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Sikêra Júnior está em estado grave com pulmões comprometidos devido ao Coronavírus, afirma jornalista

O apresentador Sikêra Júnior está em estado grave com os dois pulmões comprometidos por causa do Coronavírus, afirmou o jornalista Ronaldo Tiradentes nesta quarta-feira (29), em seu programa de rádio.

O apresentador teria recebido o diagnóstico dos exames nesta terça-feira (28).

O apresentador está afastado de seu programa na TV A Crítica/RedeTV desde o último dia 22, quando passou mal ao vivo e teve que ser substituído às pressas pela repórter Mayara Rocha.

Ele estava previsto para voltar ao ar nesta segunda-feira (27) o que não aconteceu.

 

BNC Amazonas

 

 

Porque homens, mesmo comprometidos, olham para outras mulheres ?

comprometidosUma dúvida que muitas mulheres tem é que mesmo estando comprometidos, os homens continuam olhando para outras mulheres. Dennis Prager, professor renomado da Universidade de Prager, nos EUA, pesquisou sobre o assunto e segundo ele, homens olham para outras mulheres simplesmente por elas serem diferentes e eles são programado para desejar mais de uma mulher. Mesmo que tais homens sintam-se excitados com estas figuras femininas, não significa que estão insatisfeitos com suas atuais parceiras e nem que vão trair.

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Segundo o professor, olhar outras mulheres de biquíni enquanto está na praia com a namorada não é o fim do mundo para a parceira. Ele diz que apesar do homem perder alguns segundos para admirar outra mulher, é provável que ele se esqueça dela logo depois que ela sumir de seu campo de visão.

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Ele acrescentou: “Os homens acham outras mulheres atraentes apenas porque elas são outras mulheres. Os homens são programados pela natureza para querer variedade, de fato variedade infinita.”

O professor afirma ainda que, se um relacionamento é sólido, não há motivos para as mulheres se preocuparem. E disse: “Mais do que qualquer outra pessoa no mundo, ele quer você. E se você não acredita em mim, pergunte a ele.”

 

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Professor revela porque homens, mesmo comprometidos, olham para outras mulheres

Você já se perguntou por que muitos homens, mesmo que estejam comprometidos, continuam olhando para outras mulheres? Bem, nós temos a resposta para isso.

Um professor de Prager esclareceu essa dúvida. Ele diz que os homens olham para outras mulheres simplesmente porque elas são “outras mulheres”.

De acordo com o acadêmico, da Universidade Prager, na América, a boa notícia é que, apesar da maioria dos homens ficarem excitados por outras formas femininas, isso não significa que eles estão insatisfeitos com a sua própria parceira.

Professor revela porque homens olham para outras mulheres

Por outro lado, mesmo os homens em relacionamentos felizes encontram algumas mulheres mais atraentes que as suas.

Mas, segundo o professor, olhar outras mulheres de biquíni enquanto está na praia com a namorada não é o fim do mundo para a parceira.

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Ele diz que apesar do homem perdendo alguns segundos para admirar outra mulher, é provável que ele se esquecerá dela logo depois que ela sumir de seu campo de visão.

Ele acrescentou: “Os homens acham outras mulheres atraentes apenas porque elas são outras mulheres. Os homens são programados pela natureza para querer variedade, de fato variedade infinita.”

O professor afirma ainda que, se um relacionamento é sólido, não há motivos para as mulheres se preocuparem.

Ele disse: “Mais do que qualquer outra pessoa no mundo, ele quer você. E se você não acredita em mim, pergunte a ele.”

Fonte: Metro

Pesquisa mostra que 12% dos pais são comprometidos com a educação dos filhos

pais_estudando_com_o_filhoA Pesquisa Atitudes pela Educação, divulgada nessa quinta-feira (6) pelo movimento Todos pela Educação, mostra que 19% dos pais de estudantes são considerados distantes do ambiente escolar e da própria relação com os filhos.

No outro extremo, 12% dos pais sãos comprometidos, ou seja, acompanham o desempenho dos filhos na escola, comparecem às atividades escolares e têm relação próxima com crianças e jovens.

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A pesquisa envolveu 2.002 pais ou responsáveis de alunos de 4 a 17 anos, matriculados da educação infantil ao ensino médio, em escolas públicas e particulares de todas as regiões do país.

Dependendo da maior ou menor valorização da educação e vínculo com a criança ou jovem, o estudo classifica os pais como envolvidos (25%), vinculados (27%), intermediários (17%), comprometidos e distantes.

Entre os pais considerados distantes, 25% procuram se informar sobre a proposta de ensino da escola, 37% ajudam a organizar o material para as aulas e 20% conversam com o filho sobre talentos no estudos e em outras atividades. Além disso, 60% gostam dos momentos que passam com parentes e 59% acreditam que há uma relação de respeito entre todos na família.

Dos 12% comprometidos, 86% se informam sobre a proposta de ensino da escola, 98% observam as faltas, 91% respeitam a opinião das crianças e dos jovens, 79% mantêm contato com a escola sobre o desenvolvimento do aluno, 100% gostam dos momentos em família e 99% acreditam que há uma relação de respeito entre seus membros.

De acordo com Alejandra Meraz Velasco, coordenadora-geral do Todos Pela Educação, os que têm perfil mais envolvido acreditam que o estudo pode garantir uma vida melhor. Destes, a maioria respondeu sobre escola e importância da educação escolar. Pais com perfil mais vinculado são os que têm diálogo muito bom com os filhos, embora esse vínculo não passe, necessariamente, pela educação.

Alejandra explicou que a participação dos pais é fundamental para o desempenho escolar. Segundo ela, a família e o contexto socioeconômico facilitam esse desempenho.

“O que a gente percebe em outras pesquisas qualitativas é que essas duas dimensões têm de estar equilibradas. Não aditanta vínculo afetivo melhor sem a valorização da escola. Da mesma forma, o pai que valoriza a educação e não estabelece diálogo com filho será pouco efetivo na educação”, salientou.

Na ánalise de Alejandra, o percentual de pais distantes é baixo, mas ainda há o que melhorar. “Eles têm uma relação abaixo da média da observada em outros pais. Isto não quer dizer que não se importem com os filhos ou com a educação. A gente percebe espaço para transformar a atitude dos pais, de modo que tenha impacto positivo na educação”, comentou.

Em relação à presença nas reuniões escolares, o levantamento mostra que 53% participaram de todas, 26% de algumas e 19% não participam de nenhuma. A principal justificativa (66%) é a falta de tempo.

O levantamento ressalta que o quantitativo de pais que buscam crianças e jovens na escola diminui à medida que o estudante cresce. Conforme os dados, 58% dos pais buscam filhos entre 4 e 5 anos e apenas 3% das crianças vão a pé ou de transporte público.

O cenário é inverso na faixa entre 15 e 17 anos. Somente 13% dos pais levam filhos ao colégio e 75% dos jovens vão sozinhos. De acordo com Alejandra, é natural que a relação pai e filho mude com a idade e que as cobranças sejam outras. Acrescentou que os pais devem ter formas de participação e de diálogo sobre a vida escolar, independentemente da idade dos filhos.

Dos entrevistados, 64% trabalham, 6% estão desempregados e 36% são beneficiários do Bolsa Família. Além disso, 76% se informam pela TV aberta e 42% costumam ler livros.

Para consolidar a pesquisa, o movimento Todos Pela Educação contou com apoio das fundações Roberto Marinho, Maria Cecília Souto Vidigal e Itaú Social e dos institutos Unibanco e C&A.

O levantamento é do Instituto Paulo Montenegro e do Ibope Inteligência. As 2.002 entrevistas foram feitas entre 28 de junho e 8 de julho. A maior parte dos entrevistados (84%) são pais. Também participaram avós (11%), madrastas e padastros (2%), tios (2%) e irmãos (1%).

Fonte: Agência Brasil