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Como se planejar financeiramente para comprar um apartamento

A compra de um bem é um passo muito importante a ser tomado. O investimento aplicado para comprar um apartamento pode ter reflexos durante toda uma vida, afinal, ele demora anos para ser quitado e consolida o sonho da maioria das pessoas.

No entanto, como o pagamento a vista não é possível para muitas pessoas, a maioria optar por um financiamento de imóvel. Ele é como um empréstimo cedido pelo banco, que pode ser pago em longas parcelas.

Sair do aluguel é recompensador, pois, todo o dinheiro pago não serviu de investimento pessoal e foi somente para pagar o período de moradia ao proprietário. O financiamento é pago como um aluguel, mas, ao final, o imóvel será de seu comprador e não de uma pessoa terceira.

Organizar a vida financeira para realizar o financiamento é fundamental antes de iniciar esse rigoroso processo. Devido aos trâmites e etapas que integram este empréstimo, é necessário ter calma e, principalmente, paciência.

Financiamento: como organizar a saúde financeira para esse processo

Realizar essa transação financeira não é um bicho de sete cabeças, mas é um árduo trabalho que envolve a pesquisa de imóveis, taxas, entrada e outros valores residuais.

Realizar um alto investimento com pressa, pode provocar escolhas errôneas e acarretar consequências negativas. Alguns passos podem ajudar quem está em busca da casa própria:

Coloque na ponta do lápis

Colocar todos os ganhos e gastos em uma planilha, mantém o dinheiro sob controle. Somente assim, é concebível verificar as fugas de dinheiro e a disponibilidade para pagar as mensalidades.

Outro fator que deve ser considerado é a entrada, que gira em torno 20% do total do imóvel. Em algumas raras exceções, as financeiras aceitam a concessão sem essa exigência. Usualmente, isso é possível através do Minha Casa, Minha Vida.

Mas, é importante começar a poupar para juntar dinheiro o suficiente para pagar a entrada. Dependendo do valor oferecido, é possível obter melhores condições de financiamento.

Dicas para poupar

A fuga de dinheiro é um problema constante no orçamento de muitas pessoas, ela ocorre quando os gastos não são anotados e saem do controle, isso faz o dinheiro desaparecer da conta.

Com a planilha, cada centavo é somado e verificado. Algumas pessoas gastam excessivamente com cafezinhos na rua ou até mesmo compras banais. Para economizar, é fundamental evitar esse tipo de gasto.

Substituições podem ser feitas durante o período de escassez. As roupas podem passar a ser adquiridas em brechós e o café pode ser feito em casa. Todo esse dinheiro que vai sobrando deve ser guardado ou investido em poupanças, fundos de investimento ou ações.

Análise de crédito

Realizar uma análise de crédito virtual pode mostrar a realidade, indicando se a renda é suficiente para a compra. Ela ainda indica os juros cobrados pela instituição financeira e o valor médio das parcelas, através da simulação.

Os bancos e financeiras trabalham com normas diferentes, alguns aceitam somente com 20% do valor de entrada, enquanto outros financiam somente 50% do preço total do apartamento;

Avaliar valores

Entende que tipo de imóvel você precisa e a localização para entender a faixa de preço de compra do bem. Assim, é possível definir uma meta para guardar o valor de entrada e fazer simulações de financiamento para se preparar com antecedência.

Condições de pagamento

As condições de pagamento são itens de suma importância e devem ser analisadas com cuidado. Elas designam todo o processo, resultando em um valor final. A melhor opção é poupar para encarar uma entrada maior e reduzir os juros.

Caso não seja concebível, o comprador deve estar ciente que o valor da parcela pode consumir no máximo 30% da renda mensal e impactar por muitos anos esse quesito financeiro.

Para amenizar a entrada e, consequentemente, o preço das mensalidades, o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) é de uso permitido para esse fim. Já os imóveis de baixo valor e as pessoas com rendas menores podem entrar nos programas cedidos pelo governo.

No Minha Casa, Minha Vida a taxa é mínima e o bem pode ser parcelado sem entrada. No entanto, eles são rígidos quanto as pessoas que se enquadram nos requisitos determinados e a documentação é analisada com rigor.

 

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Esta é última semana para comprar passagem aérea com bagagem grátis

Quem for viajar de avião nos próximos meses e quiser manter o direito de despachar bagagem sem custos extras deve comprar a passagem até a próxima segunda-feira (13). É que no dia seguinte (14) entra em vigor a nova resolução da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que acaba com a franquia obrigatória de bagagem despachada.

Nos bilhetes adquiridos até o dia 13, independentemente da data da viagem, as companhias aéreas são obrigadas a manter a franquia mínima de uma mala de 23 kg nos voos nacionais e duas malas de 32 kg nas viagens internacionais.

Nas passagens comercializadas a partir do dia 14, cada companhia aérea poderá definir suas próprias regras em relação à bagagem que será transportada no porão do avião. A Gol foi a única que já confirmou que terá dois tipos de tarifa para quem viaja com ou sem bagagem. A empresa não divulgou, no entanto, quanto será cobrado por mala.

Embora sem uma confirmação oficial até o momento, a tendência é que as demais companhias aéreas nacionais também adotem a mesma estratégia.

Nos voos internacionais, as empresas brasileiras e estrangeiras também não definiram suas estratégias e só devem divulgá-las quando a medida entrar em vigor na próxima semana. A própria Anac avalia que nas viagens para fora do Brasil o despacho grátis deve ser mantido, mas com redução do peso máximo das malas.

Redução dos preços das passagens?

Quando anunciou as novas regras, a Anac afirmou que essa é uma medida que visa diminuir o custo fixo das companhias aéreas e, consequentemente, forçar uma redução do preço das passagens aéreas. No entanto, com a liberdade tarifária, o superintendente de acompanhamento de serviços aéreos da Anac, Ricardo Catanant, afirmou na época que não havia como dar garantias de que isso realmente iria acontecer.

“A agência não pode dizer que os preços vão cair por conta de outros fatores, como a situação econômica do país, os custos do petróleo e a cotação do dólar. Mas o comportamento no mundo todo demonstra que isso se reflete em benefícios aos passageiros”, afirmou Catanant na ocasião.

Nova regra vale para quem comprar passagem a partir de 14 de março (Foto: Lucas Lima/UOL)

Um dia após a aprovação da resolução pelo conselho da Anac, o Senado aprovou um projeto para suspender o artigo que permitia a cobrança de bagagem despachada. O projeto, no entanto, ainda depende de aprovação na Câmara dos Deputados, e o presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), já deu sinais de que não pretende colocar o assunto em votação.

Em entrevista ao Todos a Bordo, o ministro dos Transportes, Portos e Aviação, Maurício Quintella, afirmou que estava disposto a ir pessoalmente conversar com os deputados para tratar do assunto. O ministro disse estar convicto da queda dos preços das passagens e ameaçou até mesmo revogar a medida caso isso não ocorresse.

“Será que com essa modificação a gente vai ter a garantia da diminuição do preço? Nós temos que tentar, porque onde isso foi implementado no mundo deu certo e o preço caiu”, disse. “Nós vamos acompanhar. Isso é o que toda a população espera. Se isso (queda dos preços) não acontecer, com certeza será revisto”, completou.

Outras mudanças

A resolução da Anac também traz outras mudanças importantes para quem viaja de avião. O limite de peso da mala de mão aumenta de 5 kg para 10 kg, como uma forma de compensar o fim da franquia de bagagem despachada. A partir do dia 14, companhias aéreas, agências de turismo e demais serviços são obrigados a divulgar o preço final da passagem, com todas as taxas já incluídas. O passageiro também terá até 24 horas para desistir da compra do bilhete sem custos extras. Antes, a cobrança de multa era imediata.

A resolução trata ainda de extravio de bagagem, custos com gastos gerados por atrasos e cancelamentos, overbooking, entre outros (confira os principais tópicos na galeria de imagens no início do texto).

Uol

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Com 7 meses de salários atrasados, radialista diz que não tem dinheiro para comprar presente no aniversário da filha

RodrigoO radialista belenense Rodrigo Costa, funcionário da Rádio Talismã FM, da cidade de Belém, fez uma postagem em seu perfil na rede social Facebook, nesta segunda-feira (30), expondo sua situação junta à empresa e denunciando atraso de sete meses de salários, mais décimo terceiro e férias.

Rodrigo estava sem querer divulgar a situação, mas diante das dificuldades financeiras para manter sua família e não ter sequer condições de presentear a filha em seu aniversário, o radialista resolveu levar a conhecimento público.

Leia a íntegra

Muitos foram os internautas que postaram comentários defendendo que o radialista vá à Justiça cobrar os seus direitos.

portal25horas

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10 x sem juros? Saiba como comprar em prestações sem ficar quebrado

divida-de-cartao-de-creditoParcelar em 10 vezes sem juros é uma boa ideia? Se a compra não tem desconto à vista, como muitas vezes ocorre, deixar de pagar de uma vez para dividir o mesmo valor em dez vezes parece lógico do ponto de vista das finanças.

Mas esse raciocínio só vale para quem tem dinheiro investido, afirma André Crepaldi, planejador financeiro da Gaia Finanças Pessoais. “Desse modo, a pessoa paga parcela e ainda mantém o dinheiro rendendo juros”, diz.

Esse comportamento, porém, é exceção. O perigo de dividir em muitas parcelas é esquecer que elas existem e passar a fazer mais compras parceladas, até que a soma atinja um valor que prejudique todo o orçamento.

“As pessoas tendem a enxergar só o valor de uma parcela, e esquecer quanto do orçamento já está comprometido com as outras”, diz Crepaldi.

O consultor explica como funciona. Suponha que a folga orçamentária da pessoa seja de R$ 300. No primeiro mês ela faz uma compra e paga em cinco vezes de R$ 100. Depois ela parcela uma roupa em três parcelas de R$ 50. A capacidade mensal que era de R$ 300 já está em R$ 150. Fica doente e precisa comprar remédios e divide em mais parcelas de R$ 100. Já comprometeu, ao todo, R$ 250 por mês. Chega no quarto mês, precisa comprar uma geladeira nova em prestações de R$ 200 e não tem mais dinheiro para pagar a prestação do cartão.

Qual é o limite do endividamento?

Robinson Trovó, da Trovó Academy, ensina a seus alunos que a regra básica para ter uma saúde financeira equilibrada é seguir a regra que chama de 20-70-10. Por essa regra, a pessoa só deve comprometer 20% do seu salário líquido para o pagamento de dívidas. Os outros 70% vão para os seus gastos gerais (aluguel, lazer, alimentação e afins). “Os restantes 10% devem ser usados para investir e construir sua independência financeira”, afirma.

Para Fábio Barbalho, da Consultoria Ponto C, dividir em três parcelas é um limite menos perigoso. “Em 90 dias, tendemos a nos acostumar com a compra e até a começar a achar defeito no produto”, diz. “Já não é mais a TV de última geração, a gente já acostuma com a nova geladeira, e passamos a querer outros produtos. Por isso não é uma boa ideia parcelar demais.”

Para compras maiores que necessitem de financiamento, Trovó dá uma dica para saber o valor máximo a comprometer do orçamento:

Para financiar carro, multiplique por seis meses o valor do seu salário líquido. O total é o valor máximo que você pode financiar sem comprometer tanto o seu orçamento. Assim: se recebe R$ 2.000 líquidos, multiplique por seis meses. O resultado será R$ 12 mil. O financiamento máximo que ele sugere é de três anos.

Para financiar casa, multiplique por 36 meses o valor do seu salário líquido. Assim, se recebe R$ 2.000, o valor máximo a ser financiado é R$ 72 mil. Aqui, o financiamento máximo é de 10 anos.

“Obedecendo a esse limite, a pessoa dificilmente vai ultrapassar os 20% de endividamento. Não dá para a pessoa ganhar pouco e querer financiar carro, casa, comprar presente e viajar. Se ela quer fazer tudo isso, deve usar os 10% da renda para poupar e ir comprando à vista”, diz Trovó.

O que nunca se deve parcelar?

Segundo José Vignoli, educador financeiro do SPC Brasil, valores muito baixos não deveriam ser parcelados. “Dividir valores de R$ 50, R$ 100, por exemplo: acaba ficando um monte de prestaçãozinha impossível de acompanhar”, diz. “Fica fácil perder o controle.”

Para Robinson Trovó, a principal dívida que o brasileiro nunca deveria fazer é com o carro. “É se endividar com algo que só perde valor ao longo dos anos”, diz.

Como evitar o parcelamento?

A melhor maneira de evitar o parcelamento é poupar para comprar à vista. Assim, se sabe que terá um gasto de R$ 1.200 ao final do ano, poupe todo mês R$ 100 para pagar à vista. Também prefira comprar em lugares que oferecem desconto para esse pagamento.

Uol

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MPPB investiga promotora suspeita de comprar votos para a mãe

urnaO corregedoria-geral do Ministério Público da Paraíba (MPPB) abriu um Processo Administrativo Disciplinar para apurar a suspeita de compra de votos praticada pela 2ª promotora de justiça titular da Promotoria de Justiça Cível de Campina Grande, Ismânia do Nascimento Rodrigues Pessoa da Nóbrega.

Segundo o MPPB, a intenção é investigar um suposto engajamento político da promotora na campanha da mãe dela Maria Eunice Pessoa (PSB), que foi candidata a prefeita do município de Mamanguape, no Litoral, bem como a prática de suposto crime eleitoral praticado por ela. Eunice foi eleita prefeita com 52,7% dos votos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O G1 tentou entrar em contato com a promotora de justiça Ismânia do Nascimento Rodrigues Pessoa da Nóbrega, mas as ligações não foram atendidas.

A determinação de abertura do processo foi feita pela subcorregedora-geral do MPPB, Marilene de Lima Campos de Carvalho, e foi publicada no Diário Oficial Eletrônico do MPPB de 13 de outubro deste ano.

Segundo o documento, a tese de crime eleitoral, que teria sido praticado pela promotora, tem como base o previsto no artigo 299 do Código Eleitoral. Ela teria oferecido “dinheiro e vantagem ilícita para a obtenção de voto, conduta incompatível com o exercício do cargo”.

Segundo o corregedor-geral do MPPB, Luciano Maracajá, trata-se de caso isolado e surpreendeu a todos na corregedoria, pela conduta esperada de um promotor de justiça. Ele destacou que o caso vai ser apurado e que o processo conta com áudios e relatos de testemunhas.

“Nós recebemos um áudio que está sendo investigado e também temos o relato de testemunhas. Vamos ouvir essas testemunhas e também ouvir a promotora de justiça para buscar saber se isso é verdade ou não. O processo tem o prazo de dois meses para ser concluído, podendo ser prorrogado por mais um mês. Caso seja entendido que ocorreu isso, com base nesses elementos, eu submeto ao Conselho Superior do Ministério Público”, disse Luciano Maracajá.

A publicação do Diário Oficial também diz que os fatos descritos são passíveis, em tese, de punição com pena disciplinar de suspensão de 60 a 120 dias, até aposentadoria compulsória. A suspeita sobre a autoria e materialidade da falta disciplinar foi concluída por decisão do Corregedor-Geral, após uma Reclamação Disciplinar.

G1 PB

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Viver de aluguel é mais vantajoso do que comprar a tão sonhada casa própria

aluguelSonho de muitos brasileiros, sair do aluguel e comprar a casa própria pode não ser a melhor opção para quem pretende garantir um pé de meia no futuro. Se você tem dinheiro em mãos ou pretende entrar num financiamento, a questão é sempre a mesma: compensa comprar um imóvel ou permanecer no aluguel e aplicar o dinheiro?

Na avaliação de economistas ouvidos pelo R7, adquirir um imóvel à vista ou parcelado é sinônimo de perder dinheiro, já que o valor investido em uma propriedade tende a render mais em outros fundos.

O economista e idealizador do blog Quero Ficar Rico, Rafael Seabra, avalia que, do ponto de vista financeiro, é “sempre mais vantajoso” alugar um imóvel e investir parte daquele montante que seria totalmente utilizado para realizar um financiamento imobiliário.

— Muitas vezes, as pessoas que moram de aluguel têm a falsa impressão de que estão perdendo um dinheiro que poderia ser usado no financiamento de um imóvel. O que elas não sabem é que, se você fizer a simulação para comprar um imóvel e verificar o preço de aluguel deste mesmo imóvel, vai constatar que os juros que você vai pagar desde o primeiro mês vai ser maior do que a locação.

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A percepção de Seabra é a mesma para aqueles que pretendem comprar um imóvel à vista. Ele calcula que, se preferir investir R$ 500 mil em um fundo com rentabilidade de 1% ao mês ao invés de comprar um imóvel do mesmo valor, o brasileiro pode contar um rendimento mensal de R$ 5.000 e utilizar parte da grana para pagar a locação de um local para morar.

— O aluguel desse imóvel que custa R$ 500 mil dificilmente será superior a R$ 2.500 ao mês. Então, é mais vantajoso investir esse dinheiro e alugar um imóvel similar pagando R$ 2.500. Assim, sobraria R$ 2.500 mensais para fazer outros investimentos.

A conselheira federal do Cofecon (Conselho Federal de Economia) Celina Ramalho explica que a decisão entre comprar ou alugar um imóvel deve levar em conta os objetivos pessoais e o perfil do investidor.

— [Comprar um imóvel] é viável se a intenção for garantir um bem de família. Agora, para investimento, nós temos a possibilidade do consumidor entrar em mercados de capitais na busca por rentabilidades maiores. […] Com isso, ao invés de imobilizar o dinheiro comprando um imóvel, é possível viver de aluguel e pagar um valor que hoje em dia está em torno de 0,5% do imóvel ao mês e ter ganhos maiores em ativos variados.

 

Para Seabra, a vantagem em viver de aluguel ao invés de comprar a casa própria só não é visível no caso dos beneficiários do programa Minha Casa Minha Vida, que têm os juros subsidiados pelo governo. Tendo em vista esse cenário de juros variados, Celina afirma que o mais indicado ao interessado em financiar um imóvel é analisar as taxas de diferentes instituições.

— É importante fazer uma pesquisa de quais opções de financiamento existem, porque cada banco tem uma prioridade. Para valores maiores, um banco oferece uma taxa mais interessante e, para preços menores, a Caixa Econômica tende a bater os valores das prestações.

Em 2015, novas locações no Estado de São Paulo cresceu 61,39%Fernanda Carvalho/Fotos Públicas

Brasileiro alugou mais

Dados do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) mostram que, no ano passado, enquanto a compra de imóveis usados caiu 21,36%, o volume de novas locações no Estado de São Paulo cresceu 61,39%.

O presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, avalia que a perda de poder aquisitivo da população, o aumento do desemprego, a alta dos juros e a redução dos financiamentos bancários foram responsáveis pela queda no volume de vendas de imóveis ao longo do ano passado.

— Alugar foi a saída para as famílias que perderam as condições de acesso à compra da casa própria por causa da crise econômica.

O cenário citado por Neto pode ser verificado em diversos indicadores divulgados neste começo de 2016. De acordo com o Secovi-SP (Sindicato da Habitação), o valor médio das locações residenciais em São Paulo caiu 0,3% no mês de janeiro e acumula alta bem inferior à inflação ao longo dos últimos 12 meses, de 3,2%.

Em âmbito nacional, o Índice FipeZap de Locação aponta para uma queda nominal de 3,66% no preço dos novos contratos de aluguel nos últimos 12 meses. O índice, que analisa os preços em 11 cidades do País, revela que, atualmente, o valor do metro quadrado da locação no Brasil custa, em média, R$ 30,97 ao mês.

 

 

R7

Valor do aluguel de Hilux daria para comprar 97,5 mil litros de água por mês para Casserengue

carlinhosO Focando a Notícia divulgou informação, nessa quarta-feira (29), dando conta de que o prefeito do município de Casserengue, Luís Carlos Francisco dos Santos (Carlinhos), está gastando, por mês, a quantia de R$ 3,9 mil com o aluguel de uma caminhonete Toyota Hilux de placas DRH-6855/PB. A reportagem do site resolveu calcular quanto esse montante valeria se fosse aplicado naquilo que tem se tornado um dos bens mais valiosos da região: a água.

A população do Agreste, Brejo e Curimataú da Paraíba tem enfrentado uma das piores secas dos últimos anos. E quem mora nessas localidades sabe que muitas vezes precisa tirar do próprio bolso para comprar água. Alguns empresários estão vendendo mil litros de água por R$ 40 e um caminhão cheio pode chegar a custar R$ 150.

O Focando a Notícia então fez as contas. Os R$ 3,9 mil que o prefeito de Casserengue gasta, por mês, com o aluguel da citada caminhonete daria para comprar, pelo menos, 97.500 litros de água para distribuir no município, considerando o valor de R$ 40 por mil litros.

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A reportagem mostrou, ainda, que em um ano Carlinhos fez a prefeitura pagar R$ 42,5 mil com a locação do veículo. Portanto, ao final de um ano ele teria conseguido comprar 1.062.500 milhão de litros de água e teria minimizado o problema da seca que tem afetado todos os moradores do município.

Focando a Notícia

10 dicas para comprar um veículo seminovo

golPara quem conseguiu economizar o décimo terceiro salário durante as consumistas festas de fim de ano, o mês de janeiro pode ser aproveitado para a troca do carro. E a opção por um seminovo no lugar de um zero quilômetro pode unir o útil ao agradável: começar 2015 de carro “novo” e sem dívida, ou com uma dívida menos expressiva.

 

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Mas comprar um seminovo requer alguns cuidados a mais do que comprar um veículo zero-km. Selecionamos 10 dicas importantes para que o investimento do décimo terceiro não se torne um problema.

Procedência

Mesmo que o veículo seja adquirido em uma loja de seminovos, é importante se certificar de que as informações do documento condizem com a realidade. Deve-se conferir os dados do antigo proprietário e a placa do veículo, consultando pela identificação do carro nos sites do Detran, Denatran e também da Prefeitura. A cor do veículo, o tipo de motorização, tamanho do propulsor e número do bloco do motor também devem ser aferidos e qualquer divergência deve ser checada. Pergunte ao vendedor, caso encontre algum dado divergente, mas também faça suas próprias consultas, para evitar golpes. Carros não quitados junto a bancos e financiadoras têm no documento a inscrição “com alienação fiduciária”.

Documentação

Além da checagem dos dados, também é importante consultar se há débitos não quitados para o veículo, como licenciamento, IPVA, DPVAT (seguro obrigatório) e, principalmente, multas. As consultas podem ser feitas nos mesmos sites: Detran, Ciretran e Prefeitura, e também no site da Secretária da Fazenda, que registra as inadimplências dos contribuintes, inclusive referentes à propriedade de veículos.

O próprio site do Detran-SP informa, no rodapé da pesquisa feita pela placa do veículo e pelo número de Renavam, que o resultado pode não ser 100% confiável, pois tem caráter apenas informativo. Sendo assim, não pode ser utilizada como certidão de prontuário. Isso porque alguns débitos, principalmente referentes a multas, podem aparecer posteriormente, por atrasos nos registros no prontuário do veículo. Há, entretanto, a possibilidade de pedir ao lojista ou vendedor do carro um laudo de vistoria, que ateste a inexistência de débitos ou qualquer outra pendência para o carro. “Temos empresas que fazem essa vistoria e os lojistas, quase em sua maioria, usam esses laudos, como uma garantia”, comenta Jefferson Camacho, da A Fonte Veículos, na zona leste de São Paulo.

Como comprador, também é possível solicitar os serviços de uma empresa que realiza laudos. Há várias delas no mercado, que enviam um funcionário para fazer a avaliação na loja ou local onde o carro vendido estiver. O serviço pode custar de R$ 80 a R$ 150. Esse laudo, atualmente, é exigido por lei para a transferência de propriedade do veículo em casos em que o carro ainda não está na base de dados do departamento de trânsito. Veículos com fabricação de 2010 até o momento podem ser transferidos sem essa exigência.

Preço justo

A tabela do Jornal do Carro é publicada às quartas-feiras e serve de referência para a negociação de carros com até 14 anos de uso. Veículos com preço muito baixo podem ser uma cilada. Para se livrar de carros com problemas mecânicos sérios ou mesmo com pendências legais, como clonagem de placa, alguns negociantes os oferecem por preços muito abaixo da tabela, em uma tentativa de atrair compradores mais ávidos e afoitos para negociar.

Quilometragem

Uma das desvantagens em se comprar um seminovo é a falta de garantia. Problemas e defeitos que venham a surgir podem ter o conserto bastante custoso para o novo proprietário. Verificar se a quilometragem rodada está muito alta ajuda a ter uma ideia sobre o desgaste a que foi submetido o conjunto. É importante também acompanhar no manual do veículo se todas as revisões obrigatórias foram realizadas.

Adulterações

Há na praça um golpe que implica na adulteração da quilometragem “voltando” o número de quilômetros rodados para evitar depreciação por uso excessivo. No entanto, é possível observar se componentes como as sapatas dos pedais de comando, manopla de câmbio e até o volante apresentam desgaste. “É recomendável que se fique atento ao desgaste dos pneus também. Hoje em dia, é mais difícil essa adulteração do número, mas é importante se certificar de que não há nada errado. Números desalinhados, no caso de hodômetros analógicos, indicam possível alteração nesse dado.

Mecânica e conservação

Alguns veículos podem apresentar problemas sérios de motor e câmbio, que são componentes caros. Para evitar problemas futuros, avalie o carro e peça para dirigir o veículo. Consulte um mecânico de confiança a respeito do modelo e, se possível, submeta o carro a uma avaliação. Se for o caso, mesmo que seja depois de efetuada a compra, submeta o carro a inspeção. Mesmo que o negócio esteja fechado, com um laudo de comprovação do problema é possível desfazer a negociação, mas dá trabalho.

Seguro

Alguns modelos têm preço de seguro mais elevado, por conta do ranking feito pelas companhias seguradoras, que considera o número de casos, localidades das ocorrências, perfil do cliente e outros dados. Esses fatores influenciam no valor do seguro e, em alguns casos, pode se tornar inviável, quando o valor pago pela apólice supera a faixa de 30% do preço do seminovo. É importante verificar e cotar em mais de uma companhia o seguro para o modelo pretendido para evitar transtornos. Mesmo sendo um seminovo, o seguro é recomendável para resguardar o proprietário não só de furtos e roubos, mas também em casos de acidentes, falhas mecânicas ou colisões por terceiros não-segurados.

Investimento

Segundo o lojista Jefferson Camacho, atualmente, o automóvel não pode ser considerado investimento. Já foi o tempo em que era possível comprar um veículo para ganhar com a revenda – se você não é um lojista ou não pegou o veículo por um preço muito abaixo da tabela. “Muitos esquecem de colocar na conta final o dinheiro gasto com manutenção, documentação, seguro do bem e a depreciação que ele pode sofrer até a revenda. Comprar o carro para investir pode virar prejuízo”, alerta.

Depreciação

Uma vantagem do seminovo em relação ao zero quilômetro é a depreciação menor. Mas ela acontece principalmente considerando o aumento do desgaste de componentes e peças com o uso que você fará. O índice de depreciação varia de acordo com o modelo e a tabela do Jornal do Carro também pode ser uma referência para esse cálculo. De qualquer maneira, o maior impacto, de cerca de 30%, é sofrido pelo proprietário que comprou o carro zero. Ele teve benefícios como garantia de fábrica e revisões gratuitas – e essa depreciação já era sabida.

Transferência

A transferência de propriedade do veículo deve ser feita até 30 dias após a efetivação da compra, sob pena de multa. Entretanto, quanto antes o bem estiver em seu nome, mais seguro o comprador estará. O certificado de compra e venda deve ter assinatura com firma reconhecida autenticada em cartório para que o Detran emita o novo documento, com seu nome. A assinatura do vendedor deve ser colhida pessoalmente no cartório. Geralmente é o vendedor que arca com esse custo. De posse do documento com a assinatura e autenticado no cartório, o comprador pode procurar um despachante que cobrará pelo serviço ou utilizar serviços como Poupatempo. Se o carro for mudar de município, é necessário também uma vistoria no próprio Detran, para troca da placa.

Volkswagen Gol (acima), Fiat Uno, Fiat Palio (abaixo) e Chevrolet Celta são os usados mais vendidos do País.

 

Estadão

Claro, Vivo e Oi fecham acordo para comprar TIM

timAs operadoras Claro e Vivo fecharam acordo com o banco BTG Pactual para, junto com a Oi, comprar a TIM Brasil, a segunda maior empresa do mercado brasileira, e reparti-la em três.

O valor não está fechado, mas pode chegar a R$ 31,5 bilhões, o maior negócio no setor no país. São cerca de R$ 30 bilhões, mais um prêmio de 5% pago aos acionistas, incluindo minoritários.

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A Folha apurou que será feita uma oferta aberta aos acionistas da Telecom Italia, dona da TIM Brasil, que decidirão em assembleia.

Os principais acionistas, como a francesa Vivendi, tendem a aceitar. Ainda não está definido o que acontece com os clientes.

A entrega da proposta está condicionada à venda, por parte da Oi, da Portugal Telecom (PT) em Portugal, um negócio que deve ser fechado na próxima semana.

Segundo apurou a reportagem, cinco são os interessados. Entre eles estão duas operadoras –a francesa Altice é uma delas– e três fundos de investimento.

O valor dessa transação será de cerca de € 7 bilhões (R$ 22 bilhões), já descontando a dívida e incluindo um prêmio pelo controle. Com o dinheiro, a Oi reduzirá seu endividamento para bancar sua parte na oferta pela TIM.

Uol

Vereadora é acusada de comprar whisky com verba da Educação quando era diretora de escola na PB

vereadora-merciaO vereador Júnior Guarita denunciou a colega de câmara municipal de Monte Horebe, no Sertão da Paraíba, Mércia Dias, de utilizar da verba da Educação para  comprar whisky e energético, quando era diretora da Escola Estadual Luiz Alberto de Paiva em São José de Piranhas.

Na denúncia, o vereador apresentou um bilhete escrito de próprio punho pela vereadora para o mercadinho da cidade pedindo um whisky White Horse, dois red bulls e um queijo ricota. A justificativa do pedido era que a parlamentar, então diretora, estaria recebendo dois deputados em sua casa e concluiu com ‘como já aconteceu o processo, amanhã faço o cheque’.

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De acordo com o vereador, esse processo  seria a licitação para as compras escolares. Mercia foi exonerada da escola no dia 16 de agosto, mesma data em que saiu um cargo em comissão na Secretaria de Educação da cidade.

A vereadora ainda não se manifestou a respeito da denúncia.

 Paraiba.com