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Greve não impacta preço dos combustíveis, diz Petrobras

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse hoje (20) que não há qualquer relação entre a greve dos petroleiros e o preço dos combustíveis no país. O executivo concedeu entrevista coletiva ao lado de diretores da companhia para comentar os resultados financeiros da estatal, apresentados na noite de ontem (20).

“Não há relação nenhuma [entre greve e preço de combustíveis]. O preço da gasolina subiu simplesmente porque os preços internacionais traduzidos em reais subiram”, disse Castello Branco, que afirmou que não existe risco de desabastecimento, já que a empresa vem contratando equipes de contingência. “Não houve perda de uma gota de produção que queríamos realizar.”

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O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, descartou qualquer relação entre a greve dos petroleiros e o aumento do preço dos combustíveis  – Tânia Rêgo/Arquivo Agência Brasil

Castello Branco também argumentou que o mercado de combustíveis é aberto, e que as importações têm condições de abastecer o mercado. “Estamos preparados para enfrentar uma longa greve, tendo gente profissional, de alta qualidade e qualificada para operar tanto as plataformas como as refinarias.”

Apesar disso, o diretor de relações institucionais da estatal, Roberto Ardenghy, disse que a empresa tem uma expectativa positiva para a reunião de amanhã com representantes dos petroleiros, no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Segundo ele, uma das pré-condições para o diálogo é o encerramento da greve, e a empresa está reunindo informações para conferir se essa exigência será cumprida.

Em nota divulgada hoje (20), o Conselho Deliberativo da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e as direções sindicais de todo o país indicaram a suspensão provisória da greve. O indicativo destaca ainda que a greve será retomada, caso não haja avanços na mediação feita pelo tribunal.

Paralisação

A manutenção dos empregos na Araucária Nitrogenados (Ansa), que pertence à Petrobras e deve ser fechada, é uma das pautas da greve dos petroleiros, que também cobra o cumprimento do acordo coletivo de trabalho. A FUP contabiliza que o fechamento da Araucária Nitrogenados (Ansa) vai significar a demissão de cerca de mil pessoas.

“Com relação aos funcionários da Ansa, estamos oferecendo um pacote bem competitivo em termos de desligamento, oferecendo não só uma indenização reforçada, mas assistência médica, assistência educacional e um programa de requalificação profissional”, disse Ardenghy.

O presidente da estatal detalhou que, por parte da Petrobras, serão 396 demissões. “O restante pertence a empresas que fornecem mão de obra. Elas podem não necessariamente demitir seus empregados e podem absorver em outras atividades”, disse ele, que afirmou que a fábrica de fertilizantes trazia prejuízos a estatal desde que foi comprada e será fechada porque não despertou o interesse de investidores.

Castello Branco criticou ainda pessoas que teriam ameaçado um aposentado da estatal que se dispôs a trabalhar nas equipes de contingência. Segundo o presidente da Petrobras, o aposentado e sua família foram assediados no prédio em que moram. O executivo disse que ligou para ele: “Mostrei nosso repúdio a essas atividades que consideramos terrorista e oferecemos proteção a ele e a sua família”.

Dívida

Ao longo do ano de 2019, a Petrobras reduziu seu endividamento em 24 bilhões de dólares, dado que recebeu destaque do presidente da empresa durante a coletiva. “É muito dinheiro para qualquer companhia”, afirmou ele, que justificou que a grande dificuldade de reduzir a dívida é seu tamanho, que supera 80 bilhões de dólares.

Castello Branco destacou que, com os desinvestimentos, a empresa não busca ser menor, mas melhor, com a concentração dos recursos em ativos de maior valor. “Se não tivéssemos desinvestido, não teríamos capacidade financeira de ir para o Leilão de Excedentes de Cessão Onerosa e comprar um ativo tão maravilhoso quanto [o campo de] Búzios”, disse se referindo à aquisição dos excedentes do campo, que foi o mais caro do leilão realizado no ano passado.

Os executivos da Petrobras também comentaram sobre possíveis impactos do novo coronavírus, epidemia que tem como epicentro a China, o principal comprador do petróleo brasileiro. A diretora de refino e gás natural, Anelise Lara, disse que a China reduziu sua demanda por petróleo devido à crise, mas esse patamar deve ser recuperado.

“A gente acredita que a exportação para a China vai continuar forte. É claro que podem haver reduções de demanda pontuais, como agora”, disse a diretora, que contou que a empresa vem buscando aumentar suas exportações para a Europa, os Estados Unidos e a Índia.

Apesar dessa queda de demanda no país asiático, a Petrobras afirma que ainda não sentiu o efeito no volume de vendas. “Não teve efeito nas quantidades, mas teve efeito nos preços, evidentemente, porque os mercados antecipam os efeitos na atividade econômica”, disse Castello Branco, que acredita que a queda de preços vai se refletir nos resultados do primeiro trimestre, o que considerou prematuro quantificar.

Edição: Lílian Beraldo

Agência Brasil

 

 

Governo estuda mudar forma de cobrança de imposto sobre combustíveis para baratear preço, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (15) que apresentou ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, uma proposta para alterar a forma da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis.

O ICMS é um imposto estadual, cobrando sobre venda de produtos. As tarifas variam de acordo com as mercadorias. Alterações no modelo dependem de aprovação no Congresso.

Atualmente, o ICMS é cobrado no momento da venda do combustível no posto de gasolina. Para Bolsonaro, a cobrança deve ser feita no valor do combustível vendido na refinaria. Bolsonaro destacou que, com a mudança, o consumidor sentiria na bomba as reduções feitas pela Petrobras no preço dos combustíveis.

Na explicação do presidente, isso ocorreria porque o valor do produto na refinaria é menor.

“Apresentei uma proposta que vai ser estudada na questão do ICMS”, disse. “Hoje em dia o ICMS é cobrado em cima do preço final da bomba. Em torno de R$ 5 o preço do combustível, então em média 30% (de ICMS), dá R$ 1,50. Se cobrar na refinaria, o preço da refinaria está em R$ 2, teria que ser cobrado 75% para equilibrar. Mas nós queremos mostrar que a responsabilidade final do preço não é só do governo federal”, afirmou o presidente após se reunir com o ministro Bento Albuquerque.

Bolsonaro afirmou que, se o Ministério da Economia entender que a proposta é positiva, o governo vai levar a ideia adiante. “Vamos arredondar os números aqui”.

A alteração de impostos e tributos será discutida no Congresso a partir da volta do recesso parlamentar, em fevereiro, na tramitação da reforma tributária. Mudanças no ICMS, no entanto, são um tema delicado politicamente, porque poderiam afetar as arrecadações dos estados.

Venda direta

Mais cedo, em entrevista na saída da residência oficial do Palácio da Alvorada, Bolsonaro também falou sobre medidas para baratear o combustível para o consumidor.

Ele disse que tem debatido com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), uma forma de permitir a venda direta de combustíveis, como etanol e gasolina, do fornecedor para o posto, sem passar por distribuidoras.

“Ontem [terça], estive com o Rodrigo Maia e conversei com ele sobre esse assunto, não é apenas venda direta do etanol para o posto de combustível. É de outros derivados também. Nós importamos óleo diesel, gasolina. Porque não ir do porto diretamente para o posto de gasolina? Porque tem que viajar centenas de quilômetros?”, argumentou Bolsonaro.

G1

 

Preços dos combustíveis têm alta no início de janeiro, diz ANP

Os preços dos combustíveis subiram neste início de ano, segundo dados divulgados nesta terça-feira (7) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com o levantamento, o valor médio da gasolina por litro para o consumidor subiu 0,07%, para R$ 4,558, na semana encerrada em 4 de janeiro. Foi o décimo aumento seguido.

Já o preço do diesel avançou 0,75% na semana, para R$ 3,779 por litro, em média. O preço do etanol também teve alta no período do levantamento. O avanço foi de 0,54%, para R$ 3,174 por litro.

Os valores são uma média calculada pela ANP com dados coletados em postos em diversas cidades pelo país. Os preços, portanto, variam de acordo com a região.

Tensão Irã e Estados Unidos

O preço do barril de petróleo subiu para o patamar de US$ 70 na segunda-feira, depois que um ataque aéreo dos EUA no Iraque matou o comandante militar iraniano Qassem Soleimani na quinta-feira (2), aumentando as preocupações sobre uma escalada nos conflitos no Oriente Médio e o possível impacto das tensões sobre o fornecimento de petróleo.

Nesta terça-feira, o preço do petróleo fechou em queda, conforme os investidores reconsideravam a probabilidade de impactos imediatos sobre a oferta no Oriente Médio.

Com o agravamento da crise entre Irã e Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro se reuniu com integrantes da equipe econômica nesta semana para discutir o impacto nos preços dos combustíveis. Uma das medidas em estudo é a criação de um fundo para compensar as variações no preço do petróleo.

G1

 

Conflito EUA X IRÃ deve refletir no preço dos combustíveis na PB, afirma sindicato

EUA X IRÃ, vem promovendo uma aflição no mundo, não só pelo fato disso poder desencadear mais um conflito armamentista no mundo, mas também pelo fator econômico, tendo em vista a grande influencia no setor petroleiro que o Irã tem ainda no mundo. E os efeitos disso podem elevar os preços dos combustíveis na Paraíba é o que prever os representantes do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado da Paraíba (Sindipetro/Paraíba).

Segundo o Sindipetro/PB, a Petrobras ainda não anunciou nenhuma alteração, o mesmo acontece em relação às distribuidoras. A Sindipetro informou ainda que segue acompanhando o desenrolar dos fatos entre Estados Unidos e Irã. Ainda assim, caminhoneiros, motoristas e empresários de postos de gasolina estão apreensivos com essa situação, pois pode afetar os preços dos combustíveis no Brasil e, consequentemente, na Paraíba.

A estatal divulgou uma nota na última sexta feira (3) que seguirá acompanhando o mercado e decidirá oportunamente sobre os próximos ajustes nos preços. “Estava previsto um aumento do combustível do diesel e gasolina no final de janeiro, ou início de fevereiro, com a ameaça de guerra a Petrobras está aguardando as consequências e consolidação dos fatos”, afirmou.

 

pbagora

 

 

Ataque dos EUA impactará no preço dos combustíveis, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (3) que o ataque feito pelos Estados Unidos a um comboio no Iraque, que resultou na morte do comandante de alto escalão da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, deverá impactar no preço dos combustíveis no Brasil. Bolsonaro descartou a possibilidade de tabelar o preço do produto para controlar impactos e disse que vai discutir o assunto com a equipe econômica e com o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno.

O ataque norte-americano nas proximidades do Aeroporto de Bagdá pode acirrar o clima de tensão e provocar reflexos em todo o mundo. “Tive algumas informações [sobre o ataque] nessa madrugada, e vou me encontrar com o Heleno [do GSI] para me inteirar sobre o que aconteceu para, depois, emitir juízo de valor”, disse o presidente ao deixar o Palácio do Alvorada.

Apesar de admitir a preocupação com reflexos da crise internacional sobre a economia do país, o governo não pretende intervir em políticas de preços como o tabelamento. “Que vai impactar, vai. Agora vamos ver nosso limite aqui, porque já está alto, e se subir mais, complica. Mas não posso tabelar nada. Já fizemos esse tipo de política de tabelamento antes e não deu certo. Vou agora conversar com quem entende do assunto”, completou. Bolsonaro tentou contato com o presidente da Petrobras, Roberto da Cunha Castello Branco, mas eles ainda não conseguiram conversar sobre o assunto.

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender a quebra do monopólio da Petrobras como uma alternativa para baratear os combustíveis. “Temos de quebrar o monopólio [para evitar a alta dos combustíveis]. A distribuição é ainda o que mais pesa no preço, e depois o ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços], que é um imposto estadual”, acrescentou ao ressaltar que, por o ICMS incidir sobre bases de preços maiores, o aumento do preço acaba agradando governadores, uma vez que aumenta também as receitas.

Para Bolsonaro, o Brasil já chegou ao limite no que se refere a cobrança de impostos. “Não dá para aumentar mais imposto no Brasil. Ponto final. No ano passado pagamos por dia mais de R$1 bilhão em juros. Foram R$ 400 bilhões por ano. A Europa foi reconstruída, pós 2ª guerra mundial, um montante desse. Então, por ano, pagamos uma reconstrução da Europa”, disse. Ele ainda lembrou que a queda da taxa básica de juros (Selic) para 4,5% ao ano resultou em uma economia de R$ 110 bilhões no corrente ano.

EUA

Em fevereiro, Bolsonaro viajará aos EUA para visitar empresários militares do setor energético interessados em apresentar ao presidente uma tecnologia de transmissão de energia elétrica sem meio físico (linhas de transmissão).

“Se isso for real, de acordo com a distância vamos resolver o problema de energia elétrica de Roraima, passando por cima da floresta. Estamos há sete anos tentando fazer o Linhão de Tucuruí e não conseguimos. Em consequência pagamos mais de R$ 1 bilhão em subsídios, porque não pode passar a linha de transmissão costeando uma reserva indígena. Isso é o Brasil”, disse o presidente.

PB Agora

 

 

Policiais do 4º BPM prendem em Belém suspeito de roubo a posto de combustíveis em João Pessoa

Policiais da 3ª Companhia do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) prenderam, na noite dessa quinta-feira (7), na cidade de Belém, um homem que, de acordo com informações do Núcleo de Inteligência da Polícia Militar de João Pessoa, teria participado de um roubo a um posto de combustíveis no bairro do Cuiá, na capital do Estado, durante o dia, e estaria em Belém. De posse das informações, a guarnição comandada pelo cabo Mendonça realizou rondas e localizou o suspeito, que confessou a participação no crime. Ele foi conduzido pelos policiais militares para a delegacia.

OUTRA PRISÃO POR ROUBO – Em Juarez Távora, um homem foi preso em flagrante suspeito de roubo depois que a guarnição comandada pelo cabo Edjair realizava rondas e foi solicitada pela vítima que relatou que, ao chegar em sua residência por volta das 22h40, foi abordada por um homem pedindo um copo d’água. No momento em que ia entrar, foi empurrado pelo suspeito, que passou a agredi-lo com socos e, posteriormente, roubou o seu aparelho de telefone celular. Em seguida fugiu, mas foi localizado e preso pelos militares, tendo sido reconhecido pela vítima.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Postos de combustíveis têm bombas interditadas na Capital

Quatro postos de combustíveis em João Pessoa sofreram interdições em bicos por irregularidades na vazão, durante fiscalização do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (MP-Procon) em parceria com Procon Estadual, Corpo de Bombeiros e Instituto de Metrologia e Qualidade da Paraíba (Imeq-PB).

De acordo com o balanço divulgado nesta quinta-feira (4), pelo MP-Procon, apenas um estabelecimento de doze fiscalizados, estava totalmente regular. Em seis postos, o Imeq encontrou irregularidades, fez autuações e concedeu prazo para correção dos problemas identificados junto ao setor técnico do órgão. Nove postos de combustíveis também foram notificados pelo Procon-PB para fazer adequações. O Corpo de Bombeiros não identificou irregularidades em nenhum dos estabelecimentos.

As fiscalizações duraram três dias. Foram fiscalizados quatro postos de combustíveis localizados no bairro da Torre (sendo que em um deles, o posto ‘Santa Júlia’ não foram encontradas irregularidades) e quatro postos localizados ao longo da Avenida Epitácio Pessoa, sendo dois deles no bairro de Tambauzinho e outros dois, no bairro do Cabo Branco. Também foram fiscalizados postos nos bairros Bancários, Jardim Cidade Universitária, Mangabeira e José Américo.

De acordo com o diretor do MP-Procon, o promotor de Justiça Francisco Glauberto Bezerra, os órgãos verificaram questões técnicas como vazão das bombas de combustível, a qualidade do produto, bem como a segurança estrutural dos estabelecimentos. Ele destacou que a fiscalização é um trabalho que vem sendo realizado de forma contínua e permanente, uma vez que integra o Programa de Prevenção a Acidentes de Consumo e visa garantir e proteger os direitos dos consumidores.

O promotor também falou sobre a importância da atuação conjunta dos órgãos para o fortalecimento da proteção dos consumidores, uma vez que eles são os entes mais vulneráveis na relação de consumo. A superintendente do Procon-PB, Késsia Cavalcanti, também reconheceu como salutar a cooperação entre os órgãos e disse que o foco é a defesa dos direitos do consumidor.

O que foi encontrado em cada posto

1. Auto Posto Petrobras – Qualit (Posto de Afrânio) – Beira Rio, Torre
Procon Estadual: ausência do cartaz que trata da obrigatoriedade do cinto de segurança (Lei Estadual 10.742/2016); ausência do número do Procon no cupom fiscal (Lei Estadual 9.015/2009)

2. Posto Expressão – Beira Rio, Torre
Imeq: mangueira danificada e fora dos padrões técnicos.
Procon Estadual: ausência do cartaz que trata do cinto de segurança (Lei Estadual 10.742/2016)

3. Posto Opção – Av. Rui Barbosa, Torre
Imeq: 2 bicos interditados, sendo um por apresentar vazamento de combustível e o outro por apresentar oscilação fora do padrão aceitável.

4. Posto Autopel – Av. Epitácio Pessoa, Tambauzinho
Procon-PB: ausência do cartaz que trata do cinto de segurança (Lei Estadual 10.742/2016); ausência do número do Procon estadual ou municipal no cupom fiscal (Lei Estadual 9015/ 2009); ausência do valor percentual de etanol na gasolina (Lei Estadual 10365/2014)
Imeq: erro na medição superior ao erro máximo admissível

5. Posto BR – Av. Epitácio Pessoa, Tambauzinho
Procon-PB: ausência do cartaz que trata do cinto de segurança; ausência do número do Procon estadual ou municipal no cupom fisca e ausência da lei do troco

6. Posto Big Tambaú – Av. Epitácio Pessoa, Cabo Branco
Procon-PB: ausência do cartaz que trata sobre o cinto de segurança e do cartaz que trata da retirada do capacete para abastecer.

7. Posto BR – Epitácio Pessoa, Cabo Branco
Procon-PB: foram encontrados na loja de conveniência produtos vencidos, sem prazo de validade e sem informação nutricional. Ausência de cartaz sobre a da lei do troco.

8. Posto Bancários – prox. ao Carrefour dos Bancários
Procon Estadual: produtos sem precificação; ausência de placas sobre a lei do troco; sobre o cinto de segurança e o uso de capacete no momento de abastecimento.

9. Posto Cidade – ao lado do Extra, Jardim Cidade Universitária
Procon-PB: ausência de placa sobre a lei do troco; sobre o uso de capacete no ato de abastecimento e ausência de precificação
Imeq: 01 bico interditado, erro de medição superior ao erro máximo admissível, erro de 80 ml em 20 litros na vazão máxima, em prejuízo ao consumidor; 01 mangueira em mau estado de conservação

10. Posto Opção Mangabeira – R. Josefa Taveira, Mangabeira
Imeq: 01 bico interditado, erro de medição superior ao erro máximo admissível, erro de 100 ml em 20 litros na vazão máxima, em prejuízo ao consumidor;

11. Posto Shell – Av. Hilton Souto Maior, sentido BR 230, José Américo
Procon-PB: ausência do cartaz sobre o uso de capacete no ato de abastecimento; ausência de precificação; ausência da Lei do Troco
Imeq: 01 bico interditado, erro de medição superior ao erro máximo admissível, erro de 100 ml em 20 litros na vazão máxima, em prejuízo ao consumidor

12. Posto Santa Júlia – Av. Epitácio Pessoa, Torre
Sem irregularidades

MaisPB

 

 

Postos são suspeitos de fraudar venda de combustíveis na PB

Vinte e dois postos de combustíveis do estado estão sendo fiscalizados pela Receita da Paraíba por suspeita de fraude na venda dos produtos. O suposto crime foi descoberto após o lançamento do aplicativo ‘Preço da Hora’, que possibilita aos consumidores paraibanos e aos gestores públicos consultar em tempo real o preço de quase um milhão de itens comercializados em 121.590 estabelecimentos distribuídos nos 223 municípios do estado.

Com base nos dados do aplicativo, os consumidores estavam identificando postos comercializando combustível a preço bem mais barato que o normal. Porém, quando eles chegavam ao posto, o valor cobrado pelo litro do combustível estava diferente do anunciado no ‘Preço da Hora’.

Ao Portal Correio, o secretário executivo da Fazenda da Paraíba, Bruno Frade, contou que a suposta fraude ocorre da seguinte forma: ao abastecer o veículo, o consumidor recebe a nota fiscal da compra do produto, na qual consta o valor pago pelo litro do combustível.

No mesmo instante que é emitida ao consumidor, a nota, via meio eletrônico, é enviada ao sistema de dados da Receita, que abastece o aplicativo. O problema ocorria quando os postos fraudavam o preço de venda do combustível.

“Essa nota fiscal emitida e enviada para a Fazenda deve corresponder exatamente com o valor que o consumidor pagou pelo litro do produto, mas em alguns casos isso não ocorria e percebemos valores muito abaixo do normal, que é algo em torno de R$ 4,49, mas na nota estava R$ 3,65. Esse preço de R$ 3,65 ia para o sistema do aplicativo, enganando o consumidor”, afirmou o secretário.

A principal hipótese levantada pelo secretário é de que os postos se aproveitam do consumidor que não pede a nota fiscal e fraudam o valor.

“O que nós imaginamos é que quando o consumidor não pede a nota, o posto deixa para dar essa ‘baixa’ na venda no fim do dia. Assim, alguém do posto coloca um valor de venda por litro muito baixo, o que reverte em menos imposto a ser pago. Estamos iniciando o processo de investigação para tentar confirmar se era esse o tipo de operação fraudulenta”, finalizou Bruno Frade.

Já a partir desta terça-feira (2), os postos identificados como suspeitos da fraude estão sendo fiscalizados e recebendo notificações para que justifiquem a emissão da nota fiscal com valor abaixo do real.

 

portalcorreio

 

 

Postos de combustíveis têm que repassar redução de preço

O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba (MP-Procon) e o Procon do Estado recomendaram às distribuidoras e aos postos de combustíveis que efetuem o repasse da redução nos preços de compra dos combustíveis aos consumidores. O não cumprimento pode acarretar responsabilização administrativa e civil e de aplicação de penas como suspensão de fornecimento de produtos, suspensão temporária de atividade, revogação de concessão ou permissão e cassação de licença do estabelecimento ou de atividade.
A recomendação conjunta foi expedida na manhã desta quinta-feira (13), durante audiência realizada na sede do MP-Procon, em João Pessoa, com representantes de distribuidoras que atuam na Paraíba. O documento é assinado pelos promotores de Justiça de Defesa do Consumidor, Francisco Glauberto Bezerra e Francisco Bergson Formiga (diretor e vice-diretor do MP-Procon, respectivamente) e pela superintendente do Procon-PB, Késsia Liliana Cavalcanti.
O Ministério Público determinou que o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado da Paraíba (Sindipetro-PB) encaminhe, no prazo de 24 horas, a recomendação conjunta a todos os postos de combustíveis sindicalizados. O documento também será enviado a todas as distribuidoras de combustíveis, à Secretaria da Fazenda do Estado e aos Procons municipais para que sejam adotadas as medidas que entenderem cabíveis em relação ao assunto.

A audiência

A audiência realizada pelo MP-Procon e pelo Procon-PB com representantes das distribuidoras de combustíveis ALE, Petrox, Ipiranga e SP Combustíveis teve como objetivo averiguar o que tem ocorrido em todo o Estado, em relação à falta de repasse aos consumidores das reduções dos valores dos preços dos combustíveis por parte de postos e distribuidoras.

De acordo com os órgãos de defesa do consumidor, anúncios da Petrobras informam que houve duas reduções, no mês de junho, nos valores dos preços dos combustíveis. A primeira se deu em relação ao preço da gasolina (que teve uma queda de 7,16%) e no preço do diesel (de 6%), desde o dia 1°. A segunda queda aconteceu no preço da gasolina, no último dia 11 (3%).

Apesar disso, a pesquisa realizada no dia 7 de junho pelo Procon-PB, revelou não só a ausência do repasse dessas reduções, como o aumento no preço dos produtos ao consumidor final. “O aumento de preços de forma injustificada representa prática abusiva condenada pelo Código do Consumidor”, destacou o promotor de Justiça Glauberto Bezerra.

Durante a audiência, MP-Procon e Procon-PB questionaram os representantes das distribuidoras sobre como se dá a formação de preços dos produtos; os prazos para pagamento dos postos; o repasse do aumento do preço do combustível pela Petrobras ao posto, quando ainda há combustível no estoque e assuntos relacionados às bandeiras dos postos.

O representante da distribuidora Ipiranga disse que a empresa tem uma fixação de preços mais estável, com crescimento de acordo com o da Petrobras. Disse ainda que o preço da Petrobras caiu recentemente, em função de eventos internacionais que fortaleceram o dólar, mas que a Petrobras decide como bem entender se repassará ou não as reduções.

As distribuidoras foram notificadas a apresentarem suas planilhas de custos operacionais mensais e ficou definida uma agenda de audiências na sede do MP-Procon, no período de 25 a 27 de junho, para tratar do assunto.

 

 

portalcorreio

 

 

 

Posto de combustíveis é assaltado mais uma vez em Guarabira

O posto de combustíveis Marinho, em Guarabira, no Brejo paraibano, foi alvo da ação de assaltantes por volta das 11:58 deste sábado (23). Câmeras do circuito de segurança do estabelecimento registraram o roubo à mão armada.

Segundo o portal Independente, as imagens mostram os criminosos chegando em uma moto, armados com um revólver anuncia o assalto e surpreendem os frentistas, esvaziando os bolsos.

Os meliantes fogem em seguida e ninguém se feriu. Segundo a Polícia Militar, o criminoso ainda não foi identificado.

O mesmo estabelecimento já teria sido vítima da ação criminosa de bandidos pelo menos 3 vezes. O estabelecimento pertence ao empresário e ex-vice-prefeito de Guarabira, Alberto Marinho.

Fonte: Portal Independente