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Brasileirão Série C: Náutico vence o Sampaio Correia e conquista o primeiro título nacional da história

O Clube Náutico Capibaribe conquistou o seu primeiro título nacional da história. Em jogo frenético, após vencer o jogo de ida por 3 a 1, o alvirrubro pernambuco empatou em 2 a 2 neste domingo com o Sampaio Correia, no estádio Castelão, em São Luís, Maranhão e levantou a taça.

Sobre o jogo – Com a necessidade de fazer pelo menos dois gols de diferença, o Sampaio Corrêa se lançou ao ataque desde o primeiro minuto e abriu o placar aos 13, quando Everton recebeu pela direita, cortou para o meio e bateu de canhota. A bola quicou no gramado e enganou o goleiro Jefferson. 1 a 0.

No minuto 23, Esquerdinha cruzou na área e Paulo Sérgio cabeceou livre. Jefferson, dessa vez, salvou o Náutico. Quando o placar marcava 29 jogados, Eloir chutou de longe e o goleiro do Timbu espalmou. Ainda deu tempo de Esquerdinha driblar Hereda e cair na área. O Sampaio reclamou demais de pênalti, mas o juiz mandou seguir.

Segundo tempo – O Sampaio Corrêa foi para cima em busca da reação, mas recebeu uma ducha d’água fria aos seis minutos. Jean Carlos cobrou escanteio e Álvaro marcou para o Timbu. O gol fez com que os donos da casa tivessem que marcar mais dois para levar aos pênaltis.

Desanimado, o Sampaio viu o Náutico passar a controlar a partida. No minuto 16, Salatiel fez jogada individual e ficou cara a cara com Jefferson, mas parou no goleiro. Quando o placar marcava 26, outra excelente defesa de Jefferson em cabeceio contra de Eloir.

O Sampaio Corrêa só assustou efetivamente no minuto 36, quando Eloir, agora a favor, mandou uma bomba na trave. Pouco tempo depois, Esquerdinha foi até a linha de fundo e cruzou para Salatiel, sozinho, empurrar e manter vivo o sonho do título. Só que viria outra frustração.

Com 39 jogados, o Náutico se aproveitou da empolgação do Sampaio e marcou com Matheus Carvalho em contra-ataque, garantindo a taça da Série C. No fim, houve uma confusão generalizada e expulsão de Diego, dos visitantes. Nada que tenha apagado o título do Timbu.

 

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Portal WSCOM

 

 

Brasil supera expulsão, faz 3 a 1 no Peru e conquista título

A Copa América é do Brasil pela nona vez na história. Para colocar a mão na taça continental depois de 12 anos a equipe do técnico Tite sofreu contra o Peru para vencer por 3 a 1, no Maracanã, neste domingo. O time levou o primeiro gol na competição, teve Gabriel Jesus expulso, atuou com um a menos por mais de 20 minutos, porém se mostrou eficiente como sempre e merecedor da taça.

A seleção brasileira ganha mais uma vez a Copa América em casa e compensa, inclusive, a ausência de Neymar. Três nomes lapidados e consolidados ao longo da competição decidiram a final. Richarlison converteu o pênalti decisivo, Éverton marcou mais um gol e Gabriel Jesus deu assistência, fez gol e foi expulso.

O reencontro com o Brasil na final após a partida na fase de grupos fez os peruanos repetirem a proposta de jogo. Marcação adiantada, bom toque de bola e dois chutes a gol antes dos dez primeiros minutos mostraram um time confiante. Com Guerrero centralizado no ataque e um pelotão de cinco meias, a marcação era caprichada e os visitantes deixavam o Brasil com menos posse de bola.

Paciente, o Brasil encontrou o caminho ao gol aos 14 minutos ao se aproveitar da maior debilidade peruana nesta Copa América, as laterais. Daniel Alves lançou pelo alto, por cima do bloco peruano de marcação no meio-campo e deixou Gabriel Jesus livre para superar Trauco e cruzar. Advíncula errou o posicionamento e deixou Everton aparecer livre para completar a gol.

A expectativa de abrir uma nova goleada não se confirmou. O Brasil continuava com dificuldades para passar pela marcação. Os peruanos tiveram o mérito de manter a calma após a desvantagem e acabaram premiados pelo esforço. Cueva tentou um passe dentro da área e a bola bateu na mão de Thiago Silva, que tentava um carrinho. O árbitro chileno Roberto Tomar marcou pênalti, depois consultou o vídeo e na sequência, manteve a decisão. Guerrero cobrou e empatou.

O Maracanã ficou mudo. O primeiro gol sofrido pelo Brasil no torneio fez os jogadores em campo gesticularem entre si com o pedido para não se abater. Deu certo. Aos 47, Arthur recuperou uma bola, conduziu e contou com o escorregão de um peruano para deixar Gabriel Jesus livre para tirar de Gallese. O desempate era o calmante necessário para o Brasil terminar o primeiro tempo livre de qualquer agonia.

O Peru voltou para o segundo tempo com os pontas Carrillo e Flores invertidos de posição. A postura mais ofensiva deu trabalho para o Brasil, mas por outro lado abriu mais espaço para Coutinho aparecer. A seleção não aproveitou duas boas chances para fazer o terceiro e recebeu um duro golpe aos 24 minutos. Irritado com a marcação, Gabriel Jesus fez falta em Tapia, levou o segundo amarelo e foi expulso.

A vantagem numérica em campo fez o Peru arriscar mais. A torcida sentiu o momento delicado e começou a se agitar mais depois de Flores quase empatar de fora da área. O técnico Tite foi outro a acusar a expulsão, ao tirar Coutinho e colocar o lateral Éder Militão. A mudança deixou o Brasil com a defesa reforçada e fez Daniel Alves ser posicionado como meio-campista.

A parte final do segundo tempo teve o Brasil com dois objetivos: segurar o jogo e provocar a expulsão de algum peruano. A cada falta ou dividida, a reclamação brasileira para cobrar cartão faziam os cerca de 70 mil presentes gritarem. O jogo ficou travado, tenso e aos 41 minutos, viveu um novo momento decisivo. O árbitro marcou pênalti em Éverton na área, consultou o árbitro de vídeo e assim como no primeiro tempo, manteve a decisão.

A bola decisiva caiu para Richarlison, aos 45 minutos do segundo tempo. O atacante que teve caxumba durante a Copa América cobrou no canto de Gallese e fez o estádio aliviar a preocupação. Teve gritos de “campeão”, sinalizador e o coro de “o campeão voltou” para coroar o encerramento da campanha vitoriosa.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 3X1 PERU

BRASIL: Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Alex Sandro; Casemiro, Arthur e Philippe Coutinho (Éder Militão); Gabriel Jesus, Éverton (Allan) e Roberto Firmino (Richarlison). Técnico: Tite.

PERU: Gallese; Advíncula, Zambrano, Abram e Trauco; Yotún (Ruidiaz), Tapia (Gonzales), Carrillo (Polo), Cueva e Flores; Paolo Guerrero. Técnico: Ricardo Gareca.

Gols: Everton, aos 14, Guerrero, aos 43, e Gabriel Jesus, aos 47 minutos do primeiro tempo. Richarlison, aos 45 minutos do segundo tempo.

Árbitro: Roberto Tobar (Chile)

Cartões amarelos: Gabriel Jesus, Tapia, Thiago Silva, Zambrano, Advíncula, Richarlison

Cartão vermelho: Gabriel Jesus

Público: 58.584 pagantes (69.986 no total)

Renda: R$ 38.769.850,00

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro

 

 

Estadão

 

 

Araruna Moto Fest recupera grandeza e conquista público local

Minimizado em número de participantes em 2018, devido a famosa greve nacional dos caminhoneiros (terminada poucos dias antes do Moto Fest 2018), o segundo maior evento público de Araruna recuperou o ápice de edições anteriores em 2019. O evento realizado no último final de semana mostrou sua real grandeza e muita organização.

Joãozinho (ex banda Grafith), Renato Marinho e banda Feras de Parelhas, atrações de gosto musical específico para os principais protagonistas(os motociclistas) do evento, serviu para mostrar também que o público local, mesmo admirando mais o forró, abraçou definitivamente o estilo musical dos visitantes, participando em massa das mais de 20 horas de shows durante os 2 dias de festa.

Outro fator de grande importância, aquecimento econômico ficou bastante visível. É possível afirmar que o Araruna Moto Fest, aquece o comércio local na mesma proporção que o período junino, momento de grande aquecimento econômico de Araruna.

Agora, é espera o São João na Serra 2019. O evento acontecerá nos dias 19, 20, 21, 22 e 23 de junho.

 

 

midiapb

 

 

Fortaleza vence o Botafogo-PB e conquista o título da Copa do Nordeste

Não foi dessa vez que o torcedor do Botafogo-PB comemorou o título de campeão da Copa do Nordeste. Na noite desta quarta-feira (29), com o estádio Almeidão lotado, o Belo voltou a perder para o Fortaleza, novamente por 1 a 0, e viu o Leão do Pici comandado por Rogério Ceni fazer a festa em solo paraibano.

Além do título, o time cearense garantiu de premiação mais R$ 1 milhão na conta. O Belo fica com R$ 500 mil. O campeão também ganha o direito de entrar na Copa do Brasil do ano que vem já na fase de oitavas de final.

As duas equipes agora voltam suas atenções para o Campeonato Brasileiro. O próximo compromisso do Bota será domingo (2), contra o Confiança-SE, na Arena Batistão, às 16h, pela sexta rodada da Série C. Já o Fortaleza visita o Flamengo, no sábado (1º), pela sétima rodada da Série A.

Primeiro tempo

A partida mal começou e aconteceu tudo o que o torcedor do Belo não esperava. Logo aos três minutos, em uma bobeada da defesa alvinegra, Fábio Alves tentou proteger e Lula chutou nas costas de Tinga. A bola sobrou limpinha para o centroavante Wellington Paulista, que, sozinho, finalizou sem chances para o goleiro Saulo.

O Botafogo sentiu o baque e, mesmo tendo mais posse de bola, pouco conseguiu criar. Claramente nervoso em campo, o time errava muitos passes. O Fortaleza, por sua vez, se fechou, apostando nos contra-ataques.

A primeira finalização do Botafogo veio só aos 26 minutos. Marcos Vinicius achou Nando na área, que cabeceou para fora, sem levar perigo ao gol defendido por Marcelo Boeck. Aos 29, em novo cruzamento, Lula, que falhou no lance do gol do Fortaleza, teve a chance de ser redimir, mas cabeceou para fora.

Aos poucos, o Belo foi se soltando em campo e começou a levar perigo. Aos 33 minutos, Marcos Aurélio, que estava sumido no jogo, recebeu na intermediária e arriscou de longe, obrigando Boeck fazer uma grande defesa.

Segunda etapa

O Botafogo voltou melhor do intervalo e, logo no segundo minuto, Lula aproveitou cruzamento na área e testou para mais uma grande defesa de Boeck. A bola ainda sobrou para Marcos Vinicius, mas a arbitragem já havia marcado o impedimento. Aos nove, Fábio Alves teve boa chance, mas cabeceou para fora.

Nos minutos seguintes, Evaristo Piza tratou de mexer no time. Saíram Marcos Aurélio e Rogério para as entradas de Enercino e Dico. Aos 25, Dico recebeu grande bola na esquerda e finalizou forte para defesa do arqueiro do Fortaleza.

Aos 30 minutos, Marcinho teve a chance de sacramentar a vitória do Leão do Pici. O atacante recebeu cruzamento rasteiro dentro da pequena área, sem goleiro, e mandou para fora. Inacreditável o gol que ele perdeu.

Nos minutos finais, o Alvinegro da Estrela Vermelha ainda seguiu buscando o empate, mas não conseguiu igualar o marcador. O Fortaleza controlou o jogo e só esperou a partida acabar para soltar o grito de campeão.

Cenas tristes

No fim do segundo tempo, a torcida do Fortaleza entrou em atrito com a equipe da Polícia Militar que fazia a segurança do setor destinado aos visitantes. Para conter o tumulto, os PMs foram obrigados a disparar balas de borracha.

Homenagem

Antes da partida começar, houve uma homenagem ao cantor Gabriel Diniz, falecido em acidente aéreo nessa segunda-feira (27). O músico Raniery Gomes cantou trechos de músicas de ‘GD’, que foram acompanhados em coro pela torcida presente no estádio. Confira foto abaixo:

Fortaleza
Raniery Gomes fez homenagem a Gabriel Diniz (Foto: Nice Almeida/Portal Correio)

*Texto de Allan Hebert, do Jornal Correio

 

 

Nos pênaltis, Flamengo derrota o Vasco e conquista Taça Rio

Com muita emoção, o Flamengo conquistou a Taça Rio, neste domingo, no Maracanã. Os rubro-negros arrancaram o empate por 1 a 1 com o Vasco nos acréscimos e levou a melhor na disputa por pênaltis.

Após um primeiro tempo com poucas chances de gol, o Vasco abriu o placar com Tiago Reis na etapa final. Já nos acréscimos, Arrascaeta deixou tudo igual para o Flamengo. Nos pênaltis, os rubro-negros fizeram 3 a 1 e ficaram com o título no segundo turno do Campeonato Carioca.

De Arrascaeta comemora seu gol durante partida entre Vasco X Flamengo válida pela final da Taça Rio do campeonato Carioca de 2019, no estádio do Maracanã, zona norte da cidade, neste domingo (31/03)
De Arrascaeta comemora seu gol durante partida entre Vasco X Flamengo válida pela final da Taça Rio do campeonato Carioca de 2019, no estádio do Maracanã, zona norte da cidade, neste domingo (31/03)

Foto: RUDY TRINDADE/FRAMEPHOTO / Estadão Conteúdo

Com o resultado, o Vasco terá que disputar a semifinal do Estadual, contra o Bangu, no próximo fim de semana. Já o Flamengo terá pela frente o Fluminense. Tanto Vasco quanto Flamengo jogam pelo empate para avançarem para final do Estadual.

O jogo – A final começou movimentada, com o Flamengo chegando com perigo logo com um minuto. Ronaldo chegou an linha de fundo, mas cruzou para ninguém. O Vasco não se intimidou e buscava os avanços no toque de bola. Só que os cruzmaltinos pecavam nos passes e pouco incomodavam o goleiro César.

Enquanto o Vasco seguia tendo mais posse de bola, o Flamengo chegava com mais perigo no ataque. Tanto que aos 15 minutos, Vitinho recebeu passe na área e chutou em cima da zaga.

O panorama da partida seguia o mesmo. O Flamengo teve a melhor chance para abrir o placar aos 30 minutos, quando Thuler aproveitou escanteio, mas cabeceou pela linha de fundo, muito perto do gol de Fernando Miguel. O Vasco respondeu quatro minutos depois, com Tiago Reis. O atacante cabeceou cruzado para fora.

Tiago Reis marca gol durante Vasco x Flamengo, partida válida pela final da Taça Rio (Campeonato Carioca), realizada no estádio Maracanã, localizado na cidade do Rio de Janeiro, RJ, neste domingo (31).
Tiago Reis marca gol durante Vasco x Flamengo, partida válida pela final da Taça Rio (Campeonato Carioca), realizada no estádio Maracanã, localizado na cidade do Rio de Janeiro, RJ, neste domingo (31).

Foto: NAYRA HALM/FOTOARENA / Estadão Conteúdo

Os rubro-negros voltaram a assustar aos 35 minutos. Vitinho tentou o cruzamento, mas quase acertou o gol. Fernando Miguel estava atento e mandou para escanteio.

Nos minutos finais, o clássico teve seu momento de tensão quando Bruno Silva se chocou com Ricardo Graça e ficou estirado no chão. O volante não teve condição de continuar e deu lugar a Raul. Foi a segunda substituição do Vasco por conta de lesão já que Leandro Castán deu lugar a Ricardo Graça. Antes do intervalo, o Flamengo ainda assustou em duas oportunidades com Vitinho. Na primeira, a bola foi pela linha de fundo. Na segunda, Fernando Miguel fez boa defesa para manter o empate nos primeiros 45 minutos.

No segundo tempo, o Flamengo voltou melhor e pressionou o Vasco no início. No entanto, os rubro-negros não conseguiram transformar a posse de bola em lances de gol. os cruzmaltinos aproveitaram os espaços e criaram a primeira boa chance da etapa final aos nove minutos. Marrony arriscou da entrada da área e parou em boa defesa de César.

Só que na cobrança de escanteio, o Vasco abriu o placar. Tiago Reis se antecipou a marcação e cabeceou cruzado, sem chance para César.

O revés fez o Flamengo aumentar a intensidade no ataque. Os rubro-negros assustaram aos 14 minutos, em chute de Vitinho, mas Fernando Miguel fez a defesa. A resposta do Vasco veio com Rossi. Só que o atacante chutou fraco e facilitou a defesa de César.

Com o passar do tempo, os rubro-negros tentaram aumentar a pressão, mas sofriam para transpor a marcação cruzmaltina. O Vasco tentava avançar nos contra-ataques, sem qualquer sucesso. O Flamengo só conseguiu levar perigo aos 36 minutos, quando Arrascaeta aproveitou bate e rebate na área e chutou próximo ao gol.

Nos minutos finais, o Flamengo foi com tudo para cima e conseguiu o empate aos 46 minutos, com Arrascaeta, para levar a decisão para os pênaltis. Nas penalidades, Os rubro-negros levaram a melhor por 3 a 1 e conquistaram o título. Vitinho, Uribe e Arrascaeta converteram para os flamenguistas enquanto que apenas Danilo Barcelos fez para os vascaínos. Rossi, Tiago Reis e Werley desperdiçaram as cobranças.

FICHA TÉCNICA

VASCO 1 (1) X 1 (3) FLAMENGO

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Data: 31 de março de 2019 (Domingo)

Horário: 16h(de Brasília)

Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá

Assistentes: Michael Correia e Silbert Faria Sisquim

VAR: Bruno Arleu de Araújo e Diogo Carvalho Silva

Cartões amarelos: Werley, Lucas Mineiro e Bruno César (Vasco); Trauco, Vinícius e Thuler (Flamengo)

GOLS

VASCO: Tiago Reis, aos 9min do segundo tempo

FLAMENGO: Arrascaeta, aos 46min do segundo tempo

VASCO: Fernando Miguel, Raul Cáceres, Werley, Leandro Castan (Ricardo Graça) e Danilo Barcelos; Bruno Silva (Raul), Lucas Mineiro, Bruno César (Thiago Galhardo), Marrony e Rossi; Tiago Reis

Técnico: Alberto Valentim

FLAMENGO: César, Rodinei, Rhodolfo, Thuler (Bill) e Miguel Trauco; Ronaldo (Vinícius), Hugo Moura, De Arrascaeta, Vitinho e Lucas Silva (Vitor Gabriel); Fernando Uribe

Técnico: Leomir (Auxiliar)

Gazeta Esportiva

 

Corinthians vence o Batatais e conquista a Copinha mais uma vez

Marcello Zambrana/AGIF
Marcello Zambrana/AGIF

O Corinthians mostrou mais uma vez na tarde desta quarta-feira (25) a força e a tradição do clube na Copa São Paulo de Futebol Júnior. No Pacaembu, o time alvinegro venceu o Batatais na final da competição por 2 a 1 e, dessa forma, conquistou o 10º título da Copinha.

Os gols da decisão foram todos anotados no final do jogo: Carlinhos e Marquinhos pelo time alvinegro, enquanto Douglas Pote descontou para os visitantes.

Com a vitória, o Corinthians fechou de forma perfeita a campanha no torneio, com nove triunfos e 100% de aproveitamento. O título fez o clube se isolar ainda mais como o maior vencedor da Copinha: agora são dez conquistas contra cinco do Fluminense.

LA DÉCIMA?
A brincadeira em alusão ao décimo título do Real Madrid da Liga dos Campeões ganhou força nas redes sociais nos últimos dias. O título foi o décimo do Corinthians na Copa São Paulo de Futebol Júnior, fazendo com que o clube paulista se torne cada vez mais soberano nesta competição.

Primeiro chute aos 12 minutos, com Pedrinho, de fora da área. A primeira chance real da partida, no entanto, foi do Batatais, aos 24. Após jogada pela esquerda, Thales concluiu com liberdade, na frente de Filipe – a bola passou por cima do travessão.

Aos 37, Fabrício Oya, do Corinthians, teve mais uma oportunidade, mas mandou nas mãos do goleiro Gérson depois de arremate da entrada da área. Em seguida, Carlinhos e Marquinhos desperdiçaram chances claras dentro da área. A melhor chance, no entanto, saiu da cabeça de Thiago, aos 42. Após cobrança de escanteio, o zagueiro carimbou o travessão do Batatais.

ETAPA FINAL

No segundo tempo, o Corinthians voltou já pressionando o Batatais desde os primeiros minutos. Pedrinho, aos seis, parou no goleiro Gérson. Nos lances de ataque seguintes, o time alvinegro encontrou dificuldades para entrar na área do adversário.

Restou, então, os chutes de longe. Em um deles, Pedrinho quase abriu o placar em cobrança de falta aos 28 minutos. A bola passou rente à trave direita do gol do Batatais. Quatro minutos depois, Guedes perdeu a melhor chance corintiana ao chutar por cima frente a frente com o Gérson.

O Corinthians saiu do sufoco aos 42 minutos, depois de o jogo ficar quatro minutos paralisado devido aos sinalizadores na arquibancada. Marquinhos cruzou na cabeça de Carlinhos, que só tocou para fazer 1 a 0. Dois minutos depois, o ponta marcou o dele, na saída do goleiro. O Batatais ainda descontou com Douglas Pote, mas já era tarde.

PEDRINHO

Rodrigo Gazzanel/Agência Corinthians

Pedrinho foi um dos grandes nomes do Corinthians na Copinha

O maior destaque do Corinthians na competição, o meia Pedrinho, marcou cinco gols na campanha e deu sete assistências na campanha do título corintiano. O jogador de 18 anos fez gols decisivos: ele foi às redes nas oitavas, contra o Inter, e nas quartas, diante do Flamengo.

HEGEMONIA CORINTIANA

O Corinthians voltou a abrir vantagem sobre o Fluminense como o maior vencedor da Copinha. A diferença agora é de cinco títulos. O clube paulista estava atrás do time carioca até 2004 – naquele ano, a conquista corintiana sobre o São Paulo deixou tudo igual.

Nos anos seguintes, o Corinthians superou o Fluminense. O time paulista venceu as edições de 2005 (contra o Nacional-SP), 2009 (diante do Atlético-PR), 2012 (contra o próprio Fluminense), 2015 (Botafogo-SP) e 2017 (Batatais).

O Fluminense, por sua vez, não levanta a taça da Copinha desde 1989. Os outros títulos corintianos foram conquistados em 1969 (Nacional-SP), 1970 (Palmeiras), 1995 (Ponte Preta) e 1999 (Vasco).

JÁ NO TIME PRINCIPAL

BRUNO CASTILHO/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Carlinhos já treinou com a equipe profissional do Corinthians

Dois atletas do Corinthians já treinam na equipe de cima: o volante Mantuan e o atacante Carlinhos. A expectativa agora é que outros atletas do time de Osmar Loss tenham chance no profissional. O goleiro Filipe, o zagueiro Del’Amore e o meia Pedrinho, que disputaram a competição pela segunda vez seguida.

SURPRESA

Leonardo Fermiano/Site oficial AFE

Jogadores do Batatais comemoram gol na Copinha

O Batatais se classificou para a fase de mata-mata com três vitórias, sobre Sport, Comercial e Rio Claro. Na segunda fase, o time do interior de São Paulo derrotou a Ferroviária nos pênaltis.

Em seguida, a equipe voltou a bater o Sport. Nas oitavas e nas quartas, o goleiro Gerson brilhou em novas disputas por pênaltis, diante de Ponte Preta e Botafogo. O Batatais foi goleado na semifinal pelo Paulista (5 a 1), mas garantiu a vaga na decisão depois de o Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP), da Federação Paulista de Futebol (FPF), eliminar o rival por causa do caso Brendon.

ACIMA DO PESO?

Gerson se destacou-se na campanha histórica do Batatais, com defesas importantes nas decisões por pênaltis. Depois da vitória sobre o Botafogo, nas quartas de final, o goleiro admitiu que estava “meio gordinho” e desconversou ao cravar qual era seu peso. O jogador do Batatais também dedicou o triunfo à irmã, que morreu em um acidente de carro em 2015.

DESPEDIDA

Junior Lago/UOL

Osmar Loss orienta a equipe durante a final da Copa São Paulo

O técnico Osmar Loss se despediu do comando do Corinthians sub-20. Com ele no comando, o time corintiano sempre chegou pelo menos à final do torneio, com dois títulos conquistados (sobre o Botafogo, em 2015, e o Batatais, em 2017).

A equipe acabou derrotada pelo Santos, em 2014, e pelo Flamengo, nos pênaltis, em 2016. Em 33 jogos, foram 30 vitórias, dois empates e apenas uma derrota. O ex-lateral direito Coelho assumirá seu lugar. Loss fará parte da comissão técnica de Fábio Carille.

FICHA TÉCNICA
BATATAIS 1 X 2 CORINTHIANS
Data: 25 de janeiro de 2017, quarta-feira
Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Competição: Copa São Paulo (final)
Árbitro: Cleber Luis Paulino
Auxiliares: Bruno Salgado Rizo e Luiz Alberto Andrini Nogueira
Cartões amarelos: Léo Alves e Igor Tostes (Batatais)
Público total: 36.010
Renda: R$ 851.221,00
Gols: Carlinhos, aos 39min do 2º tempo, Marquinhos, aos 42min do 2º tempo, e Douglas Pote, aos 44min do 2º tempo.
BATATAIS: Gerson, Wislem Júnior, José Neto, Léo Alves (Cadu) e Igor Tostes; Everton Casimiro, Yuri e Murilo; Douglas Pote, João Leoncini e Thales (Victor Rafael). Técnico: Paulo Lippi
CORINTHIANS: Filipe, Samuel (Guedes), Thiago, Del’Amore e Luisinho (Lucas Minele); Renan Areias, Mantuan, Pedrinho (Vitinho), Fabrício Oya (Matheus) e Marquinhos (Lucas Amorim); Carlinhos. Técnico: Osmar Loss
Uol

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Prefeito destaca conquista do Selo Unicef Município Aprovado 2013-2016

antonioEm seu programa semana de rádio, o Prefeito de Dona Inês, Antônio Justino, destacou neste sábado, 03 de novembro, o Selo Unicef Município Aprovado 2013-2016, conquistado pelo Município. O Chefe do Executivo Municipal recebeu o certificado na última quinta-feira (01) em solenidade realizada em João Pessoa com a presença do representante da ONU (Organização das Nações Unidas), Robert Gass.

Para o Prefeito, a conquista do Certificado mostra o compromisso que a gestão tem com a garantia de qualidade de vida do Cidadão Donainesense. Para o Município adquirir o certificado, foi necessário atingir as 21 metas estabelecidas pela ONU, assegurando avanços nas áreas de saúde, educação, proteção e participação social.

Na área da educação, entre outras, foram elaboradas ações para manter todos os alunos em sala de aula, evitando a evasão escolar. Para isso, uma equipe para busca ativa foi montada a fim de identificar a razão da evasão escolar e trazer de volta o aluno pra sala de aula.  Tem sido garantido o transporte escolar adequado para os estudantes. As escolas receberam melhorias para melhor receber os estudantes, garantindo a acessibilidade. Tem sido oferecido merenda regular e ingresso de crianças no programa mais educação.

Na área da saúde foram elaboradas ações de implementação no pré-natal, diminuindo a mortalidade infantil e materna, mantendo índice em quase 100% das crianças vacinadas. A erradicação do trabalho infantil no Município foi outra ação importante desenvolvida no pela Gestão nesse período.

O envolvimento do Conselho Municipal do Direito da Criança e Adolescente e do Conselho Tutelar, também foi importante para a conquista do certificado”. Garantiu Justino, acrescentando que; “O Município foi inscrito na nossa administração no Selo e o trabalho continua com a nova Gestão. A conquista do Selo quer dizer que estamos garantindo uma melhor qualidade de vida para o nosso povo.” Concluiu.

Assessoria

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PSB conquista maior número de prefeituras na PB e cresce em relação a 2012; PMDB cai

ricardo-vitoriaO PSB, do governador Ricardo Coutinho, foi o partido que elegeu o maior número de prefeitos na Paraíba. A apuração das urnas, nas eleições desse domingo (2), deu aos socialistas o comando de 53 prefeituras. Entre elas estão Sousa, com Fábio Tayrone, Sapé, com Roberto Feliciano e Mamanguape, com Maria Eunice.

O PSB quase dobrou o número de prefeituras conquistadas em relação ao pleito de 2012, quando venceu em 28 municípios. O resultado de 2016 representa um aumento de 89,29% comparado ao último pleito municipal. Em 2012, o PSB aparecia como a segunda legenda com mais prefeitos eleitos.

O PSDB também subiu no ranking dos partidos detentores do maior número de prefeitos. Das 25 vitórias de chapas majoritárias em 2012, os tucanos passaram para 36 municípios conquistados, vencendo novamente em Campina Grande, segundo maior colégio eleitoral da Paraíba, com Romero Rodrigues reeleito.

Na contramão do crescimento está o PMDB, que apesar de eleger 31 prefeitos neste pleito, caiu em relação a 2012, quando foi o partido com mais vitórias. Nas eleições municipais passadas os peemedebistas venceram em 56 cidades paraibanas, uma queda de 44,64%. Esse ano ficou em terceiro no ranking atrás do PSB e do PSDB.

Ainda na Paraíba nas eleições de ontem, o PSD saiu vitorioso em 26 municípios, ficando na quarta posição dos partidos com mais prefeituras a partir de 2017. Seguido aparece o DEM e o PTB com 17 conquistas, cada.

O PR, do deputado federal Wellington Roberto, elegeu 13 prefeitos, o PDT nove e o PP seis. O PTdoB, PSC e PSL venceram e três municípios, cada, e o PRB em dois. Já o PT, PTN, PMN e PRP só tiveram um prefeito eleito, cada.

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Paraibano Petrúcio Ferreira sai do último lugar e conquista terceira medalha

petrucio-ferreiraQuando viu, pela televisão, o que tinha acabado de fazer na final dos 400m T47 (para amputados), nem Petrúcio Ferreira acreditou. Depois de ser o último atleta a fazer a curva que antecede a linha de chegada, Petrúcio imprimiu, nos últimos metros, uma arrancada fantástica e absolutamente inesperada para ficar com a prata – a terceira medalha em três provas que competiu. “Se eu tivesse ali mais ou menos uns dois metros até a linha de chegada, quem sabe eu não teria beliscado o ouro”, calcula o campeão e recordista mundial nos 100m e dono de uma medalha de prata no revezamento 4x100m T42-T47, ao lado de Yohansson Nascimento, Alan Fonteles e Renato Nunes.

O ouro realmente não veio por uma questão de centésimos – oito, para ser mais exato. O cubano Ernesto Blanco venceu com o tempo de 48.79, enquanto Petrúcio marcou 48.87. O austríaco Gunther Matzinger, que já tinha encaminhado o segundo lugar, acabou sendo pego de surpresa pelo ritmo alucinante do brasileiro terminou em terceiro, com 48s95. “Foi em um piscar de olhos. Muitos pensavam que eu não estava chegando, mas, durante a corrida, eu vinha pensando que eu chegaria neles. E quanto mais eu pensava, mais eu me aproximava deles”.

Especialista em provas curtas, Petrúcio correu os 400m pela segunda vez em sua meteórica carreira. Antes da prata nas Paralimpíadas, só tinha percorrido a distância no evento-teste do atletismo, justamente para chegar ao índice que garantiu sua classificação para os Jogos. “Não é minha prova. Ainda não gosto de correr os 400m e prefiro correr os 100m e os 200m. Como não teve os 200m, tive que migrar para os 400m. Eu estava inscrito nela e tinha que dar o meu melhor. Ontem [16] eu me classifiquei e o pensamento era de que eu iria me superar e fazer melhor do que eu já tinha feito”, diz.

A desvantagem para os adversários mais calejados na distância foi encurtada com frieza, precisão e calculismo impressionantes para quem está há apenas dois anos no atletismo. “Uma das minhas estratégias foi me poupar nos primeiros 200m da prova para soltar toda a energia que eu economizei nos metros finais e tentar buscar medalha. Foi um pouco difícil de colocar em prática, porque com o grito da torcida em um Engenhão lotado, você quer ir de qualquer jeito para chegar em primeiro. Eu tive que manter a calma e correr tudo aquilo que eu treinei, para que fluísse durante a prova”, explica. “Se eu tivesse arrancado um pouquinho antes, talvez tivesse faltado fôlego para os últimos metros e nem com a prata eu teria ficado”.

Nova geração

Expoente da nova geração do atletismo paralímpico do Brasil, Petrúcio, de apenas 19 anos, diz que, apesar de se despedir do Rio de Janeiro com três medalhas, ainda está longe de atingir o seu ápice. “Qualquer treinador costuma me dizer que eu ainda estou na base. Sou iniciante. Ainda preciso melhorar alguns fundamentos, como corrigir a passada, uma elevação de joelho, a movimentação do braço. Creio que daqui a quatro anos eu consiga melhorar mais ainda a minha performance”.

O menino de São José do Brejo do Cruz, no interior da Paraíba, perdeu parte do braço esquerdo em um acidente com uma máquina de moer capim, quando tinha dois anos de idade. Ele tentava imitar o pai, que usava o equipamento antes de começar a alimentar as vacas da fazenda em que viviam. A velocidade de Petrúcio o levou trocar as quadras de futsal pelas pistas de atletismo, chegando a resultados maiúsculos em muito pouco tempo: “Correr me deixa feliz. Apesar de ser alto rendimento, eu entro na pista para brincar. Quem nunca brincou de apostar corrida? Eu entro na pista com essa leveza e preparado para dar o meu melhor”.

Agência Brasil

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Brasil bate recorde paraolímpico e conquista ouro no revezamento 4 x 100m

imagem: REUTERS/Ricardo Moraes
imagem: REUTERS/Ricardo Moraes

Com direito a recorde paraolímpico, o Brasil conquistou o ouro no revezamento 4×100 m da classe T11-T13 (para deficientes visuais) ao dominar a final desta terça-feira nos Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro, no Engenhão.

Os atletas Diogo Jerônimo da Silva, Gustavo Araújo, Daniel Silva (com o guia Heitor Oliveira Sales) e Felipe Gomes (com o guia Jonas Silva) completaram a prova em 42s37 superando a China, que se atrapalhou na passagem do bastão e ficou com a prata com 43s05. O Uzbequistão acabou com o bronze (43s47).

O recorde paraolímpico anterior pertencia à equipe russa em Londres-2012 (42s66), que não está no Rio de Janeiro por conta do banimento do país do evento por causa do escândalo de doping. Os russos também ostentam o recorde mundial, conquistado em 2015: 42s11.

Em entrevista ao “Sportv”, Gustavo Araújo destacou o trabalho em equipe. “É o coração, cada um segurando o coração do outro. Um confiando no outro de corpo e alma”, disse o atlea que compete na classe T13, com menos grau de lesão.

Já Diogo Jerônimo da Silva, que abriu o revezamento, disse que teve a certeza da vitória ao ouvir a torcida incentivando. “Quando eu ouvi o barulho da torcida, pensei: ninguém tira da gente”, disse o atleta da T12, que também não precisa do auxílio de guias.

Felipe Gomes, da classe T11 (com maior comprometimento da visão), foi o responsável por encerrar o revezamento após receber o bastão de outro atleta da T11, Daniel Silva, já em considerável vantagem para os chineses.

Uol

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