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Procurador é contra a corrida armamentista no País: “Vemos armas por aí em mãos de quem não têm a mínima condição”

Em recente entrevista à imprensa o procurador Antônio Edílio Magalhães, integrante do Ministério Público Federal da Paraíba, opinou sobre a política de armamento no país, ele se disse contra o uso de armas

Edílio afirmou que existe no país uma enorme falta de controle no que diz respeito à aquisição não só de armas, mas também de munições. “Acho que antes de distribuir posse e porte de armas, seria necessário se pensar num mecanismo de controle mais forte. Vemos muitas armas por aí em mãos de pessoas que não têm a mínima condição de ter uma, exatamente por causa da ausência de controle. Nem as munições são marcadas como deveriam. Mas se houvesse um controle rigoroso com a venda e aquisição de armas, a posse ou o porte poderiam ser bem-vindos”, disse o procurador.

Edílio Magalhães é cearense e chegou à Paraíba em 1996. Seus pais são paraibanos do município de Itaporanga e é casado com uma paraibana e todos os três filhos nasceram na capital paraibana.

 

pbagora

 

 

MTE resgatou 1.590 pessoas da condição de trabalho escravo em 2014

trabalho-escravoO Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informou nesta quarta-feira (28/01) que 1.590 trabalhadores foram resgatados da situação análoga à escravidão em 2014. Esses números refletem resultados obtidos por meio de 248 ações fiscais realizadas durante o ano passado. “Os dados, ainda que em fase de consolidação, indicam atuação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel de Combate ao Trabalho Análogo ao de Escravo (GEFM)”, afirmou em nota Alexandre Lyra, chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae).

A maior parte das fiscalizações foi feita na área de pecuária, mas o maior número de trabalhadores resgatados foi registrado na construção civil, com 437 pessoas. Agricultura teve 344 resgatados e pecuária, 228.

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Minas Gerais foi o estado onde houve a maior quantidade de trabalhadores resgatados, 354. Em segundo lugar ficou São Paulo, com 139 pessoas, seguido por Goiás, com 141 liberados.

As ações com maior quantidade de trabalhadores identificados em condição análoga à escravidão aconteceram em Macaé (RJ), na construção civil; Sooretama (ES), em colheita de café ; Picos (PI), na coleta da palha da carnaúba (61); Tarauacá (AC), em criação de bovinos para corte; Mineiros (GO), na preparação e fiação de fibras de algodão (52); e em Parnaíba (PI), na coleta de palha da carnaúba (52).

Globo.com

De trabalhadora arrastada a presidenta xingada, 2014 expôs condição da mulher

movimentoO fortalecimento dos setores mais conservadores foi um dos temas mais debatidos por organizações populares e analistas políticos neste ano. As cenas de violência e intolerância se multiplicaram e tiveram como alvo os mesmos grupos oprimidos historicamente, entre eles as mulheres.

No início do ano os movimentos feministas se revoltaram com uma pesquisa inusitada. Cerca de 26% dos entrevistados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) concordam que mulheres com roupas “que mostram o corpo merecem ser atacadas”. Essa banalização incentiva desde os casos de assédio sexual no transporte público até os estupros na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), uma das mais tradicionais do país.

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Em entrevista à Radioagência BdF, a pesquisadora Flávia Rios analisa as relações de gênero e o que houve de mais marcante em 2014. Doutora em sociologia pela USP, ela explica que a violência contra a mulher ultrapassa as barreiras de classe. Da trabalhadora arrastada por uma viatura da Polícia Militar a presidenta xingada durante a abertura da Copa do Mundo, nenhuma mulher foi poupada.

Radioagência BdF: Flávia, falando em conquistas e violações de direitos, que fatos marcaram 2014 para as mulheres?

Flávia Rios: Eu tenho algumas imagens que me marcaram em relação às mulheres nesse ano. Imagens que me chocaram. Uma delas foi o caso da Cláudia, o assassinato dela. Uma mãe de quatro filhos, uma trabalhadora arrastada. Essa eu acho que foi a cena mais marcante de 2014. Especialmente porque simboliza as condições de opressão da mulher negra, pobre, que vive na favela. As condições intercruzadas e o tipo de morte chocaram o Brasil e o mundo, e mobilizou os movimentos sociais. Muitos coletivos se organizaram a partir de Cláudia. Por outro lado, do ponto de vista legal, as pessoas responsáveis estão na ativa.

Um segundo caso foi o da abertura da Copa do Mundo, os xingamentos que a presidente recebeu. Xingamentos feitos em português, inglês, e que remontam a dimensão dos estereótipos da mulher e reduzem a figura da mulher mesmo em uma posição super elevada. Eu falei inicialmente de um caso de uma mulher em uma posição fragilizada na sociedade e agora uma chefe de Estado também vivenciando uma experiência de um estupro coletivo e simbólico, tendo sua imagem, sua figura, sendo ridicularizada e sexualizada o tempo todo por xingamentos que até então nunca se tinha ouvido na história do país para se referir a uma pessoa que ocupava uma posição mais elevada do Executivo. Então, são imagens simbólicas que marcam duas dimensões. Uma dimensão na base da pirâmide social e outra também em uma dimensão mais elevada em termos de política.

Radioagência BdF: A subrepresentatividade no Congresso Nacional é mais um exemplo de como se dá discriminação de gênero?

FR: É a primeira vez que a lei eleitoral de cota mínima de 30% para mulheres se faz efetiva, e os partidos com medo de sanção tentam colocar mulheres para se candidatar. Então, teve um incremento no número de mulheres que se candidataram, isso é positivo e diz respeito a uma conquista dessas mulheres, e também por sua vez teve uma melhor representação nesses cargos legislativos quando comparados a 2010. Ainda que os dados sejam bastante alarmantesHoje nós temos uma mulher para cada 10 deputados federais.

Radioagência BdF: Por que a violência seja física, sexual e psicológica ainda faz parte da nossa realidade?

FR: Primeiro, diz respeito ao estímulo que a cultura brasileira constrói o tipo de masculinidade. As relações de gênero no Brasil perpassam por dimensões culturais, educacionais, de formação, mas você encontra padrões comportamentais em todas as classes sociais. Mas o comportamento violento masculino é algo marcante em todas as classes sociais, independentemente de escolaridade. Eu acho que diz respeito à forma como cultura machista e patriarcal é construída e o lugar da mulher. Espera-se que mulheres estejam em certos lugares. E por mais que hoje no Brasil tenhamos mulheres que estudam mais, mulheres têm mais anos de escolaridade, esse incremento educacional não corresponde a um aumento equivalente do seu salário, nem mesmo das suas posições no mercado de trabalho.

Radioagência BdF: Em termos de políticas públicas para a igualdade de gênero, que avanços são necessários para os próximos anos?

FR: Do ponto de vista das mulheres são as conquistas no que diz respeito a autonomia do corpo. Essa é uma das principais lutas, bandeiras, marchas. A defesa do aborto. Essa é uma pauta muito significativa porque diz respeito a autonomia da mulher e a possibilidade de ela decidir. Outras conquistas dizem respeito à luta por representação política. Muitas pautas femininas e feministas não conseguem avançar no Executivo e no Legislativo justamente porque somos mal representadas. Uma representação maior das mulheres, conquistas via partido, de forma partidária, mas também dos movimentos sociais e articulação podem promover e garantir melhorias nas condições das mulheres, que dizem respeito a questão da violência, do parto, da saúde, do tratamento e também da representação nos meios de comunicação, porque esse também é um dos vetores da má representação das mulheres e estímulo a comportamentos masculinos absolutamente violentos.

Radioagência BdF: Entre os fatos positivos de 2014 (se eles existem), o que você ressaltaria em relação às mulheres?

FR: Eu gostaria de marcar um evento super significativo que aconteceu nesse período que é a memória de uma escritora muito influente no seu período, que conseguiu reconhecimento internacional, que foi Carolina Maria de Jesus. Os movimentos sociais ergueram essa mulher e a produção e reflexões dela, e trouxeram os centenários espalhados Brasil afora, mostrando o vigor da mobilização coletiva no que diz respeito à reconstrução da memória e da produção de discursos das mulheres no Brasil.

 

Por Daniele Silveira,

Da Radioagência BdF

Wilson Santiago espera que acordo com Cássio saia até o dia 10, mas ‘condição’ ainda pode mudar cenário

wilson-santiagoEm entrevista uma emissora de rádio da Capital, o ex-senador Wilson Santiago, presidente do PTB/PB, confirmou que está na reta final das conversações com o PSDB do senador Cássio Cunha Lima para firmar uma coligação entre os dos partidos com vistas as eleições deste ano.

O que estaria impedindo essa definição, segundo análise dos colunistas políticos da Paraíba, é que Cássio só cederá a Santiago a vaga de senador se o petebista convencer o seu filho, o deputado federal Wilson Filho, a desistir da reeleição.

Segundo Wilson, até o dia 10 de maio o ´martelo será batido´, coincidentemente, a data da definição dos postulantes da aliança PMDB/PT. Santiago não admite, mas o entrave entre petebistas e tucanos é a disputa da reeleição por parte do deputado Wilson Filho (PTB), não assimilada pelo PSDB.

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Essa indefinição tem atraído o PP do deputado federal Aguinaldo Ribeiro para compor no lugar de Santiago a vaga para senador. No evento de ontem (05) o pai de Aguinaldo desmentiu qualquer possibilidade de ser suplente de senador na chapa de Santiago. “No meu calendário não tem isso. Minha decisão é não participar de nada”, revelou Enivaldo.

Sobre a crise interna no ´ninho tucano´ e a indignação do senador Cícero Lucena por não ter legenda para a reeleição, justamente para ceder a vaga ao PTB -, Wilson Santiago comentou que “as questões a serem resolvidas são de foro íntimo do PSDB”.

 

 

PBAgora

Deputado estadual anuncia condição para ficar no PEN

anibalO deputado estadual Aníbal Marcolino (PEN) disse nesta quinta-feira (5) que só irá permanecer no Partido Ecológico Nacional caso a legenda decida ter uma postura de oposição na Assembleia Legislativa e deixou claro que não vai esperar pela definição até 2014. “Eu não tenho condições de esperar até o próximo ano por uma decisão do partido”.

Marcolino explica que em uma reunião na semana passada, ficou decidido que o PEN vai definir sua postura política no dia 30, momento em que os que não ficarem satisfeitos com a postura de situação ou oposição saia da legenda em tempo para disputar as eleições 2014. “Aquele que acatar a decisão do partido vai permanecer. Aquele que não aceitar a decisão da maioria vai ter que sair”, disse.

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“Eu já disse que, se o partido definir ser um partido da oposição, eu continuo no partido. Se não for, ai eu vou ter que sair”, condicionou o deputado.

Afirmando que já recebeu convites do PP, PT, PSC, PTC, PTB e PMDB, Aníbal foi ‘popular’ sobre sua decisão. “Existe um ditado que diz: os incomodado que se retirem”.

MaisPB 

Deputado do PMDB aponta condição de voto em empréstimo da Cagepa

trocoli juniorO deputado estadual Trócolli Júnior (PMDB) apontou nesta segunda-feira (4) dois fatores que poderiam fazer com que ele mudasse  seu posicionamento em relação ao empréstimo da Cagepa, que já recebeu autorização da Justiça para ser reaberto na Assembleia Legislativa da Paraíba. O parlamentar votou pelo arquivamento da solicitação de emprétimo no ano passado.

Trócolli Júnior admitiu que poderá votar na matéria do Executivo estadual, mas fez algumas ressalvas.

Para ser favorável a matéria que visa autorizar o Governo tomar emprestado cerca de R$ 150 milhões junto a Caixa Econômica Federal para quitação de outros financiamentos da companhia, Trócolli Júnior disse que o Governo primeiro tem que explicar como está o processo de cobrança dos devedores da Cagepa que, segundo o parlamentar, devem algo em torno de R$ 300 milhões.

“A partir dessa primeira pergunta e dependendo das respostas eu poderei inclusive rever meu posicionamento”, disse Trócolli Júnior.

Outro ponto colocado por Trócolli Júnior é que ele seguirá o entendimento da bancada de oposição na Casa de Epitácio Pessoa.

Roberto Targino – MaisPB

Condição para Tião Gomes aprovar CPI da Granja Santana é que ela apure ‘no mínimo 20 anos’

TIÃO GOMESO deputado estadual Tião Gomes (PSL), declarou que é a favor de uma CPI que apure as denuncias de irregularidades nas contas da Granja Santana, contudo, o deputado defende uma investigação que leve em consideração os últimos 20 anos.

 

De acordo com Gomes, a CPI, da maneira que vem sendo concebida, individualiza para o governo as irregularidades. “Eu assino a CPI, desde que ela seja generalizada e não individualizada para o governo. Eu quero que essa CPI seja feita desde que foi criada a granja Santana. Que peguem os governos que já passaram e apurem o que foi feito com o dinheiro público. Eu apoio a CPI contanto que ela tenha no mínimo 20 anos, para que a Paraíba saiba o que acontecia e o que acontece na Granja Santana”, alegou.

 

Sobre os apontamentos do Tribunal de Contas do Estado e da formalização da denúncia pelo Ministério Público, Tião Gomes admitiu que  não deseja aprovar irregularidades, porém que é necessário apurar o passado. “Os que já passaram pela Granja comiam bem, Ricardo Coutinho é governador da Paraíba, tem que comer bem! Como ele vai receber comitivas, ministros? Tem que comer uma comida melhor! E não é só Ricardo, todos os governadores têm esse direito!”, comentou o deputado.

 

Cybele Soares / Fernando Braz

PSB diz em nota que Agra foi ingrato e desleal para com o projeto que lhe deu a condição de prefeito


ingratidão e deslealdade para com o projeto político que lhe deu a condição de ocupar o principal cargo eletivo da cidade sem que para isso tivesse que ter um único voto.

Nota

Na manhã de hoje o PSB foi mais uma vez surpreendido pela atitude do prefeito Luciano Agra que formalizou junto ao partido sua desfiliação,

Alega ele que “diante da exclusão imposta pela direção do PSB resolvi me desfiliar”. Atitude lamentável que revela a falta de compreensão ao processo partidário de escolha da candidatura do PSB para as eleições de 2012, em João Pessoa.

Processo este que se deu de maneira democrática envolvendo ampla participação e rico debate público legitimado pela observância do estatuto do PSB e pela participação do próprio Luciano Agra que ao final, consagrou Estelizabel  candidata do PSB com quase 70% dos votos dos seus filiados.

No lapso de tempo de cinco meses o PSB lidou com os conflitos advindos da dubiedade do Prefeito Luciano Agra, que declinou da sua candidatura, quis retornar e declinou novamente em reunião do diretório, buscou enfraquecer a decisão unânime do diretório municipal que indicara a pré candidatura de Estelizabel Bezerra, coagiu e demitiu integrantes do partido; construtores e colaboradores da gestão do PSB em João Pessoa.

A desfiliação desvela nesse contexto os sentimentos de distanciamento, ingratidão e deslealdade para com o projeto político que lhe deu a condição de ocupar o principal cargo eletivo da cidade sem que para isso tivesse que ter um único voto.

No entanto, a desfiliação não desanima o PSB na sua trajetória de transformar João Pessoa em uma cidade cada vez mais socialmente justa, habitável e sustentável. O PSB fez uma escolha democrática e participativa considerando a capacidade de liderança, compreensão sobre a cidade e a gestão e sobretudo, compreensão de como construir a Política.

O PSB é maior que o interesse pessoal de qualquer um de seus filiados, quando este tenta se sobrepor ao interesse coletivo. O PSB construiu uma historia de evolução dentro da cidade de João Pessoa. Historia de democracia participativa, inclusão social, desenvolvimento urbano e econômico e transparência na gestão pública.

Qualquer acidente de percurso, promovido por qualquer pessoa não põe em risco esse grande patrimônio político que o PSB conseguiu desenvolver na capital do Estado.

Mais do que nunca, diante das fragilidades políticas de pessoas, temos a convicção de fazer esse projeto em execução em João Pessoa seguir adiante, não permitindo que o retrocesso se reinstale na nossa capital.

João Pessoa-PB, 18 de junho de 2012.

PSB-PB para o Focando a Notícia

Com rara condição genética, bebê nasce com 6 pernas

Médicos paquistaneses lutam para salvar a vida de um menino que nasceu com seis pernas devido a uma rara condição genética. Jamal Raza, diretor do Instituto Nacional de Saúde Infantil, em Karachi, afirma que o bebê nasceu há uma semana e está na unidade de tratamento intensivo (UTI). As informações são do site do jornal inglês The Daily Telegraph e da agência AFP.

Segundo o jornal, um médico do hospital que não quis se identificar afirma que o menino sofre de uma desordem genética que afeta um recém-nascido a cada 1 milhão ou mais. “Os médicos estão examinando a criança para planejar o tratamento necessário para salvar a vida do bebê e garantir que ele tenha uma vida normal”, diz nota oficial do governo.

Imran Shaikh, pai da criança, vive em Sukkur, 450 km ao norte de Karachi. “Somos uma família pobre. Estou grato pelo governo ajudar a tratar meu bebê”, diz à imprensa.

Terra