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No TSE, especialistas apontam dificuldade para combater conteúdo falso no WhatsApp

Especialistas em conteúdo falso na internet, as chamadas “fake news”, ressaltaram nesta sexta-feira (17) as dificuldades de se combater a prática no aplicativo de mensagens WhatsApp. Eles falaram durante o segundo dia do “Seminário Internacional Fake News e Eleições”, promovido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O consultor de marketing digital Marcelo Vitorino definiu o aplicativo como “uma terra perdida”.

“Em relação à criptografia ponta a ponta não tem o que fazer. O WhatsApp é uma terra perdida. Como é mensagem de usuário para outro usuário, a gente não teria nem como atuar ali”, ressaltou Vitorino.

Para ele, é necessário que partidos políticos façam um trabalho de conscientização entre seus militantes. O consultor também destacou que não há a possibilidade de se acabar totalmente com as “fake news”, mas que o problema pode ser reduzido com a atuação conjunta dos três Poderes.

“Temos que trabalhar juntos, Legislativo, Executivo e Judiciário. Acredito que só com a união dos três Poderes, envolvendo todos os entes, é que esse problema vai ser reduzido”, afirmou.

O coordenador de projetos sobre democracia e tecnologia, do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio, Marco Konopacki, destacou o potencial viral de disseminação de mensagens com conteúdo falso pelo WhasApp.

“Com poucos compartilhamentos e cliques você tem a potencialidade de atingir até 65 mil pessoas num fluxo muito rápido”, disse Konopacki.

Segundo ele, as dificuldades de se auditar conteúdos veiculados pelo aplicativo e regular o compartilhamento de informações ocorrem, porque, além da criptografia, há poucas informações associadas a um vídeo propagado. Não se sabe, por exemplo, quem encaminhou, quem assistiu e quem repassou o conteúdo a terceiros.

Konopacki disse ainda que os usuários do WhasApp não dão retorno sobre as informações recebidas em suas interações no aplicativo.

“O WhatsApp não tem uma ferramenta como o Facebook de denunciar um conteúdo”, lembrou.

Ele destacou ainda que o desafio é regular e derrubar a desinformação, preservando liberdade de expressão e a privacidade dos usuários.

G1 

 

 

Apenas 49% dos professores cumprem conteúdo planejado

educaçãoMetade dos professores do ensino fundamental (51%) conseguiu desenvolver pelo menos 80% do conteúdo previsto para o ano. Na outra ponta, 11% concluíram menos de 60% daquilo que deveria ter sido ensinado aos alunos.

Os dados são do questionário da Prova Brasil 2015, aplicado a diretores, alunos e professores do 5º e do 9º ano do ensino fundamental de todo o país. As informações foram organizadas e divulgados hoje (20) na plataforma QEdu (www.qedu.org.br)

Quando considerados apenas os professores do 9º ano, menos da metade (45%) desenvolveu pelo menos 80% do conteúdo previsto para as turmas que fizeram a Prova Brasil em 2015. Já entre os professores do 5º ano, a porcentagem chega a 55%. A questão foi respondida por mais de 262 mil professores.

A maioria dos professores (91%) disse ainda que gasta até 20% do tempo da aula com tarefas administrativas como fazendo a chamada ou preenchendo formulários. Outros 20% da aula são gastos para manter a ordem e a disciplina em sala de aula para 70% dos professores.

O tempo que resta para atividades de ensino e aprendizagem é de menos de 80% do total para 57% dos professores. Considerando uma aula de 50 minutos, isso significa que, nos melhores cenários, menos de 40 minutos são dedicados de fato ao ensino.

Segundo o pesquisador da Fundação Lemann, sediada em São Paulo, Ernesto Faria, os dados são preocupantes. “Os alunos não estão tendo acesso a conteúdos importantes. Os professores conseguem cumprir uma parte, mas conteúdos importantes sequer são apresentados”, disse.

O resultado pode ser visto no desempenho dos estudantes brasileiros na última divulgação da Prova Brasil. A avaliação de 2015 mostrou que, ao deixar a escola, no fim do ensino médio, apenas 7,3% dos estudantes aprendem o mínimo adequado em matemática e 27,5% em português.

De acordo com Faria, esses dados podem ser usados para se pensar a Base Nacional Comum Curricular, que atualmente está em discussão no Ministério da Educação. A base deverá orientar o que deve ser ensinado em cada etapa escolar.

“Não basta só ter um documento e currículo de altas expectativas e não resolver problemas de material didático e estratégias para aprendizagem. Não adianta ter um currículo bom, mas não cumprido na sala de aula”, afirma. Os questionários foram respondidos por 52.341 diretores, 262.417 professores e 3.810.459 estudantes.

Condições de trabalho

Os problemas nas escolas são diversos. Segundo a maior parte dos diretores (70%), o ensino foi dificultado por falta de recursos financeiros. Mais da metade (55%) disse ter enfrentado dificuldades por falta de recursos pedagógicos.

Os dados mostram ainda que a maioria dos professores trabalha 40 horas ou mais (66%) e que 40% deles lecionam em duas ou mais escolas. Pelo menos um terço (34%), ganhavam, como professores, menos do que o piso salarial estabelecido pela Lei do Piso (Lei 11.738/2008) para aquele ano, que era de R$ 1.917,78.

A professora Cleonice Santos, 43 anos, concilia mais de um trabalho. Durante o dia, dá aulas de português para o 9º ano do ensino fundamental no Centro de Ensino Fundamental 10 do Gama, no Distrito Federal. À noite, leciona no ensino médio do Centro de Ensino Médio 2 do Gama.

“Tenho uma vida muito corrida. Trabalho de manhã, saio da escola, ajudo minhas filhas com o dever de casa, deixo nas escolas onde estudam, volto para a minha à tarde. Depois busco as minhas filhas, ajudo com o dever do dia seguinte e vou para a escola à noite. É corrido, cansativo, mas consigo levar com planejamento. Cleonice disse gostar muito da profissão. Consegue concluir o conteúdo do ensino fundamental, mas não do médio. Quando perguntada se se sente desvalorizada, Cleonice responde: “Estou em greve”.

Assim como Cleonice, 30% dos professores acreditam que a sobrecarga, que dificulta o planejamento da aula, atrapalha a aprendizagem dos alunos; e 29% opinam que a insatisfação e o desestímulo com a profissão impactam também no aprendizado dos estudantes.

Considerando todas as escolas em que o professor trabalha, atualmente 36% gastam menos de um terço da carga horária para o planejamento das aulas. Pela Lei do Piso, esse é o tempo garantido ao professor para que planeje as atividades a serem desenvolvidas em sala de aula.

“Infelizmente, continuamos com muitas dificuldades. A começar pela própria infraestrutura das escolas. Temos reclamações de professores com salas superlotadas, salas muito quentes, que atrapalham o aprendizado, falta de luz, de água. Isso tudo somado ao não cumprimento da Lei do Piso”, afirmou o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo. “Os governantes dizem que os alunos são prejudicados só quando tem greve. Isso não é verdade, eles precisam tomar uma atitude porque os alunos são prejudicados o ano inteiro”, finaliza.

Agência Brasil

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Facebook pode bloquear conteúdo adulto no Brasil

O Facebook está testando um novo recurso que vai esconder, automaticamente, qualquer conteúdo considerado “adulto” do feed de notícias. A opção, que ainda não possui uma data de lançamento prevista para o Brasil — e está funcionando em países de língua inglesa — promete dar mais controle aos usuários sobre o que será visto na rede social. Por meio do uso de inteligência artificial, a plataforma vai evitar que as pessoas vejam imagens sugestivas ou que seriam proibidas pelos padrões de conduta da plataforma, mas que ainda não foram removidas.

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Recurso do Facebook vai impedir que usuário veja conteúdo adulto no feed de notícias (Foto: Reprodução/Business Insider)

O novo recurso foi descoberto pelo Business Insider e confirmado pelo Facebook na segunda-feira (29). Os usuários que fazem parte do grupo de testes em inglês recebem uma notificação no aplicativo para smartphone ou na versão para computador informando sobre a novidade. Quando é ativada, é possível escolher cobrir todo o conteúdo considerado adulto com um aviso, que só é exibido quando o usuário toca nele, ou bloquear a exibição completamente.

A plataforma afirma que esta é a primeira vez que dá a opção de bloquear conteúdo adulto. “Nós temos um feedback  de que as pessoas gostariam de ter mais controle sobre o que veem em seus perfis, então estamos testando uma opção para que elas possam ver menos conteúdo maduro”, afirmou o Facebook em resposta ao site, em um comunicado de imprensa.

A novidade também poderia indicar uma mudança de comportamento da rede social para permitir mais conteúdo adulto. A rede social não explicou quais tipos de imagem seriam filtradas pelo sistema e consideradas maduras — ou imprópria pra crianças e adolescentes —, mas confirmou o uso de tecnologias de aprendizagem de máquinas para detectar violações de limites.

No textos que aparece para os usuários do grupo de teste, são citadas imagens e fotos sexualmente sugestivas.

TecTudo

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Maranhão se reúne com o vice-presidente Michel Temer, mas conteúdo da conversa não é revelado

ze-maranhaoPor um instante o vice-presidente Michel Temer enxergou no senador José Maranhão – presidente estadual do PMDB, um aliado importante neste momento de crise política que envolve o Palácio do Planalto, inclusive com ameaça de “impeachment” da presidente Dilma Rousseff. Sabe-se que Temer quer reforçar a articulação política do governo, que está sob sua responsabilidade.

O encontro Temer e Maranhão aconteceu no final da tarde desta segunda (6), em Brasília. O senador paraibano não revelou o teor da conversa, mas soou como prestígio para o experiente representante da bancada da Paraíba no Senado da República. A reunião foi realizada no gabinete do vice-presidente da República.

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Os detalhes da conversa foram mantidos sob absoluto sígilo, sem que ninguém tenha revelado o conteúdo. Porém, vazou uma informação que caresse de confirmação: as queixas de Temer com o senador Cássio Cunha Lima, líder do do PSDB no Senado. Por outro lado, Maranhão saiu da reunião com o sorriso largo.

Maranhão é presidente da Comissão de Constituição e Justiça, a mais importante do parlamento nacional e por onde deverá tramitar o possível processo com pedido de impeachment da presidente e do vice.

Marcone Ferreira

Vírus no Facebook posta conteúdo pornográfico; saiba removê-lo

virusUm vírus chamado “Amazonaws” tem atrapalhado alguns usuários do Facebook. Sem o consentimento do usuário, ele publica vídeos de conteúdo pornográfico em perfis do site social, marcando diversas pessoas nas postagens, e se aloca no computador na forma de uma barra de busca.

O vírus se espalha através de anexos de e-mails, páginas comprometidas da internet ou mesmo através dos posts maliciosos do Facebook. Por isso, caso você receba uma notificação dizendo que um amigo seu disse que esteve com “você e mais 19 pessoas”, é melhor não clicar no link.

Como remover?
Para remover o vírus, é necessário vasculhar seus aplicativos do Facebook e extensões de navegador em busca de algo estranho. Veja como fazer isso abaixo:

No Facebook, vá até “Configurações” (a opção aparece sob uma lista do lado direito da barra superior). Em seguida, clique em “Aplicativos” (a primeira opção da última aba, à esquerda). Quando a lista aparecer, clique em “Mostrar todos”, veja se há algum aplicativo de aparência maliciosa associado à sua conta e remova-o (aproveite para remover os aplicativos inúteis que acabam se associando à sua conta).

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Em seguida, é necessário verificar as extensões do navegador. No Chrome, clique no ícone com três barrinhas horizontais, à direita na barra superior do navegador, e vá em “Configurações”. Na tela que se abre, do lado esquerdo, há um ítem chamado “Extensões”: clique nele. Você verá então uma lista com todas as extensões associadas ao seu navegador. Se alguma lhe parecer estranha, delete-a clicando no lixinho ao lado dela.

No Firefox, o procedimento é semelhante: basta clicar na opção “Complementos” para ver a lista de complementos que seu navegador está usando, e apagar qualquer um que seja suspeito. No Internet Explorer, por sua vez, clique em “Gerenciar complementos” e depois em “Barra de ferramentas e extensões”.

Caso essas opções não funcionem, pode ser necessário desinstalar o navegador e reinstalá-lo de novo em seguida. De qualquer maneira, após removido o programa malicioso, vale a pena fazer uma varredura com algum programa antivírus para garantir que nenhum outro arquivo nocivo foi instalado no computador durante o período de vulnerabilidade.

Do Olhar Digital

Sites podem ser responsabilizados por divulgação de conteúdo preconceituoso

internetPostagens de conteúdo ofensivo ou preconceituoso em sites, blogs e redes sociais podem gerar responsabilidade para os administradores dessas plataformas. O alerta é do advogado Leonardo Ranna, especialista em direito de internet. Segundo Ranna, há possibilidade de responder civilmente pelos danos, e os autores e difusores do material podem ser responsabilizados criminalmente.

Para Leonardo Ranna, no caso recente envolvendo o site de vendas MercadoLivre, onde foi postado um anúncio vendendo negros a R$ 1, pode haver responsabilização da plataforma.

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“O argumento é que eles [administradores dos sites] lucram com isso. Se eles não conseguem controlar previamente, para não ofender ninguém, devem ser responsabilizados pelo dano do ponto de vista cível. Tanto o Ministério Público pode vir a processar o MercadoLivre, por meio de uma ação civil pública, quanto alguém que se sentiu ofendido, no caso uma pessoa negra, pode buscar indenização”, disse o advogado.

Ranna ressaltou que, apesar de o Brasil não ter legislação específica para crimes cibernéticos, as leis existentes são suficientes para responsabilizar autores e sites nesses casos. Ele destaca que há várias decisões judiciais condenando sites e redes sociais e determinando indenização às partes ofendidas.

O anúncio do MercadoLivre repercutiu nas redes sociais no último domingo (5) e, segundo informações da empresa, foi retirado do ar na segunda-feira (6) após denúncias dos usuários do site.

A Ouvidoria Nacional da Igualdade Racial, vinculada à Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), pediu ao MercadoLivre a identificação do autor da postagem e deve enviá-la ao Ministério Público do Rio de Janeiro segunda-feira (13), pedindo a apuração de responsabilidade de crime de racismo e discriminação racial. Os dados cadastrais do autor também foram solicitados pela Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) Polícia Civil do Rio de Janeiro, que instaurou inquérito para apurar crime de incitação ao racismo.

Sobre a possibilidade de ser responsabilizado pela postagem, o MercadoLivre informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a plataforma é monitorada diariamente pelos administradores e que disponibiliza um botão de denúncia para os usuários informarem sobre conteúdos inadequados, ofensivos ou preconceituosos.

Para a presidenta do Geledés – Instituto da Mulher Negra, Nilza Iraci, não é suficiente deixar o trabalho de denúncia a cargo dos internautas. “A responsabilidade fica para as pessoas que acessam. Até alguém perceber e denunciar, leva tempo”, ressaltou Nilza.

Para ela, deve haver responsabilização das plataformas por conteúdos racistas, homofóbicos ou sexistas. “Embora [o MercadoLivre] seja um site público, acho que deveria ter uma segurança. Temos feito um trabalho sistemático de vigilância em relação a isso, mas não se vê muita punição.”

A postagem no MercadoLivre deixou chocadas pessoas como a atendente Priscila Kellen Pereira da Luz, de 19 anos. Para Priscila, o conteúdo mostra que o racismo continua forte no país. “É ilusão achar que só porque as pessoas convivem e não têm tanto atrito, o racismo acabou. O ser humano é ignorante e não sabe olhar o outro como semelhante”, afirmou Priscila.

jornal do Comércio

Comissão aprova proposta de regulamentação de conteúdo regional para rádio e TV

brasil-politica-senado-20130625-77-size-598O projeto que regulamenta a programação regional de conteúdo para rádios e TVs foi aprovado pela Comissão Mista de Consolidação das Leis. Com a medida, produção cultural, regional e local, além dos porcentuais de exibição dessas produções serão definidos.
Segundo O Estado de S. Paulo, o texto aprovado determina que todo conteúdo produzido na região onde a emissora está sediada é classificado pelo projeto como regional.

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Os limites mínimos semanais de produção regional e local a serem inseridos na programação de rádios e TVs foram estabelecidos de acordo com o tamanho dos lugares onde os veículos atuam. A produção local estará inserida na regional e será metade do tempo determinado para ela. Filmes brasileiros terão seu tempo contado como programação regional ou local.
Dessa forma, ficou definido que cidades com até 500 mil habitantes devem ter 336 minutos semanais de programação regional, já cidades com população entre 500 mil e 1 milhão de habitantes, têm de exibir 504 minutos de produção regional e 252 minutos locais.
Para localidades com população entre 1 milhão e 5 milhões de habitantes, a exigência mínima é de 616 minutos de produção regional e 308 minutos de produção local. O limite mínimo para cidades com mais de 5 milhões de habitantes passa a ser de 840 minutos de produção regional, dos quais 420 minutos devem ser de produção local.
Os porcentuais serão menores nos primeiros cinco anos de aplicação da lei, aumentando gradativamente até chegar às exigências finais. Além disso, conforme o projeto, serão destinados 5% dos recursos do Fundo Nacional de Cultura à regionalização da produção cultural, artística e jornalística.
Ainda deve ser realizada audiência pública para ouvir entidades como Associação Brasileira de Produtores Independentes de Televisão (ABPITV), Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual (Sicav-RJ), Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo (Siaesp), Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais (Apro).

Depois de escutar os setores, a matéria deve ser apreciada nos plenários do Senado e da Câmara, nessa ordem, caso não haja requerimentos pedindo a análise do texto por comissões temáticas.

 

 

Redação Portal IMPRENSA

TV pública exibirá conteúdo dos movimentos sociais em João Pessoa/PB

 

 

A programação dos canais UHF da grande João Pessoa vai oferecer, a partir de fevereiro, reportagens produzidas pela TV dos Trabalhadores. A emissora estabelecida em São Bernardo dos Campos (SP) produz conteúdo jornalístico sobre temas não abordados pela grande mídia. São reportagens sobre os movimentos sociais, sindicatos, economia popular entre outros temas. As matérias jornalísticas começam a ser exibidas no canal UHF 43, na TV UFPB, no programa do MovSocial.
O coordenador do MovSocial, Arimatéia França, esteve na sede da produtora da TVT para firmar a parceria para exibição das reportagens. “É a oportunidade do telespectador da região metropolitana de João Pessoa conhecer a programação de um veículo importante na defesa da cidadania, das conquistas do movimento social e dos trabalhadores brasileiros. Nossa intenção é mesclar reportagens de abrangência nacional com temas locais, buscando sempre o debate e o avanço no campo democrático”, explicou.
A diretora de programação da TVT, Flávia Silva, disse que a parceria com o Movsocial atende a uma proposta da emissora. “ A nossa proposta é exibir conteúdo de qualidade, que estimule o pensamento crítico e que dê voz aos que normalmente são desprezados pela grande mídia. Nesse sentido, a parceria com o Movsocial é uma possibilidade de entrar em contato com organizações e movimentos de todo o país, enriquecendo o conteúdo jornalístico e possibilitando que cada vez mais as pessoa encontrem e troquem informações sobre o que lhes interessa e identifica”, falou.
Na Internet – As produções da TVT também estarão disponíveis no portal www.movsocial.org, informou Arimatéia França. O www.movsocial traz diariamente notícias de todo o Brasil sobre sindicatos, associações de classe e trabalhadores e entidades ligadas às minorias de raça e gênero. França explica que a proposta é fazer uma ligação entre o programa de TV na UFPB e o portal.
“Sabemos da relevância de cada veículo. Na televisão, o programa será semanal, onde iremos abordar temas locais, com personagens da cidade e exibiremos reportagens especiais da TVT. No portal do Movsocial continuaremos a divulgar as ações de cada entidade, matérias de interesse geral”, falou.

Assessoria

McAfee: 18% dos adolescentes acessam conteúdo sexual na internet

Uma pesquisa divulgada na segunda-feira (12/11) mostrou que os jovens estão sujeitos a comportamentos de risco na internet quando o assunto é sexualidade – e os pais não estão sendo capazes de acompanhar suas atividades. O levantamento, realizado entre junho e agosto de 2012, consultou 401 jovens de 13 a 17 anos e 414 pais com filhos na mesma faixa etária.

Os dados foram obtidos por meio de um questionário online enviado para jovens e pais de São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador. Encomendada pela empresa especializada em anti-vírus McAfee, a pesquisa considerou apenas usuários que se conectam à rede pelo menos duas vezes por semana.

O primeiro dado revelado é que grande parte dos jovens faz uso intenso da internet: 87% dos participantes da pesquisa acessam a web por pelo menos seis dias na semana e 33% afirmam passar de qautro a seis horas diárias na rede.

Sexualidade

O estudo aponta que 28% dos participantes de 13 a 15 anos afirmam já ter interagido com meninos (as) na rede de formas que não gostariam que seus pais soubessem. Na mesma faixa etária, 18% dos entrevistados afirmam que já tiveram acesso a conteúdos de natureza sexual.

Um quarto das meninas afirma se informar sobre gravidez e Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) na web. Para Lucas Pestalozzi, diretor da TNS, empresa que realizou a pesquisa, esse dado pode ser interpretado de duas formas: é positivo, no sentido da busca de informação, mas pode significar também que essas jovens não têm orientação em casa ou na escola sobre tais assuntos e por isso recorrem à internet. Ele também acrescenta que é importante saber se essas meninas estão buscando sites confiáveis para se informar.

O psiquiatra Jairo Bouer, especialista em comportamento jovem, acredita que a busca de informações por conta própria faz parte do processo de amadurecimento do jovem, mas quando os pais ensinam onde e como fazer essa busca, há chance do filho adotar um padrão de comportamento mais seguro na internet quando chega à adolescência. “Se a gente começar esses diálogos mais cedo, tanto sobre sexualidade, uso de substâncias, quanto sobre a internet, fica mais fácil lidar com essas questões e discutir limites. O mesmo limite que imposto aos filhos na vida real deve ser colocado na internet”, diz.

Para Jairo, os jovens muitas vezes desconhecem parte dos riscos que a internet apresenta, mas há uma parcela de riscos sobre os quais eles têm consciência e mesmo assim ignoram o perigo, buscando mais popularidade entre os amigos, por exemplo.

De acordo com a pesquisa, 45% dos meninos conversam com desconhecidos e 28% das meninas já saíram de uma sala de bate-papo aberto para entrar em uma conversa particular com alguém que conheceram na internet.

Ciberbullying

A pesquisa encomendada pela McAfee mostrou que, dentre os jovens que afirmam já terem sofrido ciberbullying, apenas 30% contaram aos pais. Do total de jovens entrevistados, 34% afirmam ter presenciado esse tipo de agressão virtual, enquanto apenas 20% dos pais afirmam que seus filhos presenciaram a prática.

Monitoramento

Quase metade dos jovens (45%) afirma que mudariam seu comportamento na internet se soubesse que estavam sendo monitorados pelos pais, e 37% dos meninos afirmam saber como esconder os pais o que fazem na rede.

Do lado dos pais, as principais causas apontadas para a falta de acompanhamento dos filhos foi o conhecimento limitado de tecnologia (48% dos pais acreditam que seus filhos entendem mais de tecnologia do que eles) e a falta de tempo para tal acompanhamento (33%).

Veja

AVISO: TSE alerta para e-mail falso com conteúdo cheio de vírus

Os eleitores que receberem um email em nome do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo que a situação do seu título seja regularizada deve ignorar a mensagem. Trata-se de uma correspondência falsa e carregada de vírus, segundo o órgão.

O TSE informou que desde o início do mês vem recebendo ligações de eleitores que receberam as mensagens falsas. Segundo o tribunal, os hackers se aproveitam da proximidade das eleições – que ocorrerão no dia 7 de outubro – para enviar os emails.

As mensagens falsas alertam que o título eleitoral foi suspenso, mesmo sem mencionar os motivos da suspensão, e pede que o eleitor clique em links que teoricamente levaria a documentos. O texto tem, inclusive, alguns erros de português, leia abaixo.

“A Central do Eleitor tem por finalidade servir de canal de comunicação direto e efetivo entre o cidadão e o Tribunal Superior Eleitoral. E viemos informa-lo que seu título de eleitor encontra-se em situação: Suspensa. Para a regularização siga as instruções contida neste Email. Os questionamentos encaminhados, via formulário da Central do Eleitor, serão respondidos em até 2 (dois) dias úteis. Agradecemos sua contribuição e colocamo-nos à disposição” [sic], diz a correspondência.

TSE não envia e-mail

O TSE lembra que não faz contato por email e orienta os eleitores que receberem as mensagem a ignorá-las. Quem quiser saber de pendências, regularizar a situação do seu título ou solicitar a segunda via deve comparecer pessoalmente aos cartórios eleitorais.

paraibaja