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DIA DAS CRIANÇAS: Pesquisa revela que 73% dos consumidores planejam ir às compras neste ano

Uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito, o SPC Brasil, aponta que 73% dos consumidores planejam ir às compras no Dia das Crianças. Com isto, a expectativa é de que o varejo movimente cerca de R$ 10,3 bilhões.

Segundo o levantamento, os produtos mais procurados serão bonecas e bonecos (45%), roupas e calçados (33%), jogos de tabuleiro (26%), além dos carrinhos e aviões de brinquedo (18%).

O estudo aponta ainda que quase oito em cada dez consumidores (77%) pretendem pesquisar os preços antes de comprar. De acordo com o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, entre esses, a grande maioria vai usar a internet para obter informações dos produtos.

“Com o crescimento que nós estamos tendo da internet, 71% das pessoas vão obter informações sobre os produtos e 49% vão percorrer as lojas do shopping. 46% falaram em loja de rua e 19% até falaram em supermercados, que hoje já tem aí a sua seção, muitas vezes, de brinquedos. Os shopping centers acabam sendo um lugar aonde as pessoas aproveitam para fazer diversas atividades, então ele acaba sendo aí o preferido para as compras”, revela.

Quando indagados se costumam gastar mais do que podem para presentear no Dia das Crianças, a maioria das pessoas (77%) respondeu que não. Por outro lado, um em cada dez (20%) entrevistados reconhece assumir despesas acima de suas possibilidades financeiras e 10% pretendem deixar de pagar alguma conta. De acordo com o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, a consequência de gastar além do orçamento, muitas vezes, é a inadimplência.

“No ano passado, por exemplo, pelos entrevistados, 11% admitiram ter ficado com o nome negativado por conta de compras feitas no dia das crianças e 5% permanecem nesta situação. Para tudo há limite e o excesso de parcelamentos pode atrapalhar. Na pesquisa foi declarado que farão de 3 a 4 parcelamentos, já estaremos aí avançando em 2020, e passando pela época de Natal e festas de final de ano, que sempre consomem mais. Então é muito importante que as pessoas consumam com consciência agora no Dia das Crianças”, enfatiza.

O grande problema é que, divididos entre a vontade de agradar e os limites do próprio orçamento, muitos pais se veem em uma situação um tanto quanto complicada. De acordo com o levantamento, 33% dizem que foram ou irão acompanhados da criança, ao passo em que 55% não foram ou não pretendem ir acompanhados. No entanto, mais de um terço, ou seja 36% das pessoas, admite que há pressão da criança para adquirir o presente que ela quer, sendo que 19% afirmam não ceder e 17% acabam comprando o produto.

A pesquisa foi feita com 826 pessoas em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de compras no Dia das Crianças. Para avaliar o perfil de compra, em si, foram considerados 614 casos da amostra inicial, gerando uma margem de erro no geral de 3,4 p.p e 3,9 p.p, respectivamente, para um intervalo de confiança de 95%.

 

agenciadoradio

 

 

OLX descumpre decisão judicial e consumidores devem ficar atentos a golpes na plataforma

A empresa OLX, responsável por agrupar uma rede de vendas online, condenada a apresentar “mecanismos de compliance e checagem da autenticidade da identidade do usuário perante este juízo, sob pena de arbitramento de multa por descumprimento desta decisão”, continua descumprindo a decisão do 6º Juizado Especial Cível, em João Pessoa. Foi constatada falha de segurança na prestação do serviço.

A sentença foi proferida pela juíza Maria de Fátima Lúcia Ramalho, no dia 15 de abril. Houve uma audiência de conciliação, nesta quinta-feira (25), mas não houve acordo.

No processo nº. 0816138-65.2019.8.15.2001, que tramita no 6º Juizado Especial Cível, em João Pessoa, na Paraíba, no qual, em 15 de abril de 2019, a Juíza de Direito Maria de Fátima Lúcia Ramalho condenou a OLX a “apresentar mecanismos de compliance e checagem da autenticidade da identidade do usuário perante este juízo, sob pena de arbitramento de multa por descumprimento desta decisão”, foi dado um prazo de 10 dias para cumprimento da determinação pela OLX, mas o processo ainda não teve o seu desfecho, pois a empresa se nega a cumprir o comando judicial.

Em sua defesa, a OLX argumenta que não se responsabiliza por quaisquer golpes praticados por criminosos utilizando dados pessoais de terceiros para ludibriar os usuários da plataforma, porque entende que a atividade desenvolvida se resume a “cede espaço para que terceiro anuncie seus produtos/serviços, em que o anunciante informa seus dados de contato para que os interessados possam procura-lo diretamente, sem qualquer intermediação da OLX”.

A empresa proprietária do sítio eletrônico também não considera que seus usuários sejam consumidores, justificando que se caracteriza tão somente enquanto um site de classificados “A plataforma da OLX é um site de classificado que funciona de forma muito semelhante a um classificado de jornal impresso. Da mesma forma como acontece em um jornal, o anunciante pode inserir uma imagem ilustrativa do objeto que pretende vender, uma breve descrição desse objeto, o preço e informações para contato”.

A OLX, na contestação, para justificar o descumprimento da ordem judicial declara que “o legislador, ao elaborar o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014), reconheceu a impossibilidade técnica de se realizar tal verificação”, acrescentando que “a verificação de identidade, além de demandar um esforço hercúleo, seria completamente ineficaz”.

Na audiência una de conciliação, instrução e julgamento realizada em João Pessoa, na Paraíba, em 25 de julho de 2019, o acordo entre as partes não foi obtido. A Juíza de Direito Maria de Fátima Lúcia Ramalho novamente condenou a OLX “Verifico que se trata de relação de consumo onde é devida a observação dos preceitos contidos no art. 6º, VIII e 51, IV, da Lei 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor), por isso, acolho o pedido da exordial, no que se refere à inversão do ônus da prova no sentido de que é ônus da promovida comprovar que o serviço questionado pelo autor relacionado a falha de segurança na prestação de serviço da promovida ocorreu com a respeito as normas de segurança para tais atividades na internet”.

Confira os documentos com a decisão:

 

clickpb

 

 

Quase 40% dos consumidores está no vermelho

De acordo com os dados do Indicador de Propensão ao Consumo calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), quatro em cada dez consumidores (38%) afirmaram estar no vermelho ao final de 2017, ou seja, sem conseguir pagar todas as contas; e 45% dizem estar no limite do orçamento. Apenas 13% estão com sobra de recursos, o que mostra uma imensa maioria ainda em situação de aperto.

Com as contas no limite, quase a metade dos consumidores (48%) pretendem diminuir o nivel de gastos no próximo mês. Entre esses, a principal razão é o nível elevado dos preços, citada por 24%, além do desemprego (18%), a busca constante por economizar (18%); e o endividamento e a situação financeira difícil (16%).

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a renda extra de final de ano pode ajudar a aliviar esse quadro, mas não se deve contar apenas com isso. “O pagamento do 13º salário pode aliviar a situação do consumidor, mas vale lembrar que se trata de um aumento de renda temporário. Uma vez restaurado o equilíbrio do orçamento, o consumidor precisa manter o controle dos gastos, estabelecendo prioridades e fazendo ajustes quando necessário. É uma tarefa constante, que exige disciplina, mas que faz diferença no bem-estar financeiro do consumidor”, afirma.

Excluindo os itens de supermercado, os produtos que os consumidores planejam adquirir ao longo de janeiro são em sua maioria roupas, calçados e acessórios (27%), remédios (17%), recarga para celular (13%), perfumes e cosméticos (10%), móveis (8%), entre outros.

Cartão de crédito: 47% admitem aumento do valor da fatura. Média dos gastos foi de R$ 1.035

Em novembro, o Indicador de Uso do Crédito, que mensura a utilização das principais modalidades e mapeia os gastos e itens mais comprados via crédito pelo consumidor brasileiro, marcou 23,7 pontos. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, maior o número de usuários e de frequência do uso das modalidades.

De acordo com o levantamento, seis em cada dez (63%) consumidores brasileiros não utilizaram nenhuma modalidade de crédito em novembro, como empréstimos, linhas de financiamento, crediários e cartões de crédito. O restante (37%), porém, mencionou ao menos uma modalidade a qual tenham recorrido no período. Os cartões de crédito (31%), crediário (10%) e o cheque especial (5%) foram as modalidades mais usadas. Há ainda, 3% de consumidores que recorreram à empréstimos e 3% a financiamentos.

Quase metade dos (47%) usuários de cartão de crédito aumentaram o valor da fatura no último mês de novembro. Para 30%, o valor se manteve estável frente aos meses anteriores, enquanto somente 19% notaram uma diminuição no total a ser pago na fatura. Considerando os entrevistados que se lembram do valor do último mês, a média dos gastos foi de R$ 1.034,75. Os itens de primeira necessidade como alimentos em supermercados (66%) e remédios (51%) foram os mais adquiridos por meio do cartão de crédito. Gastos com combustível (36%), bares e restaurantes (33%), roupas e calçados (31%) e recarga para celular (15%) ocupam as demais posições do ranking.

22% dos que tomaram empréstimos ou financiamentos possuem parcelas em atraso

De acordo com o levantamento, quase a metade (47%) dos brasileiros consultados considera que atualmente está difícil conseguir empréstimo ou financiamento no mercado. Apenas 11% consideram a contratação fácil.

Ao tentar fazer uma compra parcelada em estabelecimentos comerciais, 27% dos consumidores tiveram o crédito negado em novembro, sendo que 10% estavam com o CPF negativado e 8% a falta de comprovação de renda ou não tinham renda suficiente para adquirir o bem pretendido. A sondagem mostra ainda que, considerando os consumidores que possuem empréstimos e financiamentos atualmente, 27% admitem ter havido atrasos ao longo do contrato e 22% disseram estar, no momento, com parcelas pendentes de pagamento, o que totaliza aproximadamente 49% de consumidores com dificuldades para honrar esses tipos de compromissos.

“Ao tomar um empréstimo, o consumidor não deve aceitar a proposta de olhos fechados. É preciso analisar o quanto pagará de juros e ver se o valor das parcelas não comprometerá a renda e o pagamento de outros compromissos. Caso contrário, o consumidor só estará adiando um problema”, analisa a economista.

Metodologia

O indicador abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais. Os dados foram coletados entre 1 de dezembro e 15 de dezembro de 2017.

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Feirão online ajuda consumidores a negociar dívidas a partir desta segunda-feira

A partir desta segunda-feira (6), os consumidores com dívidas atrasadas terão a oportunidade de renegociar seus débitos por meio de um feirão online organizado pela Serasa Experian. As negociações entre empresas e clientes serão realizadas pelo site, até o dia 30 de novembro. Acesse aqui o ‘Feirão Limpa Nome’ da Serasa.

Bancos, lojas e empresas de telefonia e cartões de crédito estão entre as entidades que confirmaram participação no feirão. Serão oferecidas oportunidades exclusivas, com prazos de pagamentos diferenciados ou descontos para a quitação das contas em atraso.

Ao se cadastrar no site do feirão, o consumidor será direcionado a uma página na qual estarão listadas as dívidas que constam na base de dados da Serasa e que podem ser negociadas com as empresas participantes. Também serão apresentados os canais de atendimento (telefones, e-mail, chat) disponibilizados por cada credor e, em alguns casos, ofertas pré-estabelecidas através de boleto bancário ou até mesmo simular, escolher a melhor condição de pagamento e gerar o boleto de forma online.

O site é desenvolvido em ambiente protegido, o que garante a proteção aos dados do consumidor. Assim, quem não tiver internet em casa, pode usar qualquer computador, celular ou tablet para negociar. Na última edição do Feirão Limpa Nome da Serasa, 320 mil consumidores limparam o nome.

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Consumidores têm até terça para pagar dívidas sem juros ou multas

 Fotos: Walla Santos
Fotos: Walla Santos

Os paraibanos que tiverem contas em atraso devido à greve bancária podem quitar suas contas em atraso sem a incidência de juros, multas e taxas extras até a próxima terça-feira (11). Caso este direito seja negado, a orientação é que estes consumidores recorram ao Procon. Os bancários retornaram às atividades nesta sexta-feira (7).

O Procon da Paraíba lembra que o juiz da 6ª Vara da Fazenda Pública de João Pessoa, Aluízio Bezerra, determinou no dia 20 de setembro que os bancos devem se abster de cobrar juros, multas contratuais e demais encargos financeiros, desde o início da greve, prorrogando-se os vencimentos dos títulos bancários e contratos por no mínimo 72 horas, a contar da normalização dos serviços bancários.

Além disso, devem promover negativação dos correntistas junto aos órgãos de proteção ao crédito decorrentes de pagamentos não efetuados pelos consumidores, durante o mesmo período.

Caso a instituição bancária ou outro fornecedor do produto/serviço descumpra a determinação, o consumidor deve procurar uma unidade de atendimento do Programa de Proteção e Defesa do consumidor (Procon) ou entrar em contato via telefone pelo Disque 151, para que lhe seja garantido o direito de quitar tal conta sem acréscimos indevidos no valor, de acordo com a determinação.

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Consumidores de café têm menos probabilidade de morrer de certas doenças

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Miami, 16 Nov 2015 (AFP) – Pessoas que relatam beber entre três e cinco xícaras de café ao dia têm menor propensão a morrer prematuramente de doenças cardíacas, suicídio, diabetes ou mal de Parkinson – é o que revela uma pesquisa norte-americana nesta segunda-feira.

Tanto o café comum quanto o descafeinado aparecem como benéficos, disseram os pesquisadores da Chan School de Saúde Pública da Universidade de Harvard em estudo publicado na revista especializada Circulation.

O estudo comparou as pessoas que não bebem café, ou beberam menos de duas xícaras por dia, com aquelas que relataram valores “moderados” de consumo de café, ou até cinco xícaras diárias.

O estudo não prova relação de causa e efeito entre o café e a probabilidade reduzida de certas doenças, mas descobriu uma aparente ligação que se alinha com a pesquisa anterior, e que os cientistas disseram que ainda investigarão mais.

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“Componentes bioativos presentes no café reduzem a resistência à insulina e a inflamação sistemática”, disse a principal autora do estudo, Ming Ding, doutoranda do departamento de Nutrição.

“Isso poderia explicar alguns dos nossos resultados. No entanto, mais estudos são necessários para investigar os mecanismos biológicos que produzem esses efeitos”.

Nenhum efeito protetor contra o câncer foi encontrado neste estudo. Algumas pesquisas anteriores já apontavam para uma ligação entre o consumo de café e um menor risco de certos tipos de câncer.

O estudo foi baseado em dados recolhidos a partir de três grandes questionários incluindo cerca de 300.000 enfermeiros e outros profissionais de saúde que concordaram em responder sobre suas próprias condições médicas e hábitos em intervalos regulares ao longo de 30 anos.

“Em toda a população do estudo, o consumo moderado de café foi associado à redução do risco de morte por doença cardiovascular, diabetes, doenças neurológicas como a doença de Parkinson, e o suicídio”, afirma o estudo.

Os pesquisadores também apontaram como potenciais fatores de confusão o tabagismo, índice de massa corporal, atividade física, consumo de álcool e dieta. Mas o fato de que a pesquisa baseou-se em pesquisas que usam comportamento auto-relatado pode levantar questões sobre sua confiabilidade.

E os especialistas alertam que o café – uma substância adorado por muitos – pode ser bom para todo mundo.

“Consumo regular de café pode ser incluído como parte de uma dieta saudável e balanceada”, afirmou Frank Hu, professor de nutrição e epidemiologia em Harvard.

“Algumas populações como grávidas e crianças devem tomar cuidado com o consumo elevado de cafeína proveniente do café e outras bebidas”.

 

Uol

CAGEPA alerta consumidores quanto ao colápso no abastecimento feito por Lagoa do Matias

Lagoa do Matias
Lagoa do Matias

A Cagepa – Gerência Regional do Brejo – comunica aos usuários das cidades e distritos abastecidos pelo Sistema de Lagoa do Matias, que devido ao baixo volume de água que atualmente se encontra a barragem, a Cagepa bombeará a água existente no volume morto do manancial, tendo em vista a iminência do colapso no abastecimento.

Comunica ainda que a partir desta sexta-feira, dia 27, fará alteração na escala de racionamento.

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As cidades de Caiçara e Logradouro e distritos de Rua Nova, Cachoeirinha e Braga, passam a ser abastecidos três dias a cada 15 dias.

A cidade de Belém passa a ser abastecida quatro dias a cada 15 adias.

 

Guarabira, 20 de fevereiro de 2015.

 

 

Gerência Regional do Brejo

PROCON: Confira lista de sites ‘picaretas’ que devem ser evitados pelos consumidores em compras online

compras-onlineOs sites “Pescaria Urbana”, “Oliveira Shopping”, “Poucas Horas e “Poucas Horas Clube” (estes dois fora do ar) foram incluídos esta semana na lista de não recomendados pelo Procon-SP, que já soma 388 endereços. Os fornecedores a serem evitados receberam queixas dos clientes, foram notificados e não responderam ou não foram encontrados – inclusive pelo rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR – responsável pelo registro de domínios no Brasil.

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A falta de entrega do produto adquirido é a principal reclamação contra as lojas virtuais fraudulentas, além de irregularidades na prática do comércio eletrônico. Segundo o Procon-SP, alguns casos das empresas listadas são encaminhados para o Departamento da Polícia que combate os crimes eletrônicos e ao Comitê Gestor da Internet (CGI), que controla o registro de domínios no Brasil. Porém, muitos sites continuam em atividade, por isso o órgão alerta para a importância de evitá-los.

Antes de comprar, o Procon recomenda que o consumidor busque informações a respeito do fornecedor para não cair em armadilhas. Confira algumas dicas:

– Procure no site a identificação da loja (razão social, CNPJ, telefone e outras formas de contato além do e-mail);

– Prefira fornecedores recomendados por amigos ou familiares;

– Desconfie de ofertas vantajosas demais;

– Não compre em sites em que as únicas formas de pagamento aceitas são o o boleto bancário e/ou depósito em conta.

– Leia a política de privacidade da loja virtual para saber quais compromissos ela assume quanto ao armazenamento e manipulação de seus dados;

– Imprima ou salve todos os documentos que demonstrem a compra e a confirmação do pedido (comprovante de pagamento, contrato, anúncios, etc.);

– Instale programas de antivírus e o firewall (sistema que impede a transmissão e/ou recepção de acessos nocivos ou não autorizados) e os mantenha atualizados em seu  computador;

– Nunca realize transações online em lan houses, cybercafés ou computadores públicos, pois podem não estar adequadamente protegidos.

Olhar Digital

Ranking do Idec aponta planos coletivos de saúde como vilões dos consumidores

Negativa de cobertura, reajuste por faixa etária e anual acima do máximo permitido e descredenciamento de prestadores de serviço são algumas das queixas (Foto: Flickr)
Negativa de cobertura, reajuste por faixa etária e anual acima do máximo permitido e descredenciamento de prestadores de serviço são algumas das queixas (Foto: Flickr)

O ranking de 2012 do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), divulgado nessa segunda (4), traz mais uma vez os planos de saúde no topo da lista de atendimentos da organização. Seguem-se os setores financeiro, de produtos e de telecomunicações. O total de orientações referentes a dúvidas sobre relações de consumo no ano chegou a 5.413. Em 11 anos, apenas uma vez, em 2011, os planos de saúde fugiram do topo da lista, sendo superados pelo setor de eletroeletrônicos, que, após a redução de impostos, teve uma expansão significativa nas vendas, o que provocou uma série de dúvidas e reclamações.

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No entanto, no ano passado, negativa de cobertura, reajuste por faixa etária e anual acima do máximo permitido e descredenciamento de prestadores de serviço motivaram a maioria dos atendimentos feitos pelo Idec em todo o país. O principal fator, segundo a gerente de relacionamento do instituto, Karina Alfano, é o crescimento dos planos coletivos, ou falsos coletivos, oferecidos a pequenos grupos de consumidores, cujos contratos não são regulados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). “Quase todos os planos não aceitam as pessoas individualmente, colocam preços impraticáveis para tal. Aí, o consumidor entra no coletivo, incluindo pelo menos mais uma pessoa, ou se associa a planos em grupos de entidades representativas, como os sindicatos”, denuncia Karina. Sobre os planos foram registrados 1.104 atendimentos (20% do total).

Com isso, segundo a gerente, fora da regulação da ANS, os planos podem praticar os preços que quiserem. “As empresas, então, entendem que em um plano com duas pessoas o poder de negociação é o mesmo que o de uma empresa com 500 conveniados, e isso não dá para aceitar”, diz Karina. Esse tipo de plano coletivo já engloba 80% do mercado.

Significa dizer, de acordo com Karina, que a ANS regula apenas 20% do setor. Ela lembra que há 11 anos o Idec faz análise desses setores, mas não tem poder de polícia. Levanta os dados para cobrar das agências reguladoras. “No entanto, o que a gente vê é uma grande resistência das agências em mudar suas diretrizes. É um trabalho de formiguinha esse nosso”, lamenta, acrescentando que com essa postura as agências muito mais atendem aos interesses da iniciativa privada do que o da população.

ranking do idec

 

O setor financeiro, composto pelos bancos, cartão de crédito, crédito e consórcio, aparece em segundo lugar no levantamento do Idec, com reclamações de cobrança indevida de tarifas e de serviços não contratados, endividamento, taxa de juros, portabilidade de crédito e inscrição em cadastro de maus pagadores. Foram 844 atendimentos (16% do total).
O terceiro vilão da lista é o setor de produtos, como celulares, eletroeletrônicos e eletrodomésticos da linha branca, por conta de defeitos, falta de garantia; falta de assistência técnica e descumprimento do prazo de entrega. Foram 671 atendimentos (12%).A telefonia também tem destaque, com 579 atendimentos (11%). Na telefonia móvel as queixas mais recorrentes dizem respeito à falta de sinal e à queda nas chamadas. Na fixa, cobrança de minutos excedentes ao plano e cobrança por serviço não solicitado. Na TV por assinatura, falta de sinal. Na banda larga, velocidade de navegação.

Além da falta de fiscalização das agências reguladoras, Karina também destaca a falta de investimento das empresas como causadora do mau atendimento. “Além disso, em muitos casos, a falta de informação e a dificuldade na interface entre consumidor e fornecedor são as fontes recorrentes de problemas.”

De acordo com o Idec, demais temas presentes no ranking foram denominados “outros”, como energia elétrica e ensino, imóveis, lazer, veículos e comércio eletrônico, totalizando 41% do total. Os atendimentos relacionados às compras virtuais têm crescido. “A principal queixa diz respeito ao prazo de entrega e a outras formas de descumprimento de oferta”, aponta Karina.

O Idec registra os atendimentos por telefone, e-mail e pessoalmente. Nem todos os atendimentos são registros de reclamações. Alguns pedem informações, esclarecimentos. Outros 4 mil atendimentos em 2012 referiam-se a ações judiciais.

 

redebrasilatual

 

Celulares lideram lista de queixa dos consumidores nos Procons

Os problemas com aparelhos celulares foram o assunto mais reclamado pelos consumidores no ano de 2011 de acordo com o Cadastro  Nacional de Reclamações Fundamentadas, divulgado nesta terça-feira (18) pelo Ministério da Justiça.

O cadastro registrou um total de 153.094 reclamações no ano passado nos Procons, contra mais de 19 mil fornecedores.
Segundo a secretária nacional do consumidor, Juliana Pereira, o órgão irá notificar, ainda nesta semana, as empresas que apresentaram o maior número de reclamações nos 170 Procons conveniados ao Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec).

As companhias serão convocadas a comparecerem ao Ministério da Justiça para apresentar suas explicações sobre as reclamações e para o baixo índice de solução das queixas. Além disso, as empresas terão de apresentar ao órgão nacional de defesa do consumidor um plano estratégico para resolver os problemas identificados pelos Procons.

Os aparelhos celulares motivaram 14,1% do total de reclamações, mais que o dobro do segundo colocado, que foram as queixas envolvendo problemas com microcomputadores e produtos de informática, com 6,8%. Na lista do ano passado, os celulares também apareceram no topo da lista, empatado com equipamentos eletroeletrônicos e eletrodomésticos.

Na terceira posição do ranking estão os eletrodomésticos da linha branca, também com 6,8%, seguidos de cartão de crédito, com 6,6%, e telefonia celular, com 6,1%.

As reclamações fundamentadas são aquelas que precisam ter audiências para solucionar o conflito entre o consumidor e a empresa e representaram 15,3% do total geral de atendimentos dos Procons no ano passado. O cadastro de reclamações existe desde 2006.
Problemas relatados
O Ministério da Justiça também listou o tipo de reclamação feita pelos consumidores – ou seja, os problemas relatados.

Nesse quesito, os impasses com cobrança foram os mais enfrentados pelos consumidores em 2011, de acordo com o levantamento, com 28,1% do total, seguidos por problemas com garantias de produtos, com 24%, e vício ou má qualidade de produto ou serviço, com 18,9%.

Empresas – A Oi foi a empresa com o maior número de reclamações em 2011: foram 6.919, o que corresponde a 4,52% do total.

Em segundo lugar ficou a LG, com 5.129 queixas (3,35%), seguida da Claro/Embratel (5.082 reclamações, 3,32%).

G1