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Mulher acusa vizinho de ter ‘sequestrado’ e ‘estuprado’ cadela em apartamento de condomínio

Uma ocorrência no mínimo inusitada foi registrada pela polícia de Campina Grande na noite deste domingo (06) no bairro Portal Sudoeste. Uma dona de casa acionou o Batalhão Ambiental da Polícia Militar para denunciar seu próprio vizinho, que segundo ela, teria sequestrado sua cadela e praticado relações sexuais com o animal dentro do apartamento onde ele mora.

O caso foi denunciado por uma bombeira civil, de 37 anos, que é a proprietária do animal. Ela contou que sua cadela estava presa, e seu vizinho, um homem de 30, teria a levado para dentro do seu apartamento, onde praticou o ato.

“Ele levou a cachorra para dentro do apartamento, ligou o som com o volume alto e praticou sexo com a cadela dentro do banheiro. Essa não foi a primeira vez que ele fez isso, em junho deste ano, já havia acontecido isso e o próprio filho dele havia flagrado o ato” comentou a vítima, em depoimento na Central de Polícia Civil de Campina Grande.

O acusado foi detido e encaminhado para delegacia, ele prestou depoimento e negou as acusações. O homem vai responder sobre as acusações em liberdade.

Blog do Márcio Rangel

 

 

Família é encontrada morta em condomínio na Barra, no Rio

Quatro pessoas de uma família foram encontradas mortas por volta das 7h desta segunda-feira, (29), no Edifício Lagoa Azul, que fica no Condomínio Pedra de Itaúna, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Os corpos de duas crianças e do marido estavam na área da piscina do prédio e teriam caíram do 18º andar, uma altura de aproximadamente 50 metros. O corpo da mulher foi encontrado na cama, dentro do apartamento.

Segundo vizinhos e o porteiro do prédio, o marido era Nabor Coutinho Oliveira Junior, 43 anos, a mulher Lais Khouri, 48 anos, e as crianças Arthur, 7 anos, e Henrique, 10 anos.

Em uma carta encontrada no apartamento, há relatos de desespero. Em um dos trechos está escrito: “Sinto um desgosto profundo por ter falhado com tanta força, por deixar todos na mão mas, melhor acabar com tudo logo e evitar o sofrimento de todos”. A carta foi encaminhada à perícia para confirmar se foi escrita por Nabor.

De acordo com o delegado titular da Delegacia de Homicídios, Fabio Cardoso, a polícia não descarta nenhuma linha de investigação, mas uma delas é que o caso pode ter sido um homicídio seguido de suicídio.

“O que se sabe é que a mulher da vítima estava com cortes no pescoço, morta na cama. Os dois filhos e o homem estavam caídos no vão da piscina. As informações iniciais obtidas no local do crime apontam uma suspeita inicial de que ele teria matado a mulher com golpes de faca, jogado as duas crianças e depois se jogado. Mas não descartamos outras linhas”, explicou o delegado.

O corpo de Nabor Oliveira e dos dois filhos foi encontrado na área da piscina do prédio. Eles teriam caído do apartamento do 18º andar. (Foto: Reprodução / Facebook)O corpo de Nabor Oliveira e dos dois filhos foi encontrado na área da piscina do prédio. Eles teriam caído do apartamento do 18º andar. (Foto: Reprodução / Facebook)
Marido deixou carta em apartamento (Foto: Reprodução)Carta foi encontrada no apartamento da família (Foto: Reprodução)

Para o delegado, a carta deixada no apartamento aparentemente foi deixada por Nabor e mostra que ele tinha problemas profissionais.

“A carta sinaliza que ele tinha problemas profissionais. Temos que analisar a carta com mais profundidade. Mas também temos que conversar com familiares para saber o que aconteceu. Ele trabalhava em uma empresa e mudou de emprego recentemente. Só podemos falar que ele trabalhava em uma grande empresa”, explicou Fábio Cardoso.

Testemunhas e parentes da família serão ouvidos pela polícia ainda nesta segunda-feira. Entre eles, o irmão de Nabor.

Corpos caíram do 18º andar do Edifício Lagoa Azul, que fica no Condomínio Pedra de Itaúna, na Barra da Tijuca (Foto: G1)Corpos caíram do 18º andar do Edifício Lagoa Azul, que fica no Condomínio Pedra de Itaúna, na Barra da Tijuca (Foto: G1)

“Era uma família normal. Eram Crianças educadas que falavam conosco. Não escutei nenhum barulho. Quando cheguei já tinha acontecido. Eu estou chocado. As crianças gostavam de mim. Um deles eu conheci na barriga. Era uma família tranquila”, contou Wilton Santos, porteiro do prédio há 14 anos.

Na cama do quarto das crianças havia um martelo (Foto: G1)Na cama do quarto das crianças havia um
martelo (Foto: G1)

A doméstica Lucina Salviano da Silva ouviu estampidos e o som da queda dos corpos.

“Eu acordei 6h20 para chamar o menino para a escola. Eu ouvi os barulhos, como se fosse de tiro, e chamei a minha patroa, disse que estava acontecendo alguma coisa. Olhei pela janela e vi o primeiro corpo. Eu a chamei e, quando olhei para baixo, vi os outros dois corpos”, contou Lucinda.

De acordo com Marcia Kandelman, patroa de Lucinda, a família era calma.

“Conhecia de passar no prédio. Um casal super educado. Eles estudavam na mesma escola onde meus filhos estudavam”, conta Marcia.

A mulher, Lais Khouri, foi encontrada morta dentro do apartamento (Foto: Reprodução / Facebook)A mulher, Lais Khouri, foi encontrada morta dentro
do apartamento (Foto: Reprodução / Facebook)

De acordo com uma vizinha que mora na cobertura do prédio, ela estava em casa com o marido quando escutaram barulhos que pareciam de tiros e gritaria, por volta das 6h30. Ela relatou que a impressão é que as crianças foram jogadas vivas pela janela e a rede de proteção do apartamento estava rasgada. O prédio tem 23 andares.

Segundo um outro vizinho do condomínio, a família era bem estruturada e os meninos, Henrique e Arthur, estudavam na mesma escola que seus filhos, a Escola Parque, mas que não eram da mesma turma.

O corpo de Nabor Oliveira foi encontrado na área da piscina no prédio (Foto: Reprodução / Facebook)O corpo de Nabor Oliveira foi encontrado na área da
piscina no prédio (Foto: Reprodução / Facebook)

“Foi uma tragédia. A gente ficou sabendo que ele teria perdido emprego recentemente e estaria desesperado. Mas por enquanto, tudo é especulação. É só tristeza”, disse o morador do condomínio.

Os Bombeiros foram acionados às 6h40, mas, ao chegarem no local, as vítimas já estavam mortas. Policiais Militares do 31º BPM também foram acionados para o local.

De acordo com informações da Delegacia de Homicídios da Capital, as investigações estão em andamento para apurar as circunstâncias do crime. Uma perícia também foi realizada no local e a polícia está investigando o caso para apurar detalhadamente o fato.⁠⁠⁠⁠

Faca com manchas de sangue foi encontrada no apartamento (Foto: G1)Faca com manchas de sangue foi encontrada no apartamento (Foto: G1)

Grade de proteção do apartamento estava rasgada (Foto: Divulgação)Grade de proteção do apartamento estava rasgada (Foto: G1)

Carro da Defesa Civil chega no local para retirar os corpos da família (Foto: Cristina Boeckel / G1)Carro da Defesa Civil chega no local para retirar os corpos da família (Foto: Cristina Boeckel / G1)

Mortes aconteceram do Edifício Lagoa Azul, no condomínio Pedra de Itaúna, na Barra da Tijuca (Foto: Cristina Boeckel / G1)Mortes aconteceram do Edifício Lagoa Azul, no condomínio Pedra de Itaúna, na Barra da Tijuca (Foto: Cristina Boeckel / G1)
Corpos caíram do 18º andar do Edifício Lagoa Azul, que fica no Condomínio Pedra de Itaúna, na Barra da Tijuca (Foto: Reprodução / Google Earth)Prédio Edifício Lagoa Azul, fica no Condomínio Pedra de Itaúna, na Barra da Tijuca (Foto: Reprodução / Google Earth)
G1

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Criança que se afogou em piscina de condomínio morre no Trauma

Hospital-de-TraumaUma criança de sete anos de idade, que se afogou, na tarde deste domingo (7), na piscina de um condomínio, no bairro de Manaíra, em  João Pessoa, morreu no hospital de Trauma.

A morte foi confirmada pelo hospital na manhã desta segunda-feira (08).

Segundo informações, o menino estava em casa com a avó e dois primos e teria ido a piscina, enquanto os parentes dormiam.

O zelador do prédio encontrou o menino desacordado dentro da piscina, que estaria interditada.

Profissionais do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) foram acionados para fazer o socorro da vítima. A criança foi levada para o hospital de Trauma, mas não resistiu e veio a óbito.

MaisPB

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Morre empresário baleado por policial durante discussão em condomínio de luxo, em João Pessoa

Reprodução/Instagram/Emerson Machado
Reprodução/Instagram/Emerson Machado

O empresário da área de construção civil, Oswaldo Neiva Filho, 75 anos, não resistiu aos ferimentos provocados por três tiros e morreu minutos depois de dar entrada em um hospital particular de João Pessoa. O crime ocorreu nesta quinta-feira (26) dentro de um condomínio residencial de luxo localizado no bairro do Altiplano Cabo Branco, área nobre da Capital, após uma discussão com um policial.

A confirmação da morte do empresário foi dada pelo delegado de Homicídios, Pedro Ivo. A autoridade policial garantiu que o acusado pelo crime é o policial rodoviário federal, Mozart Ribeiro.

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Segundo o delegado, o homicídio foi por motivação banal. “Constatamos que o crime foi banal e provocado após uma discussão por causa de segurança do condomínio”.

O suspeito de efetuar os disparos fugiu e até as 21h desta quinta (26) ele ainda não havia sido localizado pelas autoridades.

Policial suspeito do crimeFoto: Policial suspeito do crime
Créditos: Divulgação/Polícia Civil

 

 

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Dentro de lata de leite: menor detido com 67 pedras de crack em condomínio na Capital

Imagem ilustrativa

Um menor de 14 anos foi detido na madrugada desta terça-feira (10) acusado de tráfico de drogas no bairro Padre Zé, em João Pessoa. O jovem foi flagrado com 67 pedras de crack.

De acordo com o tenente Agostini Iury, comandante da Unidade de Polícia Solidária em Mandacaru, a Polícia Militar foi acionada por moradores do conjunto residencial ‘Gadain’ informando sobre uma boca de fumo em um dos blocos do condomínio.

O adolescente escondia a droga dentro de uma lata de leite.

A polícia foi até o local e apreendeu um menor comercializando a droga. Ele não resistiu a prisão. Além do crack, os policiais apreenderam dinheiro, que segundo a polícia, era fruto da venda de drogas.

Ele foi encaminhado para a Delegacia do Menor, em João Pessoa.

Hyldo Pereira

Portalcorreio