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Novo Bispo de Guarabira deve ser conhecido até a Páscoa, diz Pe. Joanderson

entrevista-pe-joandersonVacante a mais de cem dias a Diocese de Guarabira espera com ansiedade a nomeação do seu novo Bispo. O escolhido sucederá o Bispo Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena, que assumiu a Diocese de Nazaré da Mata (PE) em 18 de setembro de 2016.

Nesta sexta-feira (06), o tema foi destacado pelo administrador paroquial da Catedral de Guarabira, padre Joanderson Marinho de Lira, que ao ser questionado sobre a sucessão no episcopado, informou que até a Páscoa existe uma grande possibilidade de ser divulgado o novo Bispo da Diocese de Guarabira. “Estamos esperançosos que até a Páscoa seja anunciado o nome do novo Bispo de Guarabira. Estamos em oração”, informou.

Este ano, o domingo de Páscoa será celebrado em 16 de abril.

A Anunciatura Apostólica do Brasil já coletou os nomes de pretensos candidatas. As indicações foram feitas pelos Bispos do Regional Nordeste 2 composto pelos Estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Alagoas. Os padres integrantes do Colégio de Consultores também opinaram. No entanto, as sugestões de nomes são guardadas em absoluto sigilo.

O padre Joanderson também citou que até a chegada do novo pastor os trabalhos administrativos e pastorais seguem normalmente sob a condução do administrador diocesano, Monsenhor José Nicodemos, auxiliado pelos padres com assento no Colégio dos Consultores.

Rafael San

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Resultado das eleições na Paraíba será conhecido até as 19h30, diz TRE

urna-eletronicaSegundo estimativa do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), os paraibanos devem conhecer seus novos prefeitos e vereadores até as 19h30 no domingo de eleição, no dia 2 de outubro. A informação é do secretário de Tecnologia da Informação do órgão, George Bezerra Cavalcanti Leite.

Os paraibanos terão 11.613 candidatos na disputa desde ano, sendo 10.517 atos para a disputa a vereador e outros 1.096 candidatos a prefeito e vice-prefeito, em números atualizados até este sábado (17). Para conhecê-los melhor o TRE lançou a Cartilha “Eleições 2016 Em Números” que reúne informações acerca deste pleito como o perfil destes candidatos, quantas zonas eleitorais e a quantidade de urnas disponibilizadas.

O órgão, lembrou, inclusive, que, para as eleições deste ano, receberá 2.913 urnas eletrônicas novas – UE2015. Os equipamentos deverão evitar os problemas do último pleito, quando foram registradas falhas no funcionamento de vários equipamentos, especialmente nas Zonas Eleitorais em João Pessoa.

blogdogordinho

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Parceiro sexual de 5% dos jovens foi conhecido na internet, diz pesquisa

sexo-internetConversas iniciadas na internet foram o atalho para jovens brasileiros abrirem sua vida íntima a pessoas até então desconhecidas que se tornaram parceiros sexuais, de acordo com a edição 2014 da pesquisa “Este Jovem Brasileiro”, realizada pelo Portal Educacional e obtida com exclusividade. Entre os jovens ouvidos, 5% disseram já ter feito sexo com pessoas conhecidas pela internet. Nem todos os contatos nascidos na internet, porém, terminam na cama, mas não são raras as relações que pulam do mundo virtual para o real: 11% dos adolescentes entrevistados já namoraram com alguém conhecido na internet. O mais comum, porém, é não passar de alguns beijinhos, coisa que 22% dos jovens disseram já ter ocorrido. Enquanto isso, os pais nem suspeitam: pouco mais de 1% sabe que os “ficantes” ou namorados dos filhos foram conhecidos na internet.

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Para traçar o perfil sobre o comportamento dos jovens na internet, a pesquisa ouviu 4 mil estudantes de 13 a 16 anos, 300 pais e 60 professores de 36 escolas particulares em 14 estados brasileiros. Eles responderam às perguntas de forma anônima por meio de um formulário on-line entre 5 de maio e 27 de junho deste ano. O estudo foi feito em parceria com o psiquiatra Jairo Bouer.

As novas amizades virtuais geralmente são apresentadas por amigos, surgem nas redes sociais ou são feitas por meio de aplicativos para celular. Segundo a pesquisa, no entanto, 60% dos jovens não confiam nas pessoas conhecidas assim. Mas há os que confiam. Dos 4 mil jovens, 600 já abriram a webcam de seus computadores para completos desconhecidos. Quando encontram pessoas conhecidas pela internet, possuem estratégias para garantir a segurança: marcam em algum lugar público ou levam um amigo a tiracolo.

‘Stalkear’ pode
A internet é parte importante da vida desses adolescentes. A pesquisa aponta que 85% dos jovens passam ao menos duas horas conectados. A preponderância da internet na vida deles faz dela uma ferramenta para que construam seus relacionamentos. Isso porque pouco mais da metade dos jovens recorreram à rede para pesquisar a vida de potenciais “ficantes” ou namorados.

Mas também usam para miná-los. Entre os adolescentes que já estão comprometidos, mais de 40% não acha que paquerar na rede seja problema. Três em cada dez tiveram que discutir a relação com amigos ou namorados devido a alguma postagem em redes sociais.

Mentindo a idade
Apesar de os pais não estarem a par do que os filhos fazem na rede, não quer dizer que não monitorarem as ações dos adolescentes de algum tipo. O problema é que quando controlam o acesso à rede, a tentativa não é aceita por um terço dos jovens. O controle ao acesso não é respeitado mesmo quando exercido pelos próprios serviços. Mais de 90% entraram em redes sociais antes dos 12 anos – a idade mínima permitida no Facebook, por exemplo, é de 13 anos. Como fizeram isso? Simples: 86% admitiram ter mentido a idade.

Quando os pais impõem alguma restrição, os jovens surgem com meios para driblar métodos de controle. Para 63% deles, é mais fácil evitar a vigilância paternal com o uso de tablets e smartphones. Quando querem privacidade, são esses os aparelhos usados por um a cada quatro jovens. Identificado como um aparelho pessoal, os celulares não são controlados pelos pais de 80% dos jovens.

A conexão frequente dos jovens causa atritos dentro de casa. Quatro a cada cinco pais dizem ter problemas com os filhos pelo uso exagerado da internet. E tem motivos para se preocupar: quase um terço dos jovens já compartilhou dados pessoais na rede, como telefone, endereço ou documentos. A maioria deles (65%), porém, sabe que o rastro digital pode ser usado para avaliá-los futuramente. Saber que expor informações pessoais pode prejudicá-los no futuro, mas, mesmo assim ir adiante, ocorre porque os jovens sofrem um apagão quando usam o celular. Um terço dos adolescentes diz que não pensam muito antes de postar pelo celular.

180 Graus

Ficha Limpa: TSE decide pela inocência de Veneziano no conhecido ‘Caso Maranata’

venezianoO Tribunal Superior Eleitoral – TSE decidiu em voto monocrático da ministra  Laurita Vaz, não dar provimento ao recurso interposto pelo ex-candidato a Prefeito de Campina Grande Rômulo José de Gouveia (PSD, à época no PSDB) contra o ex-prefeito de Campina Grande Veneziano Vital do Rêgo, em que pedia a sua cassação, alegando uso de dinheiro público na campanha de 2008. A decisão foi tomada na noite da quarta-feira,(05)  mas só revelada agora a pouco.

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Rômulo, na campanha eleitoral de 2008, utilizou exaustivamente em seu guia eleitoral a denúncia infundada de que Veneziano, que disputava a reeleição, teria utilizado dinheiro destinado à saúde em sua campanha. A acusação, que ficou conhecida como caso do “Cheque da Saúde” ou “Caso Maranata”, era a de que Veneziano tinha efetuado um pagamento em cheque à empresa Maranata e que o cheque teria sido depositado em sua conta de campanha.

Veneziano já havia sido inocentado pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba – TRE-PB no dia 13 de setembro de 2011, quando o órgão chegou à conclusão de que todas as doações recebidas em sua campanha eleitoral tinham sido feitas de forma absolutamente regular, transparente e dentro do que determina a legislação eleitoral. Não satisfeito e ainda acreditando que pudesse conseguir a cassação de Veneziano, Rômulo recorreu ao TSE.

Após análise minuciosa das provas, depoimentos, dos recursos e da defesa do caso, na noite desta quarta-feira a Ministra Laurita Vaz decidiu, monocraticamente, que não tinha “como o Tribunal Superior Eleitoral chegar a uma conclusão diferente da que chegou o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba”.

Com a decisão da Ministra Laurita Vaz, fica inadmitido o recurso protocolado pelos advogados de Rômulo Gouveia no processo AI nº 2880/90, e com isso mantida a decisão anterior do TRE-PB, que foi pela absolvição de Veneziano. A Ministra entendeu, tanto quanto o TRE-PB, que as doações foram feitas por pessoas físicas, que tinham capacidade financeira para tal e declararam em juízo terem feito as doações.

“Restou comprovado, portanto, que não houve doação de dinheiro público para a campanha de Veneziano”, afirmou o advogado Raoni Vita, que fez parte da equipe de advogados de defesa de Veneziano.

pbagora com Comunicação & Marketing

Brasil cigano, formado por mais de 500 mil pessoas, ainda é pouco conhecido

FABIO R. POZZEBOM/ABR
FABIO R. POZZEBOM/ABR

Por trás da diversidade cultural e étnica do Brasil existe um mundo cigano, formado por acampamentos em municípios localizados interior afora, que ainda é pouco conhecido da grande população. São mais de 500 mil pessoas, divididas em ramificações de três etnias distintas, que sofrem com falta de infraestrutura adequada, dificuldade para ter acesso a programas sociais e para inserir os filhos em escolas públicas, além de serem submetidos a cenas constantes de discriminação e violência. Tais famílias vivem em 291 acampamentos ciganos registrados por entidades da sociedade civil, prefeituras, governos estaduais e governo federal, em 21 estados. Ficam, em maior número, localizados em Minas Gerais, Bahia e Goiás.

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O que muita gente não sabe, incluindo muitos desse grupo de 500 mil pessoas, é que o governo tem avançado em políticas públicas para os povos ciganos. Desde 2007 eles são protegidos pela Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, têm direito ao cartão nacional de saúde – que lhes permite acesso a toda unidade pública de saúde – e são objeto de portarias estabelecendo que, em caso de população cigana nômade interessada em se cadastrar nestes postos, não é obrigatório o fornecimento do endereço de domicílio permanente nem de um marcador específico. Além disso, também podem ser incluídos no cadastro único do governo para todos os programas sociais. Mas não é, na prática, o que tem ocorrido.

Convidados a falar em perto de 20 reuniões e eventos já promovidos pelo governo, por meio da Secretaria de Políticas Públicas de Igualdade Racial (Seppir), os ciganos reclamam que frequentemente são expulsos de municípios onde se instalam por iniciativas que muitas vezes envolvem as próprias prefeituras. Dizem, ainda, ter dificuldade de preencher seus dados em documentos do governo e, dessa forma, ter acesso ao cadastro único de programas sociais. Seus filhos, nas poucas vezes em que conseguem ser matriculados numa escola, mal conseguem frequentar as aulas devido à discriminação de alunos e professores.

E o que é pior: queixam-se que, constantemente, muitos grupos são ludibriados nos acampamentos por falsos agentes governamentais que chegam pedindo informações para que se cadastrem nos programas e terminam se aproveitando dos benefícios sem que nada chegue, de fato, até eles. “Você nos vê assim, com roupas bonitas, dançando, deve imaginar que nossa vida é linda. A roupa é bonita, mas nossa história é triste. Viemos até aqui porque fomos convidados e recebemos passagens para discutir nossa condição, mas muitos ciganos no lugar onde moramos não têm o que comer”, afirmou Maura Ney, de Campinas (SP), num destes encontros.

Degredados

Embora pesquisadores sociais deixem claro que as estatísticas referentes aos ciganos no Brasil ainda sejam incipientes, sabe-se que os primeiros deles a chegar ao país foram o casal João Torres e sua esposa Angelina, em 1574, deportados pelo rei de Portugal em um navio de degredados. Atualmente, os grupos que vivem por aqui, segundo dados da Associação Internacional Maylê Sara Kali – AMSK Brasil – (encampados pela Seppir), são ramificações de três etnias específicas: os Rom, provenientes da Romênia, Turquia e Grécia; os Calon, da Espanha e Portugal; e os Sinti, que vieram da Alemanha e França.

Conforme cruzamentos de dados feitos pela entidade, junto com informações apuradas pela Seppir com base em pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre municípios brasileiros onde existem acampamentos ciganos, apenas 40 prefeituras confirmaram que desenvolvem junto a eles políticas sociais como acesso a saúde ou educação. Pelo cálculo dos técnicos, significa dizer que somente 13,7% do total de ciganos existentes no país recebem alguma política social: o restante fica à margem desse tipo de iniciativa.

“As ações para apoio aos ciganos têm sido, ao longo de décadas, de caráter cultural, para difusão das danças e histórias do nosso povo, realização de seminários e encontros. Trabalhos, mesmo, para ajudar as famílias, estamos vendo serem iniciados agora. Mesmo assim, pedimos um trabalho de divulgação maior dos programas existentes em cada acampamento. Ainda somos invisíveis aos olhos de muita gente”, acentuou Sérgio Ribeiro, de Minas Gerais.

Por conta disso, a secretaria lançou, em maio, uma publicação intitulada “Guia de Políticas Públicas para Ciganos” e foram escolhidos, pelos próprios representantes, 30 delegados que tiveram voz durante a última Conferência Nacional de Igualdade Racial, realizada no final de outubro. Dentre as propostas para melhoria destas famílias, destacam-se, na educação, programas de alfabetização no ensino de jovens e adultos para povos ciganos, bem como monitoramento da rede pública e privada de ensino quanto ao conteúdo sobre os ciganos nos materiais didáticos. Também constam dentre as propostas a intensificação de ações, nos estados e municípios, para cobrança do cumprimento da resolução que trata de diretrizes para o atendimento de educação escolar junto a populações em situação de itinerância.

No tocante ao cadastro único de programas sociais, faz parte da pauta uma maior orientação e acesso desses grupos aos procedimentos para inscrição nos programas e contato constante do governo federal com os municípios para pedir que sejam sanadas dúvidas sobre o cadastramento de famílias ciganas e demais grupos que exigem um processo diferenciado de abordagem, em razão de suas especificidades étnicas e culturais.

‘Brasileiros’

“Antes de sermos ciganos, nós somos brasileiros. A gente já está aqui há 439 anos. Queiram ou não, fazemos parte da construção do Brasil”, destacou Bárbara Piemonte, também de Campinas, em depoimento que terminou sendo incluído em relatório da Seppir, divulgado recentemente.

Os ciganos lembraram que são eleitores, bastante lembrados em período de eleições e achados quando possuem uma condição social melhor e possuem impostos a serem pagos. Mas não veem os mais carentes das etnias aos quais pertencem serem encontrados, da mesma forma, na hora de os benefícios sociais por parte de governos estaduais e prefeituras serem distribuídos. “A discriminação e injustiça são grandes. Somos vistos como um pessoal estranho pela maior parte da população”, ressaltou Amarildo Rocha, de Feira de Santana (BA).

“Eles são uma minoria étnica que ficou, durante muitos anos, ignorada pelo Estado. Passar a ter esse reconhecimento desejado é algo que requer tempo, mesmo com as políticas tendo sido iniciadas há alguns anos. Os ciganos enfrentaram em todo o mundo, ao longo da história, grandes obstáculos e mantêm até hoje seus costumes e modos de viver”, avalia o etnógrafo Davi Lisboa, da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Para Lisboa, políticas aplicadas às famílias ciganas ainda devem demorar a apresentar bons resultados. “É preciso maior apoio do Estado como um todo para facilitar os programas de inserção social deles”, completou.

Lisboa lembrou que, para muitas famílias ciganas, o ato de identificar-se ou dar algum endereço ainda é estranho e visto como um gesto para dar motivo a futuras perseguições ou prisões, no caso de tentarem retirá-los de alguma área onde montarem acampamento. E essa maneira de pensar prejudica os grupos nos cadastramentos aos quais precisam ter acesso.

Cidadania

A ministra Luiza Bairros, titular da Seppir, afirmou que as questões referentes às comunidades ciganas são consideradas as mais desafiadoras para a pasta, uma vez que é em meio a essas pessoas “que a alteridade realmente se estabelece”. “Culturamente, são as comunidades mais diferentes de nós e estamos trabalhando não só para ampliar estas políticas, como também, em constante vigilância para que os ciganos sejam beneficiados”, enfatizou.

De acordo com a senadora Ana Rita Esgário (PT-ES), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa do Senado, a questão é de cidadania. “Precisamos incentivar e ampliar as ações governamentais para os ciganos como instrumento para fortalecer a cidadania e os direitos fundamentais do país como um todo. Fazendo com que eles tenham acesso aos programas, também seremos beneficiados com menores índices de exclusão social”, frisou.

 

por Hylda Cavalcanti, da RBA

Fluminense tem o velho conhecido Inter na primeira missão como líder

O Fluminense terá neste domingo uma missão inédita no Campeonato Brasileiro: defender a liderança. E a primeira batalha será diante de um velho conhecido na temporada: o Inter. O confronto no Beira-Rio, às 16h (de Brasília), será o quarto entre as equipes nos últimos quatro meses e meio. Nos outros três – dois pela Libertadores e um pelo primeiro turno do Brasileirão – houve pequena vantagem tricolor, com uma vitória e dois empates.

O Inter busca a segunda vitória seguida no Beira-Rio, após a goleada por 4 a 1 sobre o Flamengo. E tenta se aproximar do G-4. Após o empate com o São Paulo, manteve a distância de quatro pontos para o quarto colocado Vasco. O técnico Fernandão ainda convive com a rotina de desfalques e, sem D’Alessandro, Leandro Damião e Diego Forlán, aposta em Dagoberto no ataque ao lado de Cassiano.

saiba mais

Se o Inter perde jogadores, o Fluminense comemora o retorno de Fred, recuperado de um edema ósseo na bacia. O zagueiro Leandro Euzébio, que cumpriu suspensão automática, também está de volta.

A TV Globo transmite a partida para todo o Brasil, e o GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances em Tempo Real, com vídeos exclusivos.

header as escalações 2

Internacional: as principais mudanças estão no setor de criação. A dupla de armadores será composta por Fred e Dátolo, que substituem Lucas Lima e D’Alessandro. No ataque, Cassiano, que entrou no intervalo diante do São Paulo, recebe uma oportunidade para atuar ao lado de Dagoberto. A formação terá: Muriel, Nei, Rodrigo Moledo, Índio e Fabrício; Josimar, Elton, Fred e Dátolo; Dagoberto e Cassiano.

Fluminense: a tendência é que Abel Braga praticamente repita a escalação que derrotou o Santos por 3 a 1 na última quinta-feira. Devem ser apenas duas alterações. Na zaga, Leandro Euzébio, que cumpriu suspensão na rodada passada, volta no lugar de Digão. No ataque, a novidade será o atacante Fred, recuperado de lesão. Assim, o Tricolor irá a campo com: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean, Wagner e Thiago Neves; Wellington Nem e Fred.

quem esta fora (Foto: arte esporte)

Internacional: como de hábito, há uma legião de desfalques. Leandro Damião, Diego Forlán e Guiñazu seguem representando as seleções de Brasil, Uruguai e Argentina, respectivamente. Expulso contra o Tricolor do Morumbi, D’Alessandro cumpre suspensão. Kleber, Juan, Ygor e Rafael Moura estão lesionados.

Fluminense: o time não poderá contar novamente com Deco, Anderson e Marcos Junior, que se recuperam de problemas musculares. Já Valencia foi convocado para a seleção da Colômbia.

header pendurados (Foto: ArteEsporte)

Internacional: Fabrício.

Fluminense: Anderson, Bruno, Digão e Fred.

header o árbitro (Foto: ArteEsporte)

Wilton Pereira Sampaio (GO) apita a partida, auxiliado por Fabrício Vilarinho da Silva (Fifa/GO) e Guilherme Dias Camilo (MG). Wilton Pereira arbitrou seis jogos no Brasileirão, marcou 221 faltas (média de 36,8 por jogo), aplicou 35 amarelos (média de 5,8 por jogo), quatro vermelhos (média de 0,67 por jogo) e nenhum pênalti. O campeonato tem média de 4,9 amarelos, 0,28 vermelho, 36,5 faltas e 0,23 pênalti. O árbitro apitou um jogo de cada equipe na Série A deste ano: Inter 1 x 0 São Paulo, pela terceira rodada, e Grêmio 1 x 0 Fluminense, pela 12ª rodada.

header fique de olho 2
Internacional:
mesmo que Kleber recupere a posição quando retornar de lesão, Fabrício é um dos destaques da equipe no Brasileirão. O lateral-esquerdo tem demonstrado sua qualidade no apoio e é uma das armas ofensivas da equipe. Dos passes do camisa 14 já nasceram seis gols durante a competição.

Fluminense: recuperado de um edema ósseo na bacia que o tirou das duas últimas rodadas, o atacante Fred volta ao time titular com fome de gol. Atualmente, o camisa 9 ocupa o posto de artilheiro do Brasileirão, ao lado de Luís Fabiano (São Paulo) e Vagner Love (Flamengo) com 10 gols marcados.

header o que eles disseram

Fabrício, lateral do Internacional: “Temos oito desfalques, mas temos elenco para substituir quem está fora. O Fluminense é o líder e precisamos ir bem focados para conseguirmos os três pontos e nos aproximarmos do G4. Temos que fazer prevalecer o mando de campo. Eles estão entrosados. Está dando tudo certo para eles. Espero que aqui dê tudo errado”

Abel Braga, técnico do Fluminense: “Não tem jogo fácil ou simples. Vai ser complicado enfrentar o Inter, uma equipe diferenciada no estilo de jogo como o Grêmio. É um futebol de técnica e muita agressividade. Temos que igualar esses quesitos e procurar não deixar o adversário jogar”

header números e curiosidades

* O Internacional não derrota o Fluminense desde o primeiro turno do Campeonato Brasileiro de 2009, no dia 15 de julho, quando venceu por 4 a 2 no Beira-Rio, com gols de Sorondo, Andrezinho e Taison (dois), descontando Ruy e Conca para o Flu. Nas últimas oito partidas entre as duas equipes (seis pelo Brasileiro e duas pela Libertadores), o Tricolor venceu quatro vezes e houve quatro empates.

* A média de gols das partidas entre Fluminense e Internacional pelo Campeonato Brasileiro é de 2,4 por jogo. Foram marcados 110 gols em 45 confrontos. Seis jogos terminaram sem gols, em 1971, 2004 e 2010 no Beira-Rio, em 1972 no Maracanã, 1989 nas Laranjeiras e 2012 no Engenhão.

* As maiores goleadas deste confronto em Campeonatos Brasileiros foram pelo placar de 4 a 1. Em 1997, o Inter venceu o Fluminense por 4 a 1, em Porto Alegre, com gols de Sandro, Christian, Mabília e Sílvio, descontando Paulo Roberto. Em 2007, foi a vez de o Flu devolver a goleada no Beira-Rio, com gols de Thiago Silva, Thiago Neves (dois) e Alex Dias, marcando Mineiro para a equipe gaúcha.

header último confronto v2

A última partida entre Fluminense e Internacional acabou empatada em 0 a 0 pela 4ª rodada do primeiro turno do Brasileirão 2012. Na ocasião, o Colorado ainda estava sob comando do técnico Dorival Júnior. O jogo aconteceu no Engenhão e teve público de apenas 5.728 espectadores.

Globoesporte.com

Ex-presidiário tenta estuprar menino de 8 anos; acusado era conhecido da família

Na noite desta segunda-feira (26), uma criança de oito anos sofreu uma tentativa de estupro em na sua própria casa, na Comunidade Girassol em Mangabeira. Sua mãe prestou queixa na Delegacia de Infância e Juventude na manhã desta terça-feira (27).

A mãe do menino narrou que eles retornavam de um culto e ela ficou conversando com uma vizinha enquanto seu filho foi beber água em casa. Quando a mãe sentiu a falta do garoto, foi procurá-lo e o encontrou sendo abusado por um ex-presidiário, conhecido da família. A criança estava sem as calças e com um pano na boca.

O menino contou à mãe que essa não foi a primeira vez que isso aconteceu. Segundo ela, quando eles moravam no bairro Cidade Verde o acusado já havia cometido o mesmo crime, mas ameaçou matar o menino e os seus pais, por isso a criança escondia a história.

A polícia agora procura o acusado.

Yves Feitosa com Washington Luiz

Em Guarabira, mulher foi vítima do conhecido golpe ‘saidinha de banco’

Priscila da Silva Lira, 19 anos, foi a agência bancária do Bradesco, no centro da cidade, trocar um cheque de seu marido no valor de 3 mil reais.
A vítima, supostamente, já vinha sendo monitorada por duas mulheres que após a troca do cheque, como parte do plano, deixaram cair uma nota promissória no valor de 12 mil e quinhentos reais.
A mulher tentou apanhar o papel, foi neste instante que as criminosas roubaram a bolsa da vítima. Todo o dinheiro que tinha sido sacado no banco foi levado pelas acusadas que saíram correndo e entraram em um carro que estava parado na porta do banco.
A polícia foi acionada, realizou várias buscas, mas até o fechamento da matéria nenhuma das envolvidas no crime tinham sido localizadas.
As acusadas podem fazer parte de uma quadrilha especializada neste tipo de crime.

Fonte: Júnior Campos
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