Arquivo da tag: Comando

Comando de Greve agenda coletiva para detalhar paralisação geral do dia 28

(Foto: Roberto Parizott-CUT)

Trabalhadores do campo e da cidade vão parar suas atividades no próximo dia 28, em protesto contra as Reformas da Previdência e Trabalhista. Durante todo o dia serão realizados atos públicos, panfletagens e protestos em vários municípios do Estado. Em João Pessoa, o ato será realizado às 14h, no Ponto Cem Reis.

O Dia Nacional de Greve na Paraíba já tem adesão de diversas categorias como ferroviários, comerciários, transporte coletivos, professores, bancários, servidores do judiciário, técnicos das universidades e a igreja Católica.

Para informar todos os detalhes da Greve Geral, será realizada nesta segunda-feira  (24), às 9h30min, no auditório da Federação dos Trabalhadores Rurais do Estado da Paraíba  (FETAG-PB), em João Pessoa, uma coletiva de imprensa com todo o Comando Geral de Greve.

Em panfleto distribuindo nas principais Ruas e Avenidas da Capital, o comando de greve faz algumas recomendações à população de como ajudar a greve geral, exceto em casos de urgência.

Não ir a mercado, farmácias, consultas médicas, restaurantes, lojas de eletrodomésticos, shopping, casa lotéricas, agências, agências bancárias, academias e faculdades.

clickpb

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Nove batalhões de Polícia Militar na Paraíba têm mudança no comando

(Foto: Jhonathan Oliveira/G1)
(Foto: Jhonathan Oliveira/G1)

Nove batalhões de Polícia Militar da Paraíba tiveram mudanças em seus comandos. Conforme publicação na página 2 do Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (2), o governador Ricardo Coutinho só não realizou mudanças em cinco batalhões. Na prática, a medida do governador realizou uma troca nos comandos entre si na maioria dos batalhões.

O tenente-coronel Lamarck Victor Donato deixa o 1° Batalhão de Polícia Militar (BPM) em João Pessoa e assume o 2º BPM em Campina Grande. No lugar dele fica o tenente-coronel Carlos Roberto da Silva, que estava no 5º BPM.

O major Gilberto Felipe, que comandava o 2º BPM em Campina Grande, foi transferido para o 4º BPM, em Guarabira, no Agreste. Ele vai substituir o tenente-coronel Arilson Valério, que passa a comandar o 5 BPM em João Pessoa. Na mesma publicação, foi anunciada a exoneração do coronel Júlio Cesar Oliveira do 7º BPM. Assume o lugar dele o tenente-coronel Francisco Rubens, que estava no comando da Polícia Militar em Patos, no Sertão paraibano.

Em Patos, o comandante vai ser o major Douglas Ferreira, que era responsável pelo comando da Polícia Militar em Catolé do Rocha, também localizado no Sertão paraibano. O major Guimarães de Lacerda vai tomar conta do 12º BPM em Catolé do Rocha. Ainda houve apenas uma troca entre os comandantes do 6º BPM em Cajazeiras e do 13º em Itaporanga, ambas no Sertão.

G1 PB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Aliado de Temer, Eunício vence eleição e mantém PMDB no comando do Senado

Um dos caciques do PMDB e político próximo ao presidente Michel Temer, o senador Eunício Oliveira (CE) foi eleito para a presidência do Senado nesta quarta-feira (1º). Em sessão que começou por volta das 17h30, com mais de uma hora e meia de atraso em relação ao previsto, o cearense teve o apoio de 61 senadores na disputa com José Medeiros (PSD-MT), que conseguiu 10 votos. 10 senadores votaram em branco.

Todos os 81 senadores registraram presença no plenário. Um a um, eles foram convocados a votar secretamente na urna eletrônica colocada à esquerda da mesa diretora, seguindo como ordem os estados que representam.

Com a vitória de Eunício, os peemedebistas ficam por mais dois anos no cargo que já ocupam constantemente desde a redemocratização, em 1985, com duas exceções: Antônio Carlos Magalhães (PFL, 1997 a 2001) e Tião Viana (PT, outubro a dezembro de 2007).

Também foi escolhida a nova Mesa Diretora do Senado, com Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e João Alberto Souza (PMDB-MA) como vice-presidentes e José Pimentel (PT-CE), Gladson Cameli (PP-AC), Antonio Carlos Valadares (PSB-PB) e Zezé Perrela (PMDB-MG) como secretários.

A sessão

Apesar de ser do mesmo partido do antecessor, o senador Renan Calheiros (AL), Eunício manteve, durante sua campanha, o discurso de uma gestão diferente, buscando uma conciliação entre os Três Poderes. Renan, quando chefiava o Legislativo, negou-se a cumprir uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que o afastava da presidência do Senado em função de ter se tornado réu.

O mote da conciliação foi, inclusive, usado por Eunício em seu discurso no plenário minutos antes da votação. “Os desafios postos exigem liderança, maturidade, firmeza, diálogo e desprendimento. É hora de unir, não é hora de dividir. Hora de resgatar a confiança nesse Parlamento e no Estado e de reaproximar o governo do Congresso e da sociedade brasileira”, afirmou o senador, que se sentou na cadeira presidencial exatamente às 19h47.

A atenção dos colegas, porém, não estava no discurso de Eunício. Nem nas propostas apresentadas anteriormente por José Medeiros. Com a eleição praticamente selada nos bastidores, a maioria dos senadores quase não prestou atenção no que os candidatos disseram, preferindo mexer no celular e ter conversas paralelas.

Nathan Lopes/UOL

Senadores não prestaram muita atenção nos discursos de Eunício Oliveira e José Medeiros

Mais tarde, já eleito, Eunício repetiu o tom. “Digo a todos vocês, colegas que me deram a honra de presidir o Senado, que honrarei esse mandato com toda minha alma e experiência que a vida me deu”, afirmou.

“Nós, senhoras e senhores senadores, vivemos pelo entendimento, vivemos pelo consenso aqui no Congresso Nacional, no coração da democracia. Aqui, cada voto tem o mesmo peso. Aqui, a independência, a autonomia, a dignidade e os grandes interesses da nação superam todos os nossos interesses e todos os nossos outros valores. Cabe a esta Casa a missão de, nesse momento, colaborar no esforço de unir o pais num projeto comum de desenvolvimento”.

Em seu discurso de posse, além de agradecer aos votos dos senadores, Eunício Oliveira fez agradecimentos especiais ao ex-presidente Renan Calheiros e se emocionou ao falar da família, que acompanhou a cerimônia no plenário. “Aproveito para fazer um agradecimento especial a minha mulher. Por coincidência do destino, estamos fazendo hoje 37 anos de casados. Agradeço a minha mulher e aos meus filhos, tão dedicados a esse pai”, discursou. “Homem de fé que sou, agradeço a Deus o destino que ele me reservou. Um garoto nascido no interior do Ceará, sentado aqui nessa cadeira, eu tenho que agradecer a Deus”.

EUNÍCIO SE EMOCIONA AO FALAR DA FAMÍLIA

Mais tarde, em entrevista coletiva, Eunício reiterou que a ” relação com os poderes será de independência, harmonia e diálogo, desde que o diálogo não subordine um poder ao outro” e disse que que a pauta do Senado será “construída com as minorias”.

Além da votação para a presidência do Senado e da escolha da Mesa Diretora, a sessão desta tarde serviu para oficializar as novas lideranças dos partidos no Congresso. Os novos líderes são: Renan Calheiros (PMDB), Paulo Bauer (PSDB), Armando Monteiro (PTB), Omar Aziz (PSD), Vicentinho Alves (PR), Ronaldo Caiado (DEM) e Benedito de Lira (PP).

Renan Calheiros (PMDB-AL), que encerrou nesta quarta-feira sua segunda passagem pela presidência do Senado – e que a partir de agora assume a liderança do PMDB na Casa – aproveitou a sessão para destacar mudanças administrativas e aprovação de leis durante sua gestão. Ele ainda defendeu a decisão da ministra Cármen Lúcia, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), de homologar as delações da Odebrecht na Operação Lava Jato.

RENAN DEFENDE LAVA JATO E FIM DO SIGILO DAS INVESTIGAÇÕES

Em uma de suas últimas falas como presidente do Senado, Renan fez uma ode aos gastos cortados na Casa nos últimos dois anos. “Nós somos 100% transparentes”, disse Renan. “Ao longo de quatro anos, fizemos na Casa muitas mudanças. Eliminamos redundâncias, desperdicios, e conferimos organicidade administrativa. A economia foi de mais de R$ 884 milhões”.

Citado na Lava Jato

Eunício chega ao comando do Senado tendo seu nome citado na Operação Lava Jato.

Em acordo de delação premiada, o ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho disse que a construtora pagou R$ 7 milhões a parlamentares para garantir a aprovação de uma medida provisória de interesse da companhia no Congresso. Um deles seria o peemedebista.

Nas planilhas de pagamento de propina, Eunício é identificado como “Índio”. O novo presidente do Senado disse, na época da divulgação das delações, que “jamais recebeu recursos para a aprovação de projetos ou apresentação de emendas legislativas”.

Relação com o poder

Eleito senador em 2010, Eunício já foi deputado federal por três mandatos e ministro das Comunicações do governo do petista Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2004 e 2005. Agora, ele é o terceiro na linha sucessória. Na ausência de Temer e do presidente da Câmara –que será eleito na quinta-feira (2)–, Eunício é quem assume a Presidência da República.

Com o atual governo, a relação do novo presidente do Senado é estreita. Ele foi o relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Teto, que congela o limite dos gastos públicos por 20 anos. O texto foi aprovado com o apoio de 53 senadores e apenas 16 contrários.

O tema, que gerou intensos debates na sociedade, foi considerado prioritário no início da gestão Temer. Em sua defesa, Eunício ressaltava, à época, que a PEC não limitava gastos na saúde e na educação, principal argumento dos críticos da proposta.

Agora no comando do Senado, Eunício deve colaborar com Temer, que pretende tocar reformas polêmicas, como a da Previdência, que tem previsão de passar pelo crivo dos senadores até o final do primeiro semestre.

Relembre todos os presidentes do Senado desde a redemocratização:

  • José Fragelli, PMDB, 1985-1987
  • Humberto Lucena, PMDB, 1987-1989
  • Nelson Carneiro, PMDB, 1989-1991
  • Mauro Benevides, PMDB, 1991-1993
  • Humberto Lucena, PMDB, 1993-1995
  • José Sarney, PMDB, 1995-1997
  • Antônio Carlos Magalhães, PFL, 1997-2001
  • Jader Barbalho, PMDB, fevereiro a setembro de 2001
  • Edison Lobão, PMDB, setembro de 2001
  • Ramez Tebet, PMDB, setembro de 2001 a 2003
  • José Sarney, PMDB, 2003 a 2005
  • Renan Calheiros, PMDB, 2005 a 2007
  • Tião Viana, PT, outubro a dezembro de 2007
  • Garibaldi Alves Filhos, PMDB, dezembro de 2007 a 2009
  • José Sarney, PMDB, 2009 a 2013
  • Renan Calheiros, PMDB, 2013 a 2017
Uol

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Em quatro municípios paraibanos apenas mulheres estão na disputa pelo comando da Prefeitura

politicamulherEm quatro municípios paraibanos a disputa pelo comando das Prefeituras nas eleições municipais de outubro envolve apenas mulheres. Levantamento feito com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que 51 municípios brasileiros terão somente mulheres na disputa.

Na Paraíba, os municípios de Areia de Baraúnas, Caldas Brandão, Ouro Velho e São José do Brejo do Cruz irão eleger prefeitas. No total, 88 mulheres disputam prefeituras na Paraíba.

Confira a disputa:

Areia de Baraúnas: Dêda (PMDB) e Guia de Zé de Pedro Velho (DEM)

Caldas Brandão: Neuma Rolim (PMDB) e Quitéria (PDT)

Ouro Velho: Marta de Genaldo (PSB) e Natalia de Dr. Junior (PSD)

São José do Brejo do Cruz: Ana Maria (PR) e Natividade (PMDB)

MaisPB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

‘Quem for pego roubando será punido severamente’: o cartaz anticrime atribuído ao Comando Vermelho

avisoMochila na frente do corpo, homens escoltando mulheres até o ponto de ônibus e nada de usar celulares na rua. Essa é a rotina de muitos moradores de diferentes comunidades do município de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, para evitar os constantes assaltos na região.

Em meados de junho, porém, cartazes começaram a ser colados em postes com uma nova “lei” para o local. A mensagem, atribuída à facção criminosa Comando Vermelho –que comanda o tráfico de drogas na região– proíbe assaltos aos moradores de São Gonçalo.

“A partir dessa data 06/07/2016 quem for pego roubando na região será punido severamente”, diz um trecho do texto. O aviso prossegue com a ameaça: “Se matar inocente vai pagar com a vida.”

Os autores da mensagem e os responsáveis pela sua divulgação não foram identificados.

Reprodução

Trecho de cartaz especifica em quais bairros e o que é ‘proibido’ roubar em São Gonçalo

Os cartazes foram colados em postes e muros de áreas de grande circulação de pessoas da Vila Candoza, morro da Dita e Complexo do Anaia, todos em São Gonçalo. As mensagens foram espalhadas até mesmo dentro de uma escola pública e de estabelecimentos comerciais.

Uma professora que trabalha no local e pediu para não ser identificada afirmou à BBC Brasil que não sabe dizer quem colou as mensagens, mas afirma que a situação preocupou os funcionários. “De qualquer forma, o tráfico influencia os alunos”, afirma ela.

Moradores ouvidos pela reportagem disseram que a impressão é de que o número de assaltos teve uma leve queda logo após o aparecimento dos cartazes, mas logo voltou a ser uma rotina no bairro. Há novos relatos de roubos de veículos.

O comando da Polícia Militar que faz o patrulhamento na região de São Gonçalo afirmou o bairro de Anaia recebeu reforço policial após um mapeamento da criminalidade no local.

Um leitor de um site de São Gonçalo comentou que a notícia não traz novidade: “A notícia não é novidade, isso existe desde quando eu era criança. Alguns ladrões levavam tiro nas mãos por roubar na comunidade onde morava, reincidência era morte, existia uma série de regras. O que está acontecendo hoje em dia é que com avanço da tecnologia móvel e da conexão coletiva, todo mundo é um repórter individual”.

Segundo uma leitora do Ceará, o fenômeno não é exclusivo do Rio de Janeiro. “Aqui em Fortaleza, apareceram avisos assim em várias comunidades. E eu vou me mudar para uma comunidade. Preciso de segurança”.

Outro leitor concluiu: “Fica o recado para o sétimo batalhão! “Quem não dá assistência abre concorrência”.

BBC Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Pai e filho disputam o comando político de duas cidades na Paraíba

Sergio-e-FilhoUm caso não muito comum chama a atenção nestas eleições na região do Vale do Mamanguape, interior da Paraíba.

Pouco mais de 36 km separam a luta de pai e filho pelo comando de duas prefeituras.

Capim e Baia da Traição podem ser administradas por Sérgio Lima e Sérgio Lima Júnior, respectivamente, a partir de janeiro.

Sérgio pai já administrou o município de Capim por 8 anos e pleiteia mais um mandato.

Sérgio filho disputou a prefeitura praieira em 2012, mas não obteve êxito.

Em Capim, Sergão briga contra outros dois candidatos.

Na Baia da Traição, Serginho igualmente concorre contra dois candidatos.

Capim está na microrregião do Litoral Norte. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2010 sua população era estimada em 5.601 habitantes. Área territorial de 78 km².

Baía da Traição segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2014 sua população era estimada em 8.696 habitantes. Cerca de 90% do município está dentro de reservas indígenas dos Potiguaras.

Rafael San 

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Inter oficializa saída de Falcão após 5 jogos sem vitória no comando do time

(Foto: Ricardo Duarte / Divulgação, Inter)
(Foto: Ricardo Duarte / Divulgação, Inter)

A terceira passagem de Paulo Roberto Falcão no comando do Inter durou apenas cinco jogos – sem nenhuma vitória. O clube anunciou nesta segunda-feira, em seu site oficial a saída do treinador. De acordo com o Colorado, a decisão foi acordada entre o técnico e o presidente Vitorio Piffero nesta segunda-feira.

A passagem relâmpago do ídolo Falcão pelo Colorado durou exatos 27 dias – sequer um mês – entre o “sim” à proposta colorada e a oficialização da saída. O nome do treinador foi o encontrado pela diretoria para reerguer o clube, então com seis jogos sem vencer sob o comando de Argel. Com o agora ex-técnico, foram outras cinco partidas, também sem vitórias: dois empates e três derrotas.

O técnico assumiu o comando do time na derrota por 1 a 0 para o Palmeiras, no Beira-Rio. Desde então, sempre pediu calma para consolidar seu trabalho junto ao elenco, sempre respaldado pelo comandante – o que, de fato, não ocorreu.

A passagem anterior de Falcão pelo cargo ocorreu em abril de 2011, quando foi campeão gaúcho com uma vitória sobre o Grêmio em pleno Olímpico. Porém, desgastado com a direção, comandada então por Giovanni Luigi, saiu três meses depois, em julho, após a eliminação nas oitavas da Libertadores, para o Peñarol. Ao todo, foram 19 jogos, com oito vitórias, quatro empates e sete derrotas. Ele também já havia comandado o Colorado em 1993.

Ídolo colorado, Falcão foi tricampeão brasileiro pelo Inter, em 1975, 1976 e 1979. Ele foi revelado  no Beira-Rio, em 1973, e em 1980 rumou para o Roma, em que é idolatrado como um dos maiores craques da história do clube italiano. Ele disputou as Copas do Mundo de 1982 e 1986.

> Confira a nota divulgada pelo Inter:

Em conversa com o presidente Vitorio Piffero, nesta segunda-feira (08/08), foi decidida a rescisão do contrato do treinador Paulo Roberto Falcão.

O Sport Club Internacional deseja sorte ao ídolo colorado na sequência de sua carreira.

globoesporte

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Mano Menezes está de volta ao comando do Cruzeiro

O Cruzeiro anunciou a contratação do técnico Mano Menezes. A divulgação foi feita no site oficial do clube na manhã desta terça-feira. O treinador também confirmou, em post divulgado na conta que tem no Twitter. O tempo não de contrato não foi divulgado – mas especula-se que tenha duração até dezembro do ano que vem – mesmo que ele tinha assinado quando veio para o clube, no ano passado. De acordo com informações da assessoria de imprensa do Cruzeiro, Mano já deve comandar um treino nesta quarta-feira.

Mano Menezes volta ao Cruzeiro após sete meses (Foto: Washington Alves/Light Press)

Mano Menezes volta ao Cruzeiro após sete meses (Foto: Washington Alves/Light Press)

– Alô, torcida cruzeirense! Estou chegando! Que honra poder vestir o manto celeste do Cruzeiro outra vez! – escreveu Mano, no Twitter.

As negociações foram rápidas. Mano Menezes, que está fora do Brasil, em férias, recebeu um telefonema do vice-presidente de futebol do clube mineiro, Bruno Vicintin, convidando-o para retornar. O treinador prometeu uma resposta rápida. E na manhã desta terça-feira foi anunciado como substituto do português Paulo Bento.

Mano Menezes chegou ao Cruzeiro em setembro do ano passado, com o time na 16ª colocação do Campeonato Brasileiro. O treinador gaúcho dirigiu o time em 16 partidas. Foram oito vitórias, seis empates e duas derrotas. Mano fez o time jogar, e o que parecia um pesadelo chegou perto de um sonho, já que até a penúltima rodada o Cruzeiro brigou por vaga na Libertadores.

A saída de Mano para o futebol chinês foi exclusivamente por motivos financeiros, já que um salário na casa dos R$ 2 milhões mensais é fora da realidade brasileira. Com uma espécie de dívida de gratidão com o Cruzeiro, não será surpresa se Mano Menezes voltar, já que tem bom relacionamento com a diretoria e os jogadores e é muito querido pela torcida.

mano_menezes

Globoesporte.com

STF julgará nesta quinta afastamento de Cunha do comando da Câmara

Eduardo-CunhaO presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, agendou para a sessão desta quinta-feira (5) o julgamento do pedido da Rede Sustentabilidade para afastar o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara.

O G1 entrou em contato com a assessoria de Cunha, mas até a última atualização desta reportagem ainda não havia obtido resposta.

A ação da Rede, protocolada nesta terça (3) no Supremo, está sendo relatada pelo ministro Marco Aurélio Mello. O partido argumenta que, em razão de ser réu em uma ação penal da Lava Jato, o peemedebista não pode estar na linha sucessória à Presidência da República.

O julgamento não estava previsto inicialmente na pauta desta quinta-feira do STF, no entanto, foi incluído a pedido de Marco Aurélio Mello.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Ao anunciar o agendamento do julgamento, Lewandowski citou regras do regimento que permitem a análise de decisões liminares (provisórias) para “proteção de direito suscetível de grave dano”.

“É uma medida extraordinária. A urgência está caracterizada pelo seguinte fato: na próxima quarta-feira [11], será apreciada pelo Senado Federal a acusação contra a senhora presidente da República, que poderá, em tese, ser afastada do cargo, caso recebida a denúncia. Portanto, está caracterizada a urgência na medida em que amanhã será a última sessão antes daquela próxima quarta-feira”, ressaltou Lewandowski no plenário.

A legenda oposicionista quer que o Supremo determine que é inconstitucional pessoas que sejam rés em ações penais admitidas pela própria Corte estarem na linha de sucessão do presidente da República.

A medida não atingiria o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que, apesar de investigado na Lava Jato e denunciado em outro caso, ainda não é considerado réu em um processo penal.

Se a presidente Dilma Rousseff for afastada do Executivo no processo de impeachment, o vice-presidente Michel Temer assume a Presidência. Com isso, Eduardo Cunha passaria a ser o primeiro na linha de sucessão, e Renan Calheiros, o segundo.

No processo, a Rede argumenta ainda que, se o presidente da República deve ser afastado por 180 dias para ser julgado pelo Senado no processo de impeachment, quando vira réu por crime comum cometido no exercício do mandato, um presidente da Câmara não poderia permanecer no cargo.

“A Constituição não transige com o exercício da função de presidente da República por quem responda a processo criminal. Sendo essa uma exigência inerente ao regime desse cargo singularíssimo, parece evidente que ela deve também se estender a todos aqueles que, por força da própria Lei Maior, possam ser chamados a ocupá-lo”, diz trecho da peça judicial.

Pedido da PGR
Desde dezembro, também aguarda julgamento no Supremo um pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para afastar Cunha da presidência da Câmara e do mandato de deputado federal. No entanto, ainda não há previsão de quando o tribunal irá analisar o caso.

O pedido da PGR propõe uma medida mais dura contra Cunha: além do afastamento da Câmara, ficaria também suspenso do mandato. Janot aponta 11 fatos que demonstrariam que ele usa o poder do cargo para pressionar aliados e atrapalhar as investigações da Lava Jato e a análise de seu processo de cassação no Conselho de Ética da Casa.

O julgamento deste pedido, no entanto, depende da liberação do voto do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF. Desde dezembro, o ministro diz que ainda examina o caso.

 

G1