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Com aplicativos para celular, eleitores podem denunciar compra de votos e acompanhar eleições

smartfoneDe olho na conectividade cada vez maior dos brasileiros, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desenvolveu 11 aplicativos para smartphones e tablets para que os eleitores participem mais ativamente do processo eleitoral deste ano. Com os apps, é possível acompanhar o resultado das eleições municipais, fazer denúncias de irregularidades e até participar da verificação do número de votos registrados nas urnas eletrônicas.

“Desde que o processo se tornou informatizado, há 20 anos, o compromisso da Justiça Eleitoral é justamente utilizar os recursos e as funcionalidades que a tecnologia proporciona e evoluir o processo eleitoral na mesma velocidade que evolui a tecnologia”, diz o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino. Os aplicativos estão disponíveis para as plataformas IOS e Android. Atualmente, existem mais de 196 milhões de acessos em internet móvel no país, incluindo 3G e 4G.

Uma das principais apostas do TSE para este ano é o aplicativo Pardal, que permite que os eleitores façam denúncias de propaganda eleitoral irregular, tanto nas ruas como na internet e em veículos de comunicação. A denúncia é feita pelo próprio aplicativo, com o envio de fotos, vídeos ou áudios. Por exemplo, se um eleitor encontrar um outdoor de um candidato na rua, que é proibido, pode tirar uma foto e mandar pelo aplicativo, que automaticamente envia a denúncia para análise do Ministério Público Eleitoral. Também é possível denunciar outras irregularidades como compra de votos, uso da máquina administrativa ou gastos irregulares.

Em três semanas, o aplicativo já recebeu mais de 25 mil registros de irregularidades de todo o país. Janino estima que o número de denúncias deve subir com a proximidade das eleições, mas destaca que mais importante que isso é o caráter pedagógico das denúncias. “Sabendo que está sendo vigiado pelo cidadão, o candidato tem um comportamento adequado ao que prevê a lei”, diz.

Outra novidade deste ano é o aplicativo Boletim na Mão, que permite que, ao final da votação, os eleitores conheçam os votos depositados em uma urna eletrônica específica. Quando a eleição é encerrada, a urna apura os votos automaticamente e imprime o resultado em papel, que é distribuído para os fiscais e afixado na porta da seção eleitoral. O boletim tem um QR code, que é uma espécie de código de barras que pode ser escaneado pela maioria dos aparelhos celulares com câmera fotográfica. Com esse código, por meio do aplicativo, o cidadão poderá ter as informações dos votos daquela urna para depois comparar com o que é divulgado oficialmente.

“É uma forma de o cidadão comum também acompanhar e auditar o trâmite das informações que saem das urnas eletrônicas. É um processo simples, mas de uma importância estratégica, porque significa que no exato momento em que se encerra a votação o resultado já se torna de conhecimento público. Então, tudo o que acontece dali para a frente é facilmente verificável”, explica Janino.

Com o aplicativo Candidaturas, o eleitor pode analisar os dados de cada candidato, como nome, foto, planos de governo e dados de prestação de contas. O eleitor também pode “favoritar” seu candidato, para acompanhar seu desempenho posteriormente. “Essa é uma característica do eleitor brasileiro, de esquecer do candidato em quem votou, principalmente considerando nos cargos proporcionais”, diz o secretário do TSE.

Alguns aplicativos ainda não estão disponíveis, mas poderão ser baixados nos próximos dias. É o caso do Onde Votar ou Justificar, que informa o local exato de votação e o melhor caminho para que o eleitor vá até sua seção. O aplicativo Resultados, que permite o acompanhamento da totalização de votos em todos os municípios em tempo real, também deve ser disponibilizado em breve. Esse foi o aplicativo mais baixado da Apple Store em 2014 nas vésperas das eleições. Nas eleições 2014, o TSE colocou quatro aplicativos à disposição dos eleitores.

Alguns aplicativos são mais voltados para os funcionários da Justiça Eleitoral, como o Mesários, que disponibiliza informações para quem vai trabalhar nas eleições, como a forma de preparar a seção, a identificação do eleitor e a proibição de propaganda no dia da votação. O QRUEL e o Checkup da Urna são para uso de servidores da Justiça Eleitoral e servem para verificar o funcionamento correto das urnas eletrônicas.

Todos os aplicativos foram desenvolvidos de forma colaborativa por técnicos do TSE e dos tribunais regionais em todo o país. Para o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, essa tecnologia contribui para uma maior participação dos cidadãos no processo eleitoral. “Os aplicativos trazem informações consistentes, de uma forma facilitada, objetiva e didática, e permitem que o eleitor interaja no processo, buscando cada vez mais um processo democrático e rígido com relação ao cumprimento das leis e dos direitos do cidadão brasileiro”, diz.

>> APLICATIVOS
Veja os aplicativos disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral para as eleições deste ano

Pardal – Permite a notificação de irregularidades nas campanhas. Ao identificar um problema, o cidadão tira uma foto e, por meio do aplicativo, envia as evidências para a Justiça Eleitoral no estado ou município, que fará a análise da denúncia.

Candidaturas – Permite que o eleitor acompanhe o seu candidato e acesse informações como nome, número, situação do registro de candidatura, cargo, partido, coligação e o link para o site do candidato. O dispositivo também exibe os dados da prestação de contas dos políticos.

Mesários – Leva informações a cerca de dois milhões de colaboradores que participam do processo eleitoral, com instruções, orientações e perguntas e respostas.

Agenda JE – Reúne todos os acontecimentos previstos para as eleições municipais e permite a notificação automática dos os prazos constantes do calendário.

JE Processos – Permite acompanhar o andamento dos processos no TSE e nos tribunais regionais eleitorais.

Eleições 2016 – Reúne informações para o eleitor em uma única tela, como situação do título, orientações sobre justificativa, local de votação, informações sobre propaganda eleitoral e contatos do Disque-Eleitor. Estará disponível nos próximos dias.

Onde votar ou justificar – Mostra o local de votação e postos de justificativa em todo o Brasil. Por meio do georreferenciamento, ajuda a traçar o melhor caminho para que o eleitor chegue à sua seção eleitoral. Estará disponível brevemente.

Boletim na Mão – Permite que o eleitor confira as informações contidas nos Boletins de Urna, que são impressos após o encerramento da votação e afixados nas seções eleitorais. Estará disponível nos próximos dias.

Resultados – Vai permitir acompanhar, em tempo real, os dados do resultado da eleição em todo o Brasil. Também permite selecionar os candidatos favoritos e selecioná-los para acompanhar a apuração. Estará disponível brevemente.

QRUEL – Com o app, um servidor da Justiça Eleitoral pode ligar a urna e fotografar o QR Code que aparece na tela. Esse código detalha se a urna eletrônica está operando de forma correta e, caso a urna apresente problema, o TRE poderá substituí-la antes da eleição. Estará disponível nos próximos dias.

Checkup da urna – Desenvolvido para uso dos técnicos da Justiça Eleitoral, o dispositivo faz uma checagem das funcionalidades gerais das urnas, o que permite atuar preventivamente na sua manutenção. Estará disponível nos próximos dias.

Agência Brasil

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Vereadores são flagrados bêbados em sessão e Câmara na PB compra bafômetro

camaraA irresponsabilidade de alguns vereadores da Câmara Municipal de Piancó, no Sertão da Paraíba, a 395 quilômetros de João Pessoa, fez com que o presidente da Casa, Pedro Aureliano (PMDB), adotasse uma medida inusitada. A Câmara adquiriu um bafômetro, e segundo o vereador, o objetivo é coibir que parlamentares voltem a participar das sessões embriagados.

Pedro Aureliano contou que alguns dos 11 vereadores da Casa foram flagrados durante o trabalho na Casa Padre Manoel Otaviano sob efeito de álcool e até uma garrafa de uísque foi levada para uma das sessões.

“O motivo da compra é porque estava vindo alguns vereadores para as sessões da Câmara embriagados, inclusive, chegou a acontecer de cair uma garrafa de uísque em plena sessão no plenário da Câmara. Então, a mesa diretora tomou a atitude de pedir um bafômetro para coibir essas coisas”, explicou o presidente em entrevista ao programa Correio Debate, da Rede Correio Sat, nesta terça-feira (2).

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Segundo ele, o equipamento que serve para medir o grau de alcoolemia pelo teor alcoólico da expiração dada por uma pessoa ainda não foi utilizado pelos vereadores, mas destacou que só a compra do bafômetro mostrou resultados positivos.

“Com a compra desse equipamento, a vinda de vereadores embriagados não aconteceu mais. Na verdade, a gente teve que ter esse intuito porque se continuasse vindo dessa forma a gente iria fazer uma mudança no Regimento Interno para coibir esses vício”, avisou.

 

 

portalcorreio

Família compra celular em site e recebe pedaço de cerâmica na Paraíba

compras-na-internetUma família de João Pessoa teve uma surpresa ao receber uma encomenda em casa. Eles tinham comprado um celular em um site de comércio eletrônico, mas na caixa chegou um pedaço de cerâmica. A família se recusou a receber a encomenda, que foi devolvida ao entregador.

A dona de casa Eliane Maciel diz que já entrou em contato com o site onde fez a compra, mas não gostou da resposta. “A empresa disse que vai reembolsar, só que eles me pediram até o fim do mês. Isso é um absurdo”, reclamou.

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O secretário de Defesa do Consumidor de João Pessoa, Helton Renê, dá dicas para o comprador escapar desses casos. “É fundamental o consumidor saber da procedência do produto. Mesmo sendo uma loja virtual, ele tem que ter o endereço fixo do seu escritório. Tem que ter telefone. Tem que ter também, por lei, o CNPJ”, disse. Apenas em 2015, o Procon de João Pessoa abriu 92 processos contra sites de comércio eletrônico.

G1

Cassado por compra de votos no passado, Cunha Lima diz que impeachment será pedido em maio

cassioO senador Cássio Cunha Lima, líder do PSDB no Senado, que em 2006 perdeu o mandato de governador da Paraíba por compra de votos, disse ao jornalista Josias de Souza (leia aqui) que o impeachment da presidente Dilma Rousseff será pedido em maio.

“Estamos só esperando que o doutor Miguel Reali Júnior conclua um parecer jurídico”, disse o senador. “Esse parecer depende de uma perícia que pedi ao TCU sobre as pedaladas fiscais do governo. Devemos formalizar em maio.”

Esse argumento, no entanto, vem sendo rechaçado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). “Como se trata do mandato anterior, eu não vejo como pode resultar numa responsabilidade do atual mandato.”

Segundo Josias de Souza, Cunha Lima abordou Cunha e tentou convencê-lo a mudar de posição. “Prevalecendo essa tese do mandato anterior, haverá uma mudança profunda na jurisprudência do STJ, que tem mais de uma centena de decisões contra prefeitos, punidos inclusive com perda do mandato. O Judiciário não faz distinção entre o primeiro e o segundo mandato. Aplica a tese da ação continuada.”

 

 

brasil247

Crédito para reformar ou compra de material de construção está mais caro

Foto: Leonardo Silva Para lojistas do setor da construção, a medida deve impactar negativamente no mercado paraibano, que já registrou retração de até 30% no mês de janeiro
Foto: Leonardo Silva
Para lojistas do setor da construção, a medida deve impactar negativamente no mercado paraibano, que já registrou retração de até 30% no mês de janeiro

O financiamento para a reforma ou compra de material de construção ficou mais caro pela linha de crédito da Caixa Econômica Federal, o Construcard. A instituição financeira elevou neste mês as taxas de juros mensais do programa, que antes era de 1,50% a 2,33% e agora varia de 1,60% a 2,40%. Para lojistas do setor da construção, a medida deve impactar negativamente no mercado paraibano, que já registrou retração de até 30% no mês de janeiro em João Pessoa, comparado ao mesmo período do ano passado.

O teto dessa faixa vale para os empréstimos com prazos mais longos de pagamento e para clientes sem relacionamento com o banco. Com a dificuldade de acesso ao crédito, dentro de um contexto econômico de reajustes como a do combustível e inflação em alta, os donos de lojas de material de construção na capital paraibana mostram-se preocupados com a situação das empresas e não esperam recuperação das perdas a curto prazo.

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“Estamos tentando equilibrar as finanças porque o futuro é de incertezas. Em janeiro enfrentamos queda de 20% a 30% e já estamos prevendo um primeiro semestre também de queda, que pode chegar a 40%”, revelou o proprietário da loja “Torres Telhas”, José Torres de Abrantes. De acordo com José Torres, a alta do combustível por causa do reajuste do PIS/Cofins (R$ 0,22 por litro da gasolina e R$ 0,15 por litro do diesel) já repercute no preço do frete e mesmo com a retração nas vendas, este aumento será repassado para o consumidor ainda este mês.

“Já estou pagando mais caro pelo frete cerca de 10% e até agora isso não foi passado para o consumidor. No entanto, não temos mais como segurar os preços e vamos reajustar este mês. E com este crédito mais caro, com certeza o mercado vai ser influenciado”, ressaltou Torres.

A gerente do Depósito Santa Júlia, Jandira de Albuquerque, frisou que desde o mês de dezembro já percebeu uma redução nas vendas. E em janeiro a baixa já chegou a 15% comparado ao mesmo período de 2014.

“Agora, com este fechamento no acesso ao crédito o impacto será negativo. Do jeito que vai, o negócio vai se arrastando e acredito que a tendência vai ser de queda até junho”, revelou.

De acordo com Jandira Albuquerque, os reajustes que passaram a vigorar há algumas semanas já encareceram produtos como areia e cimento. “Temos que repassar esta alta para o consumidor. Somente o saco de cimento aumentou R$ 1,50 e hoje custa R$ 26”.

Para tentar sobressair neste momento de crise, os empresários tentam reduzir ao máximo as despesas das empresas e evitam contratar mão de obra, optando por empregados terceirizados.

Segundo a Caixa, o alinhamento das taxas de juros do produto Construcard teve por finalidade manter a competitividade do produto, considerando as alterações da taxa básica de juros Selic. O banco lembrou que mesmo com o reajuste, as taxas adotadas, aliadas às condições de prazo e limites, permanecem as mais atrativas do mercado.

Salário mínimo atinge maior poder de compra em 50 anos, informa BC

dinheiroAtualmente em R$ 788, o salário mínimo atingiu, em janeiro, o maior poder de compra desde agosto de 1965, revela levantamento divulgado pelo Banco Central (BC). De acordo com o Boletim Regional do BC, apresentado em Porto Alegre, apenas no período entre julho de 1964 e julho de 1965 o salário mínimo comprava mais do que hoje, em valores corrigidos pela inflação.

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De acordo com o Banco Central, a valorização do salário mínimo tem determinado, em parte, a elevação da renda real dos trabalhadores nos últimos anos, principalmente dos empregados de menor renda e dos beneficiários da Previdência Social. De 2003 a 2014, o rendimento médio da população ocupada com renda de até um salário mínimo cresceu 52% a mais do que o salário mínimo. O movimento pode ser explicado pela formalização do mercado de trabalho, que atraiu profissionais que ganhavam menos que o mínimo.

Para a população que ganha de 1 a 1,5 salário mínimo, o rendimento médio real do trabalhador subiu 1% a mais que o mínimo de 2003 a 2014. Na faixa de 1,5 a 3 salários mínimos, o indicador aumentou 23% a menos que a correção do mínimo. Para a população que ganha mais de 3 salários mínimos, o rendimento médio real subiu 53% a menos que o mínimo.

Segundo o BC, 28,2% dos trabalhadores brasileiros recebem o salário mínimo e 54,4% ganham de 1 a 3 salários mínimos. De acordo com o órgão, a política de valorização do salário mínimo é a grande responsável pela recuperação do poder aquisitivo dessa faixa de renda. Desde 2008, o salário mínimo é reajustado a cada ano com base no crescimento do Produto Interno Bruto (PÌB) de dois anos anteriores e da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior.

O INPC mede a inflação para as famílias de menor renda, de até seis salários mínimos. A fórmula garante a reposição da inflação a cada ano. Caso a economia tenha crescido dois anos antes, o cálculo garante aumento real – acima da inflação – para o salário mínimo. A política de valorização chega ao fim neste ano. No início de janeiro, a presidenta Dilma Rousseff assegurou que a fórmula será mantida para os próximos quatro anos, mas o Congresso precisa aprovar um projeto de lei sobre o tema.

Apesar dos avanços no rendimento dos trabalhadores, o Banco Central alerta que a política de valorização do mínimo está aumentando o custo médio da mão de obra. Na indústria, as elevações da renda não estão sendo acompanhadas pelo aumento do emprego. De 2012 a 2014, a população ocupada na indústria caiu, embora o rendimento médio tenha subido. Isso indica que menos pessoas trabalham hoje na indústria ganhando, em média, mais do que em 2012.

A valorização do salário mínimo também é constatada por outros órgãos, como o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo levantamento divulgado no mês passado, o salário mínimo de R$ 788 compra 2,22 cestas básicas, a melhor relação desde 1979. De acordo com o documento, o mínimo subiu 76,54% acima do INPC desde 2003, mas está longe do ideal. Para o Dieese, o salário mínimo que cobriria as necessidades básicas de uma família de quatro pessoas corresponderia a R$ 3.118,62.

Agência Brasil

Deputado novato compra briga de Ricardo Marcelo e fica numa situação difícil na Assembleia Legislativa

renatoAs constates posições do deputado novato Renato Gadelha (PSC) que comprou a briga da oposição e anunciou recorrer na Justiça contra a unificações de eleições na Assembleia Legislativa não foi bem digerida pelo principal concorrente do presidente Ricardo Marcelo (PEN), o socialista Adriano Galdino que conta com o apoio do Pálácio da Redenção na disputa.

Galdino que não é de ter papas na língua, partiu para confronto verbal e mandou um recado para o representante de Sousa na Casa de Epitácio Pessoa. Galdino disse que é legal a realização de duas eleições no mesmo dia:

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“Claro que é permitida. Eu vou ensinar ao deputado Renato Gadelha que uma frase que é praxe e que é lei maior na Assembleia é que o plenário é soberano. Tudo aquilo que o plenário decide, inclusive mudanças no regimento, é válido. Então o plenário vai decidir, e decidindo, é lei, tem validade”, alfinetou Galdino demonstrando convicção que no dia 1º de fevereiro Renato Gadelha terá que engolir cada palavra.

O socialista que tem Gervazio Maia Filho (PMDB) como companheiro no biênio 2017-2018 defendeu uma novos ares na Assembleia Legislativa.

“O que acontecia antes era antecipar a eleição para que o presidente que estava no cargo se perpetuasse no poder. Estamos fazendo diferente. Estamos querendo promover a renovação, a alternância de poder, que é uma coisa que a ALPB precisa fazer há um bom tempo”, disparou, Assim como Tião Gomes (PSL) e Lindolfo Pires (DEM) não são digeridos pelo presidente Ricardo Marcelo, o grupo de Adriano Galdino já escolheu o seu primeiro algoz: Renato Gadelha.


PB Agora

Cartão do Bolsa Família pode estar sendo usado para compra de drogas

apreensãoO cartão do Bolsa Família pode estar sendo utilizado como moeda de troca em comércio de drogas na cidade de Patos, Sertão paraibano. Ontem, a PM estourou uma ‘boca de fumo’ e com os supostos traficantes foram apreendidos, além de pedras de crack , telefones celulares, talão de cheque, notebook, tablete, diversos cartões do Bolsa Família.

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As investigações apontam que os traficantes estavam retendo cartões do Bolsa Família de alguns viciados que compravam drogas. Esse fato será investigado pela Polícia Civil que abriu inquérito.

Os supostos traficantes Francinaldo “Peba” e o outro conhecido como Silvio foram presos conduzido para a Delegacia de Polícia Civil (DPC). Um menor foi apreendido.

 

patosonline

Intenção de compra no Natal é a menor em 6 anos

comprasA árvore de Natal dos brasileiros deve ficar mais modesta neste ano, diante da sinalização de que as compras serão mais enxutas e a busca por promoções será maior. Um quesito especial da Sondagem do Consumidor da FGV (Fundação Getulio Vargas) mostra que a intenção de compras de Natal pelas famílias atingiu o menor nível desde 2008, no auge da crise mundial. Ao todo, 43% dos entrevistados pretendem gastar menos neste fim de ano.

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Para o comércio, os sinais são de vendas fracas na data comemorativa mais relevante para o setor. O indicador que calcula a intenção dos gastos dos consumidores para o Natal ficou em 69 pontos, queda de 11,6% em relação a 2013 — a pergunta é feita nas sondagens de novembro. Enquanto quase metade das famílias deve apertar o cinto do orçamento natalino, apenas 12% pretendem ampliar os gastos com presentes. Os demais manterão o valor reservado à data no ano passado.

Em 2013, 34,2% dos consumidores pretendiam reduzir as compras. Os dados foram obtidos com exclusividade pelo Broadcast, serviço em termo real da Agência Estado.

Para a instituição, os dados mostram que o consumidor brasileiro será “especialmente parcimonioso com os gastos de Natal este ano”. Desde o início de 2014, economistas da FGV destacam a postura cautelosa das famílias, diante de uma percepção menos favorável sobre a economia, do crédito mais caro, do peso maior da inflação no orçamento doméstico e da insegurança em relação ao mercado de trabalho.

Só neste ano o ICC (Índice de Confiança do Consumidor) já recuou 14%, ao menor patamar desde dezembro de 2008. “O quesito mostra que a cautela em relação às compras se transfere para o Natal”, afirma a economista da FGV Tabi Thuler Santos, responsável pelo levantamento.

— As expectativas pioraram em novembro, e há perspectiva de aumento de juros e inflação alta. Não esperamos recuperação da confiança no curto prazo. Cortes – Para fugir dos grandes gastos, a funcionária pública Márcia Araújo, de 37 anos, vai apostar no “amigo-secreto”. Ainda assim, os brinquedos para a filha devem engordar a lista de presentes. Ao todo, ela pretende gastar R$ 400, cem reais a menos do que no Natal passado. — Quero tentar diminuir o valor por causa da inflação. Os preços estão mais altos.

Já a secretária Rosana Mourão, de 39 anos, aguarda o pagamento da segunda parcela do 13.º salário para decidir os presentes — já que a primeira parte foi toda empenhada em dívidas.

— Já cortei muitas coisas, vou comprar presentes só para as três crianças da família.

Nas contas da secretária, os gastos devem chegar a R$ 100, um terço do orçamento natalino de 2013.

Apesar disso, há quem tenha ampliado os gastos. Em sua estreia como Papai Noel, no centro do Rio, o estudante de engenharia Daniel Resende, 21 anos, gastou R$ 500 com brinquedos, algo inexistente em sua lista do ano passado.

— Acho que é meu dever ajudar, então comprei cem brinquedos para doar.

Preço médio – Com mais gente querendo poupar, o preço médio previsto para os presentes também caiu para R$ 59,64 neste ano. Trata-se do menor valor de toda a série histórica apurada pela FGV. Ao todo, mais pessoas pretendem dar presentes cujo custo fique em até R$ 20. “Pode ser que o consumidor esteja buscando comprar em promoções”, afirma Tabi.

Para o comércio, que já amargou um ano de vendas fracas, o resultado indica que o Natal não será alentador. A principal data comemorativa para o setor deve ter movimento pouco acima do registrado em 2013. A FGV espera que seja o pior desempenho desde a crise. Já a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) prevê avanço de 2,3% no volume de vendas neste Natal em relação ao ano passado. Essa projeção vem sendo constantemente revisada para baixo e aponta para o pior final de ano desde 2004, quando o cálculo começou a ser feito pela instituição.

R7

Anvisa muda regra para compra de medicamento similar

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada nessa segunda-feira (13) no Diário Oficial da União estabelece os requisitos necessários para que um medicamento similar possa substituir o de referência ou de marca.

Pela nova regra, os similares que já tenham comprovado equivalência farmacêutica com o medicamento de referência da categoria poderão declarar na bula que são substitutos dos remédios de marca.

De acordo com a Anvisa, a medida poderá ser adotada pelos fabricantes a partir de 1º de janeiro de 2015. As alterações na bula devem ser feitas em um prazo de 12 meses.

A agência informou que vai manter uma lista atualizada dos similares intercambiáveis para orientar médicos, farmacêuticos e pacientes sobre quais produtos têm equivalência já comprovada.

No início do ano, a Anvisa anunciou que os medicamentos similares seriam mais uma opção aos de referência ou de marca, como já ocorre com os genéricos. Isso significa que a mesma prescrição médica, que atualmente permite a compra de um remédio de marca ou de um genérico, permitirá também a aquisição do similar, que contém os mesmos princípios ativos, a mesma concentração e a mesma posologia que o de referência.

Agência Brasil