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Presidente de partido considera ex-presidente Lula favorito em 2018: “As pesquisas mostram que é!”

charlintonO Professor Charliton que é presidente estadual do PT da Paraíba,concedeu entrevista o PB Agora nesta quinta, (26) e declarou toda sua paixão pelo ex-presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva (PT), ao fazer uma projeção política acerca dos possíveis presidenciáveis para as eleições de 2018. Avesso ao governo do atual presidente Michel Temer (PMDB), Machado afirmou que Lula é imbatível.

“As pesquisas mostram que é e precisamos observar a situação do pais que tende a piorar, onde todos os índices mostram que o Brasil esta passando por uma grande estagnação econômica, desemprego alto e é claro que o Brasil terá uma alternativa para que a esquerda possa disputar 2018”, frisou.

Charlinho enumerou algumas condições indispensáveis para a vitória de Lula

“É importante que ela esteja unificada, que ela tenha um único sentimento que é a retomada de um programa social e o nome de Lula sem sobra de duvidas é o nome mais forte com 35% em todas as pesquisas, demonstrando que seu legado tem muita força histórica e condições para disputa em 2018”, destacou.

Machado também saiu em defesa da da ex-primeira dama Marisa Letícia, que sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e continua internada no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Minutos após a informação circular entre os veículos de comunicação, muitas manifestações começaram a ocorrer nas Redes Sociais.

“Não tem como não se assustar com o nível de ódio propagado na internet, e em especial nas Redes Sociais. O antipetismo superou os limites elementares da civilidade política, e pessoas não tiveram a vergonha de desejar publicamente a morte de uma mulher que nada fez contra ninguém. O erro dela, pela lógica grotesca deles, é ser a esposa do melhor presidente que o Brasil já teve, do homem que tirou milhões da miséria. Um operário que conseguiu ser por duas vezes presidente do Brasil, e isso eles nunca irão perdoar”, pontuou.

Henrique Lima

PB Agora

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Enem 2016 termina com 30% de abstenção, MEC considera índice dentro do normal

Valter Campanato/Agência Brasil
Valter Campanato/Agência Brasil

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2016 termina com um índice de 30% de abstenção de candidatos, a porcentagem é a maior desde 2009. Do total de aproximadamente 8,4 milhões que poderiam fazer o exame neste final de semana, 5,8 milhões compareceram às provas. No ano passado, as abstenções foram de 27,6%, de acordo com balanço geral divulgado hoje (6) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Segundo a secretária Executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro, a variação em relação a anos anteriores foi mínima e a pasta considera que as abstenções se mantiveram constantes.

Do total de mais de 8,6 milhões de candidatos inscritos no exame, 271.033 tiveram as provas adiadas para os dias 3 e 4 de dezembro, em função das ocupações das escolas por todo o país. Segundo o Inep, dos 8.356.215 candidatos que poderiam fazer a prova neste final de semana, 5.848.619 fizeram o exame. O Amazonas foi o estado com a maior porcentagem de abstenções, 37,4% dos inscritos. Já o Piauí teve a menor taxa de abstenção, com 22,7%.

“Eu acho que diante do quadro que nós acompanhamos nos últimos dias e semanas, diria que foi um sucesso absoluto o Enem 2016”, disse o ministro da Educação, Mendonça Filho. “Conseguimos fazer com que 97% dos candidatos tivessem condições de participar do Enem. Três porcento terão que fazer o exame em dezembro, que foi a solução mais segura adotada pelo MEC”, acrescentou.

O ministro da Educação estima que o adiamento das provas para parte dos candidatos deverá custar cerca de R$ 15 milhões. O Inep vai reciclar as provas que foram impressas e não foram aplicadas neste final de semana e usará o material para a confecção da nova leva de exames.

Eliminações

Nos dois dias de aplicação, 768 candidatos foram eliminados do exame: 641 por descumprimento das regras do edital, 120 por portar objetos eletrônicos identificados por meio de uso de detectores de metal e sete por recusa de coleta de dado biométrico – esta foi a primeira vez que o Enem recolheu as digitais dos candidatos. O número de eliminações é maior que o de 2015 (740), mas inferior ao de 2014 (1.519) e de 2013 (1.522).

O exame registrou ainda 27 ocorrências, sendo 22 de falta de energia e cinco emergências médicas. De acordo com a presidente do Inep, Maria Inês Fini, a falta de luz não prejudicou a aplicação das provas para os estudantes que estavam nesses locais.

Prisões

Operações da Polícia Federal para combater fraudes no Enem resultaram na prisão preventiva de 11 pessoas neste domingo, segundo o chefe da Divisão de Polícia Fazendária da PF, Franco Perazzoni. Cinco foram presas com mandatos de prisão e outras seis em flagrante. Todas elas estavam com escutas nos locais de prova. “Algumas escutas eram tão pequenas que tiveram que ser retiradas com pinças com ímãs na ponta”, disse.

A PF deflagrou hoje duas operações para combater fraudes no Enem. Segundo o delegado, as investigações já vem sendo feitas junto ao Inep e as ações foram possíveis com cruzamentos de dados dos gabaritos e dos inscritos. Ele explica que há principalmente dois tipos de fraudes: aquelas em que especialistas contratados fazem a prova no lugar de candidatos para garantir uma boa nota e aquelas nas quais os gabaritos são transmitidos por escutas via celular para os candidatos. Os preços pagos pelos inscritos variam de R$ 40 mil até R$ 200 mil, quando a prova é feita por outra pessoa.

O delegado defende que o sistema de verificação biométrica implantado neste ano deverá garantir maior segurança ao Enem. As investigações constataram possibilidade de fraudes terem sido feitas em edições anteriores do exame.”A operação ainda está em curso, estamos ouvindo pessoas, há a investigação dos gabaritos anteriores”, disse o delegado.

Taxa de Abstenção

Confira os índices de abstenção das provas do Enem registrados nas últimas edições, desde 2009:

2009 – 37,7%
2010 – 28,8%
2011 – 26,4%
2012 – 27,9%
2013 – 29,7%
2014 – 28,9%
2015 – 27,6%
2016 – 30%

Agência Brasil

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Sindicato dos Comerciários considera desrespeitosa contraproposta dos patrões

comercioO Sindicato dos Empregados no Comércio de Campina Grande e Região, que está em processo de campanha salarial 2016-2017 da categoria comerciária, encaminhou ofício às entidades patronais informando que a contraproposta apresentada foi considerada um total desrespeito as clamores reivindicatórios dos trabalhadores.

De acordo com o presidente do Sindicato, José do Nascimento Coelho,

“pois se quer foram apreciados os pleitos de alterações e reajuste salarial. Mediante esta situação, os trabalhadores estão sendo convocados  para uma assembleia geral, na noite da próxima quinta-feira, 3, na sede do Sindicato da categoria, a partir das 18h30.

Na oportunidade, a categoria vai decidir qual o rumo que o movimento deverá tomar. Coelho disse que, caso necessário, a Assessoria Jurídica do Sindicato promoverá  ações sindicais e legais com o objetivo de resguardar os direitos dos trabalhadores representados.

Em função de não ter sido firmado acordo da a pauta da campanha salarial, os comerciários de Campina Grande, que têm data base em 1º de novembro, estão sem a garantia de seus direitos.

 

Assessoria

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Justiça considera irregular e anula sessão que reprovou contas do prefeito Zenóbio Toscano

camilaA Justiça anulou a sessão da Câmara de Vereadores que reprovou as contas do prefeito de Guarabira, Zenóbio Toscano (PSDB), referentes ao exercício de 2014. Segundo a decisão, o ato foi irregular, não respeitando os trâmites internos da Casa, como a análise do processo pelas Comissões de Constituição e Justiça e de Orçamento.

A deputada Camila Toscano (PSDB) disse que a justiça foi feita com a decisão. A parlamentar lembrou que as contas de Zenóbio tiveram parecer favorável do Tribunal de Contas do Estado (TCE). “Com todo o respeito aos vereadores, mas o TCE é formado por técnicos especializados nas análises de contas. Então, se a Corte de contas aprovou, acredito que é uma decisão que deve embasar a análise dos vereadores. A decisão só reforça que se tratou de uma decisão meramente política dos parlamentares municipais”, comentou.

Camila lembrou que o prefeito Zenóbio é um gestor sério e comprometido com a boa aplicação dos recursos públicos. “A Folha de São Paulo divulgou o Ranking de Eficiência dos Municípios (REM) para mostrar quais as prefeituras que mais entregam bons serviços à população gastando menos. Na Paraíba, a cidade mais eficiente é Guarabira”, lembrou Camila.

Assessoria

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Papa considera escravidão crime contra a humanidade

papaO papa Francisco qualificou hoje (2) como crime contra a humanidade todas as formas de escravidão moderna, na cerimônia de assinatura de um acordo com líderes de várias religiões para erradicar essa prática até 2020.

“Declaramos, em cada um dos nossos credos, que a escravidão moderna em todas as suas formas – prostituição, trabalho forçado, mutilação, venda de órgãos ou trabalho infantil – é um crime de lesa humanidade”, afirmou o papa.

O papa ressaltou que “cada ser humano é uma pessoa livre” e “todas as pessoas são iguais e têm de lhes ser reconhecidas a mesma dignidade e a mesma liberdade”.

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Qualificando a assinatura do acordo de “iniciativa histórica”, Francisco comemorou o esforço conjunto de todas as religiões “para erradicar o terrível flagelo da escravidão moderna em todas as suas formas” que “acorrenta dezenas de milhares de pessoas à humilhação e à desumanização” e apelou a todos os governos e empresas que se juntem a esse esforço.

Participaram da cerimônia representantes de várias religiões, entre os quais o hindu Mata Amritanandamayi, os rabinos Abraham Skorka (argentino) e norte-americano David Rosen (norte-americano), o ortodoxo francês Emmanuel, o aiatolá iraquiano Mohammad Taqi Al Modarresi e o arcebispo britânico Justin Welby.

 

Agência Lusa 

 

Prefeita do PMDB considera equivocada decisão do partido e reafirma apoio a candidatura de Cássio no segundo turno

prefeitaA prefeita da cidade de Cuité, no Curimataú paraibano, Euda Fabiana (PMDB ), declarou neste sábado (11) que não seguirá o partido no apoio a Ricardo Coutinho (PSB) e reafirmou que seguirá a tucano Cássio Cunha Lima (PSDB) no segundo turno das eleições.

Em entrevista ao MaisPB, Euda Fabiana considerou “equivocado” o anuncio da adesão do partido ao socialista e disse que a maioria das lideranças peemedebistas não concordam com a aliança.

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“Porque os mesmos faziam oposição ferrenha discordando de quase tudo que o governo fazia. A maioria dos peemedebistas não concordam com essa aliança”, disse a gestora que é esposa do ex-deputado estadual Bado Venâncio.

Roberto Targino – MaisPB

Bolsa Família: Presidente da CDH considera projeto de Aécio um retrocesso

ana ritaPresidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, a senadora Ana Rita (PT-ES) quer promover um amplo debate sobre o projeto de lei do senador Aécio Neves (PSDB-MG), pré-candidato tucano à presidência, que muda os critérios de concessões de benefícios do Programa Bolsa Família. Aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da casa na semana passada, a matéria agora será apreciada em caráter terminativo na CDH: se passar, segue direto para a Câmara, sem ser submetido ao plenário.

“Eu considero um grande retrocesso a aprovação deste projeto que, para mim, tem um caráter puramente eleitoreiro. É uma irresponsabilidade mexer em um programa que está dando certo, que já tirou 50 milhões de brasileiros da miséria, que é referência nacional e internacional, sem fazer nenhum estudo sociológico, nenhuma pesquisa de impactos, sem debater, de fato, com especialistas e com a sociedade. E isso não foi feito nem na elaboração do projeto e nem na Comissão que o aprovou”, justifica ela.

 

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A senadora acredita que, ao mexer nos critérios de concessões de benefícios do Bolsa Família, a proposta tucana apresenta pelo menos dois problemas graves.

Primeiro, pode prejudicar outros projetos sociais do governo, que mantêm interface com o primeiro. “Ao obrigar os beneficiários do Bolsa Família a cursarem o Pronatec, por exemplo, você reduz as vagas de qualificação profissional para outros públicos, como o jovem.  E ainda pode afastar usuários do próprio Bolsa Família, como a mãe que já trabalha o dia todo em casa de família, cuida de quatro ou cinco filhos e não tem tempo de estudar a noite”, explica.

Assistente social por formação, ela critica também a justificativa do projeto, que atribui a necessidade da mudança ao fato de que alguns trabalhadores não queiram voltar ao mercado formal de trabalho para não perder o benefício. “O projeto apresenta uma visão muito preconceituosa dos mais pobres, que é aquela de que eles se penduram no Bolsa Família porque não querem trabalhar. E isso não é verdade. A experiência mostra que mais de um milhão de famílias já pediram espontaneamente para sair do programa, porque conseguiram melhorar de vida e não precisam mais do benefício”, acrescenta.

Para a senadora, a CDH tem condições de fazer um debate menos condicionado ao calendário eleitoral do que a CAS, porque o perfil dos senadores que a compõem é o de parlamentares mais comprometidos com os direitos humanos. “Eu acredito que, na CDH, teremos a oportunidade de fazer um debate com uma isenção maior, porque o perfil dos parlamentares que a compõem é muito mais voltado para a defesa dos direitos humanos. A interferência eleitoreira na CDH não é tão intensa como em outras comissões”, avalia.

Outras posições

À Carta Maior, O senador João Capiberibe (PSB-AP), vice-presidente da CDH, disse que ainda não conhece o projeto e, por isso, não arriscaria uma opinião. “Ele deve começar a tramitar agora na Comissão. Ainda não tem nem relator designado. Mas a partir desta semana, nós começaremos a debatê-lo”, esclareceu.

Randolfe Rodrigues também afirma que não analisou o conteúdo da matéria, mas já arrisca um palpite. “Se o projeto apenas transforma o Bolsa Família em política de Estado, como vem sendo dito, eu não tenho como ser contra. Aliás, acho que todos deveríamos aprovar, independente da autoria. Porque essa questão de que as bolsas se tornam moeda de troca eleitoral perpassa todos os governos, seja do PT ou do PSDB. Então, a institucionalização é sempre um avanço republicano para o país”, justificou.

Já o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) defende que o debate é o momento perfeito para avançar ruma à implantação da Renda Básica de Cidadania, o projeto de sua autoria aprovado por todos os partidos em 2003 e transformado em lei pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no ano seguinte. “Eu encaminhei uma carta à presidenta Dilma e propondo a criação de um grupo de trabalho para discutir o assunto. O problema apontado pelo senador Aécio na justificativa do projeto dele será melhor resolvido com o Renda Básica”, afirma.

Conforme o senador, a Lei da Renda Básica de Cidadania garante o direito de todos os brasileiros, independentemente de sua condição socioeconômica, incluindo os estrangeiros que vivem no Brasil há cinco anos ou mais, a receber uma transferência de renda anual.

A incorporação deste programa, segundo ele, deve ser realizada em várias etapas, com prioridade para os segmentos mais vulneráveis da sociedade, como já faz o Bolsa Família. As transferências, feitas em parcelas mensais, devem ser suficientes para atender às necessidades de cada pessoa dentro do contexto de desenvolvimento e possibilidades do orçamento do país.

Em pronunciamento que fará, no final de junho, no Congresso Internacional da Rede Mundial da Renda Básica (Bien), Suplicy propõe que este valor seja algo em torno de R$ 70 por pessoa/mês. “Pagando uma bolsa mensal de R$ 70 em 12 meses significa um compromisso de R$ 840 por pessoa por ano que, multiplicado por 201 milhões, exigirá um montante anual de R$ 168,840 bilhões. Este valor é cerca de 6,5 vezes o valor total pago pelo governo federal para financiar o programa Bolsa Família em 2013, de cerca de R $ 24 bilhões. Isto é muito menos, no entanto, do que o que o Brasil paga em juros sobre a dívida pública”, calcula.

O senador reconhece que a soma é alta, representando cerca de 3,2% do PIB de 2013. A solução, segundo ele, está em outro projeto de lei de sua autoria, já aprovado pelo Senado e que agora tramita na Câmara. O projeto propõe que o capital inicial para o fundo seja constituído por 10% da participação compartilhada do governo federal no capital das empresas públicas.

“Os recursos do fundo serão formados por dotações consignadas no orçamento federal: 50% de royalties produzidos por recursos naturais, 50% a partir dos recursos provenientes de concessões de obras e serviços públicos, 50% a partir de rendas provenientes de imóveis federais e outros ativos e doações”, defende.

Créditos da foto: Agência Senado

APLP considera aumento do magistério positivo, mas Fisco reprova percentuais

entrevistaO presidente da Associação dos Professores de Licenciatura Plena da Paraíba (APLP), Francisco Fernandes, disse, em entrevista ao portal WSCOM, que considerou positivo o aumento para o magistério estadual, de 13,57%, anunciado pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) nesta segunda-feira (27). Já o presidente do Sindfisco, Victor Hugo, disse que o reajuste não agradou aos agentes fiscais e aos demais servidores do Estado.

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Segundo Francisco Fernandes, a progressões horizontais e verticais da carreira do magistério foram restabelecidas, por isso considera o aumento interessante. Ele também ressaltou que a média de 13,57% para a categoria é superior ao aumento de 8,32% previsto no piso nacional para 2014.

“As progressões foram restabelecidas dentro deste valor anunciado. Não é suficiente, pois tínhamos muita defasagem, poderíamos evoluir, mas o percentual anunciado é interessante”, disse.

Apesar da visão positiva, Fernandes informou também que ainda esta semana a categoria vai começar a se reunir para discutir o aumento.

Fisco desaprova

O presidente do Sindfisco, Victor Hugo, declarou que o reajustenão agradou aos agentes fiscais e aos demais servidores do estado. Ele declarou que já recebeu diversos telefonemas de servidores do fisco reclamando dos índices e já cobrando uma assembleia da categoria para avaliar o anuncio.

De acordo com Victor Hugo, o índice de reajuste linear, que ficou em 5%, sequer superou a inflação acumulada no ano passado. Segundo ele, a categoria esperava 19% de reajuste e ficou decepcionada com o aumento anunciado.

Hugo disse ainda que pela repercussão que o reajuste está tendo junto a categoria, que já cobra uma assembleia e não descarta até um indicativo de greve.

Confira como ficou o reajuste:

Que ganham um salário mínimo – 41. 528 Servidores – aumento de 6,78%
Educaçao – 27.124 servidores – aumento de 13, 57% (8,32% do Piso Nacional + 5,25%)
Saúde – 3.098 servidores – aumento de 5% a 13%.
Segurança – 21.334 servidores 10%

 

Cristiano Teixeira/Marcos Wéric
WSCOM Online

Prefeito de Campina diz que Veneziano é “réu confesso” e o considera como “cara-de-pau”

Cumprindo agenda oficial em São Paulo, onde visita a 40ª Couromoda, a convite da organização da feira, o prefeito Romero Rodrigues (PSDB) reagiu duramente na tarde desta segunda-feira, 14, às declarações do ex-prefeito Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), que em recente entrevista disse que a nova gestão poderia usar a cota referente ao dia 10 do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para pagamento dos débitos atrasados com os servidores.[bb]

– Interessante: o ex-prefeito, por desorganização e até capricho, deixou de pagar dezembro e o décimo-terceiro à grande maioria dos servidores municipais de Campina Grande e agora, réu confesso, fica opinando sobre recursos que dizem respeito às demandas da nova gestão – reagiu Romero Rodrigues.

Para o prefeito tucano, Veneziano Vital incorre numa flagrante contradição ainda mais grave: até há alguns dias, vinha assegurando que deixou em caixa dinheiro para pagamento em atraso dos servidores. Agora, no conflito com a realidade, o adversário já aponta como alternativa para um problema por ele criado a aplicação de recursos da primeira cota do FPM deste ano na quitação de débitos da gestão anterior.[bb]

Indignado com o que considera “cara-de-pau” do ex-prefeito, Romero lamenta que a situação crítica a que foram relegados os servidores ainda sirva de discurso político para um ex-gestor que não teve qualquer respeito ou consideração pelo funcionalismo. O prefeito lembra, por exemplo, que os atrasos no pagamento do mês de dezembro e do décimo poderiam ter sido evitados, caso Veneziano Vital tivesse priorizado a folha, em vez de compromissos outros com determinados fornecedores.

– Foi justamente em dezembro, com recursos extras do chamado ´cotão´ liberado pelo governo federal para todos os municípios, que a prefeitura recebeu o maior volume de recursos do ano. Foi desumano e inaceitável ter pago de forma seletiva a determinados fornecedores e impor aos servidores esse tratamento humilhante e indigno no final do ano e da gestão – desabafou o novo prefeito.

Romero Rodrigues promete para os próximos dias a apresentação de uma série de documentos da contabilidade pública para mostrar as razões pelas quais Veneziano Vital deixou de pagar o funcionalismo campinense.[bb]

Assessoria

Sindicalista considera como ‘fraqueza política’ da PB acesso do Padre Djacy a Ministério

Um político paraibano, atualmente sem mandato eletivo, e residindo entre Itaporanga e São Paulo, de nome Antônio Porcino Sobrinho (PMDB), diz reconhecer como um fato extremamente importante o ator global José de Abreu propiciar o acesso  do Padre Djacy Brasileiro ao Ministério da Integração Nacional, para tratar de questões relacionadas à Seca, mas ressalva que a classe política estadual, por isso, não se mostra suficientemente capaz de tomar a dianteira do problema.

Ele confessa, com franqueza, que já tentou facilitar acesso, não só do Padre Djaci, mas de outros políticos e ativistas paraibanos, a órgãos competentes do Governo Federal, em Brasília, para que se possa fazer, amiúde, amostragens do quadro de aflições por que passam populações, inteiras, de paraibanos, frente aos efeitos devastadores da Seca, mas também revela ter encontrado entraves de ordem político-partidários, no momento de fazer o agendamento.

“Esperamos que o Padre Djacy não se decepcione, nessa tentativa de se encontrar com tão importante personalidade do Ministério da Integração Nacional, sobretudo no intuito já de há muito revelado, de lutar pela redenção dos conterrâneos, paraibanos de todos os quadrantes da Seca, e, de igual modo, aqui queremos agradecer à própria vanguarda nacional, que, na pessoa do ator José de Abreu, toma, para si, a responsabilidade de tão proeminente causa social”, enfatiza Antônio Porcino Sobrinho.

Assessoria