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Jovem coloca a cabeça na porta para olhar tiroteio e acaba atingida por bala perdida

Policial .Uma jovem foi vítima de uma “bala perdida”, na madrugada deste sábado (24) em Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa.

De acordo com a polícia, estava acontecendo uma festa no centro da cidade , quando, por volta de 01h30, começou um tiroteio.

Nesse momento, Fernanda Ribeiro, 19 anos, estava dentro de casa e resolveu abrir a porta para ver o que estava acontecendo.

No momento em que colocou a cabeça na porta ela acabou sendo atingida por tiro na cabeça.

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A jovem foi socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena e de acordo com as informações o estado de saúde dela é  considerado grave.

Paulo Cosme / David Martins

Mensalão do PSDB coloca Joaquim Barbosa contra a parede

Joaquim Barbosa (Foto Nelson Jr./SCO/STF)
Joaquim Barbosa (Foto Nelson Jr./SCO/STF)

A batata quente da ação penal 536, o chamado “mensalão do PSDB”, está assando nas mãos do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, mas ele ainda não sabe o que fazer com ela. Na última quarta (12), o ministro relator da ação, Luís Roberto Barroso, afirmou à imprensa que concluiu seu parecer e gostaria de discuti-lo com a corte o mais rápido possível. O presidente do STF, entretanto, não a incluiu na pauta desta semana. Ele já deve prever que, qualquer que seja a decisão do tribunal, ele sairá perdendo.

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O caso se refere às denúncias de um suposto esquema de corrupção armado em Minas Gerais para beneficiar a reeleição do então governador, Eduardo Azeredo (PSDB), em 1998. Apresenta inúmeras similaridades com o chamado “mensalão do PT”, já julgado pela corte, embora tenha ocorrido só cinco anos depois, em 2003. Envolve, inclusive, alguns personagens em comum, como os publicitários Marcos Valério, Ramon Hollerbach e Cristiano Paz, apontados como os operadores do esquema tucano, e já condenados pela participação no petista.

O impasse ocorre porque, apesar das similaridades evidentes entre os casos, o STF agiu com dois pesos e duas medidas. Os réus do “mensalão do PT” foram todos eles julgados pelo STF, inclusive os que não tinham o chamado foro privilegiado e, por isso, deveriam ter tido direito ao duplo grau de jurisdição, em instâncias diferenciadas. Já o processo do mensalão do PSDB foi desmembrado: as denúncias contra réus sem mandato eletivo foram remetidas para a justiça mineira. No STF, só sobrou o processo contra o único político ainda em exercício de mandato: o próprio ex-governador que, até fevereiro deste ano, atuava como deputado federal pelo PSDB.

Em fevereiro, porém, para escapar dos holofotes de um julgamento no STF, ele acabou renunciando e, portanto, perdeu a prerrogativa do foro privilegiado.  Na época, o relator da ação condenou a manobra. “O STF tem reagido um pouco quando considera que tem havido algum tipo de manipulação da jurisdição. Não estou fazendo nenhum tipo de juízo de valor, mas é um dois elementos a serem considerados”, disse Barroso aos jornalistas.

Foi o que ocorreu, por exemplo, no caso do ex-deputado Natan Donadom, eleito pelo PMDB de Rondônia, que, em 2010, um dia antes de ir a julgamento pelo STF, decidiu renunciar ao mandato para que o processo fosse reencaminhado à 1ª instância. A corte, porém, decidiu mantê-lo e o condenou à prisão. Em 2007, porém, ocorreu o contrário. O então deputado Ronaldo Cunha Lima, do PMDB da Paraíba, renunciou ao cargo cinco dias antes do julgamento e seu processo foi transferido para o tribunal inicial. Ele acabou morrendo, em 2012, sem acertar suas contas com a justiça.

Nos dois casos, Barbosa votou pela competência do STF para julgar os ex-deputados. Perdeu e ganhou, mas manteve a coerência. Agora, a situação é outra. Desgastado com a esquerda por conta das arbitrariedades cometidas durante o julgamento da ação penal 470, o ministro precisa manter o apoio que conseguiu da direita e da imprensa que a serve se quiser, de fato, se dedicar à carreira política. E isso, claro, inclui arrumar uma desculpa jurídica plausível para beneficiar Azeredo, como a corte já o fez ao desmembrar o processo do ‘mensalão do PSDB’ e retardá-lo ao máximo.

Entretanto, a estratégia pode significar também um certo desgaste com a opinião pública. Ficará impossível disfarçar o tratamento diferenciado dispensado a petistas e tucanos. Será como uma confissão final de que este novo STF rigoroso e impassível com a corrupção de que ele é garoto-propaganda não existe para todos, mas apenas para réus provenientes do campo popular. E este também não é o perfil desejável para um pretenso candidato que tem como principal bandeira a moralidade política.

 

Najla Passos

 

Crise argentina coloca exportadores brasileiros em estado de alerta

cristina-kirchner-malvinasO relacionamento entre Brasil e Argentina não vai bem. Desde o ano passado, uma série de desencontros comerciais anda abalando essa união. O pivô desta crise é uma outra crise, a econômica, que tira o sono de Cristina Kirchner, a chefe de Estado do país vizinho.

Com apenas US$ 27 bilhões em reservas, não há dúvidas que o país está em uma situação extremamente delicada. Não se trata apenas de uma condução política intransigente ou inadequada por parte dos hermanos, o fato é que falta dinheiro.

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Produzir internamente e aquecer a economia local é questão sobrevivência. Neste caso, continuar alimentando o nosso superávit de R$ 3,1 bilhões da balança comercial, obtido em 2013, é uma forma de confirmar a segunda opção.

O resultado mais recente dessa política restritiva da Argentina veio no balanço mensal da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A exportação total de veículos despencou 28,9% em janeiro frente ao primeiro mês do ano passado, graças à condição imposta pelo governo local.

Poucas semanas antes, foi o setor de calçados. Desde o ano passado, uma restrição à entrada de calçados brasileiros na Argentina já gera perdas de mais de US$ 30 milhões para a indústria exportadora nacional. Atualmente, mais de 700 mil pares de calçados estão parados, à espera da Declaração Jurada Antecipada de Importação (Djai), que autoriza a entrada dos produtos na Argentina. No ano passado, a queda nas exportações ultrapassou os 12%.

Abandonar a Argentina está fora de cogitação para ambos os setores. Heitor Klein, presidente da Abicalçados, não admite a hipótese de deixar este mercado “e é justamente por isso que estamos negociando junto ao Governo Federal uma saída para o impasse”. Na Anfavea, o assunto também não está em debate. “O governo está acelerando as negociações para resolver a questão. Temos uma necessidade proeminente de manter esse relacionamento”, diz Luiz Moan, presidente da Anfavea, durante a entrevista coletiva mensal da Associação

Victor R. Caivano/associated press

Cristina Kirchner: dificuldades com a economia argentina

As perspectivas não são boas. “O panorama é sombrio”, define Rubens Ricupero, embaixador e diretor do curso de economia da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). “O contato entre as presidentes e as equipes econômicas tem sido constante, mas a crise é muito grave. Não é uma questão de aceitar ou não os produtos brasileiros. Hoje é uma questão de sobrevivência.”

 

Enfrentar a Argentina é inútil, se não for prejudicial

Boa parte do setor produtivo, em algum momento, já cobrou uma postura mais incisiva da diplomacia nacional, mas o fato é que, neste momento, todo tipo de esforço seria vão. “Não tem por onde espremer a Argentina. O governo brasileiro já está sendo muito duro com o país”, diz o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Inúdstrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Thomaz Zanotto, que já fez um estudo sobre o alcance dessas restrições sobre a indústria nacional. “Estamos prevendo novas quedas para as exportações em setores pontuais, mas nenhuma catástrofe por enquanto.”

 

Mais que isso, tem sido considerado inútil desgastar a relação diplomática com a Argentina, principalmente diante de uma balança comercial ainda tão favorável. O ano passado, o fluxo entre os dois países ultrapassou US$ 36,078 bilhões em 2013, no segundo melhor resultado desde 1989, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, perdendo apenas para 2012. “Não é um volume comercial de se jogar fora. Não dá para jogar a água do banho no ralo com o bebê dentro”, comenta o presidente da Câmara de Comércio Argentino Brasileira de São Paulo, Alberto Alzueta. “

 

O embaixador Ricupero faz coro à preocupação e ressalta que o próprio programa de exportações brasileiro poderia ser prejudicado por uma atitude mais incisiva. “Se dificultarmos as relações com a Argentina, vamos ter de reduzir a produção e o desemprego tenderá a ganhar espaço.”

 

Exatamente por isso o financiamento dos vizinhos argentinos tem sido considerado uma boa saída para a crise de relacionamento – uma forma de, pelo menos, reduzir o impacto sobre o setor produtivo. “Temos um saldo em aberto de mais ou menos US$ 2 bilhões com a Argentina. Só o que resolveria seria um crédito para que os fornecedores brasileiros sejam pagos”, opina o embaixador.

 

Zanotto, da Fiesp, também vê nesse aporte uma boa oportunidade para o Brasil, inclusive, reforçar sua posição de liderança na região. “Sem dúvida, o financiamento é uma parte bem importante do processo de reconstrução da Argentina, mas precisamos de alguma garantia de que será pago”, coloca o executivo. Por isso mesmo, aguardar as eleições poderia criar alguma segurança.

 

 AP

Em janeiro, a correção de preços, segundo a equipe de macroeconomia do Itaú, chegou a 30,7% no cálculo anual

Argentina está “à beira do abismo” e eleição pode não trazer grandes novidades

A verdade é que não é de hoje que a coisa não vai bem na Argentina de Cristina . “O povo não acredita na própria moeda”, aponta Marcelo Suano, diretor do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (Ceiri).

 

Mesmo assim, o histórico político deixa qualquer esperança de inversão ainda mais distante. “Entre os eleitores argentinos, 75% são peronista ou socialista, ou seja, dificilmente haverá uma condução radicalmente diferente das contas do país após 2015”, ressalta o pesquisador. “Estão à beira do abismo.”

 

As duas questões, somadas, provocam um incômodo de credibilidade. Desde 2001, o calote da dívida pública argentina já tirou boa parte do crédito do país no tabuleiro global.

 

De lá para cá, o país foi ladeira abaixo. Em 2013, a inflação oficial bateu os 10,9% – há quem questione os dados e aponte um aumento de preços de pelo menos 28% em 2013. Em janeiro, a correção de preços, segundo a equipe de macroeconomia do Itaú, chegou a 30,7% no cálculo anual. No mesmo mês dólar já chegou a custar 8 pesos, uma valorização de 11%.

 

Para completar, em 2015 o país passará por eleições presidenciais. Depois de todo o caos político e econômico desde 2001, o Partido Justicialista não conta com uma unidade forte – em 2012, Cristina já havia sofrido um revés nas eleições legislativas, quando a maioria do congresso ficou liderada pela oposição que rompe o próprio partido.

 

Para o embaixador Ricupero, ainda é cedo para fazer alguma previsão do resultado das eleições por lá. “Ainda temos dois anos pela frente, muita coisa pode mudar no cenário político argentino. Qualquer palpite é precoce”, afirma.

 

 Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma Rousseff cumprimenta a Presidenta Cristna Kirchner durante visita oficial à República da Argentina

Alberto Alzueta, presidente da Câmara de Comércio Argentino Brasileira de São Paulo, concorda que ainda é cedo e alerta que um racha no partido não está fora de cogitação. “A Cristina tem dois grupos opositores dentro do seu próprio partido. Não temos a menor pista do que vai acontecer”, explica. “Está sendo negociado um acordo de governabilidade. Hoje é o melhor a se fazer.”

 

Na análise de Alzueta, Luis Cioli, atual governador de Buenos Aires, é o mais afinado com a política kirchnerista, no entanto, nem de longe pode ser considerado um sucessor de Cristina. Zanotto, da Fiesp, considera o candidato uma boa opção. “Ele me pareceu extremamente competente e pé no chão. Fico com a sensação de que se for o eleito, será daqueles que pegará o touro pelos chifres, como se diz no popular.”

 

Cristina e Dilma estão de mãos dadas

É claro que não são somente os motivos econômicos que mantêm o Brasil em uma postura menos agressiva frente à Argentina. A parceria entre Dilma Rousseff e Cristina Kirchner ultrapassa os limites políticos.

 

Há quem diga que o relacionamento entre as duas é ótimo, não só porque têm simpatia uma pela outra, mas também porque se dão muito bem ideologicamente. “Elas sempre tenderão a investir numa estratégia conjunta, por que ambas têm essa visão de utilizar a inclusão social como reforço da economia e ampliação de mercado consumidor”, explica Suano, do Ceiri.

 

IG

Taxa de homicídios cresce 100% e coloca 10 cidades do Agreste, Brejo e Curimataú no Mapa da Violência

 

ViolênciaA taxa de homicídios registrada em dez municípios do Agreste, Brejo e Curimataú paraibano cresceu 100% em três anos e colocou essas cidades no Mapa da Violência 2013 – Homicídios e Juventude do Brasil. Enquanto em 2009 essas cidades somaram 20 assassinatos, em 2011 esse número passou para 40. Algumas delas conseguiram reduzir esse índice. Outras, porém, mais que dobraram a quantidade de crimes ocorridos.

Foi o caso de Guarabira que passou de 9 homicídios em 2009, para 19 em 2011. Um aumento de 111%, de acordo com o estudo. Em 2010 a Rainha do Brejo registrou 18 assassinatos.

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Bananeiras é um exemplo de cidade que oscilou o número de mortes violentas. Em 2009 foram 3 assassinatos. O número cresceu para 8, em 2010, e foi reduzido em 2011, quando foram registrados 5 homicídios.

Areia não registrou nenhum assassinato em 2009. Entretanto, em 2010 foram 5 mortes, sendo que em 2011 esse índice caiu para 2.

Solânea teve apenas uma morte violenta em 2009, nenhuma em 2010 e pulou para 2, em 2011.

Em Arara foram registrados 2 homicídios em 2009, 4 em 2010 e 3, em 2011.

Já em Cacimba de Dentro houve apenas uma morte violenta em 2009. Em 2010 o número se repetiu e, em 2011, foram 3 assassinatos.

Casserengue pulou de zero, em 2009, para 3 assassinatos em 2011. Em 2010 foi registrada apenas uma morte.

Remígio reduziu o índice nos três anos estudados. A cidade partiu de 3 assassinatos, em 2009, para 2 em 2011, tendo registrado esse mesmo número em 2010.

Serraria teve apenas uma morte violenta em 2009 e uma em 2011. Em 2010 não foram registrados homicídios no município.

Damião foi a única, das dez cidades das três regiões, que não registrou nenhum assassinato nesses três anos estudados no Mapa da Violência 2013.

 

Redação/Focando a Notícia

Radialista faz revelações políticas e se coloca como pré-candidato a deputado em 2014 com apoio de prefeita do PSB

O radialista nascido em Cajazeiras, Fabiano Gomes, em entrevista à Rádio Alto Piranhas confideciou que deseja  ser deputado estadual. E que vai buscar apoio com a prefeita da cidade Denise Oliveira (PSB) e Carlos Antônio.[bb]

“Sonho em ser deputado estadual. Sonho ao lado de Carlos Antonio, Denise Oliveira e de muitos amigos espalhados pela Paraíba”. Os focos da campanha serão João Pessoa e Cajazeira.

O radialista disse que ainda é cedo para falar de apoio por parte dos vereadores de Cajazeiras, mas afirmou que tem comandantes no município, que são Carlos Antonio e Denise Oliveira.

“Não darei um passo se sequer sem consultá-los e sem receber a orientação de ambos”. Revelou[bb]

Comentando mais sobre política, Fabiano destacou que o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) não deve se candidatar em 2014 e que a aliança entre o Tucano e o governador Ricardo Coutinho (PSB) vai continuar, e ainda sugeriu o nome de um vice de peso para o socialista.[bb]

“Em política tudo pode acontecer, mas conheço o Senador e sei que estarão no mesmo palanque. Sobre o vice, O cargo é do PSDB e Rômulo não está mais no partido. Eu aposto no nome do irmão de Cássio, o vice-prefeito eleito de Campina Grande, Ronaldo Cunha Lima Filho (Ronaldinho)”.

Para deputado federal, o radialista acredita que Cajazeiras tem que ter um representante e cita os nomes de parlamentares da terra para representá-la.

” Zé Aldemir (PEN) ou Jeová Campos (PT), são capacitados e podem ser eleitos. Nós batemos na trave em 2010, Jeová é o primeiro suplente do PT. Eles estão capacitados e tudo dependerá do comando da prefeita Denise e do ex-prefeito Carlos Antonio”.


Redação com Diário do Sertão