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Presidente da OAB de Campina chama juízes de mentirosos e corruptos

jairo-oliveiraO presidente da Subseção da OAB de Campina Grande, Jairo Oliveira, criticou, nesta sexta-feira (02), durante entrevista ao programa Correio Manhã, da 98 FM, o protesto realizado nessa quinta-feira (1) por magistrados e membros do Ministério Público contra ponto do pacote anticorrupção, aprovado na Câmara dos Deputados, que prevê crime de responsabilidade para membros do Judiciário por abuso de autoridade.

Ontem, os manifestantes paralisaram suas atividades por cerca de uma hora em várias comarcas da Paraíba. No entanto, Jairo Oliveira ironizou a paralisação, pois, segundo ele, os juízes “nunca trabalharam”.

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“Eles continuaram sem trabalhar, como nunca trabalharam. Eles (magistrados) têm muito imprensado, feriado, duas férias por ano e demais mordomias”, declarou.

“É preciso criminalizar o abuso de poder das autoridades. Não só da magistratura, do Ministério Público e de toda e qualquer autoridade, que praticar abuso de autoridade”, acrescentou.

Jairo disse também que o discurso dos magistrados é mentiroso.

“O discuso da magistratura é falso, moralista e mentiroso. Dizer que quem não está do lado deles é a favor da corrupção é mentira.  Não existe corrupção maior do que a magistratura receber auxílio-moradia, não trtabalhar e receber salários acima do teto”, sustentou.

O presidente disse ainda que não vai aceitar que os magistrados tentem enganar a sociedade.

MaisPB 

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Deputado estadual critica Reforma Política e defende fim de partidos grandes: “Só tem corruptos”

tiao-gomesO deputado estadual Tião Gomes (PSL) foi mais um, além do deputado Janduhy Carneiro (PTN), a criticar o texto que propõe a Reforma Política (PEC 36/2016) no país. Tião usou a tribuna do plenário da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) para defender as pequenas legendas ressaltando que são os pequenos partidos que, segundo ele, moralizam o país. Em seu discurso, o parlamentar pediu a extinção de partidos como o PMDB, PSDB e PT.

O texto propõe o fim das coligações, que segundo Tião, pode excluir os partidos pequenos de participar de eleições proporcionais. O deputado do Brejo paraibano foi enfático ao criticar a proposta que já foi aprovada em primeiro truno pelo plenário do Senado. “Querem acabar com os pequenos partidos nesse país. Querem deixar só os grandes, mas deveria ser o inverso, acabar com os grandes e deixar os pequenos, porque nos grandes só tem corruptos”, disparou Tião.

Para Tião Gomes, escândalos que vêm sendo noticiados atualmente envolvem, em sua maioria, as grandes legendas partidárias do país. “Você pega o PMDB, pega o PP, o PSDB e o PT também e só vê coisas que não prestam para o país. (…) Esta é a grande reforma que querem para o país?”, questionou Tião. O deputado do PSL destacou que são os pequenos partidos que atualmente “moralizam o Brasil”.

Tião apontou seu ‘canhão’ direto para Brasília e afirmou que os maiores casos de corrupção envolvem, principalmente, o Congresso Nacional e são denunciados pelos pequenos partidos. “Os pequenos partidos estão lá para fiscalizar. São dois ou três deputados, mas que falam. Então querem tirar esses pequenos partidos para deixar os grandes, que estão desonrando a política nacional. Hoje, nós temos vergonha de dizer que somos deputados, vereadores e são eles, lá em cima, os culpados”.

PB Agora

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Em ano de prisões do mensalão, Brasil cai em ranking de menos corruptos

corrupcaoNo ano em que o processo do mensalão, considerado um dos maiores escândalos políticos da história do País, começou a caminhar para um desfecho, com a prisão de parte dos condenados, o Brasil voltou a ser mal avaliado sobre a corrupção no setor público. O País ficou em 72º lugar entre 177 países segundo o Índice de Percepção de Corrupção (IPC), divulgado nesta terça-feira pela Transparência Internacional. A edição deste ano conferiu ao Brasil a nota 42, em uma escala que vai de zero (mais corrupto) a 100 (menos corrupto).

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Em 2012, o Brasil ocupou a 69ª posição entre 176 nações, com nota 43. O ranking é baseado em opiniões de especialistas e pesquisas de 13 entidades internacionais de acordo com o nível de percepção percebida nos governos de cada um desses países.

O resultado deste ano, apesar de apontar uma ligeira queda, foi considerado “estável” pela entidade e posiciona o Brasil em empate técnico com a África do Sul, Bósnia Herzegovina, Sérvia e São Tomé e Príncipe. O País permanece, contudo, atrás de vizinhos sul-americanos, como o Uruguai (19º lugar) e o Chile (22º), e de outros emergentes, como Arábia Saudita e Gana (ambos na 63ª posição).

Imagem negativa

Para o diretor regional para as Américas da Transparência Internacional, Alejandro Salas, a má avaliação “destoa” da posição geopolítica que o País conquistou no cenário internacional nos últimos anos. “A queda na nota foi residual. O que chama atenção, por outro lado, é o descolamento entre a percepção da corrupção sobre o Brasil e sua importância geopolítica”, afirmou Salas em entrevista à BBC Brasil.

“Em outras palavras, o País tornou-se, nos últimos anos, uma das economias emergentes mais importantes do mundo, mas, mesmo assim, ainda tem problemas em combater a corrupção”, acrescentou ele. “Uma das razões por trás dessa imagem negativa sobre o País tem a ver com a dificuldade do governo de aproveitar o progresso econômico para minimizar as desigualdades sociais. Esse desequilíbrio guarda estreita relação com a corrupção”, disse.

Salas, que elogia o julgamento do mensalão, considerado por ele um dos maiores escândalos políticos na história do País, assinalou, no entanto, que o Brasil tem de “garantir o bom funcionamento de suas leis”. “O Brasil é hoje o maior adversário de si mesmo. É preciso mostrar que a Justiça funciona e que as leis são cumpridas. Do contrário, a população fica descrente das instituições do País, o que fragiliza a democracia.”

“Nesse sentido, deve haver uma combinação de esforços entre governos, partidos políticos e população para combater a corrupção”, conclui Salas.

Apesar da avaliação ruim, o Brasil ainda está à frente de outros Brics (com exceção da África do Sul, com quem divide a liderança) quando se analisa o nível de corrupção percebida no setor público. No índice deste ano, a China obteve 40 pontos (80º), a Índia ganhou 36 (94º) e a Rússia ficou com 28 (127º).

Já entre os vizinhos do continente americano, o Brasil conquistou a 13ª posição entre 32 países, atrás do Canadá, Estados Unidos e Cuba, mas à frente da Colômbia, México, Argentina e Venezuela.

 

 

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