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Areia-PB: Bebê que teve traumatismo craniano era agredida pela mãe, diz padrasto à polícia

(Foto: Reprodução/TV Paraíba)

O padrasto da bebê de 11 meses que deu entrada no Hospital de Trauma de Campina Grande com traumatismo craniano e ferimentos no rosto disse que as agressões sofridas pela vítima partiram da mãe. Na manhã desta quinta-feira (16), o homem prestou depoimento à delegada de Polícia Civil Symone Lacet, na cidade de Areia, no Brejo paraibano, onde o caso ocorreu. A mãe da bebê é uma adolescente de 16 anos.

Segundo a delegada, durante o depoimento, o homem de 33 anos contou que quando começou o relacionamento com a adolescente, a criança já tinha marcas de agressão. “Ele conta que ela tinha ferimentos pelo corpo e também nas partes íntimas, destacando o comportamento agressivo que a mãe tinha com a filha”, disse a delegada.

Ainda durante o depoimento, segundo a delegada, o padrasto contou que a mãe inventou um acidente para negar a agressão. “Ele disse que estava no quintal da casa e a mãe estava com a bebê dentro de casa, quando ele ouviu os gritos da criança. Ao entrar em casa, ele já viu a criança ensanguentada e ajudou a socorrer. A mãe disse que a bebê teria caído no banheiro, mas ele acredita que ela agrediu (a criança)”, destacou a delegada.

Outras duas pessoas que ajudaram a socorrer a criança foram ouvidas, também na manhã desta quinta-feira. Segundo a delegada Symone Lacet, parentes da adolescente também vão ser ouvidos. “Pelo que já investigamos, tudo indica que foi a mãe quem agrediu a criança. Vamos também ouvir parentes para questionar esse histórico de agressões relatado pelo padrasto”, informou a delegada.

A Polícia Civil informou que o inquérito já está sendo concluído e deve ser encaminhado ao Ministério Público da Paraíba (MPPB) para que sejam tomadas providências em relação à guarda da criança. O Conselho Tutelar da cidade de Areia já comunicou o caso ao MPPB. A criança continua internda e está sendo acompanhada pela mãe.

Estado de saúde

A bebê deu entrada no Hospital de Emergência Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, na última segunda-feira (13) com traumatismo craniano e lesões no rosto. Segundo o Conselho Tutelar de Areia, exames confirmaram que as lesões foram provocadas por agressões.

De acordo com a assessoria de imprensa do Hospital de Trauma de Campina Grande, a bebê continua internado na ala pediátrica Em entrevista a, TV Paraíba ela disse que não sabe como a criança se feriu. “Ela tava no banheiro, porque ela anda demais”, disse a mãe.

G1

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Lutador de jiu-jitsu perde o controle de moto e morre após sofrer traumatismo craniano

Reprodução/ Aguinaldo Mota
Reprodução/ Aguinaldo Mota

O lutador de jiu-jitsu João Vicente Santiago Júnior, 36 anos, conhecido por Fofinho, morreu no início na manhã desta segunda-feira (18) ao perder o controle da motocicleta e cair no bairro Altiplano Cabo Branco, em João Pessoa.

Segundo informações da Polícia Civil, a vítima tinha saído de um restaurante, onde trabalhava de segurança particular, quando ao passar pela avenida João Cirilo perdeu o controle da moto e caiu na pista.

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Ainda segundo a PC, o atleta bateu com a cabeça no meio fio provocando um traumatismo craniano. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local, mas a vítima já estava em óbito.

Lutador de jiu-jitsu morreu no local Foto: Lutador de jiu-jitsu morreu no local
Créditos: Reprodução/ Aguinaldo Mota

 

portalcorreio

Paraibano de Remígio achado em trilha no Rio de Janeiro sofre traumatismo craniano e trauma no tórax

O nome “Joana” tatuado no braço do jovem encontrado desacordado em uma trilha no Parque Lage, na Zona Sul do Rio de Janeiro, identificado como Felipe Fernandes de Melo, 21 anos, é em homenagem à avó materna dele, que o criou. A informação, divulgada pelo RJTV nesta quarta-feira (6), é de um amigo de infância do jovem, que morou com ele no Rio, mas já retornou para a Paraíba, onde Felipe nasceu.

“Ela é uma senhora de idade também, ela não tem condição, chora 24 horas. Agora é só esperar que Deus faça um milagre e ele vai se recuperar. Fé em Deus”, contou Isaac Serafim, amigo de Felipe.

A imagem da tatuagem no braço de Felipe foi compartilhada no Facebook e em outras redes sociais. Na terça-feira (5), parentes estiveram no Hospital Miguel Couto, no Leblon, onde o rapaz está internado no CTI, em estado grave. Segundo a equipe médica, Felipe chegou à unidade com desitratação e sem o funcionamento dos rins.

A avó de Felipe, Joana, disse que está preocupada com o neto. O jovem é da cidade de Esperança, mas morava em Remígio, perto de Campina Grande. Segundo a família, ele deixou a cidade para trabalhar. Ficou em São Paulo e veio para o Rio há cerca de dois anos. Ele mora no bairro Rio das Pedras, na Zona Oeste da cidade.

Em apenas uma das postagens no Facebook, a foto já havia sido compartilhada por quase 30 mil pessoas até esta terça.

Quatro dias em parque
O Parque Nacional da Tijuca informou que o jovem entrou no Parque Lage, quarta-feira (30), sozinho, descalço e sem camisa, aparentando perturbação mental.

A nota divulgada pelo Parque Nacional da Tijuca afirma que “segundo o testemunho de integrantes da equipe de vigilância terceirizada Angel´s”, o jovem foi alertado pela equipe para que não iniciasse o percurso da trilha. Ainda segundo a administração do parque, em um primeiro momento, a equipe pensou que ele havia assimilado a orientação, já que o trajeto foi alterado em direção ao Lago dos Patos. Mas, em seguida, o rapaz não foi mais visto.

O documento diz que, de acordo com vigilantes da empresa Hopevig, que atuam dentro da Escola de Artes Visuais (EAV), o rapaz já apresentava alguns hematomas pelo corpo quando passou pela portaria do Parque Lage, que teriam sido adquiridos em uma recente briga de rua.

Jovem sofreu traumatismo
Segundo a Secretaria de Saúde, apesar de grave, o quadro de saúde do rapaz é estável. Ele sofreu um trauma no tórax e também traumatismo craniano. O rapaz passou por uma neurocirurgia ainda no sábado. Ele também apresentava quadro de hipotermia quando foi resgatado.

Uma prima do jovem disse acreditar que as marcas no corpo podem ter ser consequencias de uma briga, mas disse que o primo é trabalhador e que não tem envolvimento com drogas.

O Parque Nacional da Tijuca lamentou o ocorrido e disse que “estima uma rápida melhora do rapaz, acrescentando que, por se tratar de um local público, não há como impedir o livre trânsito de pessoas no Parque. Entretanto, mantém um quadro de profissionais capacitados na orientação de visitantes sobre a conduta adequada em Unidades de Conservação”.

G1