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Solução para o ‘Gol de Placa’ deve ficar para 2020, diz controlador

Em dificuldade financeira desde a suspensão do Gol de Placa, em janeiro deste ano, os clubes paraibanos terão que apertar ainda mais o cinto para o início da pré-temporada 2020, marcada para dezembro. Isso porque a perspectiva de liberação dos recursos do programa governamental não deve acontecer pelo menos até o início de 2020.

O controlador-geral do Estado, Letácio Tenório Guedes, acha difícil que o procedimento de investigação aberto pelo governo no início de novembro seja concluído ainda em 2019.

“É mais para o início do ano que vem”, disse. “É a primeira vez que está sendo feito esse tipo de acordo no estado. Nunca foi feito. Acho, inclusive, que no Nordeste nenhum estado fez um acordo de leniência. Os acordos de leniência que existem no Brasil são no âmbito da CGU, da Lava-Jato”, afirmou.

Após o PIP (Procedimento de Investigação Preliminar), o rito segue com o PAR (Processo Administrativo de Responsabilização) e posteriormente o acordo de leniência. Ainda assim, Letácio não garante a continuidade do programa para 2020.

“Isso só pode ser definido após finalizado o processo, o governo não tem interesse de prejudicar ninguém. O interesse é tudo continue fortalecido o futebol. Mas tem uma lei a ser seguida e todo um rito”, argumentou.

O Gol de Placa está suspenso pelo Governo do Estado desde janeiro, após uma série de fraudes no cadastramento do sistema do programa ser revelada pelo jornal Folha de S. Paulo.

Pessoas que nunca vieram à Paraíba, elevado número de trocas por cidadão octogenário e falecidos, eram cadastradas como torcedores na troca de notas fiscais por ingressos.

Ao burlar as regras, os clubes conseguiam aumentar o número de torcedores em seus jogos, por meio do borderô, e justificar um montante superior de repasse da empresa patrocinadora do programa.

Alvo principal da Operação Cartola, que investigou manipulação de resultados no futebol paraibano, o Botafogo-PB foi o clube que mais desviou recursos públicos do Gol de Placa: R$ 3,2 milhões.

MaisPB

 

 

‘Pai era muito controlador e não aceitava relacionamento’, conta delegado que investiga assassinato de ator

O delegado responsável pelo caso do homem que matou o ator Rafael Henrique Miguel, de 22 anos, e os pais dele em frente à casa da namorada do jovem ontem, na Zona Sul de São Paulo, diz que ele era contra o relacionamento dos dois: “O pai era muito controlador e não aceitava o relacionamento da filha com o Rafael”.

Fernando Bessa, da 6ª seccional, afirma que os três foram até a casa de Paulo Matias para conversar com ele sobre o namoro: “Eles conversavam no portão com Isabela e a mãe dela quando o Paulo chegou sem falar nada e atirou”.

As duas, por enquanto as únicas testemunhas chamadas pela polícia, não puderam prestar depoimento por questões de saúde: “Elas passaram mal depois do fato e foram para o hospital”.

A polícia acredita que a arma de Paulo Cupertino Matias era ilegal, já que ele tinha passagens pela polícia por roubo, furto, ameaça e lesão corporal nos anos 1990 e chegou a cumprir pena. O comerciante continua foragido.

Band News