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Cabo da PM é confundido por policias à paisana e morto a tiros em Tacima, na PB

Um policial militar de 36 anos morreu após uma troca de tiros com outros PMs na tarde desta terça-feira (29), no município de Tacima, no Agreste da Paraíba. Segundo informações do delegado seccional de Solânea e responsável pelo caso, Diógenes Fernandes, Edmo Tavares teria confundido policiais que estavam à paisana com bandidos e atirado contra eles.

Ainda de acordo com o delegado, a vítima vendia cestas básicas durante a folga, no distrito de Cachoerinha. No mesmo local, outros três policiais militares do Rio Grande do Norte estavam à paisana, enquanto realizavam uma operação para capturar foragidos.

Quando desceu do carro em que estava, Edmo viu que os policiais estavam armados e os confundiu com bandidos. Ele atirou contra os PMs, que revidaram com vários tiros.

O delegado informou também que a Polícia Militar do Rio Grande do Norte não comunicou a PM da Paraíba sobre a operação.

Ele pediu que os policiais voltem à Paraíba para esclarecerem o que aconteceu.

A assessoria da Polícia Militar da Paraíba informou ao G1 que Edmo era policial há 10 anos e trabalhava no batalhão de Picuí.

G1

 

Homem é morto após ser confundido com PM; vítima estava com bebê de 6 meses

sireneUm eletricista, de 44 anos, foi assassinado a tiros, no início da manhã desta quinta-feira (20), durante uma assalto no bairro Vieira Diniz, em João Pessoa.

O homem estava com esposa e o filho de seis meses em uma moto, quando foram interceptados por uma dupla, também de moto. Durante o assalto, o homem teria sido confundido com um policial e assassinado. A moto da vítima teria um adesivo da Polícia Militar e teria assustado os bandidos.

O casal estaria indo a uma creche deixar o bebê.

MaisPB

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Conheça o eritema infeccioso que está sendo confundido com dengue

eritemaEritema infeccioso, também chamado de quinta doença ou megaloeritema epidêmico, é uma doença exantemática infecciosa, benigna, causada pelo parvovírus humano B19, que afeta mais as crianças e os adolescentes.

O período de incubação varia entre quatro e catorze dias. Os surtos são mais frequentes na primavera.

A enfermidade é transmitida pelo contato com as secreções respiratórias da pessoa infectada ou verticalmente da mãe para o feto durante a gravidez, situação que representa risco de aborto e malformações fetais.

Sintomas
No início, a infecção pode ser assintomática. Se surgirem, os primeiros sintomas são febre baixa, dor de cabeça e no corpo, mal-estar, coceira. Os sinais mais característicos, porém, são a palidez ao redor da boca e as manchas em forma de maculopápulas que deixam as bochechas muito vermelhas, em forma de asa de borboleta ou como se a pessoa tivesse levado uma bofetada.

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Depois de um ou dois dias, a erupção se espalha pelo tronco, pernas, braços, extremidades, e desaparece, mas pode recidivar nas áreas expostas à luz solar, com as mudanças bruscas de temperatura, sob estresse ou esforço físico.

Em alguns casos, podem ocorrer dores musculares e nas articulações.

Diagnóstico
O diagnóstico é basicamente clínico e leva em conta as características da erupção cutânea. Exames de sangue podem ajudar a identificar os níveis de anticorpos para o vírus B19, quando for necessário estabelecer o diagnóstico diferencial com outras doenças exantemáticas, como a rubéola e o sarampo.

Tratamento
Como em todas as doenças causadas por vírus, o tratamento inclui repouso e analgésicos, antitérmicos e anti-histamínicos para alívio dos sintomas.

Recomendações

  • Não existe vacina contra o eritema infeccioso. Por isso, especialmente mulheres grávidas e pessoas debilitadas devem evitar o contato com os doentes;
  • Crianças devem permanecer em casa nos primeiros dias da infecção. Depois, podem voltar ao convívio social, mesmo que as manchas da pele não tenham desaparecido completamente.

 

Joab Freire

Paraibano é confundido com bandido e morto a tiros de fuzil em comunidade do Rio de Janeiro

ismaelO paraibano Ismael Silva foi assassinado por integrantes de uma facção criminosa do Rio de Janeiro, na madrugada da última quarta-feira (7), enquanto voltava para sua residência, que fica na comunidade do Sapo, zona Oeste da cidade.

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O local foi invadido por criminosos da comunidade do Sossego e um dos bandidos confundiu Ismael com um rival, usando um fuzil para disparar várias vezes contra o paraibano. Outros dois homens morreram durante o confronto entre as facções.

Ismael é natural de São Vicente do Seridó, município localizado na Borborema Paraibana. No Rio, ele trabalhava no Teatro Rival Petrobras, que atualmente é coordenado pelas atrizes Ângela Leal e Leandra Leal.

 

portalcorreio

PM é confundido com assaltante e conta como foi constrangido por policiais do 6º BPM de Cajazeiras

Passei momentos de terror, que nunca pensei um dia sofrer se ‘caísse’ nas garras de marginais aos quais de forma constitucional – bons policiais os colocam na cadeia e não durante uma abordagem da Polícia Militar, a instituição a qual pertenço. Eram por volta de 14hs30, da última sexta-feira (17) de agosto. Eu, soldado da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, Damiao da Silva Belo – lotado no 7ºBPM de Pau dos Ferros/RN me deslocava ao açude da Serragem, para fazer um treinamento de flutuação aquática a poucos metros do meu destino, fui parado por uma viatura da Policia Militar, sem saber que as horas seguintes seriam de intenso terror. Estacionei o meu veículo e, sem reação, desci da motocicleta, três policiais da viatura do ‘Choque’ fortemente armados, gritavam descontroladamente para que colocasse as mãos para cima para ser revistado. De imediato me identifiquei e relatei o motivo de estar ali, mas de acordo com eles, eu era suspeito de um assalto a um posto de combustível, que teria acontecido na cidade de São João do Rio do Peixe. Depois de ser revistado, apalpado, jogados em cima do carro de braços para cima, o policial que coordenava a “ação truculenta e violenta” da Polícia Militar de Cajazeiras alegou que eu era o assaltante, mesmo eu estando só e desarmado, o roubo teria sido cometido por dois elementos armados de revolver e de pistola. Quando tentava explicar que não deveria estar passando por aquilo, mais berros eram despejados em meus ouvidos. E claro, para me intimidar, sempre com armas em punho. Quando berravam comigo podia sentir o bafo e as cuspidas de cada um dos três policiais na minha cara. Ao invés das viaturas continuarem as diligências se deslocavam todas para onde eu fui abordado fiquei cercado por mais de 15 viaturas. A situação ficou pior quando chegou uma viatura da ‘P2’ de São João do Rio do Peixe e, a todo custo o Cabo Neurion e um soldado à paisana, exigiam que eu fosse o assaltante – fiquei cerca de três horas sendo constrangido pelas guarnições de Cajazeiras. Uma delas comandada pelo Sargento Deusimar. Depois de me humilhar resolveram me conduzir à São João do Rio do Peixe, para ser reconhecido pelas vítimas do assalto. Fui levado direto para posto de combustível e não para a companhia como manda o procedimento legal. Fizeram questão de me expor à vítima, que de imediato me viu disse em alto e bom som; “Tenho certeza absoluta que não é ele”. Os policiais do 6º BPM de Cajazeiras ficaram sem ação. Como bestas despreparadas em nenhum momento me ouviram – expliquei a mais de trinta policiais, o que estava fazendo ali naquele local. Disse para todos que estava para treinar, para o teste físico da Força Nacional, mas em nenhum momento, a mim foi dado credibilidade. Insistiam a todo custo que eu fosse o assaltante e que eu estava preso comemoravam; “Prendemos o assaltante”. Mesmo eu estando desarmado e sozinho. Eu que faço parte da corporação militar, fui vítima de abuso, constrangimento e humilhações de todas as formas grosseiras, a todo custo queriam que eu fosse um criminoso. Imagine as atrocidades e injustiças que estes policiais cometem no dia-a-dia. Diante do acontecido pergunto: “Qual é a forma de proteção que o cidadão tem nos dias de hoje, se ele é objeto de humilhação de policiais que abusam de seus postos”?

DAMIAO DA SILVA BELO SOLDADO DA POLICIA MILITAR DO RIO GRANDE DO NORTE DESDE 2006

folhavipdecajazeiras