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“Corte de quatro mil comissionados vai reduzir em 10% folha de pessoal”, revela secretário de Finanças

tarcioO secretário estadual de Planejamento, Orçamento, Gestão e Finanças, Tárcio Pessoa, disse, nesta quinta-feira (22), que a redução de cerca de quatro mil servidores comissionados da máquina pública vai gerar uma economia de cerca de 10% na folha de pagamento do Estado.

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“Vamos ter uma redução consubstancial em comissionados, em prestadores de serviço, da folha de pessoal, será uma redução de cerca de 10%. O Estado tem cerca de nove mil cargos comissionados e agora vamos utilizar 5600. São quatro mil cargos que não estão sendo utilizados”, afirmou.

Apesar das declarações, Tarcio Pessoa não soube precisar quanto a redução de 10% vai representar em reais.

“Não posso dizer ainda por que estamos fechando a folha, que ainda está aberta. Com o fechamento vamos fazer o calculo com relação a folha anterior. Faremos a equação e chegaremos ao valor exato da economia”, declarou.

O secretário disse ainda que nesta folha de janeiro já será possível perceber também a redução nas despesas com diárias, de locação de imóveis e infraestrutura de veículos.

“Estamos cortando na carne, por que a situação nacional é complicada. Estamos fazendo o dever de casa”, disse.

MaisPB

Ministro diz que corte de energia não tem relação com alta no consumo

fupOnze estados mais o Distrito Federal registraram falta de energia elétrica por volta das 15h desta segunda-feria (19). Distribuidoras em estados das regiões Norte, Sul, Sudeste e Centro-Oeste disseram que reduziram o fornecimento de luz após uma orientação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o órgão responsável pela gestão de energia no país. Uma das distribuidoras, a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), afirmou em nota que o corte foi programado, por determinação do ONS.

O ONS divulgou posicionamento oficial às 18h40. Em comunicado, o órgão afirma ter havido “restrições na transferência de energia das Regiões Norte e Nordeste para o Sudeste” que “aliadas à elevação da demanda no horário de pico, provocaram a redução na frequência elétrica”. A situação foi normalizada a partir das 15h45, diz o ONS.

O órgão também disse que adotou “medidas operativas em conjunto com os agentes distribuidores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, impactando menos de 5% da carga do Sistema”.

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A TV Globo apurou que o corte determinado pelo ONS foi de 3.000 MW em todo o país – isso representa 8% de tudo que é gerado de energia.

Na noite desta segunda, porém, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, negou que o corte de energia tenha sido consequência do pico de consumo de eletricidade no país registrado no início da tarde. Segundo ele, um problema técnico em uma linha de transmissão entre as regiões Norte e Sudeste do país foi a causa do corte.

“O pico de consumo houve. No entanto, se não tivesse havido esse problema técnico [na linha de transmissão], não teria tido [corte de energia]. Esse pico de consumo aconteceu na semana passada todos os dias e não tivemos nenhum problema”, disse Braga a jornalistas, ao deixar a sede do Ministério de Minas e Energia, em Brasília.

“No determinado momento do pico de demanda na região Sudeste, a linha de transmissão Norte-Sul teve um problema. Houve, portanto, uma variação de frequência e algumas usinas, por sistema de proteção, tiveram que ser desligadas, inclusive Angra I”, completou o ministro.

Braga informou que a causa do problema ainda não está esclarecida. De acordo com ele, a falha foi em um banco de capacitores da linha Norte-Sul mas, disse, falta explicar como ela levou a uma variação de frequência da energia e, consequentemente, ao desligamento das usinas, inclusive de maneira manual.

apagão 4 (Foto: Editoria de Arte/G1)apagão 4 (Foto: Editoria de Arte/G1)

“Isso [falha no banco de capacitores] implicou em uma redução de carga para que pudéssemos recompor a frequência da energia e, assim, fazer o religamento.” Amanhã, no Rio, uma reunião envolvendo técnicos do ministério, do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e agentes do setor vai tratar das causas do corte de energia.

Na quinta-feira passada, Braga disse em entrevista à Globonews que não há risco de racionamento de energia em 2015. “O que nós podemos garantir é: não há racionamento”, disse.

“Nós temos uma térmica básica suficientemente forte, e nós não tínhamos isso em 2001”, comparou na entrevista.

Momento crítico
O sistema elétrico brasileiro enfrenta um momento crítico por conta da falta de chuvas. Na região Sudeste, uma das maiores responsáveis pela geração de energia no país, os reservatórios das usinas hidrelétricas estão com 19% de sua capacidade, quando o esperadoera no mínimo de 40%.

Para o especialista em energia Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), o que aconteceu pode ser classificado como racionamento forçado por geração insuficiente ou estrutura de transmissão insuficiente para atender a demanda.

A usina nuclear de Angra 1 também foi desligada. A ação é automática e acontece toda vez que há oscilação de energia na área da usina. O desligamento não ofereceu riscos, segundo comunicado da gestora da usina.

 

G1

 

Após diplomação, Ricardo anuncia fusão e corte de secretarias

ricardoO governador reeleito Ricardo Coutinho (PSB) anunciou, no início da noite desta quarta-feira (17), após a solenidade de diplomação dos candidatos eleitos e reeleitos nas últimas eleições estaduais, durante solenidade no Teatro Paulo Pontes, no Espaço Cultural, em João Pessoa (PB), que irá fundir secretárias e acabar com outras para enxugar a máquina pública estadual no seu próximo governo.

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Ricardo revelou que irá convocar uma entrevista coletiva na próxima segunda-feira (22) para anunciar mudanças na estrutura organizacional do Estado.

“Segunda-feira que vem pretendo fazer uma coletiva para anunciar a estrutura do Estado e não os novos auxiliares. Vou fundir órgãos, acabar secretárias. Vou enxugar a nossa máquina, para tornar o estado mais ágil. É possível fazer isso”, afirmou.

Discurso

Já no seu discurso, durante a diplomação, Ricardo destacou as dificuldades enfrentadas durante a campanha, que, segundo ele, foi uma das mais pobres da história política da Paraíba. “Tive que subir em carroceria de caminhão. Quando chegava às cidades não tinha sequer material de campanha, só tinha cartazes do candidato da oposição, mas graças Deus a população entendeu minha proposta e saímos vitoriosos do pleito”, disse.

“Esse é um dia muito especial para mim, nestes vinte anos de militância tive a honra de voltar a subir em carroceria de caminhão. Na essência, quando a gente entra numa caminhada como essa, muitas vezes profundamente desigual, a gente sabe que só com a paixão de muita gente numa proposta. Quero agradecer a minha militância, que transformou um sonho em realidade, o impossível nessa realização”, acrescentou.

Ricardo também criticou o processo de ‘judicialização’ das eleições, o sistema eleitoral vigente no Brasil e cobrou a participação popular nas discussões em torno do projeto de reforma política.

“Nós que fazemos política precisamos colocar esse tema na mesa. Todos sabem como é difícil uma disputa. Esse modelo está falido. Esgotou. É preciso reoxigenar a democracia representativa, a democracia que nos traz aqui, a democracia que tem capacidade de fazer o povo a ter melhores condições. A política é a grande ponte entre a necessidade e a realização do sonho, estamos perdendo terreno ao longo dos anos. Estamos tendo eleições cada vez mais judicializadas. A política está deixando de ser a arte, não me refiro a Paraíba, que viveu um pleito tranqüilo, com naturalidade, mas sim a todo o Brasil”, afirmou.

Cristiano Teixeira – MaisPB

Unimed garante saúde financeira da instituição, admite que é preciso adesão de médicos e explica corte de outros planos

alexandreO presidente da Unimed, Alexandre Magno Pimentel, afirmou nesta terça-feira (16) que a instituição está com boa saúde financeira, apesar de ainda estar sanando débitos no valor de R$ 27 milhões. O presidente admitiu que é preciso investir em novas adesões de médicos e também explicou, durante entrevista ao Rádio Verdade, porque o plano de saúde cortou atendimento a outros planos no Hospital da Unimed. Com 142 mil usuários o plano pensa em investir em mais adesões.

Falando sobre os depósitos garantidos, exigidos pela Agência Nacional de Sáude (ANS), o presidente explicou que  quando assumiu a gestão, havia um déficit de R$ 1 milhão, hoje há um saldo positivo de R$ 800 mil”. Os depósitos garantidos são feitos em para caso haja algum problema financeira na instituição. São a garantia que o usuários não terá problemas.

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Em relação a outros débitos, Pimentel contou que quando assumiu tinha débitos no valor de R$ 37 milhões para serem pagos. “Estamos pagando esses débitos progressivamente. Hoje os débitos que vêm sendo pagos estão em R$ 27 milhões. O cenário é significativamente positivo”.

O presidente garantiu que está tomando inúmeras medidas operacionais para dar agilidade e eficiência ao plano de saúde, entre essas medidas está a não reeleição do presidente. “Aprovamos um estatuto que não é permitida reeleição, o mandato é de quatro anos. Implantamos a governança corporativa. A gestão não é de um homem, mas em cima de compartilhamento de poder em todos os níveis de conselho. Temos um corpo gerencial, os gerentes são ouvidos, todas as decisões são colegiadas. Nós hoje não trabalhamos mais em eu acho, eu quero, eu posso. Hoje trabalhamos em relação a planejamento estratégico”.

Sobre como os médicos cooperados têm visto as mudanças feitas pela nova gestão, Pimental explicou que os cooperados têm duas colocações: reconhecem que as medidas de austeridade são necessárias e na sua franca maioria a apóiam. “As medidas que assumimos, apesar de todos reconhecerem que são desconfortáveis, concordam. Existe um nível de insatisfação, a cooperativa realiza um pagamento para atos médicos que gostaríamos que fosse mais elevado, mas a receita não permite”, admitiu.

Segundo o presidente, a Unimed João Pessoa paga para ums consulta em torno de R$ 70 reais, mas tem como meta aumentar para cerca de R$ 100. “Temos uma média de 80 a 85 mil consultas mês. Só conseguiremos isso (aumentar o valor do repasse para o médico) se aumentarmos o número de usuários, aumentando consequentemente a aumentar receita”.

Muitos exames – Entre as maiores dificuldades da instituição estão o grande volume de exames. “Eu acho que há uma possibilidade de se questionar esse volume de exames. A sociedade está culturalmente adaptada a valorizar o exame, não saúde. Existe um prurido e necessidade social para esse tipo de abordagem. Em outros países o médico solicita o mínimo possível de exames para chegar a um identificação da doença. A grosso modo existe um excedente de exame”.

Em relação a insatisfação do usuário que busca um atendimento mais rápidos nos consultórios médicos o presidente afirmou que a Unimed conta com cerca de 1600 médicos em atividade. “E 142 mil vidas para serem atendidas, a divisão fica difícil, por isso o agendamento acaba demorando”, justificou.

Explicando porque a entidade resolveu cortar o atendimento a outros planos de saúde no Hospital da Unimed e nos consultórios dos médicos conveniados. “A rede hospitalar desmontou o pronto atendimento em diversos hospitais. Essa foi uma das razões de termos tirado os outros planos de saúde, não foi dificuldade financeira. Apesar dos outros planos pagarem melhor ao hospital, fizemos isso para atender melhor os nossos usuários. Para isso também estamos investindo na reformulação, na climatização. Compramos um aparelho de radiografia novo. Estamos investindo em todo o reaparelhamento do hospital. Nós conseguimos a poucos dias atrás, duas semanas atrás a certificação nível dois. A Unimed é o único hospital que tem essa certificação”.

Pimentel garantiu ainda que a idéia investir no ingresso de novos médicos. “Existe de fato essa insatisfação. Os médicos que mais têm projeção e já se notibilizaram, tem maior clientela. Eles têm o limite de carga horária. Haverá progressivamente dificuldade para um médico quem tem uma projeção muito grande”, ressaltou.

A Unimed completa nesta terça-feira 43 anos de fundação em João Pessoa, para isso será feita comemoração com homenagem aos 106 fundadores ainda vivos. “Vamos fazer o descerramento de uma placa, com o nome dos 106 médicos que apoiaram ao doutor Alberto Urquiza Wanderley a fundar plano de saúde no estado”, finalizou.

Paulo Dantas

Corte de internet ao fim de limite da franquia compromete WhatsApp

whatsappCom o corte da internet após o fim do limite da franquia, idealizado pelas operadoras de telefonia móvel do país e já colocado parcialmente em prática pela Vivo, os usuários tendem a perder o acesso ao WhatsApp –um dos aplicativos mais utilizados nos celulares e smartphones.

“Ao fim do limite do pacote de dados, as operadoras, ao invés de cortar o serviço, optaram por reduzir a velocidade do acesso. O benefício permite que o usuário, mesmo extrapolando a cota contratada, possa fazer pelo menos o básico, que inclui as mensagens de texto pelo WhatsApp ou a consulta de um e-mail”, afirma Eduardo Tude, da consultoria de telecomunicações Teleco, que caracteriza a mudança das operadoras como uma “tendência natural”.

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Segundo ele, em outros países da América do Norte, da Europa, e da Ásia, o corte é algo natural ao fim da conta contratada. “Ou você contrata um plano adicional ou você fica sem o serviço. Não há outra alternativa.” No Brasil, no entanto, a possibilidade do acesso limitado foi adotada com o intuito de disseminar o uso da internet no celular, conta Tude. Postura similar também foi adotada em outros países da América Latina.

A mudança agora proposta pelas operadoras, na opinião de Tude, é um reflexo da mudança da demanda dos próprios usuários. “O benefício já não tem agradado tanto os usuários, que, muitas vezes, reclamam da baixa qualidade do acesso. O que se quer é uma internet cada vez mais veloz”, disse ele, que acrescenta: “Além disso, hoje a velocidade mais baixa é disponibilizada pelo uso da rede 2G, mas a tendência é que ela seja eliminada para dar espaço a uma tecnologia de maior capacidade.”

Do ponto de vista legal, a mudança também é permitida desde que estabelecida no contrato de prestação de serviço. É o que afirmou Adriana Pereira, diretora de Programas especiais do Procon/SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo). Segundo ela, as operadoras não podem alterar as regras dos contratos em vigência sem a autorização dos clientes.

“Se você já assinou o contrato e o corte não está previsto nele, a operadora é obrigada assegurar que você continue tendo o acesso limitado após o fim do limite da franquia até que o contrato vença”, explicou a especialista, que orientou: “Fique atento e não aprove qualquer alteração no contrato caso não esteja de acordo.” E, caso o corte for realizado mesmo não estando previsto em contrato, Adriana sugere que o consumidor comunique a operadora para fazer falar seus direitos e, em último caso, procure os órgãos de atendimento ao consumidor.

Mas, mesmo estando previsto em contrato, para cortar a internet é preciso que a operadora permita que o usuário possa acompanhar seus usos quando e quantas vezes ele julgar necessário. “Esse controle não pode ser unilateral, como acontece na maioria dos casos”, relatou a diretora do Procon-SP.a

180 Graus

Oi anuncia corte na internet a partir de dezembro

internetA Oi começou a comunicar seus clientes via SMS que vai cortar o pacote de internet após o término da franquia. A novidade deve entrar em vigor a partir do dia 1º de dezembro.

Segundo a mensagem, repassada por leitores, os pacotes de internet para celulares com renovação automática terão a navegação interrompida após às 23h59 do dia do término da franquia. No SMS enviado aos consumidores, no entanto, o prazo é dado como o dia 8 de dezembro.

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Vivo também já havia anunciado mudanças em sua internet móvel ilimitada, que será cortada após a franquia terminar. Contudo, quando o usuário atingir os 80% do contratado, ele deverá receber um SMS de aviso e, ao 100%, receberá uma oferta de mais 50MB adicionais por R$ 2,99.

Procurada pela reportagem, a Oi explicou que a medida vale para os planos de internet pré-paga e Oi Controle. Além disso, a operadora disse que segue uma “tendência mundial” para melhorar a experiência.

“A Oi considera o fim da velocidade reduzida, aliada ao novo modelo de cobrança por pacotes adicionais, uma tendência mundial por garantir uma melhor experiência de navegação aos usuários de internet móvel”, afirma em comunicado.

Olhar Digital 

Ministério da Justiça da Itália pede à Corte de Apelação que mantenha Pizzolato na prisão

PizzolatoO Ministério da Justiça da Itália pediu à Corte de Apelação de Bolonha – isto é, ao tribunal que vai decidir a extradição de Henrique Pizzolato, o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil condenado pelo escândalo do mensalão, – para mantê-lo na prisão. A informação foi dada nesta terça-feira por Eduardo Pelella, chefe-de-gabinete do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot.

– Eles (o ministério) fizeram. Agora, é esperar uma decisão dos juizes de Bolonha (da Corte de Apelação de Bolonha) – disse Pelella.

Para o procurador brasileiro, isso é boa notícia: como Pizzolato está preso para fins de extradição (e não pelos documentos que falsificou na Itália), um pedido do Ministério da Justiça para mantê-lo preso é sinal de que a Itália não descarta uma extradição.

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Cabe agora à Corte de Apelação de Bolonha convocar uma audiência para decidir se mantém ou não Pizzolato na prisão.

Pelella está reunido com o Procurador Geral de Modena, Vito Zincane, que confirmou hoje de manhã que Pizzolato foi indiciado e será formalmente denunciado por falsidade ideológica e uso de documentos falsos. Mas disse que este é um “crime banal” na Itália e que não será por isso que Pizzolato vai para a prisão.

O Globo

 

Blog denuncia corte indiscriminado no salário dos servidores no município de Dona Inês (PB)

 

 

Confira o texto na íntegra, publicado no blog donainesonline nessa quinta-feira (31):

Hoje foi dia dos funcionários Publico da Prefeitura Municipal de Dona Inês receber os Contra-cheques, quanto uma grande quantia de funcionário forma olha seu salários perceberam que tinha corte em gratificações, hora-extra e outros cortes, o Dona Inês Online recebeu diversas reclamações, mas pediram para não ser divulgado os nomes para piorar a situação, ficamos sabendo também que até aqueles da Força Jovem, ou seja,  a Tropa de Choque da última Eleição de 2012 tiveram muitas perdas salariais

Fonte: Donainesonline

TJPB condena Energisa ao pagamento de indenização por corte ilegal de energia

Em sessão realizada nessa terça-feira (08), a Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba manteve decisão da Segunda Vara Cível da Comarca de Campina Grande, que condenou a empresa distribuidora de energia Energisa Borborema, ao pagamento de danos morais a uma cliente, que procurou a Justiça depois de ter o fornecimento de energia cortado indevidamente, conforme ficou constatado nos autos.[bb]

 A consumidora Vera Lúcia Cavalcante Conrado ingressou com Ação de Indenização por danos Extrapatrimoniais, alegando que após a constatação de adulteração em seu medidor de energia, lhe foi cobrada o valor de R$ 807,12, a título de recuperação de consumo. Uma vez que a Apelada, ao discordar da cobrança, não pagou a fatura correspondente a esta diferença, o que ocasionou a interrupção do fornecimento de energia elétrica.[bb]

 Na sentença de primeiro grau o magistrado observou que o serviço de fornecimento de energia é de natureza essencial, devendo ser contínuo e ininterrupto, não podendo ocorrer sem o devido processo legal, o que motivou a condenação e o pagamento de uma indenização no valor de R$ 6.000,00, acrescidos de juros e correção monetária, além de despesas processuais e honorários advocatícios. Inconformada a empresa de energia apelou da decisão.

 Em seu voto, o relator do processo, juiz convocado Wolfram da Cunha Ramos, entendeu que, “nem mesmo a falta de pagamento do débito pretérito poderia dar ensejo ao corte de energia elétrica na residência da Apelada, reiterando que é serviço de natureza essencial, não servindo de meio coercitivo de cobrança. Ante o comportamento vexatório promovido pela Energisa, esta deve ser responsabilizada pelo ato praticado.

Assessoria

Corte Eleitoral cassa mandato de vereador de Alagoinha

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) julgou procedente nesta terça-feira (03) a Ação de perda de Cargo Eletivo por desfiliação partidária, do vereador Rafael Francisco da Silva (PMDB), requerida pelo Partido Popular Socialista (PPS), Diretório Regional da Paraíba.

O Tribunal decretou a perda do cargo eletivo do vereador Rafael Francisco da Silva, devendo ser convocado o suplente imediato do partido, em harmonia com o parecer do Ministério Público.

Segundo o relator, desembargador José Di Lorenzo Serpa, tornou-se insubsistente a afirmativa do vereador, de que o partido “encontrava-se e encontra-se inativo” naquele município, e ainda sem mereceu acolhimento a referência que fez a documento emanado do Diretório Regional do PPS que recomendava sua desfiliação do partido, por não possuir valor probante.

Fonte: Do TRE