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FPM deve crescer 5% em 2018 e municípios paraibanos terão R$ 2,4 bilhões

As dificuldades financeiras enfrentadas pelos municípios paraibanos durante este ano com as quedas de repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) devem permanecer ainda durante 2018. É que um estudo realizado pelo Observatório de Informações Municipais prevê um crescimento de apenas 5% nos repasses do próximo ano. Com base nos cálculos, os 223 municípios paraibanos receberão R$ 2.483.669.623.

Como a base de cálculo é feita pela estimativa populacional de cada município, o maior repasse ficará com João Pessoa, com R$ 271.207.095, seguida de Campina Grande, com R$ 75.071.386; Santa Rita com R$ 40.669.176; Patos com R$ 36.150.379; Bayeux com um repasse anual de R$ 33.890.980 e Cabedelo com o valor de R$ 27.112.784.

Já prevendo as dificuldades financeiras para o próximo ano, os prefeitos paraibanos se reúnem nesta quarta-feira (18) com a bancada federal paraibana. Na pauta, a liberação de recursos para os municípios e também a defesa de quatro pontos junto ao Governo Federal. O primeiro é a edição de Medida Provisória para o repasse e R$ 4 bilhões até o final do ano às prefeituras do país, por meio do FPM.

O movimento também se une pela derrubada do veto ao Encontro de Contas que vai permitir que os gestores saibam o valor real de suas dívidas. Aprovada pelo Congresso Nacional dentro do Projeto de Lei de Conversão que tratava do parcelamento da dívida previdenciária dos Municípios com a União, a medida foi vetada pela presidência da República no início de outubro.

Além disso, os prefeitos também vão em busca da atualização dos programas federais, em que os municípios assumem responsabilidades acima de sua competência. Outros pontos também são de interesse dos gestores como projetos em tramitação na Câmara dos Deputados que tratam sobre precatórios, desburocratização da prestação de contas municipais, prorrogação do prazo para disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos sólidos, legitimação para propor Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) e Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) e Consórcios Cauc.

André Gomes  do Correio da Paraíba

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Com crise, parcela do 13° salário destinada a pagar dívidas tende a crescer

salarioTerminou na terça-feira (20) o prazo para que as empresas paguem aos trabalhadores a segunda parcela do 13º salário. A estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) é que o pagamento integral do salário extra tem potencial para injetar R$ 197 bilhões na economia este ano. Com a crise econômica, no entanto, a parcela desse montante destinada ao consumo tende a ser menor que em anos anteriores, avaliam especialistas.

“Tradicionalmente, sim, pelo menos uma parte [deve ser destinada ao consumo]. Tradicionalmente, também, grande parte tende a ser para quitar dívida. [A renda extra] sempre é um estímulo para o comércio, mas não tão grande assim. E este ano deve ser inferior aos outros anos”, acredita o economista Júlio Miragaya, presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon).

Miragaya afirmou que quitar os pagamentos em atraso é a opção mais acertada. “Consumir com débito no banco não tem jeito”, comenta. O economista Gilberto Braga, do Ibmec-RJ lembra, ainda, que quanto mais o consumidor demorar a pagar a dívida, maiores serão os juros.

“A prioridade é botar a vida financeira em dia, até porque as pessoas que estão endividadas estão pagando juros, mais caros do que qualquer aplicação do dinheiro do 13° possa render. Eu imagino que essa vai ser a opção da maioria das pessoas, mas existe uma parte que coloca a vida em dia de maneira que possa fazer novos endividamentos”, disse.

O economista ressaltou que o Natal é uma época de consumo “emocional” e que, por isso, os recursos do 13° devem também dar fôlego à atividade econômica. “As pessoas têm necessidade de fazer ceia, presentear familiares. Não é da índole do trabalhador não festejar”, afirma.

Agência Brasil

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Déficit previdenciário dos estados pode crescer 57% até 2020

dinheiroOs estados pediram ao governo federal para serem incluídos na reforma da Previdência, a fim de desarmar uma bomba que pode explodir em quatro anos. Sem mudança nas regras para servidores públicos, o déficit dos regimes próprios estaduais, que alcançou R$ 64,266 bilhões no ano passado, chegará a R$ 101,144 bilhões em 2020 — um aumento de 57,4% no período, de acordo com cálculos de um estudo contratado por um grupo de governadores, que inclui Rio e São Paulo. A cifra indica quanto os estados terão que aportar a mais para pagar aposentados e pensionistas, já descontadas as receitas com contribuições.

Diante do problema, governadores reunidos em Brasília na semana passada concluíram que a reforma da Previdência é crucial para vencer a crise fiscal que abate os estados e decidiram defender conjuntamente medidas para reduzir o peso das despesas com benefícios. Além do aumento da contribuição, eles querem que a União acabe com os regimes especiais de policiais militares e bombeiros — que representam quase um quarto do gasto com servidores estaduais inativos. De um custo total de R$ 127,6 bilhões em 2015, a categoria respondeu por R$ 28,8 bilhões. A previsão é chegar a R$ 32,2 bilhões neste ano.

O levantamento sobre a projeção de déficit dos regimes próprios de Previdência dos estados foi feito pelo consultor da comissão de Orçamento da Câmara dos Deputados, Leonardo Rolim. Segundo o estudo, o déficit dos regime próprios de previdências estaduais — que consumiu 11,7% das receitas correntes líquidas dos estados em 2015, chegará a 17% em 2020, se nada for feito. Rolim está assessorando um grupo de governadores, como Rio, São Paulo, Santa Catarina, Distrito Federal, que estão à frente da mobilização e que conta inclusive com o apoio de Minas Gerais e do Piauí, comandados pelo PT.

EXPECTATIVA DE MUDAR REGRA PARA PROFESSORES

Eles querem que as mudanças venham de cima para baixo, na Constituição ou em lei federal, e não em negociações com as assembleias legislativas. A elevação gradual das alíquotas de contribuição dos servidores de 11% para 14%, inclusive para a União, poderá ser feita via projeto de lei, com aplicação automática nos estados.

No caso do fim dos regimes especiais para policiais e bombeiros, basta o governo federal fixar na Proposta de Emenda Constitucional (PEC), a ser enviada ao Congresso, idade mínima para a aposentadoria, que exige atualmente apenas tempo de contribuição. O tema é de competência dos estados, que afirmam não ter força política suficiente para mudar as regras nas assembleias.

Os governadores também têm expectativa de que a PEC vá alterar as regras para os professores, que podem se aposentar na frente dos demais. Segurança e educação são duas rubricas que exercem forte pressão nas contas de estados e municípios. Eles querem que o governo federal dê foco à previdência dos servidores públicos e não apenas ao regime geral (INSS).

O assunto será levado ao presidente Michel Temer pelos 27 governadores, assim que ele retornar da viagem à Índia e ao Japão, na próxima sexta-feira. Também vão participar da reunião os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O governador licenciado do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), é um dos coordenadores do movimento.

— Os 27 entes da federação querem a reforma da Previdência. Fazer parte da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) dá segurança jurídica — disse ao GLOBO o governador Pezão, acrescentando que, além das barreiras na Justiça ao aumento de contribuição de servidores, há resistências nas assembleias para mexer com as aposentadorias especiais.

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), justificou o interesse do grupo:

— Todos os estados, sem exceção, têm uma previdência deficitária. Por isso, os governadores estão se unindo para ganhar reforço e angariar apoio do Congresso Nacional. Isso vai facilitar para todos.

Segundo Pezão, o aumento da contribuição previdenciária dará um alívio de caixa mais imediato, de cerca de R$ 500 milhões por ano, no caso do Rio. O fim dos regimes especiais, explicou, vai levar algum tempo para surtir efeito, porque é preciso uma fase de transição em função de direitos adquiridos. Ele destacou, entretanto, que esta medida é fundamental para o Estado, pois 66% das despesas com Previdência são com aposentadorias especiais.

— Para cada cem policiais da ativa, há 600 aposentados. Muitos se aposentam aos 49 anos, recebendo salários acima de R$ 20 mil. Se a economia não crescer, esse sistema não fica de pé — disse Pezão, que defende um maior tempo desses profissionais na ativa.

O governador destacou ainda que o estado vem fazendo cortes, inclusive com possibilidade de demissão de servidores ativos, sacrificando áreas essenciais como saúde e educação. Para ele, chegou a hora de os inativos darem a sua contribuição.

Segundo o estudo, o Rio teve uma despesa total com inativos de R$ 13,769 bilhões no ano passado, sendo que R$ 3,186 bilhões foram destinados ao pagamento de benefícios a policiais e bombeiros. A projeção de gasto com a categoria neste ano é de R$ 4,113 bilhões de um dispêndio total de R$ 18 bilhões. Em São Paulo, o gasto com policiais aposentados foi de R$ 7,381 bilhões de um valor total de R$ 28 bilhões. Em Minas Gerais, a categoria respondeu por R$ 5,799 bilhões de um dispêndio total de R$ 17,457 bilhões.

O déficit previdenciário do Rio, que foi de R$ 6,357 bilhões em 2015 (o que comprometeu 12,41% das receitas correntes liquidas), está estimado em R$ 8,713 bilhões neste ano, saltando para R$ 10,632 bilhões em 2020. No Rio Grande do Sul, que registrou déficit de R$ 7,595 bihões no ano passado, o rombo do regime de Previdência correspondeu a 25,2% das receitas líquidas do estado.

No conjunto dos estados e Distrito Federal, há 1,442 milhão de servidores aposentados e outros 490.215 pensionistas para um total de 2,678 milhões de trabalhadores ativos. A proporção entre ativos e inativos, que está em 1,4, vai cair ainda mais, disse o autor do estudo. Ele lembrou que a criação de fundos de previdência complementar para os novos, medida que já vem sendo adotada, é importante, mas só terá efeito no caixas estaduais daqui a mais de duas décadas. Neste caso, o valor do benefício é limitado ao teto do INSS e o restante é complementado em regime de capitalização.

— O problema são os servidores mais antigos. É preciso resolver esse passivo — destacou Rolim, que defende o funcionamento efetivo dos fundos previdenciários, com aporte de recursos adicionais, como por exemplo, da securitização de débitos inscritos na dívida ativa, projeto que está em tramitação no Congresso.

Segundo uma fonte do governo que está participando das discussões da reforma, a proposta que está nas mãos do presidente prevê a convergência de regras para todos os regimes e, por isso, o impacto das mudanças será maior para os estados do que para a União.

— Como se propõe a convergência de regras, os ganhos fiscais da reforma para os estados devem ser mais substanciais que na União, em função do peso de segurança e educação — disse um auxiliar do presidente.

Entre as mudanças sugeridas estão a fixação de idade mínima de 65 anos para todos os trabalhadores que requererem aposentadoria, extinção gradual das diferenças de regras entre homens e mulheres e professores, alteração na pensão (redução do valor e fim do beneficio vitalício), proibição de acúmulo de aposentadoria e pensão, entre outros. O alcance da reforma, no entanto, ainda será definido por Temer, depois de conversar com as partes envolvidas.

‘NÃO CABE MAIS NA FOLHA DOS ESTADOS’

Por isso, a iniciativa dos governadores faz toda diferença, avalia o economista Raul Velloso, especialista em contas públicas, que também está assessorando os governadores:

— Ao incluir os governadores na reforma, você mata vários coelhos de uma cajadada só.

Para o pesquisador do Instituto Ibre da Fundação Getulio Vargas (FGV) José Roberto Afonso, o problema da Previdência impõe a necessidade de mostrar as contas para toda a sociedade, com a realização de um debate técnico. Ele destacou que as medidas exigem coragem dos governadores, com coordenação e suporte do governo federal, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

— Não cabe mais nas contas dos estados a folha dos salários de quem está em serviços públicos essenciais, como segurança, ensino e saúde, e também a folha de aposentadorias e pensões, até porque o seu número já supera o de ativos nos governos em maior crise. Quanto mais se adiar o enfrentamento dessa questão, mais se abreviará a desorganização de serviços básicos e a intervenção federal se fará inevitável — alertou o pesquisador.

Caso o governo acate o pleito dos governadores, eliminando as aposentadorias especiais para policiais militares e bombeiros, ficará difícil deixar de fora da reforma as Forças Armadas, avaliou um interlocutor. Entre as propostas colocadas à mesa para os militares, estão elevar o tempo na ativa de 30 anos para 35 anos e subir o valor das contribuições, atualmente em 7,5% e 1,5% adicional para os militares que decidiram manter a pensão das filhas.

Segundo dados do governo federal, o déficit da Previdência dos servidores da União atingiu R$ 35,5 bilhões em 2015 e o dos militares das Forças Armadas, R$ 32,5 bilhões. No INSS, o rombo foi de R$ 85 bilhões.
O Globo

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Temer afirma que manterá programas sociais: “é preciso confiança para crescer”

temerO presidente interino Michel Temer fez um discurso nesta quinta-feira (12), após empossar os novos ministros de Governo, no Palácio do Planalto. Em sua fala Temer se comprometeu a continuar o projeto dos programas sociais.

“Vamos manter os programas sociais, como o Bolsa Família, o Pronatec, o Fies, o Prouni, o Minha Casa, Minha Vida, entre outros.. eles terão suas gestões aprimoradas. Você tem que prestigiar aquilo que deu certo, completá-los, aprimorá-los. Expresso nosso compromisso com essas reformas. Nenhuma dessas reformas alterará os direitos adquiridos pelos cidadãos brasileiros. Vou seguir a Constituição Federal. A classe política unida ao povo, conduzirá o crescimento e eficácia da moral pública do país”, destacou.

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Na ocasião, Michel Temer falou que a base de um Governo é a confiança. “Confiança nos valores que fazem o caráter da nossa gente, confiança na rcuperação da enconomia nacional, nos potenciais do nosso país e em suas instituições sociais e políticas. Unidos poderemos enfrentar os desafios que nesse momento são de grande dificuldade”, afirmou.

Ele ressaltou ainda que é preciso pacificar a nação. “É urgente pacificar a nação e unificar o Brasil. Fazermos um governo de salvação nacional com partidos polticos, lideranças, entidades organizadas e o povo. Vamos tirar o país da grave crise em que ele se encontra e o diálogo é o primeiro passo. É preciso resgatar a credibilidade do Brasil, internamente e externamente”, frisou Temer.

Novos ministros

Como medida de economia, Temer reduziu o número de ministérios de 32 para 23. Sete ministros são do PMDB. O ministério de Temer também contempla nomes do PP, do PSDB, do PSD, do DEM, do PRB, do PTB, do PSB e do PR. No entanto, um fato curioso é que Michel Temer não nomeou nenhuma mulher, deu posse somente a homens em sua equipe.

Entre as mudanças estão a fusão das pastas de Comunicações com a de Ciência e Tecnologia, e a incorporação da Secretaria de Aviação Civil e da Secretaria de Portos, que tinham status de ministério, ao Ministério dos Transportes. O Ministério de Direitos Humanos, Políticas para as Mulheres e Igualdade Racial foi incorporado ao Ministério da Justiça, que passou a se chamar Ministério da Justiça e Cidadania. Os ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e do Desenvolvimento Agrário viraram o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário. Os ministérios da Educação e da Cultura também foram unidos em uma única pasta. A Controladoria-Geral da União passa a se chamar Ministério da Fiscalização, Transparência e Controle.

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, a Chefia de Gabinete, a Advocacia-Geral da União e o Banco Central perderam status de ministério. O Gabinete de Segurança Institucional passou a ser considerado um ministério do governo Temer. O advogado-geral da União será Fábio Osório Medina.

Veja a lista dos atuais ministros do governo Temer:

– Gilberto Kassab, ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações
– Raul Jungmann, ministro da Defesa
– Romero Jucá, Planejamento, Desenvolvimento e Gestão
– Geddel Vieira Lima, ministro-chefe da Secretaria de Governo
– Sérgio Etchegoyen, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional
– Bruno Araújo, ministro das Cidades
– Blairo Maggi, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
– Henrique Meirelles, ministro da Fazenda
– Mendonça Filho, ministro da Educação e Cultura
– Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil
– Osmar Terra, ministro do Desenvolvimento Social e Agrário
– Leonardo Picciani, ministro do Esporte
– Ricardo Barros, ministro da Saúde
– José Sarney Filho, ministro do Meio Ambiente
– Henrique Eduardo Alves, ministro do Turismo
– José Serra, ministro das Relações Exteriores
– Ronaldo Nogueira de Oliveira, ministro do Trabalho
– Alexandre de Moraes, ministro da Justiça e Cidadania
– Mauricio Quintella, ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil
– Marcos Pereira, Ministério da Indústria e Comércio e Serviços
– Fabiano Augusto Martins Silveira, ministro da Fiscalização, Transparência e Controle (ex-CGU)
– Fernando Bezerra Filho – Ministro de Minas e Energia
– Helder Barbalho – Ministro da Integração Nacional

Por Fabrícia Oliveira – WSCOM / Agência Brasil – EBC

Público do 18º Crescer deve chegar a 45 mil pessoas até o encerramento do encontro

crescerEm dois dias de evento, o 18º Crescer já reuniu um público circulante de aproximadamente 30 mil pessoas. Mas a expectativa da coordenação do evento é que esse número chegue a 45 mil até o encerramento do encontro que acontece no final da tarde desta terça-feira, dia 17, na casa de shows Spazzio, no bairro do Catolé, em Campina Grande.

As pessoas que participam do evento destacam potencialidades do Crescer. “Eu gostei, a organização está ótima e o encontro é muito animado”, destacou a postulante das Filhas da Caridade, Tainá Furtado, que participa pela primeira vez do Crescer.

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Ana Maria Dias, da Paróquia Sagrada Família, em Campina Grande, falou que foi sensibilizada por uma das pregações. “O Padre Adriano Zandoná na tarde desta segunda-feira me fez refletir bastante. Ele falou pra gente resgatar a oração e buscar Deus em nossa família. Isso foi muito forte para mim”, frisou.

A programação do 18º Crescer continua na manhã desta terça-feira com Recitação do Terço; Oração da Manhã; Pregação “Transforme a sua casa em um ninho de amor”, pelo Padre Chrystian Shankar; Procissão, Adoração e Bênção com o Santíssimo Sacramento.

Já à tarde, a partir das 14h, será realizada a Oração da Tarde; Pregação “A família como Deus criou”, pelo Padre Adriano Zandoná; Ação Social; Santa Missa presidida pelo bispo diocesano de Campina Grande, Dom Manoel Delson; a Consagração das Famílias; e a Solenidade de Encerramento.

 

Assessoria

Vitalzinho deve votar relatório preliminar ao projeto da LDO 2015 na terça; Brasil pode crescer 3%

VitalzinhoRelator do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2015, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), deve colocar em votação nesta terça-feira (08) a partir das 14h30 o relatório preliminar da LDO de 2015 na Comissão Mista de Orçamento (CMO).

Em seu texto, Vital do Rêgo reconhece que as projeções para o crescimento da economia brasileira na proposta da LDO (PLN 3/2014) “mostram-se mais otimistas que as expectativas do mercado”. Entretanto, ele entende que os cálculos oficiais “estão amparados em parâmetros fiscais sólidos e refletem uma política governamental direcionada para reverter os efeitos da crise internacional e assegurar estabilidade nos preços e estímulos ao setor produtivo nacional e à geração de empregos”. O relator diz acreditar que o país tem condições de aumentar o PIB em 3% em 2015.

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O relatório estipula que cada congressista poderá apresentar até três emendas individuais para integrar o Anexo de Metas e Prioridades, cujo conteúdo, a exemplo de outros anos, não compõe a proposta orçamentária encaminhada pelo governo ao Congresso. Também estabelece que as 15 ações de interesse nacional mais indicadas pelo conjunto dos parlamentares serão acolhidas na versão final a ser votada pela comissão.

Vital propõe que o anexo seja elaborado apenas com emendas coletivas, até porque as emendas individuais estão prestes a ganhar natureza impositiva, dada a aprovação em primeiro turno, no Plenário da Câmara, da PEC 358/2013, que torna obrigatória a execução das programações decorrentes de emendas individuais. A proposta já foi aprovada no Senado.

A Câmara e o Senado possuem em conjunto 34 comissões permanentes e 27 bancadas estaduais aptas a apresentar emendas ao projeto orçamentário. Vital sugere que se restrinjam a apresentação e o acolhimento a apenas três emendas por autor coletivo. Nesse caso, o anexo teria no máximo 183 ações governamentais, o que, na visão do relator, se mostraria mais razoável e compatível com a priorização das despesas.

Ações públicas

Por meio do Anexo de Metas e Prioridades, os congressistas, individual ou coletivamente, têm a oportunidade de priorizar ações públicas, tanto no âmbito da União quanto no dos estados que representam. Na proposta orçamentária em discussão no Congresso, o governo estabelece como prioridade para 2015 as ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Programa Brasil sem Miséria e do Minha Casa, Minha Vida, mas sem discriminar o conteúdo e as metas de cada um desses programas.

Vital lembra que os anexos criados nas LDOs dos últimos anos foram vetados. Ele defende a revisão do modelo anterior, em que o documento continha vasta gama de programações, o que acabava dificultando a priorização das ações.

O relator lembra que não há inconstitucionalidade ou ilegalidade quando o Executivo deixa de enviar ao Congresso as metas e prioridades em anexo. A Constituição, observa, não exige a elaboração de um “anexo” de metas e prioridades, mas estabelece a fixação das metas e prioridades.

Mesmo a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000), que fixa diversas atribuições da LDO, não especifica um “anexo” de metas e prioridades, mas ressalta que a norma deve atender aos ditames da Constituição.

Vital ressalta que se tornou habitual, desde o início dos anos 1990, a inclusão das prioridades da administração pública federal em forma de anexo nas propostas orçamentárias, ressalvadas as LDOs de 1991, 1996, 2000, 2004 e 2012, cujos projetos, amparados na inexistência de um plano plurianual como parâmetro, não continham o anexo e nem o Congresso decidiu elaborá-lo.

A LDO deve ser votada até 17 de julho pelo Plenário do Congresso. Caso contrário, a sessão legislativa não poderá ser interrompida para o recesso parlamentar nas duas últimas semanas de julho.

A LDO é uma lei anual que disciplina a elaboração da proposta orçamentária. A norma traz ainda as metas fiscais que o governo pretende alcançar no ano seguinte. No texto, o Executivo propõe salário mínimo de R$ 779,79 para 2015.

Reajuste da Polícia Federal

Além do relatório preliminar da LDO de 2015, elaborado pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), o presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO), deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), defendeu a votação do PLN 5/2014, que altera a atual LDO (2014), como forma de viabilizar reajuste na remuneração dos cargos de escrivão, agente e papiloscopista da Polícia Federal. O reajuste, que consta da Medida Provisória 650/2014, é fruto de negociação para evitar uma greve da PF.

Paraiba.com.br com Assessoria

 

Missionário da Canção Nova é um dos destaques na programação do Crescer 2014

missionarioA programação do 17º Crescer – O Encontro da Família Católica, promovido pela Comunidade São Pio X, de 2 a 4 de março, no Clube Campestre, em Campina Grande, traz como um dos destaques o missionário da Canção Nova (SP), Ricardo Sá. Ele evangeliza exercendo as funções de pregador, cantor, compositor, escritor e apresentador de programas de rádio e televisão.

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Natural de Fortaleza – Ceará, Ricardo Sá é casado com Eliana Sá, pai de Eduardo Netto e membro da Comunidade Canção Nova desde 1984. “Foi o testemunho de vida dele com a bela família que construiu que nos motivou a convidá-lo para o Crescer. Ele já veio à Campina Grande, mas é a primeira vez que estará em um evento aberto ao público. É sinal da proximidade que existe entre a Comunidade de São Pio X e a Canção Nova”, frisou Gustavo Lucena, coordenador-geral do evento.

Segundo o Departamento de Audiovisuais da Canção Nova, Ricardo Sá é considerado um dos músicos e radialistas precursores da divulgação e propagação da música católica no Brasil. Gravou seu primeiro trabalho, intitulado “Quem Dera”, em 1985 com Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade.

Atualmente, o missionário apresenta na TV Canção Nova o programa “Trocando Ideias”, toda terça-feira às 20h30, e no Portal Canção Nova (www.cancaonova.com) escreve diariamente artigos de reflexão. Na Rede Canção Nova de Rádio, de segunda a sexta-feira, lidera o programa “Pra Ver a Vida Acontecer”.

Após 27 anos em seu Ministério de Música, iniciou a trajetória internacional em 2007 com o CD em italiano intitulado Mio Tutto e em 2008 com o CD Above All Things, com turnês no Brasil, Irlanda, Estados Unidos e Itália.

Além de Ricardo Sá, a programação do 17º Crescer terá a participação de bispos, padres e missionários da Renovação Carismática Católica e da Comunidade São Pio X.

Fonte: ASCOM/ PB online

‘Síndrome de Peter Pan’: por que há homens que se recusam a crescer?

sindrome-de-peter-panEles se recusam a crescer. São inseguros, imaturos, dependentes, irresponsáveis, têm acessos de raiva e dificuldade em manter um compromisso afetivo. Apesar de não demonstrarem, costumam ter baixa autoestima. São muitos e estão em vários lugares, independentemente de país ou conta bancária. Trinta anos atrás, o psicólogo norte-americano dedicou a eles o livro “The Peter Pan Syndrome: Men Who Have Never Grown Up” (A Síndrome de Peter Pan: Homens que Nunca Crescem, numa tradução livre). No Brasil, publicado simplesmente como “Síndrome de Peter Pan”.

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Mas o que é essa síndrome, por que acontece e qual é o papel dos pais? Para o psiquiatra Paulo Gaudêncio, autor de “Men at Work” e “Mudar e Vencer” (ambos da Palavras e Gestos Editora), entre outros livros, as causas são sociais e familiares. “Ninguém fica neurótico por elegância”, diz ele. “Se há homens que entraram nessa, é porque foram levados pela sociedade ou pela família, muitas vezes por ambos”, afirma, lembrando que nas últimas décadas houve uma grande mudança de postura do homem e da mulher diante da sociedade.

Mulheres pós-guerra

A Segunda Guerra Mundial é o maior marco para essa mudança de comportamento, segundo o psiquiatra. Os homens foram lutar, as mulheres se empregaram nas fábricas para manter a família. Logo depois, o sexo feminino começou a frequentar universidades. “As mulheres das classes A e B puseram o coração na carreira e cresceram bastante. Já os homens se acomodaram. Elas passaram a tomar a frente em todas as áreas, inclusive sexualmente. Está tudo muito mais fácil para os homens”, afirma Gaudêncio.

O que provoca um terreno fértil para se tornar um Peter Pan eterno, o garoto da Terra do Nunca que se recusa a crescer, no caso de já existir uma predisposição da personalidade. “Já vi casos de mulheres que compram carro novo e escondem do namorado, para não colocá-lo em posição de inferioridade”, conta.

A família também tem seu papel. A superproteção dos pais, por exemplo, é um dos motivos que podem fazer com que o homem fuja de compromissos na vida adulta, diz Paulo Gaudêncio.

A professora Adriana Marcondes Machado, do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), também lembra que a valorização excessiva da infância, transformando a criança em um pequeno tirano em casa, pode levar a um adulto que não vai ter tolerância alguma com as coisas que vão contra seus desejos. Ou seja, a tirania continua, mas nem sempre o mundo tem a condescendência dos pais.

“Hoje em dia, pais não querem deixar a criança chorar ou se frustrar. A consequência é que elas acabam ficando com pouca capacidade criativa para inventar a vida”, diz a professora Adriana. Ou, como diz a psicoterapeuta Cecília Zylberstajn, as crianças não criam “casca” e acabam não adquirindo habilidades para enfrentar a vida adulta.

“A superproteção gera pessoas mimadas e despreparadas, que acham que o mundo e as pessoas existem para servi-las. Quanto mais a família protege, mais está ajudando o filho a se tornar uma pessoa inapta para o mundo”, diz Cecília. “Para você se tornar adulto, tem de passar, sim, por situações doloridas. Relacionamentos terminam, há contas a pagar, amigos vão embora, rejeições acontecem em várias áreas”, afirma.

Juventude eterna e prazer imediato

Família à parte, a professora Adriana Machado Marcondes também aponta outras causas que contribuem para que o Peter Pan se manifeste na idade adulta: a valorização extrema da juventude, o temor à velhice e a divulgação na mídia de que há certas coisas que precisam ser feitas. “Precisamos viajar, precisamos fazer algo diferente, precisamos de novas experiências. A intensidade do tempo vivido perde terreno para o tempo cronológico”, diz ela.

Já Cecília Zylberstajn lembra que hoje, ainda mais do que quando o livro foi escrito, em 1983, o mundo está ligado a prazeres imediatos e à incapacidade de adiá-los, vinda daí a sensação de que precisamos de mais tempo para fazer tudo o que se espera e a recusa em envelhecer.

O que os pais podem fazer

Os pais desempenham papel fundamental para que o filho se desenvolva emocional e afetivamente. “Eles precisam cortar o cordão umbilical e deixar o filho crescer”, diz Cecília, mas sempre orientando a criança, acompanhando-a em suas dificuldades e mostrando as consequências de seus atos. “Ao decidir mudar de atitude, é preciso deixar claro por que está fazendo isso, para que não soe como abandono e, sim, como possibilidade de crescimento”, diz ela.

Um bom começo é a família fazer com que o filho encare responsabilidades em todos os sentidos, acrescenta o psiquiatra Paulo Gaudêncio. Em primeiro lugar, com os estudos. Depois disso, com a própria subsistência. A partir daí, novas responsabilidades ocorrerão naturalmente.

Uol

Anísio Maia volta a bater em Rodrigo Soares e diz que gestão atual não fez nada para PT crescer e se fortalecer

anisioO deputado estadual Anísio Maia disse que o PT já tem cinco candidatos para concorrer à presidência estadual do partido e que são pessoas capacitadas para impulsionar o partido e mostrar que a legenda quer mudar, crescer e se fortalecer em todo o Estado.

Ele disse que atual presidência não cumpriu com a sua missão de fazer com que a legenda crescesse e se fortalecesse em todo o Estado. “Houve crescimento apenas na Capital, mas no interior do Estado o partido continua do mesmo jeito”, avaliou.

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Anísio Maia afirmou que além dele, a presidência terá ainda os candidatos Frei Anastácio, Gilcélia Figueiredo e o professor Charles Machado. “Tem que entrar gente nova para fazer com que o partido cresça e se fortaleça em todo Estado”, disse.

O deputado disse que quanto mais candidatos melhor para que haja mais debates e que sejam proveitosos com a apresentação de propostas. “Espero que a militância participe ativamente do processo eleitoral com questionamento, opiniões e sugestões”, finalizou.

Paulo Cosme\Eri Alves

Consagração das Famílias encerra programação do 16º Crescer

 

Bênção_final_CrescerA Consagração das Famílias à Sagrada Família, com o ginásio do Clube Campestre iluminado por milhares de velas acesas pelo público presente, marcou o encerramento do 16º Crescer – O Encontro da Família Católica no início da noite desta terça-feira, 12.

 

A consagração aconteceu durante a Santa Missa, celebrada pelo bispo de Campina Grande, Dom Manoel Delson, e concelebrada por padres de várias paróquias da Diocese local, entre eles, o frei Petrônio, que está completando 60 anos de sacerdócio. Ainda durante a celebração, o bispo homenageou, com a entrega de flores, o fundador da Comunidade de São Pio X e idealizador do Crescer, Antonio Lucena, e a sua esposa, Maria da Guia, pelos 60 anos do matrimônio.

 

Na homilia, Dom Delson parabenizou a Comunidade de São Pio X pela realização do Crescer e pelo tema deste ano, “Fé na Família”. Espero que as reflexões venham fortalecer o sentido da família, porque ela é fundamental para a sociedade e para a igreja”, disse o bispo. A família é a célula base da sociedade, prosseguiu, nela a vida é formada e educada e quando ela falha, as coisas ficam mais difíceis. “Temos que nos esforçar para cumprir as leis de Deus nas famílias e que a Sagrada Família sirva de inspiração para as nossas famílias”, disse o bispo, ao lado da imagem, que permaneceu no palco durante os três dias do encontro.

 

Ao final da celebração, depois de abençoar as fotos da Sagrada Família distribuídas com o público que lotou o ginásio do Clube Campestre, Dom Delson fez a bênção final, encerrando oficialmente a 16ª edição do Crescer, o maior encontro católico da Paraíba e que neste ano bateu todos os recordes de público, de acordo com a avaliação do coordenador geral do encontro, Gustavo Lucena.

 

Além da missa, a programação da tarde teve ainda pregação sobre o tema do encontro, com Vicente Machado, da RCC (Renovação Carismática Católica) de Goiânia-GO, workshop com Romero Frazão, da Comunidade de São Pio X, sobre o tema “Como fazer parte da Comunidade de São Pio X?”, o Crescer na Alegria com as Crianças com Teto Elétrico, entre outras atividades.

 

 

Assessoria de imprensa