Arquivo da tag: combater

Pesquisadores conseguem combater sintomas do Alzheimer com canabinoide

Um grupo de pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP) conseguiu combater os sintomas do Alzheimer usando um composto canabinoide. Os testes apresentaram bons resultados em ratos em que houve a simulação dos estágios iniciais da doença. Os resultados forma publicados na revista científica Neurotoxicity Research.

Para os experimentos foi usado o composto sintético ACEA (Araquidonil-2′-cloroetilamida) em animais em que receberam no cérebro a droga estreptozotocina (STZ), que provoca uma deficiência no metabolismo dos neurônios. Em seguida, foram aplicados teste da memória nos ratos, com o reconhecimento de objetos.

São colocados objetos novos no ambiente onde estavam os animais. Os ratos que não estavam sob o efeito da droga exploraram mais os locais com as novidades, enquanto aqueles com Alzheimer mantiveram o mesmo interesse por todo o ambiente. Os testes foram repetidos com o intervalo de uma hora e de um dia, para avaliar memória de curto e longo prazo.

Resultados

A partir daí, os ratos passaram a ser tratados com o ACEA, uma forma sintética de um dos compostos extraídos da maconha. Ele se liga ao receptor CB1, presente especialmente no hipocampo, parte do cérebro relacionada à memória e que é afetada pelo Alzheimer.

Segundo a coordenadora do estudo, professora Andréa Torrão, os resultados da administração do canabinoide foram “bem positivos”. De acordo com a pesquisadora, foi verificada uma “reversão do déficit cognitivo”. Segundo ela, isso significa que o composto foi capaz de impedir a progressão da doença que foi simulada em uma fase inicial.

Andréa disse que o ACEA tem sido usado por diversos grupos de pesquisa no mundo, porém, ainda existem aspectos não investigados, que a equipe do Instituto de Ciências Biomédicas tentou avaliar. “Ele foi bem descrito bem mais recentemente. Mas tinha muitas outras perguntas, lacunas, que a gente queria entender”, enfatizou.

Apesar dos bons resultados, as pesquisas com o canabinoide no instituto foram paralisadas. “Os complexos canabinoides estão muito caros para a gente importar com os cortes de verbas que tem sido feito nos últimos anos”, ressaltou a pesquisadora. Por isso, o grupo tem usado outras substâncias que agem em outros aspectos do Alzheimer.

Agência Brasil

 

 

Saúde discute ações para combater a obesidade no Brasil

O Ministério da Saúde pretende atacar o problema da crescente obesidade no Brasil, principalmente a obesidade infantil, com muita informação sobre a alimentação saudável, mais atividade física dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) e incentivo à rotulagem informativa, disse o ministro Henrique Mandetta.

O ministro tratou do assunto com representantes do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), durante reunião em Brasília, nessa quinta-feira (5).

A Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2018, divulgada no fim de julho pelo do Ministério da Saúde, registrou crescimento considerável de excesso de peso entre a população brasileira.

 O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, participa da abertura do Correio Debate Doenças Crônicas não Transmissíveis relacionadas à alimentação não saudável: Câncer, Obesidade, Diabetes, Hipertensão.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta – Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

Segundo o levantamento, no Brasil, mais da metade da população, 55,7% tem excesso de peso. Um aumento de 30,8% quando comparado com percentual de 42,6% no ano de 2006. O aumento da prevalência foi maior entre as faixas etárias de 18 a 24 anos, com 55,7%. Quando verificado o sexo, os homens apresentam crescimento de 21,7% e as mulheres 40%.

Mandetta ressaltou que o combate à obesidade é uma aposta do Ministério da Saúde e considera essencial o apoio das sociedades médicas. “Nós vamos atacar a obesidade com muita informação sobre alimentação saudável, atividade física e rotulagem informativa. Tem que ser um desafio geracional e uma política sustentável ao longo do tempo, assim como foi com o tabaco. O apoio das entidades médicas é essencial”, disse.

“Compartilhamos com ele o fato que isso é uma informação que tem que entrar na Atenção Primária. Programa de Família, é lá que a gente tem que começar a como tratar alguém para que não tenha excesso de peso na vida. Obesidade é uma doença crônica, não é transmissível, ela não tem cura, tem controle”, acrescentou o presidente da Abeso, Mário Carra.

Guia Alimentar

O Guia Alimentar para a População Brasileira é uma importante ferramenta para incentivar a alimentação saudável. A publicação é o principal orientador de escolhas alimentares mais adequadas e saudáveis pela população, baseado principalmente no consumo de alimentos in natura ou minimamente processados. As informações também são úteis para a prevenção e controle de doenças específicas, como a obesidade, a hipertensão e o diabetes.

A pesquisadora do Idec Ana Paula Bortoletto disse que o Guia traz uma perspectiva nova, abrangente, de qualidade, baseado em evidências, com recomendações muito fáceis de compreensão para os consumidores escolherem alimentos de verdade, evitando o consumo de produtos os ultraprocessados. “Acho que um desafio ainda é disseminar as orientações do Guia para a população como um todo, para que as pessoas tenham acesso à informação qualificada”.

Reduzir o açúcar

Para incentivar a alimentação adequada e saudável, o governo brasileiro se comprometeu a reduzir 144 mil toneladas de açúcar de bolos, misturas para bolos, produtos lácteos, achocolatados, bebidas açucaradas e biscoitos recheados. O acordo segue o mesmo parâmetro do feito para a redução do sódio, que foi capaz de retirar mais de 17 mil toneladas de sódio dos alimentos processados em quatro anos.

 

agenciabrasil

 

 

Defensoria Pública articula força-tarefa para combater violência doméstica e feminicídio

Uma força-tarefa capitaneada pela Defensoria Pública do Estado da Paraíba (DPE-PB) reuniu na tarde de ontem (quinta-feira 4), representantes do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana (Semdh) e das 14 Delegacias da Mulher da Paraíba. O objetivo é reforçar o combate à violência doméstica e ao feminicídio, tendo em vista a urgência da questão, em função do aumento dos crimes. O encontro também contou com a participação da coordenadora de Defesa da Mulher da DPE-PB, Fátima Diniz.

Para o defensor público-geral do estado, Ricardo Barros, o saldo da reunião foi bastante positivo em virtude da união das Instituições, que procuram soluções para o mesmo problema. “Temos que unir forças, nós da Defensoria, com o Ministério Público, a Secretaria da Mulher e as delegacias espalhadas pelo estado, através dessa articulação podemos acionar os serviços sociais e psicossociais para fazer esse enfrentamento”, disse.

A subdefensora pública-geral, Madalena Abrantes saiu otimista da reunião. “A Defensoria se enquadrou na missão para a qual ela foi criada”, afirmou. Ela disse que a Instituição conta com a competência da coordenadora do Núcleo de Defesa da Mulher, Fátima Diniz, a quem destacou a atuação. “Isso dá uma sensação de dever cumprido, que a Defensoria está no caminho certo”, disse Madalena.

ARTICULAÇÃO – Para a promotora de Justiça de Defesa da Mulher da Comarca de João Pessoa e integrante do Núcleo Estadual de Gênero do MP, Rosane Araújo, “o enfrentamento à violência doméstica só tem resultado exitoso quando é construído de forma coletiva e articulada, como estamos fazendo”, ressaltou.

“A própria Lei Maria da Penha contempla isso”, observou, acrescentando que é na perspectiva de fortalecer a unidade dos órgãos, numa rede atuante, que a Paraíba se mobiliza para combater a violência contra as mulheres, que tem tirado a vida de muitas. Rosane elogiou a iniciativa da DPE-PB, que no seu entendimento exerce um papel tão importante quanto o do Ministério Público na defesa da população feminina.

IMPORTANTE APOIO – A secretária de estado da Mulher e da Diversidade Humana, Gilberta Soares, reconheceu a iniciativa da Defensoria e destacou o apoio dado pelo DPG, Ricardo Barros, e pela subdefensora geral, Madalena Abrantes, “no sentido de que possamos estreitar a relação da DPE com a Rede Estadual de Atenção às Mulheres Vítimas de Violência”.

Segundo Gilberta, o Núcleo de Mulheres da DPE, representado pela defensora Fátima Diniz, tem dado sua contribuição na construção do protocolo das diretrizes do feminicídio. “Estamos construindo um protocolo conjunto com as diversas instituições da Justiça e da segurança, que estão definindo as formas de investigar, processar e julgar os crimes de feminicídio”, afirmou.

A coordenadora das 14 delegacias da Mulher na Paraíba, Maysa Félix, lembrou que já existe uma parceria com a DPE-PB no combate à essa forma de violência. “Hoje confirmamos e reforçamos, ainda mais, essa parceria, porque a Defensoria tem um Núcleo que funciona na Delegacia de Apoio à Mulher de João Pessoa”. Para Maysa, é necessário aprofundar a articulação e levar essa experiência exitosa para outros municípios.

Assessoria

 

 

No TSE, especialistas apontam dificuldade para combater conteúdo falso no WhatsApp

Especialistas em conteúdo falso na internet, as chamadas “fake news”, ressaltaram nesta sexta-feira (17) as dificuldades de se combater a prática no aplicativo de mensagens WhatsApp. Eles falaram durante o segundo dia do “Seminário Internacional Fake News e Eleições”, promovido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O consultor de marketing digital Marcelo Vitorino definiu o aplicativo como “uma terra perdida”.

“Em relação à criptografia ponta a ponta não tem o que fazer. O WhatsApp é uma terra perdida. Como é mensagem de usuário para outro usuário, a gente não teria nem como atuar ali”, ressaltou Vitorino.

Para ele, é necessário que partidos políticos façam um trabalho de conscientização entre seus militantes. O consultor também destacou que não há a possibilidade de se acabar totalmente com as “fake news”, mas que o problema pode ser reduzido com a atuação conjunta dos três Poderes.

“Temos que trabalhar juntos, Legislativo, Executivo e Judiciário. Acredito que só com a união dos três Poderes, envolvendo todos os entes, é que esse problema vai ser reduzido”, afirmou.

O coordenador de projetos sobre democracia e tecnologia, do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio, Marco Konopacki, destacou o potencial viral de disseminação de mensagens com conteúdo falso pelo WhasApp.

“Com poucos compartilhamentos e cliques você tem a potencialidade de atingir até 65 mil pessoas num fluxo muito rápido”, disse Konopacki.

Segundo ele, as dificuldades de se auditar conteúdos veiculados pelo aplicativo e regular o compartilhamento de informações ocorrem, porque, além da criptografia, há poucas informações associadas a um vídeo propagado. Não se sabe, por exemplo, quem encaminhou, quem assistiu e quem repassou o conteúdo a terceiros.

Konopacki disse ainda que os usuários do WhasApp não dão retorno sobre as informações recebidas em suas interações no aplicativo.

“O WhatsApp não tem uma ferramenta como o Facebook de denunciar um conteúdo”, lembrou.

Ele destacou ainda que o desafio é regular e derrubar a desinformação, preservando liberdade de expressão e a privacidade dos usuários.

G1 

 

 

Um terço das cidades terá menos de R$ 5 mil para combater a dengue em 2017

Cristine Rochol/PMPA
Cristine Rochol/PMPA

Menor município brasileiro, a cidade de Serra da Saudade (MG) recebeu nos últimos anos o aporte de R$ 5 mil do governo federal para combater o mosquito Aedes aegypti , transmissor da dengue, do zika vírus e da febre chikungunya. Em 2017, no entanto, a secretaria de Saúde da pequena cidade de 815 habitantes receberá apenas R$ 1.000 para desempenhar ações nesse sentido. Detalhe: o valor será repassado em duas vezes – R$ 600 no primeiro semestre e R$ 400 no segundo.

A quantia se refere à cota do Piso Variável de Vigilância em Saúde (PVVS) que o Ministério da Saúde decidiu reservar para o município. O PVVS foi retomado pelo governo federal  em 2013 e destina-se “exclusivamente ao reforço das ações de prevenção e controle da dengue ” em cada cidade, conforme definição do próprio ministério.

Para este ano, o governo elevou o montante total desse repasse, que saiu de R$ 143 milhões em 2016 para R$ 152 milhões em 2017  (incremento de 5,8%, abaixo da inflação do período, que foi de 6,29%).

Só que a gestão Michel Temer alterou também o valor mínimo a que cada cidade tem direito: de R$ 5 mil para R$ 1.000, conforme o caso de Serra da Saudade. Essa medida atingiu um total de 1.917 municípios em todo o País, conforme levantamento do iG . Isso significa que mais de um terço das cidades brasileiras receberão menos de R$ 5 mil do PVVS para desenvolver ações ao longo do ano inteiro.

Por se tratar de um recurso extra para os municípios (que recebem também o Piso Fixo de Vigilância em Saúde, o PFVS), a maioria das prefeituras trata o PVVS apenas como um complemento orçamentário e acaba bancando a maior parte dos custos com ações de prevenção.

Apesar disso, alguns municípios consideram esse repasse federal uma questão “prioritária”, conforme explica o presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems-SP), Stênio Miranda, que classifica os repasses abaixo do extinto piso de R$ 5 mil como “irrisórios”.

“Com essa quantia não dá. Especialmente para os municípios pequenos, que têm uma receita bastante limitada, esse é um valor totalmente irrisório e que não paga nem sequer o salário de um agente de saúde”, dispara.

Parcelamento e contrapartidas

Para determinar o valor repassado a cada cidade, o Ministério da Saúde considera o perfil epidemiológico, populacional e territorial de estados, Distrito Federal e municípios, “bem como as dificuldades operacionais para execução das ações”, segundo informações enviadas em nota à reportagem do iG .

Além disso, o montante do PVVS destinado a cada estado é definido com base no valor do PFVS, recurso repassado mensalmente aos estados. Os valores desse segundo são reajustados anualmente, levando em conta – entre outros fatores – a estimativa populacional do IBGE de cada ano.

Um exemplo de como tais critérios funcionam é a comparação entre o repasse destinado ao Rio Grande do Norte e ao Piauí. Enquanto o Piauí – que teve 3.950 casos de dengue registrados em 2016 – vai receber R$ 2,6 milhões no total do PVVS, o Rio Grande do Norte – que teve 234 casos registrados – vai receber R$ 2,7 milhões.

Em uma primeira análise, um valor maior para o Rio Grande do Norte pode parecer absurdo, levando-se em conta apenas a incidência de casos. No entanto, o Ministério da Saúde explicou ao iG que, nesse caso, outros fatores foram levados em conta, como a dificuldade de acesso aos municípios de cada estado.

O Ministério da Saúde lembra ainda que o PVVS é um “recurso adicional” e destaca os valores transferidos por meio do Piso Fixo de Vigilância em Saúde. “Em dezembro, o ministério enviou aos estados e municípios R$ 175,8 milhões para a realização de ações de vigilância pelo Piso Fixo. […] O envio desses recursos, que está em dia, é efetuado mensalmente por meio de transferência do Fundo Nacional de Saúde (FNS) aos Fundos Municipais e Estaduais de Saúde”, diz o texto.

Além de Serra da Saudade, apenas outras duas cidades receberão R$ 1.000 do PVVS neste ano: Grupiara e Cedro do Abaeté, ambas em Minas Gerais. O município que receberá o maior aporte é São Paulo, que contará com mais de R$ 5,4 milhões.

Diferentemente do que ocorreu em anos anteriores, desta vez o repasse será feito em duas vezes, sendo a segunda delas apenas no segundo semestre, quando os casos de dengue diminuem exponencialmente, conforme aponta o gráfico abaixo.

Gráfico da Secretaria de Vigilância em Saúde mostra maior incidência de dengue em 2016 nas primeiras 15 semanas do ano
Divulgação/Secretaria de Vigilância em Saúde

Gráfico da Secretaria de Vigilância em Saúde mostra maior incidência de dengue em 2016 nas primeiras 15 semanas do ano

O presidente do Cosems-SP avalia que, apesar de a proliferação do Aedes aegypti se concentrar nos primeiros meses do ano, a disponibilização de apenas parte do PVVS nesse período não deve chegar a ser um problema para os municípios.

“Há intensificação de pessoas adoecendo nos meses mais chuvosos, mas as ações de controle devem ser executadas durante todo o ano. Os municípios são responsáveis pela parte mais pesada do financiamento, então eles vão ter que fazer essas ações independentemente de quanto seja repassado”, afirma Stênio Miranda.

Para receber a segunda parcela dos recursos, os municípios deverão apresentar contrapartidas ao governo federal. Para as cidades com mais de 2 mil imóveis, será obrigatório realizar o Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa). Já os demais devem aderir ao Levantamento de Índice Amostral (LIA).

“O repasse de recursos está diretamente relacionado ao compromisso assumido pelos entes da Federação para as ações de Vigilância em Saúde em seu território”, explica o governo federal ao justificar a contrapartida.

Os estudos mencionados servem para identificar focos de infestação do mosquito e apontar as regiões de maior risco. Até o fim do ano passado, apenas 61,6% dos municípios brasileiros tinham aderido ao LIRAa.

Entre as cidades que fizeram o levantamento em 2016 estão os municípios mineiros de São Gotardo e Dores do Indaiá. Ambos apresentaram números que os colocam em “estado de alerta”, conforme classificação da Secretaria de Vigilância em Saúde. E ambos são vizinhos da pequena Serra da Saudade, que deverá se virar com R$ 1.000 para evitar um surto de dengue. A luz amarela está acesa no menor município brasileiro.

 

iG

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

 

Exército Brasileiro vai combater o aedes aegypti em 21 municípios paraibanos

exercitoEm decorrência da chegada do período de chuvas em grande parte do país e das ameaças de retorno da proliferação do mosquito Aedes Aegypti com a proximidade do verão, terá início dia 1º de dezembro, em todo o Brasil, a campanha nacional de combate ao transmissor do vírus que causa doenças como dengue, chikungunya, zika e microcefalia.

Através da “Campanha de Combate ao Aedes Aegypti”, o Governo Federal pretende mitigar os impactos causados pela proliferação do mosquito. Para tanto, mobilizará os Ministérios da Saúde e da Defesa, entre outros, além das Forças Armadas, governos estaduais, empresas estatais e prefeituras, para engajamento nas ações de conscientização da sociedade.

O Exército Brasileiro atuará na campanha da mesma forma como trabalhou no início desse ano, buscando localizar e impedir os focos de proliferação do mosquito, e levando informações nas comunidades e escolas visitadas pelas equipes de militares.

No Estado da Paraíba serão atendidos vinte e um municípios indicados pelo Ministério da Defesa, incluindo a Capital, cidades da Região Metropolitana e do interior, em ações desenvolvidas pelo 15º Batalhão de Infantaria Motorizada, 16º Regimento de Cavalaria Mecanizada, 31º Batalhão de Infantaria Motorizada e Companhia de Comando do 1º Grupamento de Engenharia.

A “Campanha de Combate ao Aedes Aegypti” no âmbito do Exército Brasileiro será constituída por palestras de conscientização do público interno e seus familiares para a adoção de medidas preventivas que impeçam a procriação de mosquitos e destruam pontos de acúmulo de água. Serão realizadas, também, ações de eliminação de focos e possíveis criadouros nas áreas de responsabilidade dos quartéis, além de práticas educativas em escolas situadas em locais de grande incidência do mosquito, todas as sextas-feiras, de 2 de dezembro de 2016 à 28 de abril de 2017.

Para marcar o “Dia Nacional da Campanha de Combate ao Aedes Aegypti”, em 2 de dezembro de 2016, o 1º Grupamento de Engenharia realizará uma solenidade militar em sua sede, localizada na Avenida Epitácio Pessoa, nº 2.205, Bairro dos Estados, às 7:30 horas, com a presença de alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental General Rodrigo Otávio (EMEF).

Ocorrerão, também, ações de limpeza e conscientização do público interno, com objetivo de garantir que não existam focos e criadouros de mosquito nas instalações do quartel, nem em suas residências particulares. A intenção é que todos os militares passem a ser instrumento de divulgação de informações entre os familiares com o intuito de mostrar a gravidade do problema e o grau de cada um nas ações de combate ao mosquito. Todas as atividades serão possíveis tendo em vista a capacitação dos militares realizada pela Secretaria de Saúde do Município, ocorrida no período de 21 a 28 de novembro de 2016.

MaisPB com 1º Grupamento de Engenharia

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Coronel Euller revela criação de pelotões especiais para combater ataques a bancos na Paraíba

euller-chavesApós os recorrentes casos de explosões a agências bancárias e correios no interior do estado, o Comandante da Polícia Militar da Paraíba, Coronel Euller Chaves, revelou em entrevista ao Sistema Arapuan nesta terça-feira (29), durante entrega de viaturas e equipamentos às polícias Militar e Civil do Estado, a criação de pelotões na área da caatinga para coibir este tipo de ações.
A primeira célula será implementada na região de Pocinhos. A companhia será voltada para operações na Caatinga e será instalada para combates específicos a crimes contra agências bancárias. A partir daí a ideia é expandir para outras três localidades a priori, Princesa Isabel, Patos e Cajazeiras.
Em Pocinhos a unidade já deve ser implementada a partir do início do próximo ano na primeira célula, explicou o coronel. “As viaturas começaram a implementar um curso de nível internacional realizado em Pocinhos com a participação da polícia paraguaia, da Bahia, Rio Grande do Norte e Pernambuco. Um conjunto de ações de capacitação, logística e tecnologia focadas no homem para a coletividade e cidadãos paraibanos”, disse.

paraiba.com.br

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Consumo de fibras ajuda a combater a hipertensão

como-as-fibrasAs fibras alimentares são a parte não digerível do alimento vegetal, a qual resiste à digestão e à absorção intestinal, com fermentação completa ou parcial no intestino grosso. Portanto, durante o processo digestivo, as fibras alimentares não sofrem qualquer tipo de modificação, muito embora exerçam uma série de efeitos fisiológicos positivos à saúde.

Elas podem ser divididas de acordo com a sua solubilidade. As fibras solúveis apresentam uma elevada capacidade de retenção de água, formando assim uma espécie de gel no trato digestório. Dentre as fibras solúveis temos, entre outras, as pectinas, que são fibras estruturais encontradas em frutas e legumes.

As fibras insolúveis são parte constituinte da estrutura de células vegetais e podem ser encontradas especialmente nas camadas mais externas de cereais integrais, além de verduras e legumes. As fibras contribuem para o funcionamento intestinal adequado. Além disso, elas ajudam no controle da glicemia, dos níveis de colesterol e são aliadas da dieta.

Toda fibra prebiótica é solúvel, porém nem toda fibra solúvel é prebiótica. As fibras prebióticas, como a inulina e os fruto-oligossacarídeos (FOS), também estimulam o aumento de bactérias consideradas boas no nosso intestino e inibem o crescimento de bactérias consideradas ruins. Dessa forma auxiliam para uma microbiota intestinal saudável.

Benefícios comprovados das fibras

Melhoram o trânsito intestinal: As fibras auxiliam na prevenção e tratamento da constipação intestinal. As fibras insolúveis agem aumentando o volume fecal e estimulando a motilidade intestinal pela distensão do cólon. Já as fibras solúveis contribuem pela captação de água e são fermentadas no trato gastrointestinal, estimulando assim o crescimento de bactérias benéficas, que melhoram o trânsito intestinal e a frequência de evacuações.

Auxiliam no controle glicêmico: As fibras solúveis tornam mais lento o processo de absorção dos carboidratos. Com isso, não há picos de glicose e consequentemente os picos de insulina não acontecem.

Quanto mais insulina o corpo produz, mais os órgãos começam a se tornar resistentes a ela, ou seja, solicitam que mais desse hormônio seja utilizado para colocar a glicose dentro de suas células. Este quadro se chama resistência à insulina, e conforme vai se agravando, resulta na diabetes tipo 2, quando o hormônio produzido pelo corpo não é suficiente mais para absorver todo o açúcar no sangue.

Auxiliam no controle dos níveis de colesterol: As fibras solúveis, como a betaglucana presente na aveia, produzem efeitos físicos no intestino delgado com a formação de geis solúveis que alteram a absorção de colesterol do organismo, auxiliando assim no controle dos níveis séricos de colesterol e reduzindo o risco cardiovascular. Além disso, a fermentação das fibras solúveis no intestino grosso gera componentes como ácidos graxos de cadeia curta que podem reduzir a síntese de colesterol no fígado. As fibras insolúveis, por sua vez, podem se ligar a sais biliares e também contribuir para a redução na absorção de parte de gorduras e do colesterol.

Contribuem para a perda de peso: As fibras alimentares estimulam a saciedade, pois refeições ricas em fibras são processadas mais lentamente, retardando o esvaziamento gástrico, promovendo assim a maior e mais prolongada sensação de saciedade, impactando na redução da ingestão alimentar. Além disso, as fibras alimentares, em geral, estão presentes em alimentos de baixa densidade calórica, contribuindo para um maior volume à refeição e maior saciedade.

Aveia é uma ótima fonte de fibras - Foto: Getty Images
Aveia é uma ótima fonte de fibras

Aliadas do coração: O aumento de consumo de cereais integrais, frutas e vegetais em geral é uma medida primária recomendada para a redução do risco de doenças cardiovasculares (DCV). O caráter protetor do consumo tanto de fibras insolúveis quanto solúveis na alimentação diária estaria relacionada aos níveis controlados de colesterol, da glicemia e insulinemia, além do menor risco à obesidade, que também é fator de risco cardiovascular.

Auxiliam o sistema imunológico: Os ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), produtos da fermentação de fibras solúveis no intestino, funcionam como fonte de energia para a nutrição das células da própria mucosa intestinal e as fibras solúveis fermentadas convertem-se também em nutrientes importantes para o desenvolvimento da população bacteriana benéfica atuando favoravelmente sobre a microbiota intestinal.

Esse aumento inibe o crescimento de possíveis bactérias patogênicas, que causam efeitos deletérios ao organismo, por mecanismo de competição. Em última instância, isso auxilia no fortalecimento do sistema imunológico, contribuindo para a diminuição do risco de infecções gastrointestinais.

Benefícios em estudo das fibras

Ajudam a prevenir a hipertensão: Apesar de diversas pesquisas já evidenciarem os benefícios das fibras na prevenção de doenças cardiovasculares, em relação à hipertensão, o mecanismo fisiológico que explicaria a regulação da pressão arterial pelo consumo de alimentos fonte de fibras alimentares ainda não é plenamente compreendido. Estudos populacionais demonstram o efeito positivo do consumo de cereais integrais, como a farinha de trigo e o arroz, frutas, legumes e verduras diariamente. Contudo, ainda são necessárias pesquisas com o objetivo de elucidar se o efeito depende propriamente da fibra alimentar ou de algum outro componente presente no alimento fonte. O benefício poderia ser em parte atribuído ao melhor controle de peso e da sensibilidade à insulina, que são observados frente ao maior consumo de fibras.

Ajudam a prevenir as hemorroidas: Este benefício é uma consequência do fato das fibras melhorarem a função intestinal. Afinal, as hemorroidas são agravadas pelo esforço prolongado e exagerado para a evacuação, elementos presentes na constipação intestinal. Dessa forma, se o baixo consumo de fibras alimentares pode agravar a constipação intestinal, poderá contribuir para a evolução e surgimento de complicações graves relacionadas às hemorroidas.

Ajudam a prevenir as úlceras: As úlceras são lesões na mucosa que podem acometer todo o trato gastrointestinal. As refeições ricas em fibras alimentares insolúveis e solúveis possivelmente estimulam positivamente os fatores de proteção da mucosa e reduzem hormônios que estimulam a secreção gástrica (como a gastrina), potencialmente auxiliando em menores lesões na mucosa.

Ajudam a proteger contra o câncer de cólon: O mecanismo de proteção promovido pelas fibras alimentares insolúveis e solúveis em relação ao câncer de cólon pode estar envolvido com fatores como o aumento do trânsito intestinal que reduziria a exposição e contato de substâncias carcinogênicas com a parede do intestino grosso e manutenção da população de bactérias intestinais benéficas ao organismo. Acredita-se, também, que fermentação de fibras solúveis pelas bactérias presentes no intestino grosso, gerando como produtos finais os ácidos graxos de cadeia curta, poderiam regular e inibir a diferenciação de células neoplásicas, o que poderia prevenir o câncer.

Deficiência de fibras

Um dos primeiros sinais da carência de fibras no organismo é a constipação. Quando o consumo é insuficiente, observa-se o aumento de tempo do trânsito intestinal, diminuindo o volume de água do bolo fecal, tornando as fezes ressecadas e escassas.

A longo prazo, o consumo insuficiente de fibras alimentares pode promover o risco de desenvolvimento de doenças crônicas não-transmissíveis. A alimentação pobre em fibras pode aumentar o risco de desenvolvimento de diverticulose em indivíduos com maior predisposição, uma vez que a falta de fibras reduz o volume fecal e prolonga o período de trânsito intestinal, aumentando a pressão na luz do intestino e o risco de hérnias.

Fontes de fibras

As fibras solúveis e insolúveis podem ser encontradas nas frutas e nos cereais integrais, como arroz, trigo, centeio, cevada e a aveia (esta última é uma grande fonte de fibras insolúveis). As leguminosas, como feijões, lentilha, grão de bico e ervilha, são fontes de fibras solúveis. Já as verduras e legumes contam com boas quantidades de fibras insolúveis. As sementes, como a chia, linhaça e semente de abóbora, também contam com fibras.

Medidas para aumentar o consumo de fibras

Algumas atitudes simples do seu cotidiano são capazes de aumentar a ingestão de fibras. São elas:

  • Na hora de escolher o arroz, pães e massas, prefira as versões integrais em substituição aos refinados, já que boa parte das fibras (e alguns nutrientes) são perdidos com o refinamento dos cereais. Para uma melhor adaptação às versões integrais, uma estratégia é incluir 50% da porção na versão integral e 50% na versão refinada e, gradualmente, aumentar a proporção da parte mais rica em fibras
  • Nas refeições principais, reserve ao menos metade do espaço no prato para a porção de legumes e verduras, que poderá incluir a folha de legumes, além dos talos
  • Mantenha os feijões na sua dieta, este alimento é uma ótima fonte de fibras insolúveis e solúveis
  • Nos lanches intermediários, uma sugestão é incluir palitinhos crús de legumes, como cenoura e pepino, além de incluir no preparo de sanduíches vegetais folhosos, como agrião, rúcula, alface e repolho
  • A inclusão de vegetais e legumes também pode ser realizada em outras preparações, como tortas
  • As frutas também devem fazer parte da alimentação diária, dando preferência ao consumo de frutas inteiras, com a casca e o bagaço. No caso do consumo da fruta na forma de sucos naturais, a recomendação é evitar coar a bebida
  • Leia os rótulos dos produtos que está comprando, assim, você consegue optar por aquele com maior quantidade de fibras
  • Muitos legumes podem ser ingeridos com as cascas, como a batata, batata doce e cenoura, basta lavar muito bem antes do consumo.

Quantidade recomendada de fibras

São recomendados, para indivíduos adultos acima de 20 anos, o consumo de ao menos 25 a 35 gramas de fibras alimentares, sendo cerca de 70 a 75% de fibras insolúveis e 25 a 30% de fibras solúveis, diariamente. No entanto, em muitos países, o consumo de fibras é muito inferior ao orientado, devido à adoção de hábitos alimentares pouco saudáveis.

Suplemento de fibras

A suplementação de fibras alimentares pode ser indicada em indivíduos que não conseguem atingir a quantidade mínima ideal de fibras pela alimentação, apresentando queixas como constipação ou diarreia, em que é necessária a regulação do trânsito intestinal pela suplementação de fibras solúveis. É importante frisar que, independentemente do uso ou não de suplementos, a alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis devem ser estimulados com o objetivo de se obter todos os efeitos benéficos que os alimentos fontes de fibras alimentares podem proporcionar ao organismo e de que é necessário acompanhamento de profissional da saúde para avaliar a indicação do suplemento de fibra alimentar e de acordo com as necessidades individuais.

Feijão é uma ótima fonte de fibras - Foto: Getty Images
Feijão é uma ótima fonte de fibras

Para algumas gestantes, as modificações alimentares não são o suficiente para que elas tenham um bom trânsito intestinal. Adicionalmente, alguns suplementos à base de ferro e cálcio, podem agravar esse quadro. Neste caso, poderá ser indicado o consumo de suplementos de fibras alimentares para grávidas com acompanhamento nutricional e médico. As crianças devem sempre ser estimuladas a consumir a quantidade adequada de fibras pela alimentação e o uso de suplementos restrito somente a situações específicas em que não é possível almejar a quantidade necessária, em casos selecionados de constipação intestinal, auxílio no controle do colesterol elevado e na obesidade.

Riscos do consumo em excesso de fibras

Raramente são observados efeitos adversos graves decorrentes do consumo excessivo de fibras alimentares pela alimentação. Em alguns alimentos fontes de fibras, como os cereais integrais e alguns vegetais folhosos, a presença de outros componentes como o fitato e o oxalato, respectivamente, podem interferir na absorção de minerais diminuindo a sua disponibilidade, como o zinco, ferro e cálcio, nutrientes que demandam maior cuidado, especialmente em grupos populacionais específicos como crianças, gestantes e idosos.

Para alguns grupos de pessoas, ingerir muitas fibras pode ser prejudicial. É o caso de quem tem luz intestinal reduzida como a Doença de Crohn e estenose. Uma alimentação pobre em fibra pode ser benéfica durante o período de inflamação e crise para redução da dor abdominal e outros sintomas, uma vez que minimiza a produção de resíduos à matéria fecal. Indivíduos com trânsito intestinal acelerado e grave distensão abdominal também necessitam de restrição de fibra alimentar até a melhora dos sintomas, quando então a alimentação deve ser gradualmente normalizada.

Ingestão de líquidos

Para melhorar a função intestinal é imprescindível que a ingestão de fibras seja acompanhada de hidratação suficiente por meio do consumo de líquidos em abundância, especialmente de água, de forma fracionada ao longo do dia. Além da hidratação, pelo consumo constante e fracionado de líquidos, o consumo de fibras pode ser associado ao uso de probióticos (cepas de bactérias benéficas ao organismo) com o objetivo de promover o crescimento e recolonização do intestino em situações específicas, como após a terapia com uso de medicamentos antibióticos.

minhavida

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Secretário de Segurança da Paraíba propõe união das polícias do Nordeste para combater a violência

claudio limaNo sentido de intensificar o combate às quadrilhas que explodem agências bancárias no Nordeste, o secretário de Segurança do Estado da Paraíba, Cláudio Lima, propôs a unificação das forças policiais da Paraíba, Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte para combater essas quadrilhas, uma vez que seus integrantes estão sempre migrando entre os estados vizinhos.

Conforme dados do Sindicato dos Bancários da Paraíba até a quinta-feira (4) tinham sido registrados 70 ocorrências de ataques contra bancos e caixas eletrônicos em 2016.

A assessoria do Sindicato dos Bancários da Paraíba revelou que os banqueiros não investem em segurança particular porque tudo que é roubado das agências já está assegurado.

 

“Precisamos dar uma resposta urgente a essas ações criminosas, que acontecem não só na Paraíba, mas em todo o País, e para isso também precisamos de ações conjuntas com os bancos. Não podemos culpar só as agências, nem tão pouco o trabalho da polícia, porque a nossa legislação favorece o retorno dos assaltantes às ruas em pouco tempo”, afirmou o secretário.

 

A polícia já identificou que um dos veículos utilizados na ação foi roubado da cidade de Natal (RN), na ação da explosão a uma agência em Caaporã. Cláudio Lima informou que marcou um encontro com o secretário de Segurança do Rio Grande do Norte, para que possam ser tratadas ações conjuntas no sentido de que os estados do Nordeste possam atuar de forma conjunta no combate à criminalidade.

 

PBAgora

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br