Arquivo da tag: Cresce

Financiamento de veículos na Paraíba cresce 6,6% em janeiro, diz pesquisa

financiamento-carroO financiamento de veículos teve um crescimento de 6,6% em janeiro na Paraíba, em relação ao mesmo período do ano passado. É o que aponta um levantamento feito pela Unidade de Financiamentos da Cetip, maior operadora de banco de dados privados de informações sobre os financiamentos no país, o Sistema Nacional de Gravames (SNG).

Segundo o levantamento feito pela unidade, mais de 5 mil veículos foram financiados no Estado no primeiro mês do ano. Desse número, 3.715 financiamentos foram de automóveis leves (que são ciclomotores, motonetas, motocicletas, triciclos e automóvel utilitários, por exemplo).

A pesquisa mostrou também que 1.402 motos foram financiadas em janeiro na Paraíba. O número aponta uma leva alta de 2,7% na comparação com o mesmo mês em 2016. Neste quesito, a  Região Nordeste aparece em segundo lugar no país, atrás apenas do Sudeste , com mais de 17 mil veículos financiados.

Em números gerais, levando em conta motos e carros, a região obteve um crescimento de 2,8%. Foram quase 70.000 automóveis financiados, no período de um ano. O total de veículos financiados no Brasil totalizou 401.326.

G1 PB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Cresce no país número de municípios que dependem mais do Bolsa Família

bolsa familiaA queda nas transferências federais tem deixado os municípios cada vez mais dependentes do Bolsa Família. De 2008 para cá, a proporção de recursos do programa social em relação ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) – principal fonte de renda das prefeituras – subiu de 25% para 40%, segundo levantamento feito pelo ‘Estadão Dados’.

Em várias cidades, no entanto, esse porcentual supera os 100%, como é o caso de Icó (CE) e Riachão das Neves (BA). Em oito anos, o número de municípios nessa situação – onde a renda do Bolsa Família passou a bater o FPM – subiu de 7 para 187. O repasse do Bolsa Família – criado em 2003 no governo Lula – é feito diretamente para a população, enquanto o FPM vai para a conta das prefeituras para custear despesas e fazer investimentos em serviços públicos e infraestrutura local.

Entre 2008 e novembro de 2016, a renda do Bolsa Família cresceu 140% (de R$ 10 bilhões para R$ 26 bilhões) enquanto o FPM subiu 53% (de R$ 42 bilhões para R$ 64 bilhões), segundo o levantamento do Estadão Dados. “Esse quadro é pernicioso para a gestão”, afirma o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski.

Segundo ele, apesar de o programa social ser bem-vindo para a população carente, o dinheiro pouco se reverte em impostos para as prefeituras. Isso porque os beneficiários gastam o dinheiro em estabelecimentos pequenos e informais, diz ele. “Nesse cenário, os municípios perdem dos dois lados: com a queda real dos repasses do FPM e com a baixa arrecadação.”

Serviços públicos

O resultado dessa equação recai sobre a qualidade dos serviços públicos, que no interior do Brasil já é bastante combalida. Um exemplo disso está estampado na última pesquisa feita pela CNM, com 4.708 cidades. A maioria afirma que as áreas mais atingidas pela crise fiscal do País são educação e saúde.

No dia a dia, falta dinheiro para pagar professores, para a manutenção de ônibus escolares e para contratar médicos. Ainda segundo a pesquisa, quase metade dos municípios brasileiros sofrem com a falta de medicamentos em postos e hospitais.

“Os motivos da crise dos municípios são os mesmos que vemos nos Estados. O que varia é a intensidade”, afirma o economista Raul Velloso, especialista em contas públicas.

Segundo ele, no entanto, ao contrário dos governos estaduais, as prefeituras têm pouca margem para reduzir gastos. “O grosso das despesas é de pessoal.” Nos últimos anos, de acordo com dados de mercado, o número de funcionários públicos vinculados às prefeituras mais que dobrou.

Outro problema, diz Velloso, é a baixa capacidade de recolhimento de tributos municipais, como Imposto sobre Serviços e Imposto Predial e Territorial Urbano. “Em tempos de crise, que a prefeitura mais precisa de dinheiro, ela é pressionada pela população para cortar esses impostos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Em ano de crise, repasse do FPM às prefeituras da Paraíba cresce 7,3%

dinheiroEm um período de crise econômica, os repasses federais por meio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) às cidades da Paraíba cresceram 7,3% em 2016, conforme levantamento do Ministério da Fazenda. De acordo com o portal do Tesouro Nacional, no ano passado foi repassado um total de R$ 2.371.984.578,74. Em 2015, o repasse foi de R$ 2.208.956.676,58, um acréscimo de aproximadamente R$ 169 milhões no orçamento das prefeituras.

A cidade de João Pessoa foi a que mais recebeu verbas provenientes do FPM. Em 2016, a capital paraibana recebeu R$ 311 milhões de FPM, 7,7% a mais que do que havia recebido em 2015, com R$ 288 milhões.Campina Grande (R$ 76 milhões), Santa Rita (R$ 37 milhões), Patos (R$ 33 milhões) e Bayeux (R$ 31 milhões) completam a lista dos cinco municípios que mais receberam dinheiro do FPM.

Em contrapartida, 137 cidades paraibanas, ou cerca de 61% dos municípios paraibanos, receberam a cota mais baixa liberada pelo Ministério da Fazenda em 2016, no valor de R$ 6,3 milhões. Em 2015, o valor mínimo era de R$ 5,9 milhões.

O presidente da Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), Tota Guedes, destaca que o custo de manutenção de um município, por menor que ele seja, cresce acima do aumento percentual do FPM.

Tota Guedes diz que a maioria das cidades paraibanas têm o FPM como a principal verba para manter os gastos. “O problema é que a maior parte dos custos que os municípios têm aumentou acima dos 7%. Tem salário mínimo, piso dos professores, gasolina para os carros da prefeitura, outras enfrentam gastos com a seca. A nossa preocupação é justamente que o custo para se manter uma prefeitura não é coberto pela principal fonte de recurso”, avaliou.

Os outros repasses, como o Fundo de Desenvolvimento da Educação (Fundeb), passam a ser de fundamental importância na manutenção dos principais serviços sob a responsabilidade do executivo municipal. Visando ao aumento da verba do Fundeb, proporcional ao número de alunos matriculados, algumas cidades paraibanas anunciaram sorteio de prêmios entre os estudantes matriculados na rede municipal. Pirpirituba anunciou o sorteio de uma moto e Guarabira, bicicletas.

Apesar das outras “fontes de renda”, Tota Guedes acredita que as cidades necessitam de um FPM maior para que os gestores possam investir com mais qualidade em áreas essenciais dos municípios. “Ao inaugurar um hospital, por exemplo, você precisa contratar e tem que manter. Se o repasse do Ministério da Saúde não for suficiente, é preciso usar o FPM para custear. O dinheiro não vem suficiente desses outros repasses e o município tem que tirar do FPM”, completou.

G1 PB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Número de alunos matriculados cresce na PB

educacaoAs matrículas na Educação Infantil e no Ensino Médio oferecidos nas escolas da rede pública da Paraíba aumentaram de 2015 para 2016. É o que mostram os resultados finais do Censo Escolar deste ano, divulgado ontem pelo Ministério da Educação (MEC).

Segundo o Censo Escolar, o total de alunos matriculados na rede pública da Paraíba aumentou apenas 0,7%, de 2015 para 2016. Contudo, o crescimento mais significativo das matrículas se deu no Ensino Médio, no qual 106.849 estudantes estavam no ensino público, entre escolas estaduais e municipais, em 2015. Este ano, as matrículas aumentaram 6,1%.

Na sequência estão os registros de alunos da Educação Infantil, entre creches e pré-escolas. O percentual de crianças matriculadas nesta fase escolar em 2016 aumentou 3% em relação ao ano anterior. Responsabilidade dos municípios, as creches e escolas da rede tinham 98.578 alunos este ano.

Para a secretária-executiva de Gestão Escolar da Secretaria Estadual de Educação do Estado (SEE), Roziane Marinho, o aumento das matrículas no Ensino Médio se deve ao fator socioeconômico, jovens que frequentavam a rede particular de ensino e passaram para a rede pública, e também a melhoria na infraestrutura das escolas estaduais e criação de novas unidades com ensino técnico.

“Desde 2015 temos ampliado o número de escolas técnicas, que oferecem ensino em tempo integral, e reestruturado toda a rede, desde a estrutura física das escolas até a reorganização pedagógica. Temos mudado o processo de formação dos professores e as propostas de ensino, com aulas mais dinâmicas. Tudo isso tem atraído novos alunos”, explicou a secretária.

No Ensino Fundamental. A realidade apresentada pelo Censo Escolar 2016 mostrou uma queda (2,1%) de matrículas de alunos nos anos iniciais e um leve aumento (0,6%) das matrículas nos anos finais dessa etapa escolar. Com relação ao número geral de alunos, houve um decréscimo de 0,9% e o Estado passou de 451.711 alunos, em 2015, para 447.672 estudantes. O número de matrículas na rede pública de ensino é fundamental para que estados e municípios recebam recursos e programas específicos para a área.

Mais números da Capital. Em João Pessoa, a Educação Infantil aumentou 7,1%. Ao todo, 10.684 crianças estavam matriculadas na rede municipal este ano. No ano anterior, eram 9.971 alunos.

Com relação ao Ensino Fundamental, o Censo Escolar apresentou queda de matrículas nos anos iniciais e finais na rede municipal. Em 2015 eram 20.013 alunos (do 1º ao 5º ano) nas escolas do município. Este ano o quantitativo caiu para 19.123. Já com relação aos anos finais (do 6º ao 9º ano), as matrículas passaram de 17.151, no ano passado, para 16.952 este ano.

Para o diretor de Gestão Curricular da Secretaria Municipal de Educação da capital, Gilberto Cruz, o aumento de alunos freqüentando a Educação Infantil na rede municipal se deve a ampliação dos Centros de Referência em Educação Infantil (Creis), que somam 84 unidades.

“Tínhamos uma demanda reprimida de pais que procuravam as creches, mas não encontravam vagas. Nós estamos conseguindo sanar esse problema. Muitos pais também levaram os filhos para as creches do município porque são referência”, destacou.

Katiana Ramos do CP

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Cresce expectativa de vida do brasileiro

idososA expectativa de vida do brasileiro nascido em 2015 é de 75,5 anos, segundo dados divulgados hoje (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado foi publicado na edição desta quinta-feira do Diário Oficial da União. A expectativa de vida para brasileiros nascidos em 2014, divulgada no ano passado, era de 75,2 anos.

Os detalhes da pesquisa Tábuas Completas de Mortalidade para o Brasil, inclusive a diferença de expectativa de vida entre os sexos, serão divulgados às 10h pelo IBGE.

As informações são usadas como parâmetro para o fator previdenciário no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.

Agência Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Repasse à PB do Fundo de Participação dos Estados cresce R$ 7 mi em 2016

dinheiroSegundo o Sindifisco-PB, de janeiro a outubro de 2015, a Paraíba recebeu do governo federal R$ 2 bilhões e 416 milhões, relativos às transferências do Fundo de Participação dos Estados (FPE). No mesmo período de 2016, as transferências relativas ao Fundo de Participação dos Estados totalizaram R$ 2 bilhões 423 milhões, um crescimento nominal superior a R$ 7 milhões de reais.

A Constituição Federal de 1988 determina que 21,5% da receita arrecadada com IR (Imposto Sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza) e IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) sejam repassados pela União aos Estados e ao Distrito Federal. A distribuição dos recursos do FPE deve ser proporcional ao coeficiente individual de participação resultante do produto do fator representativo da população de cada Estado.

Os índices de repasse desse fundo são calculados pelo Tribunal de Contas da União.

portalcorreio

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Morte de homens jovens cresce 40% na Paraíba entre 2005 e 2015, diz IBGE

chacina_-_violenciaEm dez anos, entre 2005 e 2015, a morte de homens jovens entre 15 e 24 anos, cresceu 40% na Paraíba, de acordo com o documento Estatísticas de Registro Civil 2015 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quinta-feira (25). O índice fez com que o estado tivesse o segundo melhor desempenho do Nordeste, perdendo apenas para Pernambuco, onde houve queda de 14,6% no número. O maior crescimento foi registrado em Sergipe, onde o índice cresceu 179,4%.

Comparando com outros estados vizinhos, o Rio Grande do Norte registrou um crescimento de 121,6% no mesmo período, enquanto no Ceará o aumento foi de 146,4%.

Já o índice de mortalidade da população jovem feminina do estado apresentou uma redução de 3% mesmo intervalo na Paraíba, um dos 14 estados onde os números diminuíram. Segundo o IBGE, a mortalidade é diferenciada por sexo e, normalmente, a masculina é superior à feminina ao longo da vida. No entanto, nos jovens e adultos jovens esse diferencial se acentua.

Ainda conforme o Instituto, as causas principais para o aumento dessa diferença são os óbitos por causas externas que incidem com mais intensidade na população masculina, como os homicídios, os suicídios, acidentes de trânsito, afogamentos, quedas acidentais, entre outros.

G1 PB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Casamento gay cresce 5 vezes mais que entre homem e mulher, diz IBGE

casamentos-gaysO crescimento percentual de casamentos entre pessoas do mesmo sexo foi quase cinco vezes maior do que entre homens e mulheres em 2015, segundo dados das Estatísticas do Registro Civil 2015, divulgadas na quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As uniões entre cônjuges de sexos diferentes aumentaram 2,7%, enquanto as entre cônjuges do mesmo sexo aumentaram 15,7%, representando 0,5% do total de casamentos registrados.

Em 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou a Resolução 175 que determina que todos os cartórios habilitem ou celebrem casamento civil e conversão da união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo.

Em relação a 2013, as uniões civis entre cônjuges do mesmo sexo aumentaram 51,7%. Em números absolutos, foram 1.131.707 casamentos entre pessoas de sexos opostos e 5.614 entre pessoas do mesmo sexo em 2015.

Em 20 estados houve aumento dos registros civis de casamentos entre 2014 e 2015. Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul tiveram crescimento acima de 10%, e o Acre, de 40%. Os estados da Paraíba e Sergipe apresentaram as maiores reduções, de 7,7% e 6,3% respectivamente.

Divórcios caem
Com relação aos divórcios, em 2015, houve queda no registro de divórcios concedidos em primeira instância ou por escrituras extrajudiciais, passando de 341.181, em 2014, para 329.025 divórcios. O homem tem em média 43 anos enquanto a mulher tem 40 anos quando se divorcia no Brasil.

Guarda compartilhada aumenta
Já a guarda compartilhada cresceu de 7,5%, em 2014, para 12,9% em 2015. Esse tipo de guarda somente passou a ser a regra em 2014, com a Lei 13.058.

Mães mais tarde
Ainda segundo o estudo, as mulheres estão sendo mães mais tarde. Em 2005, quase um terço (30,9%) dos nascimentos eram de mães de 20 a 24 anos. Em 2015, esse percentual foi para 25,14%. No mesmo período, houve aumento da participação dos nascimentos de mães com 30 e 34 anos (20,3%) e 35 a 39 anos (10,5%), em 2015.

G1

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

PDT cresce em 200% na Paraíba, diz Lígia Feliciano

ligia-pdtA vice-governadora Lígia Feliciano, que também é vice-presidente nacional do Partido Democrático Trabalhista (PDT), participou nesta terça-feira (22) da reunião com membros do partido na sede nacional em Brasília.

O encontro reúne as bancadas do partido no Senado e na Câmara Federal, presidentes estaduais, presidentes dos movimentos nacionais, além do vice-presidente estadual da Fundação Leonel Brizola, Alberto Pasqualini.

Segundo Lígia, a executiva discutiu o crescimento do PDT em cada estado do país. Na Paraíba, o partido teve um crescimento de 200% no número de prefeitos eleitos.

Também esteve presente ao evento o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, que falou sobre a atual situação econômica do país e as possíveis conjunturas políticas, já que ele é apontado como eventual candidato do PDT a presidência da república.

Nesta quarta-feira (23), haverá a continuidade da reunião, com debate sobre a formação política e planejamento estratégico do partido para 2017.

Assessoria de Comunicação

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

PSB conquista maior número de prefeituras na PB e cresce em relação a 2012; PMDB cai

ricardo-vitoriaO PSB, do governador Ricardo Coutinho, foi o partido que elegeu o maior número de prefeitos na Paraíba. A apuração das urnas, nas eleições desse domingo (2), deu aos socialistas o comando de 53 prefeituras. Entre elas estão Sousa, com Fábio Tayrone, Sapé, com Roberto Feliciano e Mamanguape, com Maria Eunice.

O PSB quase dobrou o número de prefeituras conquistadas em relação ao pleito de 2012, quando venceu em 28 municípios. O resultado de 2016 representa um aumento de 89,29% comparado ao último pleito municipal. Em 2012, o PSB aparecia como a segunda legenda com mais prefeitos eleitos.

O PSDB também subiu no ranking dos partidos detentores do maior número de prefeitos. Das 25 vitórias de chapas majoritárias em 2012, os tucanos passaram para 36 municípios conquistados, vencendo novamente em Campina Grande, segundo maior colégio eleitoral da Paraíba, com Romero Rodrigues reeleito.

Na contramão do crescimento está o PMDB, que apesar de eleger 31 prefeitos neste pleito, caiu em relação a 2012, quando foi o partido com mais vitórias. Nas eleições municipais passadas os peemedebistas venceram em 56 cidades paraibanas, uma queda de 44,64%. Esse ano ficou em terceiro no ranking atrás do PSB e do PSDB.

Ainda na Paraíba nas eleições de ontem, o PSD saiu vitorioso em 26 municípios, ficando na quarta posição dos partidos com mais prefeituras a partir de 2017. Seguido aparece o DEM e o PTB com 17 conquistas, cada.

O PR, do deputado federal Wellington Roberto, elegeu 13 prefeitos, o PDT nove e o PP seis. O PTdoB, PSC e PSL venceram e três municípios, cada, e o PRB em dois. Já o PT, PTN, PMN e PRP só tiveram um prefeito eleito, cada.

blogdogordinho

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br