Arquivo da tag: crescer

Programação do Crescer será aberta neste domingo com Terço dos Homens

 

Terço_dos_HomensA recitação do Santo Terço, com o Movimento do Terço dos Homens, abrirá às 8h deste domingo, 10, a programação da 16ª edição do Crescer – O Encontro da Família Católica começa neste domingo, no Clube Campestre, em Campina Grande. O Movimento do Terço dos Homens, que realizou o primeiro encontro em 2004 e desde 2009 participa do Crescer, o maior encontro católico da Paraíba, divulgando o movimento, que quer motivando, cada vez mais, a participação dos homens dentro da Igreja, por meio da oração do Terço, resgatando-o à igreja e fortalecendo a família. Logo em seguida, acontece um momento de animação e depois, acontece a primeira pregação do encontro, com Fellipe Felizardo, da RCC (Renovação Carismática Católica) de João Pessoa, sobre o tema: “A cura interior da família: os traumas do passado”.

 

Depois de mais um momento de animação, acontece a abertura oficial do encontro, que terá as presenças de Dom Manoel Delson, bispo diocesano de Campina Grande, Dom João Carlos Petrini, bispo de Camaçari-BA e presidente da Comissão Episcopal da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) para a Vida e a Família, além de Antonio Lucena, fundador da Comunidade de São Pio X e idealizador do Crescer. Neste momento, também haverá a chegada da imagem da Sagrada Família, vinda da paróquia localizada no Conjunto Rocha Cavalcante, e que permanecerá no palco até o encerramento do encontro, na terça-feira, 12. A procissão e a bênção do Santíssimo Sacramento, com o padre Isaías Rodrigues, da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Galante, encerrarão a programação da manhã.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

À tarde, a programação do ginásio, denominada de Crescer na Fé, começa com animação e em seguida acontece a segunda pregação do dia com Dom João Carlos Petrini, sobre o tema “A igreja promotora de novas famílias para a sociedade”. O presidente da Comissão Episcopal da CNBB para a Vida e a Família também fará a homilia da Santa Missa de encerramento do primeiro dia do Crescer, que será celebrada pelo arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto, e concelebrada por padres de diversas paróquias da Diocese de Campina Grande. Paralelamente à programação que acontece no ginásio, pela manhã e à tarde também acontecerá no salão de festas do Clube Campestre o Crescer na Oração, com recitação do Santo Rosário, com o Movimento do Terço dos Homens e orações diante do Santíssimo Sacramento com Felippe Felizardo.

 

Em um pavilhão montado ao lado do ginásio, acontece o Crescer com as Crianças, com acolhida das crianças, momento de oração com a Comunidade Christus, apresentação teatral com cordéis e encerramento do dia em preparação para a Santa Missa. No Crescer no Conhecimento, em salas moduladas montadas ao lado do ginásio, acontece pela manhã o Encontro do Setor Família da Diocese de Campina Grande, com Dom João Carlos Petrini, e à tarde, o Workshop sobre “Sexualidade e Afetividade na Juventude”, com Celuy Araújo. A partir das 18h, no salão de festas, uma das novidades do Crescer deste ano, será realizado o Crescer na Alegria, com apresentação de Luceana Ribeiro e participação de Lívian Farias.

 

A programação do Crescer, que neste ano tem como tema Fé na Família, prossegue na segunda-feira, 11, a partir das 8h. A entrada é gratuita, mas os participantes do encontro podem ajudar as ações sociais da Comunidade de São Pio X, como o Faça por Mim e Grupo AMO (Apoio às Mães Órfãs) doando alimentos não perecíveis ou fraldas descartáveis.

 

 

Assessoria de imprensa

Bispos da Paraíba e de outros Estados participam do 16º Crescer

 

 

Dom Petrini - bispo de Camaçari
Dom Petrini – bispo de Camaçari

As 15 edições anteriores do Crescer – O Encontro da Família Católica, o segundo evento a ser realizado em Campina Grande durante o período do Carnaval, atraíram milhares de famílias católicas e devido a sua grandiosidade, o encontro foi incluído nos calendários de eventos do município e do Estado. Neste ano, quando será realizada a 16ª edição do Crescer, o encontro confirma a sua abrangência estadual e regional, atraindo participantes de outras cidades paraibanas e de outros Estados do país, a exemplo do presidente da Comissão Episcopal para a Família e à Vida da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e bispo de Camaçari-BA, Dom João Carlos Petrini, que participa do encontro pela primeira vez.

 

Dom Eraldo - bispo de Patos
Dom Eraldo – bispo de Patos

Quem também já confirmou a presença foi o bispo de Caruaru-PE, Dom Bernardino Machió e o bispo eleito para a Diocese de Patos, Dom Eraldo Bispo da Silva, que celebrará a Santa Missa de encerramento da segunda-feira, 11, o segundo dia do Crescer. O bispo de Campina Grande, Dom Manoel Delson, e o arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto também estarão presentes ao Crescer, o maior encontro católico da Paraíba, que será realizado neste ano entre os dias 10 e 12 deste mês, domingo, segunda e terça-feira de Carnaval, das 8h às 18h, no Clube Campestre, tendo como tema “Fé na família”.

Entre os pregadores do 16º Crescer, estarão Vicente Machado, da RCC (Renovação Carismática Católica) de Goiânia-GO, Jorge Gomes, da Comunidade Católica Kairós de Taquaritinga do Norte-PE, Fellipe Felizardo, da RCC de João Pessoa e padre Carlinhos, da Paróquia Sagrada Família de Campina Grande, além de Romero Frazão e Gustavo Lucena, ambos da comunidade de São Pio X. A programação, que será dividida Crescer na Fé, Crescer com as Crianças, Crescer no Conhecimento, Crescer na Oração e Crescer na Alegria, ocupará vários espaços do Clube Campestre, além do ginásio onde acontecem as pregações e missas.

O acesso ao local é gratuito, mas os coordenadores pedem aos participantes que doem fraldas descartáveis ou alimentos não perecíveis, que serão destinados para as ações sociais promovidas pela comunidade São Pio X, a exemplos do Faça por mim e AMO (Apoio às Mães Órfãs).

Mais informações sobre o encontro podem ser obtidas no número: (83) 3341-7017, no site: http://www.piox.org.br, ou pelas redes sociais, através do Twitter: @comunidadepiox ou Facebook: www.facebook.com.br/comunidadepiox.

 

 

Assessoria para o Focando a Notícia

Definida programação da 16ª edição do Crescer – O Encontro da Família Católica

 

CrescerA programação do 16º Crescer – O Encontro da Família Católica, o maior encontro católico da Paraíba, que acontece entre os dias 10 e 12 de fevereiro, domingo, segunda e terça-feira de Carnaval, no ginásio do Clube Campestre, em Campina Grande, está definida. A programação, que será dividida Crescer na Fé, Crescer com as Crianças, Crescer no Conhecimento, Crescer na Oração e Crescer na Alegria, ocupará vários espaços do Clube Campestre, além do ginásio onde acontecem as pregações e missas.

Além de pregações, orações, apresentações musicais e workshops, nos três dias da sua realização o Crescer será encerrado com a celebração de uma Santa Missa. No domingo, 10, a celebração será presidida pelo arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto e concelebrada por diversos padres de paróquias que formam a Diocese de Campina Grande e que foram convidados para o encontro.

O tema do Crescer deste ano é “Fé na família” e também estão confirmadas as presenças de Dom João Carlos Petrini, presidente da Comissão Episcopal para a Família e à Vida da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e bispo de Camaçari-BA, Dom Manoel Delson, bispo diocesano de Campina Grande, e Dom Bernardino Machió, bispo de Caruaru-PE.

Confira abaixo a programação do 16º Crescer – O Encontro da Família Católica:

 

Domingo – 10 de fevereiro de 2013

 

CRESCER NA FÉ – Local: ginásio

8h – Recitação do Santo Terço

8h30 – Animação

9h10 – Pregação 1 – “A cura interior da família: os traumas do passado”

10h – Avisos

10h10 – Intervalo

10h40 – Animação

11h – Abertura oficial

11h30 – Preparação para a Procissão com o Santíssimo Sacramento

11h40 – Procissão com o Santíssimo Sacramento

12h10 – Bênção do Santíssimo Sacramento

12h20 – Avisos

12h30 – Intervalo

13h40 – Animação

14h30 – Pregação 2 – “A Igreja promotora de novas famílias para a sociedade”

15h20 – Avisos

15h30 – Intervalo

16h – Santa Missa

CRESCER NA ORAÇÃO – Local: salão de festas

9h às 11h30 – Recitação do Santo Rosário

14h às 16h – Orações diante do Santíssimo Sacramento

CRESCER COM AS CRIANÇAS – Local: pavilhão

8h30 – Acolhida das crianças

9h – Animação

9h40 – Momento de oração

10h10 – Intervalo

10h40 – Animação

11h10 – Apresentação teatral com cordéis

12h30 – Intervalo

14h10 – Animação

15h – Oração da tarde

15h30 – Encerramento do dia em preparação para a Santa Missa

CRESCER NO CONHECIMENTO – Local: sala modulada

9h às 10h30 – Encontro do Setor Família da Diocese de Campina Grande

14h às 16hs – Workshop 1 – Tema: “Sexualidade e afetividade na juventude”

CRESCER NA ALEGRIA – Local: salão de festas

18h – Luceana Ribeiro com participação de Lívian Farias

 

Segunda – 11 de fevereiro de 2013

 

CRESCER NA FÉ – Local: ginásio

8h – Recitação do Santo Terço

8h30 – Animação

9h – Pregação 3 com Adoração ao Santíssimo Sacramento – “A Igreja só será jovem quando o jovem for à Igreja” (João Paulo II)

10h10 – Bênção do Santíssimo Sacramento

10h20 – Avisos

10h30 – Intervalo

11h – Animação

11h10 – Pregação 4 – “Dizei uma só palavra e minha família será salva”

12h – Avisos

12h10 – Intervalo

14h – Animação

14h30 – Pregação 5 – “Eis aqui a minha família” (Mc 3, 35)

15h20 – Avisos

15h30 – Intervalo

16h10 – Santa Missa

CRESCER NA ORAÇÃO – Local: salão de festas

9h às 11h30 – Recitação do Santo Rosário

14h às 16hs – Orações diante do Santíssimo Sacramento

CRESCER COM AS CRIANÇAS – Local: pavilhão

8h50 – Acolhida das crianças

9h – Animação com oração da manhã

9h40 – Reflexão sobre a família

10h20 – Intervalo

11h – Animação

11h30 – Adoração ao Santíssimo Sacramento

12h – Intervalo

14h10 – Apresentação teatral

15h – Hora da Misericórdia

15h30 – Encerramento do dia em preparação para a Santa Missa

CRESCER NO CONHECIMENTO – Local: Sala modulada

9h às 12hs – 3º Encontro Católico com Usuários de Redes Sociais

14h às 16hs – 4º Encontro do Grupo AMO (Apoio às Mães Órfãs)

CRESCER NA ALEGRIA – Local: salão de festas

18h – Teto Elétrico com participação especial de Victor Gamboa

 

Terça – 12 de fevereiro de 2013

 

CRESCER NA FÉ – Local: ginásio

8h – Recitação do Santo Terço

8h30 – Animação

9h – Pregação 6 – “Senhor, livrai-nos do mal”

9h50 – Avisos

10h10 – Intervalo

10h50 – Animação

11h – Pregação 7 com a Procissão com o Santíssimo Sacramento – “Eu creio na família católica”

12h10 – Benção do Santíssimo Sacramento

12h20 – Avisos

12h30 – Intervalo

14h – Animação

14h50 – Pregação 8 – “Fé na família”

15h40 – Avisos

16h – Intervalo

16h30 – Santa Missa

17h50 – Consagração das famílias

18h – Encerramento oficial

CRESCER NA ORAÇÃO – Local: salão de festas

9h às 11h30 – Recitação do Santo Rosário

14h às 16hs – Orações diante do Santíssimo Sacramento

CRESCER COM AS CRIANÇAS – Local: pavilhão

8h50 – Acolhida das crianças

9h – Animação

9h10 – Celebração da Palavra

10h10 – Intervalo

11h – Animação

11h20 – Show de Talentos

12h30 – Intervalo

14h30 – Animação com oração da tarde

15h – Crescer na Alegria das Crianças

16h – Encerramento

CRESCER NO CONHECIMENTO – Local: Sala modulada

9h às 12hs – Workshop 3 – Tema: Como orar com a palavra de Deus?

14h às 16hs – Workshop 4 – Tema: Como fazer parte da Comunidade de São Pio X?

 

OBS.: Programação sujeita a alterações sem aviso prévio.

 

 

Assessoria de imprensa

Alimentos e fraldas arrecadados durante Crescer beneficiam famílias carentes

 

Doação_alimentos_CrescerO acesso ao Clube Campestre, local onde será realizado o 16º Crescer – O Encontro da Família Católica, o maior encontro católico da Paraíba, é gratuito, mas os organizadores do encontro pedem aos participantes que façam doações de alimentos não perecíveis ou fraldas descartáveis. As doações podem ser entregues em um posto de arrecadação montado na entrada do ginásio durante os três dias de realização do encontro, que acontece entre os dias 10 e 12 de fevereiro, domingo, segunda e terça-feira de Carnaval, em Campina Grande.

Os alimentos e fraldas doados pelos participantes do Crescer são distribuídos com famílias carentes, assistidas pelas ações sociais promovidas pela comunidade São Pio X, a exemplos do “Faça por mim” e AMO (Apoio às Mães Órfãs). Somente de alimentos, na edição do encontro do ano passado, foram arrecadados aproximadamente 1,1 mil quilos de alimentos não perecíveis. Os alimentos e fraldas arrecadados durante as edições anteriores do Crescer têm sido muito importantes para a manutenção destes projetos, explicou o coordenador geral do encontro, Gustavo Lucena.

O “Faça por mim” funciona há oito anos, distribuindo mensalmente cestas básicas e realizando encontros de capacitação e motivacionais, que são acompanhados por assistentes sociais voluntárias da Comunidade de São Pio X. Com o slogan “O cuidado de Deus com o seu Povo”, a ação social “Faça por Mim” promove iniciativas de assistência social objetivando cuidar do povo de Deus. Cadastrado no Conselho Municipal de Assistência Social, o “Faça por Mim” tem sua prestação de contas e de atividades assistenciais anualmente apresentadas e aprovadas pelo conselho.

 

O Grupo AMO, que realizou o primeiro encontro durante o Crescer no ano de 2010, coordenado pela missionária da Comunidade São Pio X, Valentina Izabel, para reunir mães que perderam filhos. O grupo realiza reuniões quinzenais e atividades como o Dia da Acolhida, momentos de partilha e de comunhão com a vida das outras mães, e o Dia da Esperança, que é uma ação planejada de assistência e acolhida às crianças menos favorecidas, doando brinquedos, fraldas descartáveis e enxovais para recém-nascidos no Isea (Instituto de Saúde Elpídio de Almeida).

 

O tema do Crescer deste ano é “Fé na família” e está relacionado ao Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI e que teve início em 11 de outubro do ano passado. O encontro terá também as presenças do arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto, que celebrará a Santa Missa do domingo, Dom João Carlos Petrini, presidente da Comissão

Episcopal para a Família e à Vida da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e bispo de Camaçari-BA, Dom Manoel Delson, bispo diocesano de Campina Grande, e Dom Bernardino Machió, bispo de Caruaru-PE.

 

Entre os pregadores, confirmaram presenças Vicente Machado, da RCC (Renovação Carismática Católica) de Goiânia-GO, Jorge Gomes, da Comunidade Católica Kairós de Taquaritinga do Norte-PE, Fellipe Felizardo, da RCC de João Pessoa e padre Carlinhos, da Paróquia Sagrada Família de Campina Grande, além de Romero Frazão e Gustavo Lucena, ambos da comunidade São Pio X, que organiza o encontro.

 

 

 

Assessoria de imprensa para o Focando a Notícia

16º Crescer será baseado nos valores da família: Vida, Exemplo, Fidelidade e Casamento

 

CrescerOs valores da família, como a Vida, Exemplo, Fidelidade e Casamento serão ressaltados durante a programação do 16º Crescer – O Encontro da Família Católica deste ano, que acontece entre os dias 10 e 12 de fevereiro, domingo, segunda e terça-feira de Carnaval, no ginásio do Clube Campestre, em Campina Grande. O tema do Crescer deste ano, “Fé na família”, está relacionado ao Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI e que teve início em 11 de outubro do ano passado, e a temática principal do evento, que é a família. “É preciso acreditar na família”, afirma o coordenador geral do encontro que é promovido pela comunidade São Pio X, Gustavo Lucena.

 

O Crescer, que tem como lema uma frase retirada do Evangelho segundo São Lucas (2,22): “concluídos os dias da sua purificação, segundo a lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para apresentá-lo ao Senhor”, tem como objetivo destacar o papel catequético da família como instrumento para despertar a comunhão eclesial, a prática religiosa e o conhecimento da fé. O 16º Crescer terá as presenças do bispo diocesano de Campina Grande, Dom Manuel Delson, e do presidente da Comissão Episcopal para a Família e à Vida da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e bispo de Camaçari-BA, Dom João Carlos Petrini, que farão a abertura oficial do encontro, além do bispo de Caruaru-PE, Dom Bernardino Machió, e do arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto.

 

Além dos bispos, que celebrarão as Santas Missas ao final de cada dia de realização do Crescer, que é o maior encontro católico da Paraíba, farão pregações no encontro Vicente Machado, da RCC (Renovação Carismática Católica) de Goiânia-GO, Jorge Gomes, da Comunidade Católica Kairós de Taquaritinga do Norte-PE, Fellipe Felizardo, da RCC de João Pessoa e padre Carlinhos, da Paróquia Sagrada Família de Campina Grande, além de Romero Frazão e Gustavo Lucena, ambos da comunidade São Pio X.

 

O acesso ao local é gratuito, mas os coordenadores pedem aos participantes que doem fraldas descartáveis ou alimentos não perecíveis, que serão destinados para as ações sociais promovidas pela comunidade São Pio X, a exemplos do Faça por mim e AMO (Apoio às Mães Órfãs).

 

 

 

Assessoria de imprensa

“Fé na família” será o tema do Crescer – O Encontro da Família Católica deste ano

“Fé na família” será o tema do Crescer – O Encontro da Família Católica deste ano, que acontece entre os dias 10 e 12 de fevereiro, no ginásio do Clube Campestre, em Campina Grande. A escolha do tema do encontro, que chega a sua 16ª edição, busca criar a relação do Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI e que teve início em 11 de outubro do ano passado. O tema, de acordo com explicações do coordenador geral do Crescer, Gustavo Lucena, foi retirado do Evangelho segundo São Lucas (2,22): “concluídos os dias da sua purificação, segundo a lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para apresentá-lo ao Senhor”.

Com este fundamento, acrescenta Gustavo Lucena, “queremos destacar o papel catequético e extremamente importante da família, e ainda mais como instrumento para despertar a comunhão eclesial, a prática religiosa e o conhecimento da fé”. O 16º Crescer terá as presenças do bispo diocesano de Campina Grande, Dom Manuel Delson, do presidente da Comissão Episcopal para a Família e à Vida da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e bispo de Camaçari-BA, Dom João Carlos Petrini, do bispo de Caruaru-PE, Dom Bernardino Machió, e do arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto.

Além dos bispos, que celebrarão as Santas Missas ao final de cada dia de realização do Crescer, farão pregações no encontro Vicente Machado, da RCC (Renovação Carismática Católica) de Goiânia-GO, Jorge Gomes, da Comunidade Católica Kairós de Taquaritinga do Norte-PE, Fellipe Felizardo, da RCC de João Pessoa e padre Carlinhos, da Paróquia Sagrada Família de Campina Grande, além de Romero Frazão e Gustavo Lucena, ambos da comunidade São Pio X.

O acesso ao local é gratuito, mas os coordenadores pedem aos participantes que doem fraldas descartáveis ou alimentos não perecíveis, que serão destinados para as ações sociais promovidas pela comunidade São Pio X, a exemplos do Faça por mim e AMO (Apoio às Mães Órfãs).

Mais informações sobre o encontro podem ser obtidas no número: (83) 3341-7017 ou pelas redes sociais, através do Twitter: @comunidadepiox ou Facebook: www.facebook.com.br/comunidadepiox.

Assessora de imprensa para o Focando a Notícia

16ª edição do Crescer será realizada entre os dias 10 e 12 de fevereiro

O Crescer – O Encontro da Família Católica, o maior encontro católico da Paraíba, será realizado neste ano entre os dias 10 e 12 de fevereiro, das 8h às 18h, no ginásio do Clube Campestre, em Campina Grande, tendo como tema “Fé na família”. No encontro, que chega a sua 16ª edição, já estão confirmadas as presenças do bispo diocesano de Campina Grande, Dom Manuel Delson, do presidente da Comissão Episcopal para a Família e à Vida da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e bispo de Camaçari-BA, Dom João Carlos Petrini, do bispo de Caruaru-PE, Dom Bernardino Machió, e do arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto.

Entre os pregadores do 16º Crescer, estarão Vicente Machado, da RCC (Renovação Carismática Católica) de Goiânia-GO, Jorge Gomes, da Comunidade Católica Kairós de Taquaritinga do Norte-PE, Fellipe Felizardo, da RCC de João Pessoa e padre Carlinhos, da Paróquia Sagrada Família de Campina Grande, além de Romero Frazão e Gustavo Lucena, ambos da comunidade São Pio X. O Crescer, segundo evento a ser realizado na cidade durante o período do Carnaval, tem atraído milhares de famílias católicas e devido a sua grandiosidade, foi incluído nos calendários de eventos do município e do Estado.[bb]

Além da programação no ginásio, onde acontecem as pregações, adoração, bênção e procissão do Santíssimo Sacramento, momentos de oração e louvor, missas e apresentações musicais, o maior encontro católico da Paraíba promove atividades paralelas em outros espaços do Clube Campestre. O acesso ao local é gratuito, mas os coordenadores pedem aos participantes que doem fraldas descartáveis ou alimentos não perecíveis, que serão destinados para as ações sociais promovidas pela comunidade São Pio X, a exemplos do Faça por mim e AMO (Apoio às Mães Órfãs).

Mais informações sobre o encontro podem ser obtidas no número: (83) 3341-7017 ou pelas redes sociais, através do Twitter: @comunidadepiox ou Facebook: www.facebook.com.br/comunidadepiox.

Assessoria de Imprensa para o Focando a Notícia

Número de homicídios de mulheres continua a crescer

 

Neste mês de agosto foi divulgada a atualização do Mapa da Violência 2012, com informações sobre homicídios de mulheres no Brasil. O documento, de autoria de Julio Jacobo Waiselfisz com o apoio do Centro Brasileiro de Estudos Latino-americanos (Cebela) e da Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (Flacso), foi produzido para somar esforços no enfrentamento à violência contra a mulher.

“O Mapa é um grito de alerta para as autoridades brasileiras. É uma forma de mostrar que o problema é mais grave do que o que se imaginava”, aponta o autor do documento.

O Mapa da Violência atualizado incorporou dados de homicídios e de atendimentos via Sistema Único de Saúde (SUS), que no relatório anterior eram preliminares. O documento oferece informações de 1980 a 2010 sobre casos de assassinatos de mulheres, detalha a faixa etária das vítimas, os locais onde os crimes acontecem, os principais tipos de armas usadas e os estados brasileiros com as taxas mais elevadas de homicídios de mulheres.

Entre os dados mais relevantes, Jacobo destaca o crescimento dos assassinatos de mulheres após 2010. “Mecanismos como a Lei Maria da Penha ainda não estão dando o resultado pretendido. Os esforços ainda são insuficientes para estagnar a espiral de violência contra a mulher”, denuncia o autor do Mapa da Violência, apelando para que se redobrem os trabalhos e esforços.

A gravidade deste problema está marcada também no contexto internacional. Em uma lista com 84 países, o Brasil está em 7º lugar nas taxas de homicídio feminino (4,4 em 100 mil mulheres) e perde apenas para El Salvador (10,3), Trinidad e Tobago (7,9), Guatemala (7,9), Rússia (7,1), Colômbia (6,2) e Belize (4,6).

“Há uma falta de consciência com relação ao problema e existe ainda a tolerância institucional que torna a vítima culpada. Existem mecanismos que justificam os crimes contra as mulheres, como por exemplo, dizer que algumas mulheres se vestem como vadias e por isso acabam sendo estupradas. É como se uma dose de violência contra a mulher fosse aceitável e até necessário”, critica o autor do Mapa.

Mapa da Violência em números

A partir de dados do Sistema de Informações de Mortalidade, da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde – fonte básica para a elaboração do Mapa – registrou-se o assassinato de 92.100 mulheres no Brasil entre 1980 e 2010, 43,7 mil apenas na última década. O número de mortes em 1980 passou de 1.353 para 4.465 em 2010, cifras que representam aumento de 230%.

O Mapa mostra que as maiores taxas de vitimização de mulheres está no intervalo entre 15 e 29 anos, com ascendência para a faixa de 20 a 29, que é o que mais cresceu na década analisada. Já no grupo acima dos 30, a tendência foi de queda.

Estas mulheres continuam sendo vitimadas em sua residência (41%) e o principal instrumento utilizado são armas de fogo. Eles também são mortas com meios que exigem contato direto, como a utilização de objetos cortantes, penetrantes, contundentes e sufocação, deixando clara maior incidência de violência passional.

Os pais são identificados como agressores quase exclusivamente até os 9 anos das meninas e na faixa dos 10 aos 14, como principais responsáveis pelas agressões. A partir dos 10 anos, se sobressai a figura paterna como responsável pela agressão. Já com o passar dos anos, este papel vai sendo substituído pelo parceiro, namorado ou os respectivos ex, que predominam a partir dos 20 anos da mulher até os 59. A partir dos 60, os filhos são os responsáveis pela violência contra a mulher.

No Brasil, o Espírito Santo está no topo da lista de homicídios femininos. Sua taxa de 9,6 homicídios em cada 100 mil mulheres, mais que duplica a média nacional e quase quadruplica a taxa de Piauí, estado com o menor índice do país.

Vejo o Mapa da Violência na íntegra neste link.

Fonte: Adital

Atualização do Mapa da Violência revela que número de homicídios de mulheres continua a crescer

Neste mês de agosto foi divulgada a atualização do Mapa da Violência 2012, com informações sobre homicídios de mulheres no Brasil. O documento, de autoria de Julio Jacobo Waiselfisz com o apoio do Centro Brasileiro de Estudos Latino-americanos (Cebela) e da Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (Flacso), foi produzido para somar esforços no enfrentamento à violência contra a mulher.

“O Mapa é um grito de alerta para as autoridades brasileiras É uma forma de mostrar que o problema é mais grave do que o que se imaginava. O Mapa da Violência atua como um termômetro e o que se vê é que a febre está muito alta e não sabemos qual a enfermidade”, aponta o autor do documento.

O Mapa da Violência atualizado incorporou dados de homicídios e de atendimentos via Sistema Único de Saúde (SUS), que no relatório anterior eram preliminares. O documento oferece informações de 1980 a 2010 sobre casos de assassinatos de mulheres, detalha a faixa etária das principais vítimas, os locais onde os crimes costumeiramente acontecem, os principais tipos de armas usadas e os estados brasileiros com as taxas mais elevadas de homicídios de mulheres.

Entre os dados mais relevantes descobertos após a atualização, Jacobo destaca o crescimento dos assassinatos de mulheres após 2010. “O Mapa preliminar mostrava que os homicídios femininos haviam estagnado, mas na verdade eles continuaram a crescer. E na atualidade esse aumento ainda segue. Mecanismos como a Lei Maria da Penha ainda não estão dando o resultado pretendido. Os esforços ainda são insuficientes para estagnar a espiral de violência contra a mulher”, denuncia o autor do Mapa da Violência, apelando para que se redobrem os trabalhos e esforços.

A gravidade deste problema está marcada também no contexto internacional. Em uma lista com 84 países, o Brasil está em 7º lugar nas taxas de homicídio feminino (4,4 em 100 mil mulheres) e perde apenas para El Salvador (10,3), Trinidad e Tobago (7,9), Guatemala (7,9), Rússia (7,1), Colômbia (6,2) e Belize (4,6).

“Há uma falta de consciência com relação ao problema e existe ainda a tolerância institucional que torna a vítima culpada. Existem mecanismos que justificam os crimes contra as mulheres, como por exemplo, dizer que algumas mulheres se vestem como vadias e por isso acabam sendo estupradas. É como se uma dose de violência contra a mulher fosse aceitável e até necessário”, critica o autor do Mapa, denunciando também que as instituições que deveriam proteger as mulheres não estão cumprindo seu papel.

Mapa da Violência em números

A partir de dados do Sistema de Informações de Mortalidade, da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde – fonte básica para a elaboração do Mapa – registrou-se o assassinato de 92.100 mulheres no Brasil entre 1980 e 2010, 43,7 mil apenas na última década. O número de mortes em 1980 passou de 1.353 para 4.465 em 2010, cifras que representam aumento de 230%.

O Mapa mostra que as maiores taxas de vitimização de mulheres está no intervalo entre 15 e 29 anos, com ascendência para a faixa de 20 a 29, que é o que mais cresceu na década analisada. Já no grupo acima dos 30, a tendência foi de queda.

Estas mulheres continuam sendo vitimadas em sua residência (41%) e o principal instrumento utilizado são armas de fogo. Eles também são mortas com meios que exigem contato direto, como a utilização de objetos cortantes, penetrantes, contundentes e sufocação, deixando clara maior incidência de violência passional.

Os pais são identificados como agressores quase exclusivamente até os 9 anos das meninas e na faixa dos 10 aos 14, como principais responsáveis pelas agressões. A partir dos 10 anos, se sobressai a figura paterna como responsável pela agressão. Já com o passar dos anos, este papel vai sendo substituído pelo parceiro, namorado ou os respectivos ex, que predominam a partir dos 20 anos da mulher até os 59. A partir dos 60, os filhos são os responsáveis pela violência contra a mulher.

No Brasil, o Espírito Santo está no topo da lista de homicídios femininos. Sua taxa de 9,6 homicídios em cada 100 mil mulheres, mais que duplica a média nacional e quase quadruplica a taxa de Piauí, estado com o menor índice do país.

Vejo o Mapa da Violência na íntegra:http://www.sedh.gov.br/.arquivos/Mapa%20da%20Violencia%20-%20Mulheres.pdf

Adital

Bolsa Família erradica miséria e ajuda Brasil a crescer, diz ministra

Um em cada quatro brasileiros já é beneficiário do Bolsa Família, mesmo com os recursos do programa consumindo apenas 0,46% do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, cada R$ 1 destinado ao programa retorna à economia como R$ 1,44. “Mais do que um gasto, é um grande investimento que nós estamos fazendo, não só para tirar a população da pobreza, mas para o país continuar a crescer”, afirmou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à fome, Tereza Campelo, na quarta (8).

Um em cada quatro brasileiros já é beneficiário do Bolsa Família, mesmo com os recursos do programa consumindo apenas 0,46% do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, cada R$ 1 destinado ao programa retorna à economia como R$ 1,44. “Mais do que um gasto, é um grande investimento que nós estamos fazendo, não só para tirar a população da pobreza, mas para o país continuar a crescer”, afirmou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à fome, Tereza Campelo, nesta quarta (8), durante a apresentação à sociedade dos resultados do primeiro ano do Plano Brasil Sem Miséria.

Ao lado do ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, Tereza Campelo defendeu as ações do governo Dilma perante os 150 representantes de sociais urbanos e do campo, ONGs, conselhos, centrais sindicais, confederações patronais e comunidades religiosas que participam do evento, no Palácio do Planalto. “Mais do que uma avaliação do programa, isso é uma prestação de contas. Achamos que já fizemos muito, mas queremos fazer mais. E acreditamos que a melhor forma de fazê-lo é ouvindo as sugestões da sociedade”, disse.

Lançado em junho de 2011, o Brasil Sem Miséria tem a meta de retirar da extrema pobreza, até 2014, 16,2 milhões de famílias brasileiras que, conforme o censo do IBGE, vivem com renda mensal inferior à R$ 70. Até agora, já incluiu nos cadastros oficiais do Bolsa Família 687 mil, atingindo o número de 13,5 milhões de famílias atendidas. Conseguiu aumentar os recursos destinados ao programa em 40%. Antes, somavam 0,38% do PIB. Agora, são 0,46%. Ampliou o benefício médio de R$ 96 para R$ 134.

Criou uma série de ações com focos nas crianças, como o Brasil Carinhoso, que reduziu a miséria na faixa etária de 0 a 6 anos em 62%. Ofereceu mais de mil atendimentos no meio rural, em especial assistência técnica para 170 mil famílias, energia elétrica para outras 114 mil e cisternas para 111 mil. Nas cidades, criou 256 mil vagas de qualificação profissional, que atenderam 123 mil inscritos. Repassou recursos para a construção de 2.077 novas unidades de saúde e triplicou o número de escolas em áreas de extrema pobreza.

Em entrevista coletiva, após a abertura do evento, a ministra falou sobre as conquistas e novos desafios do programa. Confira:

– Qual a importância deste diálogo com a sociedade para o futuro do Brasil Sem Miséria?

Há um ano, nós discutimos neste fórum o lançamento do Brasil sem Miséria e, agora, estamos voltando para prestar contas não só dos resultados, como para ouvir sugestões de como aprimorá-lo daqui pra frente. Esse diálogo é importante, primeiro, porque é com transparência, controle popular e participação da sociedade civil que a gente consegue construir uma síntese muito melhor de como o setor público deve avançar. Segundo, que uma parte muito importante do público aqui representa beneficiários do Brasil Sem Miséria. Nós estamos ouvindo, portanto, as pessoas pobres deste país e queremos saber delas como podemos melhorar.

– O que se pode destacar deste primeiro balanço? A busca ativa é uma estratégia de destaque?

A busca ativa mostrou que a nossa proposta do estado ir atrás da população estava correta. Estamos chegando na população extremamente pobre, levando o Bolsa Família e, junto com ele, os outros serviços. São 687 mil famílias que são pobres, estavam fora e já estão recebendo o benefício. E agora estamos chegando também com o Brasil Sorridente, o Mais Educação e os outros serviços.

– Então, a busca ativa é a principal ação deste primeiro ano de programa?

A busca ativa é uma grande novidade, mas a nossa ação de qualificação profissional e de assistência técnica para a população rural é muito importante e está mostrando resultados. Infelizmente, a seca não vai nos deixar mostrar o que já conseguimos fazer no campo brasileiro, porque atingiu todo mundo, o grande, o médio e o pequeno. Se não fosse isso, os resultados seriam muito bons em termos de aumento da produção. É por isso que eu acho que esta é uma meta que tem que ser muito destacada.

Nós já estamos com quase 200 mil pessoas inscritas em cursos de qualificação. Todas as nossas ações estão na rua. E há algumas ações de serviço público que também valem a pena serem destacada, como o Mais Educação. Nós triplicamos as escolas em regiões de população extremamente pobre, levando escolas de turno integral para aquelas crianças que mais precisam. Isso merece um destaque bem grande.

– E onde estão essas famílias extremamente pobres, do ponto de vista geográfico?

A maioria das famílias que localizamos [algo em torno de 75%] está em centros urbanos, cerca de 30% delas em cidades acima de 100 mil habitantes, mas também localizamos famílias pobres em florestas nacionais, no nordeste, áreas ribeirinhas, rurais, quilombolas, extrativistas. Conseguimos checar num leque muito grande da população. Mas a grande maioria são trabalhadores pobres em centros urbanos.

– As metas do programa já estão praticamente todas elas cumpridas. Quais os desafios, agora?

Nossas metas, nós conseguimos cumprir todas. Mas os desafios continuam, por exemplo, com o Pronatec, que eu acho que é o maior. O programa visa levar qualificação profissional para uma população que já trabalha, mas que se receber uma qualificação profissional vai conseguir se inserir melhor. Gente que faz bico, que tem um trabalho vulnerável. O Brasil está cheio de oportunidades, cheio de empregos. E essa população que quer trabalhar melhor, com um salário melhor, não consegue porque não teve a oportunidade de fazer um curso, não recebeu um apoio. Nós queremos chegar até essa população.

– E o impacto do programa no PIB continua pequeno?

O Bolsa Família atinge 25% da população brasileira. Um em cada quatro brasileiros recebe o benefício, que representa 0,46% do PIB. A outra informação que, junto com essa, eu acho muito interessante, é que cada R$ 1 que a gente gasta no Bolsa Família, volta como R$ 1,44 para a economia. Ou seja, acaba sendo um investimento, porque você repassa o recurso à família, essa família gasta em alimentação, em material escolar, em remédio e esse dinheiro volta, se multiplica, gera emprego e gera dinâmica, principalmente, nas pequenas cidades do Brasil. Portanto, mais do que um gasto, é um grande investimento que nós estamos fazendo não só para tirar a população da pobreza, mas para o país continuar a crescer.

– Apesar de todo o investimento no programa, nenhuma das creches prometidas pela presidenta Dilma saiu do papel até agora. Por quê?

Uma coisa é a construção de creches. E construir uma creche, ainda mais no padrão que estamos querendo, não se faz da noite para o dia. Os recursos estão à disposição, mas os municípios têm que apresentar projetos, licitar… existe todo um processo para a construção. E isso demora. Mas no Brasil Carinhoso, que compreende as creches que já vinham sendo construídas, nós mudamos a estratégia. Nós queremos que as vagas sejam ofertadas agora. E já está no site do MDS [ Minsitério do Desenvolvimento Social] e do MEC [Ministério da Educação] a forma de fazer isso. E qual é a forma? Se o prefeito quiser alugar um novo prédio, se quiser ampliar as vagas com novos turnos, ou se uma entidade conveniada quiser alugar um novo prédio, ela pode alugar imediatamente e ofertar essas novas vagas. Nós vamos antecipar os recursos, custeando a manutenção dessas vagas abertas. Não é preciso esperar a construção das novas creches. Os prefeitos podem ampliar essas vagas. E se as novas vagas forem ocupadas por crianças do Bolsa Família, o governo irá pagar 50% a mais. Isso já pode acontecer esse mês. Nós já temos autorização para repassar os recursos para os municípios e para as entidades conveniadas.

– Quanto a paste tem de recursos disponíveis para essas ações?

Nós fizemos uma estimativa de R$ 250 milhões para este ano. Mas não temos limite. Se conseguirmos mais vagas, teremos mais dinheiro. Essa é a autorização que foi dada pela presidenta. Ela quer garantir que as crianças, em especial as crianças de 0 a 3 anos, possam ter vagas em escolas do Brasil, para ter acesso ao estímulo, à alimentação, para estarem melhor cuidadas, para que suas mães possam trabalhar. E isso é que vai garantir que, de fato, o Brasil saia da miséria de forma estrutural.

Fotos: A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, e o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, durante o evento Diálogos governo-sociedade civil: Brasil Sem Miséria. (Marcello Casal Jr./ABr)

Najla Passos/Carta Maior