionamentos, bares, restaurantes e outros locais públicos. Também pede que qualquer flagrante de exploração seja denunciado pelo Disque 100.

MPT vigilante. Na Paraíba, a procuradora Edlene Lins Felizardo, coordenadora regional da Coordenadoria Nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Coordinfância), disse que o MPT permanece vigilante para coibir a exploração de meninos e meninas.

“As prefeituras municipais – a quem cabe esse primeiro atendimento de políticas públicas de combate ao trabalho infantil – devem manter funcionando nesse período de férias escolares serviços de cultura e lazer. A orientação do Ministério Público para as prefeituras é que mantenham, por exemplo, colônias de férias, onde as crianças sejam atraídas para o lazer, para que elas saiam das ruas, feiras, dos mercados e das praias”, afirmou a procuradora.

“No MPT, já há diversos procedimentos investigatórios em que as prefeituras estão sendo chamadas e cobradas para aplicar essas políticas. Em João Pessoa, já existe inquérito civil instaurado em relação a essas crianças que ficam nos semáforos”, informou Edlene Lins.

 

pbagora