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Bebês que choram mais de 3 horas por dia por, pelo menos, três dias a cada semana podem sofrer com cólicas

Saiba como aliviar este incômodo do recém-nascido

As bebês geralmente começam por volta do 15º dia de vida e podem perdurar por até 3 meses de idade.  Ela é causada simplesmente pela imaturidade do intestino, mas sem uma fisiopatologia específica. O trato intestinal do bebê ainda está se formando, por isso faz movimentos descoordenados que provocam a dor. Outro fator é a presença de ar no sistema digestivo. A pega incorreta na hora de mamar pode fazer com que o bebê acabe engolindo ar, que pode ser eliminado na forma de arroto ou se transformar em gases, fazendo pressão no intestino e dando origem às cólicas. Isso também pode acontecer com o uso da chupeta.

Nessas horas, é comum as mamães de primeira viagem ligarem para as vovós para saber o que fazer atrás de uma “receitinha caseira”, entre elas o famoso chazinho de camomila e erva-doce. E foi pensando nessa receita da vovó que a Algoducci criou a “Bolsinha Térmica com Sementes Terapêuticas” que contém erva-doce, camomila, linhaça e capim-santo para dar um cheirinho especial.

Além de ser recomendável para amenizar o desconforto tanto das cólicas quanto dos gases dos bebês, a bolsinha também é indicada para cólicas menstruais, informa a empresária Regina Villanueva, idealizadora da marca. Quanto a forma de utilização Regina explica: “A bolsinha deve ser aquecida no micro-ondas em média 30 a 40 segundos, mas é aconselhável que a mãe teste a temperatura antes de colocar na barriguinha do bebê, por cima da roupinha, até que os sintomas passem”.

Se a crise de cólica é rotineira no seu dia a dia, enquanto o choro parece que nunca vai terminar, a ocorrência desses incômodos abdominais pode estar relacionada com o local no qual vocês vivem. Um estudo publicado no portal Journal of Pediatrics, feito a partir da análise de 28 pesquisas com dados de 8.700 crianças de diferentes nacionalidades, buscou analisar e comparar a ocorrência de cólicas em bebês de até três meses em diferentes regiões do mundo.

Para realizar o estudo, foi considerado que crianças que choram mais de 3 horas por dia por, pelo menos, três dias a cada semana, são as que mais padecem. E, adivinhe só: os ingleses, canadenses e italianos são os que mais choram de dores abdominais. Já os bebês dinamarqueses, alemães e japoneses são os menos acometidos por esse mal-estar.

Muitas são as dúvidas e inseguranças quanto aos motivos do choro do bebê, que servem de alerta para as mães. E para falar sobre esse assunto, consultamos a pediatra Dra. Loretta Campos, que esclarece: “As cólicas podem ser identificadas quando o bebê chora com intensidade, encolhe as perninhas e arqueia as costas para trás, estica-se e se espreme, além de soltar puns. Normalmente a cólica ataca no final da tarde e à noite, mas em casos mais difíceis o bebê chora a qualquer hora do dia. Pode ficar difícil dar de mamar para o bebê quando ele está tão desconfortável, algumas vezes a cólica pode aparecer durante a amamentação”, explica a médica.

Os pesquisadores dizem não haver nenhuma explicação, já que as variáveis durante a análise foram muitas. “Isso [a ocorrência da dor abdominal] pode variar conforme as condições econômicas, como a desigualdade social, cuidados parentais e comportamento. No entanto, também pode haver diferenças genéticas populacionais, considerando que as crianças herdam os genes de seus pais”, explicam os cientistas.

 

Algoducci – luxuosa confecção de mantas em tricot italiano e enxovais para casa e bebê, no mercado desde 2012, representa um convite ao bem-estar, às melhores memórias afetivas e à sensibilidade. Evoca estes sentidos através de formas, cores e texturas. A marca é liderada pela arquiteta e urbanista Regina Villanueva, que desde a infância sonhava em unir duas paixões: a arquitetura e os negócios. Cada peça recebe em seu DNA, a exclusividade e a assinatura de um projeto único. Os elementos de cada coleção criam atmosferas leves e aconchegantes, revelando um conceito elegante e sofisticado, sem perder a inocência e a leveza dos detalhes.

Loretta Campos

Pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), Consultora Internacional em Aleitamento Materno (IBCLC), Consultora do sono, Educadora Parental pela Discipline Positive Association e membro das Sociedades Goiana e Brasileira de Pediatria. A médica aborda temas sobre aleitamento materno com ênfase na área comportamental da criança e parentalidade positiva.

Assessoria de Comunicação 

Pesquisa aponta que cólicas menstruais afetam desempenho em testes de atenção

colicasDesconforto, náuseas, dores e… burrice. Pesquisadores da Universidade de Bath, no Reino Unido, descobriram que mulheres com cólicas menstruais têm pior performance em tarefas com computador. Isto porque as dores reduzem o nível de atenção.

– Observamos como a dor vivida por muitas mulheres a cada mês afeta suas habilidades em diversas tarefas complexas – explicou ao “Daily Mail” o professor do Departamento de Psicologia Ed Keogh, principal autor do estudo.

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Os pesquisadores pediram que 52 mulheres adultas com cólicas menstruais completassem testes de atenção, que mediam suas capacidades de escolher entre tarefas concorrentes, de concentração e de mudar o foco de atenção entre duas tarefas.

– Quanto mais entendermos sobre como as pessoas experimentam a dor, melhores serão os mecanismos para ajudá-las a lidar com isso – disse Keogh.

As cólicas menstruais afetam mais de 40% das mulheres no mundo, sendo que 15% relatam graves sintomas.

O Globo