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Raposa luta, mas empata com Atlético-MG e se despede da Copa do Brasil

O Campinense correu, se esforçou, dentro de suas limitações técnicas, e até jogou melhor do que o badalado Atlético Mineiro. Mas sem tanta qualidade no setor ofensivo, a Raposa não passou de um 0 a 0 com o Galo das alterosas na noite desta quarta-feira (12) e deu adeus à Copa do Brasil.

Paraíba Online • Raposa luta, mas empata com Atlético-MG e se despede da Copa do Brasil

Foto: Paraibaonline

Por conta do regulamento do torneio, que oferece a vantagem do empate para os visitantes (com melhor ranking), o Alvinegro de Belo Horizonte avançou de fase e agora espera o vencedor de Afogados-PE x Atlético do Acre.

Ao Rubro-Negro do Alto da Bela Vista, que embolsou R$ 540 mil pela participação na competição, resta a sequência do Campeonato Paraibano e a Série D do Brasileiro na temporada.

No próximo domingo, inclusive, o Campinense tem nada mais, nada menos, do que o Treze pela frente, no primeiro Clássico dos Maiorais de 2020.

O jogo

A Raposa jogou de igual para igual contra o Galo Mineiro. Precisando vencer para não ser eliminado, o time da casa criou várias chances de abrir o placar, mas deixou se levar pela ansiedade.

Se o Campinense falhava nas finalizações, nem isso o Galo conseguiu construir no jogo. Poucas chances de ataque para o Alvinegro de BH e muitos erros de posicionamento, principalmente para suportar os contragolpes raposeiros.

Um dos destaques da partida foi o veterano Fábio Júnior. Depois de oito temporadas sem atuar profissionalmente, o atacante de 38 anos, que reestreou no domingo passado, atuou todo o jogo desta quarta e foi o principal finalizador da Raposa.

No segundo tempo o panorama se manteve: Campinense no ataque, lutando e criando situações de gol, mas esbarrando nas limitações técnicas.

Depois dos 30 minutos o time rubro-negro diminuiu a intensidade, mesmo assim não deixou de atacar. O Galo de Minas se limitou a contragolpes e pouca efetividade ofensiva.

 

paraibaonline

 

 

Botafogo-PB empata com o Londrina e é eliminado da Copa do Brasil

Empate em 3×3 e eliminação. Foi assim que o Botafogo-PB se despediu da Copa do Brasil, na noite desta quarta-feira (3), ao enfrentar o Londrina-PR pelo jogo de volta na terceira fase da Copa do Brasil. No placar agregado, somado o jogo em João Pessoa, o Londrina se classificou passando pelo Belo por 5×3.

O primeiro tempo começou com as duas equipes se estudando, mas com o Belo na pressão por precisar do resultado de pelo menos dois gols de diferença para levar a decisão aos pênaltis ou três gols para levar a vaga no tempo normal.

Porém, quem abriu o placar foi o Londrina. Em bola levantada na área, a zaga do Botafogo-PB tentou marcar linha de impedimento, mas o zagueiro Augusto, do Londrina, cabeceou sozinho e marcou.

O gol acordou os jogadores do Belo que passaram a pressionar ainda mais o time paranaense. O Botafogo-PB teve chance aos 33 minutos, com Adalgisio Pitbull, que chutou para defesa do goleiro do Londrina.

Aos 34, Marcos Aurélio cobrou escanteio e quase marcou gol olímpico. De tanto pressionar, o Belo conseguiu o empate aos 40 minutos com Nando, que aproveitou rebote do goleiro e mandou para o gol.

No segundo tempo o Belo repetiu o mesmo erro defensivo do primeiro gol e permitiu ao Londrina voltar a frente do placar. Em nova cobrança de falta, a zaga do Botafogo-PB tentou novamente fazer linha de impedimento e, de novo, Augusto subiu sozinho na área e cabeceou para o fundo do gol.

O jogo permaneceu morno até os 24 minutos quando o Belo chegou ao empate em um golaço de Clayton, que partiu da intermediária, se livrou de dois marcadores e marcou um belo gol.

Depois do empate, Evaristo Piza tirou o único volante do Belo no jogo, Wellington Cézar, e colocou mais um atacante. Porém, o Londrina soube jogar no contra-ataque e marcou o terceiro aos 34 minutos com Luquinha, que recebeu passe de Oliveira e recolocou o time paranaense à frente do placar.

Aos 41 minutos o Belo ainda chegou ao empate com Nando. O atacante aproveitou rebote após cobrança de falta de Fábio Alves e marcou, mas não foi suficiente para o Botafogo-PB se classificar.

Após a derrota, o Belo retorna para João Pessoa, onde desembarca na tarde desta quinta-feira (4). O próximo compromisso do Botafogo-PB é contra o CSA-AL no domingo (7), às 18h, no estádio Almeidão, na Capital, pelas quartas de final da Copa do Nordeste. O duelo é em jogo único e quem vencer se classifica. O empate leva a decisão para os pênaltis.

 

portalcorreio

 

 

Cruzeiro bate Santos nos pênaltis e avança na Copa do Brasil

O Santos foi guerreiro. Ao iniciar o jogo, no Mineirão, na noite desta quarta-feira, em confronto válido pelas quartas de final da Copa do Brasil, o Peixe entrou em campo com o placar contrário. Na partida de ida, a Raposa venceu por 1 a 0. Na volta, o clube da Vila Belmiro resolveu complicar: no tempo normal conseguiu vencer por 2 a 1, de virada. Nos pênaltis, no entanto, o goleiro Fábio brilhou, defendeu todas as cobranças e o Cruzeiro classificou-se com 3 a 0.

O Cruzeiro foi superior na maior parte do jogo. Nos dois tempos, a Raposa conseguiu criar mais e ter chances para fazer gols. O Santos, porém, em alguns momentos chegava, mas ainda foi um Peixe travado, com pouca criatividade

Fábio defendeu três pênaltis e foi o destaque da partida
Fábio defendeu três pênaltis e foi o destaque da partida

Foto: Thomas Santos / Agif / Estadão Conteúdo

Primeiro tempo

Precisando do resultado, o Santos entrou em campo com uma postura ofensiva. O técnico Cuca colocou sua equipe com quatro homens de frente, em busca de um gol logo no início da partida para dar tranquilidade do empate no placar agregado.

Nos primeiros minutos o técnico Cuca precisou fazer uma substituição em sua equipe. O zagueiro Luiz Felipe sentiu a coxa esquerda e precisou deixar o gramado. Gustavo Henrique foi chamado.

O Cruzeiro marcava a saída de bola do Santos. Os primeiros minutos começaram intensos e para a Raposa o resultado apareceu. Aos 12 minutos, Thiago Neves recebeu na direita, cortou para o meio e chutou rasteiro para abrir o placar.

Aos 14, o Santos teve uma grande chance. Em cruzamento na área, após falta em Rodrigo, Gustavo desviou de cabeça e levou muito perigo ao time do Cruzeiro.

O tento deixou o jogo mais lento. O Cruzeiro passou a estudar mais as jogadas e deixava o confronto amarrado. O Santos não conseguia infiltrar na defesa azul. Vale ressaltar que o time de Mano Menezes não estava fechado. A principal aposta de Cuca era Rodrygo, mas o setor ofensivo do Peixe não vivia bom momento.

Quando o primeiro tempo caminhava para o final, aos 41 minutos, o Santos conseguiu o empate na partida. Em ótimo chute de Gabriel, de fora da área, a bola pegou na bochecha da meta de Fábio.

O gol colocou o Santos novamente na partida. No placar agregado, neste momento, a partida estava em 2 a 1.

Thiago Neves abriu o placar para o Cruzeiro
Thiago Neves abriu o placar para o Cruzeiro

Foto: Alessandra Torres / Eleven / Estadão Conteúdo

Segundo tempo

Na volta para a etapa complementar, o Cruzeiro assustou o Santos logo aos 9 minutos. Em cobrança de escanteio, a bola chegou até o zagueiro Dedé. Ele desviou de cabeça e a redonda parou na trave do goleiro Vanderlei. No rebote, a defesa conseguiu proteger a redonda e o arqueiro segurou firme.

Na medida que o tempo ia passando, o Cruzeiro mostrava quem mandava no jogo. No lance seguinte, o Cruzeiro fez uma bela jogada, uma troca de passes envolvente entre seus homens de meio campo, Robinho, Arrascaeta e Thiago Neves, finalizando com o lateral Edilson, na cara do gol, mas a zaga tirou em cima da linha.

O Santos seguia com grande dificuldade para criar seus lances no meio campo. Com isso, a bola chegava com mais dificuldade na frente. Rodrygo que não estava acostumado a jogar centralizado, praticamente como um armador, tinha dificuldades para cumprir a função.

Após os 30 minutos, o Santos passou a ficar com a bola nos pés. O Cruzeiro se fechou. O Peixe trocava passes, tentava de todos os lados. Em cruzamento da direita, a bola chegou em Bruno Henrique que mandou para o fundo das redes.

O Cruzeiro se mandou para o ataque. Aos 42, a Raposa quase conseguiu o empate. Rafinha aproveitou o rebote dentro da área e chutou e Vanderlei fez uma defesa milagrosa.

Gabigol empatou para o Santos ainda no primeiro tempo
Gabigol empatou para o Santos ainda no primeiro tempo

Foto: Giazi Cavalcante / Código19 / Estadão Conteúdo

Pênaltis:

Lucas Silva – gol

Bruno Henrique – perdeu

Raniel – Gol

Rodrygo – perdeu

David – Gol

Jean Mota – perdeu

FICHA TÉCNICA

CRUZEIRO 1 (3) X 2 (0)SANTOS

Local: Mineirão, Belo Horizonte (MG)

Data: 15 de agosto de 2018 (Quarta-feira)

Horário: 19h30 (de Brasília)

Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)

Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Alessandro Alvaro Rocha de Matos (BA)

Gols: Thiago Neves, aos 9 minutos do primeiro tempo (Cruzeiro); Gabriel, aos 41 minutos do primeiro tempo, Bruno Henrique, aos 38 minutos do segundo tempo (Santos)

Cartões: Gustavo Henrique, Gabriel (Santos); Edilson (Cruzeiro)

CRUZEIRO: Fábio, Edilson, Dedé, Léo e Egídio; Henrique, Lucas Silva, Robinho (Rafinha), Thiago Neves e De Arrascaeta (David); Hernán Barcos (Raniel)

Técnico: Mano Menezes

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Luiz Felipe (Gustavo Henrique) e Dodô; Renato (Daniel Guedes), Diego Pituca e Artur Gomes (Jean Mota); Rodrygo, Bruno Henrique e Gabigol.

Técnico: Cuca

Gazeta Esportiva

Flamengo empata com a Ponte e avança na Copa do Brasil

O Flamengo está nas quartas de final da Copa do Brasil. Nesta quinta-feira, o empate em 0 a 0 diante de um valente time da Ponte Preta garantiu a vaga e a boa atuação do adversário valorizou ainda mais o avanço do Rubro-Negro. Na ida, há uma semana, a equipe de Barbieri venceu por 1 a 0 em Campinas.

Rodinei fez boa partida e levou o Flamengo ao ataque pelo lado direito (Foto: Paulo Sérgio/Agência F8)
Rodinei fez boa partida e levou o Flamengo ao ataque pelo lado direito (Foto: Paulo Sérgio/Agência F8)

Foto: LANCE!

O adversário do Flamengo nas quartas da Copa do Brasil será conhecido através de sorteio. Defendendo a liderança do Brasileirão, o time de Maurício Barbieri volta a campo no domingo, contra a Chapecoense, na Arena Condá.

CHANCES LÁ E CÁ!

A rede não balançou na primeira etapa, mas não faltou emoção. Flamengo e Ponte disputaram um bom jogo, com boas oportunidades para os dois lados.

Empurrado pela torcida, o Rubro-Negro foi melhor no início. Apesar de ocupar o campo de ataque, demorou a finalizar contra o gol rival. A Macaca, por sua vez, assustou Diego Alves. Saraiva foi o primeiro a arriscar, mas acabou travado por Réver na área. Na sequência, Paulinho ficou com o rebote de escanteio e finalizou com perigo, à direita do gol.

A pressão do Fla teve início aos 30 minutos. Na terceira tentativa, Paquetá obrigou Ivan a fazer boa defesa. Vinicius Jr e Geuvânio brigaram pela sobra, mas a zaga afastou. O camisa 20 também arriscou, mas não acertou a meta.

GEUVÂNIO NÃO JUSTIFICA SEQUÊNCIA

Com Diego fora por lesão, Geuvânio foi titular pela terceira vez seguida. O atacante ainda não conseguiu engrenar. Contra a Ponte, teve boas chances para levar o Flamengo ao ataque, mas falhou. Os erros irritaram a torcida, que o vaiou bastante deixar o campo para a entrada de Jean Lucas, cria da Gávea.

De positivo, vale destacar a determinação de Geuvânio em recuperar as bolas perdidas. É uma característica do time de Maurício Barbieri, principalmente quando a posse da bola está com os zagueiros ou perto da área adversária.

SUSTO E CLASSIFICAÇÃO!

A Macaca voltou mais aberta para a etapa final e, por dua vezes, quase abriu o placar no Maracanã. Saraiva teve a primeira chance, mas tocou com a mão na bola antes de chutar. Já Tiago Real estava impedido. Foi depois dos sustos que Maurício Barbieri chamou Jean Lucas e Paolo Guerrero, aos 16 minutos.

O Flamengo cresceu com os dois. Guerrero finalizou com perigo à meta de Ivan. Everton Ribeiro tirou tinta do travessão, mas a Macaca, valente, lutou até o fim.

Um gol ponte-pretano levaria a decisão para os pênaltis. Aaron, aos 40 minutos da etapa final, acertou o pé da trave de Diego Alves. O apito final chegou, o gol – seja do Fla ou da Macaca -, não. Para alívio dos mais de 55 mil rubro-negros. FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 0X0 PONTE PRETA

Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data-hora: 10/5/2018, às 19h30
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa/MG)
Renda/Público: R$ 1.316.955,00 / 52,597 pagantes / 55.822 presentes

Cartão amarelo: Réver (FLA); Paulinho e Marciel (PON)
Cartão vermelho: Não houve.

GOLS: Não houve.

FLAMENGO: Diego Alves; Rodinei, Réver, Léo Duarte e Renê; Cuéllar, Lucas Paquetá e Everton Ribeiro; Geuvânio (Jean Lucas, 16’/2ºT), Vinicius Júnior (Marlos Moreno, 45’/2ºT) e Henrique Dourado (Guerrero, 16’/2ºT) – T: Maurício Barbieri

PONTE PRETA: Ivan; Igor, Reynaldo, Renan Fonseca e Marciel; Nathan, Paulinho (Tiago Real, 7’/2ºT) e Lucas Mineiro (João Vitor, 32’/2ºT); Saraiva (Aaron, 29’/2ºT), Júnior Santos e Felippe Cardoso – T: Doriva

Lance

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Atlético-PR supera o Santa Cruz e avança na Copa do Brasil

O Atlético-PR venceu o Santa Cruz por 2 a 0 nesta quarta-feira na Arena da Baixada, e avançou para as quartas de final da Copa do Brasil. Após o empate sem gols em Recife, o Furacão fez o dever de casa e, com boa atuação, despachou a equipe pernambucana. Ainda encerrou o jejum de quatro jogos sem vencer ao lado da torcida – a última tinha sido no dia 26 de abril, diante do Flamengo, pela Libertadores.

Nikão abriu a vitória do Furacão diante do Santinha, na Arena. (Geraldo Bubniak/AGB)
Nikão abriu a vitória do Furacão diante do Santinha, na Arena. (Geraldo Bubniak/AGB)

Foto: LANCE!

O duelo começou em ritmo forte. Aos 3, pressionando a saída de bola atleticana, o Santinha roubou a bola e André Luís mandou uma bomba por cima do travessão. Dois minutos depois, na primeira chance real, o Furacão marcou. Em jogada pela esquerda, Sidcley tocou para Nikão na entrada da área, que ajeitou e chutou de direita, no canto do goleiro. 1×0.

Mesmo com a vantagem, o Rubro-Negro seguiu dominando o jogo, novamente no sistema 4-1-4-1. Aos 12, Cascardo recebeu pela direita e cruzou para Pablo, que pegou de primeira e a bola passou à esquerda da trave. O time pernambucano começou a equilibrar o confronto a partir daí e dificultava as jogadas da equipe da casa, que mesmo assim mostrava boas triangulações e movimentos na entrelinhas.

O Atlético-PR só foi aparecer novamente, com perigo, nos minutos finais. E por três vezes. Aos 37, Grafite recebeu bom passe na área e tentou o toque na saída do goleiro, que fez a defesa. Pouco depois, Rossetto lançou na entrada da área para Lucho, que ajeitou e Otávio bateu forte por cima. Na sequência, Nikão recebeu na segunda trave, matou a bola e bateu forte, rasteiro, para zagueiro tirar literalmente em cima da linha.

Assim como começou a primeira etapa, os dois clubes retornaram em ritmo frenético e criaram oportunidades no início. Com 2, Halef Pitbull recebeu livre na área, pela esquerda, e finalizou pela linha de fundo. No minuto seguinte, Grafite aproveitou cruzamento, cabeceou bem e Julio Cesar fez um milagre com o pé. Na continuação da jogada, Pablo foi acionado nas costas da zaga, mas se enrolou para chutar e foi travado perto da pequena área.

Aos 7, em novo erro na saída de bola, dessa vez de Pablo, André Luís roubou a bola, avançou e, da meia lua, bateu rasteiro na trave. A resposta atleticana veio com Sidcley, driblando o marcador na área e chutando colocado para o arqueiro espalmar.

A partir dos 20, o Furacão começou a explorar mais a transição ofensiva rápida. Em um desses lances, com os dois jogadores que entraram no decorrer, Eduardo da Silva achou Douglas Coutinho partindo em velocidade, sozinho, mas ele invadiu a área e chutou em cima de Julio Cesar. Dois minutos depois, Coutinho arriscou de fora da área, a bola desviou na zaga e Lucho, próximo da marca do pênalti, aproveitou e ampliou. 2×0.

O bom placar, que garantia a classificação e só escaparia com dois gols do rival, fez a equipe da casa segurar o ímpeto anterior e apenas administrar até o final. O Santa Cruz, sem força e qualidade, sequer esboçou reação. Vaga carimbada.

O sorteio para definição dos adversários nas quartas de final acontece no dia 5 de junho, na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-PR 2 X 0 SANTA CRUZ

Local : Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data-Hora : 31/5/2017 – 19h30
Árbitro : Elmo Alves Resenha Cunha (GO)
Auxiliares : Cristhian Passos Sorence (GO) e Leone Carvalho Rocha (GO)
Público/renda : 16.673 total/Não divulgado
Cartões amarelos : Eduardo da Silva, Douglas Coutinho (ATL); Nininho (SAN)
Gols : Nikão, 5’/1ºT (1-0); Lucho González, 22’/2ºT (2-0)

ATLÉTICO-PR : Weverton; Cascardo, Wanderson, Thiago Heleno e Sidcley (Nicolas, 25’/2ºT); Otávio, Matheus Rossetto, Lucho González, Nikão e Pablo (Douglas Coutinho, 19’/2ºT); Grafite (Eduardo da Silva, 17’/2ºT).Técnico : Eduardo Baptista.

SANTA CRUZ : Julio Cesar; Nininho, Bruno Silva, Anderson Salles e Tiago Costa (Roberto, 31’/1ºT); Elicardos, David, Éverton Santos, William Barbio (Léo Costa, 14’/2ºT) e André Luís; Halef Pitbull (Facundo, 28’/2ºT). Técnico: Vinícius Eutrópio.

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Flamengo joga mal, mas vence o Dragão e avança na Copa do Brasil

Foto: CELIO MESSIAS / LANCE!

O Flamengo jogou mal e chegou a passar sufoco, mas avançou na Copa do Brasil. Na noite desta quarta-feira, o Rubro-Negro carioca venceu o Atlético-GO por 2 a 1, no Serra Dourada, em Goiânia, e garantiu a passagem para as quartas de final do torneio nacional. Guerrero e Matheus Savio balançaram a rede pelo time carioca.

O técnico Zé Ricardo foi chamado de burro pela torcida por não colocar o garoto Vinicius Júnior em campo. Além disso, a atuação ruim da equipe ajudou a alimentar a impaciência da torcida.

PRIMEIRO TEMPO

Apoiado pela sua torcida, que compareceu em bom número mesmo fora de casa, o Flamengo abriu o placar aos 12 minutos com Guerrero. O peruano aproveitou assistência de cabeça de Rodinei e fuzilou para a rede praticamente da pequena área.

O lance demonstrou a fragilidade defensiva dos donos da casa. No entanto, o Atlético-GO buscou forças para reagir. Everaldo incomodou os visitantes em dois lances e num deles acertou a trave em finalização já dentro da área. Aos 27 minutos, Jorginho, de cabeça, empatou após disputa de bola numa cobrança de lateral, num grande vacilo da defesa do Flamengo.

O gol do Dragão desorientou o time de Zé Ricardo. Com erros na saída de bola e dificuldade para se impor, o Fla ainda sofreu pressão nos minutos finais do primeiro tempo e teve que se segurar para não sofrer a virada antes do intervalo.

SEGUNDO TEMPO

O segundo tempo começou quente, com muita velocidade. O Atlético-GO deu dois chutes perigosos nos minutos iniciais. Num deles, Rafael Vaz cometeu um vacilo que quase comprometeu o Flamengo. Ansiosa, a torcida do time carioca passou a gritar por “Vinicius”. A equipe de Zé Ricardo respondeu numa boa cabeçada de Réver.

Com o jogo aberto, houve o tradicional “lá e cá”, porém com o Atlético-GO mais perigoso. Roger e Junior Viçosa tiveram boas oportunidades. O Flamengo quase ampliou com Renê, aos 23 minutos. Ele recebeu bom passe de Guerrero e chutou forte, mas Felipe fez linda defesa e a bola ainda bateu no travessão.

O jogo ficou cada vez mais tenso com o passar do tempo. Zé Ricardo ouviu gritos de “burro” ao lançar Matheus Savio quando a torcida queria Vinicius Junior. Curiosamente, o garoto resolveu pouco pouco depois de entrar no jogo. Assim como na partida contra o Atlético-MG, ele cruzou para a área e a bola morreu no fundo da rede. Marcão tentou cortar a jogada e atrapalhou o goleiro Felipe.

Com o jogo resolvido, o Flamengo administrou a vantagem e respirou fundo. Foi só um susto.

FICHA TÉCNICA:

ATLÉTICO-GO 1 X 2 FLAMENGO

Data/hora: 24/5/17, às 21h45
Local: Serra Dourada, Goiânia (GO)
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Danilo Simon (Fifa-SP)
Cartões amarelos: Marcão, Luiz Fernando, Roger Carvalho (ATL), Pará, Guerrero (FLA)
Público e renda:
Gols: Guerrero, 12’/1°T (0-1); Jorginho, 27’/1°T (1-1); Matheus Savio, 34’/2°T (1-2)

ATLÉTICO-GO: Felipe, Jonathan (Eduardo Diniz, 10’/1°T), Ricardo Silva, Roger Carvalho e Bruno Pacheco; Marcão, Luiz Fernando (João Pedro, 34’/2°T), Igor, Jorginho; Everaldo (Walterson, 30’/2°T) e Junior Viçosa.Técnico : Marcelo Cabo.

FLAMENGO: Muralha, Pará, Réver, Vaz e Renê; Márcio Araújo, Arão e Ederson (Romulo, 38’/2°T); Rodinei (Matheus Savio, 29’/2°T), Trauco (Mancuello, 21’/2°T) e Guerrero. Técnico : Zé Ricardo.

Lance

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Cristóvão descarta demissão após eliminação do Vasco na Copa do Brasil

 (Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br)
(Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br)

A derrota para o Vitória que resultou na eliminação do Vasco na Copa do Brasil aumentou a pressão sobre o técnico Cristóvão Borges. Apesar de estar em baixa com a torcida, o treinador negou qualquer conversa com a diretoria sobre a possibilidade de deixar o clube e disse que a pressão é normal.

“Não tive conversa com ninguém da diretoria sobre isso (demissão). No vestiário estava o nosso diretor, nosso vice de futebol. Conversamos normalmente. Essa coisa de pressão é normal. Uma equipe como o Vasco vem dessa pressão não é de hoje. A pressão vem de algum tempo, porque sabemos que o clube precisa ter campanhas e resultados mais sólidos. Sabemos disso. O trabalho segue. Vou continuar trabalhando normalmente”, disse o técnico em entrevista coletiva.

Sobre a eliminação desta quinta-feira, Cristóvão disse que o resultado do primeiro jogo foi determinante, quando o Vasco ficou apenas no 1 a 1 em São Januário e jogou grande parte do confronto com um jogador a mais.

“O resultado do primeiro jogo leva uma grande parte do resultado final. Jogando em casa tinha que fazer o resultado, e aconteceu daquela maneira. Tínhamos um jogador a mais, sabíamos disso. A Copa é jogada dessa maneira. No jogo em casa tem que aproveitar. Não aproveitamos, e ficou mais difícil”, destacou.

O Vasco agora se concentra apenas na disputa do Campeonato Carioca. Neste domingo, o clube tem clássico contra o Botafogo, no estádio Nilton Santos, pela segunda rodada da Taça Rio.

Band

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São Paulo vence ABC por 3 a 1 na Copa do Brasil

Luiz Araújo foi o cara da partida
Luiz Araújo foi o cara da partida

O São Paulo venceu com facilidade o ABC de Natal por 3 a 1, em jogo válido pela terceira fase da Copa do Brasil. O destaque da partida foi o garoto Luiz Araújo, que fez dois gols e teve presença importante no ataque tricolor. Agora, o ABC precisa juntar os cacos e se fortalecer, já que na quarta-feira que vem será o jogo de volta em Natal.

Para o tricolor paulista, porém, nem tudo foi positivo. O meia peruano Cueva, destaque da equipe na temporada, saiu lesionado e existe a possibilidade do atleta não jogar o clássico de sábado contra o Palmeiras, pelo Campeonato Paulista.

O JOGO

O São Paulo começou o jogo agredindo o adversário. Logo aos seis minutos de partida, Thiago Mendes invadiu a grande aérea e chutou, a bola respingou e Cuave bateu, mas Levy tirou em cima da linha do gol.

A equipe do Morumbi tocava bem a bola, pressionando a saída de bola do time alvinegro. A superioridade do time da casa era tanta que no primeiro tempo o goleiro Denis não teve nenhum trabalho. O São Paulo continuava marcando pressão e com o domínio total do jogo.

O São Paulo ensaiava o gol e aos 25 minutos Thiago Mendes novamente  chutou e a bola explode na trave. Aos 27 minutos, porém, Luiz Araújo acertou o ângulo direito do goleiro Edson e marcou o primeiro gol do jogo.

O segundo tempo começou, como acabou o primeiro: superioridade total do Tricolor do Morumbi. O ataque do São Paulo dava show. Cueva, Cicero, Luiz Araújo e Pratto estavam infernais e aos 5 minutos da segunda etapa, Luiz Araújo dribla o goleiro e faz outro golaço.

O ABC até acenou com uma possível virada após gol de cabeça de Márcio Passos e mais uma bobeada da zaga são-paulina. Mas Lucas Pratto, o matador tricolor, marcou e decretou a vitória por 3 a 1 para os donos da casa.

Band

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Copa do Brasil: CBF sorteia mandantes de confrontos da terceira fase

(Foto: Fernando Freire)
(Foto: Fernando Freire)

A CBF sorteou, na tarde desta quinta-feira, os mandantes de campo da terceira fase da Copa do Brasil. Ao contrário das duas fases iniciais, que tiveram jogo único, os confrontos passam a ser decididos em jogos de ida e volta. As partidas da 3ª fase serão disputadas nos dias 08 e 15 de março. O Corinthians estreia fora de casa, contra o Luverdense. O Vasco joga em casa, contra o Vitória.

Em São Paulo, no jogo de ida, o São Paulo recebe o ABC. Murici, Criciúma, Asa, Joinville, Cruzeiro, Sampaio Corrêa são os outros mandantes.

Os demais confrontos serão decididos a partir dos seguintes chaveamentos: o vencedor de Ponte Preta x Cuiabá (que acontece nesta quinta) enfrenta o Goiás, e quem levar a melhor em Paraná x Bahia, que se enfrentam dia 08. O jogo contra o ASA, de estreia, acontece no dia 15. A volta será no dia 05 de abril.

Veja abaixo todos os confrontos:

JOGOS DE IDA – 08/03 ou 09/03
Criciúma x Fluminense
Vasco x Vitória
ASA x Paraná ou Bahia (15/08)
Luverdense x Corinthians
São Paulo x ABC
Boavista x Sport
Joinville x Gurupi
Murici x Cruzeiro
Sampaio Corrêa x Internacional
Goiás x Ponte Preta ou Cuiabá

JOGOS DE VOLTA – 15/03 ou 16/03
Fluminense x Criciúma
Vitória x Vasco
Paraná ou Bahia x ASA (05/04)
Corinthians x Luverdense
ABC x São Paulo
Sport x Boavista
Gurupi x Joinville
Cruzeiro x Murici
Internacional x Sampaio Correia
Ponte Preta ou Cuiabá x Goiás

Globoesporte.com

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Campinense vacila em casa e é eliminado da Copa do Brasil

foto: Paraibaonline
foto: Paraibaonline

A Copa do Brasil acabou para o Campinense. Jogando em casa, com o apoio da sua torcida, a Raposa não podia pensar sequer em empate, mas fez pior: perdeu por 2 a 0 para a Ponte Preta e está eliminada da competição.

Os gols da Macaca campineira foram marcados por William Pottker, de pênalti, e Lins, ambos no segundo tempo. Agora, a Raposa volta suas atenções para a Copa do Nordeste, onde vai enfrentar o Náutico, domingo, em Campina Grande.

Já a Ponte avança para segunda fase, onde espera o vencedor de Rondoniense e Cuiabá, que se enfrentam também nesta quarta-feira, às 20h30, em Porto Velho (RO).

O JOGO
A primeira grande chance do jogo aconteceu aos oito minutos de bola rolando. Tiago Orobó arrancou em velocidade para uma jogada individual pela esquerda e conseguiu se livrar da marcação do zagueiro Fábio Ferreira para cruzar em direção a grande área. Ratinho conseguiu pegar ela de primeira e assustou o goleiro Aranha, mas acabou mandando ela pela linha de fundo a primeira oportunidade do Campinense.

O time de Campinas mal conseguia criar e não chegava perto da área de Gledson. Jogando mais solto, Ravanelli tinha que cumprir o papel de criador no elenco, mas sentiu a marcação homem a homem no meio campo e acabou apagado na primeira etapa. No único lance em que movimentou o goleiro adversário, a Ponte levantou em direção à meta campinense e o árbitro acabou assinalando o impedimento.

Gostando do jogo, o Campinense começou a tomar conta das ações na partida. Insistindo na velocidade, o time de Sérgio China resolveu tentar uma vez pelo alto. Renatinho abusou no estilo e cruzou de três dedos, com a parte de fora do pé, em direção ao atacante Jussimar. Ele subiu mais que todo mundo para testar, mas Aranha estava esperto para espalmar. O lance inflamou ainda mais a torcida na Paraíba.

O início do segundo tempo foi um complemento do que se viu na etapa inicial. O Campinense tinha facilidade para ganhar espaço no campo e não se intimidava com o adversário. Aos poucos a Ponte foi chegando pelo alto, sempre buscando a referência no ataque. Mas o destino mudou de direção quando o técnico Felipe Moreira tirou Ramon para a entrada de Lins e ainda colocou Naldo no lugar de Ravanelli.

Em mais um levantamento na grande área, única arma da Ponte Preta até então, o goleiro Gledson saiu mal, não conseguiu segurar a bola e soltou nos pés de Lins, que bateu de primeira e viu ela explodir no travessão. No rebate, o próprio camisa 19 tentou completar para o fundo das redes, mas foi derrubado pelo arqueiro. Na cobrança de pênalti, o artilheiro William Pottker abriu o marcador em Campina Grande.

Dois minutos depois, Lucca puxou um contra-ataque rápido pela esquerda e tentou ganhar da marcação, mas, no bate e rebate, ela sobrou livre para Lins. Sem marcação, o atacante dominou e bateu na saída do goleiro. Com a vitória consolidada, a Ponte passou a jogar a espera do apito final. O Campinense sentiu os gols rápidos e não conseguiu mais assustar Aranha, que trabalhou apenas para afastar as bolas aérea.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Charles Hebert Cavalcante Ferreira (AL)
Assistentes: Maxwell Rocha da Silva (AL) e Brígida Cirilo Ferreira (AL)
Cartões amarelos: CAMPINENSE: Joécio. PONTE PRETA: Jadson, Ravanelli, William Pottker

GOLS:
PONTE PRETA: William Pottker, aos 25, e Lins, aos 27 minutos do 2T.

CAMPINENSE: Gledson; Ronaell, Joécio (Maranhão), Rafael (Paulo Paraíba) e Renatinho (Casagrande); Magno, Negretti, Filipe Ramon e Fernando Pires; Jussimar e Tiago Orobó.
Técnico: Sérgio China

PONTE PRETA: Aranha; Nino Paraíba, Kadu, Fábio Ferreira e Jeferson; Jadson, Matheus Jesus e Ravanelli (Naldo); Lucca, Ramon (Lins) e William Pottker (Erick Salles)
Técnico: Felipe Moreira

 

paraibaonline

 

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