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Homens são presos acusados de violência doméstica e lesão corporal em Guarabira e Araçagi

Neste domingo (7), policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) prenderam em flagrante dois homens, um deles, em Guarabira, acusado de violência doméstica contra a companheira adolescente e o outro, em Araçagi, acusado de lesão corporal e ameaça também contra um adolescente.

No Conjunto Alda Pimentel, em Guarabira, policiais militares atenderam a uma solicitação de uma adolescente que estava sendo agredida pelo companheiro. No local, encontraram a vítima, que estava com hematomas pelo corpo.

O acusado foi preso e a adolescente foi acompanhada pela sua mãe para a delegacia. No centro de Araçagi um homem foi preso depois que os policiais receberam a denúncia de que ele, com visíveis sinais de embriaguez e armado com uma faca, estaria ameaçando um adolescente e teria desferido um soco no seu rosto.

A guarnição comandada pelo Sgt Martins esteve no local e prendeu o acusado, mas a faca que estaria sendo utilizada por ele não foi encontrada. A vítima, acompanhada pelo seu genitor, também foi conduzida à delegacia.

Assessoria 4º BPM

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Laudo do IML nega lesão corporal contra mulher do cantor Victor, diz polícia

victorA delegada Danúbia Quadros, chefe da Divisão Especializada no Atendimento à Mulher, ao Idoso e à Pessoa com Deficiência (Demid) de Belo Horizonte, disse nesta segunda-feira (13), que o resultado do laudo sobre lesão corporal contra Poliana Bagatini Chaves, de 29 anos, por seu marido, o cantor Victor Chaves, de 41 anos, da dupla sertaneja Victor & Leo foi negativo. O exame foi realizado no Instituto Médico Legal (IML), em Belo Horizonte.

Danúbia disse que ainda aguarda laudo pericial das imagens do circuito interno do prédio para concluir o inquérito. Nesta manhã, a Polícia Civil chegou a divulgar que a investigação estava concluída. A delegada disse que tem 30 dias para concluir o inquérito.

A delegada disse que nenhum vizinho ou funcionário do prédio ou do próprio cantor presenciaram qualquer agressão, mas relataram ter ouvidos gritos. Ainda de acordo com Danúbia, a confusão teria sido motivada por um desentendimento após o cantor ter levado a filha do casal para a casa da mãe sem o conhecimento de Poliana.

Victor foi intimado a depor na semana passada, mas pediu, por meio do advogado, para reagendar uma nova data. O depoimento, que durou cerca de duas horas, foi realizado neste domingo (12). Também foram ouvidas a mãe dele, Marisa Chaves Zapalá Pimentel, de 65, e a irmã, Paula Chaves Zapalá Pimentel, por cerca de uma hora cada uma.

Todos os envolvidos já prestaram esclarecimentos à polícia, inclusive um segurança. O caso já foi distribuído a um juiz, que expediu um mandado para que a polícia tivesse acesso às imagens do circuito de segurança.

Entenda o caso

No dia 24 de fevereiro, Poliana, que está grávida, foi a uma delegacia, em Belo Horizonte, e fez uma queixa contra o marido. De acordo com o boletim de ocorrência, Poliana disse que foi agredida por Victor por motivos fúteis, que foi jogada no chão e recebeu vários chutes. Afirmou que, depois das agressões, foi impedida de sair do local por um segurança e pela cunhada.No mesmo dia, a mãe de Victor também prestou queixa na polícia e deu outra versão. No segundo boletim de ocorrência, ela disse que Poliana foi ao apartamento dela transtornada e de forma agressiva fez ameaças e quebrou vários objetos.

No dia, Marisa Chaves afirmou aos policiais que a irmã do cantor tentou acalmar Poliana e que Victor segurou o braço da mulher, pedindo que se acalmasse. Marisa afirmou que a nora se atirou no chão chorando e se debatendo.

Dois dias depois, Poliana Bagatini publicou uma carta em um perfil de rede social em que afirmou que em momento algum considerou que tivesse ocorrido qualquer crime, principalmente, praticado por Victor.

Em uma entrevista exclusiva à TV Globo, o cantor negou a agressão. A repórter Aline Aguiar perguntou ao artista se houve agressão. Victor respondeu: “Absolutamente. Eu nunca agredi ninguém na minha vida e muito menos a minha mulher, grávida do João”, disse à época.

Mesmo depois de a mulher de Victor negar a agressão, a polícia continuou investigando o caso. Victor, que era jurado no The Voice Kids, da TV Globo, pediu para se afastar do programa. Na edição do dia 26 de fevereiro, o apresentador André Marques leu um comunicado que dizia que a Globo repudia toda e qualquer forma de violência e acredita que essa acusação precisa ser apurada com rigor garantindo o direito de defesa na busca da verdade.

G1

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Miss bumbum faz pintura corporal como se fosse a tocha olímpica

miss-bumbumA modelo brasileira Suzy Cortez, a Miss Bumbum 2015, protagonizou um ensaio sensual com pintura corporal em comemoração aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. A jovem teve o corpo pintado de cinza metálico e desenhos semelhantes aos da tocha, símbolo da Olimpíada. As imagens foram feitas para a versão mexicana da revista masculina “Playboy”.

A modelo compartilhou algumas fotos pelas redes sociais. Na capa da edição de agosto, Suzy é chamada de “musa da Olimpíada”. “Pratique o seu esporte favorito com ela”, diz a chamada da “Playboy” mexicana. A revista também será vendida no Brasil, a partir do dia 5 de agosto, no mesmo dia em que acontece a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, no Maracanã.

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Extra

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Promotor denuncia Marcelinho Paraíba por lesão corporal e ameaça

AgressãoO promotor Sócrates da Costa Agra denunciou nesta quarta-feira (6) o jogador de futebol Marcelinho Paraíba pelos crimes de lesão corporal leve e ameaça, praticados contra sua ex-namorada Ana Paula Alves Dantas. O Ministério Público estadual manteve o indiciamento da delegada Hertha de França.

O advogado Afonso Vilar, que defende Marcelinho, explicou que como o jogador não foi citado pessoalmente, a defesa ainda não tem detalhes do processo, mas que tem dez dias para apresentar a defesa na Justiça.

O caso aconteceu em 13 de dezembro do ano passado, quando a vítima teria ido cobrar, no sítio do atleta em Campina Grande, o pagamento de pensões alimentícias atrasadas. O jogador responde em liberdade.

A Polícia Civil indiciou o atleta com base na Lei Maria da Penha por lesão corporal leve e ameaça, cujas penas juntas podem chegar a quatro anos de detenção. O atleta responde em liberdade após prestar depoimento à polícia e pagar fiança de R$ 12,4 mil.

O laudo do Instituto de Polícia Científica (IPC) confirmou marcas de violência, levando a delegada de Violência Doméstica de Campina Grande a indiciar o atleta por agressão de natureza leve e ameaça, cujas penas juntas podem resultar de detenção de até quatro anos. “O inquérito foi remetido ao Judiciário consubstanciado nos mesmos motivos do auto de prisão em flagrante”, afirmou a delegada Hertha de França ao G1.

Polícia Civil mantém indiciamento de Marcelinho por suposta tentativa de estupro (Foto: Karoline Zilah/G1)Jogador é investigado por agrediar a ex-mulher
(Foto: Karoline Zilah/G1)

Marcelinho está atualmente sem contrato firmado com nenhum time e à época dos fatos jogava pelo Boa Esporte, de Minas Gerais. Em entrevista à TV Paraíba, a ex-namorada de Marcelinho Paraíba afirmou que o atleta devia um ano de pensão alimentícia ao filho de 3 anos, e que foi agredida por ele quando foi cobrar o valor atrasado.

No dia 13 de dezembro de 2012, policiais estiveram no sítio do jogador  no bairro de Nova Brasília e ele foi detido. Segundo a delegada, na  época, o jogador preferiu não falar nada em depoimento. A vítima passou por exame de corpo de delito comprovando uma lesão.

Outra prisão
O jogador também foi preso em novembro de 2011 quando comemorava a ascenção do Sport, time em que jogava, à Série A do Campeonato Brasileiro. Na ocasião, ele foi preso com mais três amigos novamente em seu sítio em Campina Grande, mas não foi denunciado pelo Ministério Público e o caso foi arquivado.

De acordo com Fernando Zoccola, primeiro delegado que atuou no caso, a suposta vítima afirmou em depoimento que o crime aconteceu de madrugada durante a festa. Segundo ela, Marcelinho forçou um beijo e a agrediu, puxando seus cabelos. A mulher apresentava cortes na boca e foi levada para a Unidade de Medicina Legal (UML) para ser submetida a um exame de corpo de delito. A delegada da Mulher, Hertha de França, indiciou Marcelinho por estupro, mas a hipótese foi descartada pelo Ministério Público.

 

 

G1 PB

Mulher entra em luta corporal contra 3 policiais, derruba sargento e quebra os óculos de um cabo


Duas mulheres, uma de 30 e outra de 35 anos, ambas de Itaporanga, deram trabalho à Polícia Militar na madrugada da quarta-feira, 19. Elas bebiam em um bar nas proximidades do terminal rodoviário da cidade e estavam com o som do carro em uma altura não compatível para o horário, o que motivou moradores das proximidades a acionarem a polícia.

Uma guarnição da Polícia Militar foi até o local sem imaginar o trabalho que teria: contrariada, uma das mulheres, a dona do carro, baixou o som do veículo, mas passou a agredir verbalmente os policiais, conforme o boletim da PM. Ao receber voz de prisão do sargento comandante da guarnição por desacato, a acusada resistiu, entrou em luta corporal contra os três policias e chegou a derrubar um deles no chão e agredi-lo com chutes e pontapés.

O sargento ainda teve um relógio danificado, e um cabo saiu com seus óculos quebrados e ainda sofreu ameaça. Até a viatura policial ficou danificada. Depois de muita luta, a acusada foi contida. Receosos de machucá-la, os policiais disseram que preferiram não utilizar a força física, e, assim, conseguiram controlar a situação.

A mulher que estava na companhia da dona do carro não entrou na peleja física, mas agrediu moralmente os policiais e também terminou detida. As duas foram encaminhadas à delegacia de Itaporanga junto com o veículo, onde os PMs encontraram um litro de uísque.

No Relatório de Ocorrência Policial Militar , o comandante da guarnição registrou os crimes de desacato, desobediência, resistência, ameaça e som abusivo pelos quais elas vão responder em liberdade.

Folha do Vali