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Sexo plus size: posições excitantes e confortáveis para as gordinhas

gordinhaSexo não tem – e não precisa ter – um tamanho ideal para poder ser curtido plenamente pelo casal. Ao contrário: quanto mais rótulos a relação tiver, maiores são as chances de frustração, pois as coisas nunca funcionam do mesmo jeito para todos.

Com as mulheres que estão acima do peso ou se sentem gordinhas demais para transar e para se expor ao parceiro, vale o mesmo: nada deve ser proibido.

“A única diferença que pode existir em relação às mulheres mais magras tem a ver com o lado emocional, ou seja, a segurança e a autoestima, não necessariamente com a performance física”, acredita a sensual coach Fátima Moura.

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A dificuldade para sentir prazer, portanto, não é exclusividade de quem está fora dos padrões de beleza, já que a falta de desejo sexual não enxerga cor, raça ou peso.

“Mulheres mais magras também podem ter os músculos da região pélvica mais flácidos, o que compromete o prazer”, completa a fisioterapeuta e sexóloga Fabiane Dell.

O primeiro passo é se libertar da ideia de “sexo ideal” e aprender a aceitar e amar o próprio corpo, com suas qualidades e defeitos. A sensualidade, que está ligada à maneira como a mulher se enxerga todos os dias, deve ser trabalhada também fora da cama, no dia a dia.

“Essa mulher precisa aprender a se gostar o tempo todo, para estar à vontade na hora do sexo. Ela tem que gostar de ser admirada e desejada, mas com naturalidade, sempre. Senão, ela vira um personagem na hora de transar, e aí não sente prazer”, ressalta Fátima Moura.

Pequenas atitudes e mudanças na postura são suficientes para que qualquer mulher conquiste a sensualidade. De acordo com os especialistas, tudo começa por amar o próprio corpo e realçar as qualidades dele, mas não para por aí.

“Hoje, já existem marcas de lingerie que confeccionam peças lindas em tamanhos especiais, para que a mulher se sinta ainda mais sexy na hora da relação e brinque com algum fetiche, por exemplo”, comenta Fátima Moura. Vale até brincar com a iluminação do quarto, se a mulher preferir um ambiente a meia luz.

A sexualidade é mais um ponto que deve ser trabalhado nesse processo.

“Ela tem de se conhecer, saber que carícias dão mais prazer e como ela gosta de ser tocada, para poder compartilhar sua intimidade com o parceiro”, observa Fabiane Dell. Pela dificuldade em aceitar o próprio corpo e a baixa autoestima, algumas gordinhas se retraem e evitam qualquer contato íntimo, o que acaba minando a libido.

Desconforto: alternativas

Quem tem pouco condicionamento físico, que é uma das causas do desconforto sexual, pode sentir uma dificuldade maior para manter o ritmo intenso da relação em uma única posição. Como o corpo não está preparado para realizar grandes esforços, o cansaço e a dor nos músculos se transformam em uma barreira após alguns minutos de empolgação.

“Se o parceiro tiver um preparo físico melhor do que o da mulher, o ideal é pensar em posições em que ela realize menos esforço e fique mais confortável, para facilitar a penetração e o orgasmo”, sugere Fabiane Dell. Segundo a sexóloga, uma ideia é que a mulher fique deitada de barriga para cima e com as pernas erguidas, com o parceiro por cima, garantindo o máximo da penetração.

Outra posição em que as chances de atingir o orgasmo são maiores é a de quatro, com o homem penetrando a mulher por trás e, mais uma vez, controlando os movimentos e poupando muitos esforços físicos por parte da parceira. Se o calor for um problema constante, por conta do esforço, a solução é simples e rápida: vale deixar as janelas do quarto abertas ou até investir em um ventilador portátil, para melhorar a circulação de ar no ambiente.

“É fundamental que exista parceria e diálogo entre o casal, para que a mulher se sinta à vontade para contar ao parceiro sobre vontades, desejos, melhores posições e também revelar o que a incomoda ou machuca na hora do sexo”, conclui Fabiane Dell.

 

 

iG

10 posições sexuais confortáveis para gestantes

A gravidez é um período de extremas mudanças para a mulher, tanto corporais como emocionais. Junto com a gestação surgem inúmeras dúvidas, entre elas as que se referem à vida sexual. “Será que devo continuar mantendo relações normalmente?”, “Vai machucar o meu bebê?”, “Pode provocar um aborto?” são algumas questões comuns. “O sexo na gestação é saudável, desde que não haja restrição médica, risco de sangramento ou de parto prematuro”, afirma a ginecologista e obstetra Flávia Fairbanks, especialista em sexualidade humana.

Desta maneira, o pré-natal tem mais uma função importante. Além de acompanhar o desenvolvimento do bebê, o obstetra que acompanha a gestante também poderá avaliar se há contraindicações com relação ao sexo.

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De acordo com a médica, mesmo estando liberada para o ato sexual, boa parte das mulheres – e até mesmo muitos parceiros – acredita que a penetração possa prejudicar o crescimento do bebê ou provocar um aborto. Mas isso não acontece, segundo explica a obstetra. “O bebê está protegido pelo colo do útero, pelo tampão vaginal e pela bolsa amniótica”, diz Flávia.

Já no final da gestação, outra preocupação comum é que a prática do sexo possa adiantar o parto. A desconfiança tem fundamento. É que o sêmen muda o PH vaginal e, junto com o orgasmo, pode estimular o início das contrações uterinas. “Em tese, isso pode acontecer, sim. O esperma tem prostaglandina, um dos desencadeadores do trabalho de parto. No entanto, o volume é muito pequeno e, na prática, não é o que se percebe”, esclarece o ginecologista e obstetra Armindo Hueb, especialista em partos de risco.

Renato Munhoz (Arte iG)

A posição campeã no quesito conforto é a ‘De Ladinho’, ou seja, aquela que a mulher fica de costas para o parceiro

Posições mais recomendadas

Quando se fala em sexo na gestação é preciso ter em mente que, com o passar dos meses, algumas limitações corporais vão surgindo naturalmente, especialmente por conta do crescimento da barriga e, às vezes, até dores na coluna. Desta forma, os casais devem priorizar o conforto, para que a mulher consiga sentir prazer durante o ato sexual.

E a posição campeã no quesito conforto é a “De Ladinho”, ou seja, aquela que a mulher fica de costas para o parceiro, segundo comenta a sexóloga Carmen Janssen. “Assim a mulher apoia a barriga na cama e fica com o corpo mais descansado”, diz.

Outra opção recomendada pela especialista, principalmente quando a barriga estiver maior, é aquela chamada de “Agachamento Erótico”, na qual o parceiro fica com as costas na cama e a mulher fica por cima, com uma perna de cada lado. “Nesta posição, ela pode controlar a penetração e o ritmo do sexo”, afirma. No entanto, seja qual for a posição sexual, ao sentir qualquer incômodo, a melhor atitude é interromper o ato e, depois, relatar o ocorrido ao obstetra.

Falta de apetite sexual

Mas não somente as dúvidas sobre a saúde sexual que preocupam as mulheres no período gestacional. Com as transformações no corpo, enjoos, dores nos seios e nas costas, além do “sobe e desce” de emoções por conta das alterações hormonais, muitas grávidas ficam com a libido em baixa. “São muitas mudanças físicas e psicológicas e, às vezes, a mulher tem dificuldade em lidar com o sexo”, diz a sexóloga Carmen Janssen, membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana.

A especialista diz que, se a gestante não se sente à vontade para transar, o melhor a fazer é conversar francamente com o parceiro. No entanto, Carmen lembra que, do ponto de vista físico, a mulher costuma até ter uma maior lubrificação vaginal neste período, o que poderia ajudar na penetração. “Também é importante ressaltar que quanto menos a gente se estimula, menos vontade a gente tem de transar. Então, às vezes, é bom tentar, respeitando sempre as limitações, claro”, afirma a sexóloga.

É claro que a perda da libido não acontece com todas as mulheres. Pelo contrário, algumas se sentem tão felizes e exuberantes com a gravidez que têm até mais vontade de transar, segundo afirma o psiquiatra e sexólogo Joaquim Zailton Motta. Para ele, há ainda outras formas de praticar o sexo, não somente com a penetração, e a gestante pode procurar o caminho mais confortável. “O melhor sexo é aquele que implica a participação do corpo inteiro e, não, o que se foca apenas nos genitais. É preciso explorar todo o corpo, fazer massagens, procurar zonas erógenas. Na gravidez, às vezes aparecem até áreas novas de prazer”, diz Motta.

 

 

iG