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Universidade Federal da Paraíba corta gastos para poder sobreviver

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) suspendeu o benefício de diárias e passagens internacionais para professores e está remanejando servidores para manter o funcionamento da instituição. Essas foram as primeiras medidas tomadas pela Reitoria em virtude do corte de 30% no orçamento para custeio das despesas da universidade.

Segundo a reitora Margareth Diniz, a UFPB só está recebendo R$ 6 milhões dos R$ 10 milhões que deveriam ser repassados mensalmente para a instituição. Diante do aperto foram priorizados os serviços básicos, como o pagamento das contas de água, luz, telefone, terceirizados e benefícios da assistência estudantil, que incluem acesso ao restaurante universitário, 500 bolsas de iniciação científica e auxílio moradia e residência universitária. No entanto, a compra para material de expediente está limitada. A verba destinada ao custeio dos gastos da instituição passou de R$ 59 milhões, em 2016, para R$ 47 milhões este ano. “A universidade está vivendo do básico. Cerca de 30% das verbas de custeio e 60% nos investimentos da universidade foram contigenciados. Mesmo assim, estamos priorizando a assistência estudantil. A dívida com os fornecedores estão dentro do nosso orçamento anual e nós vamos pagar”, explicou a reitora.

O gasto maior da instituição, R$ 47 milhões anuais, é para o pagamento de trabalhadores terceirizados, como seguranças e funcionários de apoio administrativo e de manutenção dos serviços, como restaurante e residência universitária, além da limpeza e zeladoria da instituição. Mesmo diante da contenção de gastos, a reitora informou que o projeto de manter a segurança no campus I, na capital, com a contratação de empresa para instalação de monitoramento eletrônico, está garantido. Além disso, o pagamento das bolsas de iniciação científica custeadas pela instituição para alunos de graduação está mantido.

 

Katiana Ramos

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Prefeita paraibana exonera todos os comissionados, reduz salários e corta gratificações devido à crise

(Foto: Reprodução/diariodosertão)

Por decreto, a prefeita de Joca Claudino localizado no sertão paraibano,  Jordhanna Lopes (PSB), determinou a exoneração de todos os comissionados do Município nesta segunda-feira (15). A gestora justifica a medida como consequência da crise financeira, bloqueio de receitas e queda no Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Além das demissões, a prefeita também cortou gratificações e reduziu em 30%, por prazo indeterminado, os salários dela, do vice-prefeito, do procurador jurídico da prefeitura, dos secretários, secretários-adjuntos e do tesoureiro.

No decreto, a prefeita ainda explica que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vem promovendo mensalmente bloqueio de recursos na conta do Município. Segundo ela, o último bloqueio foi de R$ 179,6 mil.

“As medidas de contenção de gastos adotadas até o presente momento não foram suficientes para sanear as dívidas existentes contra o Município. Durante esses quatro meses de gestão, esta administração tentou de todas as formas equacionar os problemas financeiros, valendo destacar pagamento até o presente momento a todo funcionalismo dentro do mês trabalhado”, afirma a gestora, no decreto.

O documento ressalva, no entanto, que ficam livres da exoneração servidoras grávidas ou que estejam em licença maternidade, além de servidores que estejam em auxílio-doença ou licença para tratamento de saúde.

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Em dois anos, setor automotivo corta 200 mil

montadoraA crise que levou à redução drástica nas vendas e na produção de veículos no Brasil provocou o fechamento, de 2014 até agora, de 31 mil vagas nas montadoras, onde normalmente os empregos são considerados de melhor qualidade. Na rasteira, foram demitidos mais de 50 mil trabalhadores nas autopeças e mais de 124 mil nas concessionárias, numa conta que supera 200 mil cortes.

Os números vão seguir em alta, pois ainda há ajustes a serem feitos em algumas fábricas, como as de Taubaté (SP) e São José dos Pinhais (PR), onde a Volkswagen deve seguir o mesmo procedimento realizado na unidade do ABC paulista, com abertura de programa de demissão voluntária (PDV), que atraiu pelo menos 1,2 mil funcionários nos últimos dias.

Na Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo (SP), 1.047 trabalhadores se inscreveram em um PDV nas duas últimas semanas, após a montadora oferecer R$ 100 mil como incentivo, além dos direitos da rescisão. Apesar disso, a empresa não obteve as 1,4 mil adesões que esperava e, por isso, demitiu mais 370 funcionários.

Alguns trabalhadores aderiram ao programa por não verem mais o futuro que esperavam no setor, até pouco tempo muito cobiçado. “O ambiente atual é de muita pressão”, diz Gustavo, funcionário da Mercedes há cinco anos que pediu para não ter o sobrenome divulgado, por questão de segurança.

Ele vai aproveitar o salário extra e a rescisão para quitar as prestações do apartamento em Santo André (SP), onde mora com a esposa, que trabalha numa administradora de condomínios, e a enteada, de 12 anos. “Com isso, me livro da maior dívida que tenho.”

Gustavo, de 39 anos, vai começar a distribuir currículos em indústrias, mas já dá “este fim de ano como perdido”. Se não conseguir emprego nessa área, pretende voltar a dar aulas de história, área em que é graduado.

Outro funcionário que também pede para não ter o nome divulgado – e se identifica apenas pelas iniciais J.S. – quer aproveitar o dinheiro do PDV para fazer um curso de línguas fora do País e, quem sabe, uma pós-graduação. “Enquanto a situação não melhora, vou tentar investir nos estudos”, afirma ele, que tem 38 anos e também trabalhou por cinco anos na Mercedes no setor de CKD (veículos desmontados).

A intenção do ex-metalúrgico é ir para o Canadá ou Austrália, mas ele se preocupa com a dívida que deixará no Brasil, de “muitas” prestações do imóvel adquirido em São Bernardo do Campo (SP) há poucos anos.

A esposa e os três filhos de 17, 10 e 7 anos ficarão no País. Ela faz bicos como manicure e em confecção de roupas.

No fim de 2013, as montadoras do País empregavam 157 mil trabalhadores, número que, em agosto, era de 126 mil. Desse total, 2,5 mil estão em lay-off (com contratos suspensos por cinco meses) e 19,8 mil no Programa de Proteção ao Emprego (PPE), que reduz jornada e salários.

Retomada

A partir de 2014, quando as crises econômica e política se intensificaram, a produção nacional despencou de 3,7 milhões de veículos para as esperadas 2,3 milhões de unidades neste ano.

O mercado interno encolheu 1,7 milhão de veículos e caminha para chegar ao fim do ano com vendas de no máximo 2 milhões de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, retornando assim a volumes próximos aos de dez anos atrás.

Voltar a vender anualmente mais de 3 milhões de unidades, como ocorreu de 2009 a 2014, deve levar no mínimo quatro anos, prevê Rodrigo Custódio, diretor da área automotiva da consultoria Roland Berger para a América do Sul.

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, também vê uma recuperação lenta. Neste ano, a entidade estima nova queda de 19% nas vendas em relação ao anterior, mas, para 2017, o executivo espera o início da retomada.

“Certamente vamos ficar acima dos 2 milhões de veículos deste ano, que é um número muito baixo”, prevê Megale. “Pode ser até que o volume cresça pouco, mas não vai ser negativo.”

Queda de vendas no Brasil causa prejuízo bilionário a fabricantes

Nos últimos dois anos e meio, apenas duas das quatro maiores montadoras do País – as americanas General Motors e Ford – somaram prejuízos de US$ 3,9 bilhões na América do Sul, região em que o Brasil responde por quase 60% das vendas. As duas marcas e a Fiat Chrysler são as únicas que divulgam balanços financeiros na região.

O grupo Fiat Chrysler teve lucro de US$ 218 milhões em 2014 e prejuízo de US$ 78 milhões no ano passado. No primeiro semestre deste ano, voltou a se recuperar e registrou ganho de US$ 10 milhões. A Ford, contudo, perdeu no período US$ 521 milhões, quase 40% a mais que em igual intervalo de 2015.

A GM, por sua vez, teve prejuízo de US$ 188 milhões, melhora significativa em relação ao resultado negativo de US$ 358 milhões no primeiro semestre de 2015. “Provavelmente a empresa adotou medidas de eficiência, redução de custos e de pessoal”, afirma o diretor da Roland Berger, Rodrigo Custódio.

Ele acredita que o quadro de perdas se estenda para a maioria das demais montadoras. O setor opera com menos de 50% de sua capacidade produtiva, de 5,3 milhões de veículos, atingida nos últimos anos com a inauguração de novas fábricas.

Uma das novas construções, a unidade da Honda em Itirapina (SP), ficou pronta no fim de 2015, mas até hoje não ligou as máquinas. A fábrica com capacidade para 120 mil carros ao ano está fechada, à espera da retomada do mercado. Não há previsão de quando será inaugurada.

Competitividade

O único dado positivo das montadoras são as exportações, em parte ajudadas pela questão cambial.

No ano passado as vendas externas somaram 417 mil veículos, quase 25% a mais que em 2014. Neste ano, a previsão é de superar 500 mil unidades.

O problema é que o carro nacional só consegue chegar a países da América Latina, cuja demanda total é inferior ao mercado brasileiro. Além disso, para alguns deles, é mais barato importar da China ou dos Estados Unidos.

“O Brasil precisa sair para fora da América Latina, pois o mundo é muito maior que isso”, diz Custódio. Mas a falta de acordos comerciais com outros países, e principalmente a falta de competitividade do produto nacional, torna esse caminho bastante difícil.

O consultor da Roland Berger cita, por exemplo, o nível de automação – que é um elemento de competitividade – na indústria local. “O Brasil tem 30 mil robôs nas fábricas e, para se equiparar à média mundial precisaria ter 200 mil”.

Outro exemplo é a falta de escala de produção. Levando-se em conta a grande quantidade de modelos produzidos no País, a média brasileira é de 30 mil unidades ao ano por modelo. Nos EUA é de 110 mil, no México de 90 mil e na Alemanha de 80 mil. Segundo Custódio, o investimento em um novo carro é muito alto e, sem escala produtiva, pode ser inviável.

Outro fator citado por ele é a urgente necessidade de recuperação do parque de fornecedores, que passa por grandes dificuldades e muitas empresas estão quebrando ou entrando em recuperação judicial. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão

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Prefeito de Esperança, na PB, reduz próprio salário em 20% e corta gastos

(Foto: Emerson Santos/Secom)
(Foto: Emerson Santos/Secom)

O prefeito da cidade de Esperança, Anderson Monteiro (PSC), decretou a redução do próprio salário e da vice-prefeita Roxana Nóbrega (PSC) em 20% e em 10% dos secretários municipais. Pelo menos cinco outros prefeitos paraibanos já tinham anunciado a mesma medida nas últimas semanas.

Atualmente, o salário do prefeito de Esperança é de R$ 16 mil, enquanto o da vice-prefeita é de R$ 8 mil. Um secretário municipal da cidade recebe salário de R$ 6 mil.

A medida faz parte de um decreto que começou a vigorar na segunda-feira (21) e, entre outras coisas, reduziu também o expediente das repartições públicas, que passam a funcionam das 8h às 14h. As mudanças valem para os próximos 100 dias.

Segundo Anderson Monteiro, as medidas levam em consideração, principalmente, a queda das receitas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Em comparação com 2014, a diminuição das receitas chega a 30%, de acordo com ele.

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Ainda foi determinada a contenção de gastos de energia elétrica, telefone, água, combustível e a revisão de contratos de prestação de serviços como alugueis de veículos, imóveis, assessorias advocatícia e contábil. Também está proibido realizar contratações temporárias e pagamento de diárias.

Areia
O prefeito do município de Areia, Paulo Gomes Pereira, reduziu em 30% o próprio salário e o do vice-prefeito, André Ricardo Costa. A cidade fica localizada no Brejo paraibano, a 122km de João Pessoa. Este é, pelo menos, o quinto prefeito paraibano que reduz o próprio salário em menos de um mês.

Lagoa Seca
O prefeito do município de Lagoa Seca, no Agreste paraibano, José Tadeu, reduziu, no dia 15, em 40% o próprio salário, o da vice-prefeita em 30%, e em 10% dos secretários municipais. A decisão entrou em vigor na data da sua publicação, retroagindo os seus efeitos para o dia 1º de setembro.

Patos
No dia 3 de setembro, foi a vez da prefeita de Patos, Francisca Mota, anunciou a redução do próprio salário em 50%. Além disso, ela anunciou outros cortes nos gastos do município. A prefeita alegou que a prefeitura passa por dificuldades financeiras e essas medidas ajudarão a continuar garantindo o pagamento dos servidores.

Campina Grande
Já no dia 1 de setembro, o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), anunciou que reduziu o próprio salário e o do vice-prefeito, Ronaldo Cunha Lima (PSDB), em 40%. Ele ainda declarou que 20% das gratificações dos comissionados foram cortadas, estão suspensas as contratações de comissionadas, pagamento de diárias de viagens, locação de carros para secretários municipais e horas extras.

Cruz do Espírito Santo
No fim do mês de agosto, o prefeito de Cruz do Espírito Santo, Pedro Gomes Pereira, mais conhecido como Pedrito, reduziu o próprio salário em 20%, assim como o do vice-prefeito e secretários, além da redução, de gastos desnecessários.

 

 

G1

Fio de poste corta pescoço de motociclista em João Pessoa

acidenteUm motociclista foi socorrido por ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), na tarde desta segunda-feira (7), depois de ter sofrido um corte na altura do pescoço, provocado por um fio de um poste, no momento em que passava por um trecho da Avenida João Machado, no Centro de João Pessoa.

De acordo com o Samu, o homem pilotava o veículo no sentido centro/praia e no trecho em que o acidente aconteceu havia o fio de um poste pendurado, na altura em que os veículos passavam. Esse fio, que não era de alta tensão, provocou um grande corte na garganta da vítima, mas apesar do ferimento o rapaz estava consciente e seu estado de saúde era estável.

Algumas testemunhas informaram que o fio ficou pendurado depois que um caminhão passou pelo local, alguns momentos antes do acidente.

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O motociclista foi encaminhado para o Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, na capital paraibana.

Do G1

Governo corta Bolsa Família de 9 mil beneficiários na Paraíba

bolsa-famíliaBuscando suprir as necessidades básicas dos seus lares, 524.779 famílias paraibanas, em situação de pobreza e de extrema pobreza, eram beneficiárias do Programa Bolsa Família (PBF) em 2014, mas esse ano 9.053 delas deixaram de ser assistidas pelo programa. A informação é do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e segundo os dados fornecidos o corte aconteceu em virtude da ascensão social e da não atualização do cadastro das pessoas que recebiam o benefício.

Na Paraíba, a revisão cadastral tinha como público inicial 38.735 famílias, conforme o MDS. Essa é uma rotina obrigatória, feita pelas prefeituras a cada dois anos com o objetivo de verificar a renda dos usuários do PBF. A última delas foi realizada no ano passado e as pessoas tiveram até fevereiro deste ano para atualizarem seus cadastros. As famílias que não fizeram esse procedimento e as que não tinham mais a necessidade de transferência direta de renda por parte do governo saíram do programa.

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Com medo de fazer parte dessa estatística e ter o rendimento da sua família comprometido, a dona de casa Maria Izabel, 29 anos, que mora no bairro do Glória, em Campina Grande, procurou se recadastrar e não teve seu benefício cortado. Ela é mãe de três filhos e está grávida do terceiro. Sem ter nenhuma outra fonte de renda, é com os R$ 217,00 que recebe do PBF que ela ajuda o seu esposo, auxiliar de serviços gerais, a sustentar a família. “Deus me livre ficar sem o Bolsa Família. Sempre procuro estar em dia com meu cadastro para não perdê-lo”, destacou.

O Bolsa Família integra apenas as famílias consideradas pobres (com renda mensal por pessoa entre R$ 77,01 e R$ 154) e as extremamente pobres (com renda mensal por pessoa de até R$ 77). Os critérios são utilizados para compor o cadastro, e a parcela mensal que os beneficiários recebem é variável. Ela é feita tomando como base a renda mensal por pessoa, o número de integrantes, o total de crianças e adolescentes de até 17 anos e a existência de gestantes.

 

JP

Grupo agride e corta cabelo de jovens após suposta traição no litoral de SP

Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra duas jovens sendo agredidas e torturadas por um grupo de mulheres na Praia Grande, litoral de São Paulo. O crime teria sido motivado por uma suposta traição.

Assista ao vídeo:

Na gravação é possível ver um grupo agredindo tanto verbal quanto fisicamente duas jovens. Um delas é acusada de ter um relacionamento com o namorado de uma das agressoras. Já a outra jovem agredida é acusada de acobertar a situação.

Entre tapas e socos, as jovens têm o cabelo cortado. No fim do vídeo, uma das jovens é obrigada a agredir a outra vítima, que alegando estar grávida pede a interrupção dos socos. O caso será investigado pela Polícia Civil.

 

iG

Prefeito de Solânea corta gastos para garantir pagamento do 13º salário e tranquiliza os servidores

 

O prefeito do município de Solânea, Francisco de Assis de Melo (Dr. Chiquinho-PMDB), garantiu em entrevista ao FOCANDO A NOTÍCIA que vai pagar o 13º salário dos servidores municipais. O peemedebista informou que não será necessário o bloqueio de 60% dos recursos da prefeitura como foi requerido na justiça pelo Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais de Solânea (Sindsol).

“A prefeitura está fazendo todo o esforço possível para manter o pagamento dos efetivos em dia. Infelizmente houve esse atraso em parte da folha da educação, mas ainda esta semana estará tudo regularizado. Estamos trabalhando para também garantir o décimo terceiro dos funcionários e para isso foi necessário fazer alguns cortes nos gastos da prefeitura”, argumetou Dr. Chiquinho.

Sobre informações de que algumas obras no município estavam paradas, o prefeito ressaltou que no próximo dia 26, quando Solânea faz aniversário, serão inauguradas algumas das obras realizadas por ele.

Leia também – Em Solânea sindicato pede na justiça bloqueio de 60% dos repasses municipais para garantir pagamentos

“No aniversário da cidade está programada a inauguração das escolas José Menino de Oliveira e Telma da Silva, uma parceria com o Governo do Estado, como também a quadra poliesportiva”, informou o prefeito acrescentando que na próxima semana estará fazendo uma nova tomada de preço para a Academia da Saúde.

Redação/Focando a Notícia

Ricardo Marcelo corta ponto de deputados faltosos na AL e nega pressão para não instalar CPI

O presidente Ricardo Marcelo, do PEN, negou nesta quarta-feira (22) que tenha sofrido pressão para não instalar o pedido da abertura de CPI feita pelo deputado Frei Anastácio para apurar supostas irregularidades da Cagepa.

“Esta casa não aceita pressão de ninguém. Isso não procede. Se o pedido tiver um fator determinado é claro que ela será instalada. Senão, o contrário também é correto”, disse.

Irritado com o quórum baixo na sessão de hoje, Ricardo Marcelo determinou corte de ponto dos faltosos. Apenas 10 deputados compareceram em plenário nesta quarta dos 36 deputados da Casa de Epitácio Pessoa.

Paulo Dantas com João Costa